Atualizações de maio 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 11 maio

    Iniciativas da Itautec e as contribuições para o Lixo Zero nas Cidades 

    No Sustentabilidade em Vídeo de hoje nós entrevistamos João Carlos Redondo, Gerente de Sustentabilidade da Itautec.

    Nesta entrevista ele nos fala um pouco sobre o desempenho da empresa em 2010 no que tange aos processos de logística reversa dos produtos e suas contribuições para o Lixo Zero nas Cidades. Foi incorporado na gestão da empresa o programa de reciclagem que no último ano conseguiu atingir a meta de reciclar 92% de todos os resíduos gerados. 100% de um computador Itautec já são reciclados e essa matéria prima volta à cadeia produtiva de outros produtos e empresas. Além disso, o próprio processo de reciclagem gera um retorno financeiro em torno de 66%, o que custeia parte do próprio programa.

    Aproveite!

     
  • 9 maio

    Fronteira para a sustentabilidade da vida (dos humanos): o preço de tudo e o valor de nada ou o valor de tudo e o preço de nada? 

    Artigo – João S. Furtado

    Biólogo, educador em sustentabilidade.
    email: jsf154@gmail.com

    As posições defendidas, a respeito das mudanças do Código Florestal, mostram a grande dificuldade que está ocorrendo, nas discussões do tema. O mesmo tipo de dificuldade pode ser estendido às manifestação relacionadas à Sustentabilidade e ao Desenvolvimento Sustentável.
    A respeito do Código Florestal, há manifestações favoráveis às reivindicações e atitudes de políticos e empresários, que buscam reduzir (e em muitos casos, eliminar) as exigências para manutenção obrigatória de áreas para preservação da biodiversidade, especialmente nas margens de rios, em determinadas elevações e declividades do terreno.
    De outro lado, há outras contestações às justificativas dos primeiros, ao mesmo tempo em que apontam as conseqüências perversas, para os próprios humanos – os empresários inclusive – se as mudanças forem aprovadas.
    As manifestações, a favor e ao contrário, trazem à tona a frase que foi usada para caracterizar os adeptos da economia convencional (que sabem o preço de tudo, mas o valor de nada) e os da ecologia profunda (que sabem o valor de tudo, mas o preço de nada). A frase (amplamente citada) é atribuída, originalmente, a Oscar Wilde, ao caracterizar o cínico (http://www.quoteworld.org/quotes/10125).
    Há também os que admitem exageros nos extremos. Por isso, a frase serve para representar as posições dos que são contra ou são a favor das mudanças no Código Florestal e, por extensão, à sustentabilidade ou ao desenvolvimento sustentável.
    Tanto no caso do Código Florestal, quanto a outros temas no setor produtivo, há pessoas (retumbante maioria) que são praticamente movidas por ganhos em dinheiro; pela manutenção da posse, pois, se sentem donos de determinado espaço físico (mesmo sem o título legítimo de propriedade); da paisagem (valores cênicos naturais); da água que transita na área ocupada (sob a forma de rios e córregos) e, mesmo que inconscientemente, da água subterrânea que circula no território ocupado.
    No caso de outros setores industriais, o sentimento de posse e de poder dirige-se para o acesso aos recursos naturais, pois, estes constituem os objetos diretos para a produção de bens e serviços, isto é, são as fontes de matérias primas para o sistema de produção e consumo humanos.
    O modelo mental baseado no ganho e no poder não está restrito às pessoas cujo interesse principal é o negócio e o lucro financeiro, referido mundialmente como modelo Bottom Line. Trata-se, de fato, de conduta ampla, estruturada, organizada, acordada e validada pela sociedade humana.
    Por isso, os praticantes do Bottom Line – sejam estes produtivo ou, pior ainda, financeiro – são cortejados e reverenciados pelos próprios consumidores ávidos por novos e mais produtos. São consumidores e produtores que não fazem questionamentos quanto à origem e natureza dos recursos usados na produção; à forma e maneira adotadas para produzi-los; à destinação posconsumo e, em especial, às conseqüências, de médio e longo prazo, para a própria sociedade humana. No mundo do Bottom Line as coisas são, regularmente, assim.
    Não são decisões sábias e resultam de decisões e atitudes de pessoas que pensam saber o preço de tudo, mas, que não reconhecem o valor de nada. Que desconhecem, ignoram (intencionalmente ou não), ou menosprezam deliberadamente o conceito de bens difusos e se apoderam destes, indevidamente.
    Estas pessoas não sabem ou desprezam o significado dos serviços ecológicos, dos quais os humanos dependem. São as pessoas que dirigem e promovem o modelo usual de negócios (internacionalmente chamado de BAU Business as Usual) – reconhecido como causador de danos provocados por práticas de produção e consumo insustentáveis.
    A principal divergência entre os contestadores mais extremistas, em relação ao Código Florestal atual e às propostas de sustentabilidade econômica, ambiental e social, está no valor que as pessoas atribuem aos bens adquiridos, à individualidade praticada no ato de compra e ao direto de apropriação privada de bens e serviços, muitos destes de direito público.
    Muitas lideranças políticas e econômicas tratam biodiversidade como coisa de chato, atrasado, inimigo de projetos de desenvolvimento industrial e econômico; de adversário da livre iniciativa, do empreendedorismo, do progresso e do sucesso.
    A agenda das pessoas que imaginam saber o preço de tudo e o valor de nada não tem espaço para a responsabilidade a respeito dos riscos advindos do desaparecimento dos 7% remanescentes do Bioma Mata Atlântica; dos danos aos demais Biomas brasileiros Amazônia, Pantanal, Cerrado e Caatinga (embora este pareça hostil para o empreendedor). Para muitos, a falta ou a extinção de biodiversidade, dos serviços ecológicos e de outros componentes do Capital Natural será resolvida pela tecnologia renovadora e reveladora da inteligência humana, da inovação competitiva e das forças de mercado.
    Por que se preocupar com questões acadêmicas e da literatura científica – como o desaparecimento de manguezais e das áreas úmidas? Nascentes – a menos que sejam formosas cachoeiras – representam, para muitos, brejos a serem aterrados ou transformados em bebedouros para o gado na propriedade privada.
    Agricultura intensiva em produtos químicos – em nome da produtividade, sem preocupações com a lixiviação de pesticidas para o lençol freático e áreas de recarga de aqüíferos? Qual é? É preciso ter escala, para gerar renda, atender à demanda de alimentos e combater a fome, dizem os líderes empresariais e acólitos políticos.
    Prevenção de enchentes por causa a ocupação de margens dos rios nas zonas urbanas? Bobagem. Dragagens darão conta e evitarão restringir as oportunidades para o avanço imobiliário, geração de negócios com empreendimentos de grande porte, centros comerciais, novas áreas de ocupação econômica. Certamente a engenharia hidráulica e, esperançosamente, a sanitária encontrarão meios de prevenir enchentes e evitar problemas de saúde pública, sem necessidade de zonas de amortecimento para infiltração de água de chuva.
    Água subterrânea? Para que, se ninguém a vê? Zonas de recarga de aquiferos? Que chatice. Rios poderão ser domesticados com barragens e contenções com obras de engenharia majestosas, criadoras de empregos, expansão urbana e, esperançosamente desejados mas até agora não evitados, conflitos e impactos econômicos, sociais e ambientais decorrentes.
    Obrigação de novas exigências no código de obras, para áreas urbanas altas, a fim de reter água de chuva e dar tempo para escoamento e prevenção de alagamentos? Deixe disso e não impeça o progresso demográfico e imobiliário.
    Avaliação integrada de impactos? Por que complicar e impedir cronogramas e planos de desenvolvimento regional? Quando e se os problemas imaginários ocorrerem, os responsáveis, na época, irão resolvê-los, dizem os expoentes dos negócios usuais. Especialmente os representantes de plantão nos governos. Por isso, toda a sociedade arca com os custos das externalidades perversas.
    Produção local? Que história é essa? É preciso pensar grande; grandes corporações globais, dominadoras mundiais do mercado, comandadas por tycoons descolados de limites de ordem ecológica (infelizmente intangível) e da responsabilidade para inclusão social. Afinal, são iniciativas de mercado que criam emprego e renda.
    Será que produtores e consumidores Bottom Line irão parar para refletir?
    O fato é que existem modelos mentais diferentes, negócios diferentes e atitudes diferentes de pessoas capazes de ver o quadro por inteiro. Que propõem outro tipo de ética – descolada da apropriação privada de bens comuns; que olha o futuro sem se basear nos equívocos do passado e que pensam em escala de tempo que vai além de apenas uma geração.
    Cedo ou tarde, a sociedade humana – especialmente os que ocupam responsabilidade de governar os bens da nação e não os interesses de grupos privilegiados – terá que decidir a respeito de quem deverá pagar pelas externalidades negativas geradas pela produção e consumo insustentáveis.
    Atualmente, é possível reconciliar economia (míope) com a sabedoria (visão de longo prazo) para a evolução para melhor, respeitando-se os limites de reposição dos estoques de recursos naturais que são extraídos anualmente e a manutenção da capacidade de bioconversão de despejos derivados do sistema de produção e consumo de bens e serviços.
    Existem métodos para se avaliar e contabilizar o resultados das práticas de produção e consumo, apesar das limitações. É assim como no caso dos cálculos da Pegada Ecológica, Pegada do Carbono, Pegada Hídrica, Pegada Social; da Ecoeficiência e da Socioeficiência; da avaliação do uso de energia na eficiência econômica (sim, medida em moeda corrente), da Emergia e Exergia. Podem parecer termos estranhos para as pessoas que sabem o preço de tudo, mas não o valor de nada. Mas, estes também têm lá seus jargões pouco conhecidos para os que sabem o valor de tudo, mas o preço de nada.
    Produtores de bens e serviços essenciais e seus defensores, especialmente no poder político, já dispõem de suporte para conduzir suas práticas de forma mais inteligente e, acima de tudo, mais sábia. [Por razões óbvias, não estão incluídos, aqui os operadores financeiros usuais, cujo negócio é produzir dinheiro.]
    Mas, é preciso que estejam dispostos e rever seu modelo mental, o tipo de ética praticado e as ferramentas usadas. Mais do que tudo, precisam reavaliar suas condutas frente às relações e ao respeito às expectativas e direitos das demais partes envolvidas, inclusive os domicílios sem renda (alvo do PIB Verde, em construção) e de pessoas que habitam a base da pirâmide.
    Há, portanto, dificuldades para serem enfrentadas. Mas, há exemplos (embora poucos reais) de mudança de modelo de conduta, de pessoas que sabiam o preço de tudo e o valor de nada. A mudança de modelo ocorre quando tais pessoas refletem a respeito de seus papéis sociais e ambientais; quando são expostas a situações de conflito ou de estresse, de ordem particular ou em seus negócios; ou quando são obrigadas a cumprir conformidades sob o peso de contingências de diferentes origens e natureza. Todavia, cumprir conformidade é assunto que causa desconforto ao ser tratado, uma vez que não constitui virtude, mas, obrigação legal e regulamentada.
    Conformidade é assunto ainda mais constrangedor, quando se verifica o não cumprimento deliberado e o fato de que tal atitude alimenta ou cria condições para o surgimento de vetores que afetam, enormemente, a sustentabilidade: corrupção e desonestidade.
    Produzir e consumir com sabedoria e inteligência, praticar atos com responsabilidade econômica, ambiental, social e de governança são, em grande parte e infelizmente, discurso e, em muitas situações, de relações públicas.
    A esperança está em novas atitudes de inconformados e dissidentes que ofereçam exemplos e de outros atores que aproveitem as novas formas de cooperação, compartilhamento e visão de futuro. Mesmo sabendo-se que, hoje, prevalecem modelos mentais errados, instituições erradas, comportamentos errados e pessoas obstinadas em não aprender a reconhecer o valor de tudo e o preço – tangível e intangível – das coisas relevantes para a sustentabilidade da vida dos próprios humanos.
     
    • Ellen Blaso 19:38 em 9 09America/Sao_Paulo maio 09America/Sao_Paulo 2011 Link permanente | Faça login para responder

      Ao ler esse artigo, tive um sentimento de que quem acredita luta. Não há mais tempo para idealizações de um futuro comum, é preciso agir. E como? Vejamos se para tratar das questões relevantes ao código florestal temos que satirizar, ironizar o tema, para assim chamar a atenção do leitor ou de qualquer autoridade, de fato ainda há ignorância e relevância aos assuntos ambientais. Mas se essa é uma das maneira de educar e conscientizar, que façamos assim, pois não é fácil mudar os paradigmas. Já era Sociedade capitalista, o mais difícil é fazer com que as pessoas compreendam que ser sustentável não há retorno imediato, é a longo prazo, que prazo é esse? Reposição do estoque dos próprios recursos naturais como colocado pelo autor.

    • Laercio Bruno Filho 12:29 em 11 11America/Sao_Paulo maio 11America/Sao_Paulo 2011 Link permanente | Faça login para responder

      Prezado Professor Furtado. Brilhante artigo, assenta-se muito bem neste momento de polemica sobre a discussão do novo Codigo Florestal. Muito grato por dividir o seu conhecimento conosco.
      Abs
      Laercio Bruno filho

  • 6 maio

    Entrevista de Vivian Blaso para o programa de Rádio do Gui Brammer 

    O Blog Inovação Verde, que é coordenado e escrito pelo Gui Brammer, publicou hoje (6 de maio) a entrevista dada por Vivian Blaso para o programa do Gui na Idéia FM.

    A entrevista trata de temas relevantes na atualidade sobre as questões da sustentabilidade no mundo corporativo. O alinhamento dos discursos e da prática sustentável é essencial para uma comunicação efetiva. As empresas devem aderir em seu “DNA” os conceitos de sustentabilidade para que suas práticas sejam de fato responsáveis em todos os aspectos, e assim, ter uma comunicação transparente, funguindo do GreenWash.
    Esses e outros aspecos são tratados na entrevista.
    Ouça e aproveite!!!

    Vivian Blaso – Conversa Sustentável by Gui Brammer

     
  • 5 maio

    É Greenwash, mas um dia amadurece. Uma comédia de erros. 

    A Cia Kómus de comédia e a Agência Conversa Sustentável, com o apoio da Livraria Cultura do Shopping Bourbon, têm o prazer de apresentar a peça “É Greenwash, mas um dia amadurece – Uma comédia de erros”. Uma visão diferente e bem humorada sobre alguns temas da sustentabilidade.
    “Todos os anos a Conversa Sustentável promove um Workshop a seus parceiros. Esse ano resolvemos inovar! Uma peça teatral trará o tema da sustentabilidade de uma maneira divertida e engraçada, sem deixar de ser crítico”, afirma Vivian Blaso diretora da agência e editora do Blog Conversa Sustentável. A estréia da peça será no dia 28 de maio às 18horas no teatro da Livraria Cultura do Shopping Bourbon.
    A peça conta a estória dos patrões e empregados… ops! Colaboradores de uma indústria produtora de pisos e revestimentos – A Piso Bom. Os negócios não andam nada bem, pois um dos donos da empresa é o Leonardo, um avarento de primeira. Só pensa em dinheiro e economizar, porém está cheio de dívidas e as venda estão de mal a pior, pois as pessoas agora querem empresas com responsabilidade sócio-ambiental, o que passa longe da cabeça de Leonardo. Sustentabilidade para ele é produto de uma conspiração para arrancar mais dinheiro dos pobres empresários dos países subdesenvolvidos. Faz de tudo para deixar o processo produtivo mais barato, o que acaba gerando muitos problemas para a fábrica. Paga mal os funcionários e não se preocupa com a sua segurança. Tem uma péssima relação com a vizinhança da fábrica. Ela emite muita sujeira que acaba entrando nas casas dos moradores. Os caminhões velhos e barulhentos rodam noite e dia e não deixam as pessoas dormirem. Além disso, o esgoto industrial e despejado no rio, o que deixa a população ainda mais nervosa. Já o outro irmão, Catatau, é o oposto de Leonardo. Ficou longe da empresa um bom tempo, viajou o mundo e fez cursos com os maiores pensadores sobre a sustentabilidade no mundo. Voltou cheio de ideias e quer tirar a empresa do buraco. Ai está a confusão! Leonardo sempre querendo dar um jeitinho para esconder as falcatruas e Catatau buscando fazer as coisas do jeito correto.
    Na estória ainda temos a secretária Valdívia que na verdade é uma faz de tudo. É explorada pelo patrão Leonardo, mas não deixa de dizer o que pensa. A namorada do Catatau é a Evellyn, a diretora de vendas que só pensa em comprar e comprar. A vizinha Florinda, líder comunitária que invade a fábrica para reclamar das condições do bairro e um Ativista que ocupa a fábrica, se amarra ao pé da mesa, faz greve de fome, mas esqueceu de ir ao banheiro antes. E por fim, o fiscal, Seu Adamastor, que já é bem de idade, meio surdo, meio cego, meio alcoólatra e muito esperto.
    A Cia Kómus de comédia
    Um grupo de comédia amador que nasceu entre estudantes universitários, voluntários em um cursinho pré-vestibular comunitário da periferia de Guarulhos (Cursinho Comunitário Pimentas), a fim de ajudar os alunos a entenderem obras literárias cobradas no vestibular de forma mais alegre e divertida. A primeira peça foi uma adaptação da obra de Gil Vicente, O Auto da Barca do Inferno, e de lá para cá já foram criadas outras peças como A Casa Errada, O Selo da Preguiça, Encruziada e algumas esquetes.

    Acesse o blog grupokomus.wordpress.com
    A Conversa Sustentável
    Conversa Sustentável é uma agência de relações públicas especializada em Sustentabilidade, Comunicação Organizacional e Marketing. Fundada em 2008 por Vivian Blaso, relações públicas e blogueira em sustentabilidade, e José Ângelo Passeti, engenheiro civil e consultor atuando com construção sustentável. A missão da agência é melhorar a qualidade de vida das pessoas no planeta e nas empresas com ética e responsabilidade sócio-ambiental.
    A empresa surgiu a partir do Blog Conversa Sustentável http://conversasustentavel.blogspot.com/ que hoje tem o reconhecimento de seu público e já possui uma média de 5.000 visitantes únicos que acompanham as iniciativas sustentáveis das empresas, artigos, vídeos e ações de responsabilidade social, recomendações e eventos.
    Integrantes da Kómus
    Mauro Marcel – Formado em letras pela Universidade Guarulhos, Especialista em Literatura pela PUC – São Paulo, Graduando em História da Arte pela Unifesp. (E curso de datilografia). Escritor, poeta e roteirista do CIA Teatral Kómus de Comédia. Autor do livro de contos: “A divina tragicomédia humana”.
    Zé Honorato, O Eterno – Graduando em Analise e Desenvolvimento de Sistemas- IFSP campus Guarulhos e ainda se diz uma pessoa normal. Um rapaz extremamente pró-ativo, só tem preguiça de trabalhar, comer, andar, respirar, pensar, falar etc. Mas no resto ele é bom!
    Leidiane dos Santos, Leidi em Chamas – Cursando Educação Física na UNESP de Presidente Prudente, mas está meio gordinha. Moça prendada. Sabe passar, lavar, cozinhar, tirar pó. Procura um marido rico e de preferência bonito. Entrou nesse grupo para ver se desencalha. Ainda não obteve sucesso.
    Marcos Lima, Marcos Semi-homem – É formado em Biblioteconomia e tem orgulho disso. Começou atuando como Quico em um projeto de teatro, logo em seguida protagonizou um macaco com uma peça chamada “O rio que perdeu o espírito”, depois veio o “Auto da Barca do Inferno, como Diabo, “A casa errada”, como Francelino um empregado gay, “Selo da preguiça”, com dois personagens em cena Sr. Laércio e o Cangaceiro nove horas. Seu sonho é atuar na rede Globo na novela das oito ao lado, na frente e atrás do Gianecchini.
    Douglas Lotto, KBção – Estuda na Escola de Comunicação e Artes da USP. Sua maior qualidade é sua cabeça, e põe maior nisso. Na infância quando alguém jogava uma pedra essa entrava em órbita ao redor dessa melancia que ele carrega no pescoço. Foi atacado brutalmente por uma lagartixa enquanto tomava banho e para superar esse trauma seu terapeuta recomendou que ele entrasse em um grupo de teatro.
    Thiago Xavier, Thiago Doido – Formado em Publicidade e Propaganda pela USP. Atuou em muitos papeis e ficou muito famoso dando muitos autógrafos durante a copa do mundo de 2010, pois as pessoas o confundiam com a Jabulani, a bola da copa. O teatro lhe trouxe benefícios, ele parou de ser viciado em Tv Globinho e até arrumou uma namorada.
    Erica Love – Curso incompleto no Macunaíma de teatro. Resolveu fazer um curso superior turismo, pois vivia viajando nas idéias. Sua primeira ação no grupo foi fazer o papel da esposa do Thiago Doido, na curta “A mulé Dama e o Vagabundo”. O curta foi um teste para saber se ela resistiria ou não entrar na Kómus. Um teste muito difícil, pois ser esposa do Thiago não é coisa fácil. Atuo como Laís na peça “Encruziada”, e espera realizar seu sonho de entrar na “Malhação”, pois apresenta-se um pouco acima do peso.
    Rafael, Biri – Estudante de Engenharia, uma mistura quase perfeita adora a natureza respeita profundamente a vida animal e assim segue o estilo de vida “vegetarian”. É só meio emo, pois não tem franja. Não temos um Severino, mas temos o “biri quebra galho”. Cuida da parte de iluminação e sonoplastia da companhia.
    Geisa Gonçalves, Geisão – superior incompleto em pedagogia pela UNIFESP. Desistiu para namorar um negão e agora faz curso de inglês para atender os turistas em Guarulhos.

    Livraria Cultura do Shopping Bourbon
    Endereço: Rua Turiassú, 2100 – Pompéia – São Paulo

    Evento gratuito, vagas limitadas!

    Mais Informações
    Conversa Sustentável
    Vivian Blaso e Douglas Lotto
    11 2501 4064 / 11 4108 4064
    eventos@conversasustentavel.com.br

     
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