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  • 11 jul

    Confira a cobertura completa do evento realizado no IETEC em Belo Horizonte. O que são cidades inteligentes na prática? 

    http://

     
  • 31 maio

    A prática do Slow Food nas Cidades Inteligentes 

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    Matéria do Globo Repórter sobre  Slow Food nas Cidades Italianas!

    http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/05/cidade-na-italia-ensina-comer-sem-pressa-e-com-mais-prazer.html

     
  • 9 maio

    UNILEVER E FOLHA DE SÃO PAULO APRESENTAM DIÁLOGOS TRANSFORMADORES 

    Em sua segunda edição, o evento reúne especialistas para discutir soluções para o desmatamento. Ação faz parte da iniciativa Unilever Futuro Melhor.

    São Paulo, 10 de Maio de 2016 – A Unilever anuncia seu apoio aos “Diálogos Transformadores” da Folha de São Paulo em parceria com a Ashoka.  O objetivo é fomentar discussões e encontrar soluções para o desmatamento crescente e as mudanças climáticas por meio de pessoas inovadoras que estão implantando ações capazes de gerar um impacto positivo na sociedade, garantindo um futuro melhor para as próximas gerações.

    A Unilever será a patrocinadora máster desta edição, que terá como tema “Boas Práticas no Combate ao Desmatamento no Brasil” e reunirá, em 18 de maio, especialistas e empreendedores sociais. “Nós temos o compromisso de adquirir 100% das nossas matérias-primas agrícolas de fontes sustentáveis até 2020, o que significa ajudar a zerar o desmatamento na nossa cadeia produtiva. Alinhado a isso, vemos esta edição dos Diálogos Transformadores como uma oportunidade de dar visibilidade à causa”, afirma Juliana Carvalho, diretora de Marca Corporativa da Unilever.

    Em 2015, a Unilever lançou sua campanha pelo fim do desmatamento, que tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de preservar as florestas no combate às mudanças climáticas. Como parte da campanha, a Companhia, em parceria com o WWF (World Wide Fund for Nature), irá proteger um milhão de árvores no Brasil e na Indonésia.  A proteção às árvores será realizada a partir do engajamento dos consumidores por meio da assinatura de um compromisso pelo clima no website da campanha, por meio de diferentes iniciativas, entre elas:

    • Reduzir a perda líquida de florestas através de desmatamento e degradação
    • Promover o manejo sustentável de florestas de produção
    • Promover o aumento da legalidade na produção florestal
    • Auxiliar a aplicação e o cumprimento do Código florestal

    Serão protagonistas desta edição do “ Diálogos Transformadores”: Beto Veríssimo, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia); Suzana Pádua, do Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas); e Elizabeth de Carvalhaes, da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).

    O trio ocupará a bancada da TV Folha para uma entrevista ao vivo e na sequência participa de debate com Rodrigo Castro, da Associação Caatinga; Ana Cristina Barros, ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente; e Aline Tristão, da FSC Brasil (Forest Stewardship Council).

    A plateia de 80 convidados vai conhecer também os casos inspiradores de Ricardo Cardim, fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, e de Jerônimo Villas-Bôas, do Kambôas Socioambiental.

    A iniciativa é um mix de entrevista e debate, matéria-prima de um minidocumentário a ser disponibilizado no canal Diálogos Transformador na internet, com o objetivo de apontar caminhos e soluções. A série estreia nesta semana com “Reciclagem”, o primeiro programa realizado em novembro de 2015.

    “É uma iniciativa que leva a excelência editorial da Folha para uma série de conteúdos multimídia sobre importantes temas da agenda socioambiental por meio de diálogos que começam na TV Folha, continuam no nosso auditório e chegam até a escola”, afirma Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal. “Além de informar, apontar caminhos e conscientizar, é também uma oportunidade de mobilizar a Rede Folha de Empreendedores.”

    Para a Unilever, é uma honra trabalhar em parceria com a Folha de S. Paulo, um dos maiores veículos do País, na geração de ideias e discussões sobre um tema tão importante como o desmatamento . Acreditamos que todas as iniciativas de conscientização e geração de soluções para o combate ao desmatamento e às mudanças climáticas são válidas. O Brasil e o mundo precisam de pessoas como os convidados desta edição, que vêm colocando a “mão na massa” e inspirando milhares de pessoas a fazerem o mesmo.  Acreditamos que somente juntos podemos fazer a diferença  e colaborar para um futuro promissor para as próximas gerações, afirma Juliana Carvalho, Diretora de Marca Corporativa da Unilever.

    Confira em http://www1.folha.uol.com.br/tv/empreendedorsocial/

    DIÁLOGOS TRANSFORMADORES

    A série “Diálogos Transformadores” é um programa de eventos realizado pela Folha de São Paulo em parceria com a ONG Ashoka sob a direção da premiada jornalista Eliane Trindade – editora do Prêmio Empreendedor Social e da Coluna Rede Social do Jornal A Folha de São Paulo.

    Serviço:

    Data: 18 de maio

    Horário: a partir das 16h

    Onde: Auditório da Folha de S. Paulo (Alameda Barão de Limeira, 425, 9º andar, Campos Elíseos)

    PERFIL DOS PARTICIPANTES

    Beto Veríssimo, fundador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), é figura central nos mais importantes espaços nacionais e internacionais sobre meio ambiente, sempre fortalecendo o diálogo entre o governo, a sociedade civil e empresariado. O seu desafio é criar um novo modelo de economia para a região, combinando a conservação de 70% da floresta, a geração de riqueza e o desenvolvimento social.

    Suzana Pádua, presidente do Ipê, Oscip criada para desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sócio-econômico por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis, comanda projetos para preservação de florestas em São Paulo, na Amazônia e em outras regiões do país.

    Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) desde a fundação da entidade criada em 2014 para representar institucionalmente a cadeia produtiva de árvores plantadas, campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse, já foi presidente da Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel) durante quase sete anos.

    Rodrigo Castro, coordenador-geral da Associação Caatinga, que luta pela preservação do bioma no nordeste, realiza projetos como o No Clima da Caatinga que tenta mudar a cultura local de desmatamento por meio da educação ambiental e capacitações.

     Ana Cristina Barros, secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, formada em Ecologia pela UFRJ com 25 anos de experiência de trabalho em meio ambiente e desenvolvimento sustentável, foi representante da The Nature Conservancy no Brasil por quase dez anos e, nos últimos dois anos, diretora de Infraestrutura Inteligente da organização para a América Latina e já morou e trabalhou na Amazônia pela redução do desmatamento e o controle queimadas. Em Brasília desde 2003, trabalhou junto ao governo brasileiro na análise e proposição de políticas públicas que conciliam desenvolvimento e conservação, notadamente, a concepção e a proposição do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como instrumento de implementação do Código Florestal.

    Aline Tristão, diretora executiva da FSC Brasil, ONG internacional com sede na Alemanha e presente em mais de 80 países, que promove o manejo responsável há mais de 20 anos. É também o sistema de certificação florestal mais reconhecido no mundo, considerado uma das principais armas de combate ao desmatamento.

    Ricardo Cardim, botânico fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, desenvolveu a metodologia de restauração florestal “Pocket Forest” que copia a dinâmica natural das capoeiras da Mata Atlântica e sua competitividade e permite a criação inédita de pequenos trechos do bioma na escala urbana em grande velocidade de crescimento e diversidade espécies.

    Jerônimo Villas-Bôas, fundador do Kambôas Socioambiental, que fortalece o cultivo de abelhas nativas, a preservação e a conservação de biomas de fauna e flora, com importante trabalho junto à formação de política pública para regulamentação da cadeia produtiva do mel e sua comercialização, no empoderamento e geração de renda para comunidades tradicionais indígenas e ribeirinhas.

    SOBRE A UNILEVER

    A Unilever é uma das líderes mundiais na comercialização de produtos alimentícios, de limpeza doméstica e de cuidados pessoais, com vendas em mais de 190 países, alcançando 2 bilhões de consumidores por dia que consomem as mais de 400 marcas disponíveis em seu portfólio de produtos. No mundo, a companhia tem 169 mil funcionários e gerou vendas de €53.3 bilhões no ano de 2015.

    A companhia tem um propósito simples – tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos. Por isso, em 2010, anunciou o Plano de Sustentabilidade da Unilever, que traz o objetivo de desconectar o crescimento do nosso negócio de seu impacto ambiental, ao mesmo tempo em que aumentamos nosso impacto social positivo.

    A Unilever é a primeira empresa no ranking de seu setor no Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2015. Encabeçou a relação de Líderes Globais em Sustentabilidade Corporativa na pesquisa anual GlobeScan/SustainAbility 2015 pelo quinto ano consecutivo, e em 2015 foi eleita a empresa de bebidas e alimentos mais sustentável no Behind the Brands Scorecard, da Oxfam.

    No Brasil há 87 anos, os produtos da Unilever são encontrados em 100% dos lares brasileiros, e, ao longo de um ano, atingem, mensalmente, 46 milhões de domicílios. São mais de oito décadas de sucesso, conquistas, convívio e relacionamento com o consumidor, antecipando desejos, atendendo necessidades e construindo marcas consagradas como AdeS, Arisco, Axe, Becel, Brilhante, Cif, Close-Up, Comfort, Dove, Fofo, Hellmann’s, Kibon, Knorr, Lifebuouy, Lux, Maizena, OMO, Rexona, Seda, TRESemmé, VIM, entre outras.

    Como reconhecimento de suas iniciativas, em 2015, a Unilever Brasil foi eleita a melhor empresa do Setor de Bens de Consumo e a melhor empresa em Governança da Sustentabilidade, pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a melhor na categoria Responsabilidade Social e Meio Ambiente, pela Melhores da Dinheiro e a melhor na categoria Indústria, pela Época Empresa Verde entre outros prêmios recebidos no decorrer do ano. Como resultado destas iniciativas, a Unilever Brasil foi reconhecida como a empresa Mais Desejada no LinkedIn pelos brasileiros.

    Para mais informações sobre a campanha, acesse http://www.futuromelhor.unilever.com.br.

    Mais informações para a imprensa:

    In Press Porter Novelli

    Juliana Pestana – Juliana.pestana@inpresspni.com.br

    Ana Domingues – ana.domingues@inpresspni.com.br

    Tel.: 11 3323-9950 / 3323-3788

     
  • 30 abr

    Recomendação de leitura: O direito à cidade, Henri Lefebvre 

    É sempre bom revisitar os conceitos.Li este livro durante o mestrado em Ciências Sociais na PUCSP, agora no término do doutorado,

    LEFEBVRE, Henri, Le Droit à la Ville.1967. Trad. Rubens Eduardo Frias. O direito à cidade. centauro: São Paulo, 2001.

    LEFEBVRE, Henri, Le Droit à la Ville.1967. Trad. Rubens Eduardo Frias. O direito à cidade. centauro: São Paulo, 2001.

    revisitando o conceito: O DIREITO Á CIDADE – HENRI LEFEBVRE encontrei novas perspectivas e novos insigths para as minhas pesquisas. É bom revisitar conceitos, principalmente na era do instantâneo onde todo mundo fala de tudo, escreve sobre tudo, e acha que sabe tudo…

    “Atualmente, tornando-se centro de decisão ou antes agrupando os centros de decisão, a cidade moderna intensifica, organizando-a, a exploração de toda a sociedade (não apenas da classe operária como também de outras classes sociais não dominantes). Isto é dizer que ela não é um lugar passivo da produção ou da concentração dos capitais, mas sim que o urbano intervém como tal na produção (nos meios de produção)”.

    “A cidade emite e recebe mensagens. Essas mensagens são compreendidas ou não (codificam se e se decodificam ou não). Ela pode portanto ser aprendida conforme os conceitos oriundos da linguística: significante e significado, significação e sentido. Toda via, não é sem as maiores reservas e sem preocupações que se pode considerar a cidade como sendo um sistema (sistema) único de significações e de sentido, portanto de valores. Aqui como em outros casos, existem vários sistemas (ou, de preferência, vários subsistemas). Além do mais, a semiologia não esgota a realidade pratica e ideológica da cidade”. LEFEBVRE, Henri, Le Droit à la Ville.1967. Trad. Rubens Eduardo Frias. O direito à cidade. centauro: São Paulo, 2001.

    ‪#‎smartcities‬‪#‎cidadesinteligentes‬ ‪#‎complexidade‬

    Irei usar este livro como uma das referencias do curso que irei lecionar

    Módulo 5  do curso Master Online en Sostenebilidad  http://www.cursosderse.com/cursos/master-online-rse-sostenibilidad/

    Módulo 5 – Consumo Responsables y Smart Cities

    26 de Septiembre al 21 de Octubre de 2016

    • Consumo Responsable
    • Sostenibilidad e implicancia del posicionamiento estratégico de las marcas
    • Concepto y Posicionamiento de las Ciudades Inteligentes: Prototipos, Tecnologías y Aplicaciones
    • Movimientos y narrativas que impulsan nuevos modos de vivir y habitar las ciudades
    • El Consumidor Smart
    • Análisis de Ciudades Inteligentes y sus correlaciones con el Consumo Responsable
    • Modelos para viabilizar la implantación de ciudades inteligentes como propuesta de posicionamiento de las marcas en el consumidor Smart

    Este Módulo se dictará en Portugués

    MENSAJE DE CAPACITARSE
    10 RAZONES PARA SUMARTE AL MASTER ONLINE DE SOSTENIBILIDAD ‪#‎MASTERSOST‬

     
  • 19 ago

    Cidades Inteligentes: Implicações para as Práticas Cotidianas do Consumo 

    Artigo apresentado no  XVII Congresso Brasileiro de Sociologia 20 a 23 de julho de 2015, Porto Alegre (RS) Grupo de Trabalho: GT05 – Consumo e Cidadania

    Modos de vida cada vez mais insuportáveis diante do sistema policrísico atual vem transformando a nossa relação com o consumo. Desperdício de alimentos, alertas da ONU para incluirmos insetos na alimentação cotidiana, movimentos anti fast food, discursos para uma alimentação saudável, escassez de água, falta de planejamento governamental, impactos das mudanças climáticas, intoxicação dos oceanos, cidades fantasmas e os repositórios inapropriados para o descarte de lixo apontam: os processos de produção e consumo estão em desequilíbrio, matando o planeta. Seriam traços de cidadania e politização da vida as atitudes dos consumidores quando se veem diante de outras possibilidades como alimentação slowfood, veganismo, consumo de produtos orgânicos na busca por um estilo de vida mais sustentável? Este artigo apresenta os seguintes objetivos: apontar as implicações das cidades inteligentes nas práticas de consumo cotidiano, por meio da técnica de estudo de caso e observação participante realizada na rede Eataly de supermercado e alimentação SlowFood em outubro de 2014 em Milão, na Itália. A partir dessa analise pretende-se mostrar as mudanças no comportamento do consumidor frente as novas tendências por alimentação mais saudável, movimento anti fast food nas chamadas “smart cities” ou cidades inteligentes e suas correlações com o movimento da sustentabilidade frente ao cenário policrísico mundial que enfrentamos.

    Palavras-chaves: Cidades Inteligentes, Consumo, SlowFood

    Acesse o artigo na íntegra: Cidades Inteligentes: Implicações para as Práticas Cotidianas do Consumo

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Professora na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), MBA em Gestão Estratégica de Marketing (UFMG), Especialista em Sustentabilidade (FDC), Relações Públicas (CNP), Pesquisadora do Núcleo de Estudos da Complexidade (Complexus) na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP).

    E-mail: vivianblaso@uol.com.br

     
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