Atualizações de dezembro 2013 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 20 dez

    Postos Ecoeficientes da Ipiranga são expandidos e atraem atenção internacional 

    Unidades foram concebidas visando o uso eficiente dos recursos naturais

    O Posto Ecoeficiente da rede Ipiranga leva seu conceito de preservação ambiental para mais consumidores. A prioridade é a utilização de materiais e recursos naturais de maneira mais consciente e eficiente. Esta iniciativa atraiu atenção internacional e se tornou objeto de estudo da Boston University School of Management, nos Estados Unidos. A instituição americana pretende difundir o exemplo brasileiro de melhor prática de Ecoeficiência e Competitividade Sustentável.

    Atualmente com 750 unidades em todo o país, nos postos Ecoeficientes a gestão de energia, água, resíduos e materiais é realizada desde a construção até a fase de operação. “Fazer uma rede realmente ecoeficiente é o principal mote da Ipiranga. Nós somos mais amigos da natureza do que qualquer outro posto”, informou Luiz Athayde Kauer, Gerente de Desenvolvimento, Engenharia e Arquitetura da Ipiranga.
    Conheça melhor cada processo realizado no Posto Ecoeficiente:
    Gestão da Água:os itens que promovem redução no consumo de água englobam coleta da água da chuva, reuso de água da lavagem de veículos, instalação de sistema de fechamento automático em torneiras e chuveiros e diminuição de consumo de água nas descargas dos vasos sanitários.
    Iluminação: foram desenvolvidas soluções para um melhor aproveitamento da luz natural, integrando-a com a artificial, empregando reatores, lâmpadas e luminárias mais eficientes, além da instalação de sensor de presença para evitar o desperdício de energia.
    Condicionamento de ar: um conjunto de ações contribuiu para reduzir a carga térmica do ar condicionado e ainda melhorar a qualidade dos ambientes. Foram incorporados à edificação elementos sombreadores;  vidro especial;  e isolamento térmico para otimizar o desempenho do ar condicionado. 
    Gestão de Materiais e Métodos Construtivos: utiliza-se o Sistema Light Steel Framing na edificação, que é modular, com estrutura em aço 100% reciclável, gerando bem menos resíduo. Para a cobertura da pista de abastecimento, utiliza-se um sistema de camada única, onde a telha metálica faz também o papel do forro, totalmente aparafusado, sem uso de solda. Utilizam-se também materiais que impactam menos o meio ambiente em sua produção, aplicação e descarte, como tinta a base de água e madeira certificada. 
    Gestão de Resíduos:dar o destino correto ao lixo que for gerado tanto na construção quanto na operação, via coleta seletiva. 
    Mais curiosidades:
    Em relação à construção convencional da edificação do posto, o uso de concreto é 80% menor.
    A redução de tempo na obra de um Posto Ecoeficiente Ipiranga em relação a uma obra convencional é de 50%.
    A redução de resíduos gerados é de 40% em relação a uma obra convencional.
    A água da chuva é tratada e aproveitada em descargas sanitárias, rega de jardins e lavagem de para-brisas. Esse sistema é capaz de reduzir o consumo de água em até 30%. Há um sistema de reuso de água da lavagem que reduz o consumo em aproximadamente 70%.  A combinação entre os dois sistemas pode até zerar o consumo de água com lavagem.


    Para mais informações sobre os Postos Ecoeficientes, acesse o site: http://bit.ly/1bOUfYJ
     
  • 17 dez

    Núcleo de Estudos da Complexidade – Complexus 

    A Antropologia fundamental tem sua expressão máxima nos seis volumes de O Método de Edgar Morin. Escrito entre 1973 e 2004, o conjunto tem como objetivo problematizar a condição dos sistemas vivos em suas identidades, contradições, reorganizações, metamorfoses. Semanalmente serão expostos os conteúdos de cada um dos livros e será selecionada uma parte apenas como leitura obrigatória. 
     
  • 17 dez

    Complexidade e Sustentabilidade – O Que Se Pode e o Que Não Se Pode Fazer 

    Autor: Mariotti, Humberto Editora: Atlas Categoria: Ciências Humanas e Sociais / Sociologia

    O propósito do autor é examinar a dimensão humana dos fenômenos: ecologia e sustentabilidade sob o olhar da complexidade. Em um mundo cuja a racionalidade prática nos propõem que a sustentabilidade seja compreendida como “oportunidade de negócios”, aspectos da religação entre individuo – espécie e sociedade propostas por Edgar Morin, um dos precursores da complexidade é a aposta para o futuro da humanidade. Não se trata de idolatrar a complexidade ou achar saídas unilaterais para os fenômenos que tangenciam a contemporaneidade, mas um proposta a multidimensionalização do nosso pensamento sobre a sustentabilidade e para isso é necessário romper com a causalidade, com o pensamento cartesiano e estarmos dispostos as bifurcações e o inesperado. “Todos os sistemas complexos fazem parte do mesmo âmbito e por isso são interdependentes”.      

    Humberto Mariotti –  Médico e psicoterapeuta. Pesquisador em ciências da complexidade e suas aplicações. Conferencista nacional e internacional. Professor de Gestão da Complexidade da Business School São  Paulo (SP), Brasil. 

     
  • 13 dez

    “O capitalismo sustentável é uma contradição em seus termos” diz Eduardo Viveiros de Castro

     
  • 13 dez

    Cuidado del cuerpo versus culto del cuerpo 

    Entender la existencia humana a partir de la teoría de la complejidad es enriquecedor. Somos seres complejos, vale decir, en los que se da la convergencia de un sinnúmero de factores, materiales, biológicos, energéticos, espirituales, terrenales y cósmicos. Poseemos una exterioridad con la cual nos hacemos presentes unos a otros y pertenecemos al universo de los cuerpos. Y tenemos una interioridad, habitada por vigorosas energías positivas y negativas que forman nuestra individualidad psíquica. Somos portadores de la dimensión de lo profundo por donde rondan las preguntas más significativas del sentido de nuestro paso por este mundo. Estas dimensiones conviven e interactúan permanentemente influenciándose unas a otras y moldean eso que llamamos el ser humano.
    Todo en nosotros tiene que ser cuidado, si no, perdemos el equilibrio de las fuerzas que nos construyen y nos deshumanizamos. Al abordar el tema del cuidado del cuerpo es menester oponerse conscientemente a los dualismos que la cultura persiste en mantener: por un lado el «cuerpo», desvinculado del espíritu y por otro el «espíritu» desmaterializado de su cuerpo. Y así perdemos la unidad de la vida humana.
    La propaganda comercial explota esta dualidad, presentando el cuerpo no como la totalidad de lo humano, sino parcializándolo, sus músculos, sus manos, sus pies, en fin, sus distintas partes. Las principales víctimas de esta fragmentación son las mujeres, pues la visión machista se refugió en el mundo mediático del marketing usando partes de la mujer, sus pechos, su sexo y otras partes, para seguir haciendo de la mujer un «objeto» de consumo de hombres machistas. Debemos oponernos firmemente a esta deformación cultural.
    También es importante rechazar el «culto al cuerpo» promovido por la infinidad de gimnasios y otras forma de trabajo sobre la dimensión física, como si el hombre/mujer-cuerpo fuese una máquina desposeída de espíritu que busca desarrollos musculares cada vez mayores. Con esto no queremos de ninguna manera desmerecer los distintos tipos de ejercicios de gimnasia al servicio de la salud y de una mayor integración cuerpo-mente, los masajes que renuevan el vigor del cuerpo y hacen fluir las energías vitales, en particular las disciplinas orientales como el yoga, que favorece tanto una postura meditativa de la vida, o el incentivo a una alimentación equilibrada, incluyendo también el ayuno, bien como ascesis voluntaria o como forma de armonizar mejor las energías vitales.
    El vestuario merece una consideración especial. No solo tiene una función utilitaria para protegernos de las intemperies. También tiene que ver con el cuidado del cuerpo, pues el vestuario representa un lenguaje, una forma de revelarse en el teatro de la vida. Es importante cuidar de que el vestuario sea expresión de un modo de ser y que muestre el perfil humano y estético de la persona. Es especialmente significativo en la mujer pues ella tiene una relación más íntima con su propio cuerpo y con su apariencia.
    Nada más ridículo y demostrativo de anemia de espíritu que las bellezas construidas a base de botox y de cirugías plásticas innecesarias. Sobre este embellecimiento artificial hay montada toda una industria de cosméticos y de prácticas de adelgazamiento en clínicas y spas que difícilmente sirven a una dimensión más integradora del cuerpo. Esto no quiere decir que haya que invalidar los masajes y los cosméticos importantes para la piel y para el justo embellecimiento de las personas. Pero hay una belleza propia de cada edad, un encanto que nace del trabajo de la vida y del espíritu en la expresión corporal del ser humano. No hay photoshop que sustituya la ruda belleza del rostro de un trabajador tallado por la dureza de la vida, los rasgos faciales modelados por el sufrimiento. La lucha de tantas mujeres trabajadoras en el campo, en las ciudades y en las fábricas dejó en sus cuerpos otro tipo de belleza, frecuentemente con una expresión de gran fuerza y energía. Hablan de la vida real y no de la vida artificial y construida. Por el contrario, las fotos trabajadas de los iconos de la belleza convencional, casi todos moldeados por tipos de belleza a la moda, mal disfrazan la artificialidad de la figura y la vanidad frívola que ahí se revela.
    Tales personas son víctimas de una cultura que no cultiva el cuidado propio de cada fase de la vida, con su belleza y luminosidad, y también con las marcas de una vida vivida que dejó estampada en el rostro y en el cuerpo las luchas, los sufrimientos, las superaciones. Tales marcas crean una belleza singular y una luminosidad específica, en vez de fijar a las personas en un tipo de perfil de un pasado ya vivido.
    Cuidamos positivamente del cuerpo regresando a la naturaleza y a la Tierra, de las cuales nos habíamos exiliado hace siglos, con una actitud de sinergia y de comunión con todas las cosas. Esto significa establecer una relación de biofilia, de amor y de sensibilización hacia los animales, las flores, las plantas, los climas, los paisajes y la Tierra. Cuando nos la muestran desde el espacio exterior –esas preciosas imágenes del globo terrestre trasmitidas por los telescopios o por las naves espaciales–, irrumpe en nosotros un sentido de reverencia, de respeto y de amor por nuestra Gran Madre, de cuyo útero venimos todos. Ella es pequeña, cosmológicamente ya envejecida, pero radiante y llena de vida.
    Tal vez el mayor desafío para el ser humano-cuerpo consiste en lograr un equilibrio entre la autoafirmación sin caer en la arrogancia y el menosprecio de los otros, y la integración en un todo mayor, la familia, la comunidad, el grupo de trabajo y la sociedad, sin dejarse masificar y caer en una adhesión acrítica. La búsqueda de este equilibrio no se resuelve de una vez por todas, debe de ser trabajada diariamente, pues se nos pide en cada momento. Hay que encontrar el balance adecuado entre las dos fuerzas que nos pueden desgarrar o integrar.
    El cuidado de nuestro estar-en-el-mundo incluye también nuestra dieta: lo que comemos y bebemos. Hacer del comer más que un acto de nutrición, un rito de celebración y de comunión con los otros comensales y con los frutos de la generosidad de la Tierra. Saber escoger los productos orgánicos o los menos quimicalizados. De ahí resulta una vida sana que asume el principio de precaución contra eventuales enfermedades que nos pueden sobrevenir por el ambiente degradado.
    De esta manera el ser humano-cuerpo deja transparentar su armonía interior y exterior, como miembro de la gran comunidad de vida.
    Traducción de Mª José Gavito Milano
     
  • 13 dez

    III Simposio Internacional de Responsabilidad Social de las Organizaciones (SIRSO) Avances y Propuestas en América Latina 

    Chamada para Artigos – III SIRSO

     
  • 13 dez

    Moda livre – aplicativo contra o trabalho escravo 

    Moda Livre – aplicativo ajuda consumidores fazer escolhas conscientes

    Adicionar legenda

     
  • 12 dez

    Recomendação de Leitura – Contra a Perfeição 

    Contra A Perfeição – Ética na Era da Engenharia Genética
     
  • 12 dez

    Michael Sandel: Why we shouldn’t trust markets with our civic life 

     
  • 6 dez

    Prêmio Nobel da Paz, Nelson Mandela se foi mas a esperança continua 

     
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