Marcado como: homo urbanus Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • 17 jul

    Convite: aula aberta na Casa do Saber 

    Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres com Vivian Blaso

    As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

    O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

    A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta.

    Inscrições no site: https://casadosaber.com.br/sp/checkout/cart/

     
  • 3 abr

    Cidades afetivas uma via ecológica para o bem-viver Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira 

    ARTIGO publicado na Revista @eMetrópolis
    RESUMO

    O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

    Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.
    Acesse na íntegra:emetropolis32_art3

    Artigo: Cidades Afetivas

     
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