Atualizações de setembro 2017 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 17 set

    Entrevista com a Professora Vivian Blaso no Programa Retrato Urbano – RádioFaap 

     
  • 7 jul

    Cobertura Completa do Debate: Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios. 

    No contexto polissêmico das cidades não existem fronteiras nítidas entre o homo demens e o homo consumans. “O planeta terra avança à sombra da morte”. Em tempos sombrios é preciso abrir espaços para esperanças, resgatar o sentido de humanidade e dar luminosidade às sombras como proposto por Hannah Arendt em sua obra; “Homens em Tempos Sombrios”. Quais os desafios do homo consumans nas cidades? Este foi o tema do debate “Homo Consumans nas Cidades em Tempos Sombrios” realizado entre os pesquisadores: Fábio Mariano Borges doutor em sociologia do consumo pela PUC/SP atua há 25 anos com comportamento do consumidor, estudos etnográficos econsumer insights, desenvolvendo estudos acadêmicos e pesquisas de mercado e Vivian Blaso: doutora em antropologia pelo Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP, autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização. Realizado no dia 29 de junho de 2017 na Livraria da Vila na Alameda Lorena em São Paulo.

     
  • 13 maio

    Macrotendencias sobre o Brasil por Li Edelkoort 

    Conheça o “Manifesto anti-fashion” Manifesto anti fashion

     
  • 26 abr

    O filme “Ponto de mutação” inspirado na obra de Frijot Capra será exibido na PUCSP seguido de debates com os professores Edgard de Assis Carvalho e Edmilson Felipe 

    ” “a compreensão dos ecossistemas é dificultada pela própria natureza da mente racional. O pensamento racional é linear, ao passo que

    Películas e Ideias

    Películas e Ideias

    a consciência ecológica decorre de uma intuição de de sistemas não lineares.Uma das coisas mais difíceis de serem entendidas pelas pessoas em nossa cultura é o fato de que se fazemos algo que é bom, continuar a faze-lo não será necessariamente melhor. Essa é, em minha opinião, a essência do pensamento ecológico. Os ecossistemas sustentam se num equilíbrio dinâmico baseado em ciclos e flutuações, que são processos não lineares. Os empreendimentos lineares, como o crescimento econômico e tecnológico indefinido – ou, para dar um exemplo mais específico, a armazenagem de lixo radioativo durante grandes períodos de tempo – , interferirão necessariamente no equilíbrio natural e, mais cedo ou mais tarde causarão graves danos. Portanto, a consciência ecológica somente surgirá quando alinharmos ao nosso conhecimento racional uma intuição da natureza não linear de nosso meio ambiente. Tal sabedoria intuitiva é característica das culturas tradicionais, não letradas,especialmente as culturas dos índios americanos, em que a vida foi organizada em torno de uma consciência refinada do meio ambiente”. CAPRA, Frijot. The Turning Point: Science, Society, and the Rising Culture. New York: Simon & Schuster, 1982. Edição brasileira: O ponto de mutação. Trad. Álvaro Cabral. 30. ed. São Paulo: Cultrix, 2012.Essa obra deu origem ao filme “Ponto de mutação” nos anos 90, com enfoque no paradigma sistêmico.

    O filme será exibido na próxima sexta feira, dia 29 de abril, na PUCSP seguido de comentários dos professores Edgard De Assis Carvalho e Edmilson Felipe do departamento de antropologia da PUCSP. Iniciativa do Complexus – Núcleo de estudos da Complexidade.

     

     
  • 21 ago

    LAUDATO SI’ 

     
  • 27 jul

    Um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade 

     
  • 19 fev

    Edgar Morin no Encontro Consciência Mundial | Sesc Consolação [ áudio em… 

     
  • 8 ago

    Guaraná Antarctica celebra sucesso da primeira garrafa 100% reciclada do Brasil com novo filme 


    Guaraná Antarctica apostou na sustentabilidade e após o lançamento da primeira garrafa PET feita com 100% de material reciclado, conseguiu retirar mais de 120 milhões de garrafas PET do meio ambiente. Para celebrar o sucesso e a expansão do projeto para outras cidades brasileiras, a marca lança nesta semana um filme para internet sobre a iniciativa.

    Acesse e confira: O filme na íntegra pode ser acessado pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=284-pUq_1lc e mais informações da ação podem ser obtidas na fanpage da marca no Facebook: http://on.fb.me/19OkoLf

    Ficha Tecnica
    Agência: DM9DDB
    Anunciante: Ambev
    Título: “Fábrica”
    Produto: Guaraná Antarctica
    Direção de Criação: Marco Versolato, Gustavo Victorino e André Faria
    Criação: Marco Versolato, Gustavo Victorino, André Faria, Caio Mattoso e Rodrigo Mendes
    Atendimento: Claudia Almeida, Janaina Santos, Juliana Melo e Julia Rivetti
    Planejamento: Nathalia Iervolino, Victor Marx e Gabriela Artthur
    Mídia: Patrícia Muratori, Francisco Rosa, Daniela Dib e Carla di Sarno
    RTVC: Gilberto Pires e Marcia Branco
    Aprovação cliente: Marcel Martins Regis, Thiago Zanettini, Thiago Hackradt e Bruna Buás
    Produtora de Imagem: Cine
    Produção: Equipe Cine
    Direção: Cristina Vida
    Produção executiva: Raul Dória / Waldemar Tamagno Atendimento produtora: Antonia Fonseca Dir. Fotografia: Fernando Oliveira
    Montagem: Danilo Paulino / Cristina Vida
    Finalização: Cine
    Produtora de Som: Cabaret
    Produtor: Cayto Trivellato
    Locutor: Helio Vaccari
    Atendimento Produtora: Ingrid Lopes

    Expansão do Projeto
    Para os próximos anos, as metas da Ambev em relação a este projeto são ainda mais agressivas. Até o final de 2014 a nova embalagem deverá ser incorporada as demais unidades fabris da companhia. Atualmente, a tecnologia está presente em 20% de todas as embalagens PETs produzidas por Guaraná Antarctica e é produzida em quatro fábricas, localizadas em Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Após a expansão por todas as regiões do Brasil, a ideia é que a PET 100% reciclada seja empregada em todas as garrafas de Guaraná Antarctica e, posteriormente, ser adotada por outras marcas da Ambev como Pepsi, H2OH!, Sukita e Soda.

    Sobre o Guaraná Antarctica
    O Guaraná Antarctica é o refrigerante líder absoluto no segmento guaraná. Em junho de 2013, a marca alcançou o maior market share de sua história, com mais de 43% de participação no mercado de guaranás. É distribuído em cerca de um milhão de pontos de venda em todo o país. O portfólio também conta com o Guaraná Antarctica Zero.
    Saiba mais em: http://www.guaranaantarctica.com.br
    http://www.facebook.com/GuaranaAntarctica
    http://www.twitter.com/guarana




     
  • 16 jul

    Siga o Sapo (legendado). 

     
  • 23 nov

    Recomendação de leitura 

    Redes Digitais e Sustentabilidade: as interações com o meio ambiente na era da informação, do professor Massimo di Felice, do Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo (CRP), em conjunto com os doutorandos Julliana Cutollo Torres e Leandro Key Higuchi Yanaze.O livro, produzido com o apoio do Centro de Pesquisa Atopos, trata da estreita relação entre os meios de comunicação, suas arquiteturas informativas e a forma com que o ser humano se relaciona ao meio ambiente.

    Existe uma estreita relação entre os meios de comunicação, suas arquiteturas informa tivas e a forma de nos relacionarmos com o meio ambiente. A passagem de uma estrutura comunicativa analógica frontal, baseada na separação entre emissor e receptor, para um modelo comunicativo re ticular e interativo, cria uma profunda transformação na nossa relação com o território, inaugurando uma nova condição habitativa. Nesta, realiza-se o advento de um novo contrato natural no qual a natureza e o meio ambiente deixam de ser paisagem externa, imagem frontal, para assumir as formas de uma arquitetura relacional informativa, nem externa nem interna. 

    A parti r desta perspectiva, evidencia-se como as redes digitais contribuem para a realização da passagem de um contrato social, baseado exclusivamente nas relações entre os atores humanos, para uma nova forma de contratualidade ecológico-comunicativa, reunindo os coletivos-atores, humanos e não-humanos, que constituem os componentes de uma inédita arquitetura social reticular, na qual a tecnologia, o meio ambiente e os humanos são os membros interagentes dos mesmos ecossistemas comunica vos. 


    Sumário sintetizado 


    As redes sociais da cibercultura pós-moderna

    Michel Maffesoli 


    Parte I: Epistemologias reticulares e ecossistemas informativos 

    As gêneses da perspectiva reticular

    A representação gráfica das redes sociais na internet

    As redes digitais como ecossistemas informativos 


    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 

    Existe uma estreita relação entre os meios de comunicação, suas arquiteturas informa tivas e a forma de nos relacionarmos com o meio ambiente. A passagem de uma estrutura comunicati va analógica frontal, baseada na separação entre emissor e receptor, para um modelo comunicati vo re ticular e interati vo, cria uma profunda transformação na nossa relação com o território, inaugurando uma nova condição habitati va. Nesta, realiza-se o advento de um novo contrato natural no qual a natureza e o meio ambiente deixam de ser paisagem externa, imagem frontal, para assumir as formas de uma arquitetura relacional informati va, nem externa nem interna. 

    A parti r desta perspec tiva, evidencia-se como as redes digitais contribuem para a realização da passagem de um contrato social, baseado exclusivamente nas relações entre os atores humanos, para uma nova forma de contratualidade ecológico-comunica tiva, reunindo os cole tivos-atores, humanos e não-humanos, que cons tituem os componentes de uma inédita arquitetura social reti cular, na qual a tecnologia, o meio ambiente e os humanos são os membros interagentes dos mesmos ecossistemas comunica vos. 

    Sumário sintetizado 


    As redes sociais da cibercultura pós-moderna

    Michel Maffesoli 


    Parte I: Epistemologias reticulares e ecossistemas informativos 

    As gêneses da perspectiva reticular

    A representação gráfica das redes sociais na internet

    As redes digitais como ecossistemas informativos 


    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 

    A parti r desta perspec tiva, evidencia-se como as redes digitais contribuem para a realização da passagem de um contrato social, baseado exclusivamente nas relações entre os atores humanos, para uma nova forma de contratualidade ecológico-comunica tiva, reunindo os cole tivos-atores, humanos e não-humanos, que cons tituem os componentes de uma inédita arquitetura social reti cular, na qual a tecnologia, o meio ambiente e os humanos são os membros interagentes dos mesmos ecossistemas comunica vos. 

    Sumário sintetizado 

    As redes sociais da cibercultura pós-moderna

    Michel Maffesoli 


    Parte I: Epistemologias reticulares e ecossistemas informativos 

    As gêneses da perspectiva reticular

    A representação gráfica das redes sociais na internet

    As redes digitais como ecossistemas informativos 


    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 

    Sumário sintetizado 

    As redes sociais da cibercultura pós-moderna

    Michel Maffesoli 


    Parte I: Epistemologias reticulares e ecossistemas informativos 

    As gêneses da perspectiva reticular

    A representação gráfica das redes sociais na internet

    As redes digitais como ecossistemas informativos 


    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 

    As redes sociais da cibercultura pós-moderna

    Michel Maffesoli 

    Parte I: Epistemologias reticulares e ecossistemas informativos 

    As gêneses da perspectiva reticular

    A representação gráfica das redes sociais na internet

    As redes digitais como ecossistemas informativos 


    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 

    Parte I: Epistemologias reticulares e ecossistemas informativos 

    As gêneses da perspectiva reticular

    A representação gráfica das redes sociais na internet

    As redes digitais como ecossistemas informativos 

    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 

    Parte II: Eco-network: a ação para a sustentabilidade nas redes digitais 

    A sustentabilidade e a crise da externalidade

    A pesquisa em contextos reticulares

    A pesquisa atópica para a sustentabilidade 


    Prefácio de Michel Maffesoli 

    Confira também a entrevista do Professor Massimo sobre Ecosofia!

     
c
Compor novo post
j
Próximo post/próximo comentário
k
Post anterior/comentário anterior
r
Responder
e
Editar
o
Mostrar/Ocultar Comentários
t
Ir para o Topo
l
Ir para o login
h
Mostrar / Esconder ajuda
shift + esc
Cancelar