Atualizações de setembro 2015 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 21 set

    Começa sexta-feira (25) a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável 

    Cerca de 150 líderes mundiais devem participar da Cúpula, que acontece na sede da ONU em Nova York, com o objetivo de adotar uma nova agenda de desenvolvimento sustentável.

     

    Mais de 150 líderes mundiais são esperados para participar na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontece entre 25 e 27 de setembro na sede da ONU em Nova York, para adotar formalmente uma nova agenda de desenvolvimento sustentável. Esta agenda servirá como plataforma de ação da comunidade internacional e dos governos nacionais na promoção da prosperidade comum e do bem-estar para todos ao longo dos próximos 15 anos.

    Em uma declaração emitida após o consenso alcançado pelos Estados-membros sobre o documento final da Cúpula, em 2 de agosto, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse: “[O acordo] abrange uma agenda universal, transformadora e integrada que anuncia um momento decisivo histórico para nosso mundo”.

    “Esta é a Agenda do Povo, um plano de ação para acabar com a pobreza em todas as suas dimensões, de forma irreversível, em todos os lugares, não deixando ninguém para trás”, disse.

    Acordada pelos 193 Estados-membros da ONU, a agenda proposta, intitulada “Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, consiste de uma Declaração, 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas, uma seção sobre meios de implementação e uma renovada parceria mundial, além de um mecanismo para avaliação e acompanhamento.

    A agenda é única em seu apelo por ação a todos os países – pobres, ricos e de renda média. Ela reconhece que acabar com a pobreza deve caminhar lado a lado com um plano que promova o crescimento econômico e responda a uma gama de necessidades sociais, incluindo educação, saúde, proteção social e oportunidades de trabalho, ao mesmo tempo em que aborda as mudanças climáticas e proteção ambiental. Ela também cobre questões como desigualdade, infraestrutura, energia, consumo, biodiversidade, oceanos e industrialização.

    A nova agenda de desenvolvimento sustentável se enquadra no êxito do resultado da Conferência sobre o Financiamento para o Desenvolvimento, recentemente concluída em Adis Abeba (Etiópia). Espera-se que ela também afete positivamente as negociações sobre um novo acordo climático significativo e universal, que acontecerá em Paris (França), em dezembro deste ano.

    Processo Intergovernamental rumo à Ação Global para as Pessoas e o Planeta

    Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que produziram o mais bem-sucedido movimento antipobreza da História, serve como um trampolim para a nova agenda de desenvolvimento sustentável que será adotada por líderes mundiais.

    Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992 – a Cúpula da Terra – no Rio de Janeiro, o mundo identificou um novo caminho para o bem-estar humano, o do desenvolvimento sustentável. O conceito de desenvolvimento sustentável, apresentado na Agenda 21, reconhece que o desenvolvimento econômico deve ser equilibrado com um crescimento que responda às necessidades das pessoas e proteja o meio ambiente.

    A nova agenda de desenvolvimento sustentável baseia-se no resultado da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável de 2002, da Cúpula de 2010 sobre os ODM, o resultado da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável de 2012 (Rio+20) e os pontos de vista de pessoas em todo o mundo.

    Reconhecendo os sucessos dos ODM, os países concordaram sobre “O futuro que Queremos” – o documento final do Rio+20 – para estabelecer um grupo de trabalho aberto para elaborar um conjunto de metas de desenvolvimento sustentável para consideração e ação apropriada. Depois de mais de um ano de deliberações consultivas abrangentes e intensivas, o Grupo de Trabalho Aberto propôs 17 objetivos específicos com 169 metas associadas.

    As negociações intergovernamentais sobre a composição das metas durou mais de dois anos e incluiu numerosas contribuições da sociedade civil e outras partes interessadas. As consultas inclusivas e transparentes levaram ao alcance de um consenso em 2 de agosto do documento final para a nova agenda de desenvolvimento sustentável.

    A nova agenda será oficialmente adotada pelos líderes mundiais na Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontece nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2015.

    Mais informações sobre a agenda de desenvolvimento pós-2015, os ODS e a Cúpula: http://nacoesunidas.org/pos2015/

    Informações para a imprensa: http://nacoesunidas.org/pos2015/imprensa/ 

     
  • 10 set

    AkzoNobel é primeiro lugar no índice Dow Jones de Sustentabilidade pelo quarto ano consecutivo     

    A AkzoNobel, líder global no mercado de tintas e revestimentos e uma das principais fabricantes de especialidades químicas no mundo, garantiu pela quarta vez consecutiva o primeiro lugar no índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), publicado hoje, competindo com mais de 350 empresas na categoria Materiais Industriais.

    “Este resultado reforça o que acreditamos, que a sustentabilidade deve estar em sintonia com nossa estratégia de negócios. Também nos mostra que estamos no caminho certo e continuaremos focados no desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis, em parceria com nossos clientes”, afirma Heder Frigo, Diretor da AkzoNobel no Brasil.

    Este é o décimo ano consecutivo no qual a AkzoNobel está entre as três primeiras colocadas do ranking e está alinhado com a meta de ter 20% de sua receita destinada ao desenvolvimento de soluções sustentáveis até 2020. O índice desempenha um papel importante na concretização deste objetivo, já que dá sustentação à determinação da companhia em implementar de forma eficaz sua estratégia Planet Possible, disponível no link: https://www.akzonobel.com/sustainability/planet_possible/.

     
  • 1 set

    CTE lança publicação “Sustentabilidade: tendências na construção brasileira 2015” 

    Nos últimos anos a preocupação com a sustentabilidade da construção civil vem aumentando no Brasil. A maneira tradicional de se construir, sem levar em consideração a água, energia, materiais, resíduos, poluição, está sendo ultrapassada pela iminente necessidade de se fazer um projeto ambientalmente correto. Empreendimentos de diferentes tipologias estão sendo construídos com a adoção de práticas sustentáveis e registra-se um aumento na busca pela certificação de sustentabilidade em diferentes regiões do país.

    As novas tecnologias a serviço destas edificações também estão sendo aperfeiçoadas à medida que a procura por esse modelo construtivo mais sustentável tem aumentado no país. Com o objetivo de gerarem o mínimo de desperdício e o máximo de aproveitamento dos recursos naturais, essas tecnologias proporcionam reais vantagens competitivas para aqueles que adotam amplamente o conceito de sustentabilidade nas edificações.

    Refletindo sobre os impactos da construção e essa nova realidade do mercado da construção sustentável, o CTE (empresa especializada em consultoria no setor da construção civil) e a Criactive (empresa especializada em pesquisas mercadológicas no segmento da construção civil) uniram suas competências para realizar uma pesquisa de âmbito nacional para entender como os empreendimentos brasileiros que estão em processo de certificação ambiental e os que já obtiveram os certificados atenderam aos vários quesitos sustentáveis e quais sistemas e tecnologias utilizaram para isso.

     

    PUBLICAÇÃO

    Os resultados dessa pesquisa estão compilados na publicação “Sustentabilidade: Tendências na construção brasileira 2015”, que contempla nove tópicos, nos quais estão distribuídos os dados coletados nesta pesquisa e são analisadas as principais informações:

    1. A evolução da sustentabilidade nas edificações – traz uma retrospectiva dos principais eventos e conceitos que marcaram a sustentabilidade e sua relação com as edificações no mundo e no Brasil nas últimas décadas.

    2. A pesquisa – apresenta o foco, as etapas, a metodologia e a abrangência da pesquisa realizada entre as empresas.

    3. Entendendo os empreendimentos – detalha o perfil das edificações pesquisadas, incluindo tipologias, fases da obra, metragem e localização.

    4. Certificação ambiental de edificações – trata do cenário brasileiro de certificações ambientais de edificações, principalmente do selo LEED e AQUA.

    5. Importância do terreno para um empreendimento sustentável – aborda as estratégias de seleção de terreno e soluções de mobilidade urbana.

    6. O uso eficiente da água – trata de equipamentos, soluções e recursos alternativos para maior conservação e menor consumo de água em edificações.

    7. Gestão e Uso de Energia – aborda os sistemas, fontes alternativas e tecnologias economizadoras para maior eficiência energética.

    8. Materiais e Resíduos – analisa os diferenciais no uso de materiais sustentáveis e na gestão de resíduos nas edificações.

    9. Desafios futuros – reflete sobre os resultados da pesquisa e aponta para as principais tendências e desafios do mercado da construção sustentável.

    http://www.cte.com.br/projetos/2015-08-31cte-lanca-publicacao-sustentabilidade-te/

     

     

     
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