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  • 17 mar

    Município paulista ensina Libras a todos os alunos para promover inclusão 

    Projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação de Olímpia vai além de oferecer intérpretes para alunos surdos sinalizantes em nome da integração entre todos os estudantes

    Promover uma inclusão eficaz dos alunos com deficiência é um dos desafios da escola que o Brasil vem construindo ao longo dos últimos anos. Embora muitos avanços tenham vindo na esteira da Lei Brasileira de Inclusão, sancionada em 2015, ainda resta um longo caminho até que esses estudantes estejam realmente integrados ao ensino regular. Passo a passo, esse caminho vai ganhando trilhas importantes. É o caso de Olímpia, município do interior paulista com população estimada em pouco mais de 55 mil pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em 2017, a Secretaria Municipal de Educação entendeu que apenas matricular crianças surdas em classes regulares não era o bastante para promover a inclusão e integração desses alunos com os colegas e professores. Até aquele ano, os estudantes surdos sinalizantes – ou seja, aqueles que utilizam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para se comunicar – tinham o acompanhamento de intérpretes durante as aulas. Dessa forma, eles podiam compreender os conteúdos que estavam sendo ensinados e também fazer perguntas quando tinham alguma dúvida. Mas como resolver a solidão que essas crianças poderiam sentir fora da classe, naqueles momentos antes do início das aulas ou nos intervalos, quando elas estavam acompanhadas unicamente de seus colegas falantes do Português, que não sabiam se comunicar em Libras?

    As reflexões sobre esse problema levaram à criação do projeto Libras na Escola, uma tentativa de ir além das obrigações estabelecidas em lei e integrar, de fato, estudantes surdos e não surdos. Desde então, todos os alunos de turmas regulares que tenham colegas surdos recebem, gratuitamente, aulas de Libras. A coordenadora da Educação Especial Inclusiva, da Secretaria de Educação, Marcela Rúbia Nespolo Aniceto, explica que o objetivo é garantir que haja uma interação e uma comunicação real entre as crianças surdas e as ouvintes, de modo que elas possam desenvolver laços e se tornar parceiras não só dentro da sala de aula, mas em outros espaços fora do ambiente escolar.

    Segundo ela, a experiência do Libras na Escola é transformadora para os alunos surdos. “As crianças que compartilham desse processo se sentem valorizadas e se desenvolvem com muito mais segurança e com uma autoestima elevada”, conta. Mas os benefícios são sentidos também entre os demais estudantes e até mesmo a equipe escolar. “É uma troca enriquecedora, que contribui para o desenvolvimento da escola como um todo”, avalia.

    A inclusão de alunos com deficiência nas escolas de Educação Básica brasileiras tem sido um desafio para as instituições de ensino e os educadores, assim como, em alguns casos, torna-se um drama para as famílias desses estudantes. “Essa integração deve receber a devida atenção no âmbito das políticas públicas, até mesmo na formação dos professores. Dar protagonismo à criança surda passa por entender que Libras é a sua primeira língua. É fundamental que a escola conheça suas crianças, as respeite e promova o respeito às diferenças e Olímpia é exemplo disso”, afirma Pedro Lino, supervisor pedagógico da Área Pública da Editora Aprende Brasil, responsável pelo Sistema de Ensino Aprende Brasil, que atende mais de 17 mil escolas em mais de 200 municípios brasileiros. “É preciso entender a inclusão como uma ação de responsabilidade coletiva”, destaca.

    Inclusão passa por ensino bilíngue

    Na visão da pedagoga, com habilitação em Educação Especial, Daniele Silva Rocha, iniciativas como a de Olímpia são fundamentais para que a Educação Básica no Brasil permita, de fato, experiências de integração social para todos os estudantes. Para ela, que também é surda sinalizante, é preciso criar escolas bilíngues, com foco no aluno surdo, porque esses alunos não são apenas laudos. “Eles chegam à sala de aula sem saber falar o Português, enquanto os colegas não sabem falar Libras. Então, é preciso que, pelo menos, os professores sejam fluentes nas duas línguas”, sugere. Daniele defende que projetos como o Libras na Escola precisam ser mais difundidos em todos os municípios e níveis de ensino. Atualmente, programas como esse ainda são a exceção, o que obriga muitos educadores a buscarem alternativas próprias para promover uma maior equidade no ensino para essas crianças.

    É o caso da professora Doani Emanuela Bertan, idealizadora do canal Sala 8, no Youtube, e uma das finalistas do Global Teacher Prize 2020, o principal prêmio para professores do mundo. Atuando como professora bilíngue em sala de aula, Doani teve a ideia de criar o canal para apresentar conteúdos de Português e Matemática em Libras. “A gente tem a ilusão de que dividir o mesmo espaço físico é incluir. Mas o que faz a inclusão acontecer, na realidade, são as interações, as trocas, uma língua em comum. Quando se trata da escola e de tudo o que acontece nesse espaço, isso se torna ainda mais relevante. A língua natural do estudante surdo é a Libras. Ele ainda está construindo o Português. Mas o material escolar que ele recebe está apenas em Português. Se o material fosse realmente inclusivo, ele viria na língua do meu aluno, que é a Libras. Por isso, eu resolvi fazer esse material”, relata.

    Daniele e Doani falam mais sobre a importância de promover a inclusão real de alunos surdos no 20º episódio do podcast PodAprender, cujo tema é “Educação bilíngue para surdos”. O programa pode ser ouvido no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil (sistemaaprendebrasil.com.br), nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil.

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  • 19 fev

    Pesquisa aponta que supply chain emerge da crise global conforme empresas se concentram em insights de dados para mitigar riscos 

    De acordo com o estudo feito pela Orange Business Services, pandemia fez empresas investirem em mais velocidade, agilidade e inovação para lidar com as mudanças 

    São Paulo, fevereiro de 2021 – Uma pesquisa da Orange Business Services descobriu que as cadeias de abastecimento foram incapazes de lidar com a crise ocasionada pela pandemia da Covid-19, em 40% das multinacionais. A pesquisa, realizada com 320 empresas com foco nos setores de manufatura, transporte e logística, revelou que essa situação global mudou drasticamente as atitudes em relação ao tema “risco”. Cerca de 83% dos entrevistados disseram estar mais conscientes hoje sobre os riscos da cadeia de suprimentos, como escassez de matéria-prima, paralisações de fabricação ou bloqueios de transporte, do que há 12 meses. A pandemia os fez perceber que precisam de mais velocidade, agilidade e inovação para lidar com as mudanças. Construir resiliência e sustentabilidade por meio da digitalização e insights de dados em tempo real é uma prioridade para as estratégias de transformação, além de ser essencial para a sobrevivência de muitas empresas. Reforço para a cadeia de abastecimentoOito em cada dez dizem que aceleraram suas estratégias digitais de supply. Além disso, quase 50% das empresas pesquisadas disseram que, agora, estão analisando a revisão das estratégias de aquisição e gestão de riscos nos próximos dois anos. A automação também deve aumentar para lidar com os níveis de demanda. Atualmente, 42% dos respondentes estão usando a tecnologia para gerenciar riscos e isso tende a dobrar em dois anos. Dois em cada cinco entrevistados disseram que a cadeia de suprimentos não conseguiu lidar com o auge da crise. Capacitadores tecnológicos, incluindo inteligência artificial (IA), nuvem, 5G e análise de big data, devem desempenhar papéis importantes no fortalecimento do supply chain por meio do aperfeiçoamento do planejamento e da execução. A coleta e o compartilhamento de dados em tempo real melhoram a eficiência e a visibilidade em toda a cadeia, enquanto oferecem suporte aos relacionamentos entre fornecedores e fabricantes para que decisões mais inteligentes sejam tomadas. “A crise de saúde em todo o mundo fez com que as organizações aceitassem a fragilidade de seus ecossistemas. Lacunas devem ser preenchidas para garantir visibilidade em uma escala global e minimizar o risco para o negócio. As tecnologias e recursos digitais são a chave para permitir que as empresas e seus parceiros reinventem sua cadeia de suprimentos com segurança”, afirma Kristof Symons, vice-presidente executivo internacional da Orange Business Services. “A digitalização e a coleta de dados também serão os principais capacitadores para nos tornarmos mais sustentável e economizar custos”, acrescentou. Programas de sustentabilidadeEmbora a crise tenha prorrogado a agenda de sustentabilidade de muitas corporações, a pesquisa revelou que, para 59% dos entrevistados, não administrar um negócio ético e sustentável é um perigo comercial significativo com risco sobre os resultados financeiros. As fábricas inteligentes podem economizar 30% nos custos de energia, por exemplo. Além disso, 85% disseram investir para se tornar mais sustentável. Isso inclui novas tecnologias de coleta de dados para fornecer uma visão melhor das métricas de sustentabilidade e de fatores de gerenciamento e controle, como o uso de energia. “A pandemia vai parar de algum modo. Mas mudanças climáticas, de sustentabilidade, bem como essas tendências e riscos, estarão aqui pelas próximas décadas”, ressalta Erwin Verstraelen, CDO e CIO do Porto de Antuérpia. “O European Green Deal vai colocar mais pressão sobre as partes interessadas para identificar as origens das emissões e minimizar sua ‘pegada’ ambiental. O supply chain é um elemento importante nesse debate”. Se as ações das organizações seguirem sua ambição, os programas de gestão da sustentabilidade orientados digitalmente se tornarão quase universais dentro de dois anos. O relatório, intitulado Real-time Intelligence and the Future of Supply Chains, entrevistou 320 executivos de multinacionais em 18 países entre agosto e outubro de 2020. A pesquisa foi realizada para a Orange Business Services pelo grupo de pesquisa independente Longitude, uma empresa do Financial Times.  

    Sobre a Orange Business ServicesA Orange Business Services é uma empresa de serviços digitais, originalmente operadora de redes, e a divisão corporativa global do Grupo Orange. Ela conecta, protege e inova com empresas de todo o mundo, para apoiar o crescimento sustentável dos negócios. Aproveitando sua experiência em conectividade e integração de sistemas em toda a cadeia digital, a Orange Business Services está preparada para oferecer suporte a negócios globais, com soluções como redes definidas por software, serviços multicloud, gestão de dados e IA, serviços de mobilidade inteligente e segurança cibernética. Isso agrega segurança às empresas em todos os estágios do ciclo de vida dos dados, de ponta a ponta, desde a coleta, transporte, armazenamento e processamento à análise e compartilhamento. Com as empresas buscando cada vez mais inovação, a Orange Business Services coloca seus clientes no centro de um ecossistema colaborativo e aberto. Isso inclui seus 27.000 funcionários, os ativos e a experiência do Grupo Orange, seus parceiros de tecnologia e negócios, além de um conjunto de startups cuidadosamente selecionadas. Mais de 3.000 empresas multinacionais, bem como dois milhões de profissionais, empresas e comunidades locais na França, confiam nos serviços da Orange Business Services. A Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações do mundo, com receita de 42 bilhões de euros em 2019 e 253 milhões de clientes em todo o mundo, em 30 de junho de 2020. A Orange está listada na Euronext Paris (ORA) e na Bolsa de Valores de Nova York (ORAN). Em dezembro de 2019, a Orange apresentou seu novo plano estratégico “Engage 2025”, orientado pela responsabilidade social e ambiental.
    Acelerando em áreas de inovação, como serviços B2B, dados e Inteligência Artificial, o Grupo Orange se posiciona como um empregador atraente e responsável. Para mais informações, visite www.orange-business.com/br ou siga-nos no LinkedIn, Twitter e em nossos blogs. A marca Orange e os nomes de seus produtos ou serviços inclusos neste material são marcas registradas da Orange ou Orange Brand Services Limited. 

    Contatos para Imprensa:Manuel Quilarque – manuelquilarque@aboutcom.com.brMichelli Taborda – michellitaborda@aboutcom.com.brWeslley Morais – weslleymorais@aboutcom.com.br
     
  • 12 fev

    Mudanças Climáticas: CPFL Energia é reconhecida como empresa que mais engaja seus fornecedores pelo CDP 

    Em dezembro de ano passado, empresa recebeu o destaque na categoria
    Liderança do ranking Carbon Disclosure Program (CDP) Mudanças Climáticas
    Campinas, 10 de fevereiro de 2021. A CPFL Energia recebeu mais um reconhecimento do CDP – Carbon Disclosure Program – Supplier Engagement Leader. Desta vez, a companhia entrou para o rol de empresas que mais contribuem com ações de seus fornecedores em relação a mudanças climáticas. A lista, divulgada neste mês, tem aproximadamente 400 empresas. Isso quer dizer que o grupo está entre os 7% que mais engajam junto a fornecedores em prol do tema.

    “Conquistar mais um reconhecimento do Carbon Disclosure Project prova que estamos no caminho certo da evolução e do comprometimento em impulsionar a transição para uma forma mais sustentável e inteligente de produzir e consumir energia não só internamente como também em relação à cadeia produtiva ao redor da CPFL Energia”, afirma Rodolfo Sirol, diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente do grupo.

    Ao influenciar na redução de emissões de carbono ao longo da cadeia de fornecimento, a CPFL Energia traz para a luta contra mudanças climáticas uma gama de novos players, criando um efeito cascata de ações importantes e efetivas em prol da proteção de recursos hídricos, preservação das florestas e do meio ambiente em geral.

    Plano de sustentabilidade. Até 2024, a CPFL Energia tem previsão de aplicar mais de R$ 1,8 bilhão em ações sustentáveis com objetivo de maximizar impactos positivos na comunidade e na cadeia de valor. A empresa assumiu 15 compromissos públicos focados em um modelo de negócio mais sustentável, por meio de soluções inovadoras, redução do impacto ambiental e compartilhamento de impactos positivos à sociedade.

    Sobre a CPFL Energia. A CPFL Energia, há 108 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, transmissão, comercialização e serviços. Desde janeiro de 2017, o Grupo faz parte da State Grid, estatal chinesa que é a terceira maior organização empresarial do mundo e a maior empresa de energia elétrica, atendendo 88% do território chinês e com operações na Itália, Austrália, Portugal, Filipinas e Hong Kong.

    Com 14% de participação, a CPFL Energia é uma das maiores empresas no mercado de distribuição, totalizando mais de 9,9 milhões de clientes em 687 cidades, entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, é uma das líderes no mercado livre, com participação de mercado de 4%. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres entre as comercializadoras.

    Na geração, é a terceira maior agente privada do País, com capacidade instalada de 4.305 MW, no final de setembro de 2020. Tem um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis, como grandes hidrelétricas, usinas eólicas, térmicas a biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e usina solar. A CPFL Renováveis é a maior empresa de geração da América Latina a partir de fontes alternativas de energia.

    A CPFL Energia possui ações listadas no Novo Mercado da B3. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros, por meio do Instituto CPFL.


    Mais informações para a imprensa:

    Assessoria de Imprensa CPFL Energia


    jornalismo@cpfl.com.br

     
  • 11 fev

    Sustentabilidade impulsiona busca por novos perfis de CEOs 

    De acordo com a consultoria global Russell Reynolds Associates, tema se tornou um dos mais importantes diferenciais para o crescimento estratégico de grandes empresas
    A Sustentabilidade empresarial é um dos temas mais debatidos dentro das organizações. Com as mudanças provocadas pela pandemia do novo coronavírus e o atual cenário econômico do país, essa discussão se intensificou. Dessa forma, fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) passaram a ser ainda mais frequentes nas discussões dos conselhos de empresas, tornando-se quesitos indispensáveis para assegurar a credibilidade, a competividade e geração de valor dos negócios.

    Segundo a pesquisa realizada, em 2020, pela Latin American Quality Institute, com executivos de 19 países, 67% consideram necessária uma estratégia de sustentabilidade para serem competitivos, neste momento, enquanto outros 22% acham que será no futuro. Segundo Mariane Montana, sócia-consultora e líder da prática de sustentabilidade da Russell Reynolds Associates – consultoria global e uma das cinco maiores do mundo em pesquisa e seleção de executivos C-levels -, “é preciso a adoção de novas práticas para seguir a condução das equipes e dos negócios, contando com mais conhecimentos em torno de gestão de risco e sobre o impacto social e ambiental das organizações. Além disso, faz-se necessária a criação de uma cultura corporativa baseada no comprometimento da alta liderança com a mentalidade voltada à sustentabilidade e de novos indicadores para a remuneração desses executivos”, afirma.

    Desta forma, líderes de todos os setores são cada vez mais cobrados para adotarem políticas mais responsáveis e que utilizem o mínimo de recursos naturais. Assim, surge a necessidade de um novo perfil de CEOs e Conselhos Administrativos mais conscientes do seu papel socioeconômico, proativos e com habilidades e competências diversas para conduzir uma estratégia corporativa sustentável.

    De acordo com o estudo elaborado pelo Pacto Global das Nações Unidas em parceria com a Russell Reynolds Associates, realizado junto a 55 CEOs e integrantes de Conselhos de Administração de diversos países, os líderes sustentáveis precisam possuir quatro atributos básicos: conhecimento sistêmico em múltiplos níveis; Inclusão de stakeholders no processo de transformação; inovação disruptiva; e pensamento de longo prazo.

    Segundo a análise, essas atribuições deveriam ser requisitadas no processo de contratação de lideranças, mas isso ainda não é feito na proporção adequada. O estudo analisou 4.000 especificações de perfil profissional para seleção em diversos ramos de atividade ao redor do mundo, e descobriu que, em 2019, apenas 15% faziam referência à sustentabilidade. E apenas 4% estabeleciam a experiência em sustentabilidade ou a posse dessa mentalidade como um requisito.

    “Os líderes passaram pelo maior desafio de suas vidas, no âmbito pessoal e profissional. Eles precisaram se equilibrar emocionalmente para dar conta dos desafios da organização e orquestrar as demandas da casa e da família, que antes eram terceirizadas. Precisaram ampliar suas capacidades de comunicação e articulação de forma autêntica e transparente para legitimar o propósito de sua empresa com relação às questões de diversidade, inclusão e ESG”, finaliza Mariane.

    Por fim, a sustentabilidade passou a ter um papel estratégico dentro das organizações e as empresas mais diversificadas superam as que são menos, assim como no futuro será fácil comprovar que as companhias com princípios corporativos mais sustentáveis ​​terão, a longo prazo, desempenho financeiro superior, reduzirão as incertezas do mercado e aumentarão os seus lucros.

    Sobre Russell Reynolds Associates

    A Russell Reynolds Associates é uma empresa global de advisory e search de alta liderança. Há mais de 50 anos, nossos consultores atuam estrategicamente para ajudar os clientes a criar equipes de líderes transformadores, os quais possam enfrentar os desafios de hoje e, ainda, antecipar as tendências digitais, econômicas e políticas que estão remodelando o ambiente de negócios global. A missão e propósito da RRA são melhorar a maneira como o mundo é liderado.

    Dessa forma, sua atuação contempla desde apoiar os Conselhos de Administração em sua estrutura, cultura e efetividade até identificar, avaliar e definir a melhor liderança para as organizações em todos os 46 escritórios com os mais de 470 consultores ao redor do mundo.

    Atendimento à imprensa
    Fernanda Arantes – fernanda.arantes@grupovirta.com.br

     
  • 10 fev

    Zurich implementa produtos e serviços sustentáveis inéditos no mercado segurador 

    Ações da empresa colocam a sustentabilidade de forma prática no dia a dia de pessoas e empresas. No seguro residencial, implantou o descarte ecológico de itens domésticos. Para os celulares, um serviço de logística reversa. No seguro auto, o processo de pagamento às oficinas mecânicas é 100% digital, com zero emissão de carbono. E para pessoas físicas e jurídicas, lança o Zurich4Power, que cobre a instalação e montagem de painéis fotovoltaicos

    Uma das maiores seguradoras do mundo, a Zurich quer ser também um dos grupos mais responsáveis e de maior impacto do planeta. Para tal, além de ter assumido diversos compromissos mundiais e locais, põe em execução no país projetos atrelados aos seus produtos de forma sem paralelo em toda indústria brasileira de seguros. Iniciativas como descarte ecológico de equipamentos domésticos (para clientes que têm seguro residencial), pagamento 100% digital às oficinas de sua rede credenciada de seguro auto, e logística reversa de smartphones e itens de informática são as principais práticas sustentáveis.

    Além disso, a companhia prepara o lançamento de um seguro para instalação e montagem de painéis fotovoltaicos, tanto para pessoas físicas como jurídicas, denominado Zurich4Power.

    “Os projetos estão relacionados aos mais diferentes tipos de seguros e visam a beneficiar clientes pessoa física e empresas de todos os portes. Indiretamente, os produtos e serviços também geram impacto positivo para a sociedade, já que contribuem diretamente para a sustentabilidade do planeta”, diz o diretor executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros.

    A seguir, o detalhamento de cada uma das iniciativas e os impactos que elas geram, com comentários de cada um dos executivos da empresa, responsáveis por cada projeto.

    Descarte ecológico de móveis, eletroeletrônicos e entulho
    Os clientes que têm o seguro Zurich Residência contam com um serviço de retirada e descarte de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e entulho de restos de obras em todo o território nacional. Eles podem fazer até duas retiradas por ano de até três desses itens. Feito em parceria com a empresa especializada Ecoassist, todo o processo segue normas de sustentabilidade e é acompanhado de certificado emitido ao segurado após a conclusão do serviço.

    Além disso, é verificada a condição de uso dos itens. “Materiais que não puderem mais ser reutilizados, como o entulho e restos de obras, são separados ou desmontados; seus componentes e materiais descaracterizados por tipo e categoria são retornados à cadeia produtiva”, diz a gerente de Subscrição Personal Lines, Christiane Moraes.

    Ela conta que a Zurich também atua no âmbito da educação ecológica. “Oferecemos uma consultoria ambiental aos clientes, para conscientização com dicas e práticas sustentáveis para economia de energia elétrica e de água, ideias para ambientes sustentáveis, descarte adequado e reciclagem do lixo residencial, além da indicação de prestadores para o desenvolvimento de projetos sustentáveis na residência”, revela.

    Logística reversa de celulares e informática
    Com o objetivo de reduzir ao máximo a emissão de CO2 na operação de sinistros da Zurich de forma certificada, o processo de logística reversa de celulares e informática visa a reciclar os resíduos da operação desses equipamentos, bem como seus acessórios, como pilhas e baterias – que são altamente danosos ao meio ambiente – além de plástico, vidro, metais e placas eletrônicas. Cada qual passa por um processo inicial de descaracterização e decomposição em partes menores e então é destinado à indústria específica para reciclagem.

    De acordo com o superintendente de Sinistros, Jason Sampaio, “a iniciativa visa a fazer com que toda a cadeia de tratamento de sinistros de celulares e informática da seguradora tenha um processo de descarte apropriado de resíduos, sejam eles provenientes de segurados e colaboradores Zurich ou de prestadores de serviço de reparo dos produtos sinistrados”. Por isso que acontece em três vias:

    Junto ao segurado ou colaborador que queira descartar com segurança os itens, eles podem, por meio do Call Center e website da Zurich (Z-Serviços), serem informados sobre os pontos de descarte espalhados por todo o Brasil, e/ou formas alternativas de envio, como os Correios, por exemplo, para descarte.
    ü Os prestadores que fizerem serviços de reparo dos aparelhos para a Zurich poderão disponibilizar os resíduos eletrônicos gerados para que a própria Zurich faça a coleta. Em seguida, a companhia faz o tratamento e destina para a cadeia de reciclagem de materiais com certificação de tratamento ambiental adequado.

    ü Os compradores de salvados de celulares e informática, especificamente, poderão fazer o mesmo processo acima. Salvados são a sobra do sinistro ou o que não foi completamente destruído pelo evento danoso; assim que é efetuado o pagamento da indenização, a seguradora entra na posse dos salvados.

    O provedor de serviços escolhido pela Zurich, GM&C Soluções em Logística Reversa e Reciclagem, possui as certificações necessárias dos órgãos ambientais nacionais, normas ISO, assim como gerencia as certificações dos seus parceiros nacionais ou internacionais que receberão os materiais para reciclagem.

    De acordo com Organização das Nações Unidas (ONU), das 50 milhões de toneladas de resíduos jogados fora anualmente, entre 60% e 90% são jogados no lixo ou comercializados ilegalmente. O Brasil, que gera cerca 6 Kg de lixo eletrônico por habitante, produz 10 milhões de computadores e 150 milhões de celulares e baterias por ano, dos quais apenas 2% são descartados de forma correta. “Esses números justificam o porquê de o projeto de logística reversa de celulares da Zurich ser tão importante e necessário”, pontua Jason.

    Zurich4Power
    Trata-se do nome que a Zurich deu para a cobertura abrangente e inovadora para os riscos relacionados à instalação, montagem e operação de painéis solares, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Ou seja, o projeto está relacionado à geração de energia renovável e tem como propósito apoiar os clientes, donos do novo equipamento, integradores ou mesmo fabricantes, em seus desafios de sustentabilidade.

    A comercialização do produto é feita por meio dos canais bancários, com instituições financeiras parceiras da Zurich e, também, pelos corretores.

    O Brasil ultrapassou a marca histórica de 7,5 GW de potência operacional da fonte fotovoltaica, considerando tanto usinas de grande porte quanto em pequenos e médios sistemas, cada vez mais instalados em telhados, fachadas e terrenos, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Além disso, há mais de 70 linhas de crédito, sejam públicas ou privadas, para viabilizar a aquisição desses equipamentos – cujo preço caiu cerca de 90% na última década, aumentando o acesso à tecnologia. “A Zurich aposta no crescimento desse mercado, pois ele gera energia limpa. Por isso, apoiamos e incentivamos que cada vez mais placas fotovoltaicas estejam seguramente instaladas nos telhados de residências e empresas Brasil afora”, comenta o Diretor Executivo de Seguros Corporativos, Roberto Hernández.

    Digitalização e simplificação de pagamento a oficinas
    Parte de um processo de digitalização e simplificação de processos que envolve diversas áreas da Zurich no Brasil, a empresa reduziu em 50% o prazo de pagamento dos serviços das oficinas credenciadas que atendem os clientes do seguro auto. Para se ter uma ideia, em janeiro de 2020, eram necessários pouco mais de 9 dias em média entre a entrega da nota fiscal por parte das oficinas parcerias e o pagamento. Desde setembro, graças às mudanças implementadas, o prazo caiu para cerca de 4 dias.

    “Uma das ferramentas que colaborou para essa redução foi a plataforma Zurich Digital, que eliminou o uso de papel. Assim, por ser 100% digital, a simplificação também contribui para a sustentabilidade, já que todo o processo é feito com zero emissão de carbono”, destaca o Gerente de Processos Operacionais, Carlos Gomes Oliveira.

    “O menor tempo de pagamento impacta positivamente no capital de giro das oficinas credenciadas. Para nossos parceiros, manter um capital de giro saudável é garantir também um processo de excelência nos serviços de reparos nos automóveis, assim como um ambiente sustentável, gerando não apenas o desenvolvimento e crescimento do volume de negócios, mas também melhora crescente no nível de satisfação dos nossos segurados”, complementa o diretor de Operações de Sinistros da Zurich no Brasil, José Silva.

    Empresa tem compromisso de longo prazo com a sustentabilidade

    A Zurich é uma empresa comprometida com a sustentabilidade em âmbito global. Uma dessas promessas foi pactuada em 2017, logo após ter cumprido, naquele mesmo ano, um compromisso anunciado 5 anos antes, o de investir US$ 2 bilhões em títulos verdes. Assim, há 3 anos, o grupo engajou-se a fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 milhões até 2022. O montante equivale à compensação de 5 milhões de emissões de CO2. “A boa notícia é que mais da metade da meta já foi cumprida: em setembro de 2020, a companhia apurou que conseguiu evitar, até então, 2,9 milhões”, conta o diretor Executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros.

    No ano passado, o grupo figurou no topo do ranking de 2020 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, efeitos dos muitos esforços da companhia com a sustentabilidade e com seu papel ativo na transição para uma economia mais sustentável.

    A Zurich é parceira do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) na produção do único Relatório de Riscos Globais do mundo, o Global Risk Report 2021. O documento, que é o balizador das discussões das principais tendências globais no WEF, demonstrou nesta 16º edição, de 2021, que no prazo de 2 anos os riscos de ameaças relacionadas às mudanças climáticas estão na lista dos cinco primeiros lugares com maior probabilidade de ocorrer.

    O grupo é, ainda, signatário dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da ONU para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos. Também assina o Pacto Global, outra organização da ONU, assim como apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), entre de outros projetos semelhantes mundo afora.

    Imbuída na redução de CO2, a Zurich passou a integrar a Net-Zero Asset Alliance, também da ONU, com o compromisso de zerar suas emissões até 2050. Aliás, a Zurich foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, em junho de 2019, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. No mesmo ano, assinou o seu roadmap de 1,5°C, que está intimamente ligado aos negócios.

    Sobre a Zurich no Brasil

    A seguradora Zurich soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 80 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado. Saiba mais em http://www.zurich.com.br.

    Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder multicanal que apresenta soluções para seus clientes e parceiros na esfera local e global. Com cerca de 55 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de serviços e produtos em Seguros de Vida e de Ramos Elementares em mais de 215 países e territórios. Entre os clientes da Zurich encontram-se indivíduos, pequenas e médias empresas, assim como grandes empresas e multinacionais.  O Grupo está sediado em Zurich, Suíça, onde foi fundado em 1872. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no Six Swiss Exchange e tem o Nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX. Saiba mais em http://www.zurich.com.

    Informações para a Imprensa:

    Conteúdo Comunicação

    imprensa.zurich@conteudonet.com

     
  • 8 nov

    RELOAD e Mundo Verde fecham parceria em São Paulo 

    Cosméticos naturais de alta qualidade já estão à venda em três lojas da maior rede de produtos naturais, orgânicos e de bem-estar da América Latina

     A marca brasileira de cosméticos naturais RELOAD Beleza Positiva e a Mundo Verde fecharam uma parceria inédita em São Paulo, iniciando por três lojas da maior rede de produtos naturais da América Latina e em breve também em centenas de outras unidades.As lojas escolhidas para o lançamento são: Oscar Freire, Cidade Jardim e Shopping JK, que já passaram a comercializar os shampoos e condicionadores da RELOAD Beleza Positiva, focados em reconstrução capilar por meio de ingredientes naturais de alta performance.Os cosméticos são vendidos exclusivamente dentro de garrafinhas de água que haviam sido descartas e que agora são coletas, higienizadas e envasadas, gerando empregos para pessoas em situação de vulnerabilidade, como algumas acolhidas das ruas e outras refugiadas de outros países e que após serem treinadas e capacitadas agora possuem sua renda.            “Estar presente em uma rede já tão consolidada como o Mundo Verde é muito especial para a nossa marca, afinal eles são um dos pioneiros em desenvolver e incentivar o conceito de vida saudável”, afirmou Filipe Sabará, sócio fundador e idealizador da RELOAD Beleza Positiva.           SOBRERELOAD Beleza Positiva, “o que importa está dentro”:A RELOAD Beleza Positiva é a primeira marca de cosméticos do mundo a adotar embalagens reutilizadas para a venda de produtos hair care de alta performance com o conceito pós-sustentável.
    ​Os produtos premium – shampoo (300 ml) e condicionador (300ml) – têm fragrância exclusiva Givaudan e atuam sob o pilar da economia circular.A primeira marca de beleza positiva com qualidade e alta performance natural ganhou recentemente a atriz Maitê Proença como sócia. MUNDO VERDE:A maior rede de lojas de produtos naturais, orgânicos e de bem-estar da América Latina,
    tem como propósito a vida saudável e a sustentabilidade.Com 30 anos, o Mundo Verde se consolidou como pioneiro e líder na proposta de desenvolver e incentivar o conceito de vida saudável, através da alimentação, tornando-se a maior franquia do segmento na América Latina, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Hoje o Mundo Verde conta com mais de 400 lojas em todo o Brasil e um variado mix de produtos, que inclui desde alimentos (diet, light, integrais, orgânicos, funcionais sem glúten e sem lactose), complementos alimentares e suplementos para atletas. Atualmente as lojas recebem diariamente mais de 120 mil pessoas em busca de pelo menos um dos cerca de 10 mil itens oferecidos pelos mais de 1.200 fornecedores.O segredo de sucesso do Mundo Verde não está simplesmente na grande diversidade de produtos, mas em oferecer um conceito completo em alimentação e vida saudável. Por isso os franqueados e equipes de lojas são treinados para dar informações nutricionais e deixar os consumidores à vontade, em um ambiente que estimula a qualidade de vida. Diversas lojas também oferecem palestras sobre alimentação e cuidados com a saúde e a qualidade de vida.O principal diferencial da marca é aliar variedade, qualidade e informação a excelência no atendimento e do relacionamento com seus clientes. O resultado positivo vem se refletindo na presença em novos mercados e na conquista de diversos prêmios nacionais, com destaque para o Selo de Excelência em Franchising 2017, concedido pela Associação Brasileira de Franquias (ABF). 
     
  • 22 nov

    Conceito de desenvolvimento sustentável completa 30 anos 

    Entrevista que concedi sobre  o Relatório Brudtland

    Na sua essência, o desenvolvimento sustentável é
    um processo de mudança no qual a exploração dos
    recursos, o direcionamento dos investimentos, a
    orientação do desenvolvimento tecnológico e a
    mudança institucional estão em harmonia e reforçam
    o atual e futuro potencial para satisfazer as aspirações
    e necessidades humanas.”
    (Trecho do relatório Brudtland, de 1987)

    Confira a entrevista neste link e ouça o podcast com a minha entrevista:

     
  • 21 set

    ONU lança documentário sobre empreendedorismo sustentável no Rio 

    ONU lança nesta quarta-feira (21) documentário sobre empreendedorismo sustentável no Rio

    Produzido inteiramente com telefones celulares, documentário será lançado nesta quarta-feira (21) no Cinema Odeon, centro da capital fluminense. A produção ficou a cargo de estudantes cariocas que percorreram o Rio e a Baixada em busca de negócios sustentáveis. Iniciativa de mobilização é do Centro RIO+ e será modelo a ser replicado nos 166 países onde atua o Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD).


    Um olhar sustentável sobre o Rio de Janeiro, a partir de imagens feitas com telefones celulares. Essa é a proposta do documentário CenaRIO: Sustentabilidade em Ação, que estreia em 21 de setembro, no Cinema Odeon. A produção mostra a força e a criatividade de 16 microempreendedores que adotaram práticas mais conscientes em seus negócios.

     
  • 23 jul

    Horyou abre Convocatória Global para projetos socialmente inovadores 

    sigef2016_Simple-1   Empresários, startups, estudantes e organizações sem fins lucrativos podem inscrever seus projetos
    para o prêmio do Fórum de Inovação Social e Ética Global (SIGEF), evento paralelo da COP 22 É hora de inovar! Horyou, a rede social para o bem social, abriu a convocatória de projetos para a próxima edição do Fórum de Inovação Social e Ética Global (SIGEF), evento paralelo da COP 22 em Marrakesh, Marrocos, que acontece entre 9 e 11 de novembro. A convocatória é dirigida a
    estudantes, empreendedores sociais, organizações sem fins lucrativos e startups e está aberta até 20 de setembro.
    Os candidatos devem atender aos critérios de elegibilidade, que incluem a abordagem de pelo
    menos um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, e o uso das redes
    sociais para sensibilizar e obter suporte on-line para o seu projeto. Os candidatos precisam ainda
    criar suas contas na plataforma Horyou; a inscrição é gratuita. Durante o , um júri internacional irá selecionar 10 finalistas que apresentarão seus projetos no palco para uma audiência global de empresários, oficiais de governos e tomadores de decisão, bem como mídia internacional e membros da sociedade civil. Um prémio pago em Spotlighs, a
    primeira moeda social global para a inclusão econômica, será concedido aos 3 melhores projetos, durante a cerimônia de premiação. Todos os participantes selecionados para a convocatória terão acesso livre ao evento e poderão ganhar visibilidade internacional e a oportunidade de expandir a sua rede.
    Para obter mais informações sobre a Convocatória de Projetos SIGEF 2016, acesse este link https://www.sigef2016.com/ ou envie um e-mail para projects@sigef2016.com
    Sobre SIGEF
    SIGEF 2016 é o primeiro evento paralelo da COP 22, que acontecerá entre 9 e 11 de novembro em Marrakesh, Marrocos. O SIGEF 2016 é organizado pela Horyou para dar visibilidade a iniciativas que contribuam para o avanço da inovação social, a ética global e bem social em todo o mundo, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Um dos principais componentes do SIGEF 2016 é o Hub de Projetos, uma área dedicada a projetos socialmente inovadores e éticos. Durante os 3 dias do evento, haverá sessões plenárias, workshops, painéis, bem como atividades culturais, eventos e entrevistas.
    Sobre Horyou
    Horyou é a rede social para o bem social. Por meio da tecnologia, inovação e defesa do empreendedorismo social, Horyou promove interações significativas e globais entre suas organizações, membros e personalidades. Com sua plataforma, seu aplicativo e Spotlight, a primeira moeda social global, Horyou ajuda a transformar ideias positivas em ações concretas, construindo enquanto relações on-line e offline.

    COP22 http://climate-l.iisd.org/events/unfccc-cop-22

     
  • 22 jul

    Conversa Sustentável é selecionada na etapa de enquadramento da Chamada Cidades Inteligentes pela FAPESP 

    A Conversa Sustentável foi selecionada na etapa de enquadramento da Chamada Cidades Inteligentes pela FAPESP

    A FAPESP anuncia o resultado da etapa de enquadramento da chamada de propostas para Pesquisa sobre Tecnologias e Produtos para Aplicações em Cidades Inteligentes-Cidades Sustentáveis.

    Lançada em fevereiro em conjunto com a Finep, a chamada visa apoiar o desenvolvimento, por pequenas empresas paulistas, de produtos, processos e serviços inovadores para aplicações em cidades inteligentes e sustentáveis.

    A cidade inteligente é uma construção evolutiva, um processo que envolve a constante busca em resolver problemas por meio de soluções disruptivas, fazendo uso de materiais integrados com sensores, dispositivos eletrônicos e redes de comunicação, os quais são ligados com sistemas computadorizados, para análise de dados a partir de algoritmos inteligentes que tomam decisões.

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar
    Conversa Sustentável Consultoria e Assessoria Mercadológica Ltda
    Processo FAPESP: 2016/10246-5

    TIS – Territórios Inteligentes e Sustentáveis ‪#‎smartcities‬ ‪#‎maciti‬‪#‎sustentabilidade‬ ‪#‎rse‬ ‪#‎cidadesinteligentes‬ http://www.fapesp.br/10362

     
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