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  • 1 abr

    Artigo: Rumo à Metamorfose Democrática? 

    O movimento triádico individuo-espécie-sociedade revigora a regeneração contínua e simultânea entre democracia e diversidade de ideias. Tal regeneração acentua-se nas relações antagônicas, concorrentes, complementares que fundamentam a política como um sistema multidimensional complexo. O processo pretensamente civilizatório contido na mundialização traz consigo a destruição das biodiversidades no planeta. 

    A despolitização da política, que se autodissolve na administração, na técnica, na burocracia, na economia e na quantificação resulta na política fragmentada e impede a compreensão da vida, dos sofrimentos, dos desamparos, das solidões, das necessidades não quantificáveis.

    A insustentável condição humana na era planetária é fruto das profecias neoliberais, que apostaram no quadrimotor “ciência-técnica-economia-lucro” e na sua capacidade de salvaguardar o futuro da humanidade. Fruto da política fragmentada, o excesso de disciplinamento produz sujeitos experts, organizações compartimentalizadas, que dão origem a indivíduos dissociados da natureza e da cultura e acabam impedidos de ver que a dimensão humana é de caráter multidimensional. Tudo isso contribui para a gigantesca regressão democrática, com os cidadãos apartados dos problemas fundamentais da cidade.   

    Presente nas democracias atuais, tal fenômeno é resultado da cosmovisão cartesiana da qual o quadrimotor “ciência-técnica-economia-lucro” é o fio condutor do atual estágio de humanidade. As policrises políticas, econômicas, culturais, ecológicas, sociais atestam a inverdade contida nessa formulação considerada hegemônica.

     Dissociados e fragmentados, os indivíduos se deixam anestesiar pelo consumismo, o que tem levado a um novo estágio de barbárie na era planetária. Esse processo também produz um sujeito apartado da sua relação com a comunidade. O coletivo fica à margem da sociedade; mesmo assim tenta resistir aos desafios impostos pelo sistema neoliberal; a noção de coletivo ressurge em recentíssimos movimentos sociais que ocupam praças, constroem hortas urbanas, preservam parques, ocupam artisticamente espaços, na tentativa de resgatar as invisibilidades das cidades contemporâneas.    

    Os ativismos urbanos insurgentes acionam outras vias na direção do futuro para a humanidade, e tal fenômeno pode ser observado sob a luz da ideia de “Metamorfose”. Morin reitera que a metamorfose traz consigo o princípio da incerteza e ao mesmo tempo da esperança em prol de um futuro sempre imprevisível. Apostar na regeneração democrática, no resgate da solidariedade e da responsabilidade, é colocar em prática uma ética da espécie que realize a unidade planetária contida na diversidade natural e cultural.   

    Metamorfose: Ilustração em aquarela by Vivian Baso
     
  • 28 maio

    Ciclos 2019 – Evolução tecnológica demanda uma nova educação no século 21 

    Palestra de antropólogo apaixonado por tecnologia apresenta impactos da revolucionária transformação digital na história humana no século 21
    A velocidade da evolução das tecnologias exponenciais é tamanha que o cérebro humano é incapaz de acompanhar. Segundo a Lei de Gordon E. Moore, a capacidade de processamento de dados dobra a cada 18-24 meses. Significa que 30 passos exponenciais do desenvolvimento tecnológico atual equivalem a 26 voltas em torno da terra. Este cálculo demonstra o tamanho da revolução que estamos vivendo, no presente, e como deverá se tornar a vida humana, nas próximas décadas do século 21.  Graças à transformação digital, ocorrida nos últimos anos, que colocou smartphones nas mãos de milhões de seres humanos com dezenas de aplicativos, monitorados por algoritmos que agrupam pessoas por pensamentos, atitudes e desejos de consumo semelhantes, e ao potencial ilimitado de processamento e armazenamento do Big Data, é inimaginável as novidades que ainda estão porvir.A vida humana vai mudar para sempre, assim como aconteceu em outras épocas revolucionárias. É certo que a tecnologia pode ajudar a humanidade a resolver grandes desafios sociais, ambientais, entre outros, que antes não foram solucionados, mas há sempre que lembrar que ela também pode ajudar a gerar resultados nem sempre benéficos. Tudo dependerá do propósito de quem está por trás das tecnologias.Estas são algumas observações e alertas que Francisco Barreto Araujo, antropólogo apaixonado por tecnologia, líder da Impacto e guest speaker da Singularity University fez em sua palestra ‘Tecnologias exponenciais e a educação do século 21’ no Congresso Internacional de Sustentabilidade, que está sendo realizado pelo Sebrae em Cuiabá (MT).A formação do palestrante é diversificada, com mestrado em negócios, políticas públicas em Harvard, tecnologias com impacto ambiental na Singularity University no campus da Nasa, entre outras especialidades, experiências e vivências em comunidades indígenas, favelas do Rio de Janeiro, etcEle é líder da Impacto, uma rede que promove impacto social e também ensina como fazer impacto social. Para mostrar o quanto a tecnologia já pode ajudar as pessoas a se conhecerem mais, mostrou o resultado do mapeamento de seu DNA, que pode ser feito por apenas US$90, fora do Brasil. “ É simples, você cospe num kit, que joga num site e aparece o seu DNA mapeado. Desse modo podemos saber como o filho da gente pode vir a nascer, com quais possiblidades de doenças, etc Esta tecnologia já existe e está acessível”, informou entusiasmado. Outra educaçãoComo educar, hoje, para não ficar para trás? O ritmo do avanço tecnológico possui um enorme potencial de excluir pessoas da nova economia, que está surgindo.  Se os sistemas educacionais não se adaptarem à revolução das tecnologias exponenciais, no ano de 2050,  uma em cada 3 pessoas será excluída, segundo o palestrante.“Gente que não teve acesso ou gente que não quis acompanhar a revolução tecnológica vai ficar de fora. Antes a natureza mudava devagar, a cultura a governança, infraestrutura comercio e moda. Hoje, a tecnologia  muda organismos”, comparou.Em 2023, um PC (Personal Computer) de US$ 1 mil dólares terá a mesma capacidade de processamento de um cérebro humano.  Em 2050, terá a capacidade computacional de todos os cérebros humanos juntos. Da pra pensar na educação pra viver esta curva?, Francisco desafiou a plateia.“A sua vida está sendo devorada pelos dados”, disparou. A revolução tecnológica transformou o mundo: de escala e escopo para rapidez e fluidez; da previsibilidade para agilidade; da rigidez e limites para limites fluidos; do comando e controle para empoderamento criativo; de reação e aversão a riscos para intraempreendedorismo; de intenção e estratégia para propósito; de vantagem competitiva para vantagem comparativa; de dados e análise para síntese de Big Data.“Estamos vivendo a possiblidade de ver a transformação do planeta feita por grupos, como nunca aconteceu antes”, afirmou Francisco.  “Podemos gerar impactos que antes não tínhamos. As empresas estão surgindo amontoadas. Como viver neste mundo nesta velocidade? Com nanotecnologia, inteligência artificial, robótica, entre outras coisas mais?”, acrescentou.Sempre vivemos curvas de tecnologia. Elas geralmente ocorrem em ciclos de 40 a 60 anos. Ele apresentou uma linha do tempo mostrando a  primeira guerra, segunda guerra e a guerra do Vietnam.  Por que? Porque tem que ter crise para que a novidade surja (novas tecnologias).  Quarenta anos é o tempo laboral de uma geração, argumentou.Sempre falta imaginação no modelo de educação da geração anterior para o mundo que vem depois. Como a Kodak não viu e não temeu o surgimento da foto digital, exemplificou.O que é mais importante as primeiras cidades na Suméria ou as smart cities de hoje, com tudo conectado, sem bancos, a rede afiançando as trocas, indústria em cada esquina com robôs produzindo de tudo, sem precisar produzir na China?, perguntou. No entanto, em cada um desses momentos de transformação radical dos rumos da história da humanidade, teve alguém que não pegou a onda e ficou para trás, alertou.No entanto, lembrou, que o grande motivador da revolução tecnológica são as pessoas.  As opções de compra e trabalho ditam os novos modelos de negócio, que só vão funcionar se atenderem as necessidades e desejos das pessoas. “ A gente está controlando esta mudança de algum jeito”, afirmou.Hoje está assim: pessoas, tecnologias e negócios. Por este motivo, o propósito é que move o desenvolvimento de novas tecnologias e os novos modelos de negócios. “ O Facebook só foi  monetizado tempos depois. Esta inversão é radical. As pessoas estão no centro”, enfatizou.A receita para a educação da nova era se baseia no ‘faz, aprende e mede”, no autodidatismo.  Temos de ser educados para aprender o tempo todo, sem medo de errar e correr riscos. É o contrário da educação da geração anterior, que procurava ter uma carreira profissional linear para ficar na zona de conforto, sem correr riscos.Ninguém nasce sabendo tudo. “Growth mindset” (mentalidade de crescimento) é a expressão em inglês, que significa que as pessoas podem aprender, ser treinadas e desenvolver conhecimentos em diversas áreas, por caminhos próprios, correndo riscos, errando para acertar.Há empresas que já entenderam este conceito e estão criando espaços para funcionários tentarem o que nunca foi feito, cocriarem, se desafiando, podendo aprender novos caminhos, errando e recomeçando até chegarem ao que querem alcançar.“Precisamos de aprender a aprender e psicologia de alta performance, cruciais para educação que vem aí”, enfatizou Francisco.
    Assessoria de imprensa Centro Sebrae de Sustentabilidade/ Vanessa Brito 
     
  • 18 mar

    PELA PRIMEIRA VEZ EM SÃO PAULO, GREEN NATION LEVA EXPERIÊNCIAS SENSORIAIS, INTERATIVAS E EMOCIONAIS PARA O PAVILHÃO DAS CULTURAS BRASILEIRAS, NO PARQUE DO IBIRAPUERA, ENTRE 25 E 31 DE MARÇO 

    Depois de atrair 70 mil pessoas no ano passado, em sua quarta edição, ocorrida em Brasília junto ao 8º Fórum Mundial da Água, a cidade de São Paulo receberá, pela primeira vez,um dos principais eventos sobre sustentabilidade do país, o Green Nation.

    Realizado pelo CIMA (Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente), a partir de 2012 – com edições anteriores no Rio de Janeiro e em Brasília – o Green Nation ocupará agora, entre 25 e 31 de março, os 10 mil m² do Pavilhão das Culturas Brasileiras do Parque do IbirapueraDia 24 março (domingo), a partir das 16h, haverá uma abertura especial para convidados, patrocinadores, autoridades e imprensa.

    A5ª edição do evento tem como objetivo proporcionar aos visitantes experiências interativas, sensoriais e emocionais para pensar, viver, sentir e aplicar a sustentabilidade. A programação, totalmente gratuita, é composta por um festival audiovisual com mostra competitiva e mostra internacional de filmesrealidade virtualgames, além de oficinas maker e de cocriaçãoapresentações de teatro e palestras de especialistas internacionais.

    No total, serão mais de 56 horas de atrações tendo como foco a cidadania planetária em experiências interativas, sensoriais, emocionais e imersivas para todas as idades, em que cada espaço surpreende à sua maneira com o convite de experimentar um novo jeito de pensar, viver e sentir a sustentabilidade. As atividades propõem aos visitantes diversos olhares sobre a água que é rio, mar e gelo e a importância do reflorestamento, do uso integral dos alimentos, da separação correta do lixo, da reciclagem, da singularidade, da biodiversidade, da inovação, da criatividade, das novas economias e da tecnologia.

    “Ao trazermos a cidadania planetária para o centro da edição, nós abordamos vários olhares e aspectos da sustentabilidade. Também colocamos em pauta nosso papel como cidadãos capazes transformar a realidade. E que esse seja um mundo mais singular, criativo e colaborativo, onde cada qual junte seus talentos e desejos de mudança para gerar impactos”, explica Marcos Didonet, diretor do Green Nation. Ele completa, ressaltando que “desde a sua idealização, um desafio sempre esteve no horizonte do Green Nation: o oferecimento de vivências que propiciassem uma nova consciência e levassem a outras atitudes do público”.

    Experiências – Dentre os destaques, os visitantes poderão, por exemplo, por meio de realidade virtual, sobrevoar regiões brasileiras em uma asa delta , mergulhar através de um submarino no oceano, viajar no tempo em uma nave espacial para trazer códigos genéticos de espécies extintas, ou ainda conhecer como é a rotina dos cientistas brasileiros na Antártica.

    Haverá ainda um game de interação – apresentado pela água AMA – sem a necessidade de joysticks, numa ambientação cenográfica que remete a uma casa do semiárido do país. O desafio do jogador será vencer uma série de obstáculos, carregando um balde com água, para coletar o máximo possível do item no açude. Ao final, ele descobre a importância daquela pequena quantidade de água na região e recebe informações sobre como desperdiçamos essa mesma quantidade água em atitudes triviais do dia-a-dia.

    Já a instalação Jogue Limpo – apresentada pela Unilever – terá um game imersivo, em que, por meio de sensores e óculos de realidade virtual, o jogador vivencia situações de descarte dos resíduos manipulados e suas consequências, com as diversas possibilidades de destino do material descartado.

    Em outra experiência, Pet Vira Pet, o público conhecerá todo o processo de reciclagem que transforma garrafas pet usadas em novas, desde que sejam descartadas corretamente. Já na instalação Canto da Sereia, será possível entender como cada espécie dos oceanos tem sua importância. Nadar como tartarugas, salvar um tubarão, encontrar arraias e se encantar com águas vivas ajudam a compreender que cada vida nos ecossistemas marinhos tem importante papel no futuro do planeta.

    Por fim, dentre os destaques, a imersão Caminho do Lixo mostra o lixo percorrendo tubulações e canais até chegar aos rios.

    Acreditamos que, para construir um mundo melhor, precisamos unir esforços. Por isso, na Cervejaria Ambev, desenvolvemos iniciativas socioambientais que engajam as pessoas em direção a um legado sustentável e, neste sentido, nada melhor do que nos juntarmos ao Green Nation. Em 2019, vamos apoiar o evento por meio da nossa água AMA – um projeto que, muito além de uma marca, é um negócio social. 100% do lucro de AMA é direcionado a iniciativas que levam água potável a quem precisa, no semiárido brasileiro. Sabemos o quanto a água é essencial ao nosso negócio, mas não se trata apenas disso: hoje, são 35 milhões de brasileiros sem acesso ao recurso. Queremos transformar essa realidade, unindo esforços aos de nossos consumidores e outras organizações, para ajudar quem tanto precisa”, afirma Filipe Barolo, gerente de Sustentabilidade da Cervejaria Ambev.

    “O Green Nation é um excelente veículo de mobilização da sociedade. Por meio de palestras e atividades lúdicas, promoveremos o debate e a conscientização sobre temas fundamentais para nosso futuro. Temas que permeiam, inclusive, o plano de sustentabilidade da Unilever”, destaca Eduardo Campanella, vice-presidente de marketing para marca corporativa da Unilever no Brasil. Ele completa, ressaltando que “melhorar a saúde, o bem-estar e as condições de vida de mais de 1 bilhão de pessoas até 2020 e reduzir o impacto ambiental do nosso negócio pela metade até 2030 são as principais metas de sustentabilidade da companhia. Só iremos atingi-las se trabalharmos em conjunto. O Green Nation é a oportunidade perfeita para unirmos esforços em prol de uma causa que é de todos”.

    Painéis de Mashup destacam as Novas Economias – O Green Nation terá ainda, em sua programação, painéis reunindo importantes nomes internacionais que apresentarão novos modelos econômicos, que têm trazido reflexões e alterações positivas para pessoas, negócios e o planeta.

    Nos painéis, o público terá a oportunidade de conhecer mais sobre os conceitos e as transformações geradas na sociedade pela Economia Circular e o Design Exponencial com o alemão PhD em química, Michael Braungart; aprender sobre “A Economia dos Desajustados” com a escritorapalestrante e pesquisadora norte-americana Alexa Clay, autora do best-seller mundial homônimo e, por fim, conhecer a trajetória da empreendedora sustentável e criadora da marca “Les Tendances d’Emma”, a francesa Emmanuelle Terrier.

    Festival Multimídia – O Green Nation receberá por meio de seu site oficial, (plataforma.greennation.com.br) produções nas áreas de fotografiailustraçãoanimaçãodocumentário e ficção com as temáticas ambiental, de sustentabilidade ou inovação ambiental. Além de ficarem dispostas no site, todas as obras serão exibidas durante o festival e, no último dia do evento, serão conhecidos os vencedores destas categorias, que concorrem ao “Troféu Green Nation”.

    Mostra de Cinema – O público que visitar o Green Nation poderá ainda acompanhar produções cinematográficas em duas mostras simultâneas. O palco do festival receberá documentários de naturezafilmesprodutores e diretores, – sob curadoria do naturalista Lawrence Wahba –, que falarão sobre suas produções, além de homenagear o premiado fotógrafo, documentarista e naturalista brasileiro, Haroldo Palo Jr.

    Paralelamente, o Green Nation receberá também a Mostra WCFF, parceria internacional com um dos principais festivais de cinema de natureza do mundo, sediado em Nova Iorque e com curadoria de Christopher J. Gervais, diretor do evento, que estará presente para bate-papo com público.

    Plataforma – “O Green Nation possibilita a participação e engajamento de todos os níveis da sociedade independente de faixa etária ou classes sociais, da iniciativa privada às instituições públicas,  contribuindo no aprendizado e experiências de alto impacto em todas as frentes de atuação disponibilizadas no evento e também ao longo do ano em diversas atividades que são realizadas. Uma plataforma completa e contínua na disseminação da atitude sustentável”, afirma Jairo Soares, CEO da Figtree & Co, empresa corresponsável pela estratégia de inovação e crescimento da plataforma.

    GREEN NATION 2019 – PROGRAMAÇÃO

    EXPERIÊNCIAS

    ASA DELTA (Experiência apresentada pela Enel)

    Uma viagem em realidade virtual tendo como foco de abordagem o protagonismo das águas brasileiras. Os visitantes “voam” em uma asa delta sobre águas do mar, dos rios, das lagoas e das cachoeiras, numa viagem emocionante a lugares em que a água é transporte, alimento e energia.

    “Vivenciamos uma transição energética sem precedentes no Brasil e no mundo. Na Enel trabalhamos com a visão Open Power para enfrentar os grandes desafios mundiais relacionados à energia, e que estão alinhados aos compromissos que assumimos com a Agenda 2030 da ONU. Com a digitalização no atendimento, os medidores inteligentes e os projetos de mobilidade elétrica levamos mais inovação e sustentabilidade aos grandes centros urbanos. Além disso, temos investido fortemente em fontes renováveis de energia, com baixa emissão de carbono, por meio das nossas plantas eólicas e solares espalhadas por todo o País, e que vocês poderão sobrevoar virtualmente neste evento. Esperamos que possam vivenciar uma experiência única e que se sintam parte desse novo momento, dessa nova energia, convida Marcia Massotti, diretora de Sustentabilidade da Enel Brasil.

    CAMINHO DO LIXO (Experiência apresentada por Ecourbis, Loga e Corpus)

    Um cano gigantesco simula uma rua de uma cidade que descarta lixo de forma inadequada, percorrendo tubulações e canais até chegar aos rios. Nesta experiência, os visitantes descobrem os impactos do descarte de resíduos incorreto e as consequências devastadoras. Quando chegam ao “fundo do rio” já sujo e sem peixes, são estimulados a coletar o lixo. A água turva aos poucos se limpa, a vida retorna e o ecossistema se refaz.

    “Ao apoiar o Green Nation, ratificamos nossa preocupação e cuidado com a preservação do meio ambiente, contribuindo com ações que promovam a mudança de hábito das pessoas, para que, cada vez mais, passem a valorizar e adotar práticas sustentáveis em seu dia a dia. Grande parte da população ainda não sabe o que acontece com o resíduo descartado de maneira incorreta e como ele afeta a nossa sociedade, desde a poluição do solo e rios até a diminuição do tempo de vida útil dos aterros sanitários. Nesse sentido, a instalação Caminho do Lixo desperta para a mudança de paradigma, chamando a atenção para o percurso que esses resíduos percorrem e a responsabilidade de destinar corretamente os matérias recicláveis”, explica Valnei Souza Nunes, diretor-presidente da Loga.

    “Todas as iniciativas com foco em conscientização ambiental são sempre bem-vindas e a população de forma geral demanda esse tipo de ação, principalmente para que fique claro que cada cidadão é responsável pelo lixo que gera”, diz Nelson Domingues Pinto Júnior, diretor-presidente da EcoUrbis Ambiental.

    CANTO DA SEREIA (Experiência apresentada pela Unilever)

    Nesta experiência, com foco em crianças até seis anos, os visitantes terão a oportunidade de compreender mais sobre as belezas do fundo do mar e a importância da preservação constante. Na ambientação, ao nadar com tartarugas, encontrar arraias e se encantar com águas vivas, as crianças e os adultos poderão entender que cada vida nos ecossistemas marinhos tem importante papel no futuro do planeta.

    DESIGN DA PERIFERIA

    Espaço destinado à mostra reunindo trabalhos de artistas de periferias de várias cidades do Brasil. São apresentadas soluções criativas de objetos para uso cotidiano, elaborados a partir do reaproveitamento de materiais.

    ESTAÇÃO AMA (Experiência apresentada pela AMA)

    A seca extrema já é realidade em várias partes do Brasil e do mundo. Nessa instalação, o visitante é convidado a imaginar sua vida sem água. Por meio de um jogo, serão propostos vários desafios que reforçam a importância da mudança de hábitos em relação à água que chega a nossas torneiras.

    ESTAÇÃO ANTÁRTICA (Experiência apresentada pelo Aché)

    Depois de atravessar uma fenda de gelo, o visitante encontrará a Estação Comandante Ferraz, um pedaço do Brasil na Antártica. Esta ambientação mostrará como é viver no frio extremo, sentir a neve e compreender a importância da Antártica para o planeta, com reprodução do laboratório e da moradia dos cientistas. Cada visitante poderá entender os impactos do aquecimento global na vida marinha, além de conhecer a realidade dos pesquisadores brasileiros e a vida na Antártica.

    “Esperamos fomentar, por meio de uma experiência sensorial, uma importante reflexão sobre os impactos do comportamento humano no futuro do nosso planeta. Engajar as pessoas na causa ambiental e encorajá-las na adoção de hábitos mais sustentáveis são as contribuições mais significativas que podemos deixar aos participantes desse evento tão expressivo”, explica Marcia Tedesco Dal Secco, gerente de Comunicação e Responsabilidade Social do Aché.

    JOGUE LIMPO (Experiência apresentada pela Unilever)

    Game imersivo com sensores e óculos de realidade virtual em que o jogador vivencia situações de descarte dos resíduos manipulados e suas consequências, com as diversas possibilidades de destino do material descartado.

    NAVE ESPACIAL DO FUTURO (Experiência apresentada por BKR Ambiental)

    No ano de 2.200, a Nave Espacial conduzirá os visitantes para uma viagem no tempo, com o auxílio de óculos de realidade virtual. Os tripulantes viajarão até 2018 pousando na floresta do Cantareira (Mata Atlântica). Lá auxiliarão o Cientista Comandante a buscar dados essenciais para reconstruir geneticamente espécies como a onça pintada, maior felino brasileiro, extinta em 2050, e o Jequitibá, uma das árvores mais famosas e importantes da nossa história, extinta em 2048.

    “A tecnologia é uma aliada indispensável no processo de educação ambiental, sobretudo das novas gerações, que já trazem consigo um espírito de inovação e senso de responsabilidade coletiva. As soluções, ideias e tecnologias apresentadas no Green Nation vão ajudar e muito neste processo de sensibilização para questões urgentes, como o saneamento básico”, afirma Carlos Melo, Head de Sustentabilidade da BRK Ambiental.

    PET VIRA PET (Experiência apresentada pela AMA)

    Instalação que mostra a importância da logística reversa e sua relação com a economia de água e a redução do lixo no planeta, de um jeito descomplicado a partir de uma máquina de reciclagem de PET. Comprar uma garrafinha é prático, mas qual é o caminho que ela faz depois que hidrata nosso corpo? Este ambiente reforçará a importância do cuidado com o descarte. O público conhecerá os caminhos da reciclagem e as oportunidades para o reaproveitamento do plástico.

    NOSSAS ÁRVORES (Experiência apresentada pela Sabesp)

    Nesta experiência, o visitante tem a oportunidade de apadrinhar uma muda plantada pela Sabesp por meio do Programa Nascentes, na área do Sistema Cantareira, na represa Cachoeira, em área de reflorestamento. Pelo site do Green Nation, o padrinho/madrinha pode conhecer mais dados sobre a espécie e a região reflorestada, além de compartilhar as informações com os amigos ou realizar atividades em sala de aula.

    “A participação da Sabesp tem a água como foco, alertando para a importância da proteção aos mananciais, da preservação das matas ciliares e da vegetação nativa. É uma forma de ampliar a visão sobre os cuidados com a água, que compreendem ações individuais e coletivas para garantir a sustentabilidade desse recurso essencial à vida. O evento pode ajudar muito na mudança de cultura das pessoas com iniciativas simples como o uso racional da água e os cuidados com o meio ambiente, contribuindo para a uma nova relação com os recursos naturais e de uma nova escala de valores que contemple as necessidades e as responsabilidades de cada um”, afirma Wanderley da Silva Paganini, Superintendente de Gestão Ambiental da Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente.

    SABORES E SENTIDOS (Experiência apresentada pela Unilever)

    Numa cenografia que imita um caixote gigante de frutas e legumes, os visitantes descobrem que o Brasil é um dos países que mais desperdiça alimentos no mundo e como acontece o processo de compostagem. Em seguida, o público é convidado a, de olhos vendados, experimentar pratos feitos por ecochefs com aproveitamento integral de alimentos, mostrando o benefício para a saúde e a redução de resíduos para os aterros sanitários.

    SINGULARIDADE

    O Green Nation terá uma quadra multiuso, onde serão apresentadas modalidades paraolímpicas, como futebol de cinco, vôlei sentado, bocha, rugby, entre outras, com a participação de atletas paraolímpicos e o público visitante.

    SUBMARINO

    Ambiente audiovisual que simula a imersão em um mar com fauna e flora exuberantes formadas por baleias, tartarugas e muitos peixes. O ambiente, porém, também estará afetado por lixo, pesca predatória, redes de arrasto e poluição. Os “tripulantes” navegam conhecendo o fundo do oceano e compreendendo sua importância para os diversos ecossistemas.

    PAINÉIS DE MASHUP – NOVAS ECONOMIAS (Apresentados pela Unilever)

    Alexa Clay – A Economia dos Desajustados

    Dia 28 de março – Quinta-feira. Das 10h às 11h30

    Alexa Clay é uma nova voz que traz uma mensagem ousada e instigante. Clay é coautora do best-seller A Economia dos Desajustados (The Misfit Economy) – nomeado, em 2015, o livro de negócios eminente para se ler, pelo Fórum Econômico Mundial, TechRepublic, The Telegraph e Huffington Post. No livro, Clay entrevista piratas somalis, dealers de Los Angeles, jovens hackers e gângsteres de Nova York; e demonstra que esses desajustados têm mais em comum com os empreendedores do Vale do Silício do que você imagina. Na obra, ela conduz o leitor para dentro dos corações e mentes dos inovadores que trabalham à margem da sociedade; indicada à categoria de Inovação do prêmio Thinkers50, Clay é apaixonada por subculturas e inspira pessoas a repensarem suas suposições sobre engenhosidade. Ela descobriu que o submundo está cheio de inovadores naturais.

    Emanuelle Terrier

    Dia 29 de março – Sexta-feira. Das 10h às 11h30

    Fundada há 10 anos por Emma, a Les Tendances d’Emma é uma marca que tem como principal objetivo reduzir o desperdício. A ex-enfermeira tinha um objetivo: oferecer produtos simples e acessíveis, para que cada um pudesse contribuir um pouco mais para o meio ambiente. Les Tendances d’Emma tem tudo a ver com autenticidade, comprometimento e expertise. A marca oferece produtos reutilizáveis, usados na rotina diária de todos, que são práticos, mas também acessíveis e, o mais importante, ecologicamente corretos. Por exemplo, o Kit Eco Belle que substituiu algodão descartável, o Kit Eco Net que substituiu nossos lenços descartáveis e, finalmente, o Kit Eco Chou que substituiu algodão descartável e lenços umedecidos encontrados em trocadores de bebês. A Les Tendances d’Emma oferece produtos fabricados na França.

    Michael Braungart – Design para a Abundância

    Dia 30 de março – Sábado. Das 10h às 11h30

    No encontro, o alemão PhD em química Michael Braungart mostrará ao público os conceitos “Economia Circular” e “Design para a Abundância”, presente em seu mais recente livro, “The Upcycle: Beyond Sustainability – Designing for Abundance”, escrito em parceria com o arquiteto William McDonough. Dando sequência ao conceito “Cradle to Cradle” (Do Berço ao Berço) que a dupla promoveu na última década, o “Design para a Abundância” trata-se do próximo passo na solução da crise ecológica do planeta, desta vez, propondo utilizar, reutilizar e reciclar recursos com ainda maior eficácia.

    Para participar dos painéis de mashup, é necessário efetuar inscrição prévia, por meio do site do Green Nation.

    FESTIVAL MULTIMÍDIA

    Cineastas, animadores, fotógrafos ilustradores de todas as partes do mundo, com trabalhos voltados à temática ambiental e/ou de sustentabilidade e inovação social e ambiental, têm até o dia 20 de março para inscrever seus trabalhos na 5ª Mostra Competitiva de Multimídia do Green Nation. O público interessado poderá inscrever seus trabalhos nas categorias AnimaçãoFicçãoDocumentárioFotografia e Ilustração virtualmente, por meio da plataforma.greennation.com.br. Já a curadoria para a seleção dos trabalhos desta edição será realizada pelos parceiros do Green Nation, Anima MundiISWA (International Solid Waste Association)Urban Arts WCFF (Wildlife Conservation Film Festival).

    Os vencedores de cada categoria eleitos pelo júri de especialistas e pelo voto popular – que receberão o troféu Green Nation e também prêmios oferecidos pela Fundação Florestal, parceira dessa edição – serão conhecidos em 31 de março, último dia do evento em São Paulo.

    MOSTRA DE CINEMA

    Olhares transversais sobre as várias questões da sustentabilidade e da cidadania planetária ganham o palco em filmes do Brasil e do mundo. Todas as tardes, o palco do festival recebe documentários de natureza, filmes, produtores, diretores e outros profissionais para dialogar com o público sobre suas produções. Em homenagem póstuma ao premiado fotógrafo, documentarista e naturalista brasileiro, Haroldo Palo Jr, o Festival apresentará dois longas-metragens e um curta-metragem dos principais realizadores do Cinema de Natureza no Brasil, sob curadoria de Lawrence Wahba, renomado documentarista brasileiro que trabalha para Nat Geo. As exibições contarão com a presença dos diretores para um bate-papo com o público. A atividade requer inscrição prévia, por meio do site do Green Nation. Programação completa no site do Green Nation.

    O Green Nation receberá também, simultaneamente, a Mostra WCFF, parceria internacional com um dos principais festivais de cinema de natureza do mundo, sediado em Nova Iorque e com curadoria de Christopher J. Gervais, diretor do evento, que estará presente para bate-papo com público.

    TEATRO

    Espetáculo Diário de Bitita

    Dias 25 e 26 de março – 10h às 11h

    O monólogo “Diário de Bitita” é comovente, inspirador, cheio de poesia, humor e espiritualidade. Traz o relato biográfico de Carolina Maria de Jesus. É focado no cotidiano da catadora de papel, mãe de família e mulher negra. O percurso improvável é cheio de acontecimentos surpreendentes com uma visão de mundo original, espontânea e prodigiosa. Com Andréia Ribeiro e adaptação e direção de Ramon Botelho. A atividade requer inscrição prévia, por meio do site do Green Nation.

    OFICINAS DE COCRIAÇÃO

    De 27 a 31 de março – 11h às 12h

    Que tal desenhar o mundo que se quer? Nas oficinas, os participantes desenvolvem novos olhares sobre as atitudes que precisam mudar para construir uma sociedade sustentável. Uma sociedade nova de verdade. Cada um traz suas ideias e trabalham juntos o desafio de como colocá-las em prática.

    OFICINAS MAKER

    De 25 até 31 de março – 9h às 11h

    Nas oficinas, tecnologia, inovação e conhecimento se cruzam e ideias se tornam realidade com o auxílio de ferramentas de verdade e muita criatividade. As sessões convidam o público a mostrar seu lado inventivo e descobrir que dar vida aos conceitos do papel é uma experiência muito divertida. Afinal, nesta área o lema é “faça você mesmo”!

    A atividade requer inscrição prévia, por meio do site do Green Nation.

    SERVIÇO

    Green Nation 2019 – São Paulo

    Datas: de 25 a 31 de março

    Local: Parque Ibirapuera – Pavilhão das Culturas Brasileiras

    Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana, São Paulo – SP

    Acessos: Portões 1 e 2 para pedestres. Portão 10 para veículos

    Horários de funcionamento:

    – segunda, terça, quinta e sexta-feira: 9h às 17h (fechamento dos portões às 15h)

    – quarta-feira: 14h às 17h (fechamento dos portões às 15h)

    – sábado e domingo: 10h às 18h (fechamento dos portões às 16h)

    Entrada Gratuita

    Classificação indicativa: Livre

    Site: http://www.greennation.com.br

    GREEN NATION é apresentado por: Ministério da Cidadania, AMA e Unilever

    Patrocínio: Sabesp, Aché e Ecourbis

    Copatrocínio: BRK Ambiental e Enel

    Apoio: ONU Meio Ambiente, Arteris, Loga e Corpus

    Realização: CIMA – Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente

     
  • 9 ago

    “Cidades Afetivas” promove aula aberta no próximo sábado em São Paulo 

    Aula Aberta na Àgora!

    No próximo sábado dia 11 de agosto acontecerá em São Paulo uma aula aberta na Praça Oswaldo Cruz com a participação de coletivos. “A ideia é compartilhar as observações relativas ao bem viver, convivialidade e a vida em comum presentes nas atuações dos coletivos de diferentes naturezas no contexto urbano e suas atuações-manifestações-performances políticas, culturais e artísticas que vem ocorrendo nas cidades”, afirma Vivian Blaso idealizadora do “Cidades Afetivas”, Doutora em Antropologia, pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios: Barbárie ou Civilização.  Sydney Cincotto Júnior, Doutor em Antropologia e pesquisador no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo um dos idealizadores do projeto irá fazer uma breve exposição apresentando as principais reflexões desde do início das pesquisas, resultados de algumas publicações cientificas e participações em congressos.

    “Cidades Afetivas”, é um observatório das manifestações afetivas que vem ocorrendo nas cidades. Uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

    A aula aberta faz parte da Semana do Caminhar – http://bit.ly/semanadocaminhar2018 idealizado pela ONG SampaPé.

    Serviço:

    Aula Aberta: “Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver”

    Data: Sábado dia 11 de Agosto

    Horário: 10:00 às 11:30

    Local: Praça Oswaldo Cruz, São Paulo (próximo estação de metrô Brigadeiro)

    Gratuito

    Sobre o evento: https://www.facebook.com/events/482465632199636/

    Informações para imprensa

    contato@conversasustentavel.com.br

     
  • 1 ago

    Vivian Blaso estará no Diálogos Gigantes para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã” 

    Evento reúne debatedores no dia 02 de agosto de 2018 para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã”

    A Constituição de 1988 completa 30 anos em outubro. Mas o que mudou desde então e quais foram as contribuições para a evolução da cidadania no Brasil? Para estimular a reflexão sobre os avanços e retrocessos do período, o Instituto NET Claro Embratel promove um novo Diálogos Gigantes com o tema “A Constituição de 88 e a ação democrática direta”.

    O evento acontece dia 2/8, das 8h às 15h, em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (Ipusp). A participação pode ser garantida presencialmente na plateia do Auditório Carolina Bori do Ipusp, em São Paulo (SP), pelo formulário de inscrição. Também, pode ser acompanhado por transmissão ao vivo na página do Instituto NET Claro Embratel no Facebook ou pelo YouTube do Ipusp.

    Serão três mesas de debates com o objetivo de discutir a chamada Constituição Cidadã dividida por temáticas: educação e cultura; meio ambiente e indígenas; e saúde e direitos trabalhistas (veja abaixo a programação completa). A mediação fica por conta do mestre em Comunicação e produtor de conteúdos de educação e cidadania Marcelo Abud.

    Os debates serão gravados e vão fazer parte da série especial de podcasts “A Constituição Cidadã e os dias de hoje”, com previsão de lançamento em setembro no portal do Instituto NET Claro Embratel.
    Confira mais informações na página do evento.

    Serviço

    Evento: A Constituição de 88 e a ação democrática direta
    Quando: 2 de agosto de 2018, das 8h às 15h
    Onde: Auditório Carolina Bori, Bloco G, Instituto de Psicologia da USP (Avenida Prof. Mello Moraes 1721, Cidade Universitária, São Paulo-SP)
    Parceria: Instituto NET Claro Embratel e Instituto de Psicologia da USP
    Inscrição para o presencial

    Programação

    8h – Mesa “Meio Ambiente e Indígenas”. Participam da conversa, Vivian Blaso, doutora em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC-SP; Sergio Leitão, advogado, fundador e diretor executivo do Instituto Escolhas; João Paulo Capobianco, biólogo e ambientalista.

    9h30 – Mesa “Educação e Cultura”. Estarão presentes Daniel Cara, educador, cientista político e coordenador geral licenciado da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e Lisete Arelaro, doutora em Educação pela USP.

    11h – Mesa “Saúde e direitos trabalhistas”. Para discutir o tema, os convidados Christian Dunker, coordenador do Instituto de Psicologia da USP; Márcio Pochmann, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp e Magda Biavaschi, doutora em Economia Aplicada (Economia Social do Trabalho) pela Unicamp.

    13h30 – Debate “Ação democrática direta”, promovido pelo Ipusp. As convidadas são Claudia Visoni, jornalista e militante de agricultura urbana, além de Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, pró-reitora de cultura e extensão da USP. Organizador: Christian Dunker.

     
  • 17 jul

    Convite: aula aberta na Casa do Saber 

    Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres com Vivian Blaso

    As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

    O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

    A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta.

    Inscrições no site: https://casadosaber.com.br/sp/checkout/cart/

     
  • 15 abr

    Apoie o Cidades Afetivas no Catarse.Me 

    Acesse o projeto no link:  https://www.catarse.me/cidadesafetivas?project_id=75129

     
  • 12 abr

    Inscreva-se no Canal Cidades Afetivas e acompanhe as novidades 

    Cidades Afetivas é um observatório dos movimentos afetivos nas cidades. Um resgate atropoético do bem viver. Atuamos com a religação dos saberes, olhamos para a cidade como flâneurs contemporâneos e das nossas vivências relatamos as experiências e transformamos em conhecimentos. Compartilhamos ideias, tecemos redes conectivas em busca de vias transformadoras e regeneradoras do pensamento. Acreditamos que a melhor forma de compreender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é nos deixar levar pelo #viverascidadesSydney Cincotto Junior e Vivian Blasohttp://www.cidadesafetivas.com.br/

    Inscreva-se em nosso Canal Cidades Afetivas 

     
  • 3 abr

    Cidades afetivas uma via ecológica para o bem-viver Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira 

    ARTIGO publicado na Revista @eMetrópolis
    RESUMO

    O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

    Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.
    Acesse na íntegra:emetropolis32_art3

    Artigo: Cidades Afetivas

     
  • 16 fev

    IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. 

    Apresentaremos resultados das nossas pesquisas no IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. O evento é promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos da Universidade de Campinas – UNICAMP, de 06 a 08 de março de 2018.

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar e Vinicius Georges:
    “Muralismo e Pixação: Análise das Linguagens,
    Narrativas e Laços Sociais nos Festivais Cura em Belo Horizonte e O.Bra em São Paulo”

    Sydney Cincotto Junior e Renan Simões:
    “Cidades Afetivas: discursos e narrativas dos
    coletivos na reivindicação da política do bem viver” http://www.labeurb.unicamp.br/site/web/index.php

    https://www.labeurb.unicamp.br/site/web/evento/detalhes?id=6

     
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