Atualizações de novembro 2015 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 25 nov

    O futuro em 4D 

    Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Life Coach e Leader Coach. Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais  na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora e autora do Blog http://www.conversasustentavel.com.br.

    Contato: vivianblaso@conversasustentavel.com.br

    Diante da banalidade do mal que apavora o século XXI, nunca foi tão necessária a reivindicação por uma ética planetária que religue natureza, humanismo e democracia.

    A aposta está no futuro? O futuro já está dado?

    O que será das próximas gerações diante das barbáries humanas que nos afastam da condição de sujeitos, do espírito da coletividade e da vida nas relações comunitárias?

    É preciso desacelerar, desapegar, descompartimentalizar e desterritorializar.

    O futuro em 4D seria a aposta para o futuro da humanidade?

    Desacelerar implica contemplar, reintegrar a vida à natureza, à cultura, às artes, às ciências e à literatura. Desacelerar é seguir na contramão da sociedade 24X7 (vinte quatro horas por dia, sete dias por semana).

    Desapegar significa simplificar. Para que tantos artefatos tecnológicos se o que fazemos com eles tem levado os homens a um controle ilusório sobre a natureza e a ciência, que já nos provaram ser incapazes de lidar com as questões mais igualitárias e equitativas da vida?

    Descompartimentalizar os saberes significa mestiçar, colorir, religar, reintegrar as áreas que estão fragmentadas e precisam ser reinseridas à teia complexa da vida. A vida que requer mais complexidade para lidar com ordem, desordem, organização, reorganização, bifurcação.

    E finalmente desterritorializar, que implica mudar a noção de territórios. É preciso agir em rede e não abater aviões, enviar mísseis para territórios que não aguentam mais a guerra.

    Já estamos na 3ª guerra mundial?

    Essa guerra não é uma guerra apenas para a reivindicação de territórios porque já não são mais configurados como nos séculos 19 e 20. Os territórios são virtuais, reticulares e interdependentes. Atrelados economicamente à vida e ao poder dos donos do mundo. Desterritorializar significa que o território dizimado e poluído pelo conglomerado Vale do Rio Doce não é e nunca foi só de Mariana, em Minas Gerais; é do Brasil, é do mundo, é o planeta.

    O mal que mata me conforta, já dizia Michel Serres, na reivindicação de um novo homem capaz de hominescer, ou seja, se reinventar para reivindicar a vida no planeta.

    Reivindicar uma ética planetária significa restabelecer a moral que foi perdida em uma grande massa amorfa, inerte, que hoje parece ser incapaz de se conectar com o próprio sentido de existência humana no planeta.

    Já sabemos que chegamos a essa condição. O mal está na terra entre os homens, incapazes de se conectar consigo e com os outros, que recorrem a Deus para abater, matar, excluir e intolerar o outro.

    O que nos resta é aprender e compreender que o outro somos nós.

     
  • 8 nov

    Rejeito: reflexão sobre o rompimento da Barragem da Samarco 

     Para este momento trágico, causado pela ambição humana,nada como uma belíssima poesia do nosso querido Poeta, Sr. Atalir, para epitomizar o nosso sentimento.
    Faço aqui, Caro amigo, um pedido para que a sua mensagem seja compartilhada em outras Redes Sociais e até mesmo em outras Mídias (jornais, TV, etc.)
    Todo lenitivo é muito Bem-Vindo para esta triste realidade de tantas “Marianas” no Mundo!
    Um abraço! Atalir Ávila de Souza, poeta, advogado e pai da autora do Blog Conversa Sustentável.

    Rejeito

    Rejeito rejeição,

    O inaceitável.

    O rejeito que mata:

    A mata nativa

    Numa avalanche

    De terror

    Ceifando vidas,

    Devastação!

    Vidas na sua origem

    O seu produto final.

    Mata, e mata cada vez mais.

    Produzindo armas

    Além-mar.

    Rejeito, o sangue da terra

    De cores coagulantes

    Impróprias à vida!

    Só mata

    A mata

    Num egoísmo inconsequente?

    Não, continua matando muita gente,

    Mata a clorofila do amor!

    Belo Horizonte, 06/11/2015- Atalir Ávila

     
  • 4 nov

    Klabin é eleita a empresa com melhor prática de Gestão do Capital Natural pelo Carbon Disclosure Project (CDP) 

    A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, foi reconhecida na manhã desta quarta-feira, dia 4, como a empresa que possui a melhor prática de Gestão do Capital Natural na edição 2015 do Carbon Disclosure Project (CDP) Latin America. O anúncio foi feito durante o lançamento do Relatório do Brasil 2015: Climate, Water e Forest, em cerimônia no Insper, em São Paulo.


    A inédita iniciativa reuniu experiências relacionadas à Gestão de Riscos Hídricos, Uso de Preço Interno de Carbono e Gestão do Capital Natural das 20 empresas melhor pontuadas de acordo com a metodologia de avaliação do CDP. Dentre as empresas, a Klabin se destacou pelos resultados alcançados na Gestão do Capital Natural: 100% de certificação das florestas plantadas e meta para certificar todos os fornecedores em três anos, aumento de 3% no reuso de água; 86,5% de fontes renováveis de energia, redução de 55,6% de emissão de gases do efeito estufa nos últimos 10 anos e ainda a diminuição de 94 mil toneladas por ano do consumo de óleo combustível com economia de emissão de 290 mil toneladas de CO² por ano.


    “Para a Klabin, gerir capital natural é gerir o patrimônio socioambiental e garantir perenidade e prosperidade aos territórios e populações que neles interagem. Quando a Klabin alcança resultados tão expressivos de gestão do capital natural, garante, entre outros ganhos, a manutenção da biodiversidade de um dos biomas mais afetados pelo desenvolvimento humano, a Mata Atlântica e, assim, comprova que é possível alcançar o equilíbrio entre a intervenção humana e os sistemas naturais”, afirma Carime Kanbour, gerente de Gestão de Sustentabilidade e Comunicação da Klabin.


     A escolha reuniu integrantes do Conselho Técnico-Consultivo do CDP em uma Comissão Julgadora. Esse grupo foi formado por representantes de investidores, especialistas, entidades de classe, organizações empresariais e da academia.

     

    Sobre a Klabin

    A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, é líder na produção de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado, sacos industriais e madeira em toras. Fundada em 1899, possui atualmente 14 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina. Está organizada em três unidades de negócios: Florestal, Papéis (papel cartão, papel kraft e reciclados) e Conversão (papelão ondulado e sacos industriais).

     

    Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. A Klabin integra, desde 2014, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.

     

    Saiba mais em http://www.klabin.com.br

     
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