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  • 1 set

    Cursos 

    Realizamos cursos B2B para as empresas e organizações de acordo com as nossas expertises e atuações ao longo da nossa trajetória nas seguintes áreas:

    Comunicação, Sustentabilidade e Complexidade

    Cursos Abertos e em parcerias com outras instituições: FAAP, 

    Savver Educação, Cidades Afetivas

    Conheça alguns cursos oferecidos:

    Trilha Cidades Afetivas: Liderança Afetiva, Ativadores de Cidades Afetivas e Embaixadores da Natureza

    Transustentabilidade: Curso e Grupo temático de Pesquisa

    Comunicação Inclusiva e Diversidade nas Organizações: Curso Livre

     
  • 31 ago

    Relações Públicas vale mais do que publicidade na advocacia 

    Fonte: ESTADÃO https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/relacoes-publicas-vale-mais-do-que-publicidade-na-advocacia/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link

    O grupo de trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criado em 2019 para analisar mudanças nas regras para publicidade na advocacia finalmente chegou a uma conclusão. Passa a ser permitido o impulsionamento de conteúdos no Google e nas redes sociais, mas a publicidade em jornais, rádios, TVs, outdoors e outros meios de comunicação, comuns nos EUA, continua acertadamente proibida.

    Defendemos há alguns anos a tese de que a comunicação jurídica está incluída no leque da comunicação pública.

    Assim, mais do que promover a sua atuação, o papel de um advogado, ao se comunicar, deve seguir menos o receituário da publicidade e mais os que regem o conceito de accountability, marcado pela prestação de contas típica das relações públicas. Isto é, baseado nos rigorosos princípios registrados no Código de Ética e Disciplina Ordem dos Advogados, cada advogado deve estar ciente de que suas ações produzem impactos no Poder Judiciário e, portanto, em toda a sociedade.

    As novas regras da OAB, ratificadas na reunião de seu Conselho Federal que definiu as últimas alterações, exigem que os conteúdos ditos de “publicidade” tenham caráter meramente informativo, com discrição e sobriedade, sem levar à mercantilização da profissão. Admitir a publicidade ampla e irrestrita, além de criar uma barreira de entrada no mercado, a favorecer as grandes organizações, poderia criar problemas como os gerados pela publicidade oficial, aquela feita por instituições e empresas públicas, e órgãos de governos em geral. Esta é uma forma perniciosa de políticos criarem bom relacionamento com os veículos de comunicação, principalmente em pequenas cidades do interior do Brasil.

    Em uma realidade mais próxima de quem mora em condomínios, é como se o seu síndico resolvesse pagar por anúncios para informar sobre a gestão dele, ao invés de fazer reuniões e enviar as tradicionais cartas e relatórios informativos destinados a essa prestação de contas. Essa é, a nosso ver, uma das graves distorções do Brasil, uma vez que a publicidade responde a outros valores, critérios e linguagens, bem distintos da comunicação informativa, a partir de estratégias de relações públicas. Uma privilegia cativar a sua audiência pela emoção, está relacionada à venda de algum produto ou ideia e recorre a termos comerciais. Enquanto a outra se baseia em fatos, dados e sobriedade.

    Por que sim para o marketing jurídico de conteúdo?

    Dentro das relações públicas, até meados dos anos 2000, o principal recurso de que advogados dispunham era o relacionamento com a mídia, a conhecida assessoria de imprensa. Mas logo a evolução das tecnologias e da internet abriu caminho para novas formas de comunicação mais direta com os públicos de interesse das organizações, os chamados stakeholders, notadamente a digital PR (de public relations, ou seja, relações públicas, em inglês) e o marketing digital. No caso do mercado de advocacia, destaca-se o marketing jurídico de conteúdo, que é o mínimo que um advogado, escritório ou outra organização jurídica precisa, hoje, para destacar, no meio da multidão, seus diferenciais.

    Atualmente é possível implementar projetos mais sofisticados, para quem está disposto a investir mais recursos. Daí há desde o law branded content, com a criação de conteúdos especiais para serem publicados em mídias externas à organização, em oportunidades específicas, como por ocasião do apoio a eventos, passando pelo law brand publishing, segundo o qual a publicação de conteúdo passa a ser encarada de maneira mais profissional e vista mesmo como um de seus objetivos da organização, até o desenvolvimento de veículos de comunicação próprios, os chamados hubs de conteúdo.

    Por que não para o termo inbound marketing jurídico?

    Bom, primeiro porque qualquer prática de comunicação e marketing mais agressiva é, em nossa avaliação, de maneira correta, vedada pelo Código de Ética da OAB. Mas, ainda que essas restrições venham a ser revistas, algum dia, cada vez mais encontramos pessoas que se recusam a fornecer seus dados, mesmo para receber, em troca, um ebook que seja muito do seu interesse. Assim, o marketing jurídico de conteúdo prevê ebook? Olha, deve prever, mas sem vender isso por um e-mail. Se o seu prospect enxergar valor no seu conteúdo, ele vai por livre e espontânea vontade ou voltar no seu site para ver os novos conteúdos ou até assinar a sua newsletter.

    Ou seja, você que é advogado, esqueça práticas mais agressivas de comunicação, como a publicidade ou essa história de leads e funil de vendas do marketing digital e das práticas de inbound, que só visam o retorno financeiro. O objetivo não é ganhar uma corrida de 100 metros com uma ética contestável, mas estabelecer relacionamentos de longo prazo e construir reputação de quem sempre estará entre os favoritos para ganhar maratonas. Como resumiu Beth Comstock quando era executiva da GE: “Você precisa contar uma história antes que possa vender uma história”.

    *Ana Costa é sócia na Cellera Comunicações, jornalista e doutoranda em Comunicação na PUC-Rio e mestre em Mídia e Cotidiano pela UFF

    *Cesar de Lima e Silva é sócio na Cellera Comunicações, jornalista e pós-graduado em História, Patrimônio e Cidades pelo Iuperj. Foi membro do Conselho de Assuntos Jurídicos da ACRJ

     
  • 12 mar

    Motivos para incluir na agenda das organizações “Comunicação Inclusiva e Diversidade” por Vivian Blaso 

    • Para não reproduzirmos lógicas e discursos opressores fruto das desigualdades estruturais na qual boa parte das organizações foram concebidas
    • Para compreender os impactos na Gestão e na Reputação da marcas junto aos seus stakeholders ancorados na Governança Corporativa e na Sustentabilidade – ESG
    • Para liderar processos de cidadania e protagonismo das marcas nas transformações rumo ao capitalismo regenerativo usando a ferramenta de Advocacy
    • Para melhorarmos o ambiente interno das organizações incentivando diálogos abertos com a prática da comunicação não violenta Quando as organizações protagonizam e incentivam essas mudanças propositivas elas também influenciam todo sistema na direção do seu crescimento e desenvolvimento afetivo com lucratividade para todes! Quer saber mais?”

    Venha fazer parte dessa transformação! Inscrições abertas para o curso

    Link para ver o conteúdo do curso: http://cursos.faap.br/descricao/comunicacao-inclusiva-e-diversidade-nas-organizacoes/1505

    COMUNICAÇÃO INCLUSIVA E DIVERSIDADE NAS ORGANIZAÇÕES” na FAAP Professora Doutora Vivian Blaso #comunicaçãodadiversidade #comunicaçãoinclusiva #comunicaçãonãoviolenta #esg #sustentabilidade #vivianblaso #responsabilidadesocial #governançacorporativa #reputação #comunicacaocominvestidores #bolsadevalores @nafaap @vivianblaso

     
  • 12 mar

    PAPO DE RP segunda, 15/03 com Aldo Schmitz autor do “Manual de Comunicação Organizacional” 

    “As organizações buscam profissionais polivalentes – independente da sua formação –, com visão holística e experiência, além do constante aperfeiçoamento”. Vamos conversar sobre: Os embates, preconceitos e reciprocidade entre jornalistas e RPs
    RP e a gestão da comunicação
    Os impactos das redes sociais digitais na comunicação organizacional. Enviem perguntas! Participem! Segunda às 18horas instagram @vivianblaso enviem perguntas!
    Segunda, 15/03, às 18horas no instagram https://www.instagram.com/vivianblaso/ enviem perguntas, participem!
    #advocacy #vivianblaso #papoderp #relaçõespúblicas #comunicação #comunicaçãodasustentabilidade #comunicaçãoorganizacional #comunicaçãointerna #papoderp #jornalismo #assessoriadeimprensa #comunicaçãodigital

     
  • 12 mar

    Mulheres na tecnologia: o desafio de liderar no “novo normal” 

    Por George Paiva, diretor de Recursos Humanos da Orange Business Services para a América Latina
    O setor de serviços baseados no conhecimento, no qual se destaca a área de software e soluções de TI, cresce rapidamente na região da América Latina e do Caribe. Os empregos que essa indústria gera e tudo o relacionado às disciplinas STEM (sigla para tecnologia, engenharia e matemática em inglês) fazem parte do futuro do trabalho e, no contexto atual, exigem cada vez mais funcionários que combinem tanto o técnico quanto o soft. Ou seja, um diploma em tal carreira não é suficiente. Os profissionais também devem ter ferramentas como pensamento crítico e comunicação interpessoal.
    Diversas análises mostraram que empresas com diversidade de gênero tendem a ter melhor desempenho e ser mais inovadoras. Nas Américas do Sul e Central, a participação das mulheres no mercado de trabalho passou de 44,5% em 1995 para 52,6% em 2015 devido aos avanços na educação e saúde, bem como ao aumento da oferta de vagas de atendimento à primeira infância por meio de subsídios do setor público. Além disso, a maioria dos países da região apresenta maiores taxas de matrículas no nível superior e no mestrado, em comparação com os homens, segundo dados da Unesco.
    Se a posição das mulheres na economia mundial for equiparada à dos homens, estima-se um aumento de 26% do PIB global para o ano de 2025, segundo levantamento da McKinsey. Embora todas as regiões tenham a oportunidade de aumentar seu PIB reduzindo a disparidade, na América Latina e no Caribe a cifra esperada seria de 34%. Por sua vez, o Global Gender Gap Report do World Economic Forum afirma que pode levar 108 anos para eliminar a diferença de gênero e 202 anos para alcançar a igualdade no emprego em nível global.
    Preparados para o que está por vir?
    A pandemia de COVID-19 destacou a importância de bons líderes no gerenciamento dos momentos mais críticos e das consequências. Nesse sentido, ficou exposta a necessidade de um novo modelo de gestão em que os desafios enfrentados pelos líderes sejam sustentados por novas qualidades e valores essenciais para enfrentar o futuro dos negócios.
    Uma pesquisa recente da EY revelou dados encorajadores sobre as perspectivas de liderança feminina nos próximos tempos. O relatório destaca que 71,98% das mulheres consideram que estão preparadas para liderar equipes neste novo ambiente, percentual pouco superior ao dos homens pesquisados ​​(71,90%). Além disso, a partir dos 45 anos, elas têm uma visão mais otimista sobre desenvolvimento profissional do que eles. As mulheres com menos de 45 anos sentem que têm menos chance de crescimento e que o teto não se rompe até que ultrapassem essa idade, por isso é fundamental trabalhar a partir da organização nessa percepção para reduzir a lacuna.
    Quanto aos principais desafios para os novos líderes, encontramos: manter a continuidade dos negócios, gerenciar pessoas em ecossistemas digitais, fornecer-lhes novos conhecimentos, monitorar seu desempenho e promover a motivação em um espaço remoto. Além disso, a figura do líder inclusivo é uma condição necessária e inerente ao desempenho eficaz das pessoas no atual momento de trabalho.
    Equipes compostas por funcionários do sexo masculino e feminino de várias gerações têm se mostrado mais inovadoras e resilientes. Da mesma forma, a tendência à aprendizagem constante dos mais novos é complementada pela capacidade de resolução de problemas complexos dos mais velhos: a soma de ambos é a chave do sucesso.
    Um estudo da Organização Internacional do Trabalho constatou que a proporção de mulheres em cargos de chefia está crescendo consideravelmente em todo o mundo. Desde 2002, tem havido uma tendência constante para que mais e mais pessoas preencham esses cargos vagos rapidamente, especialmente na Ásia-Pacífico, América Latina e Ásia Central. Considera-se que há equilíbrio, tanto na força de trabalho em geral quanto entre os gerentes seniores, quando a relação entre os dois sexos é de 40/60. Assim, empresas com políticas de igualdade de oportunidades de emprego e culturas inclusivas têm uma probabilidade considerável de aumentar seus lucros e produtividade (mais de 60%) e de melhorar sua reputação, atraindo e retendo talentos com mais facilidade e alcançando níveis de maior criatividade e inovação (quase 60%).
    Por fim, a diversidade de gênero faz parte de uma ampla dinâmica de práticas organizacionais inovadoras e sustentáveis, que permite às empresas estar verdadeiramente focadas no futuro e em como prosperar em um ambiente globalizado e em mudança.

    Sobre a Orange Business Services
    A Orange Business Services é uma empresa de serviços digitais, originalmente operadora de redes, e a divisão corporativa global do Grupo Orange. Ela conecta, protege e inova com empresas de todo o mundo, para apoiar o crescimento sustentável dos negócios. Aproveitando sua experiência em conectividade e integração de sistemas em toda a cadeia digital, a Orange Business Services está preparada para oferecer suporte a negócios globais, com soluções como redes definidas por software, serviços multicloud, gestão de dados e IA, serviços de mobilidade inteligente e segurança cibernética. Isso agrega segurança às empresas em todos os estágios do ciclo de vida dos dados, de ponta a ponta, desde a coleta, transporte, armazenamento e processamento à análise e compartilhamento.
    Com as empresas buscando cada vez mais inovação, a Orange Business Services coloca seus clientes no centro de um ecossistema colaborativo e aberto. Isso inclui seus 27.000 funcionários, os ativos e a experiência do Grupo Orange, seus parceiros de tecnologia e negócios, além de um conjunto de startups cuidadosamente selecionadas. Mais de 3.000 empresas multinacionais, bem como dois milhões de profissionais, empresas e comunidades locais na França, confiam nos serviços da Orange Business Services.
    A Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações do mundo, com receita de 42 bilhões de euros em 2019 e 253 milhões de clientes em todo o mundo, em 30 de junho de 2020. A Orange está listada na Euronext Paris (ORA) e na Bolsa de Valores de Nova York (ORAN). Em dezembro de 2019, a Orange apresentou seu novo plano estratégico “Engage 2025”, orientado pela responsabilidade social e ambiental. Acelerando em áreas de inovação, como serviços B2B, dados e Inteligência Artificial, o Grupo Orange se posiciona como um empregador atraente e responsável.
    A marca Orange e os nomes de seus produtos ou serviços inclusos neste material são marcas registradas da Orange ou Orange Brand Services Limited.

    Contatos para Imprensa:

    Manuel Quilarque – manuelquilarque@aboutcom.com.br

    Michelli Taborda – michellitaborda@aboutcom.com.br

    Weslley Morais – weslleymorais@aboutcom.com.br

     
  • 19 fev

    Papo de RP – 22/02 Daniela Castro, Fundadora e Diretora Executiva da Impacta Advocacy 

    No Papo de RP dessa segunda, Vivian Blaso bate um papo com Daniela Castro, Fundadora e Diretora Executiva da Impacta Advocacy. Foi por 10 anos diretora executiva da ONG de advocacy Atletas pelo Brasil e trabalhou como secretária adjunta de esportes e lazer da Prefeitura de São Paulo. Advogada e mestre em Economia. Diretora do Advocacy Hub e diretora do Pacto pelo Esporte.
    ✅Segunda, 22/02, às 18horas no instagram @vivianblaso enviem perguntas, participem!
    #advocacy #vivianblaso #papoderp #relaçõespúblicas #comunicação #comunicaçãodasustentabilidade #comunicaçãoorganizacional #comunicaçãointerna #papoderp

     
  • 12 fev

    Papo de RP dia 15/02 às 18horas 

    👉🏼 ✅ Segunda às 18horas você tem um encontro comigo no #PapodeRP um bate papo descontraído e colado nas ativações de Relações Públicas que estão rolando no mercado. 🤝Você não pode perder! Ao vivo no meu perfil @vivianblaso #papoderp #relaçõespúblicas #comunicaçãodasustentabilidade #comunicaçãonasorganizações #culturaorganizacional #comunicaçãocomempregados

     
  • 12 fev

    Mudanças Climáticas: CPFL Energia é reconhecida como empresa que mais engaja seus fornecedores pelo CDP 

    Em dezembro de ano passado, empresa recebeu o destaque na categoria
    Liderança do ranking Carbon Disclosure Program (CDP) Mudanças Climáticas
    Campinas, 10 de fevereiro de 2021. A CPFL Energia recebeu mais um reconhecimento do CDP – Carbon Disclosure Program – Supplier Engagement Leader. Desta vez, a companhia entrou para o rol de empresas que mais contribuem com ações de seus fornecedores em relação a mudanças climáticas. A lista, divulgada neste mês, tem aproximadamente 400 empresas. Isso quer dizer que o grupo está entre os 7% que mais engajam junto a fornecedores em prol do tema.

    “Conquistar mais um reconhecimento do Carbon Disclosure Project prova que estamos no caminho certo da evolução e do comprometimento em impulsionar a transição para uma forma mais sustentável e inteligente de produzir e consumir energia não só internamente como também em relação à cadeia produtiva ao redor da CPFL Energia”, afirma Rodolfo Sirol, diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente do grupo.

    Ao influenciar na redução de emissões de carbono ao longo da cadeia de fornecimento, a CPFL Energia traz para a luta contra mudanças climáticas uma gama de novos players, criando um efeito cascata de ações importantes e efetivas em prol da proteção de recursos hídricos, preservação das florestas e do meio ambiente em geral.

    Plano de sustentabilidade. Até 2024, a CPFL Energia tem previsão de aplicar mais de R$ 1,8 bilhão em ações sustentáveis com objetivo de maximizar impactos positivos na comunidade e na cadeia de valor. A empresa assumiu 15 compromissos públicos focados em um modelo de negócio mais sustentável, por meio de soluções inovadoras, redução do impacto ambiental e compartilhamento de impactos positivos à sociedade.

    Sobre a CPFL Energia. A CPFL Energia, há 108 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, transmissão, comercialização e serviços. Desde janeiro de 2017, o Grupo faz parte da State Grid, estatal chinesa que é a terceira maior organização empresarial do mundo e a maior empresa de energia elétrica, atendendo 88% do território chinês e com operações na Itália, Austrália, Portugal, Filipinas e Hong Kong.

    Com 14% de participação, a CPFL Energia é uma das maiores empresas no mercado de distribuição, totalizando mais de 9,9 milhões de clientes em 687 cidades, entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, é uma das líderes no mercado livre, com participação de mercado de 4%. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres entre as comercializadoras.

    Na geração, é a terceira maior agente privada do País, com capacidade instalada de 4.305 MW, no final de setembro de 2020. Tem um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis, como grandes hidrelétricas, usinas eólicas, térmicas a biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e usina solar. A CPFL Renováveis é a maior empresa de geração da América Latina a partir de fontes alternativas de energia.

    A CPFL Energia possui ações listadas no Novo Mercado da B3. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros, por meio do Instituto CPFL.


    Mais informações para a imprensa:

    Assessoria de Imprensa CPFL Energia


    jornalismo@cpfl.com.br

     
  • 11 fev

    Sobre o ClubHouse – minhas impressões iniciais 

    Alerta Alerta – Após acompanhar algumas salas no ClubHouse (só para quem possui IPhone) o Racismo tem sido pauta recorrente nas falas dos participantes, contudo, falas por vezes rasas, enviesadas e até com citações de livros que talvez não tenham sido lidos por boa parte dos falantes. 👉🏼Leituras, reflexões, análises em uma sociedade da “falação lacração” são essenciais para a mudança de “mindset” e para a “disrrupção” entre “ aspas” as palavras idolatradas dentro da plataforma.
    ✅#recomendaçãodeleitura 👉🏼 Racismo Estrutural (Feminismos Plurais)” de Silvio Almeida.“O racismo fornece o sentido, a lógica e a tecnologia para a reprodução das formas de desigualdade e violência que moldam a vida social contemporânea”. #igualdaderacial #racismoestrutural

     
  • 11 fev

    Sustentabilidade impulsiona busca por novos perfis de CEOs 

    De acordo com a consultoria global Russell Reynolds Associates, tema se tornou um dos mais importantes diferenciais para o crescimento estratégico de grandes empresas
    A Sustentabilidade empresarial é um dos temas mais debatidos dentro das organizações. Com as mudanças provocadas pela pandemia do novo coronavírus e o atual cenário econômico do país, essa discussão se intensificou. Dessa forma, fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) passaram a ser ainda mais frequentes nas discussões dos conselhos de empresas, tornando-se quesitos indispensáveis para assegurar a credibilidade, a competividade e geração de valor dos negócios.

    Segundo a pesquisa realizada, em 2020, pela Latin American Quality Institute, com executivos de 19 países, 67% consideram necessária uma estratégia de sustentabilidade para serem competitivos, neste momento, enquanto outros 22% acham que será no futuro. Segundo Mariane Montana, sócia-consultora e líder da prática de sustentabilidade da Russell Reynolds Associates – consultoria global e uma das cinco maiores do mundo em pesquisa e seleção de executivos C-levels -, “é preciso a adoção de novas práticas para seguir a condução das equipes e dos negócios, contando com mais conhecimentos em torno de gestão de risco e sobre o impacto social e ambiental das organizações. Além disso, faz-se necessária a criação de uma cultura corporativa baseada no comprometimento da alta liderança com a mentalidade voltada à sustentabilidade e de novos indicadores para a remuneração desses executivos”, afirma.

    Desta forma, líderes de todos os setores são cada vez mais cobrados para adotarem políticas mais responsáveis e que utilizem o mínimo de recursos naturais. Assim, surge a necessidade de um novo perfil de CEOs e Conselhos Administrativos mais conscientes do seu papel socioeconômico, proativos e com habilidades e competências diversas para conduzir uma estratégia corporativa sustentável.

    De acordo com o estudo elaborado pelo Pacto Global das Nações Unidas em parceria com a Russell Reynolds Associates, realizado junto a 55 CEOs e integrantes de Conselhos de Administração de diversos países, os líderes sustentáveis precisam possuir quatro atributos básicos: conhecimento sistêmico em múltiplos níveis; Inclusão de stakeholders no processo de transformação; inovação disruptiva; e pensamento de longo prazo.

    Segundo a análise, essas atribuições deveriam ser requisitadas no processo de contratação de lideranças, mas isso ainda não é feito na proporção adequada. O estudo analisou 4.000 especificações de perfil profissional para seleção em diversos ramos de atividade ao redor do mundo, e descobriu que, em 2019, apenas 15% faziam referência à sustentabilidade. E apenas 4% estabeleciam a experiência em sustentabilidade ou a posse dessa mentalidade como um requisito.

    “Os líderes passaram pelo maior desafio de suas vidas, no âmbito pessoal e profissional. Eles precisaram se equilibrar emocionalmente para dar conta dos desafios da organização e orquestrar as demandas da casa e da família, que antes eram terceirizadas. Precisaram ampliar suas capacidades de comunicação e articulação de forma autêntica e transparente para legitimar o propósito de sua empresa com relação às questões de diversidade, inclusão e ESG”, finaliza Mariane.

    Por fim, a sustentabilidade passou a ter um papel estratégico dentro das organizações e as empresas mais diversificadas superam as que são menos, assim como no futuro será fácil comprovar que as companhias com princípios corporativos mais sustentáveis ​​terão, a longo prazo, desempenho financeiro superior, reduzirão as incertezas do mercado e aumentarão os seus lucros.

    Sobre Russell Reynolds Associates

    A Russell Reynolds Associates é uma empresa global de advisory e search de alta liderança. Há mais de 50 anos, nossos consultores atuam estrategicamente para ajudar os clientes a criar equipes de líderes transformadores, os quais possam enfrentar os desafios de hoje e, ainda, antecipar as tendências digitais, econômicas e políticas que estão remodelando o ambiente de negócios global. A missão e propósito da RRA são melhorar a maneira como o mundo é liderado.

    Dessa forma, sua atuação contempla desde apoiar os Conselhos de Administração em sua estrutura, cultura e efetividade até identificar, avaliar e definir a melhor liderança para as organizações em todos os 46 escritórios com os mais de 470 consultores ao redor do mundo.

    Atendimento à imprensa
    Fernanda Arantes – fernanda.arantes@grupovirta.com.br

     
  • 10 fev

    Zurich implementa produtos e serviços sustentáveis inéditos no mercado segurador 

    Ações da empresa colocam a sustentabilidade de forma prática no dia a dia de pessoas e empresas. No seguro residencial, implantou o descarte ecológico de itens domésticos. Para os celulares, um serviço de logística reversa. No seguro auto, o processo de pagamento às oficinas mecânicas é 100% digital, com zero emissão de carbono. E para pessoas físicas e jurídicas, lança o Zurich4Power, que cobre a instalação e montagem de painéis fotovoltaicos

    Uma das maiores seguradoras do mundo, a Zurich quer ser também um dos grupos mais responsáveis e de maior impacto do planeta. Para tal, além de ter assumido diversos compromissos mundiais e locais, põe em execução no país projetos atrelados aos seus produtos de forma sem paralelo em toda indústria brasileira de seguros. Iniciativas como descarte ecológico de equipamentos domésticos (para clientes que têm seguro residencial), pagamento 100% digital às oficinas de sua rede credenciada de seguro auto, e logística reversa de smartphones e itens de informática são as principais práticas sustentáveis.

    Além disso, a companhia prepara o lançamento de um seguro para instalação e montagem de painéis fotovoltaicos, tanto para pessoas físicas como jurídicas, denominado Zurich4Power.

    “Os projetos estão relacionados aos mais diferentes tipos de seguros e visam a beneficiar clientes pessoa física e empresas de todos os portes. Indiretamente, os produtos e serviços também geram impacto positivo para a sociedade, já que contribuem diretamente para a sustentabilidade do planeta”, diz o diretor executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros.

    A seguir, o detalhamento de cada uma das iniciativas e os impactos que elas geram, com comentários de cada um dos executivos da empresa, responsáveis por cada projeto.

    Descarte ecológico de móveis, eletroeletrônicos e entulho
    Os clientes que têm o seguro Zurich Residência contam com um serviço de retirada e descarte de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e entulho de restos de obras em todo o território nacional. Eles podem fazer até duas retiradas por ano de até três desses itens. Feito em parceria com a empresa especializada Ecoassist, todo o processo segue normas de sustentabilidade e é acompanhado de certificado emitido ao segurado após a conclusão do serviço.

    Além disso, é verificada a condição de uso dos itens. “Materiais que não puderem mais ser reutilizados, como o entulho e restos de obras, são separados ou desmontados; seus componentes e materiais descaracterizados por tipo e categoria são retornados à cadeia produtiva”, diz a gerente de Subscrição Personal Lines, Christiane Moraes.

    Ela conta que a Zurich também atua no âmbito da educação ecológica. “Oferecemos uma consultoria ambiental aos clientes, para conscientização com dicas e práticas sustentáveis para economia de energia elétrica e de água, ideias para ambientes sustentáveis, descarte adequado e reciclagem do lixo residencial, além da indicação de prestadores para o desenvolvimento de projetos sustentáveis na residência”, revela.

    Logística reversa de celulares e informática
    Com o objetivo de reduzir ao máximo a emissão de CO2 na operação de sinistros da Zurich de forma certificada, o processo de logística reversa de celulares e informática visa a reciclar os resíduos da operação desses equipamentos, bem como seus acessórios, como pilhas e baterias – que são altamente danosos ao meio ambiente – além de plástico, vidro, metais e placas eletrônicas. Cada qual passa por um processo inicial de descaracterização e decomposição em partes menores e então é destinado à indústria específica para reciclagem.

    De acordo com o superintendente de Sinistros, Jason Sampaio, “a iniciativa visa a fazer com que toda a cadeia de tratamento de sinistros de celulares e informática da seguradora tenha um processo de descarte apropriado de resíduos, sejam eles provenientes de segurados e colaboradores Zurich ou de prestadores de serviço de reparo dos produtos sinistrados”. Por isso que acontece em três vias:

    Junto ao segurado ou colaborador que queira descartar com segurança os itens, eles podem, por meio do Call Center e website da Zurich (Z-Serviços), serem informados sobre os pontos de descarte espalhados por todo o Brasil, e/ou formas alternativas de envio, como os Correios, por exemplo, para descarte.
    ü Os prestadores que fizerem serviços de reparo dos aparelhos para a Zurich poderão disponibilizar os resíduos eletrônicos gerados para que a própria Zurich faça a coleta. Em seguida, a companhia faz o tratamento e destina para a cadeia de reciclagem de materiais com certificação de tratamento ambiental adequado.

    ü Os compradores de salvados de celulares e informática, especificamente, poderão fazer o mesmo processo acima. Salvados são a sobra do sinistro ou o que não foi completamente destruído pelo evento danoso; assim que é efetuado o pagamento da indenização, a seguradora entra na posse dos salvados.

    O provedor de serviços escolhido pela Zurich, GM&C Soluções em Logística Reversa e Reciclagem, possui as certificações necessárias dos órgãos ambientais nacionais, normas ISO, assim como gerencia as certificações dos seus parceiros nacionais ou internacionais que receberão os materiais para reciclagem.

    De acordo com Organização das Nações Unidas (ONU), das 50 milhões de toneladas de resíduos jogados fora anualmente, entre 60% e 90% são jogados no lixo ou comercializados ilegalmente. O Brasil, que gera cerca 6 Kg de lixo eletrônico por habitante, produz 10 milhões de computadores e 150 milhões de celulares e baterias por ano, dos quais apenas 2% são descartados de forma correta. “Esses números justificam o porquê de o projeto de logística reversa de celulares da Zurich ser tão importante e necessário”, pontua Jason.

    Zurich4Power
    Trata-se do nome que a Zurich deu para a cobertura abrangente e inovadora para os riscos relacionados à instalação, montagem e operação de painéis solares, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Ou seja, o projeto está relacionado à geração de energia renovável e tem como propósito apoiar os clientes, donos do novo equipamento, integradores ou mesmo fabricantes, em seus desafios de sustentabilidade.

    A comercialização do produto é feita por meio dos canais bancários, com instituições financeiras parceiras da Zurich e, também, pelos corretores.

    O Brasil ultrapassou a marca histórica de 7,5 GW de potência operacional da fonte fotovoltaica, considerando tanto usinas de grande porte quanto em pequenos e médios sistemas, cada vez mais instalados em telhados, fachadas e terrenos, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Além disso, há mais de 70 linhas de crédito, sejam públicas ou privadas, para viabilizar a aquisição desses equipamentos – cujo preço caiu cerca de 90% na última década, aumentando o acesso à tecnologia. “A Zurich aposta no crescimento desse mercado, pois ele gera energia limpa. Por isso, apoiamos e incentivamos que cada vez mais placas fotovoltaicas estejam seguramente instaladas nos telhados de residências e empresas Brasil afora”, comenta o Diretor Executivo de Seguros Corporativos, Roberto Hernández.

    Digitalização e simplificação de pagamento a oficinas
    Parte de um processo de digitalização e simplificação de processos que envolve diversas áreas da Zurich no Brasil, a empresa reduziu em 50% o prazo de pagamento dos serviços das oficinas credenciadas que atendem os clientes do seguro auto. Para se ter uma ideia, em janeiro de 2020, eram necessários pouco mais de 9 dias em média entre a entrega da nota fiscal por parte das oficinas parcerias e o pagamento. Desde setembro, graças às mudanças implementadas, o prazo caiu para cerca de 4 dias.

    “Uma das ferramentas que colaborou para essa redução foi a plataforma Zurich Digital, que eliminou o uso de papel. Assim, por ser 100% digital, a simplificação também contribui para a sustentabilidade, já que todo o processo é feito com zero emissão de carbono”, destaca o Gerente de Processos Operacionais, Carlos Gomes Oliveira.

    “O menor tempo de pagamento impacta positivamente no capital de giro das oficinas credenciadas. Para nossos parceiros, manter um capital de giro saudável é garantir também um processo de excelência nos serviços de reparos nos automóveis, assim como um ambiente sustentável, gerando não apenas o desenvolvimento e crescimento do volume de negócios, mas também melhora crescente no nível de satisfação dos nossos segurados”, complementa o diretor de Operações de Sinistros da Zurich no Brasil, José Silva.

    Empresa tem compromisso de longo prazo com a sustentabilidade

    A Zurich é uma empresa comprometida com a sustentabilidade em âmbito global. Uma dessas promessas foi pactuada em 2017, logo após ter cumprido, naquele mesmo ano, um compromisso anunciado 5 anos antes, o de investir US$ 2 bilhões em títulos verdes. Assim, há 3 anos, o grupo engajou-se a fazer investimentos globais de impacto no valor de US$ 5 milhões até 2022. O montante equivale à compensação de 5 milhões de emissões de CO2. “A boa notícia é que mais da metade da meta já foi cumprida: em setembro de 2020, a companhia apurou que conseguiu evitar, até então, 2,9 milhões”, conta o diretor Executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros.

    No ano passado, o grupo figurou no topo do ranking de 2020 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, efeitos dos muitos esforços da companhia com a sustentabilidade e com seu papel ativo na transição para uma economia mais sustentável.

    A Zurich é parceira do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) na produção do único Relatório de Riscos Globais do mundo, o Global Risk Report 2021. O documento, que é o balizador das discussões das principais tendências globais no WEF, demonstrou nesta 16º edição, de 2021, que no prazo de 2 anos os riscos de ameaças relacionadas às mudanças climáticas estão na lista dos cinco primeiros lugares com maior probabilidade de ocorrer.

    O grupo é, ainda, signatário dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da ONU para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos. Também assina o Pacto Global, outra organização da ONU, assim como apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), entre de outros projetos semelhantes mundo afora.

    Imbuída na redução de CO2, a Zurich passou a integrar a Net-Zero Asset Alliance, também da ONU, com o compromisso de zerar suas emissões até 2050. Aliás, a Zurich foi a primeira seguradora a se inscrever no Business Ambition, em junho de 2019, com a meta de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. No mesmo ano, assinou o seu roadmap de 1,5°C, que está intimamente ligado aos negócios.

    Sobre a Zurich no Brasil

    A seguradora Zurich soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 80 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado. Saiba mais em http://www.zurich.com.br.

    Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder multicanal que apresenta soluções para seus clientes e parceiros na esfera local e global. Com cerca de 55 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de serviços e produtos em Seguros de Vida e de Ramos Elementares em mais de 215 países e territórios. Entre os clientes da Zurich encontram-se indivíduos, pequenas e médias empresas, assim como grandes empresas e multinacionais.  O Grupo está sediado em Zurich, Suíça, onde foi fundado em 1872. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no Six Swiss Exchange e tem o Nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX. Saiba mais em http://www.zurich.com.

    Informações para a Imprensa:

    Conteúdo Comunicação

    imprensa.zurich@conteudonet.com

     
  • 15 out

    Centro Sebrae de Sustentabilidade lança cartilha no Dia do Consumo Consciente para download com informações e orientações para empresários 

    A Conversa Sustentável, empresa que atua na comunicação estratégica para sustentabilidade desenvolveu e coordenou a produção dos conteúdos junto com a equipe do Centro Sebrae de Sustentabilidade responsável pela área.
    Centro Sebrae de Sustentabilidade lança cartilha com informações e orientações para empresários e empreendedores; ela está acessível no link:  https://bit.ly/2OOLlst   
    A cartilha do Centro Sebrae de Sustentabilidade é composta por sete capítulos:
    1 – O cenário da perda e do desperdício de alimentos e o papel dos pequenos negócios
    2 – Como e onde ocorrem a perda e o desperdício de alimentos
    3 – A economia circular, uma estratégia importante
    4 – Panorama do mercado de alimentação brasileiro
    5 – Tendências em destaque no mercado de alimentação
    6 – Novas tecnologias auxiliam no combate ao desperdício de alimentos
    7 – Como evitar a perda e o desperdício de alimentos
    Na série de infográficos “Como Fazer” do CSS, há um sobre Gerenciamento de Estoque de Perecíveis, recomendado a empresários e empreendedores onde são apresentados os processos necessários para garantir o estoque adequado de produtos perecíveis. Este infográfico está no link http://bit.ly/2JqgTSZ    
     
    Informações sobre o Centro Sebrae de Sustentabiliade
    Vanessa Brito
    Centro Sebrae de Sustentabilidade
    Fone+55 (65) 3648-1215
    Rua Cinco, 144, Centro Político Administrativo
    CEP 78.049-035 | Cuiabá-MT
    0800 570 0800 | http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br
     
  • 6 out

    Cidades Resilientes Inovação e Inclusão 2019 

    Convidamos vocês a participar do CIDADES RESILIENTES: INOVAÇÃO E INCLUSÃO da Abraps dia 25 de outubro na Rua Marquês de Paranaguá, 111 – Consolação – Campus da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC/SP

    É o espaço que a entidade reserva para falarmos de temas inovadores que tangenciam a sustentabilidade.

    Em 2018 falamos sobre os resultados do Habitat III – Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável e temas como a igualdade de oportunidades para todos; o fim da discriminação; a importância das cidades mais limpas; a redução das emissões de carbono; o respeito pleno aos direitos dos refugiados e migrantes; a implementação de melhores iniciativas verdes e de conectividade, e construção de indicadores para cidades inteligentes e sustentáveis, onde abordamos a metodologia MACITI – Metodologia de Avaliação de Cidades e Territórios Inteligentes é formada por 108 indicadores agrupados em seis macrotemas com ênfase

    Em 2019 vamos alinhavar os temas de Cidades afetivas, uma via ecológica para o bem-viver; Economia Circular e os ODS, mais especificamente o ODS 12 Consumo e produção responsáveis no âmbito das cidades , Waste Management for Smart Cities;, gestão inteligente de resíduos em cidades e territórios; Saneamento e Recursos Hídricos no meio urbano novas tecnologias e desafios e Inclusão dos 50+ no mercado de trabalho das cidades inovadoras e resilientes

    FORMATO: Roda de Conversa com especialista na área de Cidades Inteligentes e Sustentáveis

    Facilitadores

    Vivian Blaso – Graduação em Comunicação Social – Habilitação Relações Públicas , Mestrado e Doutorado em Ciências Sociais; Experiência na área de Comunicação, com ênfase em Relações Públicas e Propaganda, atuando nos seguintes temas: consumo e sustentabilidade, responsabilidade social empresarial, tendências, governança corporativa, advocacy, relacionamento com a comunidade e terceiro setor, consumo responsável, comunicação, cidades, antropologia urbana, ativismos e coletivos; Membro da Comissão Estadual de São Paulo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Coordenadora do GT Advocacy na Abraps – Associação Brasileira de Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável.
    Autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização lançado pela Paco Editorial em 2017. Idealizadora e pesquisadora no Cidades Afetivas: observatório das manifestações afetivas nas cidades, tendências de consumo, comportamento do consumidor e movimentos ligados aos ativismos e os coletivos urbanos; Pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo: Linha de Pesquisa: Diversidades Culturais e Pensamento Complexo. Pesquisas em andamento: Cidades Afetivas: Uma via Ecológica para o Bem Viver; Linguagens comunicacionais no espaço urbano: Projeto de análise das influências da regulação publicitária como ampliação de competências pedagógicas nos bacharelados em comunicação; Muralismo e pixação na cidade de São Paulo: novas perspectivas e análises das inscrições visuais urbanas; Professora Titular na Fundação Armando Álvares Penteado. Artista e empreendedora. Sócia Diretora na Conversa Sustentável que vem se destacando por sua atuação e expertise nos estudos de tendências no mercado da comunicação e estratégias para sustentabilidade.

    Ricardo Oliani – Consultor, especialista em Sustentabilidade, Marketing Ambiental, Jogos & Dinâmicas, Atuou durante 7 anos na liderança de projetos de mobilização social do Instituto Akatu na área de Sustentabilidade, Consumo Consciente e o Poder Transformador do Consumidor e atua há mais de 20 anos na criação e aplicação de Jogos e Dinâmicas nos mais variados temas, transformando conteúdos em ferramentas lúdicas e participativas que facilitam a interação do conhecimento com a prática e a integração dos participantes entre si e com os temas que estão sendo trabalhados.É fundador e atual Conselheiro da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade

    Francisco Luiz Biazini Filho – Sócio da REDERESÍDUOS é Doutor em Ciências pela USP – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares com o Título: RESPONSABILIDADE SOCIAL DA ENERGIA NUCLEAR PARA GERAÇÃO ELÉTRICA NO BRASIL (2014). Especialização em Gestão de Segurança da Informação pelo Instituto Pesquisas Energéticas e Nucleares, IPEN/SP com o Título: OTIMIZAÇÃO NO GERENCIAMENTO DE RISCOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Metodologias para avaliação e análise de risco e tomada de decisão (2005). Graduação em Tecnologia em Processamento de dados pela Universidade Ibirapuera, UNIB, Brasil.(2005 e 1990). Presidente da TRANSFORMA – COOPERATIVA DE TRABALHO EM SISTEMAS TECNOLÓGICOS INOVADORES E SUSTENTÁVEIS, Vice Presidente do Instituto Dínamo de Desenvolvimento Sustentável. Vice Presidente do Sindicato das Cooperativas de Produção do Estado de São Paulo. Vice Presidente do Instituto Lixo Zero Brasil. Conselheiro do Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste. Conselheiro da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade. Membro do Observatório Nacional da Política Nacional de Resíduos Sólidos.Tem experiência na área de descontaminação de recursos hídricos, resíduos sólidos, desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, lixo zero, reciclagem, resíduos sólidos e revalorização de resíduos.

    Patrícia Moreno – Graduada em Tecnologia Hidráulica e Saneamento Ambiental pela FATEC (2016) e em Sistemas de Gestão Ambiental pela Universidade Estácio de Sá (2009). Experiência como educadora ambiental, visando a preservação da água e orientação para a reciclagem dos resíduos sólidos e utilizando a robótica e a programação EV3 para programar , operar e controlar robôs criados pelos educandos, favorecendo a interdisciplinaridade, promovendo a integração de conceitos de diversas áreas. Atuei como consultora ambiental na elaboração de Planos Municipais de Saneamento e em projetos de sistemas alternativos de esgotos em áreas isoladas, Aplicação de pesquisa, tabulação, levantamento de dados na área de soluções alternativas de tratamento de esgotos. Atuação com a inclusão social e implementação de tecnologias para otimizar a gestão no processo de comercialização de resíduos em cooperativas de catadores. Voluntária na ABRAPS no Comitê Lixo Zero e como Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saneamento e Recursos Hídricos, e na ABES-SP na Câmara Técnica de Saúde e Saneamento em Comunidades Isoladas Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saneamento e Recursos Hídricos da Abraps;

    Ely Antonio Tadeu Dirani – Professor do Departamento de Engenharia da PUC-SP é Doutor e Mestre em Microeletrônica pela Escola Politécnica da USP e Bacharel em Física pelo Instituto de Física da USP. Atuou em diversos projetos de pesquisa e desenvolvimento na universidade e em parcerias com empresas do setor privado. Participou como orientador no Programa ALI – Agentes Locais de Inovação, uma parceria entre o SEBRAE e o CNPq, atuando, através dos agentes, para promover a prática continuada de ações de inovação em micro e pequenas empresas das áreas da indústria, comércio e serviços.

    Ismael Rocha – Doutor em Educação, Mestre em Sociologia, Mercadólogo formado pela ESPM com pós-graduação em Marketing pela UTA – University of Texas at Arlington. Professor universitário, autor de livros didáticos nas áreas de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade, artigos publicados em revistas, jornais e participação em Congressos no Brasil e no Exterior. Diretor de Extensão da ESPM, Fundador e Coordenador da ESPM Social, do CEDS – Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental e Fundador da Incubadora de Negócios da ESPM. Cursos de Especialização no Canadá, EUA, Inglaterra, Finlândia, China, Malásia, Chile e México. Consultor de Marketing e Planejamento Estratégico para Empresas, ONGs, Institutos e Fundações. Climate Reality Leader. Idealizador do NEXT 49+ que trabalha com a inclusão de pessoas com mais de 50 anos no mercado de trabalho

    Mediação: Marilena Lavoratto – Publicitária com especialização em marketing, negócios e gestão socioambiental. É a idealizadora do Programa Benchmarking Brasil (selo de sustentabilidade que certifica boas práticas desde 2003). Atualmente é Membro do Conselho Consultivo da ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável) e da Câmara de Comércio Brasil Argentina. É colunista do Portal Vya Estelar, conferencista e ganhadora do Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara Brasil Alemanha, categoria Humanidade, 1º lugar em 2013. É Presidente do Instituto MAIS que trabalha pela Cultura de Sustentabilidade, palestrante, editora de livros e revistas especializadas e autora de diversos artigos publicados

    Facilitação Gráfica: Andressa Batelochio – Agente de Transformação para projetos e processos de inovação para educação e pelo desenvolvimento sustentável na empresa Horizontte Sustentável; educadora e articuladora de processos de comunicação e educação, no projeto EducaVisT – a facilitação gráfica como ferramenta complementar de metodologias ativas. Formada em Comunicação Social pela FAAP com pós-graduação em Marketing de Negócios pela ESPM-SP e como consultora em sustentabilidade pela consultoria Migliori e pelo SENAC-SP; especialista em Responsabilidade Social e Terceiro Setor pelo CEATS-FIA-USP. Designer de informação e profissional de colheita/ facilitação gráfica com especialização na Holanda. Associada da ABRAPS – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, coordenadora do GT Educação; facilitadora em jogos cooperativos, cultura de paz, vivências com a natureza (Sharing Nature Worldwild) e agente sociambiental pela UMAPAZ – Universidade Livre de Meio Ambiente e Cultura de Paz – Prefeitura de São Paulo-SP.

    Evento Gratuito – Vagas Limitadas – inscreva-se clicando no link – https://forms.gle/vPDpeQ4a6GGP1HYc6

    Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável
    DATA: Sexta feira, 25 de outubro das 15h30 às 19h00 horas.
    LOCAL: Rua Marquês de Paranaguá, 111 – Consolação – Campus da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC/SP

    GTs Integração e Advocacy

    Apoio 

     
  • 1 abr

    Artigo: Rumo à Metamorfose Democrática? 

    O movimento triádico individuo-espécie-sociedade revigora a regeneração contínua e simultânea entre democracia e diversidade de ideias. Tal regeneração acentua-se nas relações antagônicas, concorrentes, complementares que fundamentam a política como um sistema multidimensional complexo. O processo pretensamente civilizatório contido na mundialização traz consigo a destruição das biodiversidades no planeta. 

    A despolitização da política, que se autodissolve na administração, na técnica, na burocracia, na economia e na quantificação resulta na política fragmentada e impede a compreensão da vida, dos sofrimentos, dos desamparos, das solidões, das necessidades não quantificáveis.

    A insustentável condição humana na era planetária é fruto das profecias neoliberais, que apostaram no quadrimotor “ciência-técnica-economia-lucro” e na sua capacidade de salvaguardar o futuro da humanidade. Fruto da política fragmentada, o excesso de disciplinamento produz sujeitos experts, organizações compartimentalizadas, que dão origem a indivíduos dissociados da natureza e da cultura e acabam impedidos de ver que a dimensão humana é de caráter multidimensional. Tudo isso contribui para a gigantesca regressão democrática, com os cidadãos apartados dos problemas fundamentais da cidade.   

    Presente nas democracias atuais, tal fenômeno é resultado da cosmovisão cartesiana da qual o quadrimotor “ciência-técnica-economia-lucro” é o fio condutor do atual estágio de humanidade. As policrises políticas, econômicas, culturais, ecológicas, sociais atestam a inverdade contida nessa formulação considerada hegemônica.

     Dissociados e fragmentados, os indivíduos se deixam anestesiar pelo consumismo, o que tem levado a um novo estágio de barbárie na era planetária. Esse processo também produz um sujeito apartado da sua relação com a comunidade. O coletivo fica à margem da sociedade; mesmo assim tenta resistir aos desafios impostos pelo sistema neoliberal; a noção de coletivo ressurge em recentíssimos movimentos sociais que ocupam praças, constroem hortas urbanas, preservam parques, ocupam artisticamente espaços, na tentativa de resgatar as invisibilidades das cidades contemporâneas.    

    Os ativismos urbanos insurgentes acionam outras vias na direção do futuro para a humanidade, e tal fenômeno pode ser observado sob a luz da ideia de “Metamorfose”. Morin reitera que a metamorfose traz consigo o princípio da incerteza e ao mesmo tempo da esperança em prol de um futuro sempre imprevisível. Apostar na regeneração democrática, no resgate da solidariedade e da responsabilidade, é colocar em prática uma ética da espécie que realize a unidade planetária contida na diversidade natural e cultural.   

     
  • 8 set

    INOVA FAAP 

    https://www.faap.br/

    Inova FAAP

    Eu faço parte!

    “ESG no mundo dos dados: como mensurar e comunicar”

    “Relações Comunitárias: a construção e desconstrução de narrativas a partir dos espaços públicos e semi-públicos na cidade de São Paulo”

    Inscrições exclusivas para os alunos da Graduação na FAAP

    https://lnkd.in/dyGSyjMC

    https://lnkd.in/dAR4Ftfc

    #faap
    #nafaap
    #criaçãonomundodosdados

     
  • 1 abr

    Protagonismo Senior: #1Desabafo 

    por Vera Pacheco, 63 anos, Mestra em Comunicação, mais de 20 anos no mercado atuando como atendimento e planejamento na área de Live Marketing. Professora na FAAP.
    “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
    Cora Coralina

    A população idosa vem crescendo vertiginosamente no mundo. Não podemos mais negar que a inversão da pirâmide etária já é uma realidade. As questões demográficas sobre crescimento da população com 60+ vêm sendo projetadas desde a década de 1990 pelos institutos de pesquisa. Mas o fato é que os integrantes dessa grande “onda prateada” vieram para ficar e a pergunta que devemos fazer é: Como a sociedade reconhece este fato?
    Somos uma geração que reconhece o arrojo e o conhecimento tecnológico superior dos mais jovens, já que o mercado em geral costuma valorizar essas virtudes em um profissional, o que pode gerar discriminação com os profissionais de 60+. Há também preconceito dos mais jovens em relação aos mais velhos que é reproduzido pelo que chamamos de Etarismo:” a discriminação contra indivíduos ou grupos etários com base em estereótipos associados à idade”.

    O conceito de aposentadoria precisa ser atualizado, principalmente porque a força de trabalho está envelhecendo, como foi divulgado no Artigo de Paul Irving, publicado em 2019, na Revista Harvard Business Review: “as pessoas que realmente refletem sobre os impactos de uma população envelhecida normalmente veem uma crise iminente — não uma oportunidade. Elas não conseguem valorizar o potencial de pessoas idosas como funcionários e consumidores”.
    A geração prateada não quer e não pode ficar em casa vendo o tempo passar. São pessoas ativas, que dependem da sua força de trabalho muitas vezes para a sua própria complementação de renda . O tsunami prata vem assumindo cada vez mais o protagonismo do empreendedorismo, muitas vezes para atender suas próprias demandas pela sobrevivência e da sua família.
    Contudo, a pandemia do coronavírus trouxe à tona antigos dilemas problematizados pelo nosso Sênior mais descolado do planeta, Edgar Morin, que completará 100 anos: “toda vida é uma aventura incerta: não sabemos de antemão o que serão para nós a vida pessoal, a saúde, a atividade profissional, o amor, nem quando ocorrerá a morte, ainda que esta seja indubitável.”
    No livro Sociedade do Cansaço, escrito por Byung-chul Han, 62 anos publicado no Brasil, 2115, o autor aponta que boa parte dos jovens acometidos pelas síndromes contemporâneas ligadas à ansiedade e o desequilíbrio emocional, recorrem aos mais velhos para suporte emocional.
    Algumas empresas já se atentaram para a inversão da pirâmide etária e estão investindo em movimentos de inclusão de equipes mais diversificadas considerando o fator idade. Aqui faço um alerta: antes das empresas tomarem atitudes de inclusão ou assumirem a diversidade como premissa para os seus relatórios de sustentabilidade, é preciso reconhecer quais as prioridades da geração prata e como ela gostaria de ser tratada e ser vista pelos demais integrantes da organização e sociedade.
    Nos dias de hoje, ser um profissional sênior e assumir o protagonismo no mercado de trabalho é um desafiou que requer coragem.

    Protagonismo Sênior será o tema do próximo Papo de RP com a Professora Vera Pacheco, 05 de abril às 18horas no Instagram: @vivianblaso.

    Serviço

    Papo de RP Protagonismo Sênior
    Quando? 05 de abril
    Onde? Instagram @vivianblaso
    Horário: às 18horas

    Informações para imprensa
    vivianblaso@conversasustentavel.com.br
    WhatsApp +55 11 99616 5360


     
  • 17 mar

    Município paulista ensina Libras a todos os alunos para promover inclusão 

    Projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação de Olímpia vai além de oferecer intérpretes para alunos surdos sinalizantes em nome da integração entre todos os estudantes

    Promover uma inclusão eficaz dos alunos com deficiência é um dos desafios da escola que o Brasil vem construindo ao longo dos últimos anos. Embora muitos avanços tenham vindo na esteira da Lei Brasileira de Inclusão, sancionada em 2015, ainda resta um longo caminho até que esses estudantes estejam realmente integrados ao ensino regular. Passo a passo, esse caminho vai ganhando trilhas importantes. É o caso de Olímpia, município do interior paulista com população estimada em pouco mais de 55 mil pessoas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em 2017, a Secretaria Municipal de Educação entendeu que apenas matricular crianças surdas em classes regulares não era o bastante para promover a inclusão e integração desses alunos com os colegas e professores. Até aquele ano, os estudantes surdos sinalizantes – ou seja, aqueles que utilizam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para se comunicar – tinham o acompanhamento de intérpretes durante as aulas. Dessa forma, eles podiam compreender os conteúdos que estavam sendo ensinados e também fazer perguntas quando tinham alguma dúvida. Mas como resolver a solidão que essas crianças poderiam sentir fora da classe, naqueles momentos antes do início das aulas ou nos intervalos, quando elas estavam acompanhadas unicamente de seus colegas falantes do Português, que não sabiam se comunicar em Libras?

    As reflexões sobre esse problema levaram à criação do projeto Libras na Escola, uma tentativa de ir além das obrigações estabelecidas em lei e integrar, de fato, estudantes surdos e não surdos. Desde então, todos os alunos de turmas regulares que tenham colegas surdos recebem, gratuitamente, aulas de Libras. A coordenadora da Educação Especial Inclusiva, da Secretaria de Educação, Marcela Rúbia Nespolo Aniceto, explica que o objetivo é garantir que haja uma interação e uma comunicação real entre as crianças surdas e as ouvintes, de modo que elas possam desenvolver laços e se tornar parceiras não só dentro da sala de aula, mas em outros espaços fora do ambiente escolar.

    Segundo ela, a experiência do Libras na Escola é transformadora para os alunos surdos. “As crianças que compartilham desse processo se sentem valorizadas e se desenvolvem com muito mais segurança e com uma autoestima elevada”, conta. Mas os benefícios são sentidos também entre os demais estudantes e até mesmo a equipe escolar. “É uma troca enriquecedora, que contribui para o desenvolvimento da escola como um todo”, avalia.

    A inclusão de alunos com deficiência nas escolas de Educação Básica brasileiras tem sido um desafio para as instituições de ensino e os educadores, assim como, em alguns casos, torna-se um drama para as famílias desses estudantes. “Essa integração deve receber a devida atenção no âmbito das políticas públicas, até mesmo na formação dos professores. Dar protagonismo à criança surda passa por entender que Libras é a sua primeira língua. É fundamental que a escola conheça suas crianças, as respeite e promova o respeito às diferenças e Olímpia é exemplo disso”, afirma Pedro Lino, supervisor pedagógico da Área Pública da Editora Aprende Brasil, responsável pelo Sistema de Ensino Aprende Brasil, que atende mais de 17 mil escolas em mais de 200 municípios brasileiros. “É preciso entender a inclusão como uma ação de responsabilidade coletiva”, destaca.

    Inclusão passa por ensino bilíngue

    Na visão da pedagoga, com habilitação em Educação Especial, Daniele Silva Rocha, iniciativas como a de Olímpia são fundamentais para que a Educação Básica no Brasil permita, de fato, experiências de integração social para todos os estudantes. Para ela, que também é surda sinalizante, é preciso criar escolas bilíngues, com foco no aluno surdo, porque esses alunos não são apenas laudos. “Eles chegam à sala de aula sem saber falar o Português, enquanto os colegas não sabem falar Libras. Então, é preciso que, pelo menos, os professores sejam fluentes nas duas línguas”, sugere. Daniele defende que projetos como o Libras na Escola precisam ser mais difundidos em todos os municípios e níveis de ensino. Atualmente, programas como esse ainda são a exceção, o que obriga muitos educadores a buscarem alternativas próprias para promover uma maior equidade no ensino para essas crianças.

    É o caso da professora Doani Emanuela Bertan, idealizadora do canal Sala 8, no Youtube, e uma das finalistas do Global Teacher Prize 2020, o principal prêmio para professores do mundo. Atuando como professora bilíngue em sala de aula, Doani teve a ideia de criar o canal para apresentar conteúdos de Português e Matemática em Libras. “A gente tem a ilusão de que dividir o mesmo espaço físico é incluir. Mas o que faz a inclusão acontecer, na realidade, são as interações, as trocas, uma língua em comum. Quando se trata da escola e de tudo o que acontece nesse espaço, isso se torna ainda mais relevante. A língua natural do estudante surdo é a Libras. Ele ainda está construindo o Português. Mas o material escolar que ele recebe está apenas em Português. Se o material fosse realmente inclusivo, ele viria na língua do meu aluno, que é a Libras. Por isso, eu resolvi fazer esse material”, relata.

    Daniele e Doani falam mais sobre a importância de promover a inclusão real de alunos surdos no 20º episódio do podcast PodAprender, cujo tema é “Educação bilíngue para surdos”. O programa pode ser ouvido no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil (sistemaaprendebrasil.com.br), nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil.

    centralpress@centralpress.com.br
    http://www.centralpress.com.br

     
  • 11 mar

    O que é investimento ESG e como aprender mais sobre os investimentos sustentáveis? 

    *Por Eduardo Souza, CFP®

    O investimento ESG (Ambiental, Social e de Governança) refere-se a uma classe de investimento também conhecida como “investimento sustentável”. Este é um termo para investimentos que buscam retorno positivo e impacto de longo prazo na sociedade, no meio ambiente e no desempenho dos negócios.
    Existem várias categorias diferentes de investimento sustentável. Eles incluem investimento de impacto e investimento de responsabilidade social. Alguns investidores também colocam o ESG sob o nome de SRI, que buscam investimentos mais éticos para impactar de forma positiva a sociedade.
    O Financial Times Lexicon define ESG como “um termo genérico usado no mercado de capitais e usado por investidores para avaliar o comportamento corporativo e determinar o desempenho financeiro futuro das empresas”.
    Basicamente o termo é usado por investidores para avaliar corporações e determinar o desempenho financeiro futuro das empresas.
    O ESG é um subconjunto de indicadores de desempenho não financeiros que incluem questões sustentáveis, éticas e de governança corporativa, como a gestão da pegada de carbono de uma empresa e a garantia de que haja sistemas em vigor para garantir a responsabilidade. Ou seja, leva em consideração investimentos usados ​​em estratégias de avaliação de risco incorporadas nas decisões de investimento e processos de gestão de risco.
    Qual é o apelo do ESG?
    Muitos investidores não estão apenas interessados ​​nos resultados financeiros dos investimentos. Eles também estão focados ​​no impacto de seus investimentos e no papel que seus ativos podem ter na promoção de questões globais, como a ação climática.
    Um grupo demográfico que é particularmente atraído por investimentos ESG são os millennials. De acordo com um estudo chamado Cone Millennial Cause Study, os millennials são mais propensos a confiar ou comprar os produtos quando empresas têm uma reputação de ser social ou ambientalmente responsável. Metade dos entrevistados têm maior probabilidade de recusar um produto ou serviço de uma empresa considerada social ou ambientalmente irresponsável.

    Fatores de investimento ESG

    Os investimentos ESG consideram variáveis ​​ou fatores “extra-financeiros”. Investidores responsáveis ​​avaliam empresas usando critérios ESG como um guia para selecionar investimentos ou para avaliar riscos na tomada de decisões. Fatores ambientais determinam a gestão do meio ambiente da empresa e se concentram em resíduos e poluição, esgotamento de recursos, emissões de gases de efeito estufa, desmatamento e mudanças climáticas.

    Os fatores ambientais incluem gestão de resíduos, gestão de água, uso de recursos ambientais, divulgação ambiental, impacto ambiental e redução de poluição e emissões. Os fatores sociais incluem análise das partes interessadas, mentalidade no local de trabalho, direitos humanos, relações comunitárias de diversidade, cidadania corporativa e filantropia. Os fatores de governança incluem a estrutura do conselho, remuneração da administração, impacto das partes interessadas, direitos das partes interessadas e o relacionamento entre a administração e as partes interessadas.
    Por que os investimentos ESG funcionam?
    Normalmente se engaja na seguinte estratégia: primeiro, ele identifica um conjunto de investimentos atraentes, com base em seus critérios tradicionais de seleção de investimentos. Depois de fazer isso, ele aplicará uma lente ESG a esse conjunto de investimentos viáveis. Por último, mas não menos importante, ele seleciona os investimentos que devem gerar um impacto escalável e lucrativo. O motivo pelo qual o impacto e os retornos não precisam ser mutuamente exclusivos é porque a lente ESG só é aplicada a investimentos lucrativos que foram identificados antes da lente.
    Com todas essas informações sobre ESG fica a pergunta: como os investidores podem adquirir conhecimento para que o aumento do seu patrimônio não leve à alocação de seus recursos em empresas que não estão comprometidas com a construção de uma sociedade mais justa e que não são éticas com suas partes interessadas, incluindo colaboradores, clientes, fornecedores e a própria comunidade?
    *Por Eduardo Souza, CFP® é profissional CFP®, assessor de investimentos e sócio sênior na Praisce Capital AAI.

     
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