Atualizações de janeiro 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 18 jan

    Sesc Belenzinho utiliza aquecimento solar em piscinas 

    O sistema da E2solar irá gerar, em um ano, aproximadamente 551.600 kWh, 50% a menos de energia caso fosse utilizado energia elétrica, e, ainda, deixará de emitir cerca de 46,6 toneladas de CO2.
    A E2solar, empresa fabricante de coletores solares, forneceu equipamentos para o aquecimento de água das piscinas do Sesc Belenzinho, unidade inaugurada em dezembro de 2010. Das seis piscinas do complexo aquático, duas são aquecidas por energia solar, com capacidade de 1,3 milhões de litros de água, foram instalados 1.515m² de coletores, área com capacidade de geração de energia para cerca de 551.600 kWh por ano, energia necessária para manter a temperatura entre 27 a 29ºC, aquecimento dentro do nível de conforto para os usuários. Caso fosse utilizado um sistema elétrico para o aquecimento das piscinas, seriam necessários 1031.000 kWh por ano, 50% a mais no consumo de energia, o que significa uma conta de luz com 50% a mais no valor a ser pago. O sistema solar ainda prevê o retorno do investimento em um ano, após o inicio das atividades.

    Para Gerente Comercial da E2solar, Isabel C. Boloni “instalações desse porte são extremamente importantes, demonstra que a empresa está preparada para atender desde uma pequena instalação até instalações mais complexas, como a do Sesc Belenzinho. Nossas linhas de produtos são de alta eficiência e qualidade. Além da capacidade técnica, o que nos permiti atender as necessidades dos clientes e dar a garantia de um excelente resultado”.

    A escolha da E2solar pela construtora Mendes Junior se deu após licitação, onde a empresa se destacou das demais por questões técnicas e qualidade de seus produtos. Os coletores solares escolhidos para atender a solicitação do Sesc têm as especificações técnicas necessárias para manter as piscinas aquecidas e são certificados pelo INMETRO.

    Serão duas as piscinas aquecidas pelo sistema solar, a infantil e da recreação, que, juntas, por utilizarem energia limpa, deixarão de emitir 46,6 toneladas de CO2 em um ano, o que equivale a 10,6 acres de floresta absorvendo gás carbono.

    Entre os desafios para a E2Solar realizar a obra com sucesso, estava encontrar uma solução para fixação suspensa sobre o telhado, trabalhando a distribuição de peso sem comprometer a estrutura do mesmo.

    Sobre a E2solar
    A indústria de aquecedores solares tem apresentado um crescimento médio anual superior a 30%. Este crescimento se deu através de ações pontuais que estão alterando o ritmo do setor como a Lei Solar 14.459 da cidade de São Paulo, Habitação de Interesse Social, mercado industrial, entre outros.

    Desde sua abertura, em 2004, a E2solar cresceu em níveis superiores á média do mercado, uma vez que tem como diferencial a busca de soluções criativas e eficientes para atender as diversas demandas existentes. Hoje, a empresa atua nos segmentos industrial, comercial, aquecimento de piscinas, consumidor residencial Habitações de Interesse Social (HIS).

    Assessoria de imprensa
    MCO Comunicação Empresarial
    Jornalista responsável: Maria Cecília Martins

    Divulgação
    Alessandra Lopes
    E-mail: Alessandra.lopes@mcocom.com.br
    SP, dezembro/2010

     
  • 18 jan

    Brasil ganha o mais abrangente prêmio de consumo e iniciativas sustentáveis GreenBest vai apontar as empresas, projetos e produtos que mais se destaca 

    17 de janeiro de 2011 – O mercado de sustentabilidade e os consumidores interessados em produtos ecológicos ganham hoje a maior premiação voltada a empresas, produtos e projetos sustentáveis do país, o Prêmio GreenBest. A premiação vai eleger as iniciativas de maior destaque por meio de votação do público e de um júri de especialistas, batizado de Academia GreenBest. Esta votação é auditada pela Ernst & Young Terco. É a primeira vez que um prêmio de sustentabilidade é desenvolvido no Brasil permitindo voto popular em larga escala e integrando a web e as redes sociais na votação. O público poderá votar a partir de 17 de janeiro e os vencedores serão conhecidos no dia 17 de maio. Para votar basta entrar em http://www.greenbest.com.br e escolher dentre os participantes.

    Idealizado por Marcos Wettreich, criador do prêmio iBest em três países (Brasil, México e Espanha), também conhecido como o Oscar da Internet, o Prêmio GreenBest traz na sua primeira edição 16 categorias com dez finalistas cada uma (TOP10), definidos pelo Comitê GreenBest, além do prêmio especial Grand Prix para a empresa ou iniciativa mais votada dentre todos os concorrentes.

    As categorias são:
    • Alimentação
    • Arquitetura e Construção
    • Beleza e Cuidados Pessoais
    • Campanha Publicitária
    • Energia
    • Governo
    • Jornalista e Blogueiro
    • Materiais Inovadores
    • Moda
    • Móveis e Decoração
    • Organizações Não Governamentais (ONG)
    • Personalidade do Ano
    • Sites e Aplicativos
    • Tecnologia
    • Transportes
    • Veículo de Comunicação

    “Vamos fazer do GreenBest um farol para as melhores iniciativas de sustentabilidade no nosso país. Desta forma, os brasileiros poderão conhecer e escolher quais são as empresas, os produtos e os projetos que realmente se diferenciam para preservar nosso planeta – e assim estaremos contribuindo para criar um padrão de excelência para todos se guiarem”, diz Marcos Wettreich, CEO do GreenBest e do Greenvana, empresa focada no desenvolvimento do consumo e comportamento sustentável e realizadora do Prêmio GreenBest.

    As categorias foram escolhidas baseadas nos setores que apresentam hoje maior maturidade e número de iniciativas ligadas à sustentabilidade. Para selecionar os TOP10 foram levados em conta os quesitos iniciativa, inovação, sustentabilidade do negócio e/ou produto, impacto socioambiental e contribuição para o desenvolvimento da consciência e do mercado sustentável. Cada categoria terá dois vencedores, um escolhido pelo público e outro pelo júri oficial.

    Sobre o Greenvana
    O Greenvana atua em diversas áreas focadas em consumo e comportamento sustentável. No varejo, conta com a maior loja virtual de produtos eco-friendly do Brasil, o Greenvana EcoStore (www.greenvana.com), e com uma loja física no Rio de Janeiro. Na área de mídia, conta com um dos maiores portais de conteúdo sustentável no Brasil, o Greenvana Style (www.greenvanastyle.com), com o buscador que planta árvores de acordo com a utilização popular, o Greengle (www.greengle.com.br), e realiza o Prêmio GreenBest.

    Conheça os TOP10 de cada categoria

    Alimentação:
    Empresa Concorrente
    AMMA Chocolate Orgânico
    Grupo Pão de Açúcar Produtos Casino Bio
    Grupo Pão de Açúcar Carnes Taeq
    JBS Friboi Organic Beef
    Mãe Terra Produtos Orgânicos
    Native Produtos Orgânicos
    Nestlé Nespresso
    Starbucks Café Starbucks
    Vale das Palmeiras Hortifruti Orgânico
    Walmart Brasil
    Peixes certificados “Friend of the Sea”

    Arquitetura e Construção:
    Empresa Concorrente
    Aflalo & Gasperini Arquitetos Eldorado Business Tower
    Aflalo & Gasperini Arquitetos, Método Engenharia , Tishman Speyer e Pamela Burton & Company Rochaverá Corporate Towers
    Amima Arquitetura e Instituto Jatobás Centro de Cultura Max Feffer
    Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz -FGMF, Epigram//GROUP e Natura Casa Natura Santo André
    Gesto Arquitetura Parque Ecológico Imigrantes
    Grupo Pão de Açúcar Pão de Açúcar Indaiatuba
    Inovatech Engenharia, Thá e Leroy Merlin Leroy Merlin Niterói
    Levisky Arquitetos Associados, Cia de Projetos e Instituto Abril Praça Victor Civita
    Racional Engenharia Edifício do Hospital Israelita Albert Einstein Unidade Morumbi
    Ruy Rezende Arquitetura e Bracor Edifício Cidade Nova

    Beleza e Cuidados Pessoais:
    Empresa Concorrente
    Cadiveu Glamour Rubi Reestruturante
    Ikove Máscara de Argila Branca da Amazônia
    Johnson & Johnson Brasil Reach Eco Essencial
    Kiehl’s Linha Açaí Orgânico
    La Prairie Linha La Prairie Advanced Marine Biology
    L’Occitane Linha Oliva Orgânica
    L’Oréal Shampoo Pureté Naturelle (Série Nature)
    Natura Linha Natura Ekos Açaí Safra 2010
    Surya Brasil Linha Amazônia Preciosa
    Weleda Linha Romã

    Campanha Publicitária:
    Empresa Concorrente
    Ambev Movimento CYAN
    Coca-Cola Coca-Cola PlantBottle
    Greenpeace Greenpeace contra a Nestlé
    Havaianas e Instituto Ipê Mini-floresta Havaianas–Ipê
    Ministério Público Campanha Carne Legal
    Petrobras Petrobras nas Ondas
    Santander Práticas em Sustentabilidade
    SOS Mata Atlântica Xixi no Banho
    SWU SWU Começa com você
    WWF Hora do Planeta

    Energia:
    Empresa Concorrente
    CPFL Energia Energia Eólica CPFL
    EDP Renováveis Energia Eólica EDP
    Eletrobrás ReLuz
    Gás Verde S. A. Usina de Biogás do Aterro de Gramacho
    Global Master Concentrador Solar Parabólico
    Governo Federal Programa Nacional de Óleo de Palma
    Ministério de Minas e Energia Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa)
    Petrobras Biocombustível e BSBIOS Usina de Biodiesel
    Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo Etanol Verde
    TJMC Empreendimentos Ltda. e Núcleo Técnico-Ambiental Natureza Limpa

    Governo:
    Instituição Concorrente
    Governo do Estado do Rio de Janeiro Asfalto sustentável
    Instituto Nacional de Pesquisa Espacial Brasileiro (INPE) Monitoramento de florestas INPE
    Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Governo Federal Lei dos Orgânicos
    Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal
    Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC)
    Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal Política Nacional dos Resíduos Sólidos
    Prefeitura de Curitiba Cidade de Curitiba
    Secretaria de Desenvolvimento de São Paulo Linha de Crédito Economia Verde Agência de Fomento Paulista
    Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Rio de Janeiro Lei Estadual das Sacolas Plásticas
    Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo Município Verde Azul

    Jornalista e Blogueiro:
    Concorrente Veículo
    Aline Ribeiro Época – Blog do Planeta
    Amélia Gonzalez Razão Social – O Globo
    André Trigueiro Cidades e Soluções – GloboNews
    Andrea Vialli O Estado de S. Paulo
    Denis Russo Blog Sustentável é Pouco Veja.com
    Marcia Bindo Vida Simples
    Marcos Sá Corrêa O Eco
    Priscilla Santos Revista Galileu
    Ricardo Voltolini Idéia Sustentável
    Washington Novaes Colunista O Estado de S. Paulo e O Popular e consultor da TV Cultura

    Materiais Inovadores:
    Empresa Concorrente
    Aracruz Produtos de Madeira Lyptus
    Biomater Eco-materiais Plástico biodegradável e amido de milho e batata
    Braskem Polietileno verde
    CBPAK Embalagem biodegradável de mandioca
    Dupont Corian
    Ecoblock Madeira de plástico reutilizado
    EcoSimple Tecido reciclado
    Tavex BioDenim
    Tinta Solum Tinta Ecológica Mineral
    Vitopel Vitopaper

    Moda:
    Empresa Concorrente
    Alexandre Herchcovitch Peças com tecido reciclado
    Carlos Miele Jeans BioDenim da Tavex
    Eden Coleção em algodão orgânico e tingimento natural
    Fujiro Camisetas Econcept em tecido PET
    Goóc Calçados feitos com pneus reciclados
    Maria Bonita Bolsa de madeira de reflorestamento
    Melissa Melissa Corallo by irmãos Campana
    Osklen Coleção com tingimento natural e algodão orgânico
    Redley Bermuda Upcycled
    Rogério Lima Acessories Bolsa feita com saco de cimento

    Móveis e Decoração:
    Empresa Concorrente
    ArteFama Móveis de madeira certificada
    Carlos Motta Móveis em Madeira Reutilizada
    Domingos Tótora Peças com papel kraft reciclado
    ETEL Interiores Móveis certificados
    Herman Miller Cadeira Sayl
    Lyptus Peças Ana Paula Castro
    Pedro Petry Peças de madeira certificada e reaproveitada
    Tora Brasil Móveis certificados
    Wagner Archela Coleção Mangue em Corian
    Welf Produtos em bambu

    Organização Não Governamental (ONG):
    Instituição
    Fundação O Boticário
    Greenpeace Brasil
    Instituto Akatu
    Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam)
    Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ)
    Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon)
    Instituto Ethos
    Projeto Tamar
    SOS Mata Atlântica
    WWF-Brasil

    Personalidade do Ano:
    Concorrente Profissão
    Carlos Minc Político
    Daniel Feffer Empresário
    Fabio Barbosa Executivo
    Gisele Bündchen Modelo
    Guilherme Peirão Leal Executivo
    Izabella Teixeira Política
    Leontino Balbo Júnior Empresário
    Marcos Sá Corrêa Jornalista
    Marina Silva Política
    Oskar Metsavaht Empresário

    Sites e Aplicativos
    Empresa Concorrente
    Abipet Levpet
    FIAT eco:Drive
    Good Guide Good Guide
    Google Google Earth
    Grupo Abril e WWF Aves do Brasil – Mata Atlântica
    Grupo Pão de Açúcar Qualidade desde a Origem
    International Strategy for Disaster Reduction (ISDR) Stop Disasters!
    Mother Gaia Studio Cidade Verde
    Petrobras Biomapas
    Viterbi School of Engineering Visibility

    Tecnologia:
    Empresa Concorrente
    Apple iPad
    Dell Monitor Dell Professional P2011H
    HP Impressora Multifuncional F4480
    Kyocera Mita Impressora ECOSYS
    Motorola Celular MOTO W233
    Nokia Celular Nokia N8-00
    Philips TV Econova
    Samsung Celular Blue Earth
    Sony Netbook Vaio W Eco
    Sony Ericsson Celular Elm

    Transportes:
    Empresa Concorrente
    Companhia Paranaense de Energia – Copel Táxi elétrico
    CPFL Energia Programa de Veículos Elétricos
    DPaschoal Economia Verde
    Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) Ônibus movido a hidrogênio
    Ford Ford Fusion Hybrid
    Governo do Estado do Ceará Veículo leve sobre trilhos (VLT) do Cariri
    Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) Ônibus movido a hidrogênio
    TAP Portugal Programa de Compensação de Emissões
    Volkswagen Gol Ecomotion
    Zazcar Compartilhamento de carro

    Veículo de Comunicação:
    Empresa Concorrente
    Associação O Eco Site O Eco
    Eco Desenvolvimento Portal EcoDesenvolvimento
    Editora Abril Guia Exame de Sustentabilidade
    Editora Abril Planeta Sustentável
    Editora Abril Veja Sustentabilidade
    Editora Globo Época Negócios
    Editora Vespa Revista Sustentabilidade
    Globo News Programa Cidades e Soluções
    O Estado de S. Paulo Caderno Planeta
    O Globo Caderno Razão Social

     
  • 13 jan

    Reponsabilidade Social: Investimento e Desenvolvimento Social 

    O IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – é uma OSCIP – organização da sociedade civil de interesse público – fundada em 1999 com o objetivo de reduzir as desigualdades sociais do País e promover o desenvolvimento social, incentivando o investimento social privado e o engajamento de comunidades, organizações e indivíduos em ações sociais transformadoras da realidade.

    Em seu primeiro ano de existência, ao passar por uma estruturação interna o IDIS recebeu apoio financeiro da Fundação W.K. Kellogg. Em 2000 já está com sua primeira equipe técnica e administrativa formada, lançando o Programa Doar e um curso de atualização em Administração de Organizações da Sociedade Civil, iniciando também consultorias com diversas entidades. Em 2001 promove o I Seminário Internacional de Investimento Social na Comunidade: Rumos para o Desenvolvimento Local, iniciando também suas atividades com pesquisa e publicações. O instituto sistematiza modelos diferentes de intervenção social, disseminando o conhecimento e práticas que possam ser úteis a um maior número de pessoas, além das que participam de suas iniciativas e consultorias. Aprendizado, transparência e co-responsabilidades são valores promovidos, o compromisso do IDIS é atuar como uma organização da sociedade civil que aumente o impacto e a transformação através do investimento social. Para isso realiza consultoria e capacitação de empresas e organizações, desenvolve metodologias e técnicas inovadoras para o desenvolvimento comunitário, além de realizar pesquisas, seminários e publicações sobre práticas de investimento social. “Fazer com que esta participação privada e voluntária seja estratégica, eficiente, eficaz e transformadora da realidade é o compromisso do IDIS” afirma Marcos Kisil, diretor presidente do instituto. Trazendo à tona a importância do empreendedorismo social e do investimento social são parte da essência de suas atividades. O objetivo é fomentar o desenvolvimento comunitário e social através de idéias e metodologias inovadoras.

    Para saber mais acesse o site do IDIS: http://www.idis.org.br/

     
  • 13 jan

    Chuvas de verão não são mais a “sensação” 

    Nos últimos anos o verão no Brasil tem se tornado a estação das tragédias. O que antes era a estação mais esperada do ano hoje tem sido uma das mais temidas pela população, principalmente para aquelas que habitam áreas de encostas, morros, com declives acentuados. Os governos têm tido dificuldades em adotar medidas preventivas contra enchentes e deslizamentos de terra e isso tem colocado em risco a população que habita as chamadas áreas de risco.
    A prefeitura de São Paulo, desde 2005, vem aumentando o investimento nos sistemas de drenagem, limpeza dos poços de visita, ampliação das galerias e ramais, limpeza manual e mecânica de córregos e construção de piscinões, limpeza das bocas de lobo, mas essas medidas têm sido insuficientes e a cada dia, quando chove, a situação da população das cidades tem entrado em colapso. A questão das enchentes nas cidades tem causado um verdadeiro estado de medo na população, que hoje recebe orientação da defesa civil ou para deixar suas residências em função dos riscos de deslizamentos de terra e desmoronamento, ou para não saírem de casa em função dos pontos de alagamento da cidade de São Paulo para não colocar em risco sua vida.
    O Estado de São Paulo também possui o processo de regularização fundiária, que hoje conta com o apoio do projeto cidade legal, através do decreto estadual n° 52.052/2007, e tem a adesão de 407 municípios conveniados e 11.000 núcleos. Este processo prevê a aprovação de terrenos, e com isso é esperado que as áreas de risco sejam evitadas para a construção de habitações.
    O que fazer para evitar estes problemas?
    Segundo dados apresentados pelo IPT em 2010, seria necessário adotar medidas para reduzir e minimizar os problemas, como: eliminar ou reduzir as áreas de risco já existentes através de obras de contenção, drenagem e proteção superficial, reurbanização e realocação de moradias e população; evitar a formação de áreas de risco por meio de planejamento urbano, plano diretor, código de obras e fiscalização.

    Outros aspectos estão relacionados à conscientização da população em relação ao lixo. Como ele não é descartado de maneira correta, acaba entupindo os bueiros, bocas de lobo e provocando alagamentos na cidade, o que causa transtornos econômicos, ambientais e sociais.

    Por fim, é inacreditável que a prefeitura de São Paulo possa conceder licença para as construtoras, como Kallas, Brookfield, Rossi, Even e MaxHaus, construírem novos empreendimentos, por sinal totalmente vendidos, bem na Avenida Mofarrej, que sempre vira um rio em dias de chuvas torrenciais, com bastante lixo boiando sobre a água.

    No dia 11 de janeiro deste ano a Av. Mofarrej estava completamente alagada, mas as obras do empreendimento da construtora Brookfield continuavam a todo vapor. Será que isso está correto?

    Por: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar, Relações Públicas, Especialista em Sustentabilidade

     
    • Frederico Carlos Martins de Menezes Filho 21:12 em 13 13America/Sao_Paulo janeiro 13America/Sao_Paulo 2011 Link permanente | Faça login para responder

      Vivian, li o seu texto e realmente é inaceitável como a pressão imobiliária vence a burocracia municipal e alavanca o “crescimento” verticalizado das cidades como verdadeiros paliteiros deixando de lado a sustentabilidade do ambiente pela intensa impermeabilização. Como já escrevi em meu blog e isto já é sabido, a drenagem urbana é simplesmente um problema de alocação de espaços. Não adiantam medidas como a ampliação dos condutos (galerias de águas pluviais) bem como de canalizações e até mesmo piscinões subdimensionados se posteriormente conceitos básicos que são ensinados na pré-escola são esquecidos como a necessidade da infiltração da água, da recarga do lençol freático bem como da preservação de áreas verdes. Como disses, que triste verão das águas urbanas…Parabéns pelo texto!

    • Vivi 12:01 em 14 14America/Sao_Paulo janeiro 14America/Sao_Paulo 2011 Link permanente | Faça login para responder

      Caro Frederico, obrigada pelo seu comentário realmente é inacreditável. Você como é engenheiro sabe da responsabilidade com a vida das pessoas que habitam as edificações. Caso seja do seu interesse você também poderia nos enviar um artigo de sua autoria sobre este tema. Abraços, Vivian Blaso

  • 13 jan

    Vídeo: Comece 2011 Repensando o Consumo 

    O jornalista André Trigueiro falou ao TEDxSudeste 2010 (Tecnologia, Entretenimento, Design) sobre a necessidade de se repensar o consumo e seu papel na sociedade. Um consumo consciente é essencial no desafio da sustentabilidade para o século XXI. As conferências TED (Technology, Entertainment, Design) começaram nos Estados Unidos através da fundação sem fins lucrativos Sapling Foundation, com o objetivo de servir de canal para difundir idéias nas áreas de tecnologia, cultura e sociedade, atualmente existem conferencias regionais como a que aconteceu no Rio de Janeiro ano passado.

     
  • 12 jan

    Iniciativa Orgânica: Sustentável antes da Sustentabilidade 

    A empresa Orgânica foi fundada pelo casal de engenheiros agrônomos Luiz Antonio e Pérola Galhardi em 1989, inicialmente produzindo buchas vegetais em sua propriedade rural em Avaré, interior de São Paulo. O empreendimento foi pioneiro no desenvolvimento de produtos orgânicos como a bucha vegetal e sabonetes esfoliantes no Brasil.

    A importância de materiais orgânicos tanto para a saúde quanto para o meio ambiente, no início, ainda não era uma tendência de mercado, o que fez o empreendimento parecer estranho enquanto os produtos sintéticos eram dominantes nas prateleiras. Os conceitos de desenvolvimento sustentável e sustentabilidade ainda eram pouco conhecidos nos anos anteriores à Cúpula da Terra em 1992. Curiosamente foi exatamente em 1992, após seus três primeiros anos de vida, que a empresa obteve lucro substancial. O crescimento atraiu clientes de peso, empresas como Natura, Pão de Açúcar e Wal-Mart. O que fez com que seu sítio de 45 hectares se tornasse pequeno para a demanda. Diante desse quadro a Orgânica distribuiu sementes aos vizinhos, que recebem um pagamento pré-determinado de acordo com o volume produzido, além de disponibilizar sementes e apoio técnico.

    Atualmente especializada em cosméticos e produtos de origem vegetal, através de pesquisa e desenvolvimento a empresa já possui 10 mil pés de sua principal matéria-prima: a bucha vegetal . A empresa buscou também adequar sua cadeia produtiva à sustentabilidade, logo depois de colhida a planta passa por um processo de ressecamento, extraindo a casca e a seiva, que são utilizadas como húmus para o solo. Já a madeira utilizada possui o selo Forest Stewardship Council – FSC. A empresa desenvolveu técnicas sustentáveis para a produção, promovendo cursos de manejo orgânico para famílias em áreas rurais de Minas Gerais, Paraná e Bahia, atualmente fornecedoras da matéria-prima. No controle de pragas, iscas atraem os insetos para longe da plantação e cinzas da caldeira de uma fábrica local servem de como “repelente”.

    Para saber mais sobre a empresa e seus produtos acesse o site: http://www.organicas.com.br/
     
  • 10 jan

    Arte contemporânea e transformação social 

    Bernardo Paz, idealizador do Inhotim, representa a instituição em debate internacional

    O idealizador e presidente do Conselho de Administração do Instituto Inhotim, Bernardo Paz, participa em Davos, na Suíça, da 4ª Mesa Redonda Filantrópica promovida pelo empresário ucraniano Victor Pinchuk. O encontro acontece em 27 de janeiro de 2011, paralelamente a 41ª Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial, e discute o apoio da arte contemporânea e o papel de filantrópicos na transformação de uma sociedade.

    No evento, Paz estará acompanhado pelo diretor executivo do Inhotim, Hugo Vocurca, e também pelo curador e diretor artístico, Jochen Volz. Na mesa redonda, presidida pelo escritor brasileiro Paulo Coelho, o idealizador do Instituto estará ao lado dos artistas Jeff Koons e Olafur Eliasson, e da presidente do Museu de Arte Moderna do Qatar, Sheikha Mayassa, para falar das atividades desenvolvidas pelo Instituto nas áreas de Inclusão e Cidadania, e do educativo de arte e meio ambiente.

    A experiência pessoal de Paz na criação do Inhotim, os motivos que o levaram a construir um dos espaços mais importantes da arte contemporânea mundial, a amizade com o mestre paisagista Roberto Burle Marx e com grandes artistas como Tunga e Cildo Meireles também serão assuntos abordados em sua apresentação. “A formação do acervo do Inhotim começou pelo meu apreço por arte, por botânica e pelos contatos que eu tinha com vários artistas brasileiros. E esse contato me transformou profundamente. Com o tempo percebi que tudo que formei ao longo dos anos e que estava reunido em minha fazenda transcendia a posse individual e tinha um valor como conjunto de acervo botânico e de arte que deveria se tornar um patrimônio público”, conta Paz.

    Inhotim, um lugar transformador

    Em 2006, o Inhotim foi aberto ao público, com seis galerias dedicadas a arte contemporânea e uma coleção botânica de grande importância. Quatro anos depois da inauguração do Instituto, mais de 500 mil pessoas já visitaram o local, que hoje conta com 17 galerias, 100 hectares de área de visitação e um jardim botânico com a maior coleção de palmeiras do mundo, cerca de 1500 espécies. O sonho de Bernardo Paz em utilizar o acervo de arte e meio ambiente nos projetos educativos e na formação de profissionais é hoje uma realidade.

    Através das ações educativas, o Inhotim desenvolve programas destinados a estudantes e professores da rede de ensino pública e privada visando à ampliação do acesso, à formação de público, ao uso da arte como leitura da contemporaneidade e à difusão de iniciativas e projetos avançados na área ambiental. Os programas oferecem aos participantes a oportunidade de exercitar a aprendizagem fora do ambiente escolar, num local que favorece a prática da interdisciplinaridade, e propõe a execução de projetos que envolvam professores, agentes comunitários e estudantes. Entre janeiro de 2008 e julho de 2010, as ações educativas do Instituto receberam mais de 42 mil alunos e 3.500 mil professores.

    O diretor executivo do Inhotim, Hugo Vocurca, chama a atenção para o fato de que o Instituto desenvolve diversos programas educativos junto às crianças e adolescentes da cidade de Brumadinho e de todo o seu entorno. Para ele, “a cidadania contemporânea deve incluir o acesso aos bens da cultura e o Inhotim tem se tornado uma instituição de referência no âmbito nacional e internacional no aspecto não apenas da produção do conhecimento, mas também de sua difusão”.

    Outras ações também são desenvolvidas pelo Inhotim através da diretoria de Inclusão e Cidadania, como forma de manter as tradições culturais da cidade de Brumadinho e de melhorar a qualidade de vida na região. É o caso do projeto Brumadinho Musical, que reúne crianças, jovens e adultos nos corais Inhotim Encanto e também nas quatro bandas existentes no município. Importante interlocução também tem sido estabelecida com os empresários da região para o incremento de suas atividades econômicas, como os artesãos alimentícios e manuais. “Inhotim é um espaço mais que impressionante, é transformador”, considera o diretor de arte, Jochen Voz.

    INHOTIM
    ISABELA MARSCHNER
    Assessora de Imprensa
    31 3223.8224 / 31 9765 3870
    31 3571.6638
    http://www.inhotim.org.br

     
  • 7 jan

    Dica de Leitura – Série coordenada por José Goldemberg 

    A Série Sustentabilidade da Editora Blucher é composta por 10 livros e foi coordenada pelo físico José Goldemberg professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP). Nos livros renomados pesquisadores brasileiros abordam o conceito de sustentabilidade em uma perspectiva científica sobre o assunto em suas áreas de especialidade. Os livros da série tentam explicar o que precisa ser feito em cada um das áreas abrangidas para que se possa ter efetivamente a sustentabilidade. A série se alinha ao conceito clássico de desenvolvimento sustentável do Relatório de Bundtland em 1987, que recomendava um novo padrão de uso dos recursos naturais que atendesse as necessidades atuais e das futuras gerações. Pode-se dizer que a mensagem da série é otimista, apesar dos grandes desafios enfrentados diante do crescimento populacional sem controle e da industrialização predatória em que muitos já aderem a um sentimento apocalíptico, os autores acreditam que é possível tomar as mudanças e medidas necessárias para alcançar um desenvolvimento sustentável e superar os desafios.
    Volume 1 – População e Ambiente: os pesquisadores do Núcleo de Estudos de População (NEPO) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Daniel Joseph Hogan, Eduardo Marandola Jr. e Ricardo Ojima abordam a relação entre o crescimento e desenvolvimento das populações humanas e sua relação com o meio ambiente na perspectiva da sustentabilidade. O livro analisa desde os dilemas sócio-ambientais do crescimento populacional e dos aglomerados urbanos até a mensuração dos impactos ambientais através da pegada ecológica e o desafio da adaptação das populações frente ao desafio da sustentabilidade.
    Volume 2 – Segurança e Alimento: foi escrito por Bernadette D. G. M. Franco e Silvia M. Franciscato Cozzolino, professoras titulares do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP). Franco e Cozzolino analisam a questão da segurança alimentar, os perigos inerentes aos alimentos, principalmente diante do desenvolvimento da Indústria Alimentícia e a crescente preocupação com a saúde.
    Volume 3 – Espécies e Ecossistemas: o biólogo Fábio Olmos Corrêa Neves doutor em Zoologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) analisa a questão da biodiversidade e sua relação com a sustentabilidade.

    Volume 4 – Energia e Desenvolvimento Sustentável: o próprio José Goldemberg analisa a questão da energia frente aos desafios da sustentabilidade, abordando as diferentes fontes energéticas, os atuais problemas do sistema energético e as oportunidades e possibilidades para o desenvolvimento sustentável.

    Volume 5 – O Desafio da Sustentabilidade na Construção Civil: os engenheiros e professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) Vanderley Moacir John e Vahan Agopyan analisam as mudanças que a sustentabilidade tem causado nas tendencias da construção civil.

    Volume 6 – Metrópoles e o Desafio Urbano: foi escrito por Marcelo de Andrade Romero professor titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e Gilda Collet Bruna Doutora em Arquitetura e Urbanismo também pela USP e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Os autores analisam a pespectiva das metrópoles frente a gestão ambiental e as políticas públicas alinhadas com a sustentabilidade.
    Volume 7 – Sustentabilidade dos Oceanos: Sônia Maria Flores Gianesella, livre-docente do Instituto Oceanográfico da USP, e Flavia Marisa Prado Saldanha-Corrêa, doutora em Oceonografia Biológica também pelo Instituto Oceonográfico da USP, abordam os ecossistemas oceanicos seus serviços e recursos juntamente com o desafio da sustentabilidade nos oceanos tanto no ambito cientifico como político.
    Volume 8 – Espaço, foi escrito por José Carlos Neves Epiphanio engenheiro agronomo e doutor pela USP, Evelyn Márcia Leão de Moraes Novo pesquisadora titular do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE, e Luiz Augusto Toledo Machado coordenador geral do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos também do INPE. Os autores abordam a importancia da tecnologia espacial tanto para a ciência quanto na ambito geopolítico e seu papel para a sustentabilidade.
    Volume 9 – Antártica e as Mudanças Globais: os principais pesquisadores brasileiros envolvidos com estudos em Geociências na Antártica analisam a importancia da região e os desafios trazidos com as mudanças climáticas.
    Volume 10 – Energia Nuclear e Sustentabilidade: é escrito pelos pesquisadores Leonam dos Santos Guimarães doutor em engenharia naval e oceânica pela Escola Politécnica da USP, e José Roberto Loureiro de Mattos, doutor em engenharia química pela UNICAMP e diretor do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear. Os pesquisadores analisam a importancia da energia nuclear para o fim da dependencia do carbono, abordando questões controversas como os aspectos de segurança e confiabilidade da energia nuclear.
    Para mais informações sobre a série acesse o site da Editora Blucher:
    http://www.blucher.com.br/area.asp?Codarea=311
     
  • 5 jan

    Assista o vídeo sobre a Terracycle 

     
  • 5 jan

    Terracycle e Nestlé 

    A Nestlé está cuidando da reciclagem de suas embalagens em parceria com a Terracycle
    O objetivo da Terracycle é reciclar de maneira diferente, atravé do conceito Upcycling uma nova maneira de reciclar, ou seja, produzir novos produtos com menos energia e muitos mais sustentáveis.
    A Brigada Nestlé Chocolover é resultado da parceria entre as duas empresas e está em operação para possibilitar a transformação de milhares de embalagens de chocolates descartadas pelos consumidores em materia prima para produtos como bolsas, sacolas, mochilas dentre outros.Para participar basta acessar o site http://www.terracycle.com.br/ e começar a coletar embalagens de chocolates Nestlé. Depois, é preciso apenas enviá-las ( minimo de 100 unidades por remessa) gratuitamente para a TerraCycle. Cada 0,8 gramas valem R$ 0,02, que serão pagos diretamente pela TerraCycle para a organização sem fins lucrativos que você escolher.
     
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