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  • 9 maio

    UNILEVER E FOLHA DE SÃO PAULO APRESENTAM DIÁLOGOS TRANSFORMADORES 

    Em sua segunda edição, o evento reúne especialistas para discutir soluções para o desmatamento. Ação faz parte da iniciativa Unilever Futuro Melhor.

    São Paulo, 10 de Maio de 2016 – A Unilever anuncia seu apoio aos “Diálogos Transformadores” da Folha de São Paulo em parceria com a Ashoka.  O objetivo é fomentar discussões e encontrar soluções para o desmatamento crescente e as mudanças climáticas por meio de pessoas inovadoras que estão implantando ações capazes de gerar um impacto positivo na sociedade, garantindo um futuro melhor para as próximas gerações.

    A Unilever será a patrocinadora máster desta edição, que terá como tema “Boas Práticas no Combate ao Desmatamento no Brasil” e reunirá, em 18 de maio, especialistas e empreendedores sociais. “Nós temos o compromisso de adquirir 100% das nossas matérias-primas agrícolas de fontes sustentáveis até 2020, o que significa ajudar a zerar o desmatamento na nossa cadeia produtiva. Alinhado a isso, vemos esta edição dos Diálogos Transformadores como uma oportunidade de dar visibilidade à causa”, afirma Juliana Carvalho, diretora de Marca Corporativa da Unilever.

    Em 2015, a Unilever lançou sua campanha pelo fim do desmatamento, que tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de preservar as florestas no combate às mudanças climáticas. Como parte da campanha, a Companhia, em parceria com o WWF (World Wide Fund for Nature), irá proteger um milhão de árvores no Brasil e na Indonésia.  A proteção às árvores será realizada a partir do engajamento dos consumidores por meio da assinatura de um compromisso pelo clima no website da campanha, por meio de diferentes iniciativas, entre elas:

    • Reduzir a perda líquida de florestas através de desmatamento e degradação
    • Promover o manejo sustentável de florestas de produção
    • Promover o aumento da legalidade na produção florestal
    • Auxiliar a aplicação e o cumprimento do Código florestal

    Serão protagonistas desta edição do “ Diálogos Transformadores”: Beto Veríssimo, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia); Suzana Pádua, do Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas); e Elizabeth de Carvalhaes, da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).

    O trio ocupará a bancada da TV Folha para uma entrevista ao vivo e na sequência participa de debate com Rodrigo Castro, da Associação Caatinga; Ana Cristina Barros, ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente; e Aline Tristão, da FSC Brasil (Forest Stewardship Council).

    A plateia de 80 convidados vai conhecer também os casos inspiradores de Ricardo Cardim, fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, e de Jerônimo Villas-Bôas, do Kambôas Socioambiental.

    A iniciativa é um mix de entrevista e debate, matéria-prima de um minidocumentário a ser disponibilizado no canal Diálogos Transformador na internet, com o objetivo de apontar caminhos e soluções. A série estreia nesta semana com “Reciclagem”, o primeiro programa realizado em novembro de 2015.

    “É uma iniciativa que leva a excelência editorial da Folha para uma série de conteúdos multimídia sobre importantes temas da agenda socioambiental por meio de diálogos que começam na TV Folha, continuam no nosso auditório e chegam até a escola”, afirma Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal. “Além de informar, apontar caminhos e conscientizar, é também uma oportunidade de mobilizar a Rede Folha de Empreendedores.”

    Para a Unilever, é uma honra trabalhar em parceria com a Folha de S. Paulo, um dos maiores veículos do País, na geração de ideias e discussões sobre um tema tão importante como o desmatamento . Acreditamos que todas as iniciativas de conscientização e geração de soluções para o combate ao desmatamento e às mudanças climáticas são válidas. O Brasil e o mundo precisam de pessoas como os convidados desta edição, que vêm colocando a “mão na massa” e inspirando milhares de pessoas a fazerem o mesmo.  Acreditamos que somente juntos podemos fazer a diferença  e colaborar para um futuro promissor para as próximas gerações, afirma Juliana Carvalho, Diretora de Marca Corporativa da Unilever.

    Confira em http://www1.folha.uol.com.br/tv/empreendedorsocial/

    DIÁLOGOS TRANSFORMADORES

    A série “Diálogos Transformadores” é um programa de eventos realizado pela Folha de São Paulo em parceria com a ONG Ashoka sob a direção da premiada jornalista Eliane Trindade – editora do Prêmio Empreendedor Social e da Coluna Rede Social do Jornal A Folha de São Paulo.

    Serviço:

    Data: 18 de maio

    Horário: a partir das 16h

    Onde: Auditório da Folha de S. Paulo (Alameda Barão de Limeira, 425, 9º andar, Campos Elíseos)

    PERFIL DOS PARTICIPANTES

    Beto Veríssimo, fundador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), é figura central nos mais importantes espaços nacionais e internacionais sobre meio ambiente, sempre fortalecendo o diálogo entre o governo, a sociedade civil e empresariado. O seu desafio é criar um novo modelo de economia para a região, combinando a conservação de 70% da floresta, a geração de riqueza e o desenvolvimento social.

    Suzana Pádua, presidente do Ipê, Oscip criada para desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sócio-econômico por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis, comanda projetos para preservação de florestas em São Paulo, na Amazônia e em outras regiões do país.

    Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) desde a fundação da entidade criada em 2014 para representar institucionalmente a cadeia produtiva de árvores plantadas, campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse, já foi presidente da Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel) durante quase sete anos.

    Rodrigo Castro, coordenador-geral da Associação Caatinga, que luta pela preservação do bioma no nordeste, realiza projetos como o No Clima da Caatinga que tenta mudar a cultura local de desmatamento por meio da educação ambiental e capacitações.

     Ana Cristina Barros, secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, formada em Ecologia pela UFRJ com 25 anos de experiência de trabalho em meio ambiente e desenvolvimento sustentável, foi representante da The Nature Conservancy no Brasil por quase dez anos e, nos últimos dois anos, diretora de Infraestrutura Inteligente da organização para a América Latina e já morou e trabalhou na Amazônia pela redução do desmatamento e o controle queimadas. Em Brasília desde 2003, trabalhou junto ao governo brasileiro na análise e proposição de políticas públicas que conciliam desenvolvimento e conservação, notadamente, a concepção e a proposição do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como instrumento de implementação do Código Florestal.

    Aline Tristão, diretora executiva da FSC Brasil, ONG internacional com sede na Alemanha e presente em mais de 80 países, que promove o manejo responsável há mais de 20 anos. É também o sistema de certificação florestal mais reconhecido no mundo, considerado uma das principais armas de combate ao desmatamento.

    Ricardo Cardim, botânico fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, desenvolveu a metodologia de restauração florestal “Pocket Forest” que copia a dinâmica natural das capoeiras da Mata Atlântica e sua competitividade e permite a criação inédita de pequenos trechos do bioma na escala urbana em grande velocidade de crescimento e diversidade espécies.

    Jerônimo Villas-Bôas, fundador do Kambôas Socioambiental, que fortalece o cultivo de abelhas nativas, a preservação e a conservação de biomas de fauna e flora, com importante trabalho junto à formação de política pública para regulamentação da cadeia produtiva do mel e sua comercialização, no empoderamento e geração de renda para comunidades tradicionais indígenas e ribeirinhas.

    SOBRE A UNILEVER

    A Unilever é uma das líderes mundiais na comercialização de produtos alimentícios, de limpeza doméstica e de cuidados pessoais, com vendas em mais de 190 países, alcançando 2 bilhões de consumidores por dia que consomem as mais de 400 marcas disponíveis em seu portfólio de produtos. No mundo, a companhia tem 169 mil funcionários e gerou vendas de €53.3 bilhões no ano de 2015.

    A companhia tem um propósito simples – tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos. Por isso, em 2010, anunciou o Plano de Sustentabilidade da Unilever, que traz o objetivo de desconectar o crescimento do nosso negócio de seu impacto ambiental, ao mesmo tempo em que aumentamos nosso impacto social positivo.

    A Unilever é a primeira empresa no ranking de seu setor no Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2015. Encabeçou a relação de Líderes Globais em Sustentabilidade Corporativa na pesquisa anual GlobeScan/SustainAbility 2015 pelo quinto ano consecutivo, e em 2015 foi eleita a empresa de bebidas e alimentos mais sustentável no Behind the Brands Scorecard, da Oxfam.

    No Brasil há 87 anos, os produtos da Unilever são encontrados em 100% dos lares brasileiros, e, ao longo de um ano, atingem, mensalmente, 46 milhões de domicílios. São mais de oito décadas de sucesso, conquistas, convívio e relacionamento com o consumidor, antecipando desejos, atendendo necessidades e construindo marcas consagradas como AdeS, Arisco, Axe, Becel, Brilhante, Cif, Close-Up, Comfort, Dove, Fofo, Hellmann’s, Kibon, Knorr, Lifebuouy, Lux, Maizena, OMO, Rexona, Seda, TRESemmé, VIM, entre outras.

    Como reconhecimento de suas iniciativas, em 2015, a Unilever Brasil foi eleita a melhor empresa do Setor de Bens de Consumo e a melhor empresa em Governança da Sustentabilidade, pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a melhor na categoria Responsabilidade Social e Meio Ambiente, pela Melhores da Dinheiro e a melhor na categoria Indústria, pela Época Empresa Verde entre outros prêmios recebidos no decorrer do ano. Como resultado destas iniciativas, a Unilever Brasil foi reconhecida como a empresa Mais Desejada no LinkedIn pelos brasileiros.

    Para mais informações sobre a campanha, acesse http://www.futuromelhor.unilever.com.br.

    Mais informações para a imprensa:

    In Press Porter Novelli

    Juliana Pestana – Juliana.pestana@inpresspni.com.br

    Ana Domingues – ana.domingues@inpresspni.com.br

    Tel.: 11 3323-9950 / 3323-3788

     
  • 9 maio

    MÓDULOS INDUSTRIALIZADOS TRANSPORTÁVEIS DA KRONAN EVIDENCIAM INTELIGÊNCIA CONSTRUTIVA SUSTENTÁVEL 

    O protótipo de residência modular chegou ao canteiro e está na Casa Aqua da mostra Casa Cor 2016

    casa_aqua_2016Os visitantes da Casa Aqua – um espaço conceitual criado pela Inovatech Engenharia, com projeto arquitetônico de Rodrigo Mindlin Loeb e Caio Dotto – que está em exposição na Casa Cor São Paulo, podem conferir, na prática e de forma interativa, o sistema construtivo de placas de concreto armado da Kronan. Com mínimo impacto na construção, o sistema reúne, com inteligência, a velocidade da solução, com qualidade e longa vida útil. Graças à flexibilidade dos elementos, a edificação combina uma aptidão natural para compor com unidades de captação de água da chuva ou de energia solar.

    O corpo de concreto, sombreado por uma fachada ventilada, contribui para a estabilidade térmica e o conforto acústico dos ambientes. Segundo o gerente técnico da Kronan, Martin Paul Schwark, a Casa Aqua foi produzida em uma semana na fábrica e fechada em dois dias, no canteiro da Casa Cor.

    Os módulos, chegaram ao canteiro em quatro caminhões e foram içados por guindaste. A cozinha e o banheiro, produzidos em módulos pela empresa Tecnobagno, foram conectados ao módulo principal já com as conexões elétricas e hidráulicas instaladas. Na cobertura, a laje foi impermeabilizada e coroada por uma placa metálica de sombreamento. O vão interno dos 50 m2 de área construída com concreto estrutural leve ficaram livres mas, em casos de edificações com paredes internas, o gesso acartonado ou outros sistemas de alvenaria poderiam ser usados para dividir os ambientes. A residência está apoiada em uma fundação industrializada. O sistema da Kronan permite trabalhar com amplas aberturas e grandes vãos livres, de até 20 metros.

    A partir da unidade de produção em Itapecerica da Serra, a Kronan fornece elementos construtivos num raio de 300 quilômetros a incorporadores que queiram construir com menos mão de obra, mais qualidade e prazo reduzido – no caso da Casa Aqua a montagem foi executada com quatro operários – prazo menor e baixo custo com manutenção futura. “Essa antecipação do lucro pode gerar um retorno maior sobre o investimento”, adianta Schwark.

    Os equipamentos foram compradas pela Kronan na Finlândia, da empresa Elematic, e a tecnologia foi desenvolvida no Brasil. A produção teve início em 2014. O sistema permite a construção de prédios de até 40 andares e a Kronan já entregou um 28 casas em , 2015.

    Para conhecer: pertencente ao grupo Abril, a Casa Cor, reconhecida como a maior mostra de arquitetura, decoração e paisagismo das Américas, reúne ambientes criados por profissionais, e será aberta ao público a partir do dia 17 de maio até o dia 16 e julho, de terça a quinta das 12 às 21 horas; sexta, sábado e feridos, das 12 às 21:30 horas e aos domingos das 12 às 20 horas. Neste ano, a Casa Cor São Paulo chega à trigésima edição no Jockey-Club de São Paulo.

     

    Saiba mais em http://www.kronan.com.br

     

    Alzira hisgail e eduardo gomes

    (55.11) 3675.0809 | (55.11) 99292.9126

    http://www.ateliedetextos.com.br | atelie@ateliedetextos.com.br

     
  • 21 jan

    Estamos sem água, e parece que vamos ficar sem luz. E agora? 

    “O decrescimento é uma proposta alternativa para a política pós-desenvolvimento. Sua meta é uma sociedade em que se viverá melhor trabalhando e consumindo menos.” Serge Latouche

    Diante do cenário policrísico que atravessamos, não enxergo neste momento outra saída para o capitalismo a não ser o decrescimento sereno. Já estamos vivendo uma era de incertezas e escassez que nos obriga a repensar a maneira como vivemos. Em São Paulo, onde resido atualmente, sentimos na pele o calor excessivo, a falta de água com o rodízio velado em bairros da periferia e falta de energia elétrica, resultado das mudanças climáticas que são ocasionadas pela sociedade dos excessos.
    Em maio de 2014, o professor José Goldemberg já alertava sobre a falta de energia elétrica no Brasil: “Corremos o risco de apagões elétricos e isso é evidente, só o ministro da energia não vê isso… ou está tentando empurrar o problema para o ano que vem baixando a tarifa de energia”. O professor ainda fez um alerta sobre a pane nos sistemas das hidroelétricas e comentou que as termoelétricas, naquela época, já operavam acima da capacidade. E agora?
    Segundo o relatório “Mudando a atmosfera: Antropologia e Mudança climática”, disponível no site da American Anthropological Association, psicólogos consideram que os mecanismos cognitivos e emocionais influenciam a percepção, e isso já havia sido anunciado por Edgar Morin e Frijot Capra, devido à crise de percepção em função da visão mecanicista da vida e da incapacidade de a ciência enxergar a vida como sistemas. A questão em jogo é que a falta e o excesso de informações levaram a sociedade científica e os tomadores de decisões globais a diferentes interpretações sobre o fenômeno das mudanças climáticas. O resultado desastroso é que ainda hoje existem certos grupos que acreditam que os estudos sobre as mudanças climáticas são exagerados ou mesmo que o fenômeno não existe. Isso acontece por alguns motivos: o nosso imprinting cultural, a normatização excessiva, a visão de mundo ocidentalizada, que analisa as crises apenas sob os aspectos econômicos, reflexo da visão fragmentada entre natureza e cultura. Por isso, é tão difícil abandonarmos certos padrões mentais e comportamentos repetitivos e até mesmo perversos – pessoa que persiste no erro, teimosa, que ignora as evidências, que se desvia do certo e do verdadeiro.
    É o efeito recursivo de como agimos. Isso se espelha na sociedade e talvez seja por isso que não consigamos alcançar padrões de comportamentos que nos levem à sustentabilidade.
    Não encaro o consumo como o único vilão dessa história, mas a arrogância e os modos de vida desde a modernidade, que separou natureza e cultura e atribuiu ao homem o falso poder de controlar a vida e os fenômenos da natureza. Somos frutos da artificialidade que nós mesmos criamos, e isso é fácil de entender: basta acessarmos o Facebook e nos depararmos com as mentiras que contamos sobre nós mesmos. Mesmo assim, como sou esperançosa, acredito que muitas bifurcações nos levarão às regenerações e metamorfoses múltiplas e simultâneas, que nos colocarão novamente em reconexão com a tríade perdida indivíduo-espécie-sociedade e nos trarão um novo modo de vida em que nossos valores serão revitalizados, recontextualizados e reeditados para o bem da era planetária. É preciso ecologizarmos as ideias. Ecologizar significa reaprender a pensar!

    VIVIAN APARECIDA BLASO SOUZA SOARES CESAR – Docente na FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado. Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais.  Pesquisadora do Complexus Núcleo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Relações Públicas. Especialista em Sustentabilidade. Diretora da Agência Conversa Sustentável. Autora do Blog: Conversa Sustentável. E-mail:  vivianblaso@uol.com.br

     
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