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  • 27 abr

    Complexus apresenta: Oficinas do pensamento com Maurizio Mancioli autor do livro O Executivo Artista: Como Suas Habilidades Artísticas Podem Mudar Sua Vida e Mundo Corporativo 

    Oficinas do pensamento

    Maurizio Mancioli autor do livro O Executivo Artista: Como Suas Habilidades Artísticas Podem Mudar Sua Vida e Mundo Corporativo

    Maurizio Mancioli autor do livro O Executivo Artista: Como Suas Habilidades Artísticas Podem Mudar Sua Vida e Mundo Corporativo

    O executivo artista e o pensamento complexo

    Maurizio Mancioli

    6 de maio

    Das 14h30min às 16h30min.

    Sala 530 (Prédio Novo, quinto andar.)

    PUC – Campus Perdizes, R. Monte Alegre, n. 984

     
  • 25 nov

    O futuro em 4D 

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Life Coach e Leader Coach. Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais  na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora e autora do Blog http://www.conversasustentavel.com.br.

    Contato: vivianblaso@conversasustentavel.com.br

    Diante da banalidade do mal que apavora o século XXI, nunca foi tão necessária a reivindicação por uma ética planetária que religue natureza, humanismo e democracia.

    A aposta está no futuro? O futuro já está dado?

    O que será das próximas gerações diante das barbáries humanas que nos afastam da condição de sujeitos, do espírito da coletividade e da vida nas relações comunitárias?

    É preciso desacelerar, desapegar, descompartimentalizar e desterritorializar.

    O futuro em 4D seria a aposta para o futuro da humanidade?

    Desacelerar implica contemplar, reintegrar a vida à natureza, à cultura, às artes, às ciências e à literatura. Desacelerar é seguir na contramão da sociedade 24X7 (vinte quatro horas por dia, sete dias por semana).

    Desapegar significa simplificar. Para que tantos artefatos tecnológicos se o que fazemos com eles tem levado os homens a um controle ilusório sobre a natureza e a ciência, que já nos provaram ser incapazes de lidar com as questões mais igualitárias e equitativas da vida?

    Descompartimentalizar os saberes significa mestiçar, colorir, religar, reintegrar as áreas que estão fragmentadas e precisam ser reinseridas à teia complexa da vida. A vida que requer mais complexidade para lidar com ordem, desordem, organização, reorganização, bifurcação.

    E finalmente desterritorializar, que implica mudar a noção de territórios. É preciso agir em rede e não abater aviões, enviar mísseis para territórios que não aguentam mais a guerra.

    Já estamos na 3ª guerra mundial?

    Essa guerra não é uma guerra apenas para a reivindicação de territórios porque já não são mais configurados como nos séculos 19 e 20. Os territórios são virtuais, reticulares e interdependentes. Atrelados economicamente à vida e ao poder dos donos do mundo. Desterritorializar significa que o território dizimado e poluído pelo conglomerado Vale do Rio Doce não é e nunca foi só de Mariana, em Minas Gerais; é do Brasil, é do mundo, é o planeta.

    O mal que mata me conforta, já dizia Michel Serres, na reivindicação de um novo homem capaz de hominescer, ou seja, se reinventar para reivindicar a vida no planeta.

    Reivindicar uma ética planetária significa restabelecer a moral que foi perdida em uma grande massa amorfa, inerte, que hoje parece ser incapaz de se conectar com o próprio sentido de existência humana no planeta.

    Já sabemos que chegamos a essa condição. O mal está na terra entre os homens, incapazes de se conectar consigo e com os outros, que recorrem a Deus para abater, matar, excluir e intolerar o outro.

    O que nos resta é aprender e compreender que o outro somos nós.

     
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