Atualizações de abril 2017 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 13 abr

    “Por cidades mais afetivas e humanas” será apresencapa inteiratada durante o Alas – XXXI Congreso Asociación Latinoamericana de Sociología  nos dia 3 – 8 de diciembre de 2017, Montevideo, Uruguay.

    A proposta foi idealizada pelos pesquisadores Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso  do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP.

    “Por cidades mais afetivas e humanas” investe na política do bem viver, na direção de uma vida mais democrática, pública, aberta e solidária, em sintonia com a realidade do mundo que não comporta mais as tormentas do crescimento e do lucro obtidos das relações entre capital e trabalho, nem tampouco suporta a ideologia do sujeito empreendedor de si – comandada por uma subjetividade neoliberal, que valoriza o individualismo, o consumismo, a meritocracia e a privatização da vida. Sem ignorar ou negar a realidade dos conflitos inerentes às relações e aos contextos sócio-político-econômicos nos quais estão inseridos, uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

    Sobre os autores:

    Sydney Cincotto Junior, Doutorando na PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor no Centro Universitário Motta

    Ph.D. Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Professora: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Álvares Penteado e FGVEAESP. Pesquisadora no Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, PUC/SP, Sócia na Conversa Sustentável.

    Informações para imprensa:

    contato@conversasustentavel.com.br

     

     

     
  • 4 mar

    Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade: Reflexões Teóricas e Algumas Práticas no Nordeste Brasileiro 

    Capítulo de livro publicado em 2016 disponível para leitura no link:

    https://issuu.imagescom/eduern/docs/responsabilidade_social_empresarial

    Dados da Publicação:

    ISBN 978-85-7621-095-5                                                                                                               “Responsabilidade Social Empresarial: reflexões teóricas e algumas práticas no nordeste brasileiro”

    Capítulo: “A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE ? DA CONFERÊNCIA ESTOCOLMO 72 À RIO+ 20”

    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César

     
  • 15 out

    EDUCAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE: UMA QUESTÃO FUNDAMENTAL? 

     
  • 14 out

    Confira o capítulo: Responsabilidade social: ecologizar ideias e ações para as vias transformadoras do futuro da humanidade. Autores: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar e Sydney Cincotto Junior. Página: 132 

     
  • 8 ago

    Livro: Ciência e Tecnologia como vetores para a Sustentabilidade 

     
  • 22 jan

    Comentário do Professor João Salvador Furtado sobre o artigo que publiquei ontem 

    "É parte da vida de uma sociedade de desiguais onde todos querem ser iguais e acabam sendo separados por diferenças. Aproveito o frete e mando-lhe minha visão de biólogo.
    abs,Furtado


    Título: Movimento e inteligência de massa (swarming).
    Fronteira crítica para sustentabilidade das organizações
    humanas

     
  • 11 out

    Não é só a embalagem que deve ser sustentável. A estratégia também precisa ser 

    Marcus Nakagawa* 
    Hoje em dia o tema sustentabilidade pode ser observado em todos os lugares: na televisão, nos jornais, nos anúncios, nos desenhos animados, nos filmes, nas camisetas, nas marcas das empresas, entre tantos outros lugares. Nas mídias sociais e redes, por exemplo, vemos muitos “posts” com animais sofrendo e com tema social de todo o mundo. Ainda constata-se que a maioria dos bancos brasileiros torna-se mais verdes, assim como grande parte das empresas de cosméticos avaliando seus fornecedores com base nesse parâmetro. A indústria automobilística e a logística pensam na emissão de CO2, as indústrias eletroeletrônicas desenvolvem a reciclagem, as empresas extratoras de minérios e derivados da natureza estudam seu legado na região, enfim, diversas ações estão sendo feitas em busca de um objetivo maior e comum. Com este conceito sendo colocado diariamente em pauta, existe a questão da complexidade do tema e como as empresas inserem a sustentabilidade nas suas atividades e processos, produtos e embalagens. Na pesquisa “Comunicação e sustentabilidade: O que a sua organização pensa e faz nesta área?” realizada com as 25 grandes empresas do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), 90% comentou que possui a sustentabilidade incorporada na estratégia de negócios. Já de acordo com pesquisa divulgada pela Accenture e United Nations Global Compact, 93% dos 776 CEOs entrevistados acham que a sustentabilidade será fundamental para o futuro das empresas. Entretanto, a questão colocada é exatamente o que se entende por colocar a sustentabilidade na estratégia de negócios da empresa? Com certeza não é somente ter uma embalagem reciclável ou com partes recicladas, mas sim um programa ou alguns processos de desenvolvimento sustentável em sinergia com os seus produtos, embalagens e serviços. Não estamos considerando somente a bela frase de missão, visão, valores e objetivos da organização, e sim de quais produtos e serviços vêm o faturamento e lucro destas empresas. E quando a empresa, no Brasil, faz um contrato social e posteriormente define quais serão as formas de faturamento e lucratividade, isto passará necessariamente por um produto ou um serviço à sociedade como um todo. Dessa forma, seja este produto ou serviço qual for, na sequência haverá a sua produção em massa, distribuição, venda e coleta (take back and recycling), e é justamente nestes pontos processuais que elas devem se adequar a normas, regras, legislações, certificações etc. Diante disso, a questão da inserção da sustentabilidade na estratégia e nos negócios da empresa está sendo bastante discutida, e implementada em parte das corporações brasileiras, porém não na sua maioria nem de forma orgânica, e isso se agrava ao considerarmos também as pequenas e médias empresas. Sendo assim as embalagens, produtos e serviços mais sustentáveis, somados aos processos, práticas, ações, indicadores e planos têm que estar intimamente ligados à estratégia das empresas. Isso realmente é inserir a sustentabilidade na estratégia de negócios, não somente uma maquiagem verde nos produtos e serviços. Agora estas oportunidades estão mais próximas do Brasil, pois sua situação econômica e social está cada vez melhor e todos os focos de investimentos se voltam também para este país dos mercados emergentes. Temos que mostrar o poderio criativo e inovador das empresas locais buscando uma real transformação cultural, social e focado no desenvolvimento sustentável. 

    *Marcus Nakagawa é sócio-diretor da iSetor- gestão integrada; professor da ESPM; criador e presidente da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade e palestrante sobre sustentabilidade.

     
  • 3 set

    Grupo Boticário treina fornecedores e colaboradores sobre iniciativas do Programa Brasileiro GHG Protocol 

    Ferramenta, utilizada para a elaboração de inventários de gases de efeito estufa, auxilia na identificação de riscos e oportunidades para lidar com a nova realidade de escassez de recursos naturais e incertezas relacionadas a eventos climáticos
    Preocupado com os impactos sociais, ambientais e econômicos de suas operações e visando estimular a cultura corporativa para a elaboração e publicação de inventários de emissões de gases do efeito estufa, o Grupo Boticário treina colaboradores de suas transportadoras e de áreas internas como Logística; Sustentabilidade; Segurança, Meio Ambiente e Serviços, sobre a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol, uma ferramenta utilizada para entender, qualificar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa (GEE). O encontro será realizado nos dias 04 e 05 de setembro, na sede da FGV, em São Paulo.
    “O transporte dos produtos é uma das atividades mais significativas em relação à emissão de GEE dentro do Grupo Boticário. Por isso, o intuito do encontro é engajar as transportadoras que fornecem este serviço para a organização, em iniciativas relacionadas aos riscos climáticos, além de promover uma economia de baixo carbono no país”, afirma o diretor industrial do Grupo Boticário, Silvio La Rocca. Baixo carbono, nessa área, lembra La Rocca, significa inovar em processos logísticos e soluções tecnológicas que resultam em menor impacto sobre o clima do planeta, com destaque para a busca de eficiência e alternativas energéticas para combustíveis, redução de emissões de GEE e gestão em sustentabilidade.
    O treinamento será realizado pela equipe técnica do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV e serão abordados nove subtemas, entre eles: introdução à ciência do clima; a iniciativa GHG Protocol e o Programa Brasileiro GHG Protocol; princípios de contabilização e relato; limites organizacionais e operacionais; cálculo de emissões de GEE; definição e recálculo de ano base; elaboração e publicação de inventário; verificação de inventários e gestão das emissões de GEE.
    Informações à Imprensa – Grupo Boticário
    Brodeur Assessoria de Comunicação
    Atendimento Institucional: Aline Brandi
    aline.brandi@brodeur.com.br – fone: (11) 3330-3841
    Coordenação: Thais Szpigel

    thais.szpigel@inpresspni.com.br – fone (11) 3323-1582
     
  • 3 set

    Livro Ciência e Tecnologias como Vetores para Sustentabilidade está no ar! 

    Download gratuito!

    http://www.ciis.com.br/livro/cienciaetecnologia.epub

     
  • 29 jul

    O consumo consciente passa, sempre, pela educação 

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    (Atualizado com comentários de João Furtado do Instituto Jatobás)
    O resultado da ’2º enquete CiiS: consumo consciente’, mostrou que 25% dos votos escolheram educação de base como a principal medida para mudar de vez os hábitos cotidianos dos brasileiros. Segundo a Coordenadora Geral do CiiS, Vivian Blaso, o resultado está em linha com as principais tendências no debate transversal da sustentabilidade. Para ela, tudo converge na educação, mesmo que a ação empreendida seja outra.
    “Educação resulta em um comportamento ético e ocorre também nas empresas”, explicou Vivian.
    Para o professor João Furtado, Conselheiro Técnico do Instituto Jatobás e autor de um artigo do livro Ciência e Tecnoligia como Vetores para a Sustentabilidade a ser lançado no CiiS, os resultados da enquete estão alinhadas com pesquisas feitas pelo Instituto Akatu e do Ministério do Meio Ambiente sobre o tema. Segundo o especialista, o consumo é a ponta de um processo que deveria envolver também a produção, mas o caminho indicado no levantamento demonstra uma percepção da complexidade do problema que só pode resolver por meio educação de base e de capacitação do setor produtivo.
    “A sociedade é objetivo difuso e a empresa o alvo objetivo, com menor aposta no efeito de conscientização – por ser um tanto intangível – de enforcement (fiscalização e penalidades). Apelar
    para solidariedade e espírito comunitário parece não ser suficientemente crível”, disse.
    Segundo os participantes da enquete, em segundo lugar com 20% dos votos, ficou a resposta Obrigando as empresas a repensarem o ciclo de vida de seus produtos e suas campanhas publicitárias’Em seguida, com 14% dos votos cada, os internautas elegeram ‘Autorregulação das próprias empresas e de suas campanhas publicitárias’ e ‘Introduzindo conceitos de solidariedade e ética nos currículos educacionais’.
    A proatividade dos governos nestas questões teve menos votos. Apenas 10% escolheram ‘Com campanhas de conscientização promovidas pelos governos’ e‘Multando indivíduos que se excederem, como no caso do RJ que vai multar quem jogar lixo nas ruas’Em último lugar, com 7% dos votos, foi escolhido‘Preservando a solidariedade e o espírito comunitário’.
    Leia a seguir, a avaliação completa feita pela professora Vivian Blaso:
    “O consumo consciente passa pela educação. Esse é resultado mais expressivo da última enquete realizada pelo CiiS 2013. Podemos tirar desse aprendizado variadas interpretações que tentarei explicar a seguir.
    Sabemos que o conhecimento emerge das nossas relações interacionais, ou seja, da nossa capacidade de transmitir mensagens por meio da linguagem.
    Nas sociedades indígenas, o conhecimento é transmitido por meio da oralidade, da contação de mitos e do próprio modo de vida. Por isso, vale a pena refletirmos fora dos muros da enquete proposta: De que educação estaríamos falando, da educação disciplinar aprendida nas escolas? Ou da educação a partir das relações com os outros e as nossas sociabilidades?
    Seria interessante refletirmos sobre a dinâmica social e compreendermos que o aprendizado já ultrapassou essas fronteiras. Hoje vivemos em uma sociedade interconectada que nos oferece padrões interacionais e modelos circuitivos que nos permitem a troca, o compartilhamento e as inovações.
    Não resta dúvida que essas redes interconectadas exercem poder de influência sob nos e sobre os modos de vida.
    Portanto, se pensarmos no papel da educação, teríamos a oportunidade de romper com o paradigma cartesiano que fragmentou a ciência e impossibilitou de ver que somos parte do todo, e o todo está na parte e definitivamente.
    Se apostarmos na religação dos saberes, como foi proposto pelo sociólogo francês, Edgar Morin, ou como ele definiu: Os sete saberes necessários à educação do futuro.
    Estes saberes são: As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; Os princípios do conhecimento pertinente; Ensinar a condição humana; Ensinar a identidade terrena; Enfrentar as incertezas; Ensinar a compreensão; e A ética do gênero humano.
    Por fim, a partir dos resultados da 2ª enquete CiiS podemos perceber que a educação deveria estar localizada e institucionalizada nas escolas ou nas empresas.
    Eu vou além e diria que, sim, a educação também poderia estar localizada nas escolas e nas empresas, porém a educação tem como base a troca o compartilhamento de informações e os aprendizados, por isso, deve ser incentivada por instituições e receber múltiplos inputs e outputs interacionais que visem verdadeiramente o resgate a moral que parece estar esquecido em tempos de hoje quando é possível vender o corpo, emprestar a barriga, vender o sangue etc.
    O filósofo político estadunidense, Michael Sendel, em seu livro – O que o dinheiro não compra – Os limites morais do mercado faz uma belíssima reflexão porque chegamos onde chegamos em nosso sistema mediado por relações de troca de bens e mercadorias. Não surpreendentemente, o autor também aposta na educação como saída para o futuro da humanidade.
    Agora, o que nos resta diante dessa pequena reflexão? Eu sugiro fazer as seguintes perguntas:
    1. Qual o papel dos educadores visando um consumo consciente?
    2. Qual o papel nas relações com os outros – amigos, família, vizinhos?
    3. O que as empresas podem e devem fazer para a construção coletiva de resgate a cidadania?
    Por fim, uma enquete nunca se encerra, ela abre oportunidade para outras perguntas e assim vamos tentando responder as questões da vida.”
    Os tema consumo consciente e educação serão abordados em dois painéis no CiiS. No dia 29, às 8:30, especialistas falarão sobre Educação a Distância e no dia 30, às 10:50, o painel Comunicação, Cultura, Tecnologias, que terá a participação de Vivian Blaso. Confira a programação aqui.

     
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