Atualizações de novembro 2009 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 25 nov

    Sacolas “bioirreverentes” 

    Estimativas da indústria indicam que o Brasil produz cerca de 210 mil toneladas de plástico-filme por ano, material usado nas embalagens que leva de 100 a 300 anos para se decompor. Preocupada com a degradação do meio ambiente, a Puket substituiu as sacolas plásticas pelas biodegradáveis. União perfeita do layout colorido e divertido com o plástico biodegradável, as novas sacolas Puket transmitem a irreverência e bom humor da marca, e o melhor: não agridem ao meio ambiente.
     
  • 25 nov

    Nestlé incentiva reciclagem 

    A Nestlé Brasil termina a promoção “Nestlé, Nós Torcemos Por Você” (que solicitava aos consumidores que guardassem embalagens de produtos, para apresentarem caso fossem sorteados) com uma ação de reciclagem realizada em parceria com mais de 100 lojas das redes, Carrefour, Compre Bem e WalMart. A partir do dia 23 de novembro, os consumidores serão convidados a levarem as embalagens aos postos de coleta já existentes nos pontos-de-venda. O objetivo é reforçar a importância do descarte consciente.

    A campanha que acontecerá primeiramente na cidade de São Paulo usará as mesmas peças publicitárias trabalhadas durante a promoção “Nestlé, Nós Torcemos Por Você” para não gerar mais impressão de papéis como take one, cartazes, displays etc. Com isso, a empresa reforça a importância deste ato para a questão da sustentabilidade. A previsão é que a ação se estenda para os outros Estados a partir do ano que vem.

     
  • 20 nov

    Sustentabilidade na Cadeia de Materiais da Construção Civil 

    Nos últimos meses tenho percebido que finalmente a sustentabilidade no setor da construção civil tem sido pauta das discussões internas das empresas fornecedoras de insumos.

    Tenho realizado algumas visitas técnicas em alguns fabricantes do setor e participado de alguns eventos que apontam para dois caminhos: desenvolvimento de novos produtos com foco na sustentabilidade e a mensuração dos resultados sobre a emissão de CO2 na cadeia produtiva.

    Os laboratórios de desenvolvimento de novos produtos em parceria com as equipes comerciais das empresas deste setor têm procurado estabelecer um diálogo criativo e voltado para a inovação em sustentabilidade. Essa nova demanda por produtos que atendam quesitos de sustentabilidade muitas vezes tem sido estimulada pelas construtoras que tem trabalhado com as certificações de empreendimentos como LEEED e AQUA, dessa forma os laboratórios de desenvolvimento de novos produtos das empresas têm lido os guidelines dessas certificações para a sua orientação no desenvolvimento de novos produtos para atender este mercado.

    Certificação Aqua – Alta Qualidade Ambiental

    A Certificação da Construção Sustentável – Processo AQUA atesta, de forma inegável e inequívoca, a Alta Qualidade Ambiental do Empreendimento, provada por meio de auditorias independentes. Os benefícios de um Empreendimento Certificado Processo AQUA são: qualidade de vida do usuário; economias de água, energia, disposição de resíduos e manutenção; e contribuição para o desenvolvimento sócio-econômico-ambiental.
    Fonte: http://www.vanzolini.org.br/
    Certificação LEED
    Para receber a certificação LEED de prédio verde, uma construção deve seguir alguns quesitos. Espaço sustentável (SS),Eficiência do uso da água (WE), Energia e Atmosfera (EA), Materiais e Recursos (MR),Qualidade ambiental interna (EQ) ,Inovação e Processos.
    Hoje, são 69 critérios e cada um deles vale um ponto. Estes critérios levam em consideração todo o ciclo de vida do empreendimento desde a sua concepção, construção, operação e descarte de resíduos após sua vida útil. Caso atinja no mínimo 26 pontos e atenda os 7 pré-requisitos, o prédio estará de acordo com as preocupações de sustentabilidade e recebe a certificação LEED básica. A partir de 33 pontos, recebe o certificado prata. Quando chega a 39, recebe o ouro. A partir de 52 pontos atinge-se a certificação máxima, que é de platina. A partir de 52 pontos atinge-se a certificação máxima, que é de platina. Três empreendimentos já certificados no Brasil estão na categoria prata e o outro na cataegoaria verde(básica).
    Fonte: http://www.gbcbrasil.org.br/pt/index.php?pag=faq.php

    Por exemplo, as certificações LEED e AQUA apontam a qualidade do ambiente interno de uma edificação como um dos requisitos para certificação. Essa qualidade está relacionada às emissões de compostos orgânicos voláteis (VOCS). Os setores de tintas, selantes e solventes são impactados diretamente com essa nova necessidade de adequação de seus produtos, pois essa qualidade do ar está relacionada às questões ambientais e de qualidade de vida os usuários, ou seja, para se adaptar a nova demanda é necessário também atender as necessidades do setor e hoje temos, por exemplo, as tintas a base de água que possuem um índice de toxicidade menor do que as tintas convencionais.

    Outro fator que tem impulsionado a cadeia da construção a se preocupar com as questões da sustentabilidade são as novas legislações que tem sido implementadas em função do aquecimento global e das mudanças climáticas. Na Europa já existem cotas de emissão aplicadas a empresas de alguns setores industriais bem como um imposto.

    No Brasil, o Governo Federal e Governo do Estado de São Paulo aprovaram recentemente metas de redução da emissão de gás carbônico CO2Em São Paulo, a lei municipal aprovada em junho tem como meta cortar até 2012 em 30% as emissões em relação aos valores verificados em inventário concluído em 2005.

    O Conselho Brasileiro de Construção Sustentável em maio de 2009 tornou-se membro do SBCI (Sustainable Buildings & Construction Initiative). Alinhados às iniciativas globais deste grupo, o CBCS iniciou o desenvolvimento de projetos voltados à eficiência energética e às emissões de CO2 dos edifícios. O comitê temático de materiais do CBCS promoveu em sua última reunião com a participação dos setores de aço e cimento uma apresentação das metodologias e os entraves que cada indústria tem percebido no processo de avaliação das emissões de CO2, agora o próximo passo será a verificação do estágio que se encontra todo o setor de materiais e partir daí a proposta é desenvolver uma metodologia que auxiliem os fabricantes neste item que em breve será obrigatório para as empresas no Brasil.

    Mais informações: http://www.cbcs.org.br/
    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Relações Públicas, especialista em Sustentabilidade

     
  • 17 nov

    CBCS prepara Oficina sobre Iluminação Artificial e Eficiência Energética 

    O CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável) realiza no próximo dia 27 de novembro em São Paulo a Oficina de Iluminação Artificial e Eficiência Energética.
    O evento foi organizado para atender a demanda de incorporadoras, arquitetos, projetistas e consultores que necessitam cada vez mais especificar sistemas de iluminação eficientes para edifícios considerando as questões de sustentabilidade para uma melhoria na eficiência de iluminação.
    Os aspectos que serão discutidos durante o evento serão: gasto de energia, durabilidade, custos de manutenção e conforto para o usuário. Hoje, a iluminação é responsável por 22% do consumo comercial de energia elétrica e por 14% do consumo residencial, sendo que a ineficiência do sistema de iluminação pode gerar uma demanda maior do uso de ar condicionado que já corresponde a 47% do consumo de energia em edifícios comerciais e 20% em edifícios residenciais.
    Projetos eficientes de iluminação podem reduzir em mais 30% o consumo de energia em iluminação, podendo chegar a 60% de redução total, com medidas que incluem a iluminação natural, sistemas de controle e alternativas passivas.
    Com o patrocínio da GE e Itaim e apoio institucional da Abesco, Afeal, Apemec, Asbae, Eletrobrás, Instituto Ethos, FAAP, Ibape SP, Pnuma, Procel Edifica e apoio de divulgação do portal Metálica e Pini a oficina acontecerá no dia 27 de novembro no All Seasons, Alameda Santos, numero 85 das 14h às 17h.Informações e inscrições no site http://www.cbcs.org.br ou pelos telefones (11) 3869 0791 CBCS.

    Realização: Conselho Brasileiro de Construção Sustentável
    Data: 27 de novembro 2009
    Local: All Seansons
    Endereço: Alamenda Santos, 85, São Paulo/SP
    Horário: 14h – 17h
    Informações: http://www.cbcs.org.br ou secretaria@cbcs.org.br
    Telefones: (11) 3869 0791 CBCS
    Investimento:
    Até dia 20 novembro:
    R$ 150, 00 ou R$ 75,00 – filiados CBCS, estudantes e docentes
    Para grupos acima de 5 pessoas – 10% de desconto (R$ 135,00 por inscrito)

    Sobre o CBCS
    O Conselho Brasileiro de Construção Sustentável foi constituído em agosto de 2007 como uma OSCIP com o objetivo de induzir o setor da construção a utilizar práticas mais sustentáveis que venham melhorar a qualidade de vida dos usuários, dos trabalhadores e do ambiente que cerca as edificações. O Conselho é resultado da articulação entre lideranças empresariais, pesquisadores, consultores, profissionais atuantes e formadores de opinião. O CBCS se relaciona com importantes organizações nacionais e internacionais que se dedicam ao tema, sob diferentes perspectivas, a partir da ótica ambiental, de responsabilidade social e econômica dos negócios. Além disso, os comitês temáticos que estão em funcionamento, debatem e indicam boas práticas para as áreas mais prementes da edificação, como a de Energia, Água, Materiais, Projetos, Avaliação de Sustentabilidade além de questões econômicas e financeiras.
     
  • 17 nov

    GE E A PREOCUPAÇÃO COM A SUSTENTABILIDADE 

    A preocupação com o futuro do planeta é parte fundamental no processo produtivo da GE Eletrodomésticos. Cuidar da natureza e do bem estar das pessoas é investir no desenvolvimento de novas pesquisas e tecnologias limpas em todas as nossas fábricas e produtos, unindo alta qualidade e consciência ambiental. Desta forma, conseguimos evitar o desperdício de água, energia e tempo, diminuindo o impacto no meio ambiente e facilitando o cotidiano de nossos consumidores. Na natureza, tudo sempre se renova. Hoje.
     
  • 17 nov

    Tetra Pak recebe prêmio “Guia Exame de Sustentabilidade” 

    A Tetra Pak, líder mundial em soluções de processamento e envase de alimentos, é uma das 20 empresas mais sustentáveis do Brasil. Em cerimônia realizada no dia 11 de novembro, a empresa recebeu o prêmio “Guia Exame de Sustentabilidade”. A homenagem confirma que a companhia está entre as que desempenham um papel muito mais amplo nos negócios: mantém o equilíbrio entre a economia, o respeito ao meio ambiente e às pessoas. O prêmio “Guia Exame de Sustentabilidade” existe há dez anos e foi a primeira publicação no Brasil a tratar em profundidade o tema da responsabilidade social e ambiental. Essa premiação é resultado da consolidação de um trabalho consistente iniciado no país em 1996, quando ainda o conceito de sustentabilidade no país era algo distante. SOBRE A TETRA PAK A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos. Trabalhando junto com fornecedores e clientes, fornece produtos seguros, inovadores e ambientalmente corretos que a cada dia atendem às necessidades de centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo. Com mais de 20.000 funcionários e operando em mais de 150 países, a Tetra Pak acredita na gestão responsável e abordagem sustentável do negócio. O slogan “PROTEGE O QUE É BOM” reflete a visão de disponibilizar alimentos de forma segura onde quer que seja. Acesse http://www.tetrapak.com.br
    CONTATOS PARA IMPRENSA Andreza Rodrigues andreza.rodrigues@ogilvy.com (11) 3024-9290 Bárbara A. S. Fernandes barbara.fernandes@ogilvy.com (11) 3054-5882 Carla Meneghini carla.meneghini@ogilvy.com (11) 3024-5890
     
  • 13 nov

    A exposição das Ecobags e seção de autógrafos do Livro da Lilian Pacce foi um sucesso! 

    Lilian Pacce, Esther Schattan

    Com público seleto e formador de opinião o evento cumpriu seus objetivos levar mais informações sobre consumo consciente e sustentabilidade. O evento reuniu jornalistas, arquitetos, empresários e profissionais de arquitetura e decoração. A Ornare está cada vez mais envolvida com o tema e prepara para o ano que vem uma série de atividades em continuidade as ações realizadas durante o Gabriel in Design.
    Vivian Blaso e Lilian Pacce, ontem na Ornare

     
  • 11 nov

    O lucro da sustentabilidade 

    Construção civil investe em produtos ecoeficientes com preços competitivos para criar cultura do “morar verde”
    A busca por práticas menos impactantes ao meio am­­biente tem sido uma constante em muitos setores da economia. Na construção civil um número crescente de empresários está enxergando com mais clareza a necessidade e o grande potencial de mudanças nos modelos de concepção, design, uso e funcionamento de edificações. O impacto do setor fez soar o si­­nal de alerta: cerca de 40% das emissões de dióxido de carbono (CO2) no mundo são causadas por edifícios (da construção ao uso). No Brasil, as construções consomem 44% da energia gasta no país, sendo que 22% ocorre em uso residencial, 14% em comercial e 8% em prédios pú­­blicos, de acordo com levantamento do Conselho Brasilei­ro de Cons­­tru­­ção Sustentável (CBCS).“A única forma de minimizar essa realidade é empregando sustentabilidade nas edificações. Com isso, todos os atores saem ganhando, seja o setor produtivo, governo ou cidadão”, afirma Marcelo Ta­­kaoka, presidente do CBCS. Ele explica que ao incentivar a sustentabilidade nas construções, pode-se ter uma economia de 40% de água e 30% de eletricidade. “Pa­­ra isso é preciso investir entre 3% e 5% do valor do imóvel em tecnologias ambientalmente saudáveis”, defende.Por ser um mercado ainda incipiente, o CBSC não trabalha com estatísticas, mas estima que os prédios verdes valorizem em até 25% o preço do aluguel e venda. Com relação ao custo das unidades, dependendo do grau de sustentabilidade, podem ser de 5% a 10% mais caras. Essa e outras questões envolvendo a sustentabilidade das construções estiveram em debate durante o evento “Oportunidades de mercado da construção sustentável”, realizado pelo Sindicato da Indústria da Constru­ção Civil no Paraná (Sindus­­­con-PR), em parceria com a Gazeta do Povo. O evento reuniu empresários, engenheiros, arquitetos e estudantes. O principal convidado do evento foi o o engenheiro civil Luiz Fernan­­­do Lucho do Valle, presidente da Ecoesfera Empreendimentos Sus­­tentáveis, com sede em São Paulo, e que desde 2004 atua apenas na construção de edifícios residenciais ecoeficientes voltados para a classe média e média baixa. “Senti a necessidade de usar o meu trabalho para mudar o mundo, queria contribuir de uma forma efetiva”, diz o ex-executivo da Rossi Residencial.
    Para desenvolver seu projeto empresarial, o engenheiro se debruçou sobre o tema para chegar a uma fórmula que reunisse os três pilares da sustentabilidade (economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correta) em prédios com preços acessíveis. Aos 53 anos Valle toca um negócio que, segundo ele, é planejado de acordo com três objetivos: causar o menor impacto possível no ambiente, proporcionar qualidade de vida aos moradores e reduzir o valor do condomínio em até 30%, uma vez que os prédios consomem menos água e energia elétrica.
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    Divulgação
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    Foto: Pedro Serápio/Gazeta do Povo
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    Foto: Pedro Serápio/Gazeta do Povo
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    Foto: Pedro Serápio/Gazeta do Povo
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    A incorporadora desenvolveu um sistema de construção padronizada para imóveis residenciais. São três produtos, em três faixas diferentes de preços. Os edifícios Ecolife têm apartamentos que custam entre R$ 210 mil e R$ 350 mil e agregam 16 conceitos de sustentabilidade. Os prédios chamados Ecoway, que têm apartamentos entre R$ 110 mil e R$ 200 mil, incorporam 12 itens sustentáveis e os da marca Ecoone, com unidades que vão de R$ 80 mil a R$ 100 mil, têm 9 aspectos de sustentabilidade. As plantas têm entre 45 e 100 metros quadrados.
    Em cinco anos foram lançados 26 empreendimentos, totalizando 2.600 unidades residenciais. O Eco­­life Ipiranga (SP) e Ecolife Fre­­­guesia (RJ) tiveram seus projetos arquitetônicos certificados pela Leadership in Energy and Envi­­ron­­mental Desing (LEED), emitida pela organização americana Uni­ted States Green Building Council (USGBC).
    “Atuamos principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Es­­tamos iniciando um plano de ex­­pansão pela capital paranaense”, revela Valle.
    O terreno adquirido pela Eco­es­fe­­ra fica no Ecoville e o empreendimen­to, com projeto arquitetônico de Luiz Bacoccini, será lançado em mar­­ço do ano que vem. “Curitiba é uma cidade que já tem várias ações voltadas para uma vida sustentável. Enxergo aqui um lugar para investir com grande possibilidade de expansão.”
    Argumento de venda
    A Ecoesfera agrega itens de construção que encarecem a obras, mas Valle explica que a empresa faz parcerias e consegue negociar os preços na compra dos materiais em escala. “Literalmente, bati na porta de fornecedores que se dispuseram a melhorar tecnologias ou oferecer seus produtos sustentáveis a preços competitivos”, diz citando a fábrica de metais sanitários Docol, a indústria de elevadores Atlas, as peças para banheiro da Celite e os revestimentos Gyotoku.
    Mesmo com o esforço os apartamentos são ao menos 2% mais caros do que um desprovido de itens ecológicos. “Mas os da concorrência custam 10% mais”, afirma.
    Para conseguir a marca de 80% das unidades vendidas em até 90 dias após o lançamento, Valle explica que foi necessário atrair os clientes provando que há benefícios econô­­­­micos no “morar verde”. “É pre­­­­­ciso enfatizar a economia de recursos e o preço mais baixo do con­­­domínio.”
    As principais ações estão concentradas na redução do consumo de recursos naturais, estação de tratamento de esgoto e água da chuva, uso de energia solar e gás para o aque­­­­cimento dos chuveiros, janelas especialmente projetadas para priorizar a iluminação natural, reaproveitamento da água do chuveiro, tintas à base de água, madeira de re­­­­florestamento e tubulação específica para o óleo de cozinha, que é embalado em tambores e enviado a empresas que o reutilizam. “O cliente respeita uma empresa que defende conceitos que têm a ver com a sua qualidade de vida e com a autopreservação. Pelo menos 40% das vendas são influenciadas pelos itens ecológicos.”
    A estratégia se revela eficiente. Em 2007 a empresa tinha R$ 180 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV), no ano passado subiu para R$ 600 milhões e este ano, apesar da crise, deve chegar a R$ 800 milhões, afirma Valle.
     
  • 10 nov

    DIA 12 DE NOVEMBRO – TARDE DE AUTÓGRAFOS COM LILIAN PACCE NO SHOW ROOM DA ORNARE 

     
  • 10 nov

    Luzes da Amazônia – Abertura Amanhã 

    Exposição Luzes da Amazônia abre amanhã!
    Organizada pela Agência Conversa Sustentável da Relações Públicas Vivian Blaso especialista em Sustentabilidade o evento é um manifesto da Ornare ao consumo de produtos de origem legal e certificada.
    A exposição tem o apoio oficial do WWF-Brasil e pretende através de imagens e textos informativos incentivar o público a uma reflexão sobre sustentabilidade. Além da exposição Luzes da Amazônia, durante o Gabriel in Design, as Ecobags produzidas para o Livro de Lilian Pacce: Ecobags Moda e Meio Ambiente também estarão em exposição no Show Room da Gabriel Monteiro da Silva. Para a Conversa Sustentável, são ações como essa que mantem a empresa em plena atividade em seus negócios: “Conseguimos fazer o que gostamos e o melhor ainda: ajudamos na transformação das pessoas”, afirma José Angelo Passeti diretor comercial da empresa.
    Mais informações: Acesse o Blog Oficial da Campanha: http://luzesdaamazonia.blogspot.com/
     
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