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  • 7 jul

    Na Prática, o que são Cidades Inteligentes? 

    Assista o Workshop Prática, o que são Cidades Inteligentes realizado no dia 03 de julho de 2017 no IETEC em Belo Horizonte.

     
  • 7 jul

    Cobertura Completa do Debate: Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios. 

    No contexto polissêmico das cidades não existem fronteiras nítidas entre o homo demens e o homo consumans. “O planeta terra avança à sombra da morte”. Em tempos sombrios é preciso abrir espaços para esperanças, resgatar o sentido de humanidade e dar luminosidade às sombras como proposto por Hannah Arendt em sua obra; “Homens em Tempos Sombrios”. Quais os desafios do homo consumans nas cidades? Este foi o tema do debate “Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios” realizado entre os pesquisadores: Fábio Mariano Borges doutor em sociologia do consumo pela PUC/SP atua há 25 anos com comportamento do consumidor, estudos etnográficos econsumer insights, desenvolvendo estudos acadêmicos e pesquisas de mercado e Vivian Blaso: doutora em antropologia pelo Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP, autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização. Realizado no dia 29 de junho de 2017 na Livraria da Vila na Alameda Lorena em São Paulo.

     
  • 12 jun

    Homo Consumas nas Cidades em Tempos Sombrios será o tema do debate entre Fábio Mariano Borges e Vivian Blaso no dia 29 de junho em São Paulo. 

     Nosso desenvolvimento técnico/industrial /urbano degrada a biosfera. Imersas em concreto e colapsada pelo excesso de automóveis, pelo hiperconsumo, pela falta de saneamento, superlotada pelas fugas das guerras e das fomes, na busca pela vida, as cidades agonizam.
    Neste contexto polissêmico das cidades não existem fronteiras nítidas entre o homo demens e o homo consumans. “O planeta terra avança à sombra da morte”. Em tempos sombrios é preciso abrir espaços para esperanças, resgatar o sentido de humanidade e dar luminosidade às sombras como proposto por Hannah Arendt em sua obra; “Homens em Tempos Sombrios”. Quais os desafios do homo consumans nas cidades? Este será o tema do debate “Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios” que será realizado entre os pesquisadores: Fábio Mariano Borges doutor em sociologia do consumo pela PUC/SP atua há 25 anos com comportamento do consumidor, estudos etnográficos econsumer insights, desenvolvendo estudos acadêmicos e pesquisas de mercado.e Vivian Blaso: doutora em antropologia pelo Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP, autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização.
    O debate será realizado no dia 29 de junho, às 19horas na Livraria da Vila na Alameda Lorena. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Após o debate haverá sessão de autógrafos com Vivian Blaso, autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização publicado pela Paco Editorial.

    Informações para imprensa

    contato@conversasustentavel.com.br

     
  • 4 jun

    Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização traz os desafios das cidades inteligentes 

    Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização propõem um olhar reflexivo sobre as cidades e o estilo de vida de seus habitantes. A obra está organizada em cinco metatemas: Sustentabilidade, Consumo e Meio Ambiente, Tecnologias Sustentáveis, Smart Cities e Estilo de Vida nas Cidades Inteligentes e sugere aos leitores buscar  caminhos que possam transformar  a qualidade de vida, resgatar a empatia, a fraternidade, o reconhecimento, a afetividade, bases fundamentais de uma política de civilização planetária baseada na colaboração efetiva das culturas do mundo. O livro já está disponível  no site da Paco Editorial https://www.pacolivros.com.br/Cidades_em_Tempos_Sombrios/prod-4787970/

    Sobre a autora:

    Vivian Blaso – Doutora em Ciências Sociais (Antropologia) PUCSP. Especialista em Gestão Responsável para Sustentabilidade pela Fundação Dom Cabral. Especialista em Gestão Estratégica de Marketing UFMG Universidade Federal de Minas Gerais. Sócia na Agência Conversa Sustentável. Life e Leader Coach pela SLAC Coaching. Certified Practitioner (PNL) pela Master Solution Institute. Professora na FGV-EAESP -Escola de Administração de Empresas de São Paulo, FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, Mackenzie – Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pesquisadora no Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade na PUCSP. Linha de pesquisa: Diversidades Culturais e Pensamento Complexo.

     
  • 4 mar

    Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade: Reflexões Teóricas e Algumas Práticas no Nordeste Brasileiro 

    Capítulo de livro publicado em 2016 disponível para leitura no link:

    https://issuu.imagescom/eduern/docs/responsabilidade_social_empresarial

    Dados da Publicação:

    ISBN 978-85-7621-095-5                                                                                                               “Responsabilidade Social Empresarial: reflexões teóricas e algumas práticas no nordeste brasileiro”

    Capítulo: “A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE ? DA CONFERÊNCIA ESTOCOLMO 72 À RIO+ 20”

    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César

     
  • 29 ago

    Na China o fast fashion está virando coisa do passado 

    As iniciativas para conter a poluição ambiental na China chegaram no universo da moda fast fashion

     
  • 31 maio

    A prática do Slow Food nas Cidades Inteligentes 

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    Matéria do Globo Repórter sobre  Slow Food nas Cidades Italianas!

    http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/05/cidade-na-italia-ensina-comer-sem-pressa-e-com-mais-prazer.html

     
  • 16 maio

    5ª MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA AMBIENTAL CHEGA ÀS SALAS DE CINEMA EM JUNHO 

    De 15 a 29 de junho, filmes de diversos países, a maioria inédita no Brasil, serão exibidos gratuitamente em salas de cinema da capital paulista

    Filmes recentes de diversas partes do mundo abordando questões socioambientais voltam a ocupar as salas de cinema da capital paulista no mês de abril. A 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental traz mais de 100 filmes, com destaque para produções contemporâneas e inéditas no Brasil. São produções do Canadá, Alemanha, Turquia, EUA, China, França, Grécia, Itália, Israel, Índia, Reino Unido, Noruega, Bélgica, Luxemburgo, África do Sul, Quirguistão, dentre outros países.

    Os filmes serão exibidos em salas do circuito de cinema de São Paulo: Caixa Belas Artes, Reserva Cultural, Cinemateca, Centro Cultural São Paulo, Cine Olido e Matilha Cultural. A programação é gratuita e se completa com uma série de debates com a participação de especialistas, diretores e convidados.

    A Mostra promove sessões também na Biblioteca Mário de Andrade, em Centros Educacionais Unificados (CEUs) da Prefeitura de São Paulo, unidades das Fábricas de Cultura, faculdades, colégios e em Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), levando a programação para um público novo, localizado em diferentes regiões da cidade de São Paulo.

    “O público pode esperar, mais uma vez, filmes de grande qualidade cinematográfica, que abordam questões socioambientais e contribuem para despertar a reflexão e promover o debate em torno desses temas tão presentes em nosso dia a dia. São filmes de diversas partes do mundo que compõem um mosaico dos problemas e soluções encontrados pelo planeta, um retrato da relação da humanidade com a Terra e, consequentemente, consigo mesma”, afirma o Diretor da 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, Chico Guariba.

    Programas

    Compõem a Mostra os seguintes programas: Mostra Contemporânea Internacional, Panorama Histórico, Competição Latino-Americana, Homenagem, Circuito Universitário, Mostra Escola e Curta Ecofalante.

    A Mostra Contemporânea Internacional traz 39 filmes das mais diversas nacionalidades, sobre os temas cidades, consumo, economia, mudanças climáticas, recursos naturais e povos & lugares. São produções recentes, que raramente entram em circuito nas salas de cinema.

    Dentre os destaques estão filmes como O Céu e a Geleira, de Luc Jacquet (A Marcha dos Pinguins), sobre a atuação do glaciologista francês Claude Lorius, cuja pesquisa com o gelo da Antártica ajudou a provar que o aquecimento global vem sendo provocado pela ação humana; Isso Muda Tudo, baseado no livro da jornalista, escritora e ativista canadense Naomi Klein, com produção executiva do cineasta Alfonso Cuarón; O Mercado da Dúvida e Doce Mentira, filmes que evidenciam como os negacionistas do clima e a indústria do açúcar se apropriaram de estratégias usadas pela indústria do tabaco para gerar dúvida sobre a veracidade dos estudos científicos em suas respectivas áreas; O Verdadeiro Preço, que aborda a cadeia produtiva envolvida em torno do fast fashion, apontando os custos humanos e ambientais; Não Posso Te Dar Minha Floresta e Para Onde Foram as Andorinhas, sobre a situação dos povos originais afetados pelas questões ambientais; A Experiência Cecosesola, sobre um bem sucedido experimento de economia solidária na Venezuela; Negócio Sujo, sobre relações comerciais entre Israel e Palestina, dentre muitos outros.

    Para o Panorama Histórico deste ano, a Mostra foi buscar na rica cinematografia francesa títulos que, das mais variadas maneiras e sob os mais diversos registros, tocam em questões que nos dizem respeito. Sem quaisquer restrições relacionadas a gêneros, categorias cinematográficas ou períodos, o Panorama surpreende pela aptidão do cinema para (re) inventar formas de refletir sobre o mundo em que vivemos, partindo da década de 1920 do século passado e reunindo grandes cineastas como Louis Malle, Robert Bresson, Jean Epstein, Jean Painvelé, Jacques Tati, Jean Rouch, Yves-Jacques Cousteau, dentre outros.

    A Competição Latino-Americana registrou recorde de inscrições desde sua criação, há dois anos. Foram recebidas 255 produções, entre longas e curtas, com representantes de quase todos os países latinos. Deste total, 22 filmes foram selecionados para participar da competição, que premia as melhores produções escolhidas pelo júri e pelo público. Os filmes percorrem múltiplos cenários da realidade latino-americana e tornam possível entender as consequências sociais provocadas pelas mudanças climáticas, quais são os danos socioambientais causados pelo uso desenfreado dos recursos naturais e como as populações nacionais estão reagindo e se organizando para lidar com essas transformações. Há produções da Venezuela, Colômbia, Bolívia, Argentina, do Equador, México, Peru, Paraguai, Uruguai, Chile, Equador e Brasil.

    O ambientalista Paulo Nogueira Neto, hoje com 93 anos, será o homenageado desta edição da Mostra. Considerado patrono do ambientalismo no país, advogado, professor e pesquisador, dirigiu a Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA) de 1974 a 1986, órgão do governo federal ligado à época ao Ministério do Interior, responsável então pelo setor ambiental no Brasil. Foi membro da Comissão Brundtland de Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas, que criou o conceito de Desenvolvimento Sustentável.

    Circuito Universitário, Mostra Escola e Curta Ecofalante

    O Circuito Universitário e a Mostra Escola já acontecem desde o início de março em diversas faculdades, escolas e instituições de ensino, com objetivo de promover a reflexão e o debate a partir da experiência do cinema e chamar os estudantes para assistirem aos filmes nas salas de cinema. São sessões voltadas aos estudantes, seguidas de debates com professores e convidados.

    Participaram das sessões universidade, faculdades, escolas, colégios, Fábricas de Cultura e ETECs. Ao todo, cerca de 14 mil pessoas já assistiram a filmes da 5ª Mostra e participaram de debates em diversas regiões da Região Metropolitana de São Paulo. Foram mais de 70 sessões em dezenas de lugares, cobrindo uma área de 550 km².

    Uma novidade da Mostra é o concurso Curta Ecofalante, voltado a estudantes universitários. Foram recebidos quase 40 trabalhos das mais diversas faculdades, de diversos locais do país. Destes, foram selecionados cinco curtas, que serão exibidos durante a Mostra. O melhor trabalho, escolhido pelos curadores da Ecofalante e também por votação do público, será premiado ao fim da Mostra. O objetivo deste programa é incentivar a produção universitária, que muitas vezes não tem espaço para ser exibida.

    A 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental é uma realização da ONG Ecofalante e do Programa de Apoio à Cultura (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo, com patrocínio da White Martins e apoio da Goodyear e da Reciclo Pepsico. A correalização é da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo, Spcine e Escola do Parlamento da Câmara Municipal de São Paulo. A Mostra tem apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Embaixada da França no Brasil, Institut Français, La Cinémathéque Française, Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo Turismo (SPTuris), Observatório do Clima, SOS Mata Atlântica, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), Grupo de Institutos Fundações e Empresas (GIFE), Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), Instituto Akatu, Instituto de Energia e Ambiente (IEE)/USP, Governos Locais Pela Sustentabilidade (ICLEI), Matilha Cultural, Fábricas de Cultura (Poiesis e Catavento), Rede Nossa São Paulo, Instituto Envolverde, Videocamp, Catraca Livre, Conexão Planeta e Horizonte Educação e Comunicação.

    A programação será divulgada em breve. Acompanhe as novidades nos canais da Mostra:

    Informações para a Imprensa

    ProCultura

    11 3263.0197

    Flávia – flavia@procultura.com.br

    Cláudia – claudia@procultura.com.br

     
  • 13 maio

    Macrotendencias sobre o Brasil por Li Edelkoort 

    Conheça o “Manifesto anti-fashion” Manifesto anti fashion

     
  • 9 maio

    UNILEVER E FOLHA DE SÃO PAULO APRESENTAM DIÁLOGOS TRANSFORMADORES 

    Em sua segunda edição, o evento reúne especialistas para discutir soluções para o desmatamento. Ação faz parte da iniciativa Unilever Futuro Melhor.

    São Paulo, 10 de Maio de 2016 – A Unilever anuncia seu apoio aos “Diálogos Transformadores” da Folha de São Paulo em parceria com a Ashoka.  O objetivo é fomentar discussões e encontrar soluções para o desmatamento crescente e as mudanças climáticas por meio de pessoas inovadoras que estão implantando ações capazes de gerar um impacto positivo na sociedade, garantindo um futuro melhor para as próximas gerações.

    A Unilever será a patrocinadora máster desta edição, que terá como tema “Boas Práticas no Combate ao Desmatamento no Brasil” e reunirá, em 18 de maio, especialistas e empreendedores sociais. “Nós temos o compromisso de adquirir 100% das nossas matérias-primas agrícolas de fontes sustentáveis até 2020, o que significa ajudar a zerar o desmatamento na nossa cadeia produtiva. Alinhado a isso, vemos esta edição dos Diálogos Transformadores como uma oportunidade de dar visibilidade à causa”, afirma Juliana Carvalho, diretora de Marca Corporativa da Unilever.

    Em 2015, a Unilever lançou sua campanha pelo fim do desmatamento, que tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de preservar as florestas no combate às mudanças climáticas. Como parte da campanha, a Companhia, em parceria com o WWF (World Wide Fund for Nature), irá proteger um milhão de árvores no Brasil e na Indonésia.  A proteção às árvores será realizada a partir do engajamento dos consumidores por meio da assinatura de um compromisso pelo clima no website da campanha, por meio de diferentes iniciativas, entre elas:

    • Reduzir a perda líquida de florestas através de desmatamento e degradação
    • Promover o manejo sustentável de florestas de produção
    • Promover o aumento da legalidade na produção florestal
    • Auxiliar a aplicação e o cumprimento do Código florestal

    Serão protagonistas desta edição do “ Diálogos Transformadores”: Beto Veríssimo, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia); Suzana Pádua, do Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas); e Elizabeth de Carvalhaes, da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).

    O trio ocupará a bancada da TV Folha para uma entrevista ao vivo e na sequência participa de debate com Rodrigo Castro, da Associação Caatinga; Ana Cristina Barros, ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente; e Aline Tristão, da FSC Brasil (Forest Stewardship Council).

    A plateia de 80 convidados vai conhecer também os casos inspiradores de Ricardo Cardim, fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, e de Jerônimo Villas-Bôas, do Kambôas Socioambiental.

    A iniciativa é um mix de entrevista e debate, matéria-prima de um minidocumentário a ser disponibilizado no canal Diálogos Transformador na internet, com o objetivo de apontar caminhos e soluções. A série estreia nesta semana com “Reciclagem”, o primeiro programa realizado em novembro de 2015.

    “É uma iniciativa que leva a excelência editorial da Folha para uma série de conteúdos multimídia sobre importantes temas da agenda socioambiental por meio de diálogos que começam na TV Folha, continuam no nosso auditório e chegam até a escola”, afirma Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal. “Além de informar, apontar caminhos e conscientizar, é também uma oportunidade de mobilizar a Rede Folha de Empreendedores.”

    Para a Unilever, é uma honra trabalhar em parceria com a Folha de S. Paulo, um dos maiores veículos do País, na geração de ideias e discussões sobre um tema tão importante como o desmatamento . Acreditamos que todas as iniciativas de conscientização e geração de soluções para o combate ao desmatamento e às mudanças climáticas são válidas. O Brasil e o mundo precisam de pessoas como os convidados desta edição, que vêm colocando a “mão na massa” e inspirando milhares de pessoas a fazerem o mesmo.  Acreditamos que somente juntos podemos fazer a diferença  e colaborar para um futuro promissor para as próximas gerações, afirma Juliana Carvalho, Diretora de Marca Corporativa da Unilever.

    Confira em http://www1.folha.uol.com.br/tv/empreendedorsocial/

    DIÁLOGOS TRANSFORMADORES

    A série “Diálogos Transformadores” é um programa de eventos realizado pela Folha de São Paulo em parceria com a ONG Ashoka sob a direção da premiada jornalista Eliane Trindade – editora do Prêmio Empreendedor Social e da Coluna Rede Social do Jornal A Folha de São Paulo.

    Serviço:

    Data: 18 de maio

    Horário: a partir das 16h

    Onde: Auditório da Folha de S. Paulo (Alameda Barão de Limeira, 425, 9º andar, Campos Elíseos)

    PERFIL DOS PARTICIPANTES

    Beto Veríssimo, fundador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), é figura central nos mais importantes espaços nacionais e internacionais sobre meio ambiente, sempre fortalecendo o diálogo entre o governo, a sociedade civil e empresariado. O seu desafio é criar um novo modelo de economia para a região, combinando a conservação de 70% da floresta, a geração de riqueza e o desenvolvimento social.

    Suzana Pádua, presidente do Ipê, Oscip criada para desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sócio-econômico por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis, comanda projetos para preservação de florestas em São Paulo, na Amazônia e em outras regiões do país.

    Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) desde a fundação da entidade criada em 2014 para representar institucionalmente a cadeia produtiva de árvores plantadas, campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse, já foi presidente da Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel) durante quase sete anos.

    Rodrigo Castro, coordenador-geral da Associação Caatinga, que luta pela preservação do bioma no nordeste, realiza projetos como o No Clima da Caatinga que tenta mudar a cultura local de desmatamento por meio da educação ambiental e capacitações.

     Ana Cristina Barros, secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, formada em Ecologia pela UFRJ com 25 anos de experiência de trabalho em meio ambiente e desenvolvimento sustentável, foi representante da The Nature Conservancy no Brasil por quase dez anos e, nos últimos dois anos, diretora de Infraestrutura Inteligente da organização para a América Latina e já morou e trabalhou na Amazônia pela redução do desmatamento e o controle queimadas. Em Brasília desde 2003, trabalhou junto ao governo brasileiro na análise e proposição de políticas públicas que conciliam desenvolvimento e conservação, notadamente, a concepção e a proposição do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como instrumento de implementação do Código Florestal.

    Aline Tristão, diretora executiva da FSC Brasil, ONG internacional com sede na Alemanha e presente em mais de 80 países, que promove o manejo responsável há mais de 20 anos. É também o sistema de certificação florestal mais reconhecido no mundo, considerado uma das principais armas de combate ao desmatamento.

    Ricardo Cardim, botânico fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, desenvolveu a metodologia de restauração florestal “Pocket Forest” que copia a dinâmica natural das capoeiras da Mata Atlântica e sua competitividade e permite a criação inédita de pequenos trechos do bioma na escala urbana em grande velocidade de crescimento e diversidade espécies.

    Jerônimo Villas-Bôas, fundador do Kambôas Socioambiental, que fortalece o cultivo de abelhas nativas, a preservação e a conservação de biomas de fauna e flora, com importante trabalho junto à formação de política pública para regulamentação da cadeia produtiva do mel e sua comercialização, no empoderamento e geração de renda para comunidades tradicionais indígenas e ribeirinhas.

    SOBRE A UNILEVER

    A Unilever é uma das líderes mundiais na comercialização de produtos alimentícios, de limpeza doméstica e de cuidados pessoais, com vendas em mais de 190 países, alcançando 2 bilhões de consumidores por dia que consomem as mais de 400 marcas disponíveis em seu portfólio de produtos. No mundo, a companhia tem 169 mil funcionários e gerou vendas de €53.3 bilhões no ano de 2015.

    A companhia tem um propósito simples – tornar a sustentabilidade parte do dia a dia de todos. Por isso, em 2010, anunciou o Plano de Sustentabilidade da Unilever, que traz o objetivo de desconectar o crescimento do nosso negócio de seu impacto ambiental, ao mesmo tempo em que aumentamos nosso impacto social positivo.

    A Unilever é a primeira empresa no ranking de seu setor no Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2015. Encabeçou a relação de Líderes Globais em Sustentabilidade Corporativa na pesquisa anual GlobeScan/SustainAbility 2015 pelo quinto ano consecutivo, e em 2015 foi eleita a empresa de bebidas e alimentos mais sustentável no Behind the Brands Scorecard, da Oxfam.

    No Brasil há 87 anos, os produtos da Unilever são encontrados em 100% dos lares brasileiros, e, ao longo de um ano, atingem, mensalmente, 46 milhões de domicílios. São mais de oito décadas de sucesso, conquistas, convívio e relacionamento com o consumidor, antecipando desejos, atendendo necessidades e construindo marcas consagradas como AdeS, Arisco, Axe, Becel, Brilhante, Cif, Close-Up, Comfort, Dove, Fofo, Hellmann’s, Kibon, Knorr, Lifebuouy, Lux, Maizena, OMO, Rexona, Seda, TRESemmé, VIM, entre outras.

    Como reconhecimento de suas iniciativas, em 2015, a Unilever Brasil foi eleita a melhor empresa do Setor de Bens de Consumo e a melhor empresa em Governança da Sustentabilidade, pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a melhor na categoria Responsabilidade Social e Meio Ambiente, pela Melhores da Dinheiro e a melhor na categoria Indústria, pela Época Empresa Verde entre outros prêmios recebidos no decorrer do ano. Como resultado destas iniciativas, a Unilever Brasil foi reconhecida como a empresa Mais Desejada no LinkedIn pelos brasileiros.

    Para mais informações sobre a campanha, acesse http://www.futuromelhor.unilever.com.br.

    Mais informações para a imprensa:

    In Press Porter Novelli

    Juliana Pestana – Juliana.pestana@inpresspni.com.br

    Ana Domingues – ana.domingues@inpresspni.com.br

    Tel.: 11 3323-9950 / 3323-3788

     
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