Atualizações de junho 2014 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 26 jun

    Primeira sessão da Assembleia Ambiental da ONU tem início em Nairóbi

     
  • 24 jun

    ‘Não se pode imaginar uma civilização ecológica vindo da Ásia’, diz Bruno Latour. A esperança do mundo repousa muito sobre o Brasil

     
  • 24 jun

    Reciclagem de resíduos sólidos: a propaganda é bonita, mas o processo explora os catadores. Entrevista especial com Alex Cardoso

     
  • 23 jun

    NARRATIVAS CONTEMPORÂNEAS DA CULTURA 4 

    Ementa: composta de oito sessões dialogais, esta atividade inclui oito pensadores, para os quais o futuro do sistema-mundo depende de uma complexa ecologia da ação. Em suas narrativas, sujeito-objeto, unidade-diversidade, real-imaginário, arte-ciência constituem um circuito aberto a múltiplas reinterpretações. Serão selecionados capítulos ou partes dos livros para a discussão coletiva do grupo. A atividade presta um tributo especial a Octávio Paz (1914-1998), Jacques Le Goff (1924-2014), Albert Camus (1913-1960). Na bibliografia as datas originais de publicação dos livros encontram-se entre parênteses.

    1. Albert Camus. O homem revoltado; tradução Valerie Rumjanek. 7a. Edição. Rio de Janeiro, Record, 2008. [1951]. Parte IV. Revolta e Arte; parte V: O pensamento mediterrâneo, pp. 289/351.

    2. António Damásio. E o cérebro criou o homem; tradução Laura Teixeira Motta. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2011. [2009]. Capítulo 4: O corpo na mente; capítulo 5: Emoções e sentimentos; capítulo 6. Uma arquitetura para a memória, pp. 118/198.

    3. Edgar Morin, Jean Baudrillard. A violência do mundo; tradução Ana Paula de Viveiros. Lisboa: Instituto Piaget, 2007. 75p. [2003]. Leitura integral.

    4. Francis Wolff. Nossa humanidade. De Aristóteles às neurociências; tradução Roberto Leal Ferreira. São Paulo: editora UNESP, 2011. [2010]. Primeira parte: Figuras, pp. 23/138.

    5. Jacques Le Goff. Para uma outra Idade Média. Tempo, trabalho e cultura no Ocidente. Petrópolis, RJ; Editora Vozes, 2013, 2a edição. [1977]. Parte IV. Para uma antropologia histórica, capítulo 17. O historiador e o homem cotidiano, pp.423/440.
    ____________ Uma breve história da Europa; tradução Maria Idalina Ferreira Lopes. Petrópolis, RJ; Editora Vozes, 2012, 3a edição. [1996]

    6. Octavio Paz. O labirinto da solidão e post-scriptum; tradução Eliane Zagury. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. [1950] Apêndice: A dialética da solidão, pp. 175/195.
    ___________Os filhos do barro; tradução Ari Roitman e Paulina Wacht. São Paulo: Cosac Naify, 2013. [1974]. Capítulo 1: A tradição da ruptura; capítulo 2: A revolta do futuro, pp. 13/46.

    7. Jacques Rancière. Em que tempo vivemos; tradução Donaldson M. Garschagen. Desenhos, pinturas e fotografias Ed Rusha. Serrote 16, pp. 203/222. São Paulo: Instituto Moreira Salles, março 2014.
    7a. Carlo Ginzburg. Medo reverência, terror; tradução Federico Carotti, Angélica d’Ávila Melo, Castañon Guimarães. São Paulo. Companhia das Letras, 2014. [2008]. Capítulo 4: A espada e a lâmpada: uma leitura de Guernica, pp. 101/148.

    8. Tzvetan Todorov. À sombra das Luzes; tradução Joana Angélica d’Ávila Melo. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. Os estragos da guerra, pp. 125/143; Os desastres da paz, pp. 154/170.
    8a. Junichiro Tanizaki. Em louvor da sombra; tradução Leiko Gotoda. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. 67p. [1933]. Leitura integral.

     
  • 21 jun

    Escola nos EUA inclui aula de caráter no currículo | Mundo Sustentável

     
  • 4 jun

    Žižek: A utopia de Piketty

     
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