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  • 8 set

    INOVA FAAP 

    https://www.faap.br/

    Inova FAAP

    Eu faço parte!

    “ESG no mundo dos dados: como mensurar e comunicar”

    “Relações Comunitárias: a construção e desconstrução de narrativas a partir dos espaços públicos e semi-públicos na cidade de São Paulo”

    Inscrições exclusivas para os alunos da Graduação na FAAP

    https://lnkd.in/dyGSyjMC

    https://lnkd.in/dAR4Ftfc

    #faap
    #nafaap
    #criaçãonomundodosdados

     
  • 31 ago

    Relações Públicas vale mais do que publicidade na advocacia 

    Fonte: ESTADÃO https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/relacoes-publicas-vale-mais-do-que-publicidade-na-advocacia/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link

    O grupo de trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criado em 2019 para analisar mudanças nas regras para publicidade na advocacia finalmente chegou a uma conclusão. Passa a ser permitido o impulsionamento de conteúdos no Google e nas redes sociais, mas a publicidade em jornais, rádios, TVs, outdoors e outros meios de comunicação, comuns nos EUA, continua acertadamente proibida.

    Defendemos há alguns anos a tese de que a comunicação jurídica está incluída no leque da comunicação pública.

    Assim, mais do que promover a sua atuação, o papel de um advogado, ao se comunicar, deve seguir menos o receituário da publicidade e mais os que regem o conceito de accountability, marcado pela prestação de contas típica das relações públicas. Isto é, baseado nos rigorosos princípios registrados no Código de Ética e Disciplina Ordem dos Advogados, cada advogado deve estar ciente de que suas ações produzem impactos no Poder Judiciário e, portanto, em toda a sociedade.

    As novas regras da OAB, ratificadas na reunião de seu Conselho Federal que definiu as últimas alterações, exigem que os conteúdos ditos de “publicidade” tenham caráter meramente informativo, com discrição e sobriedade, sem levar à mercantilização da profissão. Admitir a publicidade ampla e irrestrita, além de criar uma barreira de entrada no mercado, a favorecer as grandes organizações, poderia criar problemas como os gerados pela publicidade oficial, aquela feita por instituições e empresas públicas, e órgãos de governos em geral. Esta é uma forma perniciosa de políticos criarem bom relacionamento com os veículos de comunicação, principalmente em pequenas cidades do interior do Brasil.

    Em uma realidade mais próxima de quem mora em condomínios, é como se o seu síndico resolvesse pagar por anúncios para informar sobre a gestão dele, ao invés de fazer reuniões e enviar as tradicionais cartas e relatórios informativos destinados a essa prestação de contas. Essa é, a nosso ver, uma das graves distorções do Brasil, uma vez que a publicidade responde a outros valores, critérios e linguagens, bem distintos da comunicação informativa, a partir de estratégias de relações públicas. Uma privilegia cativar a sua audiência pela emoção, está relacionada à venda de algum produto ou ideia e recorre a termos comerciais. Enquanto a outra se baseia em fatos, dados e sobriedade.

    Por que sim para o marketing jurídico de conteúdo?

    Dentro das relações públicas, até meados dos anos 2000, o principal recurso de que advogados dispunham era o relacionamento com a mídia, a conhecida assessoria de imprensa. Mas logo a evolução das tecnologias e da internet abriu caminho para novas formas de comunicação mais direta com os públicos de interesse das organizações, os chamados stakeholders, notadamente a digital PR (de public relations, ou seja, relações públicas, em inglês) e o marketing digital. No caso do mercado de advocacia, destaca-se o marketing jurídico de conteúdo, que é o mínimo que um advogado, escritório ou outra organização jurídica precisa, hoje, para destacar, no meio da multidão, seus diferenciais.

    Atualmente é possível implementar projetos mais sofisticados, para quem está disposto a investir mais recursos. Daí há desde o law branded content, com a criação de conteúdos especiais para serem publicados em mídias externas à organização, em oportunidades específicas, como por ocasião do apoio a eventos, passando pelo law brand publishing, segundo o qual a publicação de conteúdo passa a ser encarada de maneira mais profissional e vista mesmo como um de seus objetivos da organização, até o desenvolvimento de veículos de comunicação próprios, os chamados hubs de conteúdo.

    Por que não para o termo inbound marketing jurídico?

    Bom, primeiro porque qualquer prática de comunicação e marketing mais agressiva é, em nossa avaliação, de maneira correta, vedada pelo Código de Ética da OAB. Mas, ainda que essas restrições venham a ser revistas, algum dia, cada vez mais encontramos pessoas que se recusam a fornecer seus dados, mesmo para receber, em troca, um ebook que seja muito do seu interesse. Assim, o marketing jurídico de conteúdo prevê ebook? Olha, deve prever, mas sem vender isso por um e-mail. Se o seu prospect enxergar valor no seu conteúdo, ele vai por livre e espontânea vontade ou voltar no seu site para ver os novos conteúdos ou até assinar a sua newsletter.

    Ou seja, você que é advogado, esqueça práticas mais agressivas de comunicação, como a publicidade ou essa história de leads e funil de vendas do marketing digital e das práticas de inbound, que só visam o retorno financeiro. O objetivo não é ganhar uma corrida de 100 metros com uma ética contestável, mas estabelecer relacionamentos de longo prazo e construir reputação de quem sempre estará entre os favoritos para ganhar maratonas. Como resumiu Beth Comstock quando era executiva da GE: “Você precisa contar uma história antes que possa vender uma história”.

    *Ana Costa é sócia na Cellera Comunicações, jornalista e doutoranda em Comunicação na PUC-Rio e mestre em Mídia e Cotidiano pela UFF

    *Cesar de Lima e Silva é sócio na Cellera Comunicações, jornalista e pós-graduado em História, Patrimônio e Cidades pelo Iuperj. Foi membro do Conselho de Assuntos Jurídicos da ACRJ

     
  • 12 mar

    Motivos para incluir na agenda das organizações “Comunicação Inclusiva e Diversidade” por Vivian Blaso 

    • Para não reproduzirmos lógicas e discursos opressores fruto das desigualdades estruturais na qual boa parte das organizações foram concebidas
    • Para compreender os impactos na Gestão e na Reputação da marcas junto aos seus stakeholders ancorados na Governança Corporativa e na Sustentabilidade – ESG
    • Para liderar processos de cidadania e protagonismo das marcas nas transformações rumo ao capitalismo regenerativo usando a ferramenta de Advocacy
    • Para melhorarmos o ambiente interno das organizações incentivando diálogos abertos com a prática da comunicação não violenta Quando as organizações protagonizam e incentivam essas mudanças propositivas elas também influenciam todo sistema na direção do seu crescimento e desenvolvimento afetivo com lucratividade para todes! Quer saber mais?”

    Venha fazer parte dessa transformação! Inscrições abertas para o curso

    Link para ver o conteúdo do curso: http://cursos.faap.br/descricao/comunicacao-inclusiva-e-diversidade-nas-organizacoes/1505

    COMUNICAÇÃO INCLUSIVA E DIVERSIDADE NAS ORGANIZAÇÕES” na FAAP Professora Doutora Vivian Blaso #comunicaçãodadiversidade #comunicaçãoinclusiva #comunicaçãonãoviolenta #esg #sustentabilidade #vivianblaso #responsabilidadesocial #governançacorporativa #reputação #comunicacaocominvestidores #bolsadevalores @nafaap @vivianblaso

     
  • 11 mar

    O que é investimento ESG e como aprender mais sobre os investimentos sustentáveis? 

    *Por Eduardo Souza, CFP®

    O investimento ESG (Ambiental, Social e de Governança) refere-se a uma classe de investimento também conhecida como “investimento sustentável”. Este é um termo para investimentos que buscam retorno positivo e impacto de longo prazo na sociedade, no meio ambiente e no desempenho dos negócios.
    Existem várias categorias diferentes de investimento sustentável. Eles incluem investimento de impacto e investimento de responsabilidade social. Alguns investidores também colocam o ESG sob o nome de SRI, que buscam investimentos mais éticos para impactar de forma positiva a sociedade.
    O Financial Times Lexicon define ESG como “um termo genérico usado no mercado de capitais e usado por investidores para avaliar o comportamento corporativo e determinar o desempenho financeiro futuro das empresas”.
    Basicamente o termo é usado por investidores para avaliar corporações e determinar o desempenho financeiro futuro das empresas.
    O ESG é um subconjunto de indicadores de desempenho não financeiros que incluem questões sustentáveis, éticas e de governança corporativa, como a gestão da pegada de carbono de uma empresa e a garantia de que haja sistemas em vigor para garantir a responsabilidade. Ou seja, leva em consideração investimentos usados ​​em estratégias de avaliação de risco incorporadas nas decisões de investimento e processos de gestão de risco.
    Qual é o apelo do ESG?
    Muitos investidores não estão apenas interessados ​​nos resultados financeiros dos investimentos. Eles também estão focados ​​no impacto de seus investimentos e no papel que seus ativos podem ter na promoção de questões globais, como a ação climática.
    Um grupo demográfico que é particularmente atraído por investimentos ESG são os millennials. De acordo com um estudo chamado Cone Millennial Cause Study, os millennials são mais propensos a confiar ou comprar os produtos quando empresas têm uma reputação de ser social ou ambientalmente responsável. Metade dos entrevistados têm maior probabilidade de recusar um produto ou serviço de uma empresa considerada social ou ambientalmente irresponsável.

    Fatores de investimento ESG

    Os investimentos ESG consideram variáveis ​​ou fatores “extra-financeiros”. Investidores responsáveis ​​avaliam empresas usando critérios ESG como um guia para selecionar investimentos ou para avaliar riscos na tomada de decisões. Fatores ambientais determinam a gestão do meio ambiente da empresa e se concentram em resíduos e poluição, esgotamento de recursos, emissões de gases de efeito estufa, desmatamento e mudanças climáticas.

    Os fatores ambientais incluem gestão de resíduos, gestão de água, uso de recursos ambientais, divulgação ambiental, impacto ambiental e redução de poluição e emissões. Os fatores sociais incluem análise das partes interessadas, mentalidade no local de trabalho, direitos humanos, relações comunitárias de diversidade, cidadania corporativa e filantropia. Os fatores de governança incluem a estrutura do conselho, remuneração da administração, impacto das partes interessadas, direitos das partes interessadas e o relacionamento entre a administração e as partes interessadas.
    Por que os investimentos ESG funcionam?
    Normalmente se engaja na seguinte estratégia: primeiro, ele identifica um conjunto de investimentos atraentes, com base em seus critérios tradicionais de seleção de investimentos. Depois de fazer isso, ele aplicará uma lente ESG a esse conjunto de investimentos viáveis. Por último, mas não menos importante, ele seleciona os investimentos que devem gerar um impacto escalável e lucrativo. O motivo pelo qual o impacto e os retornos não precisam ser mutuamente exclusivos é porque a lente ESG só é aplicada a investimentos lucrativos que foram identificados antes da lente.
    Com todas essas informações sobre ESG fica a pergunta: como os investidores podem adquirir conhecimento para que o aumento do seu patrimônio não leve à alocação de seus recursos em empresas que não estão comprometidas com a construção de uma sociedade mais justa e que não são éticas com suas partes interessadas, incluindo colaboradores, clientes, fornecedores e a própria comunidade?
    *Por Eduardo Souza, CFP® é profissional CFP®, assessor de investimentos e sócio sênior na Praisce Capital AAI.

     
  • 11 fev

    Sustentabilidade impulsiona busca por novos perfis de CEOs 

    De acordo com a consultoria global Russell Reynolds Associates, tema se tornou um dos mais importantes diferenciais para o crescimento estratégico de grandes empresas
    A Sustentabilidade empresarial é um dos temas mais debatidos dentro das organizações. Com as mudanças provocadas pela pandemia do novo coronavírus e o atual cenário econômico do país, essa discussão se intensificou. Dessa forma, fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) passaram a ser ainda mais frequentes nas discussões dos conselhos de empresas, tornando-se quesitos indispensáveis para assegurar a credibilidade, a competividade e geração de valor dos negócios.

    Segundo a pesquisa realizada, em 2020, pela Latin American Quality Institute, com executivos de 19 países, 67% consideram necessária uma estratégia de sustentabilidade para serem competitivos, neste momento, enquanto outros 22% acham que será no futuro. Segundo Mariane Montana, sócia-consultora e líder da prática de sustentabilidade da Russell Reynolds Associates – consultoria global e uma das cinco maiores do mundo em pesquisa e seleção de executivos C-levels -, “é preciso a adoção de novas práticas para seguir a condução das equipes e dos negócios, contando com mais conhecimentos em torno de gestão de risco e sobre o impacto social e ambiental das organizações. Além disso, faz-se necessária a criação de uma cultura corporativa baseada no comprometimento da alta liderança com a mentalidade voltada à sustentabilidade e de novos indicadores para a remuneração desses executivos”, afirma.

    Desta forma, líderes de todos os setores são cada vez mais cobrados para adotarem políticas mais responsáveis e que utilizem o mínimo de recursos naturais. Assim, surge a necessidade de um novo perfil de CEOs e Conselhos Administrativos mais conscientes do seu papel socioeconômico, proativos e com habilidades e competências diversas para conduzir uma estratégia corporativa sustentável.

    De acordo com o estudo elaborado pelo Pacto Global das Nações Unidas em parceria com a Russell Reynolds Associates, realizado junto a 55 CEOs e integrantes de Conselhos de Administração de diversos países, os líderes sustentáveis precisam possuir quatro atributos básicos: conhecimento sistêmico em múltiplos níveis; Inclusão de stakeholders no processo de transformação; inovação disruptiva; e pensamento de longo prazo.

    Segundo a análise, essas atribuições deveriam ser requisitadas no processo de contratação de lideranças, mas isso ainda não é feito na proporção adequada. O estudo analisou 4.000 especificações de perfil profissional para seleção em diversos ramos de atividade ao redor do mundo, e descobriu que, em 2019, apenas 15% faziam referência à sustentabilidade. E apenas 4% estabeleciam a experiência em sustentabilidade ou a posse dessa mentalidade como um requisito.

    “Os líderes passaram pelo maior desafio de suas vidas, no âmbito pessoal e profissional. Eles precisaram se equilibrar emocionalmente para dar conta dos desafios da organização e orquestrar as demandas da casa e da família, que antes eram terceirizadas. Precisaram ampliar suas capacidades de comunicação e articulação de forma autêntica e transparente para legitimar o propósito de sua empresa com relação às questões de diversidade, inclusão e ESG”, finaliza Mariane.

    Por fim, a sustentabilidade passou a ter um papel estratégico dentro das organizações e as empresas mais diversificadas superam as que são menos, assim como no futuro será fácil comprovar que as companhias com princípios corporativos mais sustentáveis ​​terão, a longo prazo, desempenho financeiro superior, reduzirão as incertezas do mercado e aumentarão os seus lucros.

    Sobre Russell Reynolds Associates

    A Russell Reynolds Associates é uma empresa global de advisory e search de alta liderança. Há mais de 50 anos, nossos consultores atuam estrategicamente para ajudar os clientes a criar equipes de líderes transformadores, os quais possam enfrentar os desafios de hoje e, ainda, antecipar as tendências digitais, econômicas e políticas que estão remodelando o ambiente de negócios global. A missão e propósito da RRA são melhorar a maneira como o mundo é liderado.

    Dessa forma, sua atuação contempla desde apoiar os Conselhos de Administração em sua estrutura, cultura e efetividade até identificar, avaliar e definir a melhor liderança para as organizações em todos os 46 escritórios com os mais de 470 consultores ao redor do mundo.

    Atendimento à imprensa
    Fernanda Arantes – fernanda.arantes@grupovirta.com.br

     
  • 8 nov

    RELOAD e Mundo Verde fecham parceria em São Paulo 

    Cosméticos naturais de alta qualidade já estão à venda em três lojas da maior rede de produtos naturais, orgânicos e de bem-estar da América Latina

     A marca brasileira de cosméticos naturais RELOAD Beleza Positiva e a Mundo Verde fecharam uma parceria inédita em São Paulo, iniciando por três lojas da maior rede de produtos naturais da América Latina e em breve também em centenas de outras unidades.As lojas escolhidas para o lançamento são: Oscar Freire, Cidade Jardim e Shopping JK, que já passaram a comercializar os shampoos e condicionadores da RELOAD Beleza Positiva, focados em reconstrução capilar por meio de ingredientes naturais de alta performance.Os cosméticos são vendidos exclusivamente dentro de garrafinhas de água que haviam sido descartas e que agora são coletas, higienizadas e envasadas, gerando empregos para pessoas em situação de vulnerabilidade, como algumas acolhidas das ruas e outras refugiadas de outros países e que após serem treinadas e capacitadas agora possuem sua renda.            “Estar presente em uma rede já tão consolidada como o Mundo Verde é muito especial para a nossa marca, afinal eles são um dos pioneiros em desenvolver e incentivar o conceito de vida saudável”, afirmou Filipe Sabará, sócio fundador e idealizador da RELOAD Beleza Positiva.           SOBRERELOAD Beleza Positiva, “o que importa está dentro”:A RELOAD Beleza Positiva é a primeira marca de cosméticos do mundo a adotar embalagens reutilizadas para a venda de produtos hair care de alta performance com o conceito pós-sustentável.
    ​Os produtos premium – shampoo (300 ml) e condicionador (300ml) – têm fragrância exclusiva Givaudan e atuam sob o pilar da economia circular.A primeira marca de beleza positiva com qualidade e alta performance natural ganhou recentemente a atriz Maitê Proença como sócia. MUNDO VERDE:A maior rede de lojas de produtos naturais, orgânicos e de bem-estar da América Latina,
    tem como propósito a vida saudável e a sustentabilidade.Com 30 anos, o Mundo Verde se consolidou como pioneiro e líder na proposta de desenvolver e incentivar o conceito de vida saudável, através da alimentação, tornando-se a maior franquia do segmento na América Latina, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Hoje o Mundo Verde conta com mais de 400 lojas em todo o Brasil e um variado mix de produtos, que inclui desde alimentos (diet, light, integrais, orgânicos, funcionais sem glúten e sem lactose), complementos alimentares e suplementos para atletas. Atualmente as lojas recebem diariamente mais de 120 mil pessoas em busca de pelo menos um dos cerca de 10 mil itens oferecidos pelos mais de 1.200 fornecedores.O segredo de sucesso do Mundo Verde não está simplesmente na grande diversidade de produtos, mas em oferecer um conceito completo em alimentação e vida saudável. Por isso os franqueados e equipes de lojas são treinados para dar informações nutricionais e deixar os consumidores à vontade, em um ambiente que estimula a qualidade de vida. Diversas lojas também oferecem palestras sobre alimentação e cuidados com a saúde e a qualidade de vida.O principal diferencial da marca é aliar variedade, qualidade e informação a excelência no atendimento e do relacionamento com seus clientes. O resultado positivo vem se refletindo na presença em novos mercados e na conquista de diversos prêmios nacionais, com destaque para o Selo de Excelência em Franchising 2017, concedido pela Associação Brasileira de Franquias (ABF). 
     
  • 9 ago

    “Cidades Afetivas” promove aula aberta no próximo sábado em São Paulo 

    Aula Aberta na Àgora!

    No próximo sábado dia 11 de agosto acontecerá em São Paulo uma aula aberta na Praça Oswaldo Cruz com a participação de coletivos. “A ideia é compartilhar as observações relativas ao bem viver, convivialidade e a vida em comum presentes nas atuações dos coletivos de diferentes naturezas no contexto urbano e suas atuações-manifestações-performances políticas, culturais e artísticas que vem ocorrendo nas cidades”, afirma Vivian Blaso idealizadora do “Cidades Afetivas”, Doutora em Antropologia, pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios: Barbárie ou Civilização.  Sydney Cincotto Júnior, Doutor em Antropologia e pesquisador no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo um dos idealizadores do projeto irá fazer uma breve exposição apresentando as principais reflexões desde do início das pesquisas, resultados de algumas publicações cientificas e participações em congressos.

    “Cidades Afetivas”, é um observatório das manifestações afetivas que vem ocorrendo nas cidades. Uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

    A aula aberta faz parte da Semana do Caminhar – http://bit.ly/semanadocaminhar2018 idealizado pela ONG SampaPé.

    Serviço:

    Aula Aberta: “Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver”

    Data: Sábado dia 11 de Agosto

    Horário: 10:00 às 11:30

    Local: Praça Oswaldo Cruz, São Paulo (próximo estação de metrô Brigadeiro)

    Gratuito

    Sobre o evento: https://www.facebook.com/events/482465632199636/

    Informações para imprensa

    contato@conversasustentavel.com.br

     
  • 1 ago

    Vivian Blaso estará no Diálogos Gigantes para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã” 

    Evento reúne debatedores no dia 02 de agosto de 2018 para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã”

    A Constituição de 1988 completa 30 anos em outubro. Mas o que mudou desde então e quais foram as contribuições para a evolução da cidadania no Brasil? Para estimular a reflexão sobre os avanços e retrocessos do período, o Instituto NET Claro Embratel promove um novo Diálogos Gigantes com o tema “A Constituição de 88 e a ação democrática direta”.

    O evento acontece dia 2/8, das 8h às 15h, em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (Ipusp). A participação pode ser garantida presencialmente na plateia do Auditório Carolina Bori do Ipusp, em São Paulo (SP), pelo formulário de inscrição. Também, pode ser acompanhado por transmissão ao vivo na página do Instituto NET Claro Embratel no Facebook ou pelo YouTube do Ipusp.

    Serão três mesas de debates com o objetivo de discutir a chamada Constituição Cidadã dividida por temáticas: educação e cultura; meio ambiente e indígenas; e saúde e direitos trabalhistas (veja abaixo a programação completa). A mediação fica por conta do mestre em Comunicação e produtor de conteúdos de educação e cidadania Marcelo Abud.

    Os debates serão gravados e vão fazer parte da série especial de podcasts “A Constituição Cidadã e os dias de hoje”, com previsão de lançamento em setembro no portal do Instituto NET Claro Embratel.
    Confira mais informações na página do evento.

    Serviço

    Evento: A Constituição de 88 e a ação democrática direta
    Quando: 2 de agosto de 2018, das 8h às 15h
    Onde: Auditório Carolina Bori, Bloco G, Instituto de Psicologia da USP (Avenida Prof. Mello Moraes 1721, Cidade Universitária, São Paulo-SP)
    Parceria: Instituto NET Claro Embratel e Instituto de Psicologia da USP
    Inscrição para o presencial

    Programação

    8h – Mesa “Meio Ambiente e Indígenas”. Participam da conversa, Vivian Blaso, doutora em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC-SP; Sergio Leitão, advogado, fundador e diretor executivo do Instituto Escolhas; João Paulo Capobianco, biólogo e ambientalista.

    9h30 – Mesa “Educação e Cultura”. Estarão presentes Daniel Cara, educador, cientista político e coordenador geral licenciado da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e Lisete Arelaro, doutora em Educação pela USP.

    11h – Mesa “Saúde e direitos trabalhistas”. Para discutir o tema, os convidados Christian Dunker, coordenador do Instituto de Psicologia da USP; Márcio Pochmann, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp e Magda Biavaschi, doutora em Economia Aplicada (Economia Social do Trabalho) pela Unicamp.

    13h30 – Debate “Ação democrática direta”, promovido pelo Ipusp. As convidadas são Claudia Visoni, jornalista e militante de agricultura urbana, além de Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, pró-reitora de cultura e extensão da USP. Organizador: Christian Dunker.

     
  • 22 nov

    Conceito de desenvolvimento sustentável completa 30 anos 

    Entrevista que concedi sobre  o Relatório Brudtland

    Na sua essência, o desenvolvimento sustentável é
    um processo de mudança no qual a exploração dos
    recursos, o direcionamento dos investimentos, a
    orientação do desenvolvimento tecnológico e a
    mudança institucional estão em harmonia e reforçam
    o atual e futuro potencial para satisfazer as aspirações
    e necessidades humanas.”
    (Trecho do relatório Brudtland, de 1987)

    Confira a entrevista neste link e ouça o podcast com a minha entrevista:

     
  • 2 out

    “RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS ORGANIZACIONES (RSO). Aportes teórico – prácticos para lograr los Objetivos de Desarrollo Sostenible en América Latina”. 

    El libro consiste en una selección de trabajos presentados por investigadores y docentes latinoamericanos en el IV SIMPOSIO INTERNACIONAL DE RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS ORGANIZACIONES (SIRSO) realizado en Bogotá, en 2016, en el marco de la Universidad SantoTomás (USTA).

    No livro temos um  capítulo de minha autoria:

    MACITI: UMA ABORDAGEM PRÁTICA PARA AVALIAÇÃO DE CIDADES E TERRITÓRIOS INTELIGENTES

    O objetivo é apresentar a Metodologia de Avaliação de Cidades e Territórios Inteligentes (MACITI). Dentre os resultados encontrados foi possível perceber que territórios inteligentes poderão gerar oportunidades de negócios, empregos, remodelamento urbano; resgate das relações comunitárias.

    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Doutora em Ciências Sociais e Pesquisadora no Núcleo de Estudos da Complexidade (Complexus) na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Professora na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Alvares Penteado e na  FGV-EAESP. Autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização,  Sócia na Conversa Sustentável  e Idealizadora do Cidades Afetivas. E-mail: vivianblaso@conversasustentavel.com.br

    O evento de lançamento será realizado  na UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES (UBA) durante o XI Congreso Internacional de Economía y Gestión – ECON 2017
    Fecha: Jueves 5 de octubre
    Horario: de 09.00 a 11.00 hs
    Lugar: Córdoba 2122
    Aula: 468 – Edificio Nuevo
    Buenos Aires – ARGENTINA

    Contará com a apresentação dos idealizadores do SIRSO – Dra. Nora Gorrochategui e Dr. Valmir Martins de Oliveira 

     
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