Atualizações de fevereiro 2014 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 25 fev

    3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental acontece em março

     
  • 24 fev

    Diálogos com Zygmunt Bauman 

     
  • 24 fev

    http://www.ihu.unisinos.br/noticias/528504-novo-relatorio-revela-um-pesadelo-toxico-em-roupas-infantis-de-marcas-de-luxo

     
  • 19 fev

    Edgar Morin no Encontro Consciência Mundial | Sesc Consolação [ áudio em… 

     
  • 18 fev

    Aviso – Não haverão novas edições do (CIIS) Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade 

    Informação Importante! 

    O CIIS 2013 foi um projeto piloto, uma aposta na realização de congressos científicos no Brasil que pudesse reunir pesquisadores das áreas de sustentabilidade e responsabilidade social empresarial.

    Os resultados acadêmicos foram excelentes e só temos a agradecer porque de fato o papel social e cultural do evento foi plenamente atendido. Como tudo na vida tem um ciclo, entendemos que o CIIS não será mais realizado porque o seu propósito e papel foram cumpridos em 2013. Agradecemos aos patrocinadores, apoiadores e congressistas e aproveitamos para convidá-los a participar do SIRSO 2014 que será realizado em outubro no Peru. 

    Cordialmente,

    Vivian Blaso
     
  • 18 fev

    Recomendação de leitura -Vigilância Liquida, Zygmunt Bauman 

    “A vigilância suaviza-se especialmente no reino do consumo. Velhas amarras se afrouxam à medida que fragmentos de dados pessoais obtidos para um objetivo são facilmente usados com outro fim. A vigilância se espalha reagindo a liquidez e reproduzindo-a”.   O mundo de hoje é pós pan óptico. O pan óptico é apenas um modelo de vigilância. A arquitetura das tecnologias eletrônicas pelas quais o poder se afirma nas mutáveis e moveis organizações atuais torna a arquitetura de paredes e janelas amplamente redundante. Ela permite formas de controle que apresentam diferentes faces, que não têm uma conexão óbvia com o aprisionamento e, além disso, compartilham as características da flexibilidade e da diversão encontradas no entretenimento do consumo.” O livro é um diálogo entre Bauman e David Lyon e revela o significado das  novas formas de controle para a produção da ordem, os desafios éticos e políticos que os atuais mecanismos de vigilância apresentam para analise da sociedade.
     
  • 4 fev

    Net-ativismo. De uma política antropocêntrica para uma lógica virtual plural. Entrevista especial com Massimo Di Felice

     
  • 3 fev

    Promulgada a lei sobre consumo consciente no Estado do Rio 

    RIO – Está em vigor desde o último dia 16 a Lei nº 6.684, de 15 de janeiro deste ano, que autoriza a criação de uma política pública estadual de consumo consciente. De autoria da deputada Myrian Rios (PSD), o texto que originou a nova norma é pautado na educação do consumidor e na divulgação de informações sobre compra e uso de produtos e serviços. Segundo a parlamentar, a ideia é melhorar o nível de educação, com atividades escolares, confecção de cartilhas e outros materiais que conscientizem sobre a necessidade de se comprar “bens realmente necessários para a satisfação das necessidades visadas pelo consumidor”.

    A secretária de Defesa e Proteção do Consumidor, Cidinha Campos, disse que uma parte do orçamento da autarquia já está destinada a ações de educação para o consumo, para a publicação de cartilhas educativas; e que estas atividades também poderão ser financiadas por parte do dinheiro arrecadado com multas aplicadas em empresas que descumprem o Código de Defesa do Consumidor, reunidas em um fundo.

    A lei ressalta a importância de se criar informes para conscientizar os consumidores “sobre a necessidade de investigar a imprescindibilidade e usabilidade dos produtos e serviços que serão adquiridos, com a finalidade de evitar compras compulsivas ou induzidas por campanhas de marketing e propagandas”.

    – O que podemos fazer é incentivar à compra de produtos de melhor qualidade, que durem mais, para que não seja necessário comprar outro em um curto espaço de tempo; e comprar aparelhos mais eficientes, que gastem menos energia. É isso o que entendemos como consumo consciente – destacou a secretária.

    FONTE: Jornal O Globo

     
  • 3 fev

    Natura abre centro de inovação em Nova Iorque 

    Iniciativa visa identificar tendências, oportunidades e novos conceitos conectando cosmética, design, moda e tecnologia para desenvolver protótipos inovadores


    A multinacional brasileira de cosméticos Natura inaugura nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, centro de inovação em Nova Iorque. O empreendimento, localizado no bairro do Soho, pretende alimentar o processo de inovação da companhia, contribuir para o desenvolvimento de competências internacionais para o grupo e estabelecer parcerias com centros tecnológicos de excelência mundial presentes nos EUA.
    Com o apoio de uma equipe multidisciplinar e multicultural, o Centro de Inovação da Natura em Nova Iorque inicia as atividades com um projeto chamado “Círculos de Amigos”. Trata-se um conjunto de pessoas formado por influenciadores, designers, artistas, músicos, empresários brasileiros e americanos, consultores e acadêmicos que se reunirão para pensarem, sob diferentes ângulos, em uma mesma temática com intuito de enriquecer o processo de desenvolvimento de novos conceitos para a Natura.
    “Nosso principal objetivo como este centro é ‘provocar’ o processo de inovação, com novas formas de desenvolvimento de conceitos e protótipos. Queremos integrar o processo de internacionalização da marca. Temos a intenção de levar a Natura para o mundo e o mundo para a Natura com ideias, processos e produtos que agreguem ainda mais valor e expressem, de uma maneira nova, nossos conceitos, valores e essência”, afirma Gerson Pinto, vice-presidente de Inovação da Natura.

    Considerada como uma das dez empresas mais inovadoras do mundo pela revista Forbes, a Natura é favorável à soma do conhecimento em rede e mantém outros projetos para inovar e promover  relações de bem estar bem, como o Media Lab no Massachussets Institution of Technology (MIT) e o Centro de Pesquisa em Biologia Cutânea, ambos em Boston, nos EUA.

    Desde 2012, a Natura faz parte do consórcio Media Lab do MIT. O Media Lab é um laboratório que faz parte do departamento de pesquisa da Escola de Arquitetura e Urbanismo do Massachussets Institution of Technology. Sob o lema “de antever o impacto de tecnologias emergentes na vida diária”, o Media Lab é um dos centros de referência em inovação, design, ciência e tecnologia do mundo.  Designers, engenheiros, artistas e cientistas utilizam disciplinas não tradicionais e trabalham em cerca de 350 projetos como neuroengenharia, cidades do futuro e a forma como as crianças aprendem. A fonte de financiamento do Media Lab do MIT provém de aproximadamente 70 patrocinadores corporativos, entre eles, a Natura.

    A multinacional brasileira também possui interação com o Centro de Pesquisa em Biologia Cutânea do Massachusetts General Hospital, o maior hospital de ensino da Harvard Medical School para colaboração científica . A instituição é mundialmente reconhecida pela liderança na geração de ciência inovadora em pesquisas para o desenvolvimento de novas terapias. Com a ajuda dessa colaboração científica, a Natura pretende acelerar a aquisição do conhecimento científico e levar novos benefícios para o consumidor.
    Iniciativas de inovação da Natura no Brasil também colaboram para o desenvolvimento de soluções e processos mais eficientes e inéditos. Em Manaus, o Núcleo de Inovação Natura Amazônia (NINA) tem como missão inserir a Natura na rede de inovação local, buscando sua ampliação por meio de pesquisas colaborativas em ciência, tecnologia e geração de negócios relacionados ao uso sustentável da sociobiodiversidade. Contratos firmados instituições como a Universidade Federal do Amazonas, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) permitem desenvolvimento mais acelerado de pesquisas, geração de valor para comunidades indígenas, extrativistas, população ribeirinha e produtores rurais, além do desenvolvimento de novos negócios na região.
    Outra iniciativa de inovação da Natura é o programa Natura Campus. Lançado em 2006, o Programa é a materialização das Redes de Inovação da empresa com institutos de pesquisa, universidades e empresas para criar oportunidades de colaboração em ciência, tecnologia e inovação..
    A empresa possui ainda o Cocriando Natura, uma rede de cocriação aberta aos consumidores para projetos que respondam aos desafios de inovação da Natura.
    “Somos favoráveis à soma do conhecimento em rede. Nossa proposta com essas iniciativas de inovação no Brasil e nos Estados Unidos é fortalecer ainda mais o processo de inovação da Natura e levar às pessoas o que há de mais inovador em conceitos, processos e produtos”, comenta Gerson Pinto.
    O Centro de Inovação da Natura em Nova Iorque pretende atrair os melhores talentos, entender as últimas tendências, tecnologias, ferramentas e
    metodologias para criação de protótipos sensoriais de ideias e produtos.  “Por trás deste esforço está o desejo de expressar a essência da Natura de uma maneira nova, contemporânea e em sintonia com os nossos valores. Queremos incentivar novas formas de conexão com todos que nos relacionamos e expandir nosso ecossistema de inovação”, finaliza Gerson Pinto.
    Dados úteis:
    • Centro de Inovação da Natura em Nova Iorque:  400 West Broadway, 2nd Floor (Soho) New York – NY (USA) 10012.
     
  • 3 fev

    Moratória da soja segue até 31 de dezembro 

    Fruto de uma parceria entre organizações da sociedade civil como WWF-Brasil, Conservação Internacional, Greenpeace, a moratória da soja estabeleceu que o setor não compraria soja oriunda de novos desmatamentos na Amazônia, desde julho de 2006.

    Brasília (DF) – Reunido na sexta (31) na capital federal, o Grupo de Trabalho da Moratória da Soja decidiu pela manutenção integral do acordo até o dia 31 de dezembro deste ano, quando o mesmo perderá sua validade definitivamente. Até lá, a moratória será incorporada a um planejamento mais amplo para redução de impactos da cultura na Amazônia, atrelado à implantação do Cadastramento Ambiental Rural (CAR) junto aos produtores rurais, um dos instrumentos do novo Código Florestal Brasileiro. As regras federais para o cadastro devem ser publicas em breve pelo Governo.

    A renovação da Moratória acontece em momento de aumento da pressão sobre a Amazônia por projetos de infraestrutura e com desmatamento dando sinais de elevação, especialmente no Mato Grosso e Pará, maiores produtores de soja do bioma. 

    Fruto de uma parceria entre organizações da sociedade civil como WWF-Brasil, Conservação Internacional, Greenpeace, IPAM e TNC, Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), empresas ADM, Amaggi, Bunge e Cargill, e Ministério do Meio Ambiente, a Moratória da Soja estabeleceu que o setor não compraria soja oriunda de novos desmatamentos na Amazônia, desde julho de 2006. 

    A Moratória atingiu resultados importantes na redução do desmatamento da Amazônia, principalmente nos estados do Mato Grosso, Pará e Rondônia, e trouxe vantagens econômicas ao setor com a comercialização de soja ligada ao acordo comercial.

    O acompanhamento da moratória é feito com vistorias em campo e imagens de sobrevôos e de satélite, com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

    No contexto da produção de soja brasileira, a moratória na Amazônia é um elemento importante a ser mantido e qualificado nesta fase de transição, algo tão importante quanto o desenvolvimento e a implantação de instrumentos públicos e privados que garantam uma produção mais sustentável da commodity no Cerrado e outras regiões intocadas pela moratória.

    O Cerrado é o principal bioma afetado pela expansão dos plantios de soja. É urgente, então, a necessidade de se adotar um planejamento para o uso do solo que garanta a manutenção dos serviços ambientais e preservem as comunidades, os recursos hídricos e sua rica biodiversidade.

    A produção e a expansão de soja no Cerrado e outros biomas devem seguir, no mínimo, a legislação nacional assim como os mapas de áreas prioritárias para a conservação do Ministério do Meio Ambiente.

     
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