Atualizações de setembro 2013 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 28 set

    Net-ativismo e ato conectivo 

     
  • 24 set

    Gerenciamento de Crises: Imagem e Reputação 

     
  • 18 set

    Conjunto de Edifícios Inteligentes caminhos para a Sustentabilidade das Cidades 

     
  • 18 set

    Siemens leva Caminhão da Eficiência Energética a cidades do Paraná 

    O Caminhão da Eficiência Energética da Siemens, uma completa estrutura de soluções e tecnologias da companhia voltadas à redução do consumo da energia elétrica em grandes indústrias, seguirá viagem até fevereiro de 2014 em nova série de roadshows. Depois de percorrer mais de 20 mil quilômetros e visitar 37 cidades desde a primeira exibição, em 2012, a carreta itinerante percorrerá novas localidades como parte da programação oficial da temporada da “Alemanha + Brasil 2013 – 2014”, celebrado desde maio desse ano, e faz suas próximas paradas no Sul do País.
    Lançado no Rio de Janeiro, o caminhão foi exibido pela primeira vez no Brasil em junho de 2012 e visitou diversas indústrias e instituições de ensino espalhadas pelo País. Nesta nova fase, a carreta visita a cidade de Curitiba até 19 de setembro e irá passar também pelas cidades de Ponta Grossa, Cascavel e Chapecó durante esse mês.
    Além do Paraná, o roadshow do Caminhão da Eficiência Energética percorrerá outros importantes polos regionais e sedes de grandes complexos industriais e referências em pesquisa e desenvolvimento acadêmico no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. “Tivemos um retorno muito positivo com as primeiras visitas do Caminhão no ano passado. Voltar a percorrer diversas regiões brasileiras, agora como parte das atividades do ano da Alemanha no Brasil, é um motivo de grande orgulho. Queremos mostrar como novas tecnologias podem garantir às indústrias mais eficiência energética e, consequentemente, mais competitividade e menos impacto ao meio ambiente”, explica Bruno Abreu, especialista em eficiência energética da Siemens.
    Entre as próximas visitas do caminhão, ainda neste mês de setembro, está a cidade de Passo Fundo, no dia 30. Em outubro, a carreta percorrerá as cidades de Porto Alegre, Rio Grande, Pelotas, Caxias do Sul e Bento Gonçalves . Na sequência, segue para as cidades de Criciúma, Jaraguá do Sul, Joinville, além do Rio de Janeiro, em 25 de outubro. Para completar o roadshow pelo País, já no mês de novembro, a carreta estará presente em Belo Horizonte, onde faz sua última parada nesse ano. A cidade de São Paulo será a responsável pelo encerramento da carreta itinerante, em fevereiro de 2014.
    As passagens por Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo integram a programação da temporada “Alemanha + Brasil 2013 – 2014”, que envolve diversas atividades coordenadas pela Câmara Brasil-Alemanha com o objetivo de ampliar e aprofundar as relações entre os dois países.
    Soluções Siemens
    Dentro da carreta de 30 metros quadrados de área estão demonstradas tecnologias da companhia voltadas à eficiência energética aplicáveis em setores produtivos chave da economia nacional tais como: automotivo, alimentos e bebidas, químico, papel e celulose, metalurgia, mineração e petróleo e gás. “A proposta de estarmos presentes em diferentes regiões brasileiras mostrar que nossos mais de 100 anos de experiência no Brasil nos permitem desenvolver soluções e tecnologias 100% aplicáveis à realidade da indústria brasileira”, afirma Abreu.
    O caminhão proporciona ao visitante o conhecimento de módulo a módulo, os caminhos para reduzir seu consumo e gasto com energia de forma simples e eficiente. Um dos passos mais importantes é o gerenciamento transparente da produção, por meio de relatórios baseados em dados medidos.
    Integração entre diferentes sistemas e monitoramento do potencial de economia ou gasto da energia também são cruciais, e isso também poderá ser visualizado no caminhão.
    Cronograma Caminhão da Eficiência Energética da Siemens
    Curitiba – até 19 de setembro
    Ponta Grossa – 20 de setembro
    Cascavel – 23 e 24 de setembro
    Chapecó – 26 e 27 de setembro
    Passo Fundo – 30 de setembro
    Porto Alegre – 03 e 04 de outubro
    Rio Grande – 07 de outubro
    Pelotas – 08 de outubro
    Caxias do Sul – 10 de outubro
    Bento Gonçalves – 11 de outubro
    Criciuma – 14 de outubro
    Jaraguá do Sul – 16 de outubro
    Joinville – 18 de outubro
    Rio de Janeiro – 25 de outubro
    Belo Horizonte – 04, 05 e 06 de novembro

    São Paulo – 09 de fevereiro
     
  • 16 set

    PESQUISA APONTA QUE CONSUMIDOR ESTÁ MAIS SUSTENTÁVEL 

    Levantamento realizado globalmente pela Tetra Pak® aponta crescimento da demanda por materiais renováveis e rotulagem ambiental
    São Paulo, 16 de setembro de 2013 – De acordo com pesquisa global realizada pela Tetra Pak®, os consumidores de todo o mundo estão cada vez mais conscientes e tomando atitudes para preservar o meio ambiente. O relatório considerou a percepção de mais de sete mil consumidores em 13 países, além da avaliação de representantes da indústria de alimentos e bebidas, do governo e formadores de opinião.

    A mudança positiva pode ser percebida principalmente em países em desenvolvimento, onde 32% dos consumidores consideram a preservação do meio ambiente como um indicador de qualidade de vida, contra apenas 12% dos entrevistados dos mercados maduros.

    Segundo o levantamento, na maioria dos países, inclusive no Brasil, as embalagens cartonadas foram consideradas a melhor opção, em relação ao respeito ao meio ambiente, já que o papel é uma matéria-prima renovável. Além disso, 50% dos consumidores acreditam que o uso do polietileno de baixa densidade (LDPE), conhecido como plástico verde, feito a partir de cana-de-açúcar, irá melhorar ainda mais a imagem das embalagens cartonadas.
    Ainda de acordo com o estudo, 37% dos consumidores buscam regularmente selos ambientais, sendo que 54% deles confiam nas informações contidas nas embalagens dos produtos. Este número representa um aumento de quase 20%, em comparação com as opiniões de 2011. Além disso, em todo o mundo, um em cada cinco consumidores reconhece o selo do FSC™ (Forest Stewardship Council™), e associa a imagem com uma gestão florestal sustentável.
    No Brasil, 90% dos representantes da indústria e 23% dos consumidores reconhecem o selo do FSC™ e sabem qual o significado da imagem, o que reforça a importância desta comunicação nas embalagens.
    A pesquisa deste ano também aponta um aumento significativo na valorização dos materiais renováveis, impulsionado pelo recente desenvolvimento de novas tecnologias. Os entrevistados classificam o uso de materiais renováveis – como o plástico verde – como uma das tendências ambientais mais importantes para as embalagens de bebidas. No mundo, mais da metade dos consumidores (73%) está disposta a pagar mais por um litro de leite, desde que seja envasado em uma nova embalagem ecologicamente correta. No Brasil, o número de compradores dispostos a pagar 5% ou mais por esta mesma embalagem sobre para 77%.
    De acordo com Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak®, os resultados do relatório deste ano reforçam a importância de colocar meio ambiente no centro da agenda estratégica da companhia. “Temos um firme compromisso de reduzir nossa pegada ambiental em toda a cadeia de valor, desenvolver produtos sustentáveis ​​e aumentar as taxas de reciclagem. Com este foco, estamos progredindo rapidamente em direção às metas que estabelecemos para nós mesmos em cada uma dessas importantes áreas”, afirma Dennis.
     Informações gerais sobre a pesquisa
    O levantamento realizado pela Tetra Pak®, em parceria com a Firefly Millward Brown, é realizado a cada dois anos, desde 2005. O relatório traz as considerações de entrevistados dos EUA, Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Bélgica, Holanda, África do Sul, Turquia, Índia, Rússia, China e Japão. A Tetra Pak® utiliza esta pesquisa, a fim de obter uma ampla compreensão das atitudes dos consumidores sobre o meio ambiente e as embalagens, ajudando a garantir uma base sólida para a comunicação ambiental e, finalmente, para orientar sua estratégia e desenvolvimento de novos produtos.
     Sobre a Tetra Pak®

    A Tetra Pak® é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos. Atuando próximo aos clientes e fornecedores, oferece produtos seguros, inovadores e ambientalmente corretos, que a cada dia satisfazem as necessidades de centenas de milhões de pessoas em mais de 170 países ao redor do mundo. Com quase 22.000 funcionários em mais de 85 países, a Tetra Pak® acredita na liderança da indústria responsável e em uma abordagem sustentável dos negócios. O nosso slogan “PROTEGE O QUE É BOM” reflete nossa visão de tornar o alimento seguro e disponível, em qualquer lugar.  Mais informações sobre a Tetra Pak® estão disponíveis no http://www.tetrapak.com.br.
     
  • 16 set

    TEDTalks: Jamie Oliver – Ensinar alimentação a todas as crianças 

     
  • 12 set

    AkzoNobel continua a número um no ranking DJSI 

    São Paulo, 12 de setembro de 2013 – A AkzoNobel, líder global no mercado de tintas e revestimentos e uma das principais fabricantes de especialidades químicas no mundo, está novamente na primeira posição do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), liderando a nova categoria Materiais industriais (previamente conhecida como super setor Químico).
    Este é o oitavo ano ininterrupto em que a companhia se classifica entre as três primeiras companhias no Índice que mede as empresas mais sustentáveis em diversos setores.
    “Nosso desempenho consistente ao longo dos últimos anos é uma clara indicação de que a sustentabilidade é fundamental para a nossa estratégia de aliar a criação de valor com a eficiência dos recursos”, disse o CEO da AkzoNobel Ton Büchner.
    Reconhecida e premiada por investir no desenvolvimento de soluções que diminuam o impacto ao meio ambiente, a AkzoNobel tem a meta de, até 2020, ter 20% de sua receita advinda de produtos que ofereçam benefícios do ponto de vista ambiental e de reduzir de 25% a 30% a emissão de carbono por tonelada até 2020.
    Sobre o Índice Dow Jones de Sustentabilidade
    Considerado como um dos índices mundiais de sustentabilidade mais prestigiados e de maior renome no mundo, o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) retrata o
    desempenho sustentável das empresas líderes com base em vários critérios, incluindo a gestão da cadeia de suprimentos, eco-eficiência operacional, gerenciamento de produtos, desenvolvimento de capital humano e de saúde e segurança ocupacional.


    Sobre a AkzoNobel no Brasil
    As atividades da AkzoNobel no Brasil estão divididas em suas três principais áreas de negócios mundiais: Tintas Decorativas; Performance Coatings e Especialidades Químicas. Cada área possui unidades de negócios dedicadas a serviços específicos. Em Tintas Decorativas, a companhia trabalha com as marcas Coral e Sparlack. Dentro de Performance Coatings, existem as unidades Automotive&Aerospace Coatings (marcas Wanda e Sikkens); Marine & Protective Coatings (marca International); Powder Coatings (marcas Interpon e Resicoat), Packaging Coatings e Wood Finishes and Adhesives (Resinas Iguatu). Já, em Especialidades Químicas, estão inclusas as unidades Pulp and Performance Chemicals (marca Eka), a Surface Chemistry e a Functional Chemicals. São, ao todo, 2.900 colaboradores distribuídos em 15 fábricas em seis estados e que fazem do Brasil o 4º maior mercado para a companhia. Por seu amplo portfólio e presença em diferentes áreas de atuação, a AkzoNobel está presente na vida cotidiana do brasileiro e trabalha para oferecer cada vez mais produtos inovadores e sustentáveis, em linha com sua missão e filosofia. 
    Sobre a AkzoNobel
    A AkzoNobel é uma companhia global líder em tintas e revestimentos e uma das principais produtoras de especialidades químicas. Fornecemos produtos inovadores para indústrias e consumidores no mundo inteiro e trabalhamos com paixão no desenvolvimento de soluções sustentáveis para os nossos clientes. O nosso portfólio inclui marcas bem conhecidas como Coral, Sparlack, Wanda, Sikkens, International e Eka. Com sede em Amsterdã, na Holanda, somos consistentemente indicados como uma das empresas líderes na área de Sustentabilidade. Com operações em mais de 80 países, os nossos 50.000 colaboradores no mundo inteiro estão comprometidos em entregar produtos e tecnologias de ponta, capazes de atender às crescentes demandas de um mundo em constante evolução.
    Informações à imprensa:
    Paula Pedroso Comunicação
    + 55 11 2548.9809
    Diretora de Atendimento
    Paula Pedroso – paula@paulapedroso.com.br
     
  • 12 set

    CDP DIVULGA RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS 

     10% das maiores companhias (Global 500) produzem 73% dos gases de efeito estufa
    Vale garante posição entre empresas líderes mundiais em transparência no reporte climático
    12 de setembro de 2013 – Segundo o relatório de mudanças climáticas CDP Global 500 Climate Change Report 2013, lançado hoje, cinquenta das 500 maiores companhias listadas em bolsas de valores no mundo são responsáveis por quase três quartos das 3,6 bilhões de toneladas métricas de emissões de gases de efeito estufa do grupo. O carbono emitido por essas 50 maiores emissoras – que primariamente operam nos setores de energia, materiais e utilitários – aumentou 1,65%, para 2,54 bilhões de toneladas métricas nos últimos quatro anos. Esse aumento é equivalente a adicionar mais de 8,5 milhões de caminhões nas ruas ou a fornecer eletricidade para 6 milhões de casas por um ano[1].
    O relatório é coescrito pelo CDP, anteriormente Carbon Disclosure Project, e pela empresa de serviços profissionais PwC, e fornece uma das principais avaliações mundiais sobre o comportamento corporativo frente à mudança climática. A análise é baseada nos dados climáticos e energéticos de 389[2] companhias listadas no FTSE Global 500 Equity Index, coletadas pelo CDP a pedido de 722 investidores institucionais, que representam juntos US$ 87 trilhões em capital investido. Trata-se de um número recorde de investidores utilizando-se do CDP para compreender o desempenho ambiental corporativo, levando em consideração que o dióxido de carbono passou a marca de 400 partes por milhão na atmosfera e que o mundo se prepara para o quinto relatório Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), que deve fortalecer os argumentos científicos no combate da mudança climática.
    Apesar destes sinais globais, um momento de inadequação na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas também uma realidade para as maiores emissoras encontradas em cada um dos dez setores analisados no relatório. Intitulada Insights do setor: o que está guiando o combate à mudança climática nas maiores companhias do mundo, a nova edição inclui análises específicas de cada mercado que mostram que as cinco empresas mais altamente emissoras de cada setor aumentaram suas emissões em aproximadamente 2,3% desde 2009.
    Para Paul Simpson, chefe executivo do CDP, ONG internacional que atua junto a investidores e empresas de todo o mundo para prevenir as mudanças climáticas e proteger os recursos naturais, “muitos países estão demonstrando sinais de recuperação após a crise econômica global. No entanto, evidências científicas claras e eventos climáticos cada vez mais graves mandam avisos fortes de que devemos buscar caminhos para a prosperidade econômica ao passo que reduzimos a emissão de gases de efeito estufa. É imperativo que grandes emissoras aumentem seu desempenho nesse sentido e que governos providenciem mais incentivos para isto acontecer. O mundo corporativo é um agregador tanto de riscos quanto de oportunidades deste desafio. Assim, este relatório é escrito para empresas, investidores e políticos que querem uma compreensão clara de como as maiores companhias do mundo listadas podem se transformar para protegerem nosso capital natural”.
    Enquanto as maiores emissoras apresentam maior oportunidade para mudanças em grande escala, o relatório identifica oportunidades para todas as empresas da lista Global 500 ajudarem a suavizar mudanças climáticas e políticas por meio da redução significante da quantidade de dióxido de carbono que produzem todo ano. Por exemplo, as emissões de quase metade (47%) da maior parte das atividades mais intensas de carbono que as companhias identificam através de suas correntes de valores ainda serão medidas. A falta de relatórios detalhados e informação sobre os gases de efeito estufa de fontes relacionadas a atividades das companhias (emissões de escopo 3), em oposição a fontes pertencentes ou diretamente controladas por elas, pode levar as empresas a subestimar seu impacto total de carbono.
    Por exemplo, dois terços (72%) das emissões da lista Global 500 são associadas com viagens de negócios, mas isso equivale a apenas 0,2% das amostras reportadas para as emissões de escopo 3. Quase todas as instituições financeiras estão administrando suas emissões de viagem, mas menos de um décimo (6%) reportam as emissões associadas com seus investimentos, o setor primário das emissões de escopo 3.
    Malcom Preston, líder global da PwC para sustentabilidade e mudanças climáticas afirma: ” O relatório destaca como clientes, fornecedores, empregados, governos e a sociedade em geral estão se tornando mais exigentes em relação aos negócios. Isso levanta questões para algumas organizações: eles estão focados em sustentar o crescimento a longo prazo ou estão simplesmente fazendo o bastante para recuperar o crescimento até que a próxima crise surja? Com o relatório inicial do IPCC previsto para sair em apenas algumas semanas, as emissões corporativas continuam a crescer. Ou o combate corporativo cresce ou o risco de regulamento os alcançará”.
    As empresas que demonstraram maior comprometimento em gerenciar seus impactos no meio-ambiente têm obtido melhores resultados financeiros e ambientais. A análise de companhias que lideram o progresso climático, como explica a metodologia do CDP e inclui empresas como BMW, Nestlé e Cisco Systems, sugere que elas obtêm performances melhores nas bolsas (Vide Nota ao Editor). Além disso, os negócios que oferecem aos funcionários incentivos relacionados ao consumo de energia e ás emissões de carbono são 18% mais bem-sucedidos em alcançar metas de redução.
    Dois índices de liderança para a lista Global 500 foram lançados hoje com o relatório. O Climate Performance Leadership Index (CPLI ou, em português, Índice de Liderança em Performance Climática) aponta as companhias que estão implementando uma estratégia de clima robusta e obtendo reduções de emissões. Já o Climate Disclosure Leadership Index (CDLI, ou, em português, Índice de Liderança de Reporte Climático) identifica companhias que são mais transparentes do ponto de vista climático. O índice compreende as companhias que pontuaram dentro as 10% com mais qualidade nas informações reportadas. Como a compreensão corporativa para a necessidade de contabilizar os impactos climáticos tem se desenvolvido, a pontuação mínima para alcançar uma posição no CDLI cresceu consistentemente e ficou em 97%. Ambos os índices são usados por investidores para informar suas decisões de investimento relacionadas a riscos climáticos e oportunidades.
    Alemanha, Suíça e Reino Unido estão bastante representados no CPLI ao se analisar a composição geográfica do Global 500. Apesar das companhias europeias serem mais propensas a compor o ranking do que as dos Estados Unidos, o número de empresas norte-americanas que alcançaram uma posição em comparação a 2012 quase dobrou. Países como Índia, África do Sul, Coréia do Sul e Suécia são novas no índice.
    O Brasil também garantiu seu lugar no CDLI. A Vale ficou novamente entre as companhias líderes em transparência no reporte climático em todo mundo, garantindo uma posição no ranking.
    O CDP Global 500 Climate Change Report 2013 está disponível para download gratuito e será lançado hoje durante a conferência transmitida online ao vivo Global Climate Forum. As respostas públicas ao CDP sobre mudanças climáticas das empresas da lista Global 500 também estão disponíveis no site da organização. Mais de 4500 negócios em mercados em todo o mundo reportaram através do CDP este ano. Suas infromações serão disseminadas a investidores através de vários canais, como os terminais Bloomberg, de onde são baixados em média 1 milhão de vezes a cada seis semanas .
    Top 12 empresas tanto de acordo com CPLI quanto com CDLI
    Setor
    Empresa
    Performance
    Disclosure
    # anos no CPLI
    Consumer Discretionary BMW
    A
    100
    4
    Consumer Discretionary Daimler
    A
    100
    1
    Consumer Discretionary Philips Electronics
    A
    100
    1
    Consumer Staples Nestlé
    A
    100
    2
    Financials BNY Mellon
    A
    100
    1
    Information Technology Cisco Systems
    A
    100
    1
    Utilities Gas Natural SDG
    A
    100
    2
    Consumer Discretionary Honda Motor
    A
    99
    1
    Consumer Discretionary Nissan Motor
    A
    99
    1
    Consumer Discretionary Volkswagen
    A
    99
    1
    Information Technology Hewlett-Packard
    A
    99
    1
    Information Technology Samsung
    A
    99
    1
    ###
                                                                              
    Nota ao Editor
    As cinquenta empresas mais emissoras estão listadas na última capa interna do CDP Global 500 Climate Change Report 2013.
    As cinco companhias mais emissoras de cada setor estão incluídas no resumo de cada setor em CDP Global 500 Climate Change Report 2013.
    Retorno financeiro de líderes climáticos frente à população total da Global 500:
    O eixo X é a porcentagem de retornos totais. Retorno financeiro total inclui juros, ganhos de capital, dividendos e distribuições realizados ao longo de um determinado período de tempo. Fontes: Bloomberg e CDP. Nota: Os resultados apresentados não devem e não podem ser vistos como um indicador de desempenho futuro, ou um conselho de investimento. Os desempenhos CDLI e CPLI das empresas são calculados usando pesos derivados, em uma base igualmente ponderada em relação ao FTSE Global Equity Index Series e reequilibrado no primeiro dia útil de outubro de cada ano. Portanto, as CDLI & CPLI 2013 não estão incluídas nesta análise. Para esta análise, ponderamos as empresas com base no preço da ação no primeiro dia útil de outubro de cada ano.
    Sobre o CDP
    O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos que provê um sistema global único para que as empresas e cidades meçam, divulguem, gerenciem e compartilhem informações vitais sobre o meio ambiente. O CDP trabalha com as forças do mercado, incluindo 722 investidores institucionais com ativos na ordem de US$ 87 trilhões para motivar as companhias a divulgarem seus impactos no meio-ambiente e aos recursos naturais, assim como suas ações para reduzi-los. Atualmente, o CDP possui o maior volume de informações sobre mudanças climáticas e água do planeta e procura colocar estes insights na pauta das decisões estratégicas, dos investidores e das decisões políticas. Para mais informações, visite http://www.cdproject.net.
    Informações para imprensa
    Fundamento Comunicação
    Daniela Giuntini – dgiuntini@fundamento.com.br – (11) 5095.3899 / 99387-0929
    Fernanda Bernardini – fbernardini@fundamento.com.br – (11) 5095-3868
    Maria Anne Bollmann – mbollmann@fundamento.com.br – (11) 5095-3871


    [1] Cálculo do US Environmental Protection Agenc
    [2] 403 companhias, representando 81% do Global 500, responderam ao pedido de 2013 por informações; graças a entregas atrasadas, o relatório contém análises de 389 empresas.
     
  • 11 set

    Instituto Akatu, em parceria com a Braskem, lança Edukatu, a primeira rede de aprendizagem para o consumo consciente e a sustentabilidade 


    Projeto visa mobilizar alunos e professores do Ensino Fundamental de todo o Brasil para o desenvolvimento de uma comunidade em prol da educação para o consumo consciente
    Utilizando a tecnologia da informação como ferramenta para a promoção da educação, o Instituto Akatu inova ao lançar o projeto Edukatu, a primeira rede de aprendizagem para o consumo consciente e a sustentabilidade. Voltada para alunos e professores, a rede pretende incentivar a troca de conhecimentos e práticas sobre consumo consciente e sustentabilidade em escolas de Ensino Fundamental em todo o País.
    O Edukatu é uma iniciativa do Akatu em parceria com a Braskem, líder mundial em biopolímeros, e conta com o apoio institucional do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Educação. O Edukatu se beneficiou dos resultados de diversos projetos educativos realizados anteriormente pelo Akatu, com o apoio da própria Braskem, da HP e da Mondelez Brasil. A partir de seu lançamento, contará também com o apoio da Fundação Cargill para o desenvolvimento de novos conteúdos.
    A plataforma online do Edukatu (http://www.edukatu.org.br) é dividida em três blocos: o “Na Mochila”,  com conteúdo de referência sobre consumo consciente; o “Circuito”, bloco de navegação guiada, com games e atividades lúdicas; e a “Rede”, espaço onde alunos e professores se encontram para fazer contato e compartilhar experiências, e que contará com a participação de um mediador do Akatu para tirar dúvidas e dar dicas aos participantes.
    “Práticas conscientes não podem ser impostas. Por isso, o projeto conta com uma plataforma totalmente interativa. A ideia é não ter um aprendizado unidirecional, e sim, proporcionar a troca de informações e experiências com professores, alunos e escolas”, avalia Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu. Para ele, essa abordagem destaca a internet e as tecnologias de comunicação como meios fundamentais para estimular a constante troca de informações e o aprendizado contínuo a partir do ambiente escolar.
    A proposta do Edukatu é que cada participante da rede seja um multiplicador do que aprende e compartilha nesse espaço, ampliando, de forma colaborativa, o debate sobre consumo consciente e sustentabilidade, e intervindo diretamente em seu cotidiano e nas práticas diárias daqueles que o cercam. “O Edukatu tem como missão contribuir para o desenvolvimento de uma comunidade de engajamento contínuo em favor do consumo consciente”, complementa.
    “Ser parceiro do Akatu neste projeto é uma forma da Braskem contribuir no desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável. O intuito é promover a mudança do ato de consumo. Refletir sobre o impacto do produto desde a produção, passando pelo uso, até o descarte, é responsabilidade de cada um de nós e é uma atitude que certamente transformará nosso mundo”, afirma André Leal, líder de Responsabilidade Social da Braskem.
    O projeto foi desenvolvido por meio de um processo colaborativo, que envolveu especialistas em educação, consumo consciente, sustentabilidade, comunicação e cultura digital. No primeiro semestre deste ano foi realizada uma fase piloto, que contou com a participação de 16 escolas públicas de todas as regiões do Brasil, somando 400 inscritos. Em muitas escolas, o projeto saiu das salas de aula e envolveu a comunidade escolar e os pais dos alunos no debate sobre o consumo consciente.
    CONSUMO CONSCIENTE NO CURRÍCULO
    A integração dos conceitos e práticas de consumo consciente nas diversas matérias do currículo escolar é um objetivo que o Instituto Akatu busca desde o início de suas atividades, em 2001. “Já realizamos campanhas e outros projetos educativos, sempre motivados por uma proposta maior, que é a inclusão do consumo consciente na educação formal, como tema transversal que pode ser trabalhado em diversas disciplinas do currículo em todas as escolas”, comenta Silvia Sá, Gerente de Educação do Akatu. 
    Umas das principais conclusões dos líderes presentes na Rio+20, realizada no ano passado, é que a educação para consumo consciente e para a sustentabilidade é um dos meios mais poderosos para se alcançar o desenvolvimento sustentável. A Política Nacional de Educação Ambiental, assim como o Plano Brasileiro de Produção e Consumo Sustentáveis também apontam para a importância da educação para o consumo nas escolas. “O Edukatu é um passo para que esse objetivo seja alcançado. Queremos que o Edukatu frutifique, resulte em boas alternativas ao consumismo vazio e insustentável e contribua para a construção de uma sociedade melhor para nós mesmos, nossos filhos e nossos netos”, afirma Mattar.
    Sobre o Instituto Akatu
    Criado em 15 de março de 2001 (Dia Mundial do Consumidor) no âmbito do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, o Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente. As atividades do Instituto estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos, pesquisas, jogos e metodologias. O Akatu defende o ato de consumo consciente como um instrumento fundamental de transformação do mundo, já que qualquer consumidor pode contribuir para a sustentabilidade da vida no planeta: por meio do consumo de recursos naturais, de produtos e de serviços e pela valorização da responsabilidade social das empresas.
    Sobre a Braskem
    A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, a empresa produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Maior produtora de biopolímeros do mundo, a Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

     
  • 10 set

    Construções sustentáveis já movimentam R$ 13 bilhões no Brasil, segundo estudo da EY 

    O PIB de edificações acumulou alta de 17,2%, passando de R$ 139 bilhões para R$ 163 bilhões em apenas dois anos
    São Paulo, 10 de setembro de 2013 – O valor das construções com projetos registrados para receber a certificação de obra sustentável, os chamados prédios “verdes”, alcançou, em 2012, 8,3% do total do PIB de edificações – subdivisão do PIB da construção civil que exclui obras de infraestrutura. Em 2010, os prédios “verdes” não ultrapassavam 3% do PIB setorial. O valor total dos imóveis que reivindicam o selo sustentável atingiu R$ 13,6 bilhões no ano passado, em comparação com um PIB de edificações de R$ 163 bilhões no mesmo período, segundo estudo realizado pela EY (antiga Ernst & Young) a pedido da GCB Brasil (Green Building Council). A pesquisa levou em conta projetos registrados para o selo LEED (leadership in energy and enviromental design), concedido pela organização americana Green Building Council.
    O levantamento compreende dados sobre a movimentação econômica da construção verde no Brasil, evidenciando um aumento substancial da participação de empreendimentos sustentáveis na composição do PIB de Edificações ao longo dos últimos três anos. Essa contribuição aumentou de 3% em 2010 para 9% em 2012. Para Luiz Iamamoto, gerente sênior da EY, a busca pela certificação LEED está presente em cada vez mais segmentos (como escolas, hospitais, estádios e edificações comerciais, entre outros), e até fundos imobiliários têm incluído a certificação LEED como exigência para receber investimentos, o que vem impulsionando o mercado de construções verdes.
    “Percebemos que a certificação LEED desperta interesse dos investidores, principalmente em empreendimentos comerciais de alto padrão. Quando os projetos certificados começaram a ser comprados, as construtoras viam esse tipo de investimento como custo adicional. Hoje já entendem que o investimento feito a curto prazo pode até ser mais alto, mas ele é recuperado na velocidade de venda das unidades, além de reduzir em até 10% os gastos em um condomínio, em razão de projetos de eficiência energética e reuso de água.” conclui Luiz Iamamoto.
    Apesar do desempenho errático da economia nos últimos seis anos, todos os segmentos da construção apresentaram taxas elevadas de crescimento entre 2007 e 2010. O segmento de edificações foi um dos destaques, com o PIB passando de R$ 139 bilhões, em 2010, para R$ 163 bilhões, no ano passado.
     
    A certificação LEED tem mostrado que agrega valor às construções ampliando a atratividade para a mercado imobiliário corporativo – principalmente por reduzir riscos operacionais e de investimento. Hoje, o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking mundial de construções sustentáveis, e logo deverá alcançar a terceira posição, desbancando os Emirados Árabes e ficando atrás somente de EUA e China.
    Sobre a EY
    EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, comprometida em fazer sua parte para construir um mundo de negócios melhor. Os insights e os serviços de qualidade prestados ajudam a criar confiança nos mercados de capital e nas economias do mundo. A empresa desenvolve líderes excepcionais que inspiram suas equipes a entregar excelência a todos seus stakeholders. Dessa forma, a companhia desempenha um papel fundamental na construção de um mundo de negócios melhor para seus profissionais, clientes e comunidades.

    A EY refere-se a uma ou mais empresas-membro da Ernst & Young Global Limited (EYG), organização privada constituída no Reino Unido, limitada por garantia e que não presta serviços a clientes.

    Mais informações em
    http://www.ey.com.br

    Acompanhe em:
    @EY_Brasil
    #BetterWorkingWorld
     
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