Marcado como: sustentabilidade e cidades inteligentes Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • 31 ago

    Relações Públicas vale mais do que publicidade na advocacia 

    Fonte: ESTADÃO https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/relacoes-publicas-vale-mais-do-que-publicidade-na-advocacia/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link

    O grupo de trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criado em 2019 para analisar mudanças nas regras para publicidade na advocacia finalmente chegou a uma conclusão. Passa a ser permitido o impulsionamento de conteúdos no Google e nas redes sociais, mas a publicidade em jornais, rádios, TVs, outdoors e outros meios de comunicação, comuns nos EUA, continua acertadamente proibida.

    Defendemos há alguns anos a tese de que a comunicação jurídica está incluída no leque da comunicação pública.

    Assim, mais do que promover a sua atuação, o papel de um advogado, ao se comunicar, deve seguir menos o receituário da publicidade e mais os que regem o conceito de accountability, marcado pela prestação de contas típica das relações públicas. Isto é, baseado nos rigorosos princípios registrados no Código de Ética e Disciplina Ordem dos Advogados, cada advogado deve estar ciente de que suas ações produzem impactos no Poder Judiciário e, portanto, em toda a sociedade.

    As novas regras da OAB, ratificadas na reunião de seu Conselho Federal que definiu as últimas alterações, exigem que os conteúdos ditos de “publicidade” tenham caráter meramente informativo, com discrição e sobriedade, sem levar à mercantilização da profissão. Admitir a publicidade ampla e irrestrita, além de criar uma barreira de entrada no mercado, a favorecer as grandes organizações, poderia criar problemas como os gerados pela publicidade oficial, aquela feita por instituições e empresas públicas, e órgãos de governos em geral. Esta é uma forma perniciosa de políticos criarem bom relacionamento com os veículos de comunicação, principalmente em pequenas cidades do interior do Brasil.

    Em uma realidade mais próxima de quem mora em condomínios, é como se o seu síndico resolvesse pagar por anúncios para informar sobre a gestão dele, ao invés de fazer reuniões e enviar as tradicionais cartas e relatórios informativos destinados a essa prestação de contas. Essa é, a nosso ver, uma das graves distorções do Brasil, uma vez que a publicidade responde a outros valores, critérios e linguagens, bem distintos da comunicação informativa, a partir de estratégias de relações públicas. Uma privilegia cativar a sua audiência pela emoção, está relacionada à venda de algum produto ou ideia e recorre a termos comerciais. Enquanto a outra se baseia em fatos, dados e sobriedade.

    Por que sim para o marketing jurídico de conteúdo?

    Dentro das relações públicas, até meados dos anos 2000, o principal recurso de que advogados dispunham era o relacionamento com a mídia, a conhecida assessoria de imprensa. Mas logo a evolução das tecnologias e da internet abriu caminho para novas formas de comunicação mais direta com os públicos de interesse das organizações, os chamados stakeholders, notadamente a digital PR (de public relations, ou seja, relações públicas, em inglês) e o marketing digital. No caso do mercado de advocacia, destaca-se o marketing jurídico de conteúdo, que é o mínimo que um advogado, escritório ou outra organização jurídica precisa, hoje, para destacar, no meio da multidão, seus diferenciais.

    Atualmente é possível implementar projetos mais sofisticados, para quem está disposto a investir mais recursos. Daí há desde o law branded content, com a criação de conteúdos especiais para serem publicados em mídias externas à organização, em oportunidades específicas, como por ocasião do apoio a eventos, passando pelo law brand publishing, segundo o qual a publicação de conteúdo passa a ser encarada de maneira mais profissional e vista mesmo como um de seus objetivos da organização, até o desenvolvimento de veículos de comunicação próprios, os chamados hubs de conteúdo.

    Por que não para o termo inbound marketing jurídico?

    Bom, primeiro porque qualquer prática de comunicação e marketing mais agressiva é, em nossa avaliação, de maneira correta, vedada pelo Código de Ética da OAB. Mas, ainda que essas restrições venham a ser revistas, algum dia, cada vez mais encontramos pessoas que se recusam a fornecer seus dados, mesmo para receber, em troca, um ebook que seja muito do seu interesse. Assim, o marketing jurídico de conteúdo prevê ebook? Olha, deve prever, mas sem vender isso por um e-mail. Se o seu prospect enxergar valor no seu conteúdo, ele vai por livre e espontânea vontade ou voltar no seu site para ver os novos conteúdos ou até assinar a sua newsletter.

    Ou seja, você que é advogado, esqueça práticas mais agressivas de comunicação, como a publicidade ou essa história de leads e funil de vendas do marketing digital e das práticas de inbound, que só visam o retorno financeiro. O objetivo não é ganhar uma corrida de 100 metros com uma ética contestável, mas estabelecer relacionamentos de longo prazo e construir reputação de quem sempre estará entre os favoritos para ganhar maratonas. Como resumiu Beth Comstock quando era executiva da GE: “Você precisa contar uma história antes que possa vender uma história”.

    *Ana Costa é sócia na Cellera Comunicações, jornalista e doutoranda em Comunicação na PUC-Rio e mestre em Mídia e Cotidiano pela UFF

    *Cesar de Lima e Silva é sócio na Cellera Comunicações, jornalista e pós-graduado em História, Patrimônio e Cidades pelo Iuperj. Foi membro do Conselho de Assuntos Jurídicos da ACRJ

     
  • 17 jul

    Convite: aula aberta na Casa do Saber 

    Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres com Vivian Blaso

    As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

    O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

    A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta.

    Inscrições no site: https://casadosaber.com.br/sp/checkout/cart/

     
  • 6 nov

    QUAL O PAPEL DA COMUNICAÇÃO E DAS ARTES PARA O FUTURO DAS CIDADES? 

     

    COBERTURA COMPLETA

    Palestra Realizada durante o 40 Encontro de Comunicação Na FAAP

    QUAL O PAPEL DA COMUNICAÇÃO E DAS ARTES PARA O FUTURO DAS CIDADES?

    Encontro com a Artista Plástica, Juliana Russo, autora do livro “São Paulo Infinita”; e a  Professora da FAAP, Vivian Blaso, autora do livro “Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização”.

    LOCAL: Centro de Convenções

    A praça lotada, a rua animada, o mercado, parques, bares, cafés representam espaços multifuncionais, onde estamos sempre dispostos a encontrar e participar

    O papel dos artistas, inventores e de todos aqueles que trabalham com a construção de memórias e comunicações é o legado na construção de narrativas, da contação de histórias, do patrimônio histórico e cultural. São as manifestações artísticas de toda natureza que levam a informação às pessoas que estão à procura das referências materiais, imagéticas e simbólicas na construção dos repertórios para conhecermos e convivermos nas cidades.

     
  • 2 out

    “RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS ORGANIZACIONES (RSO). Aportes teórico – prácticos para lograr los Objetivos de Desarrollo Sostenible en América Latina”. 

    El libro consiste en una selección de trabajos presentados por investigadores y docentes latinoamericanos en el IV SIMPOSIO INTERNACIONAL DE RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS ORGANIZACIONES (SIRSO) realizado en Bogotá, en 2016, en el marco de la Universidad SantoTomás (USTA).

    No livro temos um  capítulo de minha autoria:

    MACITI: UMA ABORDAGEM PRÁTICA PARA AVALIAÇÃO DE CIDADES E TERRITÓRIOS INTELIGENTES

    O objetivo é apresentar a Metodologia de Avaliação de Cidades e Territórios Inteligentes (MACITI). Dentre os resultados encontrados foi possível perceber que territórios inteligentes poderão gerar oportunidades de negócios, empregos, remodelamento urbano; resgate das relações comunitárias.

    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Doutora em Ciências Sociais e Pesquisadora no Núcleo de Estudos da Complexidade (Complexus) na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Professora na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Alvares Penteado e na  FGV-EAESP. Autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização,  Sócia na Conversa Sustentável  e Idealizadora do Cidades Afetivas. E-mail: vivianblaso@conversasustentavel.com.br

    O evento de lançamento será realizado  na UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES (UBA) durante o XI Congreso Internacional de Economía y Gestión – ECON 2017
    Fecha: Jueves 5 de octubre
    Horario: de 09.00 a 11.00 hs
    Lugar: Córdoba 2122
    Aula: 468 – Edificio Nuevo
    Buenos Aires – ARGENTINA

    Contará com a apresentação dos idealizadores do SIRSO – Dra. Nora Gorrochategui e Dr. Valmir Martins de Oliveira 

     
  • 17 set

    Qual o Papel da Comunicação e das Artes para o Futuro das Cidades? Um debate com Juliana Russo e Vivian Blaso 

    Dia 21/9 – quinta-feira das 21h às 22h30 vai ter sessão de autógrafos do Livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização e palestra com a Profa. Vivian Blaso.
    Qual o Papel da Comunicação e das Artes para o Futuro das Cidades?
    Um debate com Juliana Russo, Artista Plástica; e Vivian Blaso, Professora da FAAP.
    Centro de Convenções. Este evento é aberto ao público!

    Informações e inscrições: http://www.faap.br/40SEMANA/
    Centro de Convenções. Este evento é aberto ao público! #nafaap @nafaap #rpnafaap #cidadedasartes #cidadesafetivas #viverascidades#comunicacaoartecidades #40semanacomunicacaodafaap #complexidade#conversasustentavel #arteurbanasp

     
  • 11 jul

    Confira a cobertura completa do evento realizado no IETEC em Belo Horizonte. O que são cidades inteligentes na prática? 

    http://

     
  • 7 jul

    Na Prática, o que são Cidades Inteligentes? 

    Assista o Workshop Prática, o que são Cidades Inteligentes realizado no dia 03 de julho de 2017 no IETEC em Belo Horizonte.

     
  • 7 jul

    Cobertura Completa do Debate: Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios. 

    No contexto polissêmico das cidades não existem fronteiras nítidas entre o homo demens e o homo consumans. “O planeta terra avança à sombra da morte”. Em tempos sombrios é preciso abrir espaços para esperanças, resgatar o sentido de humanidade e dar luminosidade às sombras como proposto por Hannah Arendt em sua obra; “Homens em Tempos Sombrios”. Quais os desafios do homo consumans nas cidades? Este foi o tema do debate “Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios” realizado entre os pesquisadores: Fábio Mariano Borges doutor em sociologia do consumo pela PUC/SP atua há 25 anos com comportamento do consumidor, estudos etnográficos econsumer insights, desenvolvendo estudos acadêmicos e pesquisas de mercado e Vivian Blaso: doutora em antropologia pelo Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP, autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização. Realizado no dia 29 de junho de 2017 na Livraria da Vila na Alameda Lorena em São Paulo.

     
  • 26 jun

    Na Prática, o que são Cidades Inteligentes? 

    Objetivo

    1 – Discutir o tema essencial no debate atual das cidades inteligentes: a humanização dos seus espaços e suas inter-relações
    2 – Promover uma análise sobre questões da sustentabilidade do planeta e como elas podem ser articuladas de forma a provocar e promover ações ecologicamente mais equilibradas.
    3 – Sensibilizar para as questões éticas e de valores humanos e para uma educação baseada em desenvolvimento sustentável.
    4 – Lançamento do Livro “CIDADES EM TEMPOS SOMBRIOS. BARBÁRIE OU CIVILIZAÇÃO” (Paco Editorial)
    5 – Noite de autógrafosVenha discutir conosco esse tema da atualidade e entender a proposta de cidades criativas e sustentáveis, que fazem uso da tecnologia em seu processo de planejamento com a participação dos cidadãos.

    Neste workshop, teremos o lançamento do livro “Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização” , da professora Vivian Blaso, que propõe uma reflexão muito interessante sobre a relação da humanização dos espaços e suas inter-relações.

    Gestores, profissionais e demais interessados por questões como sustentabilidade; meio ambiente e consumo e tecnologias sustentáveis.

    Metodologia

    Esta palestra será desenvolvida por meio de exposição dialogada, com o encerramento aberto ao debate.

    PROGRAMAÇÃO

    03/07/2017

    • Abertura19h
      Recepção e café de relacionamento
    • Palestra19h30
      Abertura
    • Palestra19h40
      Palestrante: Vivian Blaso

      VIVIAN BLASOProfessora na FGV-EAESP e também na FAAP, Mackenzie. currículo

    • Palestra20h30
      Lançamento do Livro – “Cidades em Tempos Sombrios. Bárbarie ou Civilização”
     
  • 14 jun

    Connected Smart Cities Cidades do futuro no Brasil contará com a mediação de Vivian Blaso no painel Cidades Humanas, Resilientes e Inclusivas 

    Connected Smart Cities, será realizado nos dias 21 e 22 de Junho de 2017, no Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo.

    14h00 às 15h30 | Painel 1: A criação de espaços públicos nas cidades inclusivas e humanas

    PALCO LAPA – EIXO TEMÁTICO: CIDADES HUMANAS, RESILIENTES E INCLUSIVAS
    Segundo a organização 100 resilient cities as cidades resilientes são divididas em quatro dimensões: saúde & Bem-Estar, economia & sociedade, infraestrutura & meio ambiente e liderança estratégia. Além disso, possuem sete qualidades: Reflexão, recursos, robustez, redundância, flexibilidade, inclusão e integração. Como desenvolver cidades humanas, resilientes e inclusivas?
    14h00 às 15h30 | Painel 1: A criação de espaços públicos nas cidades inclusivas e humanas
    Considerações painel 1
     Como criar políticas inclusivas no desenvolvimento urbano proporcionando bem-estar e segurança nas cidades? Como envolver as pessoas na criação de uma nova dinâmica social no espaço público criando uma nova cultura com inclusão social?
     A importância na defesa do território da criança na cidade para o futuro da cultura cidadã
     Como estimular a integração, inclusão e o desenvolvimento urbano a partir da educação e cultura?
    Cidade Vencedora Ranking Connected Smart Cities 2017 Eixo Temático Educação
    Roni Hirsch, Sócio e Diretor Criativo, Erê Lab
    TBC
    MODERADORA: Doutora Vivian Blaso, Sócia na Conversa Sustentável

     
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