Atualizações de junho 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 25 jun

    Relatório aponta tendências que irão impactar setor de Seguros até 2020 

                 O meio ambiente, o crescimento demogáfico, a tecnologia e os valores ético-sociais foram apontados como as quatro megatendências que vão ter um grande impacto sobre as seguradoras e suas estratégias até 2020. A expectativa é que elas irão transformar a indústria na próxima década enquanto as seguradoras procuram oportunidades de crescimento em meio a crises financeiras globais e significativas mudanças regulatórias. A informação consta do relatório feito pela KPMG internacional chamado “Seguradoras Inteligentes: criando valor de oportunidades em um mundo em constante mudança”.

    De acordo com o estudo, foram apontados fatores que vão influenciar o setor, nos próximos anos, como o aumento da expectativa de vida da população mundial e o crescimento vertiginoso do uso de mídias sociais gerando uma interconectividade global entre as seguradoras. Essas mudanças poderão criar uma série de oportunidades para o segmento, mas também ameaças.
    “ As grandes empresas do setor precisam estar preparadas para enfrentar esses novos desafios que irão moldar a indústria global de seguros e que afetarão o segmento  também, no Brasil, onde não vai ser diferente”, afirmou Carlos Munhoz, sócio da área de Seguros da KPMG no Brasil.
    “Se quiserem permanecer no mercado, criar vantagem competitiva e liderar a indústria, as seguradoras terão que fazer os ajustes necessários para efetivamente preparar e se adaptar a essas tendências como conhecer as necessidades dos clientes, satisfazer as partes interessadas e criar valor para os investidores. Se souberem enfrentar esses desafios agora, elas terão grande  expectativa de sucesso no futuro”, completou o sócio.


    Sobre a KPMG
                A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory presente em 152 países, com 145.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro darede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.
                No Brasil, a empresa tem aproximadamente 4 mil profissionais distribuídos em 21 cidades de 12 Estados e Distrito Federal.

    Site: kpmg.com/BR
     
  • 23 jun

    Evento Gratuito – Construções Sustentáveis 

     
  • 21 jun

    Evento ABRAPS – Conferência Ethos 2012 

     

    ABRAPS Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade que visa ser referência como movimento de pessoas que influenciam decisivamente na promoção de condições justas, inclusivas e sustentáveis nas relações dos seres humanos com o meio em que estão inseridos.Abraps foi criada oficialmente em setembro de 2011 com o objetivo de representar, conectar e fortalecer a atuação do profissional de sustentabilidade, responsabilidade social corporativa, cidadania corporativa e investimento social privado, entre outras.

    Associe-se a Abraps !
    http://www.abraps.org.br/

     

     
  • 21 jun

    Bancos de desenvolvimento anunciam “divisor de águas” para o transporte sustentável na Rio+20 

    Os maiores bancos multilaterais de desenvolvimento – liderados pelo Banco Asiático de Desenvolvimento, o Banco Mundial e outros — se comprometeram a fornecer mais de 175 bilhões de dólares, num período de 10 anos, em prol do transporte sustentável nos países em via de desenvolvimento.
    O anúncio foi feito na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro (Rio+20) pelo Banco Africano de Desenvolvimento, o Banco Asiático de Desenvolvimento, o CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, o Banco Europeu de Investimento, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Banco Islâmico de Desenvolvimento e o Banco Mundial.
    A seguir, uma declaração de Holger Dalkmann, diretor do EMBARQ, o centro para o transporte sustentável do WRI (Instituto de Recursos Mundiais):
    “Este é um divisor de águas para o transporte sustentável. Ele irá garantir que centenas de milhões de pessoas tenham um ar mais puro, ruas menos congestionadas e meios de transporte mais seguros.
    “Há dez anos, a questão do transporte sequer fazia parte das discussões; agora, é um dos resultados mais importantes da preeminente conferência mundial sobre o desenvolvimento sustentável.
    “Os bancos têm investido seu dinheiro no que é relevante — em ruas construídas para as pessoas, não apenas carros. A expectativa é de que a população mundial ultrapasse os 9 bilhões em 2050, com mais da metade morando na Ásia, predominantemente em áreas urbanas. Ao mesmo tempo, prevê-se que o número de carros particulares dispare dos cerca de 800 milhões da década mais recente para cerca de 2 bilhões em 2030. A união dessas duas mega-tendências criará um ambiente onde as pessoas terão de competir por recursos financeiros, físicos e institucionais. Em contrapartida, precisamos de designs urbanos melhores; de meios de transporte mais sustentáveis como caminhar, bicicletas e transporte de massa; e de melhorias na tecnologia existente de veículos e combustíveis.
    “Este investimento não trata apenas de melhorar os meios de locomoção das pessoas de um ponto A para B; tem a ver também com o fornecimento de acesso e mobilidade para os pobres, e com a melhoria da segurança viária, sem mencionar a redução das emissões de gases de efeito estufa relacionadas ao transporte. A questão do transporte não é fatia pequena das mudanças climáticas – o setor representa aproximadamente um quarto das emissões globais de CO2.
    “O anúncio de hoje sem dúvida irá estimular outros tomadores de decisão, especialmente os governos nacionais, a considerar o financiamento de projetos de transporte baseados em benefícios sociais e ambientais. Irá empurrar a sustentabilidade para o centro da questão do desenvolvimento urbano.
    “Ao mesmo tempo, precisamos nos certificar de que o dinheiro seja investido nos tipos corretos de projetos, e de que haja mecanismos sólidos para medir os impactos resultantes. Serão necessárias uma total transparência e monitorações independentes.
    “Os países frequentemente investem em transporte e infraestrutura, mas com mais ênfase no sistema rodoviário. Precisamos ser mais espertos quanto à destinação desse dinheiro, seja para a criação de espaços públicos vibrantes, para uma infraestrutura mais segura para pedestres e ciclistas, ou a construção de sistemas de transporte de alta tecnologia e baratos. Isso significaria uma mudança de paradigma na maneira como financiamos o crescimento de cidades sustentáveis, semelhante à realizada pelo Banco Asiático de Desenvolvimento e a sua Iniciativa para o Transporte Sustentável, que fornece assistência técnica e financeira a projetos de transporte na Ásia e na região do Pacífico que enfatizem um crescimento econômico inclus ivo e ecologicamente sustentável.
    “O EMBARQ, o centro do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) para o transporte sustentável, é membro fundador da Parceria para o Transporte Sustentável, de Baixo Carbono, que ajudou a catalisar esse novo compromisso financeiro dos bancos.
    “Daqui a alguns anos, talvez vejamos a Rio+20 como o momento em que o transporte foi empurrado para o topo da agenda da sustentabilidade.”

    Para mais informações:

    Michael Oko – moko@wri.org – 21.81710258 (no Rio)
    Veronica Marques – veronicamarques@gmail.com – 21.9981-9211
    Artur Romeu – artur.romeu@gmail.com – 21.9524-4544
    Sandra Sinicco – sandra@grupocasa.com.br – 11.3078-7300/11.8149-6504
    Joice Viana – joice@grupocasa.com.br – 11.3078-7300/11.9354-9777
    Oliver Altaras – oliver@grupocasa.com.br – 11.3078-7300/41.8841-7596

     
  • 21 jun

    Cidades Inteligentes estarão no centro das discussões do terceiro dia da ECO Business 

    A Nielsen Holdings mostrou em uma pesquisa recente que 66% dos consumidores preferem comprar produtos e serviços de empresas com programas de sustentabilidade e que 46% deles não se importa em pagar mais por eles. Essa nova postura trouxe consigo mudanças na maneira que as pessoas se relacionam entre si e com o ambiente a sua volta e que apontam para um futuro mais sustentável e inteligente para as cidades.
    As tendências para o futuro das cidades, iniciativas de consumo colaborativo, de cicloativismo e projetos de mobilidade urbana serão apresentadas em 16 de agosto de 2012, no terceiro dia do Congresso da ECO Business 2012. Fechando o congresso e dando vistas a um futuro mais inteligente e sustentável, o evento recebe Gilberto Dimenstein, Rachel Biderman e os melhores projetos brasileiros em consumo colaborativo, como DescolaAi.com, Caronetas, Zazcar e Sautil.
    Sobre a ECO Business 2012
    Realizada pela MES Eventos e promovida pela Mastran Business Fairs, a ECO Business chega a sua quinta edição com o apoio da GreenBusiness, responsável pela direção de conteúdo do congresso, que receberá mais de 30 companhias, entre elas P&G, PepsiCo, Natura, Basf e Dow, além de grandes personalidades como Gilberto Dimenstein e Fábio Mestriner, para discussões sobre o perfil do novo consumidor, as inovações tecnológicas para tornar as empresas sustentáveis e as tendências que


    viabilizam que as cidades sejam mais inteligentes. O evento será realizado de 14 a 16 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
    Sobre a MES Eventos
    Com uma proposta inovadora, a MES Eventos planeja, cria, produz e viabiliza eventos que têm foco no desenvolvimento sustentável e ações sociais que ajudam a disseminar a cultura da sustentabilidade no mundo corporativo. Com mais de 15 anos de experiência na área, a empresa tem como diretor presidente, o executivo Ricardo Guggisberg, empresário que gerenciou grandes eventos como a Expo Celular e que idealizou a ECO Business.
      
    Sobre a GreenBusiness
    Comandada por Guilherme Brammer, a GreenBusiness é uma holding focada em Negócios Sustentáveis, baseados nos conceitos de Economia Criativa e Negócios Sociais, e concentra quatro unidades de negócios: gestão de resíduos, consumo colaborativo, negócios sociais e inovação.
      
    Sobre a Mastran Business Fairs
    A Mastran Business Fairs é uma empresa de consultoria, planejamento e promoção de Feiras de negócios e Congressos, que atua em diversos setores da economia. Além de estar presente no mercado nacional, a empresa desenvolve adaptação de feiras internacionais para o mercado brasileiro e Latino Americano, criando parcerias estratégicas internacionais de longo prazo. A empresa é dirigida por Marco Antonio Mastrandonakis, Vice-Presidente do Conselho de Administração da UBRAFE – Associação Brasileira dos Promotores de Feiras e Eventos.
      
    SERVIÇO: ECO Business 2012
    Data: 14 a 16 de agosto de 2012
    Horário: das 10 às 20 h
    Centro de Convenções Imigrantes – Pavilhão Canelinha
    Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5
    Informações para imprensa:
    Fernanda Dalla Costa
    (11) 6812-4748
     
  • 20 jun

    Nova iniciativa global de contratação pública sustentável utiliza o poder do gasto público para acelerar a transição para uma economia verde 

     De São Paulo a Hong Kong, exemplos inspiradores demonstram benefícios da contratação pública sustentável para a economia, para as comunidades e para o
     meio ambiente
    Rio de Janeiro, 20 de junho de 2012 – Uma nova iniciativa internacional para acelerar a transição global para uma economia verde através da utilização ddo poder de mudança de mercados dos gastos de governos e autoridades locais foi anunciada hoje, na Rio+20, pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e por parceiros.
    Apoiada por mais de 30 governos e instituições, a Iniciativa de Contratação Pública Sustentável Internacional (SPPI) pretende aumentar o nível de gastos públicos dirigidos para bens e serviços que maximizem benefícios ambientais e sociais.
    Estudos indicam que contratações públicas sustentáveis (SPP), que representam de 15 a 25% do PIB, oferecem uma oportunidade formidável para inovação e sustentabilidade verdes.
    Exemplos em todo o mundo mostram que a contratação pública sustentável tem o potencial de transformar mercados, estimular a competitividade de eco indústrias , economizar, conservar recursos naturais e promover a criação de empregos.
    ·         No grupo de países da OECD, a contratação pública representa cerca de 20% do PIB (mais de US$ 4,733 trilhões anuais). Em países em desenvolvimento, a proporção pode ser ligeiramente maior.
    ·         Na Índia, por exemplo, as contratações públicas representam cerca de US$ 300 bilhões e espera-se que cresça mais de 10% ao ano nos próximos anos.
    ·         A política de compra verde do Japão tem contribuído para o crescimento das eco indústrias do país, com valor estimado em cerca de € 430 bilhões em 2010.
    ·         A cidade de Viena economizou € 44,4 milhões e mais de 100.000 toneladas de COentre 2001 e 2007 com o programa EcoBuy.
    ·         A Europa pode economizar até 64% de energia, ou 38 TWh de eletricidade, com a substituição da iluminação pública por soluções mais inteligentes.
    ·         Em Hong Kong, a substituição de semáforos incandescentes por LED gerou uma economia de US$ 240.000 ao longo da vida útil dos módulos de LED, o que também permitiu uma economia anual de 7,88 milhões KWh de eletricidade e uma redução de 5.500 toneladas de emissões de CO2.
    ·         No Brasil, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação conseguiu economizar 8.800 m3 de água, 1.750 toneladas de detritos e 250 kg de compostos organohalogenados com a decisão de substituir cadernos convencionais por outros fabricados com papel reciclado em 2010
    A nova iniciativa de SPP tenta dar apoio à implementação global de contratações públicas sustentáveis através da promoção de um melhor entendimento dos seus benefícios e impactos e da facilitação de uma maior colaboração entre partes interessadas importantes.
    O subsecretário geral da ONU e diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner, disse: “Contratações públicas sustentáveis são um instrumento chave de potencialização para países que almejam fazer a transição para uma economia verde.”
    “A iniciativa de SPP oferece aos governos a oportunidade de atuarem exemplarmente empregando seus poder de compra para direcionar mercados rumo a um caminho mais verde, inovador e sustentável.”
    E acrescentou, “A iniciativa de SPP estimulará o processo apara a criação de estruturas regulatórias robustas e à colaboração entre Norte e Sul; instituições públicas e o setor comercial em uma etapa inicial do processo.”
    “Esperamos que a iniciativa receba apoio total na Rio+20 e que mais países e organizações assumam o compromisso de participar e contribuir para o seu sucesso.”
    A iniciativa já foi apoiada por: Brasil, Suíça, Equador, países francófonos, Chile, Dinamarca, Países Baixos, Ilha Maurício, Costa Rica, China, Nova Zelândia, Líbano, e organizações como OAS, SEMCo, ITC-ILO, UNOPS, o Conselho de Manejo Florestal, Eco-Institut Barcelona, IISD, a União Econômica e Monetária da África Occidental e a Rede de Compra Verde Internacional.
    A SPPl foi reconhecida como um tema prioritário em todas as regiões e está sendo implementada em muitos países desenvolvidos e emergentes:
    No Brasil, o Sistema de Compra Centralizado já contém mais de 550 produtos sustentáveis. Simultaneamente, o valor de contratos de contratação que integram critérios de sustentabilidade aumentou em 94% de 2010 para 2011.
    A UE adotou o objetivo de 50% de contratações públicas verdes para uma lista de 20 grupos de produtos.
    Ao passo que, nos EUA, o presidente Obama assinou um decreto em 2009 que determina que 95% de todas as contratações públicas aplicáveis de nível federal devam atender exigências de sustentabilidade.
      
     Os objetivos da SPPI incluem:
    ·         Defender a contratação pública sustentável através do aprimoramento da conscientização sobre ferramentas de SPP; desenvolver relatórios bienais sobre o progresso da implementação de SPP, analisando barreiras e propondo soluções inovadoras.
    ·         Oferecer apoio à implementação de SPP através da maior cooperação Sul-Sul e Norte-Norte, e aprimorar a colaboração entre os setores público e privado.
    O PNUMA adquiriu grande experiência e tem um histórico bem-sucedido de implementação de políticas e planos de ação de contratação pública sustentável, em 7 países piloto, em cooperação com a Força-tarefa de Marrakech, liderada pela Suíça. Isso permitiu o acúmulo de experiência e de conhecimento prático no que se refere ao desenvolvimento de políticas de SPP em países emergentes ou em desenvolvimento.
    Notas aos editores:
    ·         Os programas internacionais que já apoiam a SPPI compreendem
    O Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (ISSD) apoiou vários países no desenvolvimento e na implantação de políticas de SPP, entre outros Vietnã, Índia, África do Sul e Gana.  Ele é responsável pelo fluxo de trabalho de Contratação e Crescimento Verde do Fórum de Crescimento Verde Global. O grupo de trabalho visa demonstrar que a contratação pode desencadear o alastramento do crescimento verde. Apoiará a adoção e a implementação de políticas de contratação e de estratégias verdes em economias emergentes.
    A Rede de Compra Verde Internacional (IGPN): promove a compra verde em todo o globo coordenando um conjunto de partes interessadas na implantação de compras verdes rumo ao consumo e à produção sustentáveis. A missão das organizações consiste em: (i) Promover mundialmente a difusão do desenvolvimento de produtos e serviços ecológicos e de atividades de Compra Verde; (ii) Compartilhar internacionalmente informações e conhecimentos práticos relacionados à Compra Verde e a produtos e serviços ecológicos; (iii) Harmonizar os esforços de Compra Verde e o desenvolvimento de produtos e serviços ecológicos a partir de uma ótica global.http://www.igpn.org/
    ·         O reforço da capacidade do PNUMA para contratações públicas sustentáveis em países em desenvolvimento:
    Em dezembro de 2008, o governo suíço e o PNUMA estabeleceram uma parceria para implementar a Abordagem da Força-tarefa de Marrakech de Contratação Pública Sustentável em até 14 países em todo o mundo. Como resultado, um projeto intitulado “Reforço da capacidade de contratações públicas sustentáveis (SPP) em países em desenvolvimento” foi lançado em janeiro de 2009 com o apoio da Comissão Europeia, da Organização Francófona e do governo suíço. O projeto se destina aos seguintes países piloto: Costa Rica, Tunísia, Uruguai, Chile, Colômbia, Líbano e Ilha Mauríciohttp://www.unep.fr/scp/procurement/
    ·         O Processo de Marrakech é um processo global que apoia a elaboração de uma estrutura de 10 anos de programas de consumo e produção sustentáveis, conforme determinado pelo Plano de Ação da Cúpula Mundial de Desenvolvimento Sustentável (WSSD) de Joanesburgo. Para obter mais informações acesse http://esa.un.org/marrakechprocess/
    ·         Sobre a Iniciativa da Economia Verde
    A Iniciativa da Economia Verde, liderada pelo PNUMA e lançada em 2008, consiste em vários componentes cujo objetivo geral coletivo consiste em oferecer o suporte analítico e político para o investimento em setores verdes e na preservação de setores ecologicamente incorretos em atividades verdes. Para o propósito da Iniciativa da Economia Verde, o PNUMA desenvolveu uma definição funcional do que é uma economia verde que resulte em um maior bem-estar humano e em mais igualdade social, enquanto reduz significativamente riscos ambientais e esgotamentos ecológicos. Em sua expressão mais simples, uma economia verde pode ser entendida como de baixo carbono, eficiente em recursos e socialmente inclusiva.
    Na prática, uma economia verde é a que cresce em termos de renda e emprego estimulada por investimentos públicos e privados, reduzindo as emissões de carbono e a poluição, aprimorando a eficiência energética e de recursos e evitando a perda de biodiversidade e de serviços do ecossistema. Esses investimentos devem ser catalisados e apoiados por investimentos públicos, reformas políticas e alterações regulamentares objetivos. Esse caminho de desenvolvimento deve manter, aprimorar e, quando necessário, reconstruir o capital natural como um ativo econômico essencial e como fonte de benefícios públicos, especialmente para as populações pobres e para aqueles cujo estilo de vida e segurança dependem fortemente da natureza. Para obter mais informações acesse: http://www.unep.org/greeneconomy
    ·         Sobre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)
    O PNUMA é a entidade do sistema da ONU designada para lidar com problemas ambientais em nível global e regional.
    A sua missão consiste em liderar e incentivar parcerias em prol da conservação ambiental inspirando, informando e capacitando nações e povos para que aprimorem a sua qualidade de vida sem comprometer a das gerações futuras.
    Para obter mais informações, entre em contato com:
    No Brasil:
    Nick Nuttall, diretor interino e porta-voz da Divisão de Comunicação e Informações Públicas do PNUMA, Tel. +55 11 6593 8058, +254 733 632 755, e-mail: nick.nuttall@unep.org
    Sede do PNUMA (Nairobi):
    Shereen Zorba, Centro de Notícias do PNUMA, Tel: 254 788 526 000, ou e-mail: shereen.zorba@unep.org

     
  • 20 jun

    BM&FBovespa faz parceria com a ONU para promover investimentos sustentáveis 


    Ouvir
     / Baixar

    Nasdaq e bolsas de valores do Egito, de Istambul e de Johanesburgo também assinaram o compromisso com a Unctad; anúncio foi feito no Rio de Janeiro.

    Bolsas negociam ações de milhares de companhias
    Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
    A Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad,  anunciou uma parceria com bolsas de valores para a promoção de investimento sustentável a longo prazo.
    A BM&FBovespa é uma das signatárias fundadoras da Iniciativa Bolsas de Valores Sustentáveis. O índice eletrônico de Nova York, Nasdaq, e as bolsas do Egito, de Istambul e de Johanesburgo também firmaram o compromisso.
    Governança Ambiental
    Juntas, as cinco bolsas negociam ações de mais de 4,6 mil companhias.
    Ao anunciar a iniciativa, na segunda-feira, no Rio de Janeiro, o secretário-geral da Unctad leu um testemunho sobre o acordo.
    Supachai Panitchpakdi disse que a Conferência e parceiros estão comprometidos, “por meio do diálogo com investidores e companhias, a promover o investimento sustentável e a melhorar a governança ambiental, social e corporativa das companhias listadas.”
    Transparência
    O chefe executivo da BM&FBovespa, Edemir Pinto, afirmou que a iniciativa pode “melhorar a transparência de informação nos mercados de capitais e ajudar a criar investidores mais conscientes”.
    O anúncio ocorreu às vésperas das reuniões de alto-nível da Rio+20, que começam nesta quarta-feira. A Unctad organizou no Rio de Janeiro o Diálogo Global de Bolsas de Valores Sustentáveis, com a participação de investidores, executivos e reguladores de mercado.
     
  • 20 jun

    Seguradoras do Brasil lançam com a ONU iniciativa para o setor 

    Mais 30 empresas, que representam cerca US$ 5 trilhões em ativos, participam do projeto de sustentabilidade lançado na Rio+20; entre os fundadores estão Bradesco, Itaú e SulAmérica Seguros.

    Iniciativa visa promover economia verde. / Foto: Pnuma
    Camilo Malheiros Freire, da Rádio ONU em Nova York. *

    A ONU, em parceria com companhias mundiais de seguros, lançou uma iniciativa para promover o desenvolvimento sustentável no setor. Os “Princípios para o Seguro Global” foram anunciados nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, no âmbito da Rio+20.
    Entre as 30 companias signatárias do projeto, estão as brasileiras: Bradesco, Itaú e SulAmérica Seguros.
    Estrutura Global
    Ao todo, empresas que participam da iniciativa representam US$ 5 trilhões em ativos, ou mais de R$ 10 trilhões.
    As diretrizes, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, são “a primeira estrutura global de sustentabilidade voltada para a indústria de seguros”.
    O objetivo, segundo a agência, é promover o setor como impulsionador da economia verde e do desenvolvimento sustentável.
    Gestão de Riscos
    O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a iniciativa fornece “diretrizes globais para elaborar e ampliar soluções inovadoras de gestão de riscos e seguros”.
    Segundo Ban, os “Princípios para o Seguro Global” vão promover “energia renovável, água limpa, segurança alimentar, cidades sustentáveis e comunidades resistentes a desastres.”
    A iniciativa foi elaborada, durante um período de seis anos, pelo Pnuma, juntamente com mais de 500 altos representantes do setor de seguros, governos, organizações não governamentais e comunidade científica. Eles têm como base os Princípios para o Investimento Responsável, PRI, lançados pela ONU em 2006.
    *Apresentação: Leda Letra.
     
  • 20 jun

    Documento oficial da Rio+20 

    Nossa Visão Comum

    1. Nós, os Chefes de Estado e de Governo e representantes de alto nível, reunidos no Rio de Janeiro, Brasil, 20-22 junho de 2012, com plena participação da sociedade civil, renovamos o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, e para assegurar a promoção de economicamente , o futuro social e ambientalmente sustentável para o nosso planeta e para as gerações presentes e futuras.
    2. Erradicar a pobreza é o maior desafio global que o mundo enfrenta hoje, e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. Neste sentido estamos comprometidos com a humanidade livre da pobreza e da fome como uma questão de urgência.
    3. Reconhecemos, portanto, a necessidade de desenvolvimento sustentável integrar melhor em todos os níveis, integrando aspectos econômicos, sociais e ambientais e reconhecendo as suas interligações, de modo a alcançar o desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões.
    4. Reconhecemos que a erradicação da pobreza, a mudança insustentável e promover padrões sustentáveis ​​de consumo e produção, e protecção e gestão da base de recursos naturais do desenvolvimento econômico e social são os objectivos fundamentais e requisitos essenciais para o desenvolvimento sustentável. Reafirmamos também a necessidade de se alcançar o desenvolvimento sustentável: a promoção sustentada, inclusiva e justa do crescimento económico, criando maiores oportunidades para todos, reduzindo as desigualdades, elevar os padrões básicos de vida, promoção do desenvolvimento social eqüitativo e inclusão, e promover a gestão integrada e sustentável dos recursos naturais recursos e dos ecossistemas que suportam nomeadamente económico, desenvolvimento social e humano, facilitando a conservação do ecossistema, regeneração e recuperação e resistência em face de novos desafios e emergentes.
    5. Reafirmamos nosso compromisso de envidar todos os esforços para acelerar a consecução das metas de desenvolvimento acordadas internacionalmente, incluindo os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) até 2015.
    6. Reconhecemos que as pessoas estão no centro do desenvolvimento sustentável e, nesse sentido, nós nos esforçamos para um mundo que é justo, equitativo e inclusivo, e nos comprometemos a trabalhar juntos para promover sustentado e inclusivo crescimento econômico, desenvolvimento social, proteção ambiental e, assim, para beneficiar a todos.
    7. Reafirmamos que continuamos a ser guiada pelos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas, e com pleno respeito pelo direito internacional e os seus princípios.
    8. Reafirmamos também a importância da liberdade, da paz e segurança, o respeito pelos direitos humanos, incluindo o direito ao desenvolvimento eo direito a um padrão de vida adequado, incluindo o direito à alimentação, o Estado de Direito, a igualdade de género eo empoderamento das mulheres e o compromisso global de sociedades justas e democráticas para o desenvolvimento.
    9. Reafirmamos a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como outros instrumentos internacionais relativos aos direitos humanos eo direito internacional. Destacamos as responsabilidades de todos os Estados, em conformidade com a Carta das Nações Unidas, de respeitar, proteger e promover os direitos humanos e liberdades fundamentais para todos, sem distinção de qualquer tipo de raça, cor, sexo, língua ou religião, opinião política ou outra opinião, origem nacional ou social, condição de propriedade, nascimento, deficiência ou outro.
    10. Reconhecemos que a democracia, boa governação eo Estado de Direito, nos níveis nacional e internacional, bem como um ambiente favorável são essenciais para o desenvolvimento sustentável, incluindo sustentado e inclusivo crescimento econômico, desenvolvimento social, a proteção ambiental ea erradicação da pobreza e fome. Reafirmamos que, para alcançar nossos objetivos de desenvolvimento sustentável. Precisamos de instituições em todos os níveis que são eficazes, transparente, responsável e democrática.
    11. Reafirmamos nosso compromisso de fortalecer a cooperação internacional para enfrentar os desafios persistentes relacionadas ao desenvolvimento sustentável para todos, em particular nos países em desenvolvimento. Neste sentido, reafirmamos a necessidade de alcançar a estabilidade econômica eo crescimento econômico sustentado, a promoção da equidade social ea proteção do meio ambiente, reforçando simultaneamente a igualdade de género e de oportunidades de capacitação, e igual das mulheres para todos, e da protecção, sobrevivência e desenvolvimento de crianças para o seu pleno potencial, incluindo através da educação.
    12. Tomamos a decisão de tomar medidas urgentes para alcançar o desenvolvimento sustentável. Portanto, renovamos nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, avaliação dos progressos até à data e as lacunas na implementação dos resultados das cimeiras mais importantes sobre o desenvolvimento sustentável e enfrentar desafios novos e emergentes. Nós expressamos nossa determinação em abordar os temas da Conferência, ou seja, uma economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza, eo quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
    13. Reconhecemos que as oportunidades das pessoas para influenciar as suas vidas e futuro, participar na tomada de decisão e exprimir as suas preocupações são fundamentais para o desenvolvimento sustentável. Ressaltamos que o desenvolvimento sustentável exige ações concretas e urgentes. Ela só pode ser alcançado com uma ampla aliança de pessoas, governos, sociedade civil e setor privado, todos trabalhando juntos para garantir o futuro que queremos para as gerações presentes e futuras.
    II. Renovação do Compromisso Político
    A. Reafirmando princípios do Rio e planos de ação do passado
    14. Recordamos a Declaração de Estocolmo da Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano aprovada em Estocolmo em 16 de junho de 1972.
    15. Reafirmamos todos os princípios da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, incluindo, inter alia, o princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas, tal como estabelecido no Princípio 7 da Declaração do Rio de Janeiro.
    16. Reafirmamos nosso compromisso de implementar plenamente a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Agenda 21, o Programa para a Implementação da Agenda 21, o Plano de Implementação da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável eo Plano de Implementação ) da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, o Programa de Ação de Barbados e Estratégia das Maurícias para a Implementação. Também reafirmamos nosso compromisso com a plena implementação do Programa de Acção de Istambul para os Países Menos Desenvolvidos (IPOA), o Programa de Acção de Almaty para países encravados em desenvolvimento, a declaração política sobre as necessidades de desenvolvimento da África e da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África. Recordamos também os nossos compromissos nos resultados de todas as grandes conferências e cimeiras das Nações Unidas nos domínios económico, social e ambiental, incluindo a Declaração do Milênio das Nações Unidas e de 2005 resultados da Cimeira Mundial, o Consenso de Monterrey ea Declaração de Doha sobre o Financiamento para o Desenvolvimento , o documento final da Reunião Plenária de Alto Nível da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre os ODM, o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, as principais ações para aprofundar a implementação do Programa de Acção ea Declaração de Beijing e Plataforma de Acção.
    17. Reconhecemos a importância das três Convenções do Rio para promover o desenvolvimento sustentável e, nesse sentido Instamos todas as partes a aplicarem integralmente os seus compromissos no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) e os Estados Unidos Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), de acordo com seus respectivos princípios e disposições, bem como a tomar medidas eficazes e concretas e as medidas em todos os níveis, e de reforçar a cooperação internacional.
    18. Estamos determinados a revigorar a vontade política e elevar o nível de compromisso da comunidade internacional para mover a agenda de desenvolvimento sustentável para a frente, através da realização dos objectivos de desenvolvimento acordados internacionalmente, incluindo os Objectivos de Desenvolvimento do Milênio. Reafirmamos ainda nossos respectivos compromissos de outros relevantes objetivos acordados internacionalmente nos domínios económico, social e ambiental desde 1992. Nós, portanto, resolver a tomar medidas concretas que aceleram a implementação dos compromissos de desenvolvimento sustentável.
    B. promover a integração, implementação e Coerência: Avaliando o progresso até o momento e as lacunas na implementação dos resultados das cimeiras mais importantes sobre o desenvolvimento sustentável e enfrentar desafios novos e emergentes
    19. Reconhecemos que os vinte anos desde a Cúpula da Terra em 1992 ter registado um progresso desigual, inclusive no desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Enfatizamos a necessidade de fazer progressos na implementação dos compromissos anteriores. Reconhecemos também a necessidade de acelerar o progresso no preenchimento das lacunas de desenvolvimento entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, e para aproveitar e criar oportunidades para alcançar o desenvolvimento sustentável através do crescimento económico ea protecção do desenvolvimento, a diversificação social e ambiental. Para este fim, ressaltamos a necessidade de manutenção de um ambiente favorável aos níveis nacional e internacional, bem como continuou e reforço da cooperação internacional, particularmente nas áreas de finanças, comércio, dívida e transferência de tecnologia, conforme mutuamente acordado, a inovação ea empreendedorismo, capacitação, transparência e responsabilidade. Reconhecemos a diversificação de atores e partes interessadas envolvidas na busca do desenvolvimento sustentável. Neste contexto, afirmamos a necessidade da continuação para a participação plena e efectiva de todos os países, em particular os países em desenvolvimento, na tomada de decisão global.
    20. Reconhecemos que desde 1992 tem havido áreas de progresso insuficiente e retrocessos na integração das três dimensões do desenvolvimento sustentável, agravados por vários financeira, económica, alimentar e energética, que têm ameaçado a capacidade de todos os países, em particular os países em desenvolvimento , para alcançar o desenvolvimento sustentável. Neste sentido, é fundamental que nós não recuar de nosso compromisso com o resultado da Cimeira da Terra. Reconhecemos também que um dos grandes desafios atuais para todos os países, particularmente para países em desenvolvimento, é o impacto das crises múltiplas que afectam o mundo de hoje.
    21. Estamos profundamente preocupados que um em cada cinco pessoas neste planeta, ou mais de um bilhão de pessoas, ainda vivem na pobreza extrema, e que um em cada sete ou 14 por cento é subnutrida, enquanto desafios de saúde pública, incluindo as pandemias e epidemias permanecem ameaças onipresentes. Neste contexto, nota-se as discussões em curso sobre a segurança humana na Assembleia Geral das Nações Unidas. Reconhecemos que a população mundial projetada para exceder nove bilhões em 2050 com cerca de dois terços vivem em cidades que precisamos aumentar nossos esforços para alcançar o desenvolvimento sustentável, em especial, a erradicação da pobreza e da fome e doenças evitáveis.
    22. Reconhecemos exemplos de progresso no desenvolvimento sustentável a nível regional, nacional, sub-nacionais e locais. Notamos que os esforços para alcançar o desenvolvimento sustentável têm se refletido nas políticas regionais, nacionais e sub-nacional e planos, e que os governos têm fortalecido seu compromisso com o desenvolvimento sustentável desde a adoção da Agenda 21 através de legislação e de instituições, eo desenvolvimento e implementação de acordos internacionais, regionais e sub-regional e compromissos.
    23. Reafirmamos a importância de apoiar os países em desenvolvimento em seus esforços para erradicar a pobreza e promover o empoderamento dos pobres e as pessoas em situações vulneráveis, incluindo remoção de barreiras às oportunidades e aumentar a capacidade produtiva, desenvolvimento de uma agricultura sustentável, e promover o emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos , complementado por políticas sociais eficazes, incluindo pisos de proteção social, com vista a atingir as metas de desenvolvimento internacionalmente acordadas, incluindo os ODM.
    24. Expressamos profunda preocupação com os persistência de elevados níveis de desemprego e subemprego, particularmente entre os jovens, e observe a necessidade de estratégias de desenvolvimento sustentável de forma proativa abordar o emprego juvenil em todos os níveis. Neste sentido, reconhecemos a necessidade de uma estratégia global sobre a juventude e construção de emprego no trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
    25. Reconhecemos que a mudança climática é uma crise transversal e persistente e expressar a nossa preocupação de que a dimensão ea gravidade dos impactos negativos das mudanças climáticas afetam todos os países e minar a capacidade de todos os países, em particular, os países em desenvolvimento, para alcançar o desenvolvimento sustentável e os ODM e ameaçam a viabilidade ea sobrevivência das nações. Portanto, ressaltamos que combate às alterações climáticas exige ação urgente e ambiciosa, de acordo com os princípios e disposições da UNFCCC.
    26. Os Estados são instados a abster-se de promulgar e aplicar todas as medidas unilaterais não económicas, financeiras ou comerciais, em conformidade com o direito internacional ea Carta das Nações Unidas que impedem a plena realização do desenvolvimento econômico e social, particularmente nos países em desenvolvimento.
    27. Reiteramos o nosso compromisso, expresso no Plano de Implementação de Joanesburgo (JPOI), na Final da Cimeira Mundial de 2005 e da Cimeira ODM de 2010, para tomar outras medidas e acções eficazes, em conformidade com o direito internacional, para remover os obstáculos à plena realização do direito de autodeterminação dos povos que vivem sob ocupação colonial e estrangeira, que continuam a afectar negativamente o seu desenvolvimento económico e social, bem como seu ambiente e são incompatíveis com a dignidade eo valor da pessoa humana e deve ser combatido e eliminado .
    28. Reafirmamos também que, em conformidade com a Carta das Nações Unidas, este não deve ser interpretado como autorizando ou encorajando qualquer ação contra a integridade territorial ou independência política de qualquer Estado.
    29. Nós também resolvemos continuar a tomar medidas e acções eficazes, em conformidade com o direito internacional, para remover obstáculos e constrangimentos, fortalecer a apoiar e atender as necessidades especiais das pessoas que vivem em áreas afectadas por emergências humanitárias complexas e nas zonas afectadas pelo terrorismo.
    30. Reconhecemos que muitas pessoas, especialmente dos pobres, dependem diretamente dos ecossistemas para o seu sustento, seu desenvolvimento econômico, social e bem-estar físico e sua herança cultural. Por esta razão, é essencial para gerar trabalho decente e renda que as disparidades diminuição das condições de vida para melhor atender as necessidades das pessoas andpromote meios de subsistência sustentáveis ​​e práticas sustentáveis ​​e os useof recursos naturais e ecossistemas.
    31. Enfatizamos que o desenvolvimento sustentável deve ser inclusiva e centrada nas pessoas, beneficiando e envolvendo todas as pessoas, inclusive jovens e crianças. Reconhecemos que a igualdade de género eo empoderamento das mulheres são importantes para o desenvolvimento sustentável eo nosso futuro comum. Reafirmamos nossos compromissos para assegurar a igualdade das mulheres direitos de acesso e oportunidades de participação e liderança na economia, na sociedade e na tomada de decisão política.
    32. Reconhecemos que cada país enfrenta desafios específicos para alcançar o desenvolvimento sustentável e ressaltamos os desafios especiais enfrentados pelos países mais vulneráveis ​​e em particular os países africanos, pelo menos, os países desenvolvidos, sem litoral países em desenvolvimento, e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento (SIDS), bem como a específica desafios enfrentados pelos países de renda média. Países em situações de conflito também precisam de atenção especial.
    33. Reafirmamos nosso compromisso de tomar medidas urgentes e concretas para abordar a vulnerabilidade dos SIDS, nomeadamente através da implementação sustentada da Estratégia das Maurícias para a prossecução da execução do Programa de Ação para o Desenvolvimento Sustentável dos Pequenos Estados Insulares em Barbados e Programa de Acção, e sublinhar a urgência de encontrar soluções adicionais para os principais desafios enfrentados insulares em desenvolvimento de forma concertada de modo a apoiá-los na manutenção impulso realizado na execução do Programa de Ação de Barbados e Ilhas Maurício Estratégia de Implementação e desenvolvimento sustentável.
    34. Reafirmamos que o Programa de Acção de Istambul para os Países Menos Desenvolvidos para a Década 2011-2020 traça prioridades países menos desenvolvidos “para o desenvolvimento sustentável e define um quadro para a renovada e reforçada parceria global para implementá-las. Comprometemo-nos a ajudar países menos desenvolvidos com a implementação da IPOA, bem como seus esforços para alcançar o desenvolvimento sustentável.
    35. Reconhecemos que mais atenção deve ser dada à África e ao cumprimento dos compromissos acordados anteriormente relacionados a suas necessidades de desenvolvimento que foram feitas em grandes cimeiras e conferências da ONU. Notamos que a ajuda a África tem aumentado nos últimos anos. No entanto, ele ainda está aquém em compromissos que foram feitos anteriormente. Ressaltamos a prioridade fundamental para a comunidade internacional de apoiar os esforços sustentáveis ​​de desenvolvimento de África. Neste sentido, recommit a implementar plenamente os compromissos acordados internacionalmente relacionados às necessidades de desenvolvimento de África, particularmente aquelas contidas na Declaração do Milênio, a Declaração sobre a Nova Parceria para o Desenvolvimento de África, o Consenso de Monterrey da Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento , o Plano de Implementação de Joanesburgo e de 2005 resultados da Cimeira Mundial, bem como a Declaração de 2008 Políticos sobre as necessidades de desenvolvimento de África.
    36. Reconhecemos as limitações sérias para alcançar o desenvolvimento sustentável em todas as suas três dimensões em países em desenvolvimento sem litoral. Neste sentido, reafirmamos nosso compromisso de atender às necessidades especiais de desenvolvimento e os desafios enfrentados pelos países em desenvolvimento sem litoral através da plena implementação, atempada e eficaz do Programa de Acção de Almaty conforme consta na Declaração sobre a revisão intercalar.
    37. Reconhecemos os progressos realizados pelos países de renda média na melhoria do bem-estar de seus povos, bem como o desenvolvimento específico desafios que enfrentam em seus esforços para erradicar a pobreza, reduzir as desigualdades, e alcançar seus objetivos de desenvolvimento, incluindo os ODM, e para alcançar o desenvolvimento sustentável de uma forma abrangente, integrando as dimensões económica, social e ambiental. Reiteramos que estes esforços devem ser devidamente apoiadas pela comunidade internacional, através de várias formas, tendo em conta as necessidades ea capacidade de mobilizar recursos internos desses países.
    38. Reconhecemos a necessidade de medidas mais amplas de progresso para complementar o PIB, a fim de melhor informar as decisões políticas e, neste sentido, solicitar à Comissão Estatística das Nações Unidas, em consulta com entidades relevantes do sistema das Nações Unidas e outras organizações relevantes para lançar um programa de trabalho nesta construção de área em iniciativas existentes.
    39. Reconhecemos que o planeta Terra e seus ecossistemas são a nossa casa e que a Mãe Terra é uma expressão comum em vários países e regiões e notamos que alguns países reconhecer os direitos da natureza no contexto da promoção do desenvolvimento sustentável. Estamos convencidos de que, a fim de alcançar um justo equilíbrio entre as necessidades econômicas, sociais e meio ambiente das gerações presentes e futuras, é necessário promover a harmonia com a natureza.
    40. Apelamos para abordagens holísticas e integradas para o desenvolvimento sustentável que irá orientar a humanidade a viver em harmonia com a natureza e levar a esforços para restabelecer a saúde ea integridade do ecossistema da Terra.
    41. Reconhecemos a diversidade natural e cultural do mundo e reconhecer que todas as culturas e civilizações pode contribuir para o desenvolvimento sustentável.
    C. Envolver os principais grupos e outras partes interessadas
    42. Reafirmamos o papel fundamental de todos os níveis de governo e órgãos legislativos na promoção do desenvolvimento sustentável. Nós também reconhece os esforços e os progressos realizados a nível local e sub-nacional, e reconhecer o papel importante que essas autoridades e as comunidades podem desempenhar na implementação do desenvolvimento sustentável, inclusive por envolver os cidadãos e as partes interessadas, e fornecendo-lhes informações pertinentes, conforme o caso, nas três dimensões do desenvolvimento sustentável. Nós também reconhece a importância de envolver todos os tomadores de decisões relevantes para o planejamento andimplementation de políticas de desenvolvimento sustentável.
    43. Ressaltamos que uma ampla participação pública eo acesso à informação e processos judicial e administrativo são essenciais para a promoção do desenvolvimento sustentável. O desenvolvimento sustentável requer o envolvimento significativo e uma participação activa dos poderes legislativos regionais, nacionais e sub-nacional e judiciários, e todos os principais grupos: mulheres, crianças e jovens, povos indígenas, organizações não-governamentais, autoridades locais, trabalhadores e sindicatos, empresas e indústria, a comunidade científica e tecnológica, e os agricultores, bem como outras partes interessadas, incluindo as comunidades locais, grupos de voluntários e fundações, migrantes, famílias, bem como idosos e pessoas com deficiência. Neste sentido, concordamos em trabalhar mais estreitamente com os principais grupos e outros intervenientes e incentivar a sua participação ativa, conforme o caso, em processos que contribuem para a tomada de decisão, planejamento e implementação de políticas e programas para o desenvolvimento sustentável em todos os níveis.
    44. Reconhecemos o papel da sociedade civil e da importância de permitir que todos os membros da sociedade civil a ser activamente envolvida no desenvolvimento sustentável. Reconhecemos que uma maior participação da sociedade civil depende, inter alia, o reforço do acesso à informação, a capacitação da sociedade civil, bem como um ambiente propício. Reconhecemos que a informação e comunicação (TIC) está a facilitar o fluxo de informações entre governos e ao público. Neste sentido, é essencial trabalhar para a melhoria do acesso às TIC, especialmente da rede de banda larga e serviços, e reduzir o fosso digital, reconhecendo a contribuição da cooperação internacional nesta matéria.
    45. Ressaltamos que as mulheres têm um papel vital a desempenhar para atingir o desenvolvimento sustentável. Reconhecemos o papel de liderança das mulheres e resolvemos promover a igualdade de género e empoderamento das mulheres e garantir a sua participação plena e efetiva em políticas de desenvolvimento sustentável, programas e tomada de decisão em todos os níveis.
    46. Reconhecemos que a implementação do desenvolvimento sustentável dependerá envolvimento ativo de ambos os setores público e privado. Reconhecemos que a participação ativa do setor privado pode contribuir para a realização do desenvolvimento sustentável, nomeadamente através da importante ferramenta de parcerias público-privadas. Apoiamos quadros regulamentares nacionais e políticas que permitam o comércio ea indústria para avançar iniciativas de desenvolvimento sustentável, tendo em conta a importância da responsabilidade social corporativa. Apelamos ao sector privado a se engajar em práticas empresariais responsáveis, tais como as promovidas pelo Pacto Global da ONU.
    47. Reconhecemos a importância dos relatórios de sustentabilidade corporativa e incentivar as empresas, sempre que necessário, especialmente de capital aberto e grandes empresas, ao considerar a integração de informações sobre sustentabilidade em seu ciclo de relatórios. Nós encorajamos a indústria, os governos interessados, bem como partes interessadas, com o apoio do sistema das Nações Unidas, conforme apropriado, para desenvolver modelos de melhores práticas e facilitar a acção para a integração dos relatórios de sustentabilidade, tendo em conta as experiências de estruturas já existentes, e pagar atenção especial às necessidades dos países em desenvolvimento, incluindo para a capacitação.
    48. Reconhecemos a importante contribuição da comunidade científica e tecnológica para o desenvolvimento sustentável. Estamos empenhados em trabalhar e promover a colaboração entre a comunidade acadêmica, científica e tecnológica, em particular nos países em desenvolvimento, para fechar o fosso tecnológico entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, reforçar a interface entre ciência e política, bem como para promover a colaboração internacional de pesquisa no desenvolvimento sustentável desenvolvimento.
    49. Ressaltamos a importância da participação dos povos indígenas na conquista do desenvolvimento sustentável. Reconhecemos também a importância da Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas no contexto de implementação global, regional, nacional e sub-nacional de estratégias de desenvolvimento sustentável.
    50. Ressaltamos a importância da participação activa dos jovens nos processos de decisão como as questões que estamos abordando ter um profundo impacto sobre as gerações presentes e futuras, e como a contribuição das crianças e jovens é vital para a consecução do desenvolvimento sustentável. Reconhecemos também a necessidade de promover o diálogo e solidariedade entre gerações, reconhecendo os seus pontos de vista.
    51. Ressaltamos a importância da participação dos trabalhadores e dos sindicatos para a promoção do desenvolvimento sustentável. Como os representantes dos trabalhadores, os sindicatos são parceiros importantes para facilitar a realização do desenvolvimento sustentável em particular a dimensão social. Informação, educação e sustentabilidade trainingon em todos os níveis, inclusive no local de trabalho, são fundamentais para o fortalecimento dos trabalhadores e dos sindicatos capacidade de apoiar o desenvolvimento sustentável.
    52. Reconhecemos que os agricultores, incluindo os pequenos agricultores e pescadores, pastores e guardas florestais, podem trazer importantes contribuições para o desenvolvimento sustentável por meio de atividades de produção que sejam ambientalmente corretos, aumentar a segurança alimentar ea subsistência dos pobres, e revigorar a produção eo crescimento econômico sustentado.
    53. Tomamos nota das contribuições valiosas que organizações não-governamentais podem e fazem na promoção do desenvolvimento sustentável por meio de sua bem estabelecida e diversificada experiência, competência e capacidade, especialmente na área de análise, partilha de informação e conhecimento, a promoção do diálogo e do apoio de implementação do desenvolvimento sustentável.
    54. Reconhecemos o papel central das Nações Unidas para o avanço da agenda de desenvolvimento sustentável. Reconhecemos, também, a este respeito, as contribuições de outras organizações internacionais relevantes, incluindo as instituições financeiras internacionais (IFIs) e dos bancos multilaterais de desenvolvimento e enfatizar a importância da cooperação entre elas e com as Nações Unidas, dentro de seus respectivos mandatos, reconhecendo o seu papel na mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável.
    55. Comprometemo-nos a re-dinamizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável, que nós lançamos no Rio em 1992. Reconhecemos a necessidade de dar novo impulso à nossa busca cooperativa de desenvolvimento sustentável, e se comprometem a trabalhar em conjunto com grandes grupos e outras partes interessadas em resolver as lacunas de implementação.
    III. A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza
    56. Afirmamos que existem diferentes abordagens, visões, modelos e ferramentas disponíveis para cada país, de acordo com suas circunstâncias e prioridades nacionais, para alcançar o desenvolvimento sustentável nas suas três dimensões que é o nosso objetivo primordial. Neste sentido, consideramos economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza como uma das importantes ferramentas disponíveis para alcançar o desenvolvimento sustentável e que poderia oferecer opções para decisão política, mas não deve ser um conjunto rígido de regras. Ressaltamos que deve contribuir para a erradicação da pobreza bem como o crescimento económico sustentado, o reforço da inclusão social, melhorando o bem estar humano ea criação de oportunidades de emprego e trabalho digno para todos, mantendo o funcionamento saudável dos ecossistemas da Terra.
    57. Afirmamos que as políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza deve ser guiada pela e de acordo com todos os princípios do Rio, a Agenda 21 eo Plano de Implementação de Joanesburgo e contribuir para a consecução relevantes metas de desenvolvimento internacionalmente acordados, incluindo os ODM.
    58. Afirmamos que as políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza deve:
    (A) ser consistente com o direito internacional;
    (B) respeitar a soberania nacional de cada país sobre seus recursos naturais tendo em conta as suas especificidades nacionais, objetivos, responsabilidades, prioridades e espaço político em relação às três dimensões do desenvolvimento sustentável;
    (C) ser apoiada por um ambiente favorável e bom funcionamento dos estabelecimentos de todos os níveis, com um papel de liderança para os governos e com a participação de todas as partes interessadas, incluindo a sociedade civil;
    (D) promover sustentado e inclusivo crescimento econômico, promover a inovação e oferecer oportunidades, benefícios e capacitação para todos eo respeito de todos os direitos humanos;
    (E) levar em conta as necessidades dos países em desenvolvimento, particularmente aquelas em situações especiais;
    (F) reforçar a cooperação internacional, incluindo a provisão de recursos financeiros, capacitação e transferência de tecnologia para países em desenvolvimento;
    (G) efetivamente evitar condicionalidades injustificadas da APD e finanças;
    (H) não constituem um meio de discriminação arbitrária ou injustificável ou uma restrição disfarçada ao comércio internacional, evitando ações unilaterais para lidar com desafios ambientais fora da jurisdição do país importador, e assegurar que as medidas ambientais que abordam transfronteiriço ou os problemas ambientais globais, , tanto quanto possível, baseiam-se em um consenso internacional;
    (I) contribuir para colmatar as lacunas de tecnologia entre países desenvolvidos e em desenvolvimento e reduzir a dependência tecnológica dos países em desenvolvimento, utilizando todas as medidas adequadas;
    (J) melhorar o bem-estar dos povos indígenas e suas comunidades, outras comunidades locais e tradicionais, e as minorias étnicas, reconhecendo e apoiando a sua identidade, cultura e interesses e evitar pôr em perigo a sua herança cultural, práticas e conhecimentos tradicionais, preservando e respeitando o mercado não abordagens que contribuem para a erradicação da pobreza;
    (K) melhorar o bem-estar das mulheres, crianças, jovens, pessoas com deficiência dos pequenos agricultores e agricultores de subsistência, pescadores e aqueles que trabalham em pequenas e médias empresas, e melhorar as condições de vida e capacitação dos grupos pobres e vulneráveis, em particular nos países em desenvolvimento;
    (L) mobilizar todo o potencial e assegurar a contribuição igual de homens e mulheres;
    (M) promover atividades produtivas nos países em desenvolvimento que contribuem para a erradicação da pobreza;
    (N) abordar a preocupação com as desigualdades e promover a inclusão social, incluindo os pisos de proteção social;
    (O) promover o consumo sustentável e os padrões de produção e
    (P) prosseguir os esforços para se esforçam para, inclusive, o desenvolvimento eqüitativo aproxima-se para superar a pobreza ea desigualdade.
    59. Vemos a implementação de políticas de economia verde dos países que procuram aplicá-los para a transição rumo ao desenvolvimento sustentável como uma empresa comum, e nós reconhecemos que cada país pode escolher uma abordagem adequada em conformidade com planos nacionais de desenvolvimento sustentável, estratégias e prioridades.
    60. Reconhecemos que a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza vai aumentar nossa capacidade de gerir os recursos naturais de forma sustentável e com menores impactos ambientais negativos, aumentar a eficiência dos recursos e reduzir o desperdício.
    61. Reconhecemos que a ação urgente dos padrões insustentáveis ​​de produção e consumo onde ocorrem continua a ser fundamental na abordagem da sustentabilidade ambiental e promoção da conservação e uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas, recursos de regeneração ofnatural, ea promoção do sustentada, inclusiva e justa do crescimento global.
    62. Nós encorajamos cada país a considerar a implementação de políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza, de uma maneira que se esforça para conduzir sustentada, o crescimento inclusivo e equitativo econômico ea criação de emprego, especialmente para mulheres, jovens e pobres. A este respeito, notamos a importância de assegurar que os trabalhadores estão equipados com as habilidades necessárias, inclusive através da educação e capacitação, e são fornecidos com as proteções necessárias sociais e de saúde. Neste sentido, incentivamos todas as partes interessadas, incluindo o comércio ea indústria de contribuir, conforme apropriado. Convidamos os governos para melhorar o conhecimento ea capacidade estatística sobre as tendências de emprego, a evolução e constrangimentos e integrar os dados relevantes para as estatísticas nacionais, com o apoio das agências das Nações Unidas dentro de seus mandatos.
    63. Reconhecemos a importância da avaliação de gama ofsocial, fatores ambientais e econômicos e incentivar, sempre que as circunstâncias e condições nacionais permitirem, a sua integração na tomada de decisão. Reconhecemos que será importante levar em conta as oportunidades e desafios, bem como os custos e benefícios das políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza, utilizando os melhores dados científicos disponíveis e análises. Nós reconhecemos que um conjunto de medidas, incluindo regulamentação, voluntária e outros aplicados a nível nacional e consistente com as obrigações decorrentes de acordos internacionais, poderia promover economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza. Reafirmamos que as políticas sociais são vitais para a promoção do desenvolvimento sustentável.
    64. Reconhecemos que o envolvimento de todos os interessados ​​e suas parcerias, networking e troca de experiências em todos os níveis pode ajudar os países a aprender uns dos outros na identificação de políticas adequadas de desenvolvimento sustentável, incluindo as políticas de economia verde. Notamos as experiências positivas em alguns países, incluindo nos países em desenvolvimento, na adoção de políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza através de uma abordagem inclusiva e acolher o intercâmbio voluntário de experiências, bem como a capacitação nas diferentes áreas do desenvolvimento sustentável desenvolvimento.
    65. Reconhecemos o poder das tecnologias de comunicação, as tecnologias de conexão includin e aplicações inovadoras para promover o intercâmbio de conhecimentos, cooperação técnica e capacitação para o desenvolvimento sustentável. Estas tecnologias e aplicações que podem fortalecer a capacidade e permitir a partilha de experiências e conhecimentos nas diferentes áreas do desenvolvimento sustentável de uma forma aberta e transparente.
    66. Reconhecendo a importância de vincular o financiamento de construção technologycapacity, e as necessidades nacionais de políticas de desenvolvimento sustentável, incluindo a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza, convidamos o Sistema das Nações Unidas, em cooperação com os doadores e organizações internacionais relevantes para coordenar e fornecer informações sobre solicitar em:
    (A) correspondente países interessados ​​com os parceiros mais adequados para prestar apoio solicitado;
    (B) caixas de ferramentas e / ou melhores práticas na aplicação de políticas sobre a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza em todos os níveis;
    (C) modelos ou bons exemplos de políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza;
    (D) metodologias para avaliação de políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza;
    (E) existentes e plataformas emergentes que contribuam nesse sentido.
    67. Ressaltamos a importância dos governos, tendo um papel de liderança no desenvolvimento de políticas e estratégias através de um processo inclusivo e transparente. Também tomamos nota dos esforços dos países, incluindo países em desenvolvimento, que já iniciaram processos para preparar estratégias nacionais de economia verde e políticas em prol do desenvolvimento sustentável.
    68. Convidamos as partes interessadas, incluindo as Comissões Regionais da ONU, organizações da ONU e órgãos, outras organizações intergovernamentais pertinentes e regionais, instituições financeiras internacionais e os principais grupos envolvidos no desenvolvimento sustentável, de acordo com seus respectivos mandatos, para apoiar os países em desenvolvimento, a pedido de alcançar o desenvolvimento sustentável , nomeadamente através, nomeadamente, as políticas economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza, em particular dos países menos desenvolvidos.
    69. Convidamos também o comércio ea indústria, conforme apropriado e CONFORMIDADE COM A legislação nacional a contribuir para o desenvolvimento sustentável e para desenvolver estratégias de sustentabilidade que se integram, nomeadamente, as políticas de economia verde.
    70. Reconhecemos o papel das cooperativas e microempresas em contribuir para a inclusão social ea redução da pobreza, em particular nos países em desenvolvimento.
    71. Encorajamos as parcerias existentes e novos, incluindo parcerias público-privadas, para mobilizar o financiamento público complementado pelo setor privado, tendo em conta os interesses das comunidades locais e indígenas, quando apropriado. Neste sentido, os governos devem apoiar as iniciativas para o desenvolvimento sustentável, incluindo a promoção a contribuição do setor privado para apoiar as políticas de economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza.
    72. Reconhecemos o papel crítico da tecnologia, bem como a importância da promoção da inovação, em particular nos países em desenvolvimento. Convidamos os governos, conforme o caso, permitindo a criação de estruturas que promovam uma tecnologia ambientalmente saudável, pesquisa e desenvolvimento e inovação, nomeadamente para apoiar a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável ea erradicação da pobreza.
    73. Ressaltamos a importância da transferência de tecnologia aos países em desenvolvimento e recordar as disposições relativas à transferência de tecnologia, finanças, acesso à informação e direitos de propriedade intelectual, tal como acordado no Plano de Implementação de Joanesburgo, em particular o seu apelo para promover, facilitar e financiar, quando apropriado , acesso e desenvolvimento, transferência e difusão de tecnologias ambientalmente saudáveis ​​e correspondente know-how, em particular para os países em desenvolvimento, em condições favoráveis, inclusive em condições concessionais e preferenciais, mutuamente acordados. Também tomamos nota da evolução futura de discussões e acordos sobre estas questões desde a JPOI.
    74. Reconhecemos que os esforços dos países em desenvolvimento que optam por implementar políticas de economia verde no contexto da erradicação da pobreza sustainabledevelopment e devem ser apoiados através de assistência técnica e tecnológica.
    IV. Quadro institucional para o desenvolvimento sustentável
    A. Reforço das três dimensões do desenvolvimento sustentável
    75. Ressaltamos a importância de um quadro reforçado institucional para o desenvolvimento sustentável, que responde de forma coerente e eficaz aos desafios atuais e futuros e as lacunas de forma eficiente pontes na implementação da agenda de desenvolvimento sustentável. O quadro institucional para o desenvolvimento sustentável deve integrar as três dimensões do desenvolvimento sustentável de uma forma equilibrada e reforçar a aplicação, designadamente, o reforço da coordenação, coerência, evitando a duplicação de esforços e rever o progresso na implementação do desenvolvimento sustentável. Reafirmamos também que o quadro deve ser inclusivo, transparente e eficaz e que deve encontrar soluções comuns relacionados com os desafios globais para o desenvolvimento sustentável.
    76. Reconhecemos que a governabilidade eficaz a nível local, sub-nacionais, nacional, regional e global que representam as vozes e interesses de todos é fundamental para a promoção do desenvolvimento sustentável. O fortalecimento ea reforma do quadro institucional não deve ser um fim em si mesmo, mas um meio para alcançar o desenvolvimento sustentável. Reconhecemos que um melhor quadro e institucional mais efetiva para o desenvolvimento sustentável a nível internacional deve ser consistente com os Princípios do Rio, construir a Agenda 21 e Plano de Implementação de Joanesburgo e seus objetivos sobre o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável e contribuir para a implementação dos nossos compromissos em termos de resultados de conferências e cimeiras da ONU nos domínios económico, social, ambiental e afins e ter em conta as prioridades nacionais e as estratégias e prioridades de desenvolvimento dos países em desenvolvimento. Por isso, resolvemos reforçar o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável, que, inter alia:
    (A) promover a integração equilibrada das três dimensões do desenvolvimento sustentável;
    (B) basear-se numa abordagem de ação-e orientada para resultados tendo em devida conta todos os relevantes temas transversais com o objectivo de contribuir para a implementação do desenvolvimento sustentável;
    (C) ressaltam a importância das interligações entre os principais problemas e desafios ea necessidade de uma abordagem sistemática para eles em todos os níveis relevantes;
    (D) reforçar a coerência, a reduzir a fragmentação e sobreposição e aumentar a eficiência, eficácia e transparência, reforçando a coordenação e cooperação;
    (E) promover a participação plena e efectiva de todos os países em processos de decisão;
    (F) envolver os líderes políticos de alto nível, proporcionar orientação, bem como identificar ações específicas para promover a implementação eficaz de desenvolvimento sustentável, nomeadamente através da partilha voluntária de experiências e lições aprendidas;
    (G) promover a interface ciência-política através, inclusive, baseada em evidências e transparentes avaliações científicas, bem como o acesso a dados confiáveis, relevantes e oportunas em áreas relacionadas com as três dimensões do desenvolvimento sustentável, com base nos mecanismos existentes, conforme o caso; neste contexto, reforçar a participação de todos os países internacionais processos de desenvolvimento sustentável e capacitação principalmente para os países em desenvolvimento, inclusive na condução de seu próprio monitoramento e avaliação;
    (H) melhorar o envolvimento e participação efetiva da sociedade civil e outras partes interessadas em instâncias internacionais relevantes e, nesse sentido promover a transparência ea ampla participação do público e as parcerias para implementar o desenvolvimento sustentável;
    (I) promover a revisão e balanço dos progressos realizados na
    implementação de todos os compromissos de desenvolvimento sustentável, incluindo
    compromissos relacionados com meios de implementação.
    B. Reforço acordos intergovernamentais para o desenvolvimento sustentável
    77. Reconhecemos a importância vital de uma sociedade inclusiva, transparente, sistema reformada e reforçada, e multilateral eficaz, a fim de melhor enfrentar os desafios urgentes globais de desenvolvimento sustentável de hoje, reconhecendo a universalidade eo papel central das Nações Unidas, e reafirmando nosso compromisso de promover e reforçar a eficácia ea eficiência do sistema das Nações Unidas.
    78. Ressaltamos a necessidade de fortalecer todo o sistema das Nações Unidas coerência e coordenação, garantindo a responsabilização adequada aos Estados-Membros, através, nomeadamente, melhorar a coerência da informação e reforçar os esforços de cooperação existentes nos mecanismos inter-agências e estratégias para avançar na integração dos três dimensões do desenvolvimento sustentável dentro do sistema das Nações Unidas, incluindo através do intercâmbio de informações entre as suas agências, fundos e programas, e também com as instituições financeiras internacionais e outras organizações relevantes, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), dentro de seus respectivos mandatos.
    79. Enfatizamos a necessidade de um melhor enquadramento e institucional mais efetiva para o desenvolvimento sustentável que deve: ser guiado pelas funções específicas necessárias e mandatos envolvidos; abordar as deficiências do sistema atual; ter em conta todas as implicações relevantes, promover sinergias e coerência, buscar para evitar a duplicação e eliminar as sobreposições desnecessárias dentro do sistema das Nações Unidas e, reduzir os encargos administrativos e construir sobre as modalidades existentes.
    Assembléia Geral
    80. Reafirmamos o papel ea autoridade da Assembléia Geral sobre assuntos globais de interesse para a comunidade internacional, tal como estabelecido na Carta.
    81. Reafirmamos ainda a posição central da Assembléia Geral como chefe deliberativo, a decisão política e órgão representante das Nações Unidas. Neste sentido, apelamos para a Assembléia Geral para integrar ainda mais o desenvolvimento sustentável como um elemento-chave do quadro global para as atividades das Nações Unidas e tratar adequadamente o desenvolvimento sustentável em sua agenda setting, incluindo através de periódicos diálogos de alto nível.
    Conselho Económico e Social
    82. Reafirmamos que o Conselho Económico e Social é um órgão principal para a revisão das políticas, diálogo político e recomendações sobre questões de desenvolvimento econômico e social e para o seguimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milênio e um mecanismo central para a coordenação do sistema das Nações Unidas e supervisão dos órgãos subsidiários do Conselho, nomeadamente as suas comissões funcionais, e para promover a implementação da Agenda 21, através do reforço de todo o sistema de coerência e de coordenação. Reafirmamos também o papel importante do Conselho desempenha na coordenação global dos fundos, programas e agências especializadas, assegurando a coerência entre eles e evitando a duplicação de mandatos e atividades.
    83. Comprometemo-nos a fortalecer o ECOSOC no seu mandato Carta, como um órgão principal na integrada e coordenada de acompanhamento dos resultados de todas as grandes conferências e cimeiras da ONU nos domínios económico, social, ambiental e afins, e reconhecer o seu papel fundamental na concretização uma integração equilibrada das três dimensões do desenvolvimento sustentável. Estamos ansiosos para a Revisão da Implementação da Assembléia Geral 61/16 sobre o Fortalecimento da ECOSOC.
    Fórum de alto nível político
    84. Decidimos estabelecer um fórum de alto universal intergovernamental levpolitical, com base nos pontos fortes, experiências, recursos e modalidades de participação inclusiva da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável, e, posteriormente, a substituição da Comissão. O fórum de alto nível político é o acompanhamento da implementação do desenvolvimento sustentável e deve evitar a sobreposição com as estruturas existentes, organismos e entidades de uma forma rentável.
    85. O fórum de alto nível poderia:
    (A) proporcionar uma liderança política, orientação e recomendações para o desenvolvimento sustentável;
    (B) promover a integração das três dimensões do desenvolvimento sustentável de uma forma holística e intersectorial maneira em todos os níveis;
    (C) fornecer uma plataforma dinâmica para o diálogo regular, e balanço e definir agenda para promover o desenvolvimento sustentável;
    (D) têm uma agenda focada dinâmico e orientado para a acção, assegurando a devida consideração de novos e emergentes desafios do desenvolvimento sustentável;
    (E) acompanhar e analisar o progresso na implementação dos compromissos de desenvolvimento sustentável contidos na Agenda 21, Plano de Implementação de Joanesburgo, o Programa de Ação de Barbados, Estratégia Maurícias para execução e dos resultados desta Conferência e, quando apropriado, os resultados relevantes da ONU outro cimeiras e conferências, incluindo o resultado da IV Conferência das Nações Unidas sobre os Países Menos Desenvolvidos, bem como seus respectivos meios de implementação;
    (F) incentivar a participação de alto nível de todo o sistema de agências da ONU, fundos e programas e convidar a participar, conforme o caso, outro relevante financeiro multilateral de comércio e instituições, órgãos de tratados, dentro de seus respectivos mandatos e de acordo com as regras da ONU e disposições;
    (G) Melhorar a cooperação e coordenação dentro do sistema das Nações Unidas sobre programas de desenvolvimento sustentável e políticas;
    (H) promover a transparência ea implementação através de reforçar ainda mais o papel consultivo e de participação dos principais grupos e outros intervenientes relevantes a nível internacional, a fim de melhor fazer uso de seus conhecimentos, mantendo o carácter intergovernamental das discussões;
    (I) promover o intercâmbio de melhores práticas e experiências relacionadas com a implementação do desenvolvimento sustentável, e numa base voluntária, facilitar a partilha de experiências, incluindo sucessos, desafios e lições aprendidas;
    (J) promover a coerência sistêmica e coordenação das políticas de desenvolvimento sustentável;
    (K) fortalecer a interface entre ciência e política através da análise de documentação que reúne dispersas informações e avaliações, incluindo sob a forma de um relatório global de desenvolvimento sustentável, com base em avaliações existentes;
    (L) melhorar baseada em evidências de tomada de decisão em todos os níveis e contribuir para fortalecer os esforços em curso de capacitação para coleta e análise em países em desenvolvimento.
    86. Decidimos lançar uma intergovernamental e aberta, processo de negociação transparente e inclusivo sob a Assembléia Geral para definir o formato do fórum de alto nível e aspectos organizacionais com o objetivo de convocar o fórum primeiro nível elevado no início da sessão 68 da Assembleia Geral. Vamos considerar também a necessidade de promoção da solidariedade intergeracional para a realização do desenvolvimento sustentável, tendo em conta as necessidades das gerações futuras, inclusive convidando o Secretário-Geral que apresente um relatório sobre esta questão.
    C. pilar ambiental no contexto do desenvolvimento sustentável
    87. Reafirmamos a necessidade de reforçar environmentalgovernance internacional no contexto do desenvolvimento da estrutura institucional forsustainable, a fim de promover uma integração equilibrada das dimensões económica, social e ambiental de sustainabledevelopment bem como a coordenação dentro do sistema das Nações Unidas.
    88. Estamos empenhados em reforçar o papel do Programa Ambiental das Nações Unidas como a autoridade mundial líder ambiental que define a agenda ambiental global, que promove a aplicação coerente da dimensão ambiental do desenvolvimento sustentável dentro do sistema das Nações Unidas e que serve como um defensor de autoridade para o ambiente global. Reafirmamos resolução 2997 (XXVII) de 15 de Dezembro de 1972, que estabeleceu o PNUMA e outras resoluções pertinentes que reforçam o seu mandato, bem como a Nairobi de 1997 e 2000 Malmö Declarações Ministeriais. Neste sentido, convidamos a Assembléia Geral da ONU, em sua Sessão 67, a adoptar uma resolução fortalecimento e modernização UNEP da seguinte maneira:
    (A) Estabelecer a adesão universal no Conselho de Administração do PNUMA, assim como outras medidas para reforçar a sua governação bem como a sua capacidade de resposta ea responsabilização dos Estados-Membros;
    (B) possui seguro, estável, adequado e aumento dos recursos financeiros provenientes do orçamento regular das contribuições para a ONU e voluntário para cumprir o seu mandato;
    (C) Reforçar a voz do PNUMA e capacidade de cumprir o seu mandato de coordenação dentro do sistema das Nações Unidas através do reforço da participação em órgãos de coordenação UNEP-chave das Nações Unidas e capacitar UNEP para liderar os esforços da ONU para formular estratégias de todo o sistema sobre o ambiente;
    (D) Promover uma interface ciência-política forte, com base nos instrumentos internacionais existentes, avaliações, painéis e redes de informação, incluindo o Global Environmental Outlook, como um dos processos que visam reunir informações e avaliação para apoiar a tomada de decisões informadas;
    (E) Disseminar e compartilhar informações baseadas em evidências ambiental e sensibilizar o público para crítico, bem como novas questões ambientais;
    (F) Propiciar a capacitação para os países, bem como de apoio e facilitar o acesso à tecnologia;
    (G) consolidar progressivamente funções sede em Nairobi, bem como fortalecer sua presença regional, a fim de ajudar os países, a pedido, na implementação de suas políticas nacionais de meio ambiente, colaborando estreitamente com outras entidades relevantes do sistema das Nações Unidas;
    (H) Garantir a participação ativa de todos os interessados, recorrendo às melhores práticas e modelos de instituições multilaterais pertinentes e explorar novos mecanismos para promover a transparência ea participação efetiva da sociedade civil.
    89. Reconhecemos as contribuições significativas para o desenvolvimento sustentável feita pelos acordos ambientais multilaterais (AAM). Nós reconhecemos o trabalho já realizado para reforçar as sinergias entre as três convenções nos produtos químicos e resíduos de cluster (o Basileia, Roterdão e Estocolmo). Nós encorajamos as partes MEAs para estudar novas medidas, em aglomerados essas e outras, conforme apropriado, para promover a coerência das políticas em todos os níveis relevantes, melhorar a eficiência, reduzir a sobreposição e duplicação desnecessárias, e reforçar a coordenação ea cooperação entre os acordos ambientais multilaterais, incluindo as três Convenções do Rio bem como com o sistema das Nações Unidas no campo.
    90. Ressaltamos a necessidade da continuação de uma revisão regular do estado do ambiente em mudança da Terra e seu impacto no bem-estar humano e, nesse sentido, congratulamo-nos com iniciativas como o processo de Global Environmental Outlook destinado a reunir informações ambientais e avaliações ea construção de capacidade nacional e regional para apoiar a tomada de decisão informada.
    D. Internacional instituições financeiras e actividades operacionais das Nações Unidas
    91. Reconhecemos que o desenvolvimento sustentável deve ser dada a devida consideração pelos programas, fundos e agências especializadas do sistema das Nações Unidas e outras entidades relevantes, tais como financialinstitutions internacionais, ea Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), de acordo com sua respectiva existente mandatos. Neste sentido, convidá-los a melhorar ainda mais a integração do desenvolvimento sustentável em seus respectivos mandatos, programas, estratégias e processos decisórios, em apoio de todos os países desenvolvidos esforços especiais dos países em desenvolvimento na realização do desenvolvimento sustentável.
    92. Reafirmamos a importância de ampliar e fortalecer theparticipation dos países em desenvolvimento econômico internacional de tomada de decisão e definição de normas, e, neste contexto, tomar nota das recentes decisões importantes sobre a reforma das estruturas de governança, quotas e direitos de voto das instituições de Bretton Woods , betterreflecting realidades atuais e aumentar a voz e participação dos países em desenvolvimento, e reitera a importância da reforma da governação das instituições, a fim de entregar instituições mais eficazes, credível, responsável e legítima.
    93. Apelamos para prosseguir a integração das três dimensões do desenvolvimento sustentável em todo o Sistema das Nações Unidas, e solicitar ao Secretário-Geral que informe a Assembléia Geral através do ECOSOC sobre os progressos realizados a este respeito. Apelamos também para e reconhecer a importância do reforço da coordenação política dentro principais estruturas Secretariado das Nações Unidas de modo a assegurar coerência sistêmica de apoio ao desenvolvimento sustentável, garantindo simultaneamente a responsabilidade aos Estados-Membros.
    94. Convidamos os órgãos de gestão dos fundos, programas e agências especializadas do sistema de desenvolvimento das Nações Unidas para estudar medidas adequadas para integrar as dimensões social, econômica e ambiental em todas as actividades operacionais do sistema das Nações Unidas. Ressaltamos também que o aumento das contribuições financeiras para o desenvolvimento do sistema das Nações Unidas é fundamental para atingir as metas de desenvolvimento internacionalmente acordadas, incluindo os Objectivos de Desenvolvimento do Milênio, e, nesse sentido, reconhecemos os laços de reforço mútuo entre eficácia, eficiência e coerência das Nações Unidas Nações sistema de desenvolvimento, obtenção de resultados concretos para ajudar os países em desenvolvimento, erradicar a pobreza e alcançar um crescimento econômico sustentado e desenvolvimento sustentável.
    95. Enfatizamos a necessidade de reforçar fordevelopment atividades operacionais do sistema das Nações Unidas no campo que estão bem alinhadas com as prioridades nacionais de desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento. Neste sentido, enfatizamos que as características fundamentais e princípios da ONU atividades operacionais estabelecidos nas resoluções pertinentes da Assembléia Geral fornecer o quadro geral para todos os assuntos relativos às operações de desenvolvimento da ONU de assistência em campo. Reconhecemos a importância de reforçar a coordenação do sistema das Nações Unidas. Estamos ansiosos para receber o resultado da avaliação independente do “Delivering as One” iniciativa.
    96. Apelamos ao sistema das Nações Unidas para melhorar a gestão das instalações e operações, tendo em conta as práticas de desenvolvimento sustentável, construindo os esforços existentes e promover a relação custo-eficácia, e de acordo com os quadros legislativos, incluindo as regras e regulamentos financeiros, mantendo a responsabilidade aos Estados- Estados.
    E. Regional, nacional, sub-nacional, local
    97. Reconhecemos a importância da dimensão regional do desenvolvimento sustentável. Quadros regionais podem complementar e facilitar a tradução efetiva de políticas de desenvolvimento sustentável em acções concretas a nível nacional.
    98. Nós encorajamos regionais, nacionais, autoridades sub-nacionais e locais, conforme apropriado para desenvolver e utilizar estratégias de desenvolvimento sustentável como principais instrumentos para orientar a tomada de decisões e implementação do desenvolvimento sustentável em todos os níveis, e, nesse sentido, reconhecemos que integrada social, econômica, e os dados ambientais e informações, bem como a análise ea avaliação eficazes de implementação, é importante para processos de decisão.
    99. Nós encorajamos ação a nível regional, nacional, sub-nacional e local para promover o acesso à informação, participação pública e acesso à justiça em questões ambientais, conforme o caso.
    100. Ressaltamos que as organizações regionais e sub-regional, incluindo as comissões regionais das Nações Unidas e seus escritórios sub-regionais, têm um papel significativo a desempenhar na promoção de uma integração equilibrada das dimensões económica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável em suas respectivas regiões. Ressaltamos a necessidade de apoiar estas instituições, nomeadamente através do sistema das Nações Unidas, na operacionalização e execução eficazes de sustainabledevelopment, e para facilitar a coerência institucional e harmonização das políticas de desenvolvimento relevantes, planos e programas. Neste contexto, instamos essas instituições a priorizar o desenvolvimento sustentável através, inter alia, mais eficiente e eficaz de capacitação, desenvolvimento e implementação de acordos regionais e arranjos, conforme apropriado, e troca de informações, melhores práticas e lições aprendidas. Saudamos também iniciativas regionais e inter-regional para o desenvolvimento sustentável. Nós furthermorerecognize a necessidade de assegurar uma ligação eficaz entre os globais, regionais, processos sub-regionais e nacionais para avançar sustainabledevelopment. Nós incentivamos o aprimoramento das regionalcommissions das Nações Unidas e seus escritórios sub-regionais em suas respectivas capacidades para apoiar os Estados-Membros na implementação do desenvolvimento sustentável.
     
  • 19 jun

    NISSAN E PETROBRAS DISTRIBUIDORA ASSINAM MEMORANDO DE ENTENDIMENTOS SOBRE RECARGA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS 

                                                                                                 

    Nota à Imprensa
    19 de junho de 2012

    Eric Noziere, vice-presidente Corporativo da Nissan
    François Dossa, diretor-geral da Nissan do Brasil
    José Lima de Andrade Neto, presidente da Petrobras Distribuidora
    Luiz Claudio Sanches, Diretor da Rede de Postos de Serviço da Petrobras Distribuidora
    A Petrobras Distribuidora e a Nissan do Brasil assinaram nesta terça-feira (19/6) um memorando de entendimentos para estudar a expansão da infraestrutura para recarga de veículos elétricos. O evento de formalização do acordo foi realizado na sede da BR, no Rio de Janeiro, com a presença do presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, e do diretor-geral da Nissan, François Dossa.
    O acordo permitirá que as empresas estudem a infraestrutura, produtos e serviços necessários para atender a demanda dos veículos híbridos plug-in e puramente elétricos pela Rede de Postos Petrobras e a aderência da BR ao Programa de Mobilidade com Emissão Zero.
    Atualmente a Petrobras Distribuidora possui o Eletroposto, estação inaugurada em 2009 como primeiro ponto com serviços de suporte para recarga de bateria de veículos elétricos, incluindo bicicletas e scooters, e que faz parte do conjunto de tecnologias implantadas no Posto do Futuro Petrobras, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
    A parceria entre as duas empresas teve início em 2011 quando a BR inaugurou o Posto do Futuro e realizou o abastecimento do primeiro veículo 100% elétrico produzido em larga escala no mundo, o Nissan LEAF. O acordo indica um passo à frente nas questões de eficiência energética e da sustentabilidade ambiental.
    A experiência da Nissan com veículos elétricos foi um dos principais fatores para a parceria. Como líder mundial em emissão zero, a marca firmou mais de 100 parcerias em todo o mundo com os governos, municípios e outras organizações para criar a infraestrutura necessária e incentivar políticas que levem os consumidores a ter acesso aos carros elétricos. A companhia também é a fabricante que está na vanguarda mundial com a tecnologia das baterias de íon-lítio que equipam o Nissan LEAF.
    Lançado em 2010, o Nissan LEAF tem autonomia de 160 quilômetros com uma única carga e é capaz de se recarregar completamente em oito horas, em uma tomada de 220 volts, ou ainda de ter 80% de carga em apenas 30 minutos, utilizando um carregador de 400 volts. Primeiro veículo 100% elétrico produzido em larga escala, o Nissan LEAF não emite poluentes e é produzido a partir de 99% de materiais recicláveis. É também o veículo elétrico mais vendido no mundo, com mais de 30 mil unidades comercializadas desde dezembro 2010, seu lançamento mundial, até maio de 2012.
    “A Petrobras Distribuidora já opera, desde 2009, no Rio de Janeiro, o Eletroposto, que permite a recarga rápida de veículos elétricos. O objetivo dessa nova parceria é avançar nos estudos, com a perspectiva de ampliar o serviço na rede de postos Petrobras”, afirmou José Lima de Andrade Neto, presidente da Petrobras Distribuidora.
    “A Nissan acredita na convivência perfeita entre o desenvolvimento e um planeta mais limpo. O Nissan LEAF é a prova que é possível a emissão zero de poluentes sem comprometer o conforto da mobilidade urbana”, afirmou François Dossa, diretor-geral da Nissan do Brasil. “Essa parceria com a Petrobras Distribuidora reforça nosso compromisso com desenvolvimento do Brasil, País onde viemos para ficar e que estamos investindo fortemente”, conclui.
     Nissan LEAF, primeiro veículo 100% elétrico comercializado em larga escala no mundo, no Posto do Futuro Petrobras, no Rio de Janeiro
    Posto do Futuro Petrobras – O Posto do Futuro Petrobras reúne tecnologias de interatividade com o consumidor desenvolvidas pela INTEL e dispõe de sistemas que garantem redução de 50% no consumo de água e 50% no consumo de luz, utilizando fontes de energia renováveis solar e eólica que colaboram para este fim.
    Nissan no Brasil – Crescendo significativamente nos últimos anos, a Nissan tem como objetivo atingir 5% de participação de mercado até 2014. Para isso, deve introduzir no mercado brasileiro dez novos produtos até 2016. Lançados em 2011, o Nissan March e o Nissan Versa marcaram a entrada da empresa nos dois segmentos de maior volume do mercado brasileiro, o de compactos e o de sedãs compactos. A Nissan do Brasil opera hoje com 145 lojas em todo o País, e tem planos de aumentar esse número para 239, até 2016. Há 10 anos produzindo em São José dos Pinhais, Paraná, a Nissan anunciou o investimento de R$ 2,6 bilhões para a construção de uma nova fábrica no País, em Resende, estado do Rio de Janeiro, prevista para entrar em operação em 2014 e com capacidade de produzir 200 mil carros por ano.
    Reforçando seu comprometimento com o País, a Nissan do Brasil será o patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016™ e dos Jogos Paralímpicos Rio 2016™ e do Comitê Olímpico Brasileiro na categoria Automóveis. Essa parceria contempla o fornecimento de cerca de 4.500 veículos de diversos tipos que irão atender às necessidades dos Jogos Olímpicos Rio 2016™ e do Time Brasil. Esta frota priorizará energia limpa (etanol ou eletricidade), apoiando os esforços do Comitê Organizador Rio 2016™ para atingir as metas de sustentabilidade dos Jogos.
    Gerência de Imprensa e Comunicação Interna
    Telefone: 55 (21) 2354-4856 e 2354-4979
    Plantão: 55 (21) 9719-8719 e (21) 7282-6767
     
c
Compor novo post
j
Próximo post/próximo comentário
k
Post anterior/comentário anterior
r
Responder
e
Editar
o
Mostrar/Ocultar Comentários
t
Ir para o Topo
l
Ir para o login
h
Mostrar / Esconder ajuda
shift + esc
Cancelar