Atualizações de julho 2013 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 31 jul

    SOS Mata Atlântica lança série de livros 

    Dois primeiros volumes – “25 anos de mobilização” e “O azul da Mata Atlântica” – já estão disponíveis em livrarias e na loja virtual da Fundação
    São Paulo, 31 de julho de 2013 – A Fundação SOS Mata Atlântica acaba de lançar os dois primeiros volumes da “Série SOS Mata Atlântica”, conjunto de quatro obras que têm o objetivo de contribuir para a evolução do movimento socioambiental e inspirar a criação de novas iniciativas por outras organizações. As publicações contam com o patrocínio de Bradesco Capitalização e Bradesco Cartões.
    Marcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, explica que a proposta da série vai muito além de contar a história da organização e de seus projetos. “Apresentamos nossas ações, mas destacamos como a SOS Mata Atlântica atua com seus parceiros no desenvolvimento institucional, nos projetos, nas campanhas e nas mobilizações. Com muita transparência, contamos o que deu certo e o que deu errado, sempre com o objetivo de inspirar, engajar e contribuir para o futuro do movimento socioambiental e do terceiro setor”.  

    O primeiro volume, intitulado “25 anos de mobilização”, escrito pela bióloga Erika Guimarães e pela jornalista Maura Campanili, comemora os primeiros 25 anos da SOS Mata Atlântica, completados em 2011, e apresenta a história da Fundação como um exemplo a outras organizações não governamentais que querem mobilizar, representar a sociedade e também contribuir com a construção da cidadania. “Destacamos no livro nossa opção por trabalhar por meio de parcerias e alianças, buscando a conscientização e a mobilização das pessoas, sem esquecer que, sem uma gestão eficiente, uma organização não sobrevive”, ressalta Marcia Hirota.
    Na primeira parte do livro – “Como a SOS Mata Atlântica trabalha” – o leitor encontra diversas informações sobre os processos e procedimentos da Fundação. No capítulo 2, por exemplo, intitulado “Credibilidade credencia”,  a publicação reúne informações sobre os desafios de uma ONG na obtenção de recursos, apresentando os caminhos percorridos pela SOS Mata Atlântica, como as parcerias com a iniciativa privada, que lhe permitiram ter independência na gestão e maximização de resultados.
    Outros destaques são os capítulos 3 – “Eficiência e transparência” – que aborda o sistema de gestão da organização e 4 – “Comunicar para mobilizar”, sobre as campanhas de comunicação e mobilização da Fundação, além do trabalhado desenvolvido nas redes sociais e junto à imprensa. “O livro mostra como a instituição nasceu de uma campanha de comunicação e parte do princípio de que tudo o que você fizer tem que repercutir”, destaca Maura Campanili, coautora da publicação.
    A segunda parte do livro – “Programas e projetos” – traz os resultados práticos do trabalho, traduzidos em instrumentos de monitoramento, áreas conservadas e restauradas, e várias experiências que podem ser replicadas e aperfeiçoadas por governos, empresas e sociedade civil a partir de caminhos já percorridos.
    Para Erika Guimarães, responsável pela pesquisa do livro, um dos destaques é como ele apresenta o pioneirismo e ineditismo da SOS Mata Atlântica. “O que mais me chamou a atenção é como a organização aposta em ações que outras não apostariam, como o Clickarvore. Mas não se trata apenas de apostas, pois o histórico dos projetos mostra a capacidade de inovação e aperfeiçoamento da instituição”.
    Compromisso com os ecossistemas marinhos
    O segundo volume da série traz como tema as zonas Costeira e Marinha, com histórias bem sucedidas da Fundação SOS Mata Atlântica na mobilização em prol do litoral e dos ambientes costeiros do Brasil. Escrito pela jornalista Andrea Vialli, o livro “O azul da Mata Atlântica” apresenta também um ensaio fotográfico, feito por Luciano Candisani, com belas imagens da Reserva Biológica do Atol das Rocas. 
    “Nos últimos anos nos engajamos em uma articulação para apoiar pesquisas, manter e fortalecer Unidades de Conservação (UCs). Nesse esforço, reunimos pessoas, organizações e movimentos socioambientais, cientistas, governos e iniciativa privada para proteger a costa, os ecossistemas marinhos e as comunidades que vivem nessa região e dependem dos recursos naturais”, diz Marcia Hirota. Exemplo dessa atuação é o Programa Costa Atlântica, que desde 2006 investiu R$ 672 mil no apoio a 19 projetos e 12 UCs, em oito Estados.
    “Acredito que o livro pode impactar os leitores no sentido que ele não é apenas uma publicação institucional, mas uma grande reportagem, que pode mostrar para as pessoas como a costa brasileira ainda é pouco conhecida e protegida”, ressalta a autora Andrea Vialli.  
    A jornalista explica também que, apesar de sua extensão, apenas 1,5% da costa é protegida legalmente. “Espero que o livro possa trazer um impacto para alavancar novas iniciativas de proteção costeira e marinha e políticas públicas, além da criação de uma Frente Parlamentar para o mar”, conclui Andrea.
    Onde comprar
    Os livros “25 anos de mobilização” e “O azul da Mata Atlântica” já estão disponíveis na loja virtual da SOS Mata Atlântica (http://www.loja.sosma.org.br). O kit com os dois volumes da série custa R$ 50. Cada livro separadamente tem o valor de R$ 30.
    Série SOS Mata Atlântica
    Realização: Fundação SOS Mata Atlântica
    Coordenação: Marcia Hirota
    Coordenação editorial: Maura Campanili
    Volume 1 – 25 anos de mobilização
    Reportagem e texto: Erika Guimarães e Maura Campanili
    Número de páginas: 240
    Preço: R$ 30,00
    ISBN: 978-85-98946-10-8
    Volume 2 – O azul da Mata Atlântica
    Reportagem e texto: Andrea Vialli
    Número de páginas: 176
    Preço: R$ 30,00
    ISBN: 978-85-98946-11-5
    Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica
    Criada em 1986, a Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização privada sem fins lucrativos, que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência. Assim, estimula ações para o desenvolvimento sustentável, promove a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, mobiliza, capacita e incentiva o exercício da cidadania socioambiental. A Fundação desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável, proteção e manejo de ecossistemas.
    twitter.com/sosma
    youtube.com/sosmata

    facebook.com/SOSMataAtlantica
     
  • 29 jul

    Papa Francisco: O papa do povo 

    “Não se perde nada; ao contrário, é grande a riqueza da vida que se recebe! Deus chama para escolhas definitivas, Ele tem um projeto para cada um: descobri-lo, responder à própria vocação significa caminhar na direção da realização jubilosa de si mesmo. A todos Deus nos chama à santidade, a viver a sua vida, mas tem um caminho para cada um. Alguns são chamados a se santificar constituindo uma família através do sacramento do Matrimônio. Há quem diga que hoje o casamento está “fora de moda”; na cultura do provisório, do relativo, muitos pregam que o importante é “curtir” o momento, que não vale a pena comprometer-se por toda a vida, fazer escolhas definitivas, “para sempre”, uma vez que não se sabe o que reserva o amanhã. Em vista disso eu peço que vocês sejam revolucionários, que vão contra a corrente; sim, nisto peço que se rebelem: que se rebelem contra esta cultura do provisório que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar de verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de “ir contra a corrente”. Tenham a coragem de ser felizes!”
    Leiam o discurso na íntegra: 
     
  • 29 jul

    O consumo consciente passa, sempre, pela educação 

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    (Atualizado com comentários de João Furtado do Instituto Jatobás)
    O resultado da ’2º enquete CiiS: consumo consciente’, mostrou que 25% dos votos escolheram educação de base como a principal medida para mudar de vez os hábitos cotidianos dos brasileiros. Segundo a Coordenadora Geral do CiiS, Vivian Blaso, o resultado está em linha com as principais tendências no debate transversal da sustentabilidade. Para ela, tudo converge na educação, mesmo que a ação empreendida seja outra.
    “Educação resulta em um comportamento ético e ocorre também nas empresas”, explicou Vivian.
    Para o professor João Furtado, Conselheiro Técnico do Instituto Jatobás e autor de um artigo do livro Ciência e Tecnoligia como Vetores para a Sustentabilidade a ser lançado no CiiS, os resultados da enquete estão alinhadas com pesquisas feitas pelo Instituto Akatu e do Ministério do Meio Ambiente sobre o tema. Segundo o especialista, o consumo é a ponta de um processo que deveria envolver também a produção, mas o caminho indicado no levantamento demonstra uma percepção da complexidade do problema que só pode resolver por meio educação de base e de capacitação do setor produtivo.
    “A sociedade é objetivo difuso e a empresa o alvo objetivo, com menor aposta no efeito de conscientização – por ser um tanto intangível – de enforcement (fiscalização e penalidades). Apelar
    para solidariedade e espírito comunitário parece não ser suficientemente crível”, disse.
    Segundo os participantes da enquete, em segundo lugar com 20% dos votos, ficou a resposta Obrigando as empresas a repensarem o ciclo de vida de seus produtos e suas campanhas publicitárias’Em seguida, com 14% dos votos cada, os internautas elegeram ‘Autorregulação das próprias empresas e de suas campanhas publicitárias’ e ‘Introduzindo conceitos de solidariedade e ética nos currículos educacionais’.
    A proatividade dos governos nestas questões teve menos votos. Apenas 10% escolheram ‘Com campanhas de conscientização promovidas pelos governos’ e‘Multando indivíduos que se excederem, como no caso do RJ que vai multar quem jogar lixo nas ruas’Em último lugar, com 7% dos votos, foi escolhido‘Preservando a solidariedade e o espírito comunitário’.
    Leia a seguir, a avaliação completa feita pela professora Vivian Blaso:
    “O consumo consciente passa pela educação. Esse é resultado mais expressivo da última enquete realizada pelo CiiS 2013. Podemos tirar desse aprendizado variadas interpretações que tentarei explicar a seguir.
    Sabemos que o conhecimento emerge das nossas relações interacionais, ou seja, da nossa capacidade de transmitir mensagens por meio da linguagem.
    Nas sociedades indígenas, o conhecimento é transmitido por meio da oralidade, da contação de mitos e do próprio modo de vida. Por isso, vale a pena refletirmos fora dos muros da enquete proposta: De que educação estaríamos falando, da educação disciplinar aprendida nas escolas? Ou da educação a partir das relações com os outros e as nossas sociabilidades?
    Seria interessante refletirmos sobre a dinâmica social e compreendermos que o aprendizado já ultrapassou essas fronteiras. Hoje vivemos em uma sociedade interconectada que nos oferece padrões interacionais e modelos circuitivos que nos permitem a troca, o compartilhamento e as inovações.
    Não resta dúvida que essas redes interconectadas exercem poder de influência sob nos e sobre os modos de vida.
    Portanto, se pensarmos no papel da educação, teríamos a oportunidade de romper com o paradigma cartesiano que fragmentou a ciência e impossibilitou de ver que somos parte do todo, e o todo está na parte e definitivamente.
    Se apostarmos na religação dos saberes, como foi proposto pelo sociólogo francês, Edgar Morin, ou como ele definiu: Os sete saberes necessários à educação do futuro.
    Estes saberes são: As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; Os princípios do conhecimento pertinente; Ensinar a condição humana; Ensinar a identidade terrena; Enfrentar as incertezas; Ensinar a compreensão; e A ética do gênero humano.
    Por fim, a partir dos resultados da 2ª enquete CiiS podemos perceber que a educação deveria estar localizada e institucionalizada nas escolas ou nas empresas.
    Eu vou além e diria que, sim, a educação também poderia estar localizada nas escolas e nas empresas, porém a educação tem como base a troca o compartilhamento de informações e os aprendizados, por isso, deve ser incentivada por instituições e receber múltiplos inputs e outputs interacionais que visem verdadeiramente o resgate a moral que parece estar esquecido em tempos de hoje quando é possível vender o corpo, emprestar a barriga, vender o sangue etc.
    O filósofo político estadunidense, Michael Sendel, em seu livro – O que o dinheiro não compra – Os limites morais do mercado faz uma belíssima reflexão porque chegamos onde chegamos em nosso sistema mediado por relações de troca de bens e mercadorias. Não surpreendentemente, o autor também aposta na educação como saída para o futuro da humanidade.
    Agora, o que nos resta diante dessa pequena reflexão? Eu sugiro fazer as seguintes perguntas:
    1. Qual o papel dos educadores visando um consumo consciente?
    2. Qual o papel nas relações com os outros – amigos, família, vizinhos?
    3. O que as empresas podem e devem fazer para a construção coletiva de resgate a cidadania?
    Por fim, uma enquete nunca se encerra, ela abre oportunidade para outras perguntas e assim vamos tentando responder as questões da vida.”
    Os tema consumo consciente e educação serão abordados em dois painéis no CiiS. No dia 29, às 8:30, especialistas falarão sobre Educação a Distância e no dia 30, às 10:50, o painel Comunicação, Cultura, Tecnologias, que terá a participação de Vivian Blaso. Confira a programação aqui.

     
  • 26 jul

    Evento na FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado dia 28 de agosto 

     
  • 26 jul

    CDP, CDSB E IIRC ANUNCIAM PARCERIA PARA ACELERAR RELATÓRIOS INTEGRADOS 

    São Paulo, 26 de julho de 2013 – O CDP, o Climate Disclosure Standards Board (CDSB) e o International Integrated Reporting Council (IIRC) acabam de anunciar uma aliança para acelerar a evolução para um relatório corporativo avançado, que permite que investidores e outros tomadores de decisão acelerem a transição para uma economia de recursos eficiente. As entidades acreditam em um reporte corporativo para o século 21 no qual os aspectos, padrões e requerimentos do mercado empresarial sejam relatados com harmonia e clareza, trazendo informações coerentes e  consistentes para aumentar sua eficiência e efetividade. O Memorando de Entendimento marca uma forte colaboração que demonstra seus papéis complementares na sociedade, e as informações de seus relatórios de uso e depreciação de capital natural, incluindo carbono, energia, água e floresta estarão integralmente em um relatório integrado.
     “O CDP trabalha com o princípio de que mercados de capitais precisam de informações de alta qualidade sobre os impactos das empresas em carbono, água e florestas. Tornar-se parceiro do IIRC é um passo natural para nós, já que agimos para catalisar a adoção destas informações em larga escala”, afirma Paul Simpson, CEO do CDP.
    Ainda segundo o executivo ambas as organizações vão promover harmonização e clareza globais para que os relatórios corporativos sejam consistentes e comparáveis. “Isso vai aperfeiçoar a efetividade das práticas de reporte corporativo, beneficiando companhias e investidores”, completa.
    Já Paul Druckman, CEO do IIRC, constata que a intenção expressa do IIRC em trabalhar em colaboração com outras iniciativas de reporte e inovação é prover maior esclarecimento ao mercado e aproximar-se ainda mais da adoção do Relatório Integrado (RI). “O RI não chega para substituir outros relatórios não financeiros, mas para utilizar estes dados reportados através da aplicação dos princípios do RI”, destaca Druckman.
    O projeto do IIRC para a estrutura deste relatório baseia-se em padrões, direcionamentos e abordagens de reportes existentes, tais como o Relatório de Mudanças Climáticas, desenvolvido pelo CDSB, um projeto especial do CDP em conjunto com uma gama de especialistas, incluindo alguns expertos em contabilidade.
    Rick Samans, chairman do CDSB, observa que “quando lançado, o Padrão IIRC vai oferecer às organizações princípios para prover informação de alta qualidade e comunicar como criam valor. O Framework do CDBS oferece parte do relatório estruturado de meio-ambiente que apoiará o Framework do Reporte Integrado”.
    Sobre o CDP
    O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos que provê um sistema global único para que as empresas e cidades meçam, divulguem, gerenciem e compartilhem informações vitais sobre o meio ambiente. O CDP trabalha com as forças do mercado, incluindo 722 investidores institucionais com ativos na ordem de US$ 87 trilhões para motivar as companhias a divulgarem seus impactos no meio-ambiente e aos recursos naturais, assim como suas ações para reduzi-los. Atualmente, o CDP possui o maior volume de informações sobre mudanças climáticas e água do planeta e procura colocar estes insights na pauta das decisões estratégicas, dos investidores e das decisões políticas. Para mais informações, visite http://www.cdp.net.
    Sobre o CDSB
    O Climate Disclosure Standards Board, um projeto especial do CDP, foi lançado durante o Fórum Econômico Mundial, em 2007. A estrutura do relatório de mudanças climáticas do CDSB foi lançada em 2010 e oferece ajuda para que companhias o utilizem quando estiverem reportando seus dados juntamente ou relacionados com seus relatórios financeiros principais sobre os riscos e oportunidades das mudanças climáticas presentes em seus negócios. A estrutura de relatório do CDSB está “dentro dos padrões” para adoção por reguladores que pretendem iniciar ou desenvolver práticas de divulgar dados sobre mudanças climáticas. As companhias que quiserem mais informações sobre como incluir dados climáticos em seus relatórios integrados podem acessar Climate Change: your journey to integrated reporting, um novo relatório do CDSB em parceria com o Promethium Carbon. A publicação oferece a CEOs, CFOs, comitês de reporte e auditores internos uma ferramenta de referência prática sobre a relação entre relatório integrado e relatório de mudanças climáticas. Para mais informações sobre o CDSB, visite http://www.cdsb.netou siga @CDSBglobal.
    Sobre o IIRC
    O Conselho Internacional de Relatório Integrado (ou International Integrated Reporting Council – IIRC) é uma coalizão global de reguladores, investidores, companhias, normalizadores, profissionais de contabilidade e ONGs. Juntos, a coalizão divide sua visão que o reporte corporativo precisa evoluir e prover uma comunicação concisa sobre estratégias, governança, performance e prospectos de uma companhia no contexto de seu ambiente externo, levando á criação de valor em curto, médio e longo prazos. Mais informações em http://www.theiirc.org.
    Informações para imprensa:
    Daniela Giuntini: dgiuntini@fundamento.com
    Fernanda Bernardini: fbernardini@fundamento.com.br
    5095-3899/5095-3868

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  • 26 jul

    10 passos para implementar um projeto de RSE

    fer2013-300x300Fernando Legrand, palestrante no segundo dia de encontro, no Painel 5 “Comunicação, Cultura e Tecnologias”, no dia 30/8, especialista na área de responsabilidade social empresarial e editor do blog  RSE online, descreve desafios a serem enfrentados pelas empresas que desejam implementar uma política de responsabilidade social eficiente.
    O conteúdo, no original em espanhol, pode ser acessado abaixo e reflete o conteúdo do curso online que abordará a questão.
    Segue o texto na íntegra, em espanhol, acessível no blog RSEonline.
    El principal desafío de las empresas es abordar de forma sistémica y sostenible sus proyectos de Responsabilidad Social, al tiempo que deben estar alineados a la estrategia corporativa.
    En este curso autogestionado de CapacitaRSE el objetivo es que cada participante pueda adoptar una metodología común a la hora de proyectar la Responsabilidad Social en el negocio de una manera clara y sencilla, a través de recursos didácticos en video y material de apoyo para el trabajo en el paso a paso.
    Sólo hay disponibles 20 vacantes por edición.

    ¿Qué contiene este curso?

    • 20 sesiones online
    • 7 recursos en PDF sobre los tópicos del programa
    • 8 video clases
    • 2 sesiones de chat personalizadas
    • 1 Paper en PDF y ePub (para tablets)
    Próximo inicio: 1 de Agosto de 2013

    Programa

    1. Diagnóstico Online alineado a ISO 26.000, GRI y Directrices Internacionales
    2. Cómo realizar un Benchmark de las empresas del sector y mejores prácticas. Para qué sirve. Cómo alinearnos a sus resultados.
    3. Identificación de los grupos de interés. Cómo hacer un mapa completo. Priorización por influencia e impacto. La articulación con diferentes stakeholders y actores sociales. Mecanismos de Diálogo.
    4. Establecer la Materialidad de la empresa con los asuntos relevantes para la empresa y sus grupos de interés. El compromiso del Gobierno Corporativo con los Proyectos.
    5. Cómo definir una estrategia de sostenibilidad, alineada al modelo de negocio y la estrategia corporativa.
    6. Qué canales de comunicación utilizar para alcanzar a los diversos públicos. El valor de la innovación.
    7. Fijar planes de acción para todas las asuntos relevantes ESG (medioambiente, social y gobernanza)
    8. Planificación del Proyecto de RSE. Cómo determinar etapas, responsables, recursos (humanos y económicos), plazos y resultados esperados a corto, mediano y largo plazo.
    9. Medición de Impactos.
    10. Autodiagnóstico online para evaluar el avance de las medidas implementadas.
    Forma de Pago: Transferencia Bancaria (sólo Argentina / Chile / Venezuela) // PayPal (resto de países de América y Europa)
    Próximo inicio: 1 de Agosto de 2013

    Programa

    1. Diagnóstico Online alineado a ISO 26.000, GRI y Directrices Internacionales
    2. Cómo realizar un Benchmark de las empresas del sector y mejores prácticas. Para qué sirve. Cómo alinearnos a sus resultados.
    3. Identificación de los grupos de interés. Cómo hacer un mapa completo. Priorización por influencia e impacto. La articulación con diferentes stakeholders y actores sociales. Mecanismos de Diálogo.
    4. Establecer la Materialidad de la empresa con los asuntos relevantes para la empresa y sus grupos de interés. El compromiso del Gobierno Corporativo con los Proyectos.
    5. Cómo definir una estrategia de sostenibilidad, alineada al modelo de negocio y la estrategia corporativa.
    6. Qué canales de comunicación utilizar para alcanzar a los diversos públicos. El valor de la innovación.
    7. Fijar planes de acción para todas las asuntos relevantes ESG (medioambiente, social y gobernanza)
    8. Planificación del Proyecto de RSE. Cómo determinar etapas, responsables, recursos (humanos y económicos), plazos y resultados esperados a corto, mediano y largo plazo.
    9. Medición de Impactos.
    10. Autodiagnóstico online para evaluar el avance de las medidas implementadas.
    Forma de Pago: Transferencia Bancaria (sólo Argentina / Chile / Venezuela) // PayPal (resto de países de América y Europa)

    Para inscrição acesse: http://ht.ly/nhVKK

    10 passos para implementar um projeto de RSE

     
  • 24 jul

    O desafio da agricultura familiar é o acesso à tecnologia 

    O desafio da agricultura familiar

    O desafio da agricultura familiar é o acesso à tecnologia

    Eustaquio_VieiraA maior parte dos ganhos de renda para a agricultura comercial e familiar no últimos anos tem sido resultado da incorporação de conhecimento e de tecnologia. Enquanto acesso à terra e o trabalho, tem tido participação menor. Para José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas – IPEA e palestrante do 1º Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade, o caminho para fechar o abismo entre a agribusiness e a agricultura familiar é garantir o acesso à tecnologia.
    Recentemente premiado pelo artigo “Mudança tecnológica na agricultura: uma revisão crítica da literatura e o papel das economias de aprendizado”, Vieira Filho vai fazer sobre inovação no setor agrícola durante o CiiS.
    Para ele, existe um falso dilema entre agricultura familiar e a comercial já que o desafio da tecnologia é o mesmo.
    “É preciso parar com esta separação entre agronegócio e agricultura familiar. Esta subdivisão não contribui para pensar e planejar o setor agropecuário como um todo”, lembrou.
    Vieira filho acredita que o desafio é conhecer a capacidade do setor de absorver tecnologia. Segundo dados do Censo Agropecuário de 2006, 27% dos proprietários rurais eram analfabetos e 78% dos dirigentes dos estabelecimentos agropecuários não receberam orientação técnica na produção.
    Leia os principais trechos desta entrevista realizada com exclusividade para o blog do CiiS.
    Blog do CiiS: Existe um conflito entre o agronegócio, latifundiário e monocultor, e as pequenas produções, que se propõem a plantar organicamente e a vender com objetivo de atender a demanda por alimentação. Na sua visão, a tecnologia pode ser um fator que consiga equilibrar estes interesses? Como?
    Vieira Filho: É preciso parar com esta separação entre agronegócio e agricultura familiar. Esta subdivisão não contribui para pensar e planejar o setor agropecuário como um todo. Em pesquisas recentes organizadas aqui no Ipea, mostramos que há uma heterogeneidade estrutural muito forte na economia brasileira. No que se refere aos dados da concentração de renda, 0,4% dos estabelecimentos (os produtores de alta renda) são responsáveis por metade da produção brasileira. No outro lado, 63% dos estabelecimentos (a extrema pobreza) participam com 3,9% da produção. Nosso estudo mostrou também que tanto na agricultura comercial (6% dos estabelecimentos) quanto na agricultura familiar (29%) os estabelecimentos agropecuários encontram-se na faixa de baixo conteúdo tecnológico. De acordo com os dados do Censo Agropecuário de 2006, considerando um incremento de 100% na renda bruta, os insumos tecnológicos explicam 68% desta flutuação, sendo que a terra e o trabalho explanam, respectivamente, 23% e 9%. Portanto, o grande problema a ser solucionado é o acesso à tecnologia. É preciso incorporar os produtores de baixo conteúdo tecnológico (tanto na agricultura comercial e familiar) na fronteira de produção, elevando assim a produtividade total dos fatores.
    Para não ficar sem resposta, quanto à questão da produção orgânica ou biológica, sou cético quanto a isso. Tais produções não se viabilizam sem escala produtiva e em mercados globalizados, muito menos sem pensar em ganhos de produtividade, os quais aparecem com o uso de novas tecnologias. Apenas em regiões com renda muito elevada, tais produções se justificam, o que é o caso do mercado de Brasília, por exemplo. A renda elevada das pessoas é capaz de remunerar o preço alto de um produto (ou prêmio por ser orgânico ou biológico – características não mensuráveis), já que o impacto do consumo de bens agrícolas na cesta do consumidor é pouco expressivo em relação a sua renda. Entretanto, para a maioria da população, preço é uma variável fundamental, sem contar que um preço menor significa poupar renda para o consumo de outros bens, ou seja, a redução dos preços agrícolas redistribui renda na população como um todo.
    Portanto, para uma família mais pobre, é difícil justificar a compra de um tomate mais caro apenas pelo fato dele ser orgânico ou biológico.
    Blog do CiiS: Como ampliar o acesso dos pequenos produtores ao uso da tecnologia como um todo, em termos de acesso à internet, à máquinas de beneficiamento de produtos, enfim, ampliar o acesso a benefícios trazidos pela tecnologia?
    Eustáquio: Em primeiro lugar, é preciso distinguir dois pontos: i) geração de tecnologia (que pode ser realizada pelo setor público e privado) e ii) capacidade de absorção de novos conhecimentos pelos produtores.
    Na agricultura, o investimento produtivo é capaz de inovar (muitas vezes em novos processos produtivos), mas fundamentalmente de ampliar a capacidade de absorção de novos conhecimentos dos agentes. Apenas para uma observação crítica no segundo ponto, conforme os dados do Censo Agropecuário de 2006, 27% dos proprietários rurais eram analfabetos e 78% dos dirigentes dos estabelecimentos agropecuários não receberam orientação técnica na produção.
    Assim, o papel da Embrapa, por exemplo, o de gerar desenvolvimento e inovação tecnológica para a sustentabilidade do setor agropecuário, fica comprometido, já que a capacidade dos agentes produtivos dentro do sistema de absorver e de assimilar novos conhecimentos é extremamente reduzida. Para ampliar o acesso às novas tecnologias, o governo deverá ter um planejamento tanto na educação quanto na extensão rural, que são pré-requisitos para a difusão das novas tecnologias. É um mito achar que o papel da Embrapa está dissociado desta política de ampliação de capacidade de absorção tecnológica. Além disso, é preciso entender que o ambiente institucional favorável ao desenvolvimento tecnológico no Brasil é anterior à criação da Embrapa e é mais complexo do que pensar em uma única instituição promotora do desenvolvimento.
    Blog do CiiS: Na sua opinião, um encontro como o CiiS é capaz de catalisar soluções aos desafios expostos acima?
    Eustáquio: Acredito que o CiiS é uma oportunidade para estimular o debate na sociedade nas grandes questões que podem balizar o desenvolvimento futuro. Devemos pensar a questão tecnológica ligada ao desenvolvimento sustentável, o que requer eficiência produtiva. Gerar tecnologia é importante. Creio que o Brasil gerou tecnologias com bastante sucesso após a revolução verde.
    Entretanto, será importante repensar a estratégia da educação e extensão rural, questões de médio e longo prazo.
    Blog do Ciis: Qual sua perspectiva ao término deste encontro?
    Eustáquio: Espero contribuir com o debate chamando a atenção para o problema do acesso às tecnologias, da melhoria da educação e da ampliação da extensão rural. Acredito também que posso aprender com a troca de experiência e de informações sobre tecnologia e sustentabilidade.
    Para conferir a programação completa do Congresso clique aqui.
     
  • 23 jul

    3ª Enquete CiiS: reforma universitária e sustentabilidade 

    http://www.ciis.com.br/noticias/3a-enquete-ciis-reforma-universitaria-e-sustentabilidade/

    EnqueteParticipe da Enquete do CiiS 2013: reforma universitária e sustentabilidade
    Quem acompanha a temática da sustentabilidade sabe que o tema da reforma do ensino superior é uma pauta constante e, mais cedo ou mais tarde, vamos precisar encarar esta realidade para poder termos profissionais mais alinhados com as temáticas.
    No entanto, não existe um debate muito aberto sobre este tema. Na França, o filósofo Michel Serres, acredita que deve haver um programa comum para todas as disciplinas, ou seja uma grande narrativa comum de todas a ciências, e nas humanas, um mosaico de conhecimento, criando assim uma unidade de saberes. A nossa terceira enquete aborda exatamente esta questão. Veja a abaixo:
    Como introduzir conceitos de sustentabilidade nas grades curriculares do ensino superior?
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  • 22 jul

    Povos tradicionais têm papel crucial na conservação da biodiversidade | Agência FAPESP :: Especiais

     
  • 18 jul

    Clamor Coletivo: Medicina, Ciência e Complexidade 

    Vivian Blaso** Profa. Vivian A. Blaso S. S. Cesar é Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais, Especialista em Marketing e Sustentabilidade, Presidente da Organização do #Ciis2013. Ela estará no painel Comunicação, Cultura e Tecnologias que ocorrerá no segundo dia do Congresso (30/8). Veja a programa completa aqui https://www.facebook.com/Congresso.CiiS


    CLAMOR COLETIVO

    Sou a insatisfação. Mas só me realizo na manifestação coletiva.
    Individualidade. Num clamor universal: o novo fenômeno social.
    O modelo mundial está equivocado.
    Numa nave, tão pequena de abundância terrena.
    Voltar aos estudos tribais.
    No respeito: a individualidade
    O mundo: Clama
    A uma simples felicidade!
    Sorrir ao desconhecido, sorrir, sorrir
    A telepatia global: a empatia
    As necessidades: A paz, o sono tranquilo, o respirar, o ar puro
    Enquanto viver: São quatro
    Estações no ano
    Nas colheitas sazonais
    Um supre o outro, sem ganância, sem torpeza.
    Enquanto escrevo o que penso, nunca saberás o que canto.
    Enquanto escrevo o que digo, nunca saberás o que penso.
    São os gorjeios dos pássaros
    A natureza do encanto, o recôndito d’alma, a tênue seda do amor.
    O segredo contido numa explosão interior. 
    Atalir Ávila de  Souza ( Pai da autora do Blog Conversa Sustentável, Advogado e Poeta)

    Está claro que estamos vivendo um clamor coletivo. Época de descrença nas instituições políticas, privadas e religiosas. Essa falta de crença tem levado as pessoas para as ruas, a manifestarem suas insatisfações, mas onde há descrença também há esperança. Se não fosse a descrença, não teríamos a esperança e não nos movimentaríamos por melhores condições de vida, afinal o discurso das instituições políticas, privadas e religiosas também é o nosso discurso e sempre nos direcionaram a buscar o bem-estar.
    O desejo comum da nossa civilização é a felicidade, por isso estamos presenciando o movimento dos trabalhadores e de categorias como a dos médicos em busca de melhorias e autonomias que os estariam beneficiando em seus processos e dinâmicas de atendimentos cotidianos aos seus pacientes.
    Vou tomar como exemplo o ato médico para chamar a atenção sobre a emergência de reformas que poderiam verdadeiramente transformar não só os médicos brasileiros, mas a sociedade como um todo.
    Edgar Morin, em seu livro A via para o futuro da humanidade, dedicou um capítulo para analisar a situação da medicina e da saúde. O autor tomou como exemplo a medicina ocidental, que, em função dos progressos na pesquisa, ampliou a expectativa de vida no mundo ocidental de 25 para 80 anos, o que contribuiu com a medicina ensinada nas faculdades e a tornou legítima e aceita pela comunidade científica.
    A partir da década de 60, com o aparecimento da AIDS, a comunidade de médicos ficou abalada e tomou consciência de que não seria possível controlar a proliferação de vírus e bactérias. Com isso, foi necessário repensar os protocolos e rever as crenças de que este processo racional legitimado não produzia somente verdades racionais.
    Nessa mesma época, em Nova York, Rachel Carson desencadeou uma série de debates nacionais sobre o uso de pesticidas químicos e os limites do progresso tecnológico, pois o uso indiscriminado de pesticidas começava a afetar a vida de pessoas, plantas e animais. Segundo Morin, a consciência ecológica nos fez reconhecer os limites dos poderes humanos sobre a natureza.
    Para ele, as hiperespecializações na medicina compartimentalizaram os saberes sobre o corpo e separaram o corpo em partes fragmentadas. Essa fragmentação promoveu a separação entre disciplinas, que oculta as conexões complexas que existem entre as partes do corpo e suas correlações com o ambiente. O indivíduo é tratado como paciente, mas ignorado como pessoa. Há uma disjunção entre a medicina que trabalha o corpo e as diversas psicoterapias, ou seja, a medicina trata o organismo, mas raramente trata a pessoa inserida em seu contexto social.
    O desenvolvimento farmacológico empobreceu o conhecimento fitoterápico, e hoje nenhum ensinamento universitário mostra que o ser humano é multidimensional. Dessa forma, a ciência e a medicina isolaram os indivíduos. Mas o indivíduo vive em diversos circuitos e faz parte de uma biosfera, e isso reflete a imagem das necessidades de mudanças necessárias à nossa civilização contemporânea.
    Pensar na medicina ocidental requer o complexus, isto é, aquilo que é tecido em conjunto. Como posso tratar um paciente ignorando que ele é um sistema aberto recursivo e interacional? 
    A medicina requer a transdisciplinaridade – um modo organizador que pode atravessar as disciplinas e vai convergir para a unidade. Para reformar a medicina é necessário também reformar a ciência; precisamos religar o que foi desligado. É necessário contextualizar e recontextualizar as relações entre os saberes fragmentados.
    Como podemos desconsiderar os conhecimentos sobre a natureza, os alimentos e suas propriedades curativas? A medicina chinesa e a acupuntura inseridas nos procedimentos da medicinal ocidental? O papel da religião como crença que cura? O saber dos xamãs? Esses dilemas ainda imperam na Sociedade Brasileira de Medicina, que até dias atrás conferia aos médicos o poder exclusivo de prescrever terapias aos seus pacientes. O que devemos fazer com o conhecimento de um fisioterapeuta que, na lida diária com seus pacientes, descobre práticas inovadoras de melhorias, por exemplo, das funções motoras?
    Morin encerra o capítulo com as vias reformadoras da medicina e da saúde: a reforma dos estudos da medicina, reforma da relação médico/paciente, reforma da relação generalista/especialista, reforma dos orçamentos, a via das simbioses entre medicinas, reforma dos hospitais e da indústria farmacológica.
    Há uma emergência de reforma não só no pensamento da medicina, mas na reforma da ciência. Essa é uma proposta ousada, mas não é impossível, uma vez que a reforma do pensamento nos sugere um reaprender a pensar, a religar todos os continentes que foram separados desde a visão cartesiana que percorre a ciência contemporânea até os dias de hoje. 
    Ir para as ruas manifestar-se já é um ato corajoso nos dias de hoje, mas também é um sinal de mal-estar geral na civilização, por isso encerro o texto com uma frase de Freud: “Os juízos de valor dos homens são inevitavelmente governados por seus desejos de felicidade, e, portanto são uma tentativa de escorar suas ilusões com argumentos”.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    CARSON, Rachel. Primavera silenciosa. Trad. Claudia Sant`Anna Martins. 1. ed. São Paulo:  Gaia, 2010.
    FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. Trad. Paulo César Souza. 1. ed. São Paulo: Penguin Classics, Companhia das Letras, 2011.
    MORIN, Edgar. A via para o futuro da humanidade. Trad. Edgar de Assis Carvalho, Marisa Perassi Bosco. 1. ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2013. 

     
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