Atualizações de setembro 2016 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 21 set

    ONU lança documentário sobre empreendedorismo sustentável no Rio 

    ONU lança nesta quarta-feira (21) documentário sobre empreendedorismo sustentável no Rio

    Produzido inteiramente com telefones celulares, documentário será lançado nesta quarta-feira (21) no Cinema Odeon, centro da capital fluminense. A produção ficou a cargo de estudantes cariocas que percorreram o Rio e a Baixada em busca de negócios sustentáveis. Iniciativa de mobilização é do Centro RIO+ e será modelo a ser replicado nos 166 países onde atua o Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD).


    Um olhar sustentável sobre o Rio de Janeiro, a partir de imagens feitas com telefones celulares. Essa é a proposta do documentário CenaRIO: Sustentabilidade em Ação, que estreia em 21 de setembro, no Cinema Odeon. A produção mostra a força e a criatividade de 16 microempreendedores que adotaram práticas mais conscientes em seus negócios.

     
  • 21 set

    Começa sexta-feira (25) a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável 

    Cerca de 150 líderes mundiais devem participar da Cúpula, que acontece na sede da ONU em Nova York, com o objetivo de adotar uma nova agenda de desenvolvimento sustentável.

     

    Mais de 150 líderes mundiais são esperados para participar na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontece entre 25 e 27 de setembro na sede da ONU em Nova York, para adotar formalmente uma nova agenda de desenvolvimento sustentável. Esta agenda servirá como plataforma de ação da comunidade internacional e dos governos nacionais na promoção da prosperidade comum e do bem-estar para todos ao longo dos próximos 15 anos.

    Em uma declaração emitida após o consenso alcançado pelos Estados-membros sobre o documento final da Cúpula, em 2 de agosto, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse: “[O acordo] abrange uma agenda universal, transformadora e integrada que anuncia um momento decisivo histórico para nosso mundo”.

    “Esta é a Agenda do Povo, um plano de ação para acabar com a pobreza em todas as suas dimensões, de forma irreversível, em todos os lugares, não deixando ninguém para trás”, disse.

    Acordada pelos 193 Estados-membros da ONU, a agenda proposta, intitulada “Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, consiste de uma Declaração, 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas, uma seção sobre meios de implementação e uma renovada parceria mundial, além de um mecanismo para avaliação e acompanhamento.

    A agenda é única em seu apelo por ação a todos os países – pobres, ricos e de renda média. Ela reconhece que acabar com a pobreza deve caminhar lado a lado com um plano que promova o crescimento econômico e responda a uma gama de necessidades sociais, incluindo educação, saúde, proteção social e oportunidades de trabalho, ao mesmo tempo em que aborda as mudanças climáticas e proteção ambiental. Ela também cobre questões como desigualdade, infraestrutura, energia, consumo, biodiversidade, oceanos e industrialização.

    A nova agenda de desenvolvimento sustentável se enquadra no êxito do resultado da Conferência sobre o Financiamento para o Desenvolvimento, recentemente concluída em Adis Abeba (Etiópia). Espera-se que ela também afete positivamente as negociações sobre um novo acordo climático significativo e universal, que acontecerá em Paris (França), em dezembro deste ano.

    Processo Intergovernamental rumo à Ação Global para as Pessoas e o Planeta

    Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que produziram o mais bem-sucedido movimento antipobreza da História, serve como um trampolim para a nova agenda de desenvolvimento sustentável que será adotada por líderes mundiais.

    Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992 – a Cúpula da Terra – no Rio de Janeiro, o mundo identificou um novo caminho para o bem-estar humano, o do desenvolvimento sustentável. O conceito de desenvolvimento sustentável, apresentado na Agenda 21, reconhece que o desenvolvimento econômico deve ser equilibrado com um crescimento que responda às necessidades das pessoas e proteja o meio ambiente.

    A nova agenda de desenvolvimento sustentável baseia-se no resultado da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável de 2002, da Cúpula de 2010 sobre os ODM, o resultado da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável de 2012 (Rio+20) e os pontos de vista de pessoas em todo o mundo.

    Reconhecendo os sucessos dos ODM, os países concordaram sobre “O futuro que Queremos” – o documento final do Rio+20 – para estabelecer um grupo de trabalho aberto para elaborar um conjunto de metas de desenvolvimento sustentável para consideração e ação apropriada. Depois de mais de um ano de deliberações consultivas abrangentes e intensivas, o Grupo de Trabalho Aberto propôs 17 objetivos específicos com 169 metas associadas.

    As negociações intergovernamentais sobre a composição das metas durou mais de dois anos e incluiu numerosas contribuições da sociedade civil e outras partes interessadas. As consultas inclusivas e transparentes levaram ao alcance de um consenso em 2 de agosto do documento final para a nova agenda de desenvolvimento sustentável.

    A nova agenda será oficialmente adotada pelos líderes mundiais na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontece nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2015.

    Mais informações sobre a agenda de desenvolvimento pós-2015, os ODS e a Cúpula: http://nacoesunidas.org/pos2015/

    Informações para a imprensa: http://nacoesunidas.org/pos2015/imprensa/ 

     
  • 16 maio

    Campanha mundial apoiará transição dos ODM para os ODS 

    Estratégia de comunicação prevê ações globais para melhor compreensão e adesão de todos os setores da sociedade à Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.

    “Somos a primeira geração que tem os recursos e tecnologias para eliminar a pobreza, mas somos provavelmente a última geração que pode impedir que a mudança global do clima destrua tudo o que temos.”

    A afirmação do conselheiro sênior de Políticas Públicas do PNUD, Paul Ladd, retrata a importância deste momento para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. Neste ano, líderes mundiais têm a oportunidade histórica de dar prosseguimento a importantes transformações nas áreas econômica, ambiental e social. Durante a próxima Assembleia Geral da ONU, em setembro, está previsto acordo definitivo, entre os países membros da organização, sobre a nova agenda global de desenvolvimento, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

    Nesse contexto, a Secretaria Geral da ONU, lançou, em janeiro, a ampla campanha de advocacy e mobilização 2015: Time for Global Action, que preparará o terreno para a implementação dos ODS mundialmente.

    O PNUD alinhou sua estratégia de comunicação a essa campanha e desenvolverá, ao longo do ano, ações, produtos e atividades com o objetivo de mobilizar apoio global – de cidadãos em geral, da sociedade civil organizada, da imprensa, dos tomadores de decisão, do setor privado, da academia, dentre outros atores – para questões que afetam a vida das pessoas, incluindo: o aceleramento para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM); a definição da nova e audaciosa agenda de desenvolvimento; o estabelecimento de novos fluxos de financiamento para a sustentabilidade; e, o alcance de um acordo global sobre o clima.

    A primeira ação da campanha no PNUD é o vídeo abaixo, que reflete sobre o histórico e o contexto da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015:

    “temos uma responsabilidade compartilhada para entregar uma agenda que reflita as esperanças e as aspirações dos povos do mundo. É necessária uma ação concertada para enfrentar grandes desafios atuais e futuros. Parcerias amplas serão necessárias para o alcance do desenvolvimento sustentável”.

    O PNUD está colaborando com diversos países para o êxito no cumprimento dos ODM desde 2000, quando teve início a primeira agenda de desenvolvimento global. A partir de setembro deste ano, o Programa dará início a ações de apoio a governos, empresas e sociedade civil organizada na transição entre as agendas de desenvolvimento.

    “Esse é um processo natural, uma vez que o planejamento estratégico do PNUD já está completamente alinhado aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável atualmente em discussão, em especial os objetivos relacionados à pobreza, governança, e mudança global do clima, particularmente relacionados ao trabalho atual do PNUD e aos planos de longo prazo,” afirma o representante residente do PNUD no Brasil, Jorge Chediek.

    Construção da nova agenda 

    Os ODS propostos, baseados inclusive em consultas públicas em todo o mundo, têm como ponto de partida os ODM e vêm ampliá-los e aprofundá-los, além de responder a novos desafios. Os ODS constituem um conjunto integrado e indivisível de prioridades globais para o desenvolvimento sustentável, a chamada Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.

    Em relatório lançado no início deste ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirma que nunca houve consulta tão ampla e profunda sobre desenvolvimento. A Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 começou a ser elaborada a partir da Rio+20 e contou com apoio e  colaboração de governos, empresários, especialistas, todo o Sistema ONU e milhares de pessoas ao redor do mundo, por meio de consultas presenciais e online, com a utilização da plataforma MY World (MEU Mundo, em português).

    O relatório do secretário geral afirma que o sucesso da nova agenda dependerá do poder de inspirar e mobilizar agentes essenciais, novos parceiros, governantes e cidadãos de todo o mundo. Para isso, ela deverá ser baseada nas experiências e nas necessidades das pessoas e deverá assegurar que a transição dos ODM para objetivos mais amplos de desenvolvimento sustentável seja efetiva e internalizada nas políticas e programas de cada país.

    http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=4067

     

     
  • 10 jan

    O papel da liderança feminina na sustentabilidade dos negócios 

    Iêda Novais*
    Nas últimas décadas, o tema sustentabilidade vem sendo discutido amplamente, sob os mais diversos ângulos e pontos de vista. A questão tem se consolidado e adquirido cada vez mais importância e espaço no ambiente de negócios. O empreendedorismo verde tem passado a fazer parte das agendas de trabalho, especialmente das executivas. O fator em comum que une estas lideranças é o interesse em promover uma forte agenda de desenvolvimento que leve em consideração a mulher e a sustentabilidade, garantir que esse tema seja recorrente nas discussões entre os líderes empresariais visando o desenvolvimento de uma  economia nacional competitiva, inovadora, inclusiva e sustentada.
    Recentemente, o Conselho Estratégico da Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade, criado em 2012 pelo Ministério do Meio Ambiente, deu posse a suas primeiras 13 integrantes. Um dos objetivos desse grupo é estimular ações de sustentabilidade entre as mulheres que atuam na liderança de instituições, organizações e empresas públicas e privadas. Uma das metas estipuladas, ambiciosa, é a de que até 2020 cerca de um milhão de executivas tenham participado de um curso de capacitação em sustentabilidade. A principal missão do colegiado, na condição de instância superior da iniciativa, é identificar, propor e aprovar um modelo de governança definitivo para a Rede.
    O grupo participou da iniciativa “Mulheres Rumo à Rio+20: a Sustentabilidade no Feminino”, que deu origem à Plataforma 20. Considerada uma contribuição da sociedade brasileira para a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), a proposta contou com a colaboração de 200 mulheres e apontou diretrizes para o empreendedorismo verde, negócios sustentáveis e para a comunicação do consumo consciente.
    Entre os compromissos firmados pelo grupo de trabalho estão: a adoção de mentoring e capacitação como forma de educação para a sustentabilidade e liderança; e a elaboração de um perfil de líder em sustentabilidade que seja inspirador para as carreiras profissionais. Foi definida também a promoção da valorização desses assuntos por meio de iniciativas como a realização de uma campanha do Governo Federal que aborde a sustentabilidade como tema que implica na geração de uma nova cultura, ou seja, na transformação de valores e modos de comportamento.
    A iniciativa surgiu depois que foi constatada a existência de lacunas na formação de lideranças e verificou-se a necessidade de pensar ações ou programas que causem impacto pela relevância e cobertura de suas ações para fazer a diferença na sociedade. Assim, o assunto empreendedorismo verde e os negócios sustentáveis é dirigido ao público de mulheres de todas as classes e tem como pretensão incentivar e potencializar oportunidades de negócios que atuem na dimensão da sustentabilidade em suas várias vertentes.
    Uma segunda ação aborda o tema padrões de consumo e produção, e é voltada para o público de mulheres da classe “C”. O objetivo é apresentar um programa de comunicação que possa promover uma mudança nos padrões de consumo e produção atuais, ao influenciar e orientar as escolhas de pessoas físicas e jurídicas para um consumo sustentável.
    Sabidamente vivemos em um momento em que a valorização da economia sustentável não é mais um diferencial, mas, sim, uma realidade para a sobrevivência e a própria sustentabilidade das organizações. Certamente, as lideranças femininas têm muito a contribuir com a consolidação dessa realidade, especialmente em um País como o Brasil, que tem muitos exemplos a oferecer, mas também ainda precisa construir muito para que as relações entre a sociedade e a natureza garantam perenidade e equilíbrio ao nosso mundo.

    * Iêda Novais é diretora da KPMG no Brasil e membro do Conselho Estratégico da Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade

     
    • Mariana 12:56 em 10 de janeiro de 2013 Link permanente | Faça login para responder

      Olá!

      Gostaria de obter mais informações sobre esse evento!
      Enviei email para vocês pelo email disponibilizado aqui no artigo mas voltou.
      Há algum site do evento já?
      Alguma programação?

  • 13 nov

    Conhecimento Sustentável, Responsabilidade Global e Tendências Sustentáveis – Inscrições Abertas! 

     
  • 13 out

    O TEMPO E O MODO – Vandana Shiva 

    “A biopirataria, que é a apropriação indevida da Natureza ou do conhecimento para fins de lucro e  dominação, representa a nova face do colonialismo. Tão agressiva e dilapidadora
    quanto há 500 anos.A biopirataria é um dos piores males que encontramos no modelo econômico que nos é imposto. É um dos piores inimigos da vida sustentável no Planeta. Particularmente nos últimos 25 anos,
    venho me empenhando na proteção das sementes, porque as grandes corporações viraram donas de
    tudo. Elas alegam que criaram as sementes das quais se apropriaram e aplicam os royaltes, que têm  custos altíssimos aos  proprietários de nosso país. Esses royalties levam nossos produtores à morte”. 
    Fonte: Debate: Vandana Shiva e o mundo atual

    SUSTENTABILIDADE EM DEBATE, VOL. 3, NO 1 (2012)

     
  • 8 out

    ENTREVISTA, IZABELLA TEIXEIRA: “Não há como pensar a gestão municipal sem planejamento ambiental” 

    Em um ano marcado pela realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e pela implementação de novos marcos legais como a Política Nacional de Saneamento e de Resíduos Sólidos, a temática ambiental entra com força na agenda dos governos estaduais e municipais. Em entrevista ao Blog Diálogos Federativos, a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, revela que o Governo Federal já investiu R$ 42 milhões para apoiar os municípios a elaborarem os planos municipais de resíduos , considera que o debate em torno das iniciativas de estados e municípios para a sustentabilidade foram dos mais concorridos na Rio +20 e fala sobre os desafios dos novos prefeitos no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
    Confira a íntegra da entrevista em http://www.dialogosfederativos.wordpress.com

     
  • 17 set

    Conversa Sustentável, desenvolve nova metodologia de comunicação para sustentabilidade 

    Conversa Sustentável desenvolve metodologia para o destaque e posicionamento das empresas na sustentabilidade – PCS – Plano de Comunicação Sustentável.
    O PCS tem por objetivos identificar oportunidades e minimizar riscos recorrentes aos processos de reputação das marcas perante opinião pública.O público alvo são Construtoras, Incorporadoras, Sites Industriais, Comerciais e Residenciais  e qualquer empreendimento que tenha um plano de gerenciamento de áreas contaminadas.
    “A metodologia foi desenvolvida para o atendimento ao escopo das legislações ambientais que hoje fazem exigências de estabelecer uma comunicação direta e transparente com as partes interessadas”, afirma Ellen Blaso, Geógrafa Ambiental, Especializada em Gerenciamento de Áreas Contaminadas e Sócia da Empresa.   
    A Conversa Sustentável possui ampla expertise na produção de conteúdos que engajem e envolvam os diversos públicos de interesses das empresas ajudando as organizações a construírem sua reputação e posicionando as suas marcas com ética e responsabilidade sócio ambiental e para isso, a empresa utiliza ferramentas como: Endomarketing Sustentável, Treinamentos, Palestras, Workshops e Produção de Conteúdos  especializados e exclusivos para blogs, portais,  mídias sociais e intranet.
    “A produções dos conteúdos são organizadas e planejadas para dar visibilidade as ações de sustentabilidade das empresas com intuito de agregar valor para suas marcas e fortalecer sua imagem perante a opinião pública, afirma Vivian Blaso, Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais”, Especializada em Marketing e Sustentabilidade e Diretora da empresa.
    A empresa vem se destacando por sua participação em eventos científicos  internacionais sobre sustentabilidade como:  2º Congresso Ibero – Americano da Responsabilidade Social, 2012, Lisboa, SHEWC – Congresso Mundial de Pesquisas Ambientais, Saúde e Segurança, 2012, São Paulo, International Conference SUSTAIN-Ability goes SUSTAIN-Active, 2012, Lisboa,II SIRSO Simposio Internacional de Responsabilidad Social de las Organizaciones e VIII CNEG Congresso Nacional de Excelência em Gestão, 2012, Rio de Janeiro, onde são apresentados estudos e pesquisas cientificas sobre o tema.
    O embrião da empresa foi o Blog Conversa Sustentavel que por meio de atualizações diárias se transformou em uma plataforma de conteúdos aberta e criativa que fomenta e divulga práticas sustentáveis à sociedade, tratando dos temas e sub-temas com uma apuração séria,ética e transparente, para apresentá-los de modo claro e objetivo ao seu público, que hoje o reconhece plenamente e opina através de comentários e sugestões de pauta.
    Hoje a empresa possui um amplo relacionamento com veículos de comunicação especializados nos setores de economia, negócios, meio ambiente e sustentabilidade e terceiro setor além de relacionamento com ONGs e Organismos Nacionais e Internacionais que vem reconhecendo as atividades da empresa por uma comunicação ética, transparente e consistente.
    Mais informações sobre Novas Soluções da Conversa Sustentável:

    (11) 4108 4064

     
  • 24 jul

    No ano da Rio+20 e do lançamento dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros, mercado segurador mostra iniciativas do setor para proteger o planeta 

    A 2ª edição do Prêmio de Inovação em Seguros Antonio Carlos de Almeida Braga 2012, criado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) foi lançada no Rio de Janeiro em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi especialmente escolhida porque, este ano, o foco da premiação será a Sustentabilidade.
    O ano de 2012, marcado pela realização da Rio+20, também é o ano da Sustentabilidade para o mercado segurador, levando em conta a relação direta da atividade seguradora com o desenvolvimento sustentável, uma vez que atua na prevenção e no gerenciamento de riscos.
    Não é por acaso que desde 2009, a CNseg é signatária do Protocolo do Seguro Verde, convênio firmado junto ao Ministério do Meio Ambiente que trata da participação do setor na defesa de atitudes que levem em conta a proteção do planeta. Essa atenção voltada para a questão da sustentabilidade é uma realidade para o setor de seguros. Algumas seguradoras já utilizam nas suas tomadas de decisão os princípios do Protocolo.
    Em junho o Brasil foi sede do 48.º Seminário Anual da IIS (International Insurance Society), que reuniu profissionais e executivos do setor de seguros, representantes de órgãos reguladores e especialistas de instituições de ensino de todo o mundo, para debater sobre sustentabilidade e inovação em mercados emergentes.  Na oportunidade foram lançados os Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros, uma iniciativa de seguradores internacionais membros do UNEP FI (United Nations Environment Programme Financial Initiative, órgão ligado a ONU).
    A 2ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros vai premiar as iniciativas do setor voltadas para a sustentabilidade, onde serão observadas questões ambientais, sociais e de governança (ASG) que sejam relevantes para o negócio de seguros.
    Inovação – O Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foi lançado em 2011 pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), visando reconhecer o trabalho dos securitários e corretores, que contribuem para a inovação no mercado. Os responsáveis pelos cases vencedores (1º, 2º e 3º lugares) receberão troféus e prêmios em dinheiro nos valores de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil.
    O objetivo da premiação é estimular o desenvolvimento do setor e o aprimoramento das relações com o consumidor a partir da adoção de ideias inovadoras referentes a produtos e comunicação, além de apoiar as iniciativas que vão delinear o perfil do mercado segurador no futuro.
    As inscrições podem ser feitas até 5 de agosto pelo endereço eletrônico premioseguro2012.com.br.
    Para conhecer a fan page acesse  http://www.facebook.com/InovacaoemSeguros
     
  • 21 jun

    Bancos de desenvolvimento anunciam “divisor de águas” para o transporte sustentável na Rio+20 

    Os maiores bancos multilaterais de desenvolvimento – liderados pelo Banco Asiático de Desenvolvimento, o Banco Mundial e outros — se comprometeram a fornecer mais de 175 bilhões de dólares, num período de 10 anos, em prol do transporte sustentável nos países em via de desenvolvimento.
    O anúncio foi feito na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro (Rio+20) pelo Banco Africano de Desenvolvimento, o Banco Asiático de Desenvolvimento, o CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, o Banco Europeu de Investimento, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Banco Islâmico de Desenvolvimento e o Banco Mundial.
    A seguir, uma declaração de Holger Dalkmann, diretor do EMBARQ, o centro para o transporte sustentável do WRI (Instituto de Recursos Mundiais):
    “Este é um divisor de águas para o transporte sustentável. Ele irá garantir que centenas de milhões de pessoas tenham um ar mais puro, ruas menos congestionadas e meios de transporte mais seguros.
    “Há dez anos, a questão do transporte sequer fazia parte das discussões; agora, é um dos resultados mais importantes da preeminente conferência mundial sobre o desenvolvimento sustentável.
    “Os bancos têm investido seu dinheiro no que é relevante — em ruas construídas para as pessoas, não apenas carros. A expectativa é de que a população mundial ultrapasse os 9 bilhões em 2050, com mais da metade morando na Ásia, predominantemente em áreas urbanas. Ao mesmo tempo, prevê-se que o número de carros particulares dispare dos cerca de 800 milhões da década mais recente para cerca de 2 bilhões em 2030. A união dessas duas mega-tendências criará um ambiente onde as pessoas terão de competir por recursos financeiros, físicos e institucionais. Em contrapartida, precisamos de designs urbanos melhores; de meios de transporte mais sustentáveis como caminhar, bicicletas e transporte de massa; e de melhorias na tecnologia existente de veículos e combustíveis.
    “Este investimento não trata apenas de melhorar os meios de locomoção das pessoas de um ponto A para B; tem a ver também com o fornecimento de acesso e mobilidade para os pobres, e com a melhoria da segurança viária, sem mencionar a redução das emissões de gases de efeito estufa relacionadas ao transporte. A questão do transporte não é fatia pequena das mudanças climáticas – o setor representa aproximadamente um quarto das emissões globais de CO2.
    “O anúncio de hoje sem dúvida irá estimular outros tomadores de decisão, especialmente os governos nacionais, a considerar o financiamento de projetos de transporte baseados em benefícios sociais e ambientais. Irá empurrar a sustentabilidade para o centro da questão do desenvolvimento urbano.
    “Ao mesmo tempo, precisamos nos certificar de que o dinheiro seja investido nos tipos corretos de projetos, e de que haja mecanismos sólidos para medir os impactos resultantes. Serão necessárias uma total transparência e monitorações independentes.
    “Os países frequentemente investem em transporte e infraestrutura, mas com mais ênfase no sistema rodoviário. Precisamos ser mais espertos quanto à destinação desse dinheiro, seja para a criação de espaços públicos vibrantes, para uma infraestrutura mais segura para pedestres e ciclistas, ou a construção de sistemas de transporte de alta tecnologia e baratos. Isso significaria uma mudança de paradigma na maneira como financiamos o crescimento de cidades sustentáveis, semelhante à realizada pelo Banco Asiático de Desenvolvimento e a sua Iniciativa para o Transporte Sustentável, que fornece assistência técnica e financeira a projetos de transporte na Ásia e na região do Pacífico que enfatizem um crescimento econômico inclus ivo e ecologicamente sustentável.
    “O EMBARQ, o centro do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) para o transporte sustentável, é membro fundador da Parceria para o Transporte Sustentável, de Baixo Carbono, que ajudou a catalisar esse novo compromisso financeiro dos bancos.
    “Daqui a alguns anos, talvez vejamos a Rio+20 como o momento em que o transporte foi empurrado para o topo da agenda da sustentabilidade.”

    Para mais informações:

    Michael Oko – moko@wri.org – 21.81710258 (no Rio)
    Veronica Marques – veronicamarques@gmail.com – 21.9981-9211
    Artur Romeu – artur.romeu@gmail.com – 21.9524-4544
    Sandra Sinicco – sandra@grupocasa.com.br – 11.3078-7300/11.8149-6504
    Joice Viana – joice@grupocasa.com.br – 11.3078-7300/11.9354-9777
    Oliver Altaras – oliver@grupocasa.com.br – 11.3078-7300/41.8841-7596

     
c
Compor novo post
j
Próximo post/próximo comentário
k
Post anterior/comentário anterior
r
Responder
e
Editar
o
Mostrar/Ocultar Comentários
t
Ir para o Topo
l
Ir para o login
h
Mostrar / Esconder ajuda
shift + esc
Cancelar