Atualizações de outubro 2019 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 6 out

    Cidades Resilientes Inovação e Inclusão 2019 

    Convidamos vocês a participar do CIDADES RESILIENTES: INOVAÇÃO E INCLUSÃO da Abraps dia 25 de outubro na Rua Marquês de Paranaguá, 111 – Consolação – Campus da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC/SP

    É o espaço que a entidade reserva para falarmos de temas inovadores que tangenciam a sustentabilidade.

    Em 2018 falamos sobre os resultados do Habitat III – Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável e temas como a igualdade de oportunidades para todos; o fim da discriminação; a importância das cidades mais limpas; a redução das emissões de carbono; o respeito pleno aos direitos dos refugiados e migrantes; a implementação de melhores iniciativas verdes e de conectividade, e construção de indicadores para cidades inteligentes e sustentáveis, onde abordamos a metodologia MACITI – Metodologia de Avaliação de Cidades e Territórios Inteligentes é formada por 108 indicadores agrupados em seis macrotemas com ênfase

    Em 2019 vamos alinhavar os temas de Cidades afetivas, uma via ecológica para o bem-viver; Economia Circular e os ODS, mais especificamente o ODS 12 Consumo e produção responsáveis no âmbito das cidades , Waste Management for Smart Cities;, gestão inteligente de resíduos em cidades e territórios; Saneamento e Recursos Hídricos no meio urbano novas tecnologias e desafios e Inclusão dos 50+ no mercado de trabalho das cidades inovadoras e resilientes

    FORMATO: Roda de Conversa com especialista na área de Cidades Inteligentes e Sustentáveis

    Facilitadores

    Vivian Blaso – Graduação em Comunicação Social – Habilitação Relações Públicas , Mestrado e Doutorado em Ciências Sociais; Experiência na área de Comunicação, com ênfase em Relações Públicas e Propaganda, atuando nos seguintes temas: consumo e sustentabilidade, responsabilidade social empresarial, tendências, governança corporativa, advocacy, relacionamento com a comunidade e terceiro setor, consumo responsável, comunicação, cidades, antropologia urbana, ativismos e coletivos; Membro da Comissão Estadual de São Paulo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Coordenadora do GT Advocacy na Abraps – Associação Brasileira de Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável.
    Autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização lançado pela Paco Editorial em 2017. Idealizadora e pesquisadora no Cidades Afetivas: observatório das manifestações afetivas nas cidades, tendências de consumo, comportamento do consumidor e movimentos ligados aos ativismos e os coletivos urbanos; Pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo: Linha de Pesquisa: Diversidades Culturais e Pensamento Complexo. Pesquisas em andamento: Cidades Afetivas: Uma via Ecológica para o Bem Viver; Linguagens comunicacionais no espaço urbano: Projeto de análise das influências da regulação publicitária como ampliação de competências pedagógicas nos bacharelados em comunicação; Muralismo e pixação na cidade de São Paulo: novas perspectivas e análises das inscrições visuais urbanas; Professora Titular na Fundação Armando Álvares Penteado. Artista e empreendedora. Sócia Diretora na Conversa Sustentável que vem se destacando por sua atuação e expertise nos estudos de tendências no mercado da comunicação e estratégias para sustentabilidade.

    Ricardo Oliani – Consultor, especialista em Sustentabilidade, Marketing Ambiental, Jogos & Dinâmicas, Atuou durante 7 anos na liderança de projetos de mobilização social do Instituto Akatu na área de Sustentabilidade, Consumo Consciente e o Poder Transformador do Consumidor e atua há mais de 20 anos na criação e aplicação de Jogos e Dinâmicas nos mais variados temas, transformando conteúdos em ferramentas lúdicas e participativas que facilitam a interação do conhecimento com a prática e a integração dos participantes entre si e com os temas que estão sendo trabalhados.É fundador e atual Conselheiro da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade

    Francisco Luiz Biazini Filho – Sócio da REDERESÍDUOS é Doutor em Ciências pela USP – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares com o Título: RESPONSABILIDADE SOCIAL DA ENERGIA NUCLEAR PARA GERAÇÃO ELÉTRICA NO BRASIL (2014). Especialização em Gestão de Segurança da Informação pelo Instituto Pesquisas Energéticas e Nucleares, IPEN/SP com o Título: OTIMIZAÇÃO NO GERENCIAMENTO DE RISCOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Metodologias para avaliação e análise de risco e tomada de decisão (2005). Graduação em Tecnologia em Processamento de dados pela Universidade Ibirapuera, UNIB, Brasil.(2005 e 1990). Presidente da TRANSFORMA – COOPERATIVA DE TRABALHO EM SISTEMAS TECNOLÓGICOS INOVADORES E SUSTENTÁVEIS, Vice Presidente do Instituto Dínamo de Desenvolvimento Sustentável. Vice Presidente do Sindicato das Cooperativas de Produção do Estado de São Paulo. Vice Presidente do Instituto Lixo Zero Brasil. Conselheiro do Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste. Conselheiro da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade. Membro do Observatório Nacional da Política Nacional de Resíduos Sólidos.Tem experiência na área de descontaminação de recursos hídricos, resíduos sólidos, desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, lixo zero, reciclagem, resíduos sólidos e revalorização de resíduos.

    Patrícia Moreno – Graduada em Tecnologia Hidráulica e Saneamento Ambiental pela FATEC (2016) e em Sistemas de Gestão Ambiental pela Universidade Estácio de Sá (2009). Experiência como educadora ambiental, visando a preservação da água e orientação para a reciclagem dos resíduos sólidos e utilizando a robótica e a programação EV3 para programar , operar e controlar robôs criados pelos educandos, favorecendo a interdisciplinaridade, promovendo a integração de conceitos de diversas áreas. Atuei como consultora ambiental na elaboração de Planos Municipais de Saneamento e em projetos de sistemas alternativos de esgotos em áreas isoladas, Aplicação de pesquisa, tabulação, levantamento de dados na área de soluções alternativas de tratamento de esgotos. Atuação com a inclusão social e implementação de tecnologias para otimizar a gestão no processo de comercialização de resíduos em cooperativas de catadores. Voluntária na ABRAPS no Comitê Lixo Zero e como Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saneamento e Recursos Hídricos, e na ABES-SP na Câmara Técnica de Saúde e Saneamento em Comunidades Isoladas Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saneamento e Recursos Hídricos da Abraps;

    Ely Antonio Tadeu Dirani – Professor do Departamento de Engenharia da PUC-SP é Doutor e Mestre em Microeletrônica pela Escola Politécnica da USP e Bacharel em Física pelo Instituto de Física da USP. Atuou em diversos projetos de pesquisa e desenvolvimento na universidade e em parcerias com empresas do setor privado. Participou como orientador no Programa ALI – Agentes Locais de Inovação, uma parceria entre o SEBRAE e o CNPq, atuando, através dos agentes, para promover a prática continuada de ações de inovação em micro e pequenas empresas das áreas da indústria, comércio e serviços.

    Ismael Rocha – Doutor em Educação, Mestre em Sociologia, Mercadólogo formado pela ESPM com pós-graduação em Marketing pela UTA – University of Texas at Arlington. Professor universitário, autor de livros didáticos nas áreas de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade, artigos publicados em revistas, jornais e participação em Congressos no Brasil e no Exterior. Diretor de Extensão da ESPM, Fundador e Coordenador da ESPM Social, do CEDS – Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental e Fundador da Incubadora de Negócios da ESPM. Cursos de Especialização no Canadá, EUA, Inglaterra, Finlândia, China, Malásia, Chile e México. Consultor de Marketing e Planejamento Estratégico para Empresas, ONGs, Institutos e Fundações. Climate Reality Leader. Idealizador do NEXT 49+ que trabalha com a inclusão de pessoas com mais de 50 anos no mercado de trabalho

    Mediação: Marilena Lavoratto – Publicitária com especialização em marketing, negócios e gestão socioambiental. É a idealizadora do Programa Benchmarking Brasil (selo de sustentabilidade que certifica boas práticas desde 2003). Atualmente é Membro do Conselho Consultivo da ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável) e da Câmara de Comércio Brasil Argentina. É colunista do Portal Vya Estelar, conferencista e ganhadora do Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara Brasil Alemanha, categoria Humanidade, 1º lugar em 2013. É Presidente do Instituto MAIS que trabalha pela Cultura de Sustentabilidade, palestrante, editora de livros e revistas especializadas e autora de diversos artigos publicados

    Facilitação Gráfica: Andressa Batelochio – Agente de Transformação para projetos e processos de inovação para educação e pelo desenvolvimento sustentável na empresa Horizontte Sustentável; educadora e articuladora de processos de comunicação e educação, no projeto EducaVisT – a facilitação gráfica como ferramenta complementar de metodologias ativas. Formada em Comunicação Social pela FAAP com pós-graduação em Marketing de Negócios pela ESPM-SP e como consultora em sustentabilidade pela consultoria Migliori e pelo SENAC-SP; especialista em Responsabilidade Social e Terceiro Setor pelo CEATS-FIA-USP. Designer de informação e profissional de colheita/ facilitação gráfica com especialização na Holanda. Associada da ABRAPS – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, coordenadora do GT Educação; facilitadora em jogos cooperativos, cultura de paz, vivências com a natureza (Sharing Nature Worldwild) e agente sociambiental pela UMAPAZ – Universidade Livre de Meio Ambiente e Cultura de Paz – Prefeitura de São Paulo-SP.

    Evento Gratuito – Vagas Limitadas – inscreva-se clicando no link – https://forms.gle/vPDpeQ4a6GGP1HYc6

    Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável
    DATA: Sexta feira, 25 de outubro das 15h30 às 19h00 horas.
    LOCAL: Rua Marquês de Paranaguá, 111 – Consolação – Campus da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC/SP

    GTs Integração e Advocacy

    Apoio 

     
  • 7 ago

    “Que água é essa” 14 à 18 de agosto na Unibes Cultural em São Paulo 

    Conversa Sustentável e Cidades Afetivas vai participar nos dias 16 com a exibição do mini doc sobre Jardins de Chuva e Ecobairro, e nos dias 16, 17 e 18 intervenção artística de Vivian Blaso – Graffiti em aquarelas

    Rua Oscar Freire, 2.500 – Sumaré – São Paulo/SP

    Programação

    dia 14 de agosto

    das 10h00 às 12h30 – Auditório

    Mesa Redonda – Água no Agronegócio 

    • Guilherme Amado – Green Coffee Project Manager na Nespresso
    • André Marques – Diretor Presidente da Agevap – Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul
    • Claudia Visoni – jornalista, ambientalista, permacultora, agricultora urbana e co-deputada eleita pelo mandato coletivo da Bancada Ativista
    • Valéria Brandini – Antropóloga Empresarial e Comunicóloga
      • MediadorGiovani Chechin – Presidente do Instituto Acqua Brasil

    Para se inscrever nesta atividade clique aqui

    das 14h30 às 16h30 – Auditório

    Mesa Redonda – Água na Indústria 

    • Yuri Feres – Diretor de sustentabilidade e responsabilidade corporativa da Cargill LATAM e Presidente da Fundação Cargill.
    • Filipe Barolo – Gerente de Sustentabilidade Socioambiental na Cervejaria AMBEV
    • Amir Musleh – CEO da Ecra Sustentabilidade Urbana
    • Leandro Toledano – CEO da Biomovement e Representante Exclusivo da NUF Filtration para o Brasil
      • MediadoraMarilena Lavoratto – Presidente do Instituto Mais e idealizadora do Benchmarking Brasil

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    das 20h00 às 22h00 – Teatro

    Exibição do Documentário – Amazônia com mesa de debates com os produtores

    • Mediação: Tainá de Luca – Agência Sapiens

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    dia 15 de agosto

    das 14h00 às 16h00 – Auditório

    Roda de Conversa: Lançamento do Evento Que Água é Essa 2020? 

    • Marcio Mendes – CEO Mega Share / Diretor da Abraps
    • Álvaro Diogo Teixeira – Coordenador Nacional do Programa Jovens Profissionais do Saneamento – GT Saneamento e Recursos Hídricos – Abraps
    • Roseane M. Garcia Lopes de Souza – Diretora da ABES-SP
      • MediadorReinaldo Canto – Iniciativa Verde / Envolverde

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    dia 16 de agosto

    das 15h30 às 19h00 – Auditório

    Workshop –  A responsabilidade civil, penal e administrativa do gestor perante o mau uso e gestão dos recursos hídricos e A mediação como ferramenta para resolução de conflitos socioambientais

    • Luiz Carlos Aceti Júnior – Aceti Advogados e Francisco Luiz Biazini Filho – Transforma

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    das 20h00 às 22h00 – Auditório

    Exibição do Documentário – Cidades Afetivas com mesa de debates com os produtores

    • Mediação: Jussara Nery, Lara Freitas e Maurício Ramos do Ecobairros e Vivian Blaso e Sydney Cincotto Júnior do Cidades Afetivas

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    dia 17 de agosto

    das 11h00 às 12h00 e das 15h00 às 1600 – Lounge

    Oficina: Circuito das Águas Brincantes – oficina, jogos e brincadeira

    • Andressa Batelochio da Horizonte Sustentável e Isabela Alves Borba da Bahuinia

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    dia 18 de agosto 

    das 11h00 às 12h00 e das 15h00 às 1600 – Lounge

    Oficina: Encanadas – Muri & Manu & Ieda (Encanadas)

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    ATIVIDADES EXTRAS

    de 15 a 18 de agosto das 10h00 às 18h00 – Hall

    • Painéis de Aquarela – Jardins de Chuva – Vivian Blaso – Cidades Afetivas

    Esta atividade não precisa de inscrição

    dia 16 de agosto das 18h00 às 22h00 – Salão do 5o andar

    • Meditação com Donald Abrams – Organização: Céu D’Ellia – Cineasta e Animador

    dia 17 de agosto das 14h00 às 18h00 – Auditório

    • Aplicação do Jogo dos ODS Gigante – Nelson Júnior – Supereficiente

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    Realização  

    Apoio

     
  • 28 maio

    Ciclos 2019 – Evolução tecnológica demanda uma nova educação no século 21 

    Palestra de antropólogo apaixonado por tecnologia apresenta impactos da revolucionária transformação digital na história humana no século 21
    A velocidade da evolução das tecnologias exponenciais é tamanha que o cérebro humano é incapaz de acompanhar. Segundo a Lei de Gordon E. Moore, a capacidade de processamento de dados dobra a cada 18-24 meses. Significa que 30 passos exponenciais do desenvolvimento tecnológico atual equivalem a 26 voltas em torno da terra. Este cálculo demonstra o tamanho da revolução que estamos vivendo, no presente, e como deverá se tornar a vida humana, nas próximas décadas do século 21.  Graças à transformação digital, ocorrida nos últimos anos, que colocou smartphones nas mãos de milhões de seres humanos com dezenas de aplicativos, monitorados por algoritmos que agrupam pessoas por pensamentos, atitudes e desejos de consumo semelhantes, e ao potencial ilimitado de processamento e armazenamento do Big Data, é inimaginável as novidades que ainda estão porvir.A vida humana vai mudar para sempre, assim como aconteceu em outras épocas revolucionárias. É certo que a tecnologia pode ajudar a humanidade a resolver grandes desafios sociais, ambientais, entre outros, que antes não foram solucionados, mas há sempre que lembrar que ela também pode ajudar a gerar resultados nem sempre benéficos. Tudo dependerá do propósito de quem está por trás das tecnologias.Estas são algumas observações e alertas que Francisco Barreto Araujo, antropólogo apaixonado por tecnologia, líder da Impacto e guest speaker da Singularity University fez em sua palestra ‘Tecnologias exponenciais e a educação do século 21’ no Congresso Internacional de Sustentabilidade, que está sendo realizado pelo Sebrae em Cuiabá (MT).A formação do palestrante é diversificada, com mestrado em negócios, políticas públicas em Harvard, tecnologias com impacto ambiental na Singularity University no campus da Nasa, entre outras especialidades, experiências e vivências em comunidades indígenas, favelas do Rio de Janeiro, etcEle é líder da Impacto, uma rede que promove impacto social e também ensina como fazer impacto social. Para mostrar o quanto a tecnologia já pode ajudar as pessoas a se conhecerem mais, mostrou o resultado do mapeamento de seu DNA, que pode ser feito por apenas US$90, fora do Brasil. “ É simples, você cospe num kit, que joga num site e aparece o seu DNA mapeado. Desse modo podemos saber como o filho da gente pode vir a nascer, com quais possiblidades de doenças, etc Esta tecnologia já existe e está acessível”, informou entusiasmado. Outra educaçãoComo educar, hoje, para não ficar para trás? O ritmo do avanço tecnológico possui um enorme potencial de excluir pessoas da nova economia, que está surgindo.  Se os sistemas educacionais não se adaptarem à revolução das tecnologias exponenciais, no ano de 2050,  uma em cada 3 pessoas será excluída, segundo o palestrante.“Gente que não teve acesso ou gente que não quis acompanhar a revolução tecnológica vai ficar de fora. Antes a natureza mudava devagar, a cultura a governança, infraestrutura comercio e moda. Hoje, a tecnologia  muda organismos”, comparou.Em 2023, um PC (Personal Computer) de US$ 1 mil dólares terá a mesma capacidade de processamento de um cérebro humano.  Em 2050, terá a capacidade computacional de todos os cérebros humanos juntos. Da pra pensar na educação pra viver esta curva?, Francisco desafiou a plateia.“A sua vida está sendo devorada pelos dados”, disparou. A revolução tecnológica transformou o mundo: de escala e escopo para rapidez e fluidez; da previsibilidade para agilidade; da rigidez e limites para limites fluidos; do comando e controle para empoderamento criativo; de reação e aversão a riscos para intraempreendedorismo; de intenção e estratégia para propósito; de vantagem competitiva para vantagem comparativa; de dados e análise para síntese de Big Data.“Estamos vivendo a possiblidade de ver a transformação do planeta feita por grupos, como nunca aconteceu antes”, afirmou Francisco.  “Podemos gerar impactos que antes não tínhamos. As empresas estão surgindo amontoadas. Como viver neste mundo nesta velocidade? Com nanotecnologia, inteligência artificial, robótica, entre outras coisas mais?”, acrescentou.Sempre vivemos curvas de tecnologia. Elas geralmente ocorrem em ciclos de 40 a 60 anos. Ele apresentou uma linha do tempo mostrando a  primeira guerra, segunda guerra e a guerra do Vietnam.  Por que? Porque tem que ter crise para que a novidade surja (novas tecnologias).  Quarenta anos é o tempo laboral de uma geração, argumentou.Sempre falta imaginação no modelo de educação da geração anterior para o mundo que vem depois. Como a Kodak não viu e não temeu o surgimento da foto digital, exemplificou.O que é mais importante as primeiras cidades na Suméria ou as smart cities de hoje, com tudo conectado, sem bancos, a rede afiançando as trocas, indústria em cada esquina com robôs produzindo de tudo, sem precisar produzir na China?, perguntou. No entanto, em cada um desses momentos de transformação radical dos rumos da história da humanidade, teve alguém que não pegou a onda e ficou para trás, alertou.No entanto, lembrou, que o grande motivador da revolução tecnológica são as pessoas.  As opções de compra e trabalho ditam os novos modelos de negócio, que só vão funcionar se atenderem as necessidades e desejos das pessoas. “ A gente está controlando esta mudança de algum jeito”, afirmou.Hoje está assim: pessoas, tecnologias e negócios. Por este motivo, o propósito é que move o desenvolvimento de novas tecnologias e os novos modelos de negócios. “ O Facebook só foi  monetizado tempos depois. Esta inversão é radical. As pessoas estão no centro”, enfatizou.A receita para a educação da nova era se baseia no ‘faz, aprende e mede”, no autodidatismo.  Temos de ser educados para aprender o tempo todo, sem medo de errar e correr riscos. É o contrário da educação da geração anterior, que procurava ter uma carreira profissional linear para ficar na zona de conforto, sem correr riscos.Ninguém nasce sabendo tudo. “Growth mindset” (mentalidade de crescimento) é a expressão em inglês, que significa que as pessoas podem aprender, ser treinadas e desenvolver conhecimentos em diversas áreas, por caminhos próprios, correndo riscos, errando para acertar.Há empresas que já entenderam este conceito e estão criando espaços para funcionários tentarem o que nunca foi feito, cocriarem, se desafiando, podendo aprender novos caminhos, errando e recomeçando até chegarem ao que querem alcançar.“Precisamos de aprender a aprender e psicologia de alta performance, cruciais para educação que vem aí”, enfatizou Francisco.
    Assessoria de imprensa Centro Sebrae de Sustentabilidade/ Vanessa Brito 
     
  • 9 ago

    “Cidades Afetivas” promove aula aberta no próximo sábado em São Paulo 

    Aula Aberta na Àgora!

    No próximo sábado dia 11 de agosto acontecerá em São Paulo uma aula aberta na Praça Oswaldo Cruz com a participação de coletivos. “A ideia é compartilhar as observações relativas ao bem viver, convivialidade e a vida em comum presentes nas atuações dos coletivos de diferentes naturezas no contexto urbano e suas atuações-manifestações-performances políticas, culturais e artísticas que vem ocorrendo nas cidades”, afirma Vivian Blaso idealizadora do “Cidades Afetivas”, Doutora em Antropologia, pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios: Barbárie ou Civilização.  Sydney Cincotto Júnior, Doutor em Antropologia e pesquisador no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo um dos idealizadores do projeto irá fazer uma breve exposição apresentando as principais reflexões desde do início das pesquisas, resultados de algumas publicações cientificas e participações em congressos.

    “Cidades Afetivas”, é um observatório das manifestações afetivas que vem ocorrendo nas cidades. Uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

    A aula aberta faz parte da Semana do Caminhar – http://bit.ly/semanadocaminhar2018 idealizado pela ONG SampaPé.

    Serviço:

    Aula Aberta: “Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver”

    Data: Sábado dia 11 de Agosto

    Horário: 10:00 às 11:30

    Local: Praça Oswaldo Cruz, São Paulo (próximo estação de metrô Brigadeiro)

    Gratuito

    Sobre o evento: https://www.facebook.com/events/482465632199636/

    Informações para imprensa

    contato@conversasustentavel.com.br

     
  • 1 ago

    Vivian Blaso estará no Diálogos Gigantes para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã” 

    Evento reúne debatedores no dia 02 de agosto de 2018 para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã”

    A Constituição de 1988 completa 30 anos em outubro. Mas o que mudou desde então e quais foram as contribuições para a evolução da cidadania no Brasil? Para estimular a reflexão sobre os avanços e retrocessos do período, o Instituto NET Claro Embratel promove um novo Diálogos Gigantes com o tema “A Constituição de 88 e a ação democrática direta”.

    O evento acontece dia 2/8, das 8h às 15h, em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (Ipusp). A participação pode ser garantida presencialmente na plateia do Auditório Carolina Bori do Ipusp, em São Paulo (SP), pelo formulário de inscrição. Também, pode ser acompanhado por transmissão ao vivo na página do Instituto NET Claro Embratel no Facebook ou pelo YouTube do Ipusp.

    Serão três mesas de debates com o objetivo de discutir a chamada Constituição Cidadã dividida por temáticas: educação e cultura; meio ambiente e indígenas; e saúde e direitos trabalhistas (veja abaixo a programação completa). A mediação fica por conta do mestre em Comunicação e produtor de conteúdos de educação e cidadania Marcelo Abud.

    Os debates serão gravados e vão fazer parte da série especial de podcasts “A Constituição Cidadã e os dias de hoje”, com previsão de lançamento em setembro no portal do Instituto NET Claro Embratel.
    Confira mais informações na página do evento.

    Serviço

    Evento: A Constituição de 88 e a ação democrática direta
    Quando: 2 de agosto de 2018, das 8h às 15h
    Onde: Auditório Carolina Bori, Bloco G, Instituto de Psicologia da USP (Avenida Prof. Mello Moraes 1721, Cidade Universitária, São Paulo-SP)
    Parceria: Instituto NET Claro Embratel e Instituto de Psicologia da USP
    Inscrição para o presencial

    Programação

    8h – Mesa “Meio Ambiente e Indígenas”. Participam da conversa, Vivian Blaso, doutora em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC-SP; Sergio Leitão, advogado, fundador e diretor executivo do Instituto Escolhas; João Paulo Capobianco, biólogo e ambientalista.

    9h30 – Mesa “Educação e Cultura”. Estarão presentes Daniel Cara, educador, cientista político e coordenador geral licenciado da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e Lisete Arelaro, doutora em Educação pela USP.

    11h – Mesa “Saúde e direitos trabalhistas”. Para discutir o tema, os convidados Christian Dunker, coordenador do Instituto de Psicologia da USP; Márcio Pochmann, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp e Magda Biavaschi, doutora em Economia Aplicada (Economia Social do Trabalho) pela Unicamp.

    13h30 – Debate “Ação democrática direta”, promovido pelo Ipusp. As convidadas são Claudia Visoni, jornalista e militante de agricultura urbana, além de Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, pró-reitora de cultura e extensão da USP. Organizador: Christian Dunker.

     
  • 17 jul

    Convite: aula aberta na Casa do Saber 

    Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres com Vivian Blaso

    As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

    O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

    A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta.

    Inscrições no site: https://casadosaber.com.br/sp/checkout/cart/

     
  • 15 abr

    Apoie o Cidades Afetivas no Catarse.Me 

    Acesse o projeto no link:  https://www.catarse.me/cidadesafetivas?project_id=75129

     
  • 12 abr

    Inscreva-se no Canal Cidades Afetivas e acompanhe as novidades 

    Cidades Afetivas é um observatório dos movimentos afetivos nas cidades. Um resgate atropoético do bem viver. Atuamos com a religação dos saberes, olhamos para a cidade como flâneurs contemporâneos e das nossas vivências relatamos as experiências e transformamos em conhecimentos. Compartilhamos ideias, tecemos redes conectivas em busca de vias transformadoras e regeneradoras do pensamento. Acreditamos que a melhor forma de compreender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é nos deixar levar pelo #viverascidadesSydney Cincotto Junior e Vivian Blasohttp://www.cidadesafetivas.com.br/

    Inscreva-se em nosso Canal Cidades Afetivas 

     
  • 3 abr

    Cidades afetivas uma via ecológica para o bem-viver Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira 

    ARTIGO publicado na Revista @eMetrópolis
    RESUMO

    O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

    Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.
    Acesse na íntegra:emetropolis32_art3

    Artigo: Cidades Afetivas

     
  • 16 fev

    IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. 

    Apresentaremos resultados das nossas pesquisas no IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. O evento é promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos da Universidade de Campinas – UNICAMP, de 06 a 08 de março de 2018.

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar e Vinicius Georges:
    “Muralismo e Pixação: Análise das Linguagens,
    Narrativas e Laços Sociais nos Festivais Cura em Belo Horizonte e O.Bra em São Paulo”

    Sydney Cincotto Junior e Renan Simões:
    “Cidades Afetivas: discursos e narrativas dos
    coletivos na reivindicação da política do bem viver” http://www.labeurb.unicamp.br/site/web/index.php

    https://www.labeurb.unicamp.br/site/web/evento/detalhes?id=6

     
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