Atualizações de Maio 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 29 maio

    Amanhã, 30 de maio, é dia de levantar a voz nas redes sociais pelo Futuro que Nós Queremos (http://www.ofuturoquenosqueremos.org.br) para o Planeta. Faltam apenas três semanas para a Rio+20 e ainda dá tempo de unir nossas forças.
    Convide seus amigos, parceiros e familiares a garantir resultados concretos para a maior Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável da História. As melhores mensagens serão divulgadas pela ONU no Brasil no mesmo dia.
    Estratégia de ação para quarta-feira (30/05):
    No Twitter use as hashtags #RioMais20#FutureWeWant e #eusounos e dê a sua mensagem sobre o Futuro que Nós Queremos.
    No Facebook, compartilhe as fotos e os vídeos da campanha. Acessem a galeria em:http://on.fb.me/MUdqsj
    Participe também pelo Google+ e pelo Youtube nos endereços http://gplus.to/ONUBrasilhttp://www.youtube.com/unicrio
    Contamos com você!

    [ Acesse este texto e a foto em http://www.onu.org.br/rio20/eusounos ]
     
  • 29 maio

    Acordo viabilizará a manutenção dos trabalhos científicos para preservação da reprodução dos cetáceos na região de Imbituba (SC) 

    29 de maio de 2012 – A nova parceria firmada entre Santos Brasil e a ONG Projeto Baleia Franca é uma evolução dos trabalhos conjuntos desenvolvidos durante as obras de ampliação do Tecon Imbituba, administrado pela Companhia. O sul de Santa Catarina abriga as baleias francas austrais (Eubalaena australis), que migram nos meses de inverno e primavera para o litoral da região para acasalar e procriar. Apesar de protegidas, as baleias francas ainda constam na lista de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. Com a ampliação da parceria, além de dar continuidade ao avistamento dos animais nas imediações do Tecon Imbituba, a Santos Brasil passa também a apoiar o projeto científico de preservação desenvolvido pela ONG. Os trabalhos englobam atividades de pesquisa e a conservação do habitat, monitoramento, controle populacional (como reconhecimento dos animais a partir da foto-identificação individual), programas de conscientização e formulação de políticas públicas com o objetivo de garantir a convivência harmoniosa entre a atividade comercial do porto e a presença das baleias francas.
    “A ONG Projeto Baleia Franca, responsável pela iniciativa de proteção dos animais em Santa Catarina, vem desde 1982 realizando atividades cujo objetivo é garantir a recuperação populacional dessa espécie em águas brasileiras“, explica a bióloga Karina Groch, diretora de Pesquisa da ONG Projeto Baleia Franca. Os primeiros anos de atividades, detalha Karina, consistiram principalmente de esforços para o levantamento de informações sobre a presença da espécie nas praias catarinenses. No final da década de 80, os primeiros levantamentos aéreos permitiram a obtenção de informações inéditas sobre a ocorrência e distribuição da espécie no sul do Brasil, e as primeiras evidências sobre a relação desta população com a que frequenta a Península Valdés, Argentina.
    Em 1998 o Projeto Baleia Franca estabeleceu o primeiro monitoramento sistemático a partir de pontos fixos localizados em terra ao longo do litoral centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo de obter informações sobre o uso de habitat e o comportamento das baleias francas na região. Face ao estabelecimento de atividades de turismo de observação embarcado de baleias francas em Santa Catarina, tornou-se necessário o desenvolvimento de um programa de monitoramento desta atividade com o intuito de avaliar possíveis impactos nas baleias francas resultantes das interações com as embarcações de turismo na APA (Área de Proteção Ambiental) da Baleia Franca.
    Apesar do Porto de Imbituba não estar incluído na área de proteção da baleia franca, o projeto do Tecon Imbituba está inserido no contexto de sustentabilidade desde a sua construção. A implantação do Programa de Monitoramento das Baleias Francas no Porto de Imbituba e adjacências, em 2009, proporcionou de forma inédita a integração harmoniosa das atividades alusivas ao desenvolvimento do Porto de Imbituba e a conservação das baleias francas na APA da Baleia Franca. “Em 2011, durante as etapas finais das obras civis de ampliação do Porto, expandimos as atividades, com o objetivo de estabelecer um o monitoramento e o acompanhamento em longo prazo das baleias francas nas áreas próximas ao Porto”, revela Karina.
    “A Santos Brasil teve preocupação em manter as características originais da região e preservar a convivência equilibrada com meio ambiente e a comunidade”, avalia Raquel Ogando, gerente de comunicação e responsabilidade social da Santos Brasil.
    Com base nos resultados deste monitoramento, o Projeto vem trabalhando junto às autoridades ambientais no sentido de aprimorar a gestão da atividade antrópicas na região, visando minimizar possíveis impactos às baleias francas e assegurando a conservação da espécie.
    A Santos Brasil, apoiadora da ONG, também promove ações internas e externas para preservação e conscientização ambiental com objetivo de contribuir para preservação nas áreas do entorno das suas operações e busca, essencialmente, diminuir os impactos da sua atividade no meio ambiente.
    Sobre a Santos Brasil
    A Santos Brasil é referência em operação de contêineres e logística. Criada há 14 anos para operar o Tecon Santos (SP), a empresa já investiu R$ 3,0 bilhões, calculados a valor presente, em aquisições, expansões, novos equipamentos, gestão e gente. Antecipando-se ao crescimento do fluxo de comércio internacional, a Santos Brasil colaborou significativamente para aumentar a capacidade logística portuária do País. A produtividade do Tecon Santos, por exemplo, é a mais alta do Brasil: média mensal de 80 MPH (movimentos por hora) e recorde histórico de 81,86 MPH (registrado em de abril 2012). Em janeiro de 2012, o Tecon Santos bateu a marca de 155,5 MPH na operação de um único navio. Além do Tecon Santos, a companhia opera mais dois terminais de contêineres (Vila do Conde -PA e Imbituba –SC) e um terminal de veículos (TEV) no Porto de Santos. Conta também com uma operadora logística e de cargas gerais, a Santos Brasil Logística, que atua de forma integrada aos terminais viabilizando o atendimento ao cliente em todas as etapas da cadeia logística do porto até o transporte e distribuição. Listada no nível 2 de governança corporativa, a Santos Brasil adota um modelo de crescimento contínuo e sustentável, que alia alto desempenho financeiro e operacional com preservação ambiental e responsabilidade social.
    Sobre o Projeto Baleia Franca
    Criado em 1982, o Projeto Baleia Franca tem como objetivo fundamental garantir a sobrevivência e a recuperação populacional da baleia franca em águas brasileiras. As atividades do projeto são desenvolvidas no Centro Nacional de Conservação da Baleia Franca, sede operacional, localizado na Praia de Itapiruba, norte de Santa Catarina. O Centro conta com um espaço de visitação, deck de observação de baleias, laboratório de pesquisa, escritórios administrativos, alojamento de pesquisadores e estagiários. O Centro Nacional de Conservação da Baleia Franca fica aberto para visitação de terça a domingo das 9h às 12h e das 13h às 17h.
    Redes sociais
    A Santos Brasil está no
    Facebook,Flickr, Twitter, YouTube

    Mais informações:

    Assessoria de comunicação:
    Elaine Silva
    Tels: (11) 3093-3610 / 7380-6081

    elaine.silva@tree.inf.br
    Leandro dos Santos Brasil
    Tels. (11) 3093-3602/ 7374-2335
     
  • 21 maio

    Reflexões Filosóficas sobre a Sustentabilidade 

    Caros leitores,
    Queremos saber quem são os professores de sociologia, filosofia e antropologia mais articulados da atualidade?
    Deixem aqui as suas indicações e nós iremos convidá-los para uma grande reflexão coletiva sobre temas relacionados com a sustentabilidade.
    Participem do movimento enviem sugestões vivianblaso@conversasustentavel.com.br
    Abraços,
    Vivian Blaso, Blog Conversa Sustentável
     
  • 21 maio

    Garagens Elétricas: o futuro da sustentabilidade 

    A busca por práticas sustentáveis movimenta o planeta. Hoje, garantir a preservação ambiental deixou de ser preocupação de poucos para se tornar global. Seguindo este conceito, empresas de todos os setores iniciaram esta busca e o mesmo ocorreu com a construção civil. Servindo de exemplo, a Construtora e Incorporadora BKO aplica, em todos os seus projetos, ações sustentáveis que se iniciam ainda no canteiro de obras e seguem durante todas as etapas. Em seus empreendimentos, tem inserido vagas adaptadas para carros e bicicletas elétricas nas garagens dos residenciais.
    Os carros elétricos ganharam força nos últimos anos graças aos inúmeros estudos das montadoras de veículos na busca pela melhor comercialização destes modelos. Com o poder de reduzir a emissão de gás carbônico, um dos grandes responsáveis pelo aquecimento global, estes veículos também são mais econômicos e silenciosos quando comparados a outros movidos a álcool ou gasolina.
    Os primeiros empreendimentos residenciais da BKO com vagas adaptadas a carros e bicicletas elétricas foram os modelos iGLOO que seguem o tripé Tecnologia, Sustentabilidade e Personalização. Hoje, outros empreendimentos como o Set Brooklin e o Vista 26 Campinas também possuem este benefício que, futuramente, será padrão em todos os projetos da construtora.
    Segundo Eduardo Batista, diretor comercial da BKO, os carros híbridos são tendência futura no país. “Mesmo que os carros elétricos ainda não sejam uma realidade comum, o Brasil deve estar preparado para o futuro e para as novas alternativas sustentáveis para o planeta”. Com projetos como estes, a BKO garante não apenas sustentabilidade, mas conforto e funcionalidade.
    As vagas especiais contam com sistema de recarga coletiva e as despesas serão rateadas entre todos do condomínio. A BKO acredita que o proprietário de carro elétrico merece essa vantagem que o incentiva a praticar ações como esta. Caso seja necessário, poderão também ser implantados medidores individuais em cada tomada.
    Além disso, os empreendimentos BKO disponibilizam bicicletas elétricas aos condôminos como mais um incentivo à sustentabilidade e, quem tiver sua própria bicicleta, também poderá recarregá-la.
    Outros projetos sustentáveis
    Este não é o único projeto ligado à sustentabilidade criado pela construtora. Com base em pesquisas, buscando economia financeira e preservação ambiental, outras medidas foram inseridas aos empreendimentos, como a troca de bacias comuns por outras que utilizam o sistema Dual Flush – permitindo uma maior economia de água –, torneiras com fechamento automático no térreo, iluminação com LED, bicicletário e janelas mais amplas que permitem maior iluminação e ventilação natural.
    Sobre a BKO
    Com soluções criativas e inovadoras, a BKO atua há mais 25 anos com construção e incorporação direcionada ao mercado de médio e alto padrão, destacando em seus projetos tecnologia, sustentabilidade e personalização. Conquistou prêmios importantes como o Top Imobiliário e Master Imobiliário e, hoje, está entre as 24 maiores construtoras do país. Reforça seus valores investindo em ações de responsabilidade socioambiental através de programas de qualidade (4D) e campanhas de apoio a práticas esportivas. Para mais informações, visite o site http://www.bko.com.br, o blog http://www.bko.com.br/bkool ou acesse o perfil da BKO nas principais redes sociais.
    Informações à imprensa:
    MarkeThings Comunicação e Eventos
    Inara Jacqueline – 11 5090-6133 – ramal 6113
    Giovanna Rodrigues – 11 5090-6138
     
  • 20 maio

    Comunicação para Sustentabilidade: Modismo ou Necessidade? 

    Por Vivian Blaso, Relações Públicas (CNP), Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), diretora da agência de Relações Públicas Conversa Sustentável, MBA em Gestão Estratégica de Marketing (UFMG) e Especialista em Sustentabilidade (FDC). Professora do curso de Publicidade e Propaganda e Pós-Graduação em Construções Sustentáveis (FAAP). 

    A partir dos movimentos globais pela sustentabilidade um novo ambiente regulatório vem se configurando e transformando a maneira das empresas de comunicar produtos e seus benefícios de maneira mais ética com linguagem e discursos condizentes com suas práticas empresarias priorizando a responsabilidade sócio ambiental.
    As ações comunicacionais com os stakeholdersdevem primar pela transparência e governança nas relações, adequar os conteúdos informativos sobre sustentabilidade com clareza priorizando a reputação de suas marcas em um ambiente cada vez mais interdependente.
    Ao considerarmos o mapeamento dos stakeholdersem qualquer processo que envolva a sustentabilidade, é necessário o envolvimento com o público interno, pois este tem o poder de aderir à causa. Segundo Kusch,o público interno é um público multiplicador. Tudo dependerá de seu engajamento na empresa, da credibilidade que esta desperta nele e da confiança que ele tem em seus produtos ou serviços. A comunicação interna permitirá que ele seja bem informado e que a organização antecipe respostas para suas expectativas (KUNSCH, 1997, p. 129).
    Nos processos de comunicação para a sustentabilidade a comunicação tem que engajar seus públicos emocionalmente e possuir uma linguagem acessível e compreensível em todos os aspectos que a empresa deseja comunicar. A partir daí a comunicação sustentável poderá gerar valor agregado para a empresa, pois passa a ser mais um fator de reconhecimento e valorização desta perante seus públicos de relacionamento.
    As empresas precisam ter consciência de que a sustentabilidade no seu real significado não é um modismo a ser adotado ou algo que vai se traduzir apenas em ganhos de negócios e de imagem positiva. Mas sim que se trata de algo bem mais complexo, envolvendo uma filosofia de gestão e um compromisso público dos mais relevantes (KUNSCH, 2009).
    A resolução Conar sobre propaganda verde e enganosa recentemente publicada no Brasil é uma iniciativa que visa a combater a propaganda enganosa com viés de sustentabilidade. A partir dessa regulamentação as empresas deverão comprovar que suas ações estão de acordo, do ponto de vista de normas para a sustentabilidade, com sua comunicação.
     A resolução ainda faz um alerta à publicidade institucional e de produtos e serviços que vêm utilizando excessivamente os termos e indicativos ambientais para fazer marketing verde ou Greenwashing e aponta que as empresas deverão considerar na comunicação de seus produtos ou serviços a veracidade das informações desde que sejam passíveis de verificação ou comprovação, exatidão das informações, pertinência, ou seja, as informações ambientais devem se referir aos produtos ou serviços vinculados à ação e não a uma linha de produtos ecológicos, por exemplo, e também a relevância do benefício ambiental em todo ciclo de vida útil, desde a sua produção até o seu descarte.
    Na condução das atividades da organização, é fundamental e absolutamente necessário que uma organização se paute segundo padrões éticos. Em contrapartida, a falta de ética nas organizações pode ferir a sua reputação e eficiência, podendo levá-las a perder sua credibilidade perante seus públicos (KUNSCH; OLIVEIRA, 2009, p. 204).
    As empresas do século XXI estão cada vez mais pressionadas a atender às exigências desse novo mercado, e os consumidores estão mais conscientes do seu poder de influência junto às organizações.
    As empresas que desejam comunicar adequadamente práticas, projetos ou ações de sustentabilidade deverão levar em consideração os seguintes aspectos: alinhar discurso e prática, ou seja, comunicar apenas o que realmente faz levando em consideração aspectos como transparência, governança, respeito à cultura local, informando o que seja relevante para os seus públicos de interesse com base no “triple boton line”; aspectos ambientais, sociais e econômicos conforme dimensões propostas pela sustentabilidade, por isso cuidado com o modismo e fique de olho na necessidade


     
  • 17 maio

    Como levar sustentabilidade para as empresas do futuro é o centro das discussões da ECO Business 2012 

    O perfil do consumidor brasileiro e da nova classe média, ferramentas para a implementação de tecnologias sustentáveis e o futuro das cidades serão discutidos e expostos na 5ª edição da ECO Business.

    O Brasil passa por um momento econômico ímpar, com o aumento do poder de compra da população e o crescimento da classe média, que consome mais e requer ações sustentáveis por parte das empresas. Esta movimentação foi recentemente confirmada por uma pesquisa da Nielsen Holdings, que mostrou que 66% dos consumidores preferem comprar produtos e serviços de empresas com programas de sustentabilidade e 46% deles não se importa em pagar mais por eles. Para auxiliar as empresas a se prepararem para atender a essa nova demanda, a ECO Business 2012 preparou um Congresso que alia discussões sobre o perfil do novo consumidor, as inovações tecnológicas para tornar as empresas sustentáveis e as tendências que viabilizam que as cidades sejam mais inteligentes.
    O evento, que será realizado de 14 a 16 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, é uma realização da MES Eventos, promovida pela Mastran Business Fairs e conta com a direção de conteúdo da GreenBusiness Brasil.
    O Congresso da ECO Buiness contará com mais de 30 palestras de grandes empresas, como  P&G, Basf, Camargo Correa e PepsiCo. “Estruturamos um congresso completo, que chega aos participantes em uma linha lógica de pensamento: o que os consumidores esperam, como as empresas podem atender a essa demanda e, finalizando, novas iniciativas que tornam nossas cidades lugares melhores para viver”, disse Gui Brammer diretor de conteúdo do Congresso.
    Hoje em dia muitas empresas já têm uma nova postura com relação aos modelos tradicionais de comércio e consumo, e ações de sustentabilidade, corwdsourcing e open inovation fazem parte de seu cotidiano. Durante o evento, essas companhias auxiliarão outras a entenderem essa mudança rumo a uma economia global sustentável e se posicionarem diante dela. “Ao longo dos três dias da ECO Business, os participantes do congresso estarão focados na compreensão do papel das marcas na formação de um futuro próspero”, afirmou Ricardo Guggisberg, diretor da ECOBusiness, “Será um encontro entre as empresas lideres de amanhã”, completou.
    As palestras foram organizadas em três temas, sendo que cada um será desenvolvido em um dia do evento. No dia 14 o foco será o Perfil do Novo Consumidor Brasileiro, assunto debatido por especialistas como Johnny Wei, diretor da Locomotiva Negócios Emergentes e representante do C.K. Prahalad no Brasil e Carla Mayumi, diretora da agência BOX 1824, responsável pela pesquisa O Sonho Brasileiro. Além desses keynotes, o dia também contará com a participação de Gabriela Onofre (P&G), Claudia pires (PepsiCo), Denise Alves (Natura), Fabio Lavezo (Camargo Correa) e Leandro Farina (Celulos Irani), que irão expor cases sobre como suas empresas estão abordando este novo consumidor.
    No segundo dia da ECO Business, o tema será as Ferramentas para a Implementação de Sustentabilidade nas Empresas. Neste dia participarão Sonia Chapman (Basf), Luis Serafim (3M), Sérgio Cintra (Metalsinter), Alexander Van Paris Piergilli (Ecossistemas) e Fabíola Grzybowski (MARS), que mostrarão cases sobre como trazer inovações para sustentabilidade às companhias de maneira efetiva. Além dos executivos, a keynote Vivian Blaso, da Conversa Sustentável, palestrará sobre as tendências para o Brasil das construções verdes e os benefícios que estas podem gerar para as plantas industriais.
    O último dia do Congresso terá como centro das discussões o futuro das cidades brasileiras e como torná-las mais inteligentes, por meio de ações de consumo colaborativo e economia criativa. Personalidades como Gilberto Dimenstein (Folha e Catraca Livre), Rachel Biderman, Lincoln Paiva (Mobilidade Urbana)  e Fabio Mestriner (ESPM) falarão sobre como as empresas podem se adaptar a essas tendências. Os executivos que atuam com o conceito de consumo colaborativo, Gui Brammer (DescolaAi.com), Marcio Nigro (Caronetas), Fernando Fernandes (Sautil) e Felipe Barroso (ZazCar) abordarão temas sobre Consumo Colaborativo e como a população brasileira está aderindo a esse movimento.
    Além do Congresso, a ECO Business 2012 também sediará uma feira onde as empresas que desenvolveram soluções sustentáveis irão expor suas tecnologias, maquinários e cases ao público.
    Veículos Elétricos 2012
    Paralelamente à ECOBusiness, será realizado o VE 2012 – Salão Latino Americano de Veículos Elétricos e Componentes. O evento pretende promover o desenvolvimento, demonstração, comercialização e utilização de veículos elétricos no país, intensificando o posicionamento do segmento no Brasil e na América do Sul.
    Feira e Simpósio marcam o VE, que visa também a ampliação do conhecimento do mercado sobre as oportunidades existentes nos negócios que envolvem veículos elétricos, modalidade de transporte que vem aumentando em todo mundo.
    Vamos de Metrô
    Para facilitar a locomoção de visitantes, expositores e palestrantes, a ECOBusiness e o VE contarão com o sistema “Vamos de Metrô”. Ônibus elétricos farão o translado gratuito dos participantes dos dois eventos do metrô Jabaquara até o Centro de Exposições Imigrantes.
    Sobre a Mastran Business Fairs
    A Mastran Business Fairs é uma empresa de consultoria, planejamento e promoção de Feiras de negócios e Congressos, que atua em diversos setores da economia. Além de estar presente no mercado nacional, a Mastran desenvolve adaptação de feiras internacionais para o mercado brasileiro e Latino Americano, criando parcerias estratégicas internacionais de longo prazo. A empresa é dirigida por Marco Antonio Mastrandonakis, Vice-Presidente do Conselho de Administração da UBRAFE – Associação Brasileira dos Promotores de Feiras e Eventos.
    Sobre a MES Eventos
    Com uma proposta inovadora, a MES Eventos planeja, cria, produz e viabiliza eventos que têm foco no desenvolvimento sustentável e ações sociais que ajudam a disseminar a cultura da sustentabilidade no mundo corporativo. Com mais de 15 anos de experiência na área, a empresa tem como diretor presidente, o executivo Ricardo Guggisberg, empresário que gerenciou grandes eventos como a Expo celular e que idealizou a ECO Business.
    Sobre a GreenBusiness
    Comandada por Guilherme Brammer, a GreenBusiness é uma holding focada em Negócios Sustentáveis, baseados nos conceitos de Economia Criativa e Negócios Sociais, e concentra quatro unidades de negócios: gestão de resíduos, consumo colaborativo, negócios sociais e inovação.
    ECO Business 2012
    Data: 14 a 16 de agosto de 2012
    Horário: das 10 às 20 h
    Centro de Convenções Imigrantes – Pavilhão Canelinha
    Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5
    Interessados em apresentar projetos ou obter informações sobre a feira devem entrar em contato com a Mastran Fairs no fone: 11.33710901 ou através da área de contato do site.
    Informações para imprensa:
    Fernanda Dalla Costa
    (11) 6812-4748
     
  • 14 maio

    ONU lança campanha ‘Eu sou Nós’ para sociedade brasileira participar da Rio+20 

    A partir de hoje (14/05), todos os brasileiros podem participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) enviando textos, fotos ou vídeos para o site O Futuro que Queremos. Para incentivar o compartilhamento de ideias, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Comitê Nacional Organizador (CNO) do evento e parceiros lançaram a campanha Eu sou Nós. As contribuições serão exibidas na internet e numa exposição durante a Cúpula dos Povos.
    “É uma forma de escutar as pessoas, para que não seja só uma conferência de Chefes de Estado e de Governo, mas que envolva a população”, explica o Diretor do UNIC Rio, Giancarlo Summa. As peças publicitárias serão exibidas em TV, rádio, jornais, revistas e em outros tipos de plataformas. “Há um grande investimento em internet porque o Brasil é um dos países com maior quantidade de habitantes conectados.”
    A partir de hoje (14/05), todos os brasileiros podem participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) enviando textos, fotos ou vídeos para o site O Futuro que Queremos. Para incentivar o compartilhamento de ideias, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Comitê Nacional Organizador (CNO) do evento e parceiros lançaram a campanha Eu sou Nós. As contribuições serão exibidas na internet e numa exposição durante a Cúpula dos Povos.
    “É uma forma de escutar as pessoas, para que não seja só uma conferência de Chefes de Estado e de Governo, mas que envolva a população”, explica o Diretor do UNIC Rio, Giancarlo Summa. As peças publicitárias serão exibidas em TV, rádio, jornais, revistas e em outros tipos de plataformas. “Há um grande investimento em internet porque o Brasil é um dos países com maior quantidade de habitantes conectados.”
    Com o conceito desenvolvido pelo Grupo Ogilvy, a campanha conta com a participação de anônimos e famosos, como Gisele Bündchen, Ronaldo, Paulo Coelho, Vik Muniz, MV Bill e Oscar Niemeyer. “A ideia central é fazer com que as pessoas abram mão da própria identidade, comecem a pensar coletivamente e participem da conversa mais importante da história”, explica o Presidente do Grupo no Brasil, Sérgio Amado.
    Também participaram desta iniciativa a Conspiração Filmes, que produziu os filmes da campanha dirigidos por Daniel Lieff; a YB que produziu uma trilha inédita para os filmes; e Gustavo Malheiros, que foi o responsável por fotografar todos os anúncios da conversa, com produção de Fernanda Gallardo.
    O evento realizado no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, foi transmitido ao vivo pela internet. Para acessar a íntegra do áudio, clique aqui.
    Para assistir a outros vídeos da campanha, acesse http://www.youtube.com/unicrio
    Para ver os cartazes, clique aqui. Ou acesse em imagens, separadamente, clicando aqui. Baixa fotos do evento de hoje clicando aqui (crédito: UNIC Rio/Pieter Zalis).
    Para participar da maior conversa global, acesse o site ofuturoquenosqueremos.org.br


    Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil | UNIC Rio
    website: http://www.unicrio.org.br | email: unic.brazil@unic.org
    tel.: +55(21) 2253-2211 | fax: +55(21) 2233-5753
     
  • 14 maio

    O futuro será como nós quisermos que ele seja | Rio+20 

     
  • 13 maio

    “Segmentação de mercado e consumidores verdes” 

    Por Vivian Blaso, Relações Públicas (CNP), Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), diretora da agência de Relações Públicas Conversa Sustentável, MBA em Gestão Estratégica de Marketing (UFMG) e Especialista em Sustentabilidade (FDC). Professora do curso de Publicidade e Propaganda e Pós-Graduação em Construções Sustentáveis (FAAP).

    A segmentação em marketing passou a ser a estratégia mais importante dentro do planejamento no alcance de seus resultados e hoje com Budgets cada vez mais enxutos é preciso procurar mais assertividade nas estratégias de comunicação na busca por resultados imediatos solicitados pelas empresas.Entretanto, não basta microssegmentar a comunicação é preciso entender a linguagem, a forma, o conteúdo e para isso, é necessário um profundo conhecimento dos hábitos dos seus consumidores.
    Hoje, devemos pesquisar, em profundidade os consumidores, o que de fato influencia seus comportamentos de compra? Quais as variáveis são levadas em consideração em função da escolha que eles fazem sob determinadas marcas?
    No âmbito de consumidores verdes, por exemplo, é preciso adotar posturas consistentes na direção do marketing verde, ou seja, respeito aos sentimentos dos consumidores que apresentam comportamento de consumo sofisticados e muitas vezes são motivados a promoção de mudança e a valorização das questões ambientais, econômicas e sociais nas decisões de compra.
    Marketing verde aqui, não deve ser lido como greenwashing, ou seja, inconsistência técnica entre conteúdo e prática organizacional ou sob aspectos ecológicos que vem colocando em cheque a reputação das empresas no mercado, marketing verde nessa configuração se apresenta como uma nova forma de segmentação de mercado pautado por valores de cidadania, consciência e inovação.
    Segundo Proença, Reinaldo (2011) pode se dizer que diante desse novo contexto, nasceu um novo consumidor, o consumidor verde, ou seja, aquele que tem preocupação em proteger o meio ambiente, cujo seu comportamento de compra é influenciado pelos processos de fabricação dos produtos, os desperdícios relacionados, descarte e vida útil e estes consumidores em paralelo  avaliam o desempenho  dos produtos e o preço.
    Hoje, os indivíduos, cada vez mais, buscam fazer parte de uma rede de relações que lhes proporcione a satisfação das suas necessidades, o que provoca um distanciamento e um isolamento em função da realização pessoal, e de seu crescimento individual. Assim, Bauman apresenta o “consumismo” como um tipo de arranjo social resultante da reciclagem de vontades, desejos e anseios humanos rotineiros, que impulsiona e coordena a estratificação social, definindo grupos e políticas de vida individuais.
    A partir dessa perspectiva a sociedade, foi se organizando para trabalhar e consumir serviços do tipo “faça você mesmo” de maneira individual, aos arredores dos shoppings centers, das ruas especializadas em comércio e serviços acessíveis para as chamadas elites que, nas cidades, onde geralmente têm localização privilegiada a serviços e à infraestrutura que as chamadas classes mais populares, ou as que ficam nas periferias das cidades, não têm.
    A segmentação em marketing passou a ser essencial nas estratégias de comunicação das marcas, pois os indivíduos se comportam de maneiras distintas quando estão em certos grupos ou quando estão em outros  buscando o pertencimento e maneiras de se identificar com aqueles membros migrando suas identidades a cada nova possibilidade de interação social, ou de sociabilidade seja através das redes sociais na Web 2.0 ou em tribos das quais ele se relaciona.
    Muitas vezes as empresas acabam se perdendo em suas estratégias de segmentação e posicionamento, porque querem que seus produtos ou serviços sejam para qualquer pessoa, ora, como criar uma estratégia de comunicação com identidades cada vez mais fragmentadas na sociedade pós-moderna?
    Stuar Hall, 2006 já apontava que o sujeito da pós-modernidade constrói identidades fragmentadas, algumas vezes contraditórias ou não resolvidas. Para o autor, o sujeito assume identidades diferentes em diferentes momentos o que caracteriza a sociedade moderna como uma sociedade em constante mudança, e o que acaba provocando um deslocamento nas centralidades de poder. Com isso, nenhuma identidade singular – por exemplo, de classe social – podia alinhar todas as diferentes identidades com uma “identidade mestra” única, abrangente, na qual se pudesse, de forma segura, basear uma política.
    Este admirável mundo novo, permite aos profissionais de comunicação e marketing pensarem fora da caixa, entrar nos universos mais profundos das mentes dos consumidores que agora mais do nunca tem a capacidade de mergulhar interagir, falar o que pensam e fazem no seu dia a dia e as suas experiências com suas marcas consumidas, trata-se de uma nova forma de poder.
     
  • 10 maio

    Idec e Alana cobram posicionamento do governo pela regulação da publicidade à criança 

    Para o cumprimento das recomendações da OPAS, as organizações enviam carta aos Ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, à Anvisa e ao Conselho Nacional de Saúde. OPAS também informa o governo sobre as novas recomendações
    O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e Instituto Alana enviam, nesta quinta-feira (10/05), uma carta a autoridades do governo e parlamentares, com o objetivo de ressaltar a importância de que sejam levadas em consideração as recomendações da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) sobre a promoção e a publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas para crianças, conforme documento lançado em abril.
    Desde 2005, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece a comercialização de alimentos não saudáveis para a população infantil como um fator que contribui para o aumento dos níveis de obesidade e sobrepeso. Embora alguns acordos diretos com empresas do setor alimentício tenham sido fechados, o órgão tem ressaltado que cabe aos governos a responsabilidade de garantir a tomada de medidas efetivas.
    A primeira das 13 principais recomendações da OPAS estabelece que o Ministério da Saúde, por meio de seus órgãos institucionais, assuma a responsabilidade pelo processo de regulação da promoção e da publicidade de alimentos.
    “Como meta de diminuir o risco à saúde, o documento lista ações concretas a serem adotadas pelo Estado, para consolidar uma política regulatória e não mais voluntária, que reduza a exposição de crianças à publicidade de alimentos com elevado teor de gordura, açúcar ou sal, de forma a garantir a segurança e a saúde desse público vulnerável, assim como determina o Código de Defesa do Consumidor”, salienta a advogada do Idec, Mariana Ferraz.
    Isabella Henriques, diretora de Defesa do Instituto Alana, reforça a importância da primeira recomendação da OPAS, que estabelece que o Ministério da Saúde, por meio de seus aparelhos institucionais, assuma a responsabilidade pelo processo de regulação da promoção e da publicidade de alimentos. “Esse ponto fortalece iniciativas como a Resolução nº 24 da Anvisa, de 2010, que determina que a publicidade de alimentos com alto teor de sódio, gorduras e açúcar seja acompanhada de alertas para possíveis riscos à saúde no caso de consumo excessivo”, diz Isabella. Hoje a norma encontra-se suspensa por decisão da Justiça para empresas associadas a algumas entidades, como a ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos).
    Agora, o Idec e Alana aguardam manifestação das autoridades sobre as providências que serão tomadas. A carta foi endereçada aos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ao Conselho Nacional de Saúde (CNS). A reivindicação também foi comunicada a órgãos de assessoramento das autoridades, tais como o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), à Comissão Intersetorial de Alimentação e Nutrição do CNS (CIAN/CNS) e aos parlamentares.
    Recomendações OPAS
    A Organização Pan-Americana de Saúde lançou no dia 29 de abril de 2012 um documento recomendatório sobre a promoção e a publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas para crianças nas Américas.
    O documento resume o trabalho da Consulta de Especialistas reunidos pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), em 12 e 13 de maio de 2011, na sede da OPAS, Washington, D.C., EUA.
    O objetivo da referida consulta de especialistas foi formular recomendações de políticas concretas aos Estados Membros com base nas recomendações aprovadas pela Assembleia Mundial de Saúde, em maio de 2010 (Resolução WHA63/14).
    Nesse processo consultivo, o Brasil foi representado por integrantes da Anvisa, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e do Instituto Alana (Projeto Criança e Consumo). Especialistas, autoridades e organizações do México, dos Estados Unidos, do Canadá, do Peru, do Chile, da Costa Rica e da Argentina também participaram da elaboração do documento.
    Em resumo, as recomendações são traduzidas nos 13 itens abaixo:
    1. Desenvolver uma política acerca da promoção e da publicidade de alimentos para crianças junto com o Ministério da Saúde ou com um departamento, agência ou instituto associado, assumindo a responsabilidade pelo processo.
    2. Adotar como objetivo a política de reduzir a exposição infantil à promoção e à publicidade de alimentos com elevado teor de gordura, açúcar ou sal, com a meta de diminuir os riscos à saúde das crianças.
    3. Iniciar o processo de implementação da política, desenvolvendo e mantendo consenso dentro do governo sobre a necessidade da referida política.
    4. Envolver outras partes interessadas para ampliar o conhecimento e conscientização do impacto adverso do marketing de alimentos sobre as crianças.
    5. Reunir um SWG – Stakeholder Working Group (grupo de trabalho de partes interessadas) liderado pelo governo como a entidade responsável pelo desenvolvimento de políticas.
    6. Solicitar que o SWG defina o escopo das políticas em termos do significado de cada elemento da “promoção e da publicidade de alimentos para crianças”, definido pelo Grupo da Consulta de Especialistas nas Recomendações 7–10.
    7. A definição de “promoção” deve abarcar todas as técnicas de marketing por meio de todos os canais de comunicação, inclusive mensagens divulgadas em escolas e outros locais frequentados pelas crianças.
    8. A promoção e a publicidade “para” crianças devem ser definidas como aquelas direcionadas exclusivamente para crianças, com apelo especial para elas e, na mídia mensurada, aquelas dirigidas a adultos, mas assistidas por crianças.
    9. A palavra “Crianças” deve ser definida como pessoas com menos de 16 anos de idade.
    10. A palavra “Alimentos” deve ser definida de modo a incluir tanto alimentos que devem ser comercializados (alimentos que as crianças devem consumir mais em uma dieta saudável),  como alimentos que devem ser banidos, segundo os critérios de nutrientes máximos aceitáveis, detalhados na presente recomendação.
    11. Concretizar as ações acima mencionadas em um prazo de, no máximo, 18 meses.
    12. Implementar a política por meio de disposições legais.
    13. Designar um órgão para monitorar, utilizando um conjunto uniforme de indicadores, os efeitos e a eficácia das políticas sobre a exposição de crianças à promoção e à publicidade.
                A íntegra do documento, seus detalhamentos e justificativas podem também serem obtidas através do site: http://www.paho.org/sde/healthyeating
    Sobre o Idec
    O Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor é uma organização não governamental, sem fins lucrativos e sem vínculo com empresas, governos ou partidos políticos. Fundado em 1987, com sede em São Paulo, Brasil, possui um histórico de expressivas contribuições para a regulação e consolidação dos direitos dos consumidores no país. Contando com apoio de seus associados (pessoas físicas apenas) e de instituições de cooperação internacional, tem forte atuação na formação de políticas públicas, na educação para o consumo e produção de informações relevantes por meio de estudos e avaliações de produtos e serviços que realiza com frequência.
    Sobre o Instituto Alana
    O Instituto Alana é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que trabalha em várias frentes para encontrar caminhos transformadores que honrem as crianças, garantindo seu desenvolvimento pleno em um ambiente de bem-estar. Com projetos inovadores, que vão desde a ação direta na educação infantil e o investimento na formação de educadores até a promoção de debates para a conscientização da sociedade, o Instituto Alana tem o futuro das crianças como prioridade absoluta.
    Assessoria de Imprensa Idec
    Arlete Rodrigues
    (11) 3874-2162 / 2161
    Assessoria de imprensa Alana:
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    Gisele Simões – gisele.simoes@2pro.com.br
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    Júlia Magalhães – julia@alana.org.br

    (11) 7638.8016

     
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