Atualizações de Professora Vivian Blaso Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • 13 out

    “CAUS Exposição de arte urbana” anuncia programação na UEMG 

    CAUS. Exposição de arte urbana anuncia programação com os artistas visuais da cena urbana de Belo Horizonte em uma série de atividades transdisciplinares para trocas de saberes na UEMG

    14 de outubro de 2021 – CAUS, com abertura para o público a partir de 19 de outubro, os visitantes da exposição terão a oportunidade de atravessar um muro, uma – instalação que traz a proposta de romper barreiras e propor diálogos sobre o mal-estar civilizacional que atravessamos neste momento de retomada das cidades no pós-pandemia.

    Neste muro, os visitantes terão a oportunidade de atravessar uma “porta” para apreciar mais de 60 painéis inéditos e produzidos por 26 artistas emergentes da cena cultural de Belo Horizonte exclusivamente para a exposição.

    Clique aqui para ver a imagem projeto do muro – instalação: https://drive.google.com/drive/folders/1p8bnDr7TbntKmSgP9k17hP8Gd6uaTACe?usp=sharing

    “A exposição é um convite para quebrar muros, e abrir portas na retomada das cidades neste momento de reocupação dos espaços públicos e semipúblicos que foram impactados pela COVID-19”, afirmam os curadores da exposição Rodrigo Scalabrini e Rodrigo Ribeiro.

    Além do muro, a exposição contará com outras instalações produzidas por artistas que já trabalham com as temáticas socioambientais para chamar atenção em relação à emergência climática, consumo consciente e bioconstrução, que se entrelaçam em uma trama complexa de inter-relações entre arte, natureza e cultura.

    “Planeta CAUS”, uma das instalações, idealizada pelos curadores da exposição junto com a artista Vivian Blaso que também é coidealizadora do Cidades Afetivas, observatório dos movimentos afetivos que ocorrem nas cidades, pretende chamar atenção para a emergência climática em função da devastação ambiental acentuada no Brasil nos últimos anos.

    Além da exposição, integra a programação na UEMG uma série de atividades de capacitação e trocas de saberes planejadas pela socióloga Deise Silva, mestre em Educação em conjunto com os artistas participantes do evento.
    Artistas: Ataide Miranda, Fênix, Nadu Soares, Hely, Lax Aiala, Gabriella Biga, Gud, Sodac, Kawany Tamoyos, Kaos Scalabrini, Alexandre Rato, Mico, Thiago Morandi, Mariana Marinato, Tão, Goma, Pipicture, Telma Martins, Henrique Coral, Sônia Scalabrini, Rafael Boneco, Loo.E, Clen, Homem Gaiola, Fhero, Vivian Blaso.
    Clique aqui para conhecer o perfil dos artistas https://drive.google.com/file/d/1MSOI7wuMqPRV1PY0-nE_vToXXUc65t0L/view?usp=sharing
    Serviço: Abertura para imprensa dia 19 de outubro às 18 horas.
    Redes sociais: https://www.instagram.com/causbh/
    Informações para imprensa:
    Celular (31) 999 353056 – Rodrigo Scalabrini / Celular (31) 98281 7350 – Rodrigo Ribeiro
    E-mail: agenciacaus.@gmail.com / Vivian Blaso (11) 99616 5360 Cidades Afetivas

     
  • 8 set

    INOVA FAAP 

    https://www.faap.br/

    Inova FAAP

    Eu faço parte!

    “ESG no mundo dos dados: como mensurar e comunicar”

    “Relações Comunitárias: a construção e desconstrução de narrativas a partir dos espaços públicos e semi-públicos na cidade de São Paulo”

    Inscrições exclusivas para os alunos da Graduação na FAAP

    https://lnkd.in/dyGSyjMC

    https://lnkd.in/dAR4Ftfc

    #faap
    #nafaap
    #criaçãonomundodosdados

     
  • 1 set

    Cursos 

    Realizamos cursos B2B para as empresas e organizações de acordo com as nossas expertises e atuações ao longo da nossa trajetória nas seguintes áreas:

    Comunicação, Sustentabilidade e Complexidade

    Cursos Abertos e em parcerias com outras instituições: FAAP, 

    Savver Educação, Cidades Afetivas

    Conheça alguns cursos oferecidos:

    Trilha Cidades Afetivas: Liderança Afetiva, Ativadores de Cidades Afetivas e Embaixadores da Natureza

    Transustentabilidade: Curso e Grupo temático de Pesquisa

    Comunicação Inclusiva e Diversidade nas Organizações: Curso Livre

     
  • 31 ago

    Relações Públicas vale mais do que publicidade na advocacia 

    Fonte: ESTADÃO https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/relacoes-publicas-vale-mais-do-que-publicidade-na-advocacia/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link

    O grupo de trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criado em 2019 para analisar mudanças nas regras para publicidade na advocacia finalmente chegou a uma conclusão. Passa a ser permitido o impulsionamento de conteúdos no Google e nas redes sociais, mas a publicidade em jornais, rádios, TVs, outdoors e outros meios de comunicação, comuns nos EUA, continua acertadamente proibida.

    Defendemos há alguns anos a tese de que a comunicação jurídica está incluída no leque da comunicação pública.

    Assim, mais do que promover a sua atuação, o papel de um advogado, ao se comunicar, deve seguir menos o receituário da publicidade e mais os que regem o conceito de accountability, marcado pela prestação de contas típica das relações públicas. Isto é, baseado nos rigorosos princípios registrados no Código de Ética e Disciplina Ordem dos Advogados, cada advogado deve estar ciente de que suas ações produzem impactos no Poder Judiciário e, portanto, em toda a sociedade.

    As novas regras da OAB, ratificadas na reunião de seu Conselho Federal que definiu as últimas alterações, exigem que os conteúdos ditos de “publicidade” tenham caráter meramente informativo, com discrição e sobriedade, sem levar à mercantilização da profissão. Admitir a publicidade ampla e irrestrita, além de criar uma barreira de entrada no mercado, a favorecer as grandes organizações, poderia criar problemas como os gerados pela publicidade oficial, aquela feita por instituições e empresas públicas, e órgãos de governos em geral. Esta é uma forma perniciosa de políticos criarem bom relacionamento com os veículos de comunicação, principalmente em pequenas cidades do interior do Brasil.

    Em uma realidade mais próxima de quem mora em condomínios, é como se o seu síndico resolvesse pagar por anúncios para informar sobre a gestão dele, ao invés de fazer reuniões e enviar as tradicionais cartas e relatórios informativos destinados a essa prestação de contas. Essa é, a nosso ver, uma das graves distorções do Brasil, uma vez que a publicidade responde a outros valores, critérios e linguagens, bem distintos da comunicação informativa, a partir de estratégias de relações públicas. Uma privilegia cativar a sua audiência pela emoção, está relacionada à venda de algum produto ou ideia e recorre a termos comerciais. Enquanto a outra se baseia em fatos, dados e sobriedade.

    Por que sim para o marketing jurídico de conteúdo?

    Dentro das relações públicas, até meados dos anos 2000, o principal recurso de que advogados dispunham era o relacionamento com a mídia, a conhecida assessoria de imprensa. Mas logo a evolução das tecnologias e da internet abriu caminho para novas formas de comunicação mais direta com os públicos de interesse das organizações, os chamados stakeholders, notadamente a digital PR (de public relations, ou seja, relações públicas, em inglês) e o marketing digital. No caso do mercado de advocacia, destaca-se o marketing jurídico de conteúdo, que é o mínimo que um advogado, escritório ou outra organização jurídica precisa, hoje, para destacar, no meio da multidão, seus diferenciais.

    Atualmente é possível implementar projetos mais sofisticados, para quem está disposto a investir mais recursos. Daí há desde o law branded content, com a criação de conteúdos especiais para serem publicados em mídias externas à organização, em oportunidades específicas, como por ocasião do apoio a eventos, passando pelo law brand publishing, segundo o qual a publicação de conteúdo passa a ser encarada de maneira mais profissional e vista mesmo como um de seus objetivos da organização, até o desenvolvimento de veículos de comunicação próprios, os chamados hubs de conteúdo.

    Por que não para o termo inbound marketing jurídico?

    Bom, primeiro porque qualquer prática de comunicação e marketing mais agressiva é, em nossa avaliação, de maneira correta, vedada pelo Código de Ética da OAB. Mas, ainda que essas restrições venham a ser revistas, algum dia, cada vez mais encontramos pessoas que se recusam a fornecer seus dados, mesmo para receber, em troca, um ebook que seja muito do seu interesse. Assim, o marketing jurídico de conteúdo prevê ebook? Olha, deve prever, mas sem vender isso por um e-mail. Se o seu prospect enxergar valor no seu conteúdo, ele vai por livre e espontânea vontade ou voltar no seu site para ver os novos conteúdos ou até assinar a sua newsletter.

    Ou seja, você que é advogado, esqueça práticas mais agressivas de comunicação, como a publicidade ou essa história de leads e funil de vendas do marketing digital e das práticas de inbound, que só visam o retorno financeiro. O objetivo não é ganhar uma corrida de 100 metros com uma ética contestável, mas estabelecer relacionamentos de longo prazo e construir reputação de quem sempre estará entre os favoritos para ganhar maratonas. Como resumiu Beth Comstock quando era executiva da GE: “Você precisa contar uma história antes que possa vender uma história”.

    *Ana Costa é sócia na Cellera Comunicações, jornalista e doutoranda em Comunicação na PUC-Rio e mestre em Mídia e Cotidiano pela UFF

    *Cesar de Lima e Silva é sócio na Cellera Comunicações, jornalista e pós-graduado em História, Patrimônio e Cidades pelo Iuperj. Foi membro do Conselho de Assuntos Jurídicos da ACRJ

     
  • 1 abr

    Protagonismo Senior: #1Desabafo 

    por Vera Pacheco, 63 anos, Mestra em Comunicação, mais de 20 anos no mercado atuando como atendimento e planejamento na área de Live Marketing. Professora na FAAP.
    “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
    Cora Coralina

    A população idosa vem crescendo vertiginosamente no mundo. Não podemos mais negar que a inversão da pirâmide etária já é uma realidade. As questões demográficas sobre crescimento da população com 60+ vêm sendo projetadas desde a década de 1990 pelos institutos de pesquisa. Mas o fato é que os integrantes dessa grande “onda prateada” vieram para ficar e a pergunta que devemos fazer é: Como a sociedade reconhece este fato?
    Somos uma geração que reconhece o arrojo e o conhecimento tecnológico superior dos mais jovens, já que o mercado em geral costuma valorizar essas virtudes em um profissional, o que pode gerar discriminação com os profissionais de 60+. Há também preconceito dos mais jovens em relação aos mais velhos que é reproduzido pelo que chamamos de Etarismo:” a discriminação contra indivíduos ou grupos etários com base em estereótipos associados à idade”.

    O conceito de aposentadoria precisa ser atualizado, principalmente porque a força de trabalho está envelhecendo, como foi divulgado no Artigo de Paul Irving, publicado em 2019, na Revista Harvard Business Review: “as pessoas que realmente refletem sobre os impactos de uma população envelhecida normalmente veem uma crise iminente — não uma oportunidade. Elas não conseguem valorizar o potencial de pessoas idosas como funcionários e consumidores”.
    A geração prateada não quer e não pode ficar em casa vendo o tempo passar. São pessoas ativas, que dependem da sua força de trabalho muitas vezes para a sua própria complementação de renda . O tsunami prata vem assumindo cada vez mais o protagonismo do empreendedorismo, muitas vezes para atender suas próprias demandas pela sobrevivência e da sua família.
    Contudo, a pandemia do coronavírus trouxe à tona antigos dilemas problematizados pelo nosso Sênior mais descolado do planeta, Edgar Morin, que completará 100 anos: “toda vida é uma aventura incerta: não sabemos de antemão o que serão para nós a vida pessoal, a saúde, a atividade profissional, o amor, nem quando ocorrerá a morte, ainda que esta seja indubitável.”
    No livro Sociedade do Cansaço, escrito por Byung-chul Han, 62 anos publicado no Brasil, 2115, o autor aponta que boa parte dos jovens acometidos pelas síndromes contemporâneas ligadas à ansiedade e o desequilíbrio emocional, recorrem aos mais velhos para suporte emocional.
    Algumas empresas já se atentaram para a inversão da pirâmide etária e estão investindo em movimentos de inclusão de equipes mais diversificadas considerando o fator idade. Aqui faço um alerta: antes das empresas tomarem atitudes de inclusão ou assumirem a diversidade como premissa para os seus relatórios de sustentabilidade, é preciso reconhecer quais as prioridades da geração prata e como ela gostaria de ser tratada e ser vista pelos demais integrantes da organização e sociedade.
    Nos dias de hoje, ser um profissional sênior e assumir o protagonismo no mercado de trabalho é um desafiou que requer coragem.

    Protagonismo Sênior será o tema do próximo Papo de RP com a Professora Vera Pacheco, 05 de abril às 18horas no Instagram: @vivianblaso.

    Serviço

    Papo de RP Protagonismo Sênior
    Quando? 05 de abril
    Onde? Instagram @vivianblaso
    Horário: às 18horas

    Informações para imprensa
    vivianblaso@conversasustentavel.com.br
    WhatsApp +55 11 99616 5360


     
  • 17 mar

    Município paulista ensina Libras a todos os alunos para promover inclusão 

    Projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação de Olímpia vai além de oferecer intérpretes para alunos surdos sinalizantes em nome da integração entre todos os estudantes

    Promover uma inclusão eficaz dos alunos com deficiência é um dos desafios da escola que o Brasil vem construindo ao longo dos últimos anos. Embora muitos avanços tenham vindo na esteira da Lei Brasileira de Inclusão, sancionada em 2015, ainda resta um longo caminho até que esses estudantes estejam realmente integrados ao ensino regular. Passo a passo, esse caminho vai ganhando trilhas importantes. É o caso de Olímpia, município do interior paulista com população estimada em pouco mais de 55 mil pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em 2017, a Secretaria Municipal de Educação entendeu que apenas matricular crianças surdas em classes regulares não era o bastante para promover a inclusão e integração desses alunos com os colegas e professores. Até aquele ano, os estudantes surdos sinalizantes – ou seja, aqueles que utilizam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para se comunicar – tinham o acompanhamento de intérpretes durante as aulas. Dessa forma, eles podiam compreender os conteúdos que estavam sendo ensinados e também fazer perguntas quando tinham alguma dúvida. Mas como resolver a solidão que essas crianças poderiam sentir fora da classe, naqueles momentos antes do início das aulas ou nos intervalos, quando elas estavam acompanhadas unicamente de seus colegas falantes do Português, que não sabiam se comunicar em Libras?

    As reflexões sobre esse problema levaram à criação do projeto Libras na Escola, uma tentativa de ir além das obrigações estabelecidas em lei e integrar, de fato, estudantes surdos e não surdos. Desde então, todos os alunos de turmas regulares que tenham colegas surdos recebem, gratuitamente, aulas de Libras. A coordenadora da Educação Especial Inclusiva, da Secretaria de Educação, Marcela Rúbia Nespolo Aniceto, explica que o objetivo é garantir que haja uma interação e uma comunicação real entre as crianças surdas e as ouvintes, de modo que elas possam desenvolver laços e se tornar parceiras não só dentro da sala de aula, mas em outros espaços fora do ambiente escolar.

    Segundo ela, a experiência do Libras na Escola é transformadora para os alunos surdos. “As crianças que compartilham desse processo se sentem valorizadas e se desenvolvem com muito mais segurança e com uma autoestima elevada”, conta. Mas os benefícios são sentidos também entre os demais estudantes e até mesmo a equipe escolar. “É uma troca enriquecedora, que contribui para o desenvolvimento da escola como um todo”, avalia.

    A inclusão de alunos com deficiência nas escolas de Educação Básica brasileiras tem sido um desafio para as instituições de ensino e os educadores, assim como, em alguns casos, torna-se um drama para as famílias desses estudantes. “Essa integração deve receber a devida atenção no âmbito das políticas públicas, até mesmo na formação dos professores. Dar protagonismo à criança surda passa por entender que Libras é a sua primeira língua. É fundamental que a escola conheça suas crianças, as respeite e promova o respeito às diferenças e Olímpia é exemplo disso”, afirma Pedro Lino, supervisor pedagógico da Área Pública da Editora Aprende Brasil, responsável pelo Sistema de Ensino Aprende Brasil, que atende mais de 17 mil escolas em mais de 200 municípios brasileiros. “É preciso entender a inclusão como uma ação de responsabilidade coletiva”, destaca.

    Inclusão passa por ensino bilíngue

    Na visão da pedagoga, com habilitação em Educação Especial, Daniele Silva Rocha, iniciativas como a de Olímpia são fundamentais para que a Educação Básica no Brasil permita, de fato, experiências de integração social para todos os estudantes. Para ela, que também é surda sinalizante, é preciso criar escolas bilíngues, com foco no aluno surdo, porque esses alunos não são apenas laudos. “Eles chegam à sala de aula sem saber falar o Português, enquanto os colegas não sabem falar Libras. Então, é preciso que, pelo menos, os professores sejam fluentes nas duas línguas”, sugere. Daniele defende que projetos como o Libras na Escola precisam ser mais difundidos em todos os municípios e níveis de ensino. Atualmente, programas como esse ainda são a exceção, o que obriga muitos educadores a buscarem alternativas próprias para promover uma maior equidade no ensino para essas crianças.

    É o caso da professora Doani Emanuela Bertan, idealizadora do canal Sala 8, no Youtube, e uma das finalistas do Global Teacher Prize 2020, o principal prêmio para professores do mundo. Atuando como professora bilíngue em sala de aula, Doani teve a ideia de criar o canal para apresentar conteúdos de Português e Matemática em Libras. “A gente tem a ilusão de que dividir o mesmo espaço físico é incluir. Mas o que faz a inclusão acontecer, na realidade, são as interações, as trocas, uma língua em comum. Quando se trata da escola e de tudo o que acontece nesse espaço, isso se torna ainda mais relevante. A língua natural do estudante surdo é a Libras. Ele ainda está construindo o Português. Mas o material escolar que ele recebe está apenas em Português. Se o material fosse realmente inclusivo, ele viria na língua do meu aluno, que é a Libras. Por isso, eu resolvi fazer esse material”, relata.

    Daniele e Doani falam mais sobre a importância de promover a inclusão real de alunos surdos no 20º episódio do podcast PodAprender, cujo tema é “Educação bilíngue para surdos”. O programa pode ser ouvido no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil (sistemaaprendebrasil.com.br), nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil.

    centralpress@centralpress.com.br
    http://www.centralpress.com.br

     
  • 12 mar

    Motivos para incluir na agenda das organizações “Comunicação Inclusiva e Diversidade” por Vivian Blaso 

    • Para não reproduzirmos lógicas e discursos opressores fruto das desigualdades estruturais na qual boa parte das organizações foram concebidas
    • Para compreender os impactos na Gestão e na Reputação da marcas junto aos seus stakeholders ancorados na Governança Corporativa e na Sustentabilidade – ESG
    • Para liderar processos de cidadania e protagonismo das marcas nas transformações rumo ao capitalismo regenerativo usando a ferramenta de Advocacy
    • Para melhorarmos o ambiente interno das organizações incentivando diálogos abertos com a prática da comunicação não violenta Quando as organizações protagonizam e incentivam essas mudanças propositivas elas também influenciam todo sistema na direção do seu crescimento e desenvolvimento afetivo com lucratividade para todes! Quer saber mais?”

    Venha fazer parte dessa transformação! Inscrições abertas para o curso

    Link para ver o conteúdo do curso: http://cursos.faap.br/descricao/comunicacao-inclusiva-e-diversidade-nas-organizacoes/1505

    COMUNICAÇÃO INCLUSIVA E DIVERSIDADE NAS ORGANIZAÇÕES” na FAAP Professora Doutora Vivian Blaso #comunicaçãodadiversidade #comunicaçãoinclusiva #comunicaçãonãoviolenta #esg #sustentabilidade #vivianblaso #responsabilidadesocial #governançacorporativa #reputação #comunicacaocominvestidores #bolsadevalores @nafaap @vivianblaso

     
  • 12 mar

    PAPO DE RP segunda, 15/03 com Aldo Schmitz autor do “Manual de Comunicação Organizacional” 

    “As organizações buscam profissionais polivalentes – independente da sua formação –, com visão holística e experiência, além do constante aperfeiçoamento”. Vamos conversar sobre: Os embates, preconceitos e reciprocidade entre jornalistas e RPs
    RP e a gestão da comunicação
    Os impactos das redes sociais digitais na comunicação organizacional. Enviem perguntas! Participem! Segunda às 18horas instagram @vivianblaso enviem perguntas!
    Segunda, 15/03, às 18horas no instagram https://www.instagram.com/vivianblaso/ enviem perguntas, participem!
    #advocacy #vivianblaso #papoderp #relaçõespúblicas #comunicação #comunicaçãodasustentabilidade #comunicaçãoorganizacional #comunicaçãointerna #papoderp #jornalismo #assessoriadeimprensa #comunicaçãodigital

     
  • 12 mar

    Mulheres na tecnologia: o desafio de liderar no “novo normal” 

    Por George Paiva, diretor de Recursos Humanos da Orange Business Services para a América Latina
    O setor de serviços baseados no conhecimento, no qual se destaca a área de software e soluções de TI, cresce rapidamente na região da América Latina e do Caribe. Os empregos que essa indústria gera e tudo o relacionado às disciplinas STEM (sigla para tecnologia, engenharia e matemática em inglês) fazem parte do futuro do trabalho e, no contexto atual, exigem cada vez mais funcionários que combinem tanto o técnico quanto o soft. Ou seja, um diploma em tal carreira não é suficiente. Os profissionais também devem ter ferramentas como pensamento crítico e comunicação interpessoal.
    Diversas análises mostraram que empresas com diversidade de gênero tendem a ter melhor desempenho e ser mais inovadoras. Nas Américas do Sul e Central, a participação das mulheres no mercado de trabalho passou de 44,5% em 1995 para 52,6% em 2015 devido aos avanços na educação e saúde, bem como ao aumento da oferta de vagas de atendimento à primeira infância por meio de subsídios do setor público. Além disso, a maioria dos países da região apresenta maiores taxas de matrículas no nível superior e no mestrado, em comparação com os homens, segundo dados da Unesco.
    Se a posição das mulheres na economia mundial for equiparada à dos homens, estima-se um aumento de 26% do PIB global para o ano de 2025, segundo levantamento da McKinsey. Embora todas as regiões tenham a oportunidade de aumentar seu PIB reduzindo a disparidade, na América Latina e no Caribe a cifra esperada seria de 34%. Por sua vez, o Global Gender Gap Report do World Economic Forum afirma que pode levar 108 anos para eliminar a diferença de gênero e 202 anos para alcançar a igualdade no emprego em nível global.
    Preparados para o que está por vir?
    A pandemia de COVID-19 destacou a importância de bons líderes no gerenciamento dos momentos mais críticos e das consequências. Nesse sentido, ficou exposta a necessidade de um novo modelo de gestão em que os desafios enfrentados pelos líderes sejam sustentados por novas qualidades e valores essenciais para enfrentar o futuro dos negócios.
    Uma pesquisa recente da EY revelou dados encorajadores sobre as perspectivas de liderança feminina nos próximos tempos. O relatório destaca que 71,98% das mulheres consideram que estão preparadas para liderar equipes neste novo ambiente, percentual pouco superior ao dos homens pesquisados ​​(71,90%). Além disso, a partir dos 45 anos, elas têm uma visão mais otimista sobre desenvolvimento profissional do que eles. As mulheres com menos de 45 anos sentem que têm menos chance de crescimento e que o teto não se rompe até que ultrapassem essa idade, por isso é fundamental trabalhar a partir da organização nessa percepção para reduzir a lacuna.
    Quanto aos principais desafios para os novos líderes, encontramos: manter a continuidade dos negócios, gerenciar pessoas em ecossistemas digitais, fornecer-lhes novos conhecimentos, monitorar seu desempenho e promover a motivação em um espaço remoto. Além disso, a figura do líder inclusivo é uma condição necessária e inerente ao desempenho eficaz das pessoas no atual momento de trabalho.
    Equipes compostas por funcionários do sexo masculino e feminino de várias gerações têm se mostrado mais inovadoras e resilientes. Da mesma forma, a tendência à aprendizagem constante dos mais novos é complementada pela capacidade de resolução de problemas complexos dos mais velhos: a soma de ambos é a chave do sucesso.
    Um estudo da Organização Internacional do Trabalho constatou que a proporção de mulheres em cargos de chefia está crescendo consideravelmente em todo o mundo. Desde 2002, tem havido uma tendência constante para que mais e mais pessoas preencham esses cargos vagos rapidamente, especialmente na Ásia-Pacífico, América Latina e Ásia Central. Considera-se que há equilíbrio, tanto na força de trabalho em geral quanto entre os gerentes seniores, quando a relação entre os dois sexos é de 40/60. Assim, empresas com políticas de igualdade de oportunidades de emprego e culturas inclusivas têm uma probabilidade considerável de aumentar seus lucros e produtividade (mais de 60%) e de melhorar sua reputação, atraindo e retendo talentos com mais facilidade e alcançando níveis de maior criatividade e inovação (quase 60%).
    Por fim, a diversidade de gênero faz parte de uma ampla dinâmica de práticas organizacionais inovadoras e sustentáveis, que permite às empresas estar verdadeiramente focadas no futuro e em como prosperar em um ambiente globalizado e em mudança.

    Sobre a Orange Business Services
    A Orange Business Services é uma empresa de serviços digitais, originalmente operadora de redes, e a divisão corporativa global do Grupo Orange. Ela conecta, protege e inova com empresas de todo o mundo, para apoiar o crescimento sustentável dos negócios. Aproveitando sua experiência em conectividade e integração de sistemas em toda a cadeia digital, a Orange Business Services está preparada para oferecer suporte a negócios globais, com soluções como redes definidas por software, serviços multicloud, gestão de dados e IA, serviços de mobilidade inteligente e segurança cibernética. Isso agrega segurança às empresas em todos os estágios do ciclo de vida dos dados, de ponta a ponta, desde a coleta, transporte, armazenamento e processamento à análise e compartilhamento.
    Com as empresas buscando cada vez mais inovação, a Orange Business Services coloca seus clientes no centro de um ecossistema colaborativo e aberto. Isso inclui seus 27.000 funcionários, os ativos e a experiência do Grupo Orange, seus parceiros de tecnologia e negócios, além de um conjunto de startups cuidadosamente selecionadas. Mais de 3.000 empresas multinacionais, bem como dois milhões de profissionais, empresas e comunidades locais na França, confiam nos serviços da Orange Business Services.
    A Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações do mundo, com receita de 42 bilhões de euros em 2019 e 253 milhões de clientes em todo o mundo, em 30 de junho de 2020. A Orange está listada na Euronext Paris (ORA) e na Bolsa de Valores de Nova York (ORAN). Em dezembro de 2019, a Orange apresentou seu novo plano estratégico “Engage 2025”, orientado pela responsabilidade social e ambiental. Acelerando em áreas de inovação, como serviços B2B, dados e Inteligência Artificial, o Grupo Orange se posiciona como um empregador atraente e responsável.
    A marca Orange e os nomes de seus produtos ou serviços inclusos neste material são marcas registradas da Orange ou Orange Brand Services Limited.

    Contatos para Imprensa:

    Manuel Quilarque – manuelquilarque@aboutcom.com.br

    Michelli Taborda – michellitaborda@aboutcom.com.br

    Weslley Morais – weslleymorais@aboutcom.com.br

     
  • 11 mar

    O que é investimento ESG e como aprender mais sobre os investimentos sustentáveis? 

    *Por Eduardo Souza, CFP®

    O investimento ESG (Ambiental, Social e de Governança) refere-se a uma classe de investimento também conhecida como “investimento sustentável”. Este é um termo para investimentos que buscam retorno positivo e impacto de longo prazo na sociedade, no meio ambiente e no desempenho dos negócios.
    Existem várias categorias diferentes de investimento sustentável. Eles incluem investimento de impacto e investimento de responsabilidade social. Alguns investidores também colocam o ESG sob o nome de SRI, que buscam investimentos mais éticos para impactar de forma positiva a sociedade.
    O Financial Times Lexicon define ESG como “um termo genérico usado no mercado de capitais e usado por investidores para avaliar o comportamento corporativo e determinar o desempenho financeiro futuro das empresas”.
    Basicamente o termo é usado por investidores para avaliar corporações e determinar o desempenho financeiro futuro das empresas.
    O ESG é um subconjunto de indicadores de desempenho não financeiros que incluem questões sustentáveis, éticas e de governança corporativa, como a gestão da pegada de carbono de uma empresa e a garantia de que haja sistemas em vigor para garantir a responsabilidade. Ou seja, leva em consideração investimentos usados ​​em estratégias de avaliação de risco incorporadas nas decisões de investimento e processos de gestão de risco.
    Qual é o apelo do ESG?
    Muitos investidores não estão apenas interessados ​​nos resultados financeiros dos investimentos. Eles também estão focados ​​no impacto de seus investimentos e no papel que seus ativos podem ter na promoção de questões globais, como a ação climática.
    Um grupo demográfico que é particularmente atraído por investimentos ESG são os millennials. De acordo com um estudo chamado Cone Millennial Cause Study, os millennials são mais propensos a confiar ou comprar os produtos quando empresas têm uma reputação de ser social ou ambientalmente responsável. Metade dos entrevistados têm maior probabilidade de recusar um produto ou serviço de uma empresa considerada social ou ambientalmente irresponsável.

    Fatores de investimento ESG

    Os investimentos ESG consideram variáveis ​​ou fatores “extra-financeiros”. Investidores responsáveis ​​avaliam empresas usando critérios ESG como um guia para selecionar investimentos ou para avaliar riscos na tomada de decisões. Fatores ambientais determinam a gestão do meio ambiente da empresa e se concentram em resíduos e poluição, esgotamento de recursos, emissões de gases de efeito estufa, desmatamento e mudanças climáticas.

    Os fatores ambientais incluem gestão de resíduos, gestão de água, uso de recursos ambientais, divulgação ambiental, impacto ambiental e redução de poluição e emissões. Os fatores sociais incluem análise das partes interessadas, mentalidade no local de trabalho, direitos humanos, relações comunitárias de diversidade, cidadania corporativa e filantropia. Os fatores de governança incluem a estrutura do conselho, remuneração da administração, impacto das partes interessadas, direitos das partes interessadas e o relacionamento entre a administração e as partes interessadas.
    Por que os investimentos ESG funcionam?
    Normalmente se engaja na seguinte estratégia: primeiro, ele identifica um conjunto de investimentos atraentes, com base em seus critérios tradicionais de seleção de investimentos. Depois de fazer isso, ele aplicará uma lente ESG a esse conjunto de investimentos viáveis. Por último, mas não menos importante, ele seleciona os investimentos que devem gerar um impacto escalável e lucrativo. O motivo pelo qual o impacto e os retornos não precisam ser mutuamente exclusivos é porque a lente ESG só é aplicada a investimentos lucrativos que foram identificados antes da lente.
    Com todas essas informações sobre ESG fica a pergunta: como os investidores podem adquirir conhecimento para que o aumento do seu patrimônio não leve à alocação de seus recursos em empresas que não estão comprometidas com a construção de uma sociedade mais justa e que não são éticas com suas partes interessadas, incluindo colaboradores, clientes, fornecedores e a própria comunidade?
    *Por Eduardo Souza, CFP® é profissional CFP®, assessor de investimentos e sócio sênior na Praisce Capital AAI.

     
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