Atualizações de março 2014 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 26 mar

    Pierre Lévy no Senac São Paulo: Diálogos sobre Ciberdemocracia 

     
  • 26 mar

    Por dentro dos movimentos sociais 

    Recomendação de leitura:

    A INTERNET # A RUA.CIBERATIVISMO E MOBILIZAÇAO NAS REDES SOCIAIS.MALINI, FABIO. ANTOUN, HENRIQUE.SULINA

    CIDADES REBELDES.PASSE LIVRE E AS MANIFESTAÇÕES QUE TOMARAM AS RUAS DO BRASIL.AUTOR(A): DAVID HARVEY, ERMÍNIA MARICATO, SLAVOJ ŽIŽEK, MIKE DAVIS ET. AL. BOITEMPO.

    INDIGNAI-VOS, HESSEL, STEPHANE, TRADUTOR: PERES, MARLY. LEYA BRASIL
    O MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃOFREUD, SIGMUND; PENGUIN E COMPANHIA DAS LETRAS
    REDES DE INDIGNAÇÃO E ESPERANÇA. MOVIMENTOS SOCIAIS NA ERA DA INTERNET. CASTELLS, MANUEL.TRADUTOR: MEDEIROS, CARLOS ALBERTO. ZAHAR
    SOCIOLOGIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, GOHN, MARIA DA GRAÇA 

     
  • 25 mar

    Sara Parkin: O Divergente Positivo 

     
  • 24 mar

    Benchmarking Brasil, contra ponto ao green washing 

    O Programa Benchmarking Brasil ao longo de mais uma década de atuação se tornou a memoria viva da gestão socioambiental brasileira. Registrou sua trajetória e nível de amadurecimento ao certificar as melhores práticas das organizações nesta área específica do conhecimento corporativo.

    Em 11 edições já realizadas, o Programa mostra o verdadeiro cenário da sustentabilidade aplicada. As práticas certificadas registram o comportamento das organizações no quesito “sustentabilidade” e, por meio delas, podemos ver a regularidade, a coerência e a inovação daqueles que vão além do discurso e adotaram boas práticas em seus negócios. Por exemplo:

    1) Regularidade: poucas empresas conseguem ter folego para emplacar novas práticas a cada edição comprovando sua constância, inovação e comprometimento. Foram 162 empresas e 279 práticas certificadas comprovando que uma pequena parte delas conseguiu índice técnico (aprovação) para ser considerado Benchmarking.
    2) Coerência: existem empresas que comprovam convergência entre discurso e prática, ou seja,  que são legítimas quando falam, porque também provam. As 279 práticas certificadas abriram seus “modus operandi” para avaliação da comissão técnica do programa Benchmarking.
    3) Inovação e atitude: pequenas empresas e até mesmo ONGs podem ter excelentes práticas de sustentabilidade, desmitificando o tabu de que apenas as grandes se preocupam com esta questão. Empresas dos três setores tiveram práticas certificadas o que comprova que a viabilidade das boas práticas de sustentabilidade independente do porte, ramo ou setor da organização.
    Em 11 edições já realizadas, 162 instituições tiveram práticas certificadas. Dessas, cerca de 10% são do terceiro setor, 13% pertencentes ao primeiro setor (governo), e 78% são da iniciativa privada (2º setor).
    O foco do Programa Benchmarking Brasil está no “como” as empresas e instituições estão aplicando a sustentabilidade em seus negócios. Desta forma, o Programa consegue contribuir para a transparência das relações, gerar confiança e acelerar o processo de percepção do mercado para com quem realmente está fazendo a lição de casa no quesito “sustentabilidade”. 
    Empresas e gestores com boas práticas podem inscrever seus cases de sustentabilidade para concorrer ao 12º Ranking Benchmarking 2014 até 31 de março pelo site benchmarkingbrasil.com.br.
    Sobre o Programa Benchmarking Brasil
    Em 11 edições já realizadas, Benchmarking Brasil se consolidou como um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do país. Com uma metodologia estruturada e participação de especialistas de vários países, o Ranking Benchmarking define e reconhece os detentores das melhores práticas de sustentabilidade do Brasil. O programa, além da certificação congrega outras ações de fomento à sustentabilidade como publicações, banco digital de livre acesso, encontros técnicos, feiras e congressos, entre outros.
    Além de incentivar a busca da melhoria contínua e a adoção das boas práticas nas organizações, o Programa contribuiu de forma efetiva com a construção de massa crítica em sustentabilidade no país. Em 2013, Benchmarking Brasil foi o grande vencedor (1º colocado) na categoria Humanidades do Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara de Comércio Brasil Alemanha.
    Mais Informações:

    Regina Jorge

    Assessora de Imprensa
    Fones: 11 – 2959-5442 / 3257-9660/ 97692-9199 / 98924-1086
      
     
  • 18 mar

    LEITURAS DE ANTROPOLOGIA FUNDAMENTAL 

     
  • 17 mar

    Ecotelhado desenvolve sistema para consumidor montar jardim vertical sozinho 

     
    Chega ao varejo o sistema de jardim vertical da Ecotelhado, empresa especializada em infraestrutura verde. O produto era disponibilizado com prioridade para paisagistas e profissionais do setor. A partir deste mês, pela internet, e no mês de abril, em loja física, os consumidores poderão comprar a ecoparede. O sistema foi desenvolvido para que qualquer pessoa possa ter em casa e montar sozinha.
    Os jardins verticais são conhecidos por possibilitar o cultivo de plantas e hortaliças em pequenos espaços. Mas, além de embelezar varandas e sacadas, têm se revelado uma solução para inserir o verde nos centros urbanos, trazendo conforto térmico interno e a biodiversidade.
    O kit disponível no varejo possui cinco módulos de plástico de alta durabilidade, com 45 cm de largura, que podem ser sobrepostos em cascata a cada 10 cm de altura. Foi desenvolvido para que qualquer pessoa possa montar. Sua instalação é muito fácil, basta parafusar duas cremalheiras metálicas  a cada coluna de módulos. Pode ser desmontado e transportado sem perda de plantas ou material. Não requer impermeabilização da parede, podendo ser instalado, inclusive, em gesso. Também é fácil de fazer manutenção.
    Preferencialmente, deve ser instalado em paredes externas com bastante incidência de luz. Em apartamentos, é indicado buscar paredes internas próximas à janela.
    Onde encontrar:
    Online: já disponível no site http://www.leroymerlin.com.br
    Lojas físicas: Leroy Merlin a partir de abril.
    Preço do kit: R$149,90

     
  • 12 mar

    Instituto Jatobás lança no Brasil O Divergente Positivo, livro que une conhecimento em sustentabilidade com habilidades e ferramentas de liderança 

    Com análise aprofundada e linguagem simples, publicação da ativista escocesa Sara Parkin chega ao país como referência para a prática da sustentabilidade no dia-a-dia, em casa ou no trabalho. Para o lançamento, instituição traz autora ao Brasil
    São Paulo, março de 2014 – Se antes era uma conversa de gueto, agora as mudanças climáticas viraram assunto de bar. Todos os principais veículos já cobrem o tema e as pessoas começam a experimentar na pele os efeitos. Mas, e agora, como lidar com isso? Formar líderes para a sustentabilidade e assim resolver o problema é a abordagem da pensadora escocesa Sara Parkin no livro O Divergente Positivo – Liderança em Sustentabilidade em um mundo Perverso que chega às livrarias brasileiras no próximo mês pela Editora Peirópolis. Resultado da expertise adiquirida em mais de 40 anos de ativismo em sustentabilidade, o livro – da fundadora do Forum For The Future – aponta para a urgente necessidade de formação de líderes versados em sustentabilidade e conscientes do impacto de suas ações para remediar o padrão insustentável das relações econômicas, empresariais e individuais.
    O Divergente Positivo convida as pessoas para a liderança na construção do caminho para a sustentabilidade dentro de sua disponibilidade de tempo, em seus círculos de relações e nos próprios espaços de atuação. Tudo de acordo com sua possibilidade, oportunidade, condição e jeito de ser e fazer. Não é um manual prático, mas uma referência para a transformação de comportamento. Com uma linguagem acessível aos não iniciados no tema aliada a uma dose de humor, o texto traz uma profunda avaliação dos modelos insustentáveis vigentes. Para oferecer um diagnóstico claro e simples, a autora parte de dados relevantes e compara o planeta ao corpo de um paciente no ambulatório oferecendo assim uma visão geral para que leigos consigam explicá-lo aos outros.
    Formação de líderes e um novo modelo educacional
    A partir de uma severa crítica aos modelos de educação e conceitos de liderança, Sara chega a alarmante conclusão de que estas teorias, amplamente difundidas no meio administrativo, não possuem uma avaliação aprofundada de resultados na qualidade das lideranças. Para reverter esse cenário, o livro avalia o modelo de formação de líderes no ambiente acadêmico, aponta roteiros claros para a criação de uma linha de pensamento sustentável e ainda aponta para mudanças nos sistemas de Responsabilidade Empresarial.
    A autora também não deixa de tocar em temas delicados como o planejamento familiar, a participação feminina na tomada de decisões, a reforma do sistema bancário e em alternativas para uso do PIB como indicador soberano de sucesso.
    Leitura indispensável para pessoas que querem praticar  a divergência positiva: “fazer a coisa certa onde quer que estejam, a despeito de estar rodeado por estruturas institucionais erradas, processos equivocados e pessoas teimosamente não cooperativas”, escreve a autora.
    SOBRE SARA PARKIN
    Sara Parkin é diretora e fundadora do Forum for the Future, organização britânica sem fins lucrativos dedicada a soluções inovadoras para os desafios da sustentabilidade. A organização também trabalha nos EUA, Índia e Sudeste Asiático. Ela também projetou e lançou o Mestrado em Liderança para o Desenvolvimento Sustentável, em 1996.
    Ativista pela sustentabilidade há mais de 40 anos, Sara foi, e é, envolvida com uma ampla gama de organizações não governamentais, como a Amigos da Terra, a Population Matters e o Community Generation Fund (que apoia projetos de energias renováveis com resultados sociais em comunidades carentes). Ela também atuou no conselho de entidades como a Agência Ambiental da Inglaterra e País de Gales e o Natural Environment Research Council, onde defendeu um maior envolvimento do público na definição de prioridades nas pesquisas. Em 2001 foi premiada com a OBE (Ordem do Império Britânico) pelos serviços prestados à sustentabilidade e educação.
    SOBRE O INSTITUTO JATOBÁS
    O Instituto Jatobás é uma organização não governamental sem fins lucrativos cuja missão é  “influir para a ampliação da consciência e oferecer conhecimento para a construção de um caminho coletivo, solidário e sustentável”. Desde 2006, implementa em Pardinho, interior de São Paulo, seu principal modelo de gestão, o Sistema Ecopolo de Desenvolvimento Sustentável, que tem como objetivo melhorar o desempenho e potencializar a vocação econômica e socioambiental dos municípios.
    SOBRE A EDITORA PEIRÓPOLIS
    Criada em 1994, a Editora Peirópolis tem como missão contribuir para a construção de um mundo mais solidário, justo e harmônico, publicando literatura que ofereça novas perspectivas para a compreensão do ser humano e do seu papel no planeta. Suas linhas editoriais oferecem formas renovadas de trabalhar temas como ética, cidadania, pluralidade cultural, desenvolvimento social, ecologia e meio ambiente – por meio de uma visão transdisciplinar e integrada. Além disso, é pioneira em coleções dedicadas à literatura indígena, à mitologia africana e ao folclore brasileiro. A editora está afinada com os propósitos do terceiro setor, participando ativamente do crescente movimento de sua profissionalização.
    O Divergente Positivo – Liderança em Sustentabilidade em um Mundo Perverso
    Autora: Sara Parkin
    Publicação: Instituto Jatobás e Editora Peirópolis
    R$ 36,00 | 384 páginas

     
  • 12 mar

    Instituto Pólis promove debate sobre Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade 

     O Pontão do Instituto Pólis convida a todas e todos para o debate Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade, que acontece no dia 20 de março, às 19h30, no auditório do Pólis. O encontro tem apoio e parceria do Le Monde Diplomatique Brasil, da ABONG (Associação Brasileira de Organizações não Governamentais) e da Rede Mundial de Artistas.
    A presença -e ausência- de temas relativos aos direitos humanos na mídia, o uso da linguagem na construção de significados e a importância da comunicação como um direito serão os temas tratados no encontro.
    Propomos ainda questionar como a comunicação pode se tornar um instrumento de paz, capaz de contribuir para a resolução de conflitos de forma pacífica e de despertar a convivência democrática.
    Na mesa de debate estarão presentes João Paulo Charleaux, da Conectas Direitos Humanos, o jornalista Igor Fuser, membro do conselho editorial do Brasil de Fato e professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), e Sebastião Squirra, professor da Universidade Metodista que atua nas disciplinas Cibercomunicação, Sociedade Digital e Plataformas da Comunicação Digital. Amanda Proetti, coordenadora do projeto Comunicação e Direitos Humanos da Abong, participa da mesa com comentários e críticas.
    A organização e mediação será feita por Hamilton Faria e Amanda Kamanchek, do Instituto Pólis.
    O evento integra as Rodas de Conversa do Pontão de Convivência e Cultura de Paz do Pólis que acontecem nesse ano, cujo objetivo é promover a cultura de paz e a convivência nas cidades.
    Sobre os palestrantes:
    João Paulo Charleaux – Coordenador de Comunicação da Conectas Direitos Humanos, Charleaux foi editor assistente da seção internacional do jornal O Estado de S. Paulo entre 2008 e 2011, além de ter trabalhado para o jornal Folha de S. Paulo em Santiago do Chile em 2011 e 2012. Como jornalista, ainda escreve sobre cultura e direito internacional humanitário para a Folha, além de manter uma coluna mensal no site jurídico Última Instância, que é parte do maior portal de notícias do Brasil, o UOL. Entre 2001 e 2008, foi porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai. Há 10 anos, Charleaux coordena os cursos de jornalismo em situações de conflito armado e outras situações de violência realizados em São Paulo pelo CICV, a Oboré e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em parceria com as principais escolas de jornalismo de São Paulo.
    Sebastião Squirra – Mestre e Doutor pela ECA/USP, bolsista Fulbright (EUA) na Michigan State University. Desde 1999 é docente da Pós-graduação em Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo atuando nas disciplinas Cibercomunicação, Sociedade Digital, Plataformas da Comunicação Digital e Tecnologias Digitais da Comunicação. É autor de cinco obras e organizador de cinco livros em Comunicação Digital e Jornalismo, com foco na Cibercomunicação, Sociedade digital e em TV Digital. Na Universidade Metodista de São Paulo lidera o Grupo de Pesquisa  Comunicação e Tecnologias Digitais (http://www.comtec.pro.br), com pesquisas  relacionadas às Mídias e Tecnologias Digitais.
    Igor FuserProfessor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC) e colaborador do Conselho Editorial dos jornais Brasil de Fato e Le Monde Diplomatique Brasil. Autor dos livros “Energia e Relações Internacionais” (Saraiva, 2013), “Petróleo e Poder – O Envolvimento Militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico” (Ed.Unesp, 2008), “Geopolítica – O Mundo em Conflito” (Ed.Salesiana, 2006), “A Arte da Reportagem” (org. Ed.Scritta, 1996) e “México em Transe” (Ed.Scritta, 1995). Pesquisador nas áreas de Política Externa Brasileira, Geopolítica da Energia, Política na América Latina e Política Externa dos EUA. Experiência de mais de vinte anos como jornalista especializado em Assuntos Internacionais, exercendo o cargo de editor na Folha de S.Paulo, Veja e Época, entre outras publicações.

    Comunicação, Cultura de Paz e Direito à Cidade
    Quando: Dia 20 de março, às 19h30
    Onde: Instituto Pólis – Rua Araújo, 124 – Auditório
    Próximo à estação República do Metrô
    GRÁTIS
    NÃO É NECESSÁRIO FAZER INSCRIÇÃO

    Informações:
    Amanda Kamanchek Lemos
    E-mail: amandalemos@polis.org.br
    Tel.: (11) 2174-6814
      

     
  • 10 mar

    Trabalhadores pressionam empresas a adotar práticas sustentáveis 

    Cada vez mais, os sindicatos e as centrais sindicais estão negociando nos acordos coletivos cláusulas que visam garantir um ambiente saudável
    Já que tudo está interconectado, não adianta ter emprego, salário justo e segurança e saúde no ambiente de trabalho se viver num bairro, numa cidade e num país sem qualidade de vida. Por isso, cada vez mais, os sindicatos e as centrais sindicais estão negociando nos acordos coletivos cláusulas que visam garantir um ambiente saudável. Ou seja, desenvolvimento sustentável agora também faz parte das reivindicações dos trabalhadores. E eles, unidos, têm força para levar as empresas a adotar práticas mais sustentáveis, que garantam qualidade de vida digna não só a seus trabalhadores, mas à toda a população.
    “Antigamente, desenvolvimento sustentável era assunto só de ambientalistas. Agora, é assunto de sindicatos e de centrais sindicais até porque, cada vez mais, todos estão preocupados com poluição, desmatamento, destinação de resíduos, etc, porque querem viver em ambiente saudável”, explica Edson Dias Bicalho, presidente do Sindicato dos Químicos de Bauru e Região, secretário-geral da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas (Fequimfar), secretário de Relações Sindicais da Força Sindical para a América Latina e Mercosul e membro da diretoria da IndustriALL Global Union.
    A convenção coletiva do setor farmacêutico no Estado de São Paulo, por exemplo, no item sobre saúde e segurança do trabalhador, há recomendação para que as empresas façam a higienização dos equipamentos de proteção individual e dos uniformes contaminados como manda a legislação. “Antigamente, quem trabalhava com produto contaminante levava o uniforme para lavar em casa. A roupa de trabalho era misturada à roupa comum e a água utilizada não recebia tratamento específico. Agora, com esta cláusula, cabe à empresa fazer a higienização e tratar adequadamente a água utilizada”, explica Bicalho.
    Este viés da atuação do movimento sindical, o do desenvolvimento sustentável, também está na pauta de grandes discussões sobre o trabalho. De 11 a 15 de março de 2014, representantes de trabalhadores de vários países estarão na cidade de Santo Domingo, na República Dominicana, para participar do Congresso da Confederação Autônoma Sindical Classista. Um dos eventos é o Colóquio Internacional sobre “Trabalho Decente e Desenvolvimento Sustentável”.
    Bicalho vai participar do congresso representando a Força Sindical e vai expor o cenário dos trabalhadores brasileiros. “Temos muitas bandeiras de luta, mas a situação é favorável: o Brasil vive período de quase pleno emprego e 80% das negociações salariais têm conquistado ganho real, além da correção dos salários pela inflação. E isso é importantíssimo para o trabalho decente, ou seja, para que o trabalho seja adequadamente remunerado e exercido em condições de segurança, liberdade e igualdade”, frisa.
    Bicalho ressalta que as centrais sindicais têm papel importante neste cenário. “As centrais sindicais brasileiras têm suas peculiaridades, mas elas se unem para combater o trabalho precário. E isso faz muita diferença! Contamos também com a fiscalização firme do Ministério do Trabalho. Situações como jornada de trabalho além da permitida e condições de segurança e saúde inadequadas, mesmo em obras para grandes eventos, como os estádios de futebol, foram repudiadas com greve”, completa.  

    A situação de quase pleno emprego do Brasil, na avaliação de Bicalho, muito também se deve à união das centrais sindicais, assim como dos empresários. “O Brasil não foi tão afetado pela crise econômica como a Europa porque as centrais sindicais e os empresários atuaram de forma a proteger e a estimular o consumo interno. Se a economia não cresceu como o esperado, também não chegou a ser tão afetada como na Europa”, frisa. 
     
  • 10 mar

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