Atualizações de julho 2018 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 17 jul

    Convite: aula aberta na Casa do Saber 

    Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres com Vivian Blaso

    As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

    O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

    A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta.

    Inscrições no site: https://casadosaber.com.br/sp/checkout/cart/

     
  • 15 abr

    Apoie o Cidades Afetivas no Catarse.Me 

    Acesse o projeto no link:  https://www.catarse.me/cidadesafetivas?project_id=75129

     
  • 12 abr

    Inscreva-se no Canal Cidades Afetivas e acompanhe as novidades 

    Cidades Afetivas é um observatório dos movimentos afetivos nas cidades. Um resgate atropoético do bem viver. Atuamos com a religação dos saberes, olhamos para a cidade como flâneurs contemporâneos e das nossas vivências relatamos as experiências e transformamos em conhecimentos. Compartilhamos ideias, tecemos redes conectivas em busca de vias transformadoras e regeneradoras do pensamento. Acreditamos que a melhor forma de compreender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é nos deixar levar pelo #viverascidadesSydney Cincotto Junior e Vivian Blasohttp://www.cidadesafetivas.com.br/

    Inscreva-se em nosso Canal Cidades Afetivas 

     
  • 3 abr

    Cidades afetivas uma via ecológica para o bem-viver Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira 

    ARTIGO publicado na Revista @eMetrópolis
    RESUMO

    O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

    Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.
    Acesse na íntegra:emetropolis32_art3

    Artigo: Cidades Afetivas

     
  • 16 fev

    IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. 

    Apresentaremos resultados das nossas pesquisas no IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. O evento é promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos da Universidade de Campinas – UNICAMP, de 06 a 08 de março de 2018.

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar e Vinicius Georges:
    “Muralismo e Pixação: Análise das Linguagens,
    Narrativas e Laços Sociais nos Festivais Cura em Belo Horizonte e O.Bra em São Paulo”

    Sydney Cincotto Junior e Renan Simões:
    “Cidades Afetivas: discursos e narrativas dos
    coletivos na reivindicação da política do bem viver” http://www.labeurb.unicamp.br/site/web/index.php

    https://www.labeurb.unicamp.br/site/web/evento/detalhes?id=6

     
  • 16 jan

    Life Coaching atendimento individual e para empresas. Inscrições Abertas! 

    Life Coaching: atendimento individual, análise de perfil comportamental+ orientação de carreira.

    Benefícios 13731488_1337743552920836_8712195885119910824_ne vantagens

    Aumento da produtividade
    Desenvolvimento da inteligência organizacional
    Assertividade do time
    Foco na solução de conflitos
    Redução do nível de estresse
    Baixo absenteísmo
    Ganho de performance

    O que é trabalhado ou desenvolvido em Coaching?

    Definição e planejamento de negócios
    Definição e ou planejamento de carreira
    Integração dos negócios e vida pessoal em busca de equilíbrio
    Ações pontuais para resolução de situações difíceis
    Atingir o desempenho máximo no trabalho
    Gestão de negócios ou problemas pessoais
    Tomada de decisões importantes
    Estruturação de projetos e estratégias
    Priorizar ações e projetos ou questões pessoais difíceis
    Aumentar a rentabilidade de seus negócios de forma substancial

    Atendimento pessoal e para empresas.

    Contato: coaching@conversasustentavel.com.br

     

    Informações:
    e-mail: vivianblaso@conversasustentavel.com.br ou whatsapp

    Vivian Blaso – Professora, Escritora e Doutora em Ciências Sociais. Graduação em Relações Públicas, Coach com formação em PNL – Programação Neurolinguística pela SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching. Sócia na Agência Conversa Sustentável. Idealizadora do Cidades Afetivas
    Site: http://www.conversasustentavel.com.br/

     
  • 22 nov

    Conceito de desenvolvimento sustentável completa 30 anos 

    Entrevista que concedi sobre  o Relatório Brudtland

    Na sua essência, o desenvolvimento sustentável é
    um processo de mudança no qual a exploração dos
    recursos, o direcionamento dos investimentos, a
    orientação do desenvolvimento tecnológico e a
    mudança institucional estão em harmonia e reforçam
    o atual e futuro potencial para satisfazer as aspirações
    e necessidades humanas.”
    (Trecho do relatório Brudtland, de 1987)

    Confira a entrevista neste link e ouça o podcast com a minha entrevista:

     
  • 6 nov

    Cidades Afetivas: uma via ecológica para o bem viver 

    Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver. Confiram o vídeo da série Cidades afetivas: uma via ecológica para o bem viver. As cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade.
    Curtam nossa página no facebook e acompanhem este movimento.
    Pesquisadores: Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso

     

     
  • 6 nov

    O papel da comunicação e das artes para o futuro das cidades 

    O artigo foi publicado no portal Gazeta do Povo 19/09/2017

    Artigo – O papel da comunicação e das artes para o futuro das cidades 

    A praça lotada, a rua animada, o mercado, parques, bares, cafés representam espaços multifuncionais, onde estamos sempre dispostos a encontrar e participar

    Fred Kendi/Gazeta do Povo

    O papel dos artistas, inventores e de todos aqueles que trabalham com a construção de memórias e comunicações é o legado na construção de narrativas, da contação de histórias, do patrimônio histórico e cultural. São as manifestações artísticas de toda natureza que levam a informação às pessoas que estão à procura das referências materiais, imagéticas e simbólicas na construção dos repertórios para conhecermos e convivermos nas cidades.

    Quando visitamos as pinacotecas, o que somos capazes de escutar? Qual história aquele espaço é capaz de nos contar? Quando nos alimentamos com a comida local, os pratos típicos da região, da cidade, do bairro e das famílias, qual história fomos capazes de ouvir, ver e sentir? As relações afetivas vão se delineando a partir das percepções, das sensações das emoções porque o espaço, o ambiente foi absorvido pelo nosso cérebro. Por isso, mais que os souvenires que trazemos na mala como lembranças, ou os tíquetes dos museus que visitamos, ou o ingresso de algum espetáculo que colamos em nossos diários, o que todos nós estamos fazendo e não nos damos conta é “viver as cidades”.

    É preciso também compreendermos quais são as nossas responsabilidades e papéis que desenvolvemos nas cidades. O primeiro é o registro de nascimento: documento civil que nos denomina e nos dá um local de nascimento, quem são nossos pais. Neste dia já passamos a exercer o nosso primeiro papel na cidade: o de cidadãos. Como tais, temos um conjunto de direitos e deveres. Mas para o pleno exercício da cidadania devemos desenvolver a capacidade de cuidar não só do espaço comum, mas uns dos outros. O cuidar das relações entre as pessoas, cuidar do nosso patrimônio histórico cultural, cuidar da nossa cidade, do nosso lar, do nosso planeta.

    Precisamos reviver as praças, espaços multifuncionais

    Os espaços dedicados às artes são espaços que nos proporcionam afetividades, sociabilidades, trocas. “Cidades Afetivas” é um manifesto na direção da política do bem viver, na direção de uma vida mais comunitária, solidaria. É aposta na via convivialista, sem ser utópico, mas na esperança de uma cidade mais democrática, aberta e solidária. Significa abraçarmos a nossa condição humana de sujeitos cientes, mas que também somos imperfeitos, individualistas, consumistas e predadores do planeta. Mas por sermos cientes sabemos que é preciso romper essas fronteiras para construirmos uma nova política que procure refundar a ética e nos religue com os outros e com o cosmos. Se não trilharmos um caminho por cidades mais afetivas e humanas, as cidades, seus espaços e as pessoas estarão rumando ao abismo. Basta vermos os países fechando as fronteiras para os imigrantes e refugiados.

    Zygmunt Bauman, falecido recentemente, afirmou, em seu livro Ensaio sobre o Conceito de Cultura, que “dominar a cultura significa dominar uma matriz de permutações possíveis, um conjunto jamais implementado de modo definitivo e sempre inconcluso – não uma coletânea finita de significações, é a arte de reconhecer seus portadores. Convite a constante mudança”. No Manifesto Convivialista, Edgard Morin ressalta a importância da metamorfose aposta nessa ideia: a afetividade presente no resgate das relações comunitárias. Um novo caminho sereno entre crescimento e decrescimento simultaneamente.

    Imersas em concreto, as cidades formam espaços opressores ao nosso espírito e produzem grande instabilidade social e emocional, por conta de muitos espaços monofuncionais, como os shopping centers, e do uso do automóvel. Agora precisamos reviver as praças, espaços multifuncionais. Um bom exemplo são os processos de requalificação de áreas degradadas para outros usos, o que já acontece em várias cidades do mundo, como Barcelona e Buenos Aires; o que acontece aos domingos na Avenida Paulista, em São Paulo, que é fechada para possibilitar novas formas de convivência com o espaço; e em Colônia del Sacramento, no Uruguai, que tem espaços para a prática do slow food, movimento que ganhou notoriedade no norte da Itália e hoje é uma das saídas estratégicas apontadas pela União Europeia para vencer a crise.

    Hortas urbanas comunitárias, passeios a pé para apreciar o grafite (como proposto pelo coletivo Expressão Urbana SP), o projeto Senta Aqui e Conversa Comigo (uma ação social para promover encontros de pessoas em espaços públicos), batalhas cosplay no Parque Villa Lobos vão delineando cada vez mais os espaços para os afetos. A praça lotada, a rua animada, o mercado, parques, bares, cafés representam espaços multifuncionais, onde estamos sempre dispostos a encontrar e participar.

    Ressignificar o espaço das cidades é fundamental para a sociedades que virão, principalmente porque será a primeira geração de pessoas que só viveu com a vida mediada pela tela dos smartphones. Os mais velhos serão como mentores dessas gerações, porque os jovens terão de aprender a falar, ouvir, comunicar e sentir. Se na história dos povos indígenas a sapiência foi transmitida pela oralidade, é de lá que vamos ter de buscar inspirações para falar, contar histórias, viver mitos que possam dar sentido a essa nova vida. Nem todos entenderão, nem as cidades serão transformadas em sua totalidade, mas teremos espaços para pessoas que buscam o que vem do coração: um resgate antropoético do existir. Essas pessoas devolverão às cidades seu espaço: o local da festa, do encontro, o espaço para os afetos.

    “Cidades Afetivas” é uma via imaginaria poética porque os afetos só podem ser construídos e sentidos no coração. É a aposta que os artistas são os anunciadores do futuro porque as artes são instrumentos de religação dos afetos nas cidades do futuro e da cidadania do presente.

    Vivian Blaso, autora de “Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização”, é sócia na Conversa Sustentável, idealizadora do Cidades Afetivas e professora na Faap, Mackenzie e FGV.
     
  • 6 nov

    QUAL O PAPEL DA COMUNICAÇÃO E DAS ARTES PARA O FUTURO DAS CIDADES? 

     

    COBERTURA COMPLETA

    Palestra Realizada durante o 40 Encontro de Comunicação Na FAAP

    QUAL O PAPEL DA COMUNICAÇÃO E DAS ARTES PARA O FUTURO DAS CIDADES?

    Encontro com a Artista Plástica, Juliana Russo, autora do livro “São Paulo Infinita”; e a  Professora da FAAP, Vivian Blaso, autora do livro “Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização”.

    LOCAL: Centro de Convenções

    A praça lotada, a rua animada, o mercado, parques, bares, cafés representam espaços multifuncionais, onde estamos sempre dispostos a encontrar e participar

    O papel dos artistas, inventores e de todos aqueles que trabalham com a construção de memórias e comunicações é o legado na construção de narrativas, da contação de histórias, do patrimônio histórico e cultural. São as manifestações artísticas de toda natureza que levam a informação às pessoas que estão à procura das referências materiais, imagéticas e simbólicas na construção dos repertórios para conhecermos e convivermos nas cidades.

     
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