Atualizações de julho 2018 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 17 jul

    Convite: aula aberta na Casa do Saber 

    Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres com Vivian Blaso

    As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

    O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

    A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta.

    Inscrições no site: https://casadosaber.com.br/sp/checkout/cart/

     
  • 22 nov

    Conceito de desenvolvimento sustentável completa 30 anos 

    Entrevista que concedi sobre  o Relatório Brudtland

    Na sua essência, o desenvolvimento sustentável é
    um processo de mudança no qual a exploração dos
    recursos, o direcionamento dos investimentos, a
    orientação do desenvolvimento tecnológico e a
    mudança institucional estão em harmonia e reforçam
    o atual e futuro potencial para satisfazer as aspirações
    e necessidades humanas.”
    (Trecho do relatório Brudtland, de 1987)

    Confira a entrevista neste link e ouça o podcast com a minha entrevista:

     
  • 13 abr

    “Por cidades mais afetivas e humanas” será apresencapa inteiratada durante o Alas – XXXI Congreso Asociación Latinoamericana de Sociología  nos dia 3 – 8 de diciembre de 2017, Montevideo, Uruguay.

    A proposta foi idealizada pelos pesquisadores Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso  do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP.

    “Por cidades mais afetivas e humanas” investe na política do bem viver, na direção de uma vida mais democrática, pública, aberta e solidária, em sintonia com a realidade do mundo que não comporta mais as tormentas do crescimento e do lucro obtidos das relações entre capital e trabalho, nem tampouco suporta a ideologia do sujeito empreendedor de si – comandada por uma subjetividade neoliberal, que valoriza o individualismo, o consumismo, a meritocracia e a privatização da vida. Sem ignorar ou negar a realidade dos conflitos inerentes às relações e aos contextos sócio-político-econômicos nos quais estão inseridos, uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

    Sobre os autores:

    Sydney Cincotto Junior, Doutorando na PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor no Centro Universitário Motta

    Ph.D. Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Professora: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Álvares Penteado e FGVEAESP. Pesquisadora no Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, PUC/SP, Sócia na Conversa Sustentável.

    Informações para imprensa:

    contato@conversasustentavel.com.br

     

     

     
  • 1 fev

    Atitudes Positivas Porto Seguro por Vivian Blaso 

    No site Atitudes Positivas da Porto Seguro você vai encontrar alguns textos que produzi para a empresa que hoje vem se consolidando cada vez mais no ramo segurador no Brasil. Boa parte dos conteúdos tem como fonte de inspiração a sustentabilidade. Acesse e confira: Atitudes Positivas

     
  • 25 nov

    O futuro em 4D 

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Life Coach e Leader Coach. Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais  na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora e autora do Blog http://www.conversasustentavel.com.br.

    Contato: vivianblaso@conversasustentavel.com.br

    Diante da banalidade do mal que apavora o século XXI, nunca foi tão necessária a reivindicação por uma ética planetária que religue natureza, humanismo e democracia.

    A aposta está no futuro? O futuro já está dado?

    O que será das próximas gerações diante das barbáries humanas que nos afastam da condição de sujeitos, do espírito da coletividade e da vida nas relações comunitárias?

    É preciso desacelerar, desapegar, descompartimentalizar e desterritorializar.

    O futuro em 4D seria a aposta para o futuro da humanidade?

    Desacelerar implica contemplar, reintegrar a vida à natureza, à cultura, às artes, às ciências e à literatura. Desacelerar é seguir na contramão da sociedade 24X7 (vinte quatro horas por dia, sete dias por semana).

    Desapegar significa simplificar. Para que tantos artefatos tecnológicos se o que fazemos com eles tem levado os homens a um controle ilusório sobre a natureza e a ciência, que já nos provaram ser incapazes de lidar com as questões mais igualitárias e equitativas da vida?

    Descompartimentalizar os saberes significa mestiçar, colorir, religar, reintegrar as áreas que estão fragmentadas e precisam ser reinseridas à teia complexa da vida. A vida que requer mais complexidade para lidar com ordem, desordem, organização, reorganização, bifurcação.

    E finalmente desterritorializar, que implica mudar a noção de territórios. É preciso agir em rede e não abater aviões, enviar mísseis para territórios que não aguentam mais a guerra.

    Já estamos na 3ª guerra mundial?

    Essa guerra não é uma guerra apenas para a reivindicação de territórios porque já não são mais configurados como nos séculos 19 e 20. Os territórios são virtuais, reticulares e interdependentes. Atrelados economicamente à vida e ao poder dos donos do mundo. Desterritorializar significa que o território dizimado e poluído pelo conglomerado Vale do Rio Doce não é e nunca foi só de Mariana, em Minas Gerais; é do Brasil, é do mundo, é o planeta.

    O mal que mata me conforta, já dizia Michel Serres, na reivindicação de um novo homem capaz de hominescer, ou seja, se reinventar para reivindicar a vida no planeta.

    Reivindicar uma ética planetária significa restabelecer a moral que foi perdida em uma grande massa amorfa, inerte, que hoje parece ser incapaz de se conectar com o próprio sentido de existência humana no planeta.

    Já sabemos que chegamos a essa condição. O mal está na terra entre os homens, incapazes de se conectar consigo e com os outros, que recorrem a Deus para abater, matar, excluir e intolerar o outro.

    O que nos resta é aprender e compreender que o outro somos nós.

     
  • 8 nov

    Rejeito: reflexão sobre o rompimento da Barragem da Samarco 

     Para este momento trágico, causado pela ambição humana,nada como uma belíssima poesia do nosso querido Poeta, Sr. Atalir, para epitomizar o nosso sentimento.
    Faço aqui, Caro amigo, um pedido para que a sua mensagem seja compartilhada em outras Redes Sociais e até mesmo em outras Mídias (jornais, TV, etc.)
    Todo lenitivo é muito Bem-Vindo para esta triste realidade de tantas “Marianas” no Mundo!
    Um abraço! Atalir Ávila de Souza, poeta, advogado e pai da autora do Blog Conversa Sustentável.

    Rejeito

    Rejeito rejeição,

    O inaceitável.

    O rejeito que mata:

    A mata nativa

    Numa avalanche

    De terror

    Ceifando vidas,

    Devastação!

    Vidas na sua origem

    O seu produto final.

    Mata, e mata cada vez mais.

    Produzindo armas

    Além-mar.

    Rejeito, o sangue da terra

    De cores coagulantes

    Impróprias à vida!

    Só mata

    A mata

    Num egoísmo inconsequente?

    Não, continua matando muita gente,

    Mata a clorofila do amor!

    Belo Horizonte, 06/11/2015- Atalir Ávila

     
  • 15 out

    EDUCAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE: UMA QUESTÃO FUNDAMENTAL? 

     
  • 5 out

    GENTILEZA

    Um gestual de vontade livre
    Perpetuando
    Hábitos e costumes,
    Paz solidariedade,
    Simbolizando diversas raças.
    Catalisada quando incorporada
    A essência originária.
    Os monobos com seus hábitos
    Perpetuam a dinastia decorrente.
    Pureza sem jaça,
    O mais brilhante dos cristais.
    O osculo de Judas
    Traindo Jesus Cristo Nosso Senhor,
    Ainda assim, o gestual é tão concreto,
    Que o protagonista,
    Turbada a consciência,
    Sai em disparada
    Louca de dor!
    A natureza
    Mãe terra
    Abundante em gestos
    Sem observância
    Dos incautos predadores.
    Analfabetos do abc  ilhano.
    A relação entre os povos
    De todos os rincões.
    O grande propósito,
    Lhaneza incontestável
    Quando da divisão
    Da tribo de Judá.
    A universalidade dos matizes
    Sem distinção de cor.
    A aurora boreal
    Difundindo a beleza
    Incontestável
    Com todo esplendor.
    Mãos abertas
    Em sinal de abundância
    Eivadas de amor!
    Belo Horizonte, 19 de agosto de 2015- Atalir Ávila de Souza.
    Atalir Ávila
     
  • 22 ago

    Recomendação de Leitura: A riqueza de poucos beneficia todos nós? Zygmunt Bauman 

    ARiquezaDePoucosBeneficiaTodosNos“Bauman como sempre surpreendente! Recomendo a leitura para refletir a respeito da crise do sistema capitalista. Seria uma grande ilusão pensarmos que o crescimento econômico beneficiaria a todos nós. Estamos entorpecidos e anestesiados por crenças errôneas que comprometem a democracia. O crescimento econômico aumenta o fosso existente entre os super ricos e pobres e pioram as condições de vida nos afastando cada vez mais do estado ilusório de bem estar. Por outro lado, também seria uma grande ilusão condicionarmos a atual realidade na desesperança de um mundo melhor. A esperança está na mudança da mentalidade individual e no realinhamento de valores morais em praticas cotidianas diárias. Eis a grande aposta para o século XXI”. Professora Vivian Blaso, editora do Blog Conversa Sustentável.

     
  • 18 ago

    A ÉTICA DA RELIGAÇÃO 

    “Se a crise ecológica é uma expressão ou uma manifestação externa da crise ética, cultural e espiritual da modernidade, não podemos iludir-nos de sanar a nossa relação com a natureza e o meio ambiente, sem curar todas as relações humanas fundamentais”.

    No processo de Life Coaching a aproximação com a essência humana se torna a via regeneradora da vida abrindo novos caminhos e direcionamentos. O trecho que destaquei da encíclica de Francisco aposta na cura das relações fundamentais para a saída da crise ecológica. É a aposta na Ética da religação individuo/especie/sociedade proposta por Edgar Morin. Cada passo na direção do autoconhecimento é uma aproximação com o nosso sentido de existência humana no planeta.

    Mas afinal o que é Coaching?

    É um processo conduzido por um profissional qualificado, geralmente com certificação e habilitação profissional visando identificar o estado atual de seu cliente auxiliando a caminhar junto com ele até um estado desejado. Este processo pode ser realizado em diversos momentos da sua vida pessoal e profissional. A partir de uma metodologia específica o processo de coaching permite o alinhamento e equilíbrio pessoal e profissional. Coaching não é auto ajuda e não é terapia, é uma metodologia processual que requer envolvimento e reciprocidade. Durante o processo crenças e valores são questionados. Muitas vezes, adotamos comportamentos que acabam nos afastando da nossa essência e até mesmo do nosso sentido de existência.  Estamos vivendo uma sociedade 24/7 ( 24horas por dia durante os sete dias da semana) e com isso, acabamos deixando de lado prazeres, criações, momentos de ócio, contato com a natureza e com isso ficamos entorpecidos por prazeres que nos condicionam a ter e não a ser. Só vamos construir uma nova sociedade se apostarmos na ética da religação que propõem a Ecologia Integral como a via regeneradora das ideias e novas ideias poderão nos levar a outra condição: aquela que nos devolva direitos universais como proposta na declaração universal dos direitos humanos de 1948.

     

    Recomendação de leitura: Edgar  Morin. O método 6: ética. Trad. Juremir Machado Silva. 5. ed. Porto Alegre: Sulina, 2005.

    Declaração Universal:  http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001394/139423por.pdf

    ProfessoraVivian Blaso: Life Coach com certificação internacional pela SLAC Coaching. Relações Públicas, Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais (Antropologia) – PUC SP; Especialista em Gestão Responsável para Sustentabilidade – FDC – Fundação Dom Cabral e Diretora da Agência Conversa Sustentável. Professora na FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado e Universidade Presbiteriana Mackenzie. Blogueira em Sustentabilidade. Pesquisadora do Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC SP.

    Pesquisa: Sustentabilidade e Complexidade: O impacto das tecnologias sustentáveis no estilo de vida contemporâneo.

    Curriculo Lattes

    Email: vivianblaso@uol.com.br

     
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