Atualizações de maio 2013 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 29 maio

    PRAÇA VICTOR CIVITA RECEBE SEGUNDA EDIÇÃO DA MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA AMBIENTAL 

    Exibições ocorrem em junho, como parte da programação da Virada Sustentável, e resgatam questões de sustentabilidade, cidadania e políticas públicas

     Nos dias 6 e 7 de junho, às 20h, a Praça Victor Civita exibirá a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental ( http://www.ecofalante.org.br/mostra.) A programação faz parte da terceira edição da Virada Sustentável, que acontece entre os dias 6 e 9 de junho em diferentes locais de São Paulo. Para as apresentações na Praça foram selecionados os longas Deus Salve o Verde (God Save The Green, 2012), produção italiana dirigida por Michele Mellara e Alessandro Rossi, e o filme canadense Rios Perdidos (Lost Rivers, 2012), de Caroline Bâcle.
    Entre 23 e 30 de maio, o evento exibiu, gratuitamente,  70 filmes, procedentes  de 20 países,  em seis salas paulistanas.
    A primeira produção retrata a realidade da maioria das pessoas que deixa o campo e migra para os subúrbios das cidades em busca de novas oportunidades. Nesse cenário, a evidente transformação antropológica, que vem aumentando globalmente, retrata pastores e agricultores se adaptando à vida urbana. Entre arranha-céus, subúrbios anônimos e favelas renasce a necessidade do homem trabalhar a terra. Sentimentos antagônicos ressurgem, desequilibrando ritmos e deveres na vida urbana destes personagens. A narrativa flui por caminhos que levam a possibilidades inovadoras e colocam em evidência: o último jardim em uma das periferias mais movimentadas de Casablanca (Marrocos), o cultivo hidropônico em Teresina (Brasil), hortas comunitárias em Berlim (Alemanha), a produção de vegetais dentro de sacos em uma das favelas de Nairobi (Quênia) e jardins suspensos em Turim e Bolonha (Itália).
      
    Já o filme Rios Perdidos  aborda o universo das cidades industriais com rios que fluíam sem a intervenção do homem, mas, por conta da evolução desenfreada da metrópole, viram suas margens ocupadas por casas e edifícios. Dessa forma, esses recursos naturais, ao longo das últimas décadas, acabaram escondidos, soterrados – ou pior, uniram-se às redes de esgoto, tornando-se meios de transmissão de doenças. Diante desse lúgubre cenário, o longa conduz o espectador a uma aventura no submundo urbano, pontuado por esgotos, túneis e galerias. Assim, nesse universo literalmente underground é possível redescobrir a história desses rios perdidos ao mergulhar em mapas de arquivos e ir ao subterrâneo com exploradores urbanos clandestinos. 
      
    SOBRE A ECOFALANTE
    Responsável pelo evento, a ONG Ecofalante surgiu em 2003, da ação de um grupo de educadores, comunicadores, cineastas e profissionais de diversas áreas do conhecimento científico voltados para questões culturais e socioambientais e para a utilização das novas e disponíveis tecnologias que contribuíssem para o desenvolvimento sustentável, a preservação e a recuperação do meio ambiente. Destaca-se entre os seus projetos a série de documentários Histórias da Mata Atlântica (composta por três episódios: “O Pontal do Paranapanema”,  “Visita à Aldeia Guarani” e “O Vale dos Quilombos”). A Ecofalante tem como fundador e diretor o produtor Chico Guariba. Segundo ele, a criação da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental foi motivada pela “necessidade de chamar a atenção da população paulista para questões ambientais, de sustentabilidade, cidadania, governança, participação e políticas públicas”. A 2aMostra Ecofalante de Cinema Ambiental conta com patrocínio do Instituto Votorantim, Mondelēz e White Martins. O projeto é realizado com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2012. http://www.ecofalante.org.br/mostra/
    • SOBRE A PRAÇA VICTOR CIVITA          
    Projeto pioneiro na América Latina, inaugurada em 2008, a Praça Victor Civita é resultado da iniciativa do Grupo Abril em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo, o Itaú, a Even Construtora e a Petrobrás. A partir de um espaço com aproximadamente 14 mil metros quadrados e área verde com cerca de 80 árvores, a Praça oferece à população um espaço que propõe uma reflexão acerca da preservação ambiental. Também abriga o Museu da Sustentabilidade, instalado no antigo incinerador de Pinheiros, e desenvolve atividades de educação socioambiental, com cursos, palestras e visitas escolares, além de localização privilegiada e de fácil acesso através de transporte público ou carro. A Praça Victor Civita dispõe de um palco para espetáculos com arquibancada coberta para 290 pessoas, onde ocorrem apresentações musicais, passando pelo rock, samba e música clássica, também espetáculos circenses, aulas de arte, yoga e pilates, além de atividades no centro de convivência para a terceira idade (CIIPE). O projeto foi implementado a partir da iniciativa de reviver uma região degradada pelo acúmulo de detritos ao longo dos anos, uma vez que, entre os anos de 1949 e 1989, o espaço funcionou como centro de processamento de resíduos urbanos.Dentro das normas técnicas de acessibilidade, a área conta com uma exposição permanente sobre as formas, materiais e tecnologias empregadas no tipo de reabilitação ambiental do terreno. Além disso, a Praça Victor Civita conta com soluções arquitetônicas de reuso de água, economia energética e projeto paisagístico educativo. A Praça Victor Civita é aberta diariamente, das 6h30 às 19h, e toda a sua programação é gratuita. Para visita de grupos escolares é necessário agendamento. A Praça divulga suas atividades através do site http://pracavictorcivita.org.br e também  nas redes sociais twitter (@pracavc) e facebook (fb.com/pracavictorcivita). No site, o público pode se cadastrar para receber a newsletter da programação.
    • SERVIÇO
    Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental
    Dia: 6 de Junho 
    Filme: Deus Salve o Verde (2012)
    Direção: Michele Mellara e Alessandro Rossi
    Horário: 20h     
    Dia: 7 de Junho 
    Filme: Rios Perdidos (2012)
    Direção: Caroline Bâcle
    Horário: 20h     
    Local: Praça Victor Civita | Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros       
    Ingresso: Entrada gratuita          
    Outras informações: (11) 3031-3689 ou http://www.pracavictorcivita.org.br
    *A apresentação acontece no palco da Praça com arquibancada coberta para 290 pessoas. Capacidade máxima do local: Duas mil pessoas.
    **Não é  necessário retirar ingressos com antecedência.
    Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo
    Manoela Gonçalves | manoela@baobacomunicacao.com.br
    Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde | 04136-020 – São Paulo – SP
    +55 11 3482-2510 | +55 11 3482-6908
     
  • 21 maio

    “Congresso traz como tema Ciência e a Tecnologia como vetores para a sustentabilidade” 


    Profissionais das mais diversas áreas do conhecimento estarão reunidos nos dias 29 e 30  de agosto em São Paulo para troca de experiências
    Nos dias 29 e 30 de agosto, a partir das 8h30 na Fatec Tatuapé (FATEC) em São Paulo, a Conversa Sustentável e a Revista Sustentabilidade realizam o 1° Congresso Internacional de Sustentabilidade.
    O evento tem como desafio compartilhar experiências e estratégias de inovação interdisciplinares para a aplicabilidade mercadológica e contará com a participação de profissionais de sustentabilidade, acadêmicos, especialistas Brasil, América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia.
    A estrutura do evento contará com seções para a apresentação de artigos  aprovados comissão cientifica, 06 painéis temáticos, oficinas técnicas realizadas pela Associação dos Profissionais de Sustentabilidade, Mesa redonda sobre a Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos e Workshop sobre  Neuromarketing
    .
                O encontro acontecerá das 8h30 às 18h, na FATEC Tatuapé, que fica na Rua Antônio de Barros, 800 | Tatuapé – São Paulo/SP. As inscrições podem ser feitas pelo site http://ciis.com.br/
    Parceria: Revista Sustentabilidade  – http://revistasustentabilidade.com.br/
    Apoio Institucional: Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade – http://www.abraps.org.br/
    Câmara Brasil Alemanha – http://www.ahkbrasilien.com.br/pt/
    Programação
    1° Dia – 29 de agosto
    8h30 – Abertura Oficial
    9h30 – Painel 1 – Educação e Ensino à Distância
    Dra. Ivanette Bellucci – Fatec Tatuapé
    Msc. Rogério Teixeira – Centro Paula Souza – CETEC
    Dr. Angelo Cortelazzo – Coordenador da UNIVESP
    Dr. Dilermando Piva – Coordenador de EAD – CEETEPS
    Dr. Enrique Viana Arce – FATEC – Americana
    10h50 – Intervalo
    11h10 – Painel 2  – Responsabilidade Social e Sustentabilidade na Europa
    Dr.Fernando Miguel dos Santos Henriques Seabra – ISCAL – Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa – Instituto Politécnico de Lisboa
    José Elias Parreira Ramalho – Instituto de Desenvolvimento e Inovação Social (I.D.I.S MAIS) – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
    Dra.Maria de Fátima Nunes Jorge Oliveira – Universidade de Évora
    Dra.Maria João Ferreira Nicolau dos Santos – Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa (ISEG/UTL)
    Dra.Mónica de Melo Freitas – Centro de Estudos em Sociologia, Universidade Nova de Lisboa
    Dra.Maria Alice Nunes Costa – Universidade Federal Fluminense
    12h30 – Almoço
    14h – Oficina Temática Abraps
    14h às 16h – Painel 3 – Tecnologia e Inovação para a Sustentabilidade
    Luiz Alexandre Mucerino, Vice Presidente do Instituto Jatobás
    Economia Criativa e a sustentabilidade nas cidades – Prof. Luiz Alberto Machado – Vice-Diretor e professor titular da Faculdade de Economia da FAAP
    Desenvolvimento Tecnológico na Agricultura Brasileira – Dr. José Eustáquio Vieira – Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
    Avanços Tecnológicos e Sustentabilidade no Brasil – Dr. Francisco Fechine Borges – UFPE
    Dr. Oswaldo Massambani – Coordenador da Agência Inova do CEETEPS
    16h às 18h – Seções Paralelas
    16h às 18h – Workshop – Neuro Comunicação para a Sustentabilidade
    José Elias Parreira Ramalho – Instituto de Desenvolvimento e Inovação Social (I.D.I.S MAIS) – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
    Heitor Fox – Consultor na Brain Your Business, Lisbon Area, PortugalInformation Technology and Services
    2° Dia – 30 de agosto
    8h30 – 10h30 – Painel 4 –  Construção: Do Ciclo de Vida à Operação Sustentável
    A importância da gestão de facilities na sustentabilidade:Marcos Maran – Presidente da ABRAFAC e Amilcar João Gay Filho,  ABRAFAC 
    A importância da construções sustentáveis no desenvolvimento de novas tecnologias – Roberto de Souza – CTE – Diretor Presidente
    Gestão de Resíduos na Construção uma experiência prática – Isac Moises Wajc – Sócio-proprietário da REDERESÍDUO
    Resíduos industriais e reciclagem – Msc. João Ailton Brondino – Pesquisador da UFScar
    10h30 – Intervalo
    10h50 – Painel 5 – Comunicação, Cultura, Tecnologias
    Comunicação e Sustentabilidade –  MsC. Vivian Ap. Blaso S. S. Cesar, PUCSP. Relações Públicas e Docente
    Redes digitais e sustentabilidade – Dr. Mássimo di Felice – ATOPOS/ USP
    RSE: experiência na América Latina – Msc. Valmir de Oliveira – Universidade Mayor, Chile- 
    Diálogo Online com Stakeholders – Fernando Legrand – Coordenador Académico no CapacitaRSE, e editor do Blog RSE Online desde 2004
    Inovação, Consumo e Tendências – MsC Fábio Mariano Borges – Publicitário e Sociólogo 
    12h30 – Almoço
    14h – Oficina Temática Abraps
    14h às 16h – Mesa Redonda: responsabilidade civil criminal e ambiental na gestão de resíduos
    Francisco Luiz Biazini Filho – Fundador e Conselheiro do GAO: Grupo de Articulação das ONGs brasileiras na ISO 26000
    José Valverde Machado Filho – Presidente do Instituto Cidadania Ambiental
    Luiz Aceti Jr. – Advogado especialista em direito ambiental e agrário e professor UNISAL da Campinas
    Prof. Dr. Roberto Baungartner – Diretor Ticket Serviços
    15h às 17h30 – Seções Paralelas
    16h às 18h – Painel 6 –  Construções Sustentáveis: Variáveis e Vertentes
    Dra. Sasquia Hizuru Obata –  Variáveis da sustentabilidade nas construções – FATEC
    Dra. Maria de Jesus Seabra  – Vertentes de Sustentabilidade e Infra estrutura de Transportes – ISEG – Lisboa
    Dra. Maria Madalena Moreira Vasconcelos – “Sustentabilidade de Sistemas Urbanos
    De Água” – Universidade de Évora
    Catarina Selada – Cidades Inteligentes – INTELI
    18h – Coquetel de Lançamento do Livro: Ciência e Tecnologia como vetor para Sustentabilidade
    Inscrições
    Inscrições até 10 de junho – R$ 600,00
    * 50% de desconto para docentes, estudantes e associados Abraps.
    Informações à Imprensa
    Conversa Sustentável / imprensa@conversasustentavel.com.br
     
  • 21 maio

    Siemens supera meta de sustentabilidade no setor industrial 

    Siemens publica o Relatório de Sustentabilidade para o exercício de 2012
    • A empresa atingiu plenamente importantes metas de sustentabilidade
    • Espera-se que todos os novos prédios da Siemens possuam uma certificação LEED
    • Programa de eficiência energética para toda a cadeia de valor
    • A empresa mais sustentável do mundo dentro do super setor de Bens e Serviços Industriais
    Em seu Relatório de Sustentabilidade para o exercício de 2012 publicado no início do mês, a Siemens chega à uma conclusão positiva: “Tivemos êxito em atingir plenamente nossas metas de sustentabilidade. Aumentamos nossa receita verde para €33 bilhões ao mesmo tempo que demos um exemplo de sustentabilidade e ganhamos até agora cerca de 1000 fornecedores para nosso programa de eficiência energética. Pela primeira vez em nossa história, também fomos indicados como a empresa industrial mais sustentável do mundo no renomado Índice de Sustentabilidade Dow Jones de 2012 – alcançando, como Líder de Super-Setor, a posição máxima em nove setores da indústria”,  disse Barbara Kux,  membro da diretoria e Diretora de Sustentabilidade da Siemens AG.

    Em 2012, a Siemens também posicionou, com sucesso, sua Carteira Ambiental como um importante fator de negócios. A receita proveniente de produtos verdes, que cresceu três pontos percentuais mais rápido do que a receita total da empresa, agora é responsável por 42% dos negócios totais da Siemens. Em 2012, as tecnologias verdes da Siemens permitiram que os clientes reduzissem as emissões de gases do efeito estufa em um total de 332 milhões de toneladas – uma quantidade igual às emissões anuais totais conjuntas das cidades de Berlim, Hong Kong, Jacarta, Londres, Melbourne, Moscou, Nova York, São Paulo e Tóquio.
    Nos últimos anos, a empresa também tem reduzido seu próprio consumo de recursos. Por exemplo, no exercício de 2012 a Siemens aumentou sua eficiência energética em oito por cento em comparação a 2010, e melhorou sua eficiência na área de produção de resíduos em 6 por cento; na área de emissões de CO2, a melhoria foi de 12 por cento. Programas de eficiência energética já acontecem em mais de 100 das unidades de produção da empresa. Novos prédios e importantes estruturas já existentes estão sendo otimizados de forma rigorosa para aperfeiçoar os recursos de sustentabilidade. Além disso, a Siemens planeja obter certificação LEED  (da sigla em inglês para “Liderança em Design Ambiental e Energia”) – que é o padrão ambiental internacional de construção – para todos seus novos prédios. O novo edifício-sede da Siemens, que está sendo construído em Munique, também irá estabelecer um novo padrão neste sentido. A Siemens está expandindo seu sucesso por toda a cadeia de fornecedores.
    Como parte de seu Programa de Eficiência Energética para Fornecedores (EEP4S), mais de 1000 fornecedores analisaram  sua eficiência energética até o momento, e concluíram que é possível  fazer uma economia de energia de cerca de 10 por cento em média.  Peter Löscher, Presidente e CEO da Siemens AG, disse “Durante os últimos anos em particular, a Siemens afirmou-se como um paradigma de sustentabilidade. Gostaria de agradecer à Sra. Kux, sua equipe e todos nossos funcionários por seus esforços. Podemos ficar muito orgulhosos deste feito porque ele beneficia nossos negócios, nossos clientes e a sociedade – e isso também está sendo amplamente reconhecido fora da empresa”.
     Em 2012, a Siemens foi classificada como a Nº1 em duas categorias do renomado Índice de Sustentabilidade Dow Jones:  Bens e Serviços Industriais e Indústrias Diversificadas. No que diz respeito ao altamente conceituado Projeto de Divulgação de Carbono (CDP, na sigla em inglês), cujos ativos totais de cerca de US$78 trilhões são administrados por cerca de 650 investidores institucionais, a Siemens mais uma vez alcançou a posição de liderança no ano fiscal de 2012, marcando 98 de um total possível de 100 pontos. 
          
    Sobre o Grupo Siemens no Brasil
    A Siemens está presente no Brasil há mais de cem anos e é atualmente o maior conglomerado de engenharia elétrica e eletrônica do país, com suas atividades agrupadas em quatro setores: Industry, Energy, Healthcare e Infrastructure & Cities. As primeiras atividades da empresa no Brasil datam de 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1895, no Rio de Janeiro, era aberto o primeiro escritório e, dez anos mais tarde, ocorria a fundação da empresa no país. Ao longo do século passado a Siemens contribuiu ativamente para a construção e modernização da infraestrutura do Brasil. Hoje, os equipamentos e sistemas da Siemens são responsáveis por 50% da energia elétrica gerada no País, 30% dos diagnósticos digitais por imagem realizados no Brasil e estão presentes em 2/3 de todas as plataformas offshore brasileiras projetadas nos últimos 8 anos. No Brasil, o Grupo Siemens conta com 10.120 colaboradores, 13 fábricas e 6 centros de pesquisa e desenvolvimento espalhados por todo o País. 
    O setor de Infrastructure & Cities da Siemens, com aproximadamente 87.000 colaboradores, oferece tecnologias sustentáveis para áreas metropolitanas e suas infraestruturas, que incluem soluções integradas de mobilidade, tecnologia predial e de segurança, distribuição de energia, aplicativos para redes inteligentes, e produtos de baixa e média tensão. O Setor abrange as Divisões Rail Systems, Mobility and Logistics, Low and Medium Voltage, Smart Grid, Building Technologies e a Osram AG.  Para mais informações, visite http://www.siemens.com/infrastructure-cities

     
  • 20 maio

    Seminário sobre Resíduos Sólidos 

    Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos
    Universidade de São Paulo – Escola Politécnica – Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais
    O seminário prevê a ocorrência de palestras de professores renomados, empresas, associações e pesquisadores com atividades desenvolvidas na área de reciclagem, biopolímeros e biodegradáveis. Cada palestra será de 20 minutos e mais 10 minutos para responder às perguntas do público. Participarão do evento estudantes de gradução e pós-gradução, associações, pesquisadores, professores, empresários e consultores que atuam ou tenham interesse em reciclagem de resíduos, prefeituras e órgãos públicos.
    LOCAL DO EVENTO: AUDITÓRIO “PROF. DR.FRANCISCO ROMEU LANDI” – Av.Prof. Luciano Gualberto, travessa 3 , n° 380 – Cidade Universitária, São Paulo – SP
    Valores
    Profissionais: R$ 100,00
    Alunos (graduação e pós-graduação): R$ 50,00
    apresentar a carteira da faculdade na secretaria do evento.
     
  • 15 maio

    COMITÊ DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE DA ABRE ADERE AO GLOBAL LANGUAGE FOR PACKAGING AND SUSTAINABILITY 

    Documento é uma plataforma global para o desenvolvimento sustentável de embalagens
    O Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade da ABRE- Associação Brasileira de Embalagem aderiu ao Global Language for Packaging and Sustainability desenvolvido pelo Consumer Goods Forum.
    Este Fórum reúne a expertise e compromisso de empresas atuantes em diferentes áreas que tem como objetivo comum o desenvolvimento sustentável, trazendo através do Language for Packaging uma importante referência internacional para todo o setor produtivo, governo e sociedade.
    O documento, uma plataforma global com sistemas e métricas para toda cadeia produtiva de embalagens e bens de consumo, tem como meta orientar e fundamentar decisões para o desenvolvimento sustentável deste setor. Ele também abre caminho para uma cooperação significativa de todas as indústrias brasileiras de embalagem, harmonizando os parâmetros mundiais da Análise de Ciclo de Vida (ACV).
    Para a ABRE, a tradução do documento para o português é fundamental para fomentar a sua compreensão, buscando o alinhamento da indústria nacional frente aos conceitos e premissas que vem sendo trabalhados mundialmente para o desenvolvimento sustentável da embalagem e aplicação de ACV, atrelado às diferentes interfaces técnicas, regulatórias e mercadológicas que balizam o desenvolvimento das embalagens no mundo.
    Porém, este conhecimento não deve ser restrito ao próprio setor e sim integrado com todos os stakeholders, resultando no entendimento e consequente avanço global das práticas e dinâmicas da sociedade. 
    “A ABRE acredita que a condução do tema desenvolvimento sustentável vem se consolidando no Brasil através de inúmeras iniciativas adotadas por empresas, sociedade civil e governo, sendo este o momento ideal para fortalecer os programas em curso alinhando-os aos conceitos internacionalmente trabalhados”, explica Luciana Pellegrino, Diretora Executiva da Associação.
     “Ao traduzir o documento oferecemos ao setor uma linguagem comum que permite uma discussão inteligente e esclarecida sobre o desenvolvimento sustentável de embalagens considerando todo o produto e cadeia produtiva. Em um processo de internacionalização as empresas terão uma referência internacional para tomada de decisões mais consistente”, complementa a executiva.
    SOBRE A ABRE
    Fundada há 46 anos, a ABRE – Associação Brasileira de Embalagem vem realizando um trabalho primordial para a cadeia produtiva de embalagem no Brasil por meio de suas inúmeras ações, fomentando as atividades desse mercado. 
    A Associação, representante de todo o setor – fabricantes de máquinas e equipamentos, fornecedores de matérias-primas e insumos, agências de design, fabricantes de embalagem, indústrias de bens de consumo, redes de varejo, instituições de ensino e entidades setoriais, atua numa ampla gama de atividades através de seus Comitês de Trabalho: Design Estratégico, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Normalização Brasileira e Mercosul, Comércio Exterior, Assuntos Estratégicos, Consultivo Legislativo, Educação, Usuários de Embalagem, Segurança Alimentar e o Núcleo de Formação de Competência.
    Através de seu incessante e ativo trabalho, a ABRE alcançou importantes conquistas, fruto da representação do setor junto aos órgãos da indústria, do governo estadual e federal e da sociedade como a participação no Grupo de Trabalho Temático de Embalagens (GTT de embalagens) para debate sobre a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, grupo designado pelo Governo Federal para discussão e elaboração das propostas no que se referem ao gerenciamento das embalagens pós-consumo e o Pacto Setorial entre a ABRE e o Ministério do Meio Ambiente que visa promover a educação do consumidor, através do emprego da simbologia técnica de descarte seletivo de embalagens e de identificação de materiais. O Pacto é baseado na Cartilha de Diretrizes de Rotulagem Ambiental, que está em sua segunda edição, desenvolvida pelo Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade da ABRE.
    Além disso, a Associação promove o Congresso Brasileiro de Embalagem ABRE, principal evento do setor de embalagens no país, reúne especialistas nacionais e internacionais na discussão dos principais temas de interesse da indústria. Realizado a cada dois anos, em 2012 teve como tema “Co-creative Packaging: o desafio de inovar com o consumidor”.
    Também promove o Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, Prêmio Institucional do setor, realizado anualmente premia as embalagens que mais se destacaram durante o ano. A Associação realizou em outubro de 2011 o Fórum Estratégico de Design sob o tema “Consumidor 3.0 – o valor da nova consciência de consumo”. A ABRE é a representante brasileira na World Packaging Organisation (WPO), sendo responsável pelo marketing mundial desta entidade desde 2007 e sediou, em 2005, a entrega do WorldStar for Packaging Excelence, principal prêmio da embalagem mundial.
    O Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE-FGV – realizado há 16 anos pelo IBRE/FGV – Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas e coordenado pelo professor Salomão Quadros, com exclusividade para a Entidade, é uma importante ferramenta para as empresas nortearem suas ações e estimular o desenvolvimento econômico do país.
    A Entidade oferece assessoria jurídica para associados, um serviço exclusivo para empresas associadas realizado em parceria com o escritório Kanamaru Advogados. Por meio desta parceria, a Kanamaru presta serviços de assessoria jurídica, análise de contratos, bem como pareceres jurídicos referentes às consultas solicitadas. A prestação do serviço acontece em duas horas de atendimento por mês por empresa associada.
    A ABRE oferece também a Orientação para Desenvolvimento de Embalagem e Logística que tem como principal objetivo atender empresas que estejam buscando orientação para melhorar a performance de suas embalagens, contribuindo para identificar soluções. O serviço é oferecido para associados por meio de reuniões individuais pré-agendadas para debater dúvidas e problemas.
    O Programa Embaixador, lançado em 2012, tem o intuito de ampliar o relacionamento da Entidade com o mercado, manter a comunicação ativa, se consolidando como um provedor de conteúdo relevante compartilhando conhecimento. Ao estar mais próxima do mercado a ABRE harmoniza as relações do setor e valoriza seus associados. Os Embaixadores além de serem os responsáveis por fazer a interface da Entidade com o setor de embalagens levando informações  sobre o trabalho da ABRE, identificam através destas ações as necessidades e anseios do setor, e também são responsáveis por divulgar as ações da Associação perante o governo, auxiliar nas realizações de eventos com indicações de palestras, divulgação para sua rede de contatos, entre outros. 
    Projeto Moçambique Brasil é um importante projeto para a Associação que assumiu o compromisso junto ao IPEX – Instituto para a Promoção de Exportações de Moçambique de contribuir para a formação de um Centro de Informações sobre embalagens na língua portuguesa. O Centro tem como meta fomentar o desenvolvimento da sua indústria de embalagens e o melhor atendimento das necessidades da agroindústria e das indústrias de bens de consumo daquele país tendo como foco o  seu desenvolvimento econômico e social.
    A Associação  lançou  em 2006 o livro “História da Embalagem no Brasil” reunindo informações para o conhecimento e o estudo da memória empresarial do setor de embalagens no Brasil.
    http://www.abre.org.br                                                                               
    Informações para imprensa:
    DCC Comunicação
    Fones: 11. 37913000
     
  • 14 maio

    Aerogerador em agência bancária da CAIXA 

    Nova agência no Maranhão conta com aerogerador da Energia Pura para produzir energia através dos ventos
    Construída dentro de uma política ambientalmente correta a nova agência Lençóis Maranhenses da Caixa Econômica Federal é parte integrante da política da empresa em tornar-se cada vez mais ecologicamente sustentável.
    Sua nova unidade em Barreirinhas no Maranhão é a primeira do banco no país a contar com um gerador de energia eólica que produz parte da eletricidade consumida pela agência através dos ótimos ventos presentes no local. A agência é uma grande conquista para os trabalhadores que antes tinham que se deslocar para outras cidades para realizar suas atividades bancárias.
    O sistema de microgeração instalado pela Energia Pura desperta a curiosidade dos clientes e de quem passa pela agência. O aerogerador do tipo Grid-Tie, conectado a rede elétrica, possui potência nominal de 2.4 kW e capacidade anual de gerar aproximadamente 4.800 kWh na localidade, quantidade de energia que deixará de ser usada da distribuidora, reduzindo igualmente as despesas da agência com eletricidade.

     
  • 14 maio

    EaD tem menos qualidade que o ensino presencial? 

    Ivanete BellucciEsta e outras questões serão discutidas no painel de abertura do 1º Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade. O tema “Educação à Distância” será debatido por nomes reconhecidos na área que irão promover uma ampla discussão a respeito dessa modalidade de ensino que vem se tornando cada vez mais democrática com a ampliação do acesso da população à Internet.
    Especialistas no assunto, entre eles a Diretora da Fatec Victor Civita, Professora Doutora Ivanete Bellucci, irão participar da discussão que pretende expor reflexões a respeito do vínculo entre ensino à distância, sustentabilidade, tecnologias e o acesso à educação.
    Sempre atenta à introdução da tecnologia na sala de aula, Ivanette tem estudado como os professores e as escolas integram as novas ferramentas no sistema pedagógico. Mais do que ter acesso as equipamentos, é preciso que tanto as escolas quantas os educadores saibam usar as ferramentas.
    Com sua experiência na área de Educação, com ênfase em Gestão Escolar, Planejamento Educacional e Avaliação, principalmente com relação à avaliação institucional, de aprendizagem, Gestão Escolar e Métodos Quantitativos, a Professora irá agregar ao debate os desafios inerentes ao processo de ganho de qualidade no ensino à distância, discussão permanentemente presente na sociedade que ainda tem uma percepção equivocada de que o ensino presencial tem mais qualidade.
    Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, área de concentração “Formação de Professores e Avaliação” e Doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp, área de concentração “Ensino, Avaliação e Formação de Professores”, a diretora espera que o CiiS na Fatec aproximará pesquisa e prática, teoria e disciplinas tratadas em sala de aula.
    “Nossa motivação em receber o 1º CiiS surgiu da expectativa de poder receber e participar de um congresso que abordará assuntos que também tratamos nos nossos cursos”, comenta.
    Segundo a diretora, a comunidade acadêmica da Fatec também está envolvida no evento.
    “Temos mais de um professor envolvido e tratando dos assuntos do congresso em sala, também temos professores elaborando artigo junto com seus alunos para submissão ao congresso”, lembrou.
    Conheça melhor os trabalhos da Professor Ivanette:

    O professor e os recursos da tecnologia digital: uma prática em construção

    Sistema escolar de ciclos tem desempenho equivalente ao de séries, aponta pesquisa

    O início do painel sobre EaD está previso para 9:30h do dia 29 de agosto. Veja a programação completa aqui.
     
  • 9 maio

    Instituto Alana divulga comunicado sobre anúncio da Coca-Cola 

    O Instituto Alana vem por meio deste comunicado parabenizar o compromisso global da Coca-Cola Company (http://www.comingtogether.com/coming-together-home/here-are-our-global-commitments)  para o combate à obesidade, que inclui, entre outras medidas, o fim do direcionamento de publicidade a crianças de até 12 anos.
    O anúncio feito pela empresa ontem (08/05) acontece em um momento de ampla reflexão sobre a responsabilidade empresarial em questões de impacto social. A inciativa da Coca-Cola reconhece que as estratégias de marketing têm forte impacto nas decisões de consumo e que é preciso fazê-las de forma responsável, “incluindo não dirigir publicidade a crianças menores de 12 anos em nenhum lugar do mundo”.
    Com a ampla divulgação de sua nova política, a fabricante compromete-se publicamente com o dever de respeitar os cidadãos. A conduta da empresa resulta da construção de uma política corporativa apoiada em um longo processo de debate travado entre sociedade, poder público e mercado diante de graves problemas decorrentes de estratégias de marketing.
    O Instituto Alana espera que o anúncio provoque uma reação em todo o mercado e que, de alguma forma, possa contribuir para uma revisão profunda sobre a conduta das empresas diante dos cidadãos, trazendo valores mais éticos e transparentes.
    É ainda oportuno reforçar a crença do Instituto Alana de que uma democracia consolidada apoia iniciativas como essa e reconhece que a defesa dos direitos das crianças, inclusive nas relações de consumo, é uma obrigação compartilhada entre famílias, empresas e Estado.
    Isabella Henriques
    Diretora de Defesa e Futuro
    Instituto Alana
    São Paulo, 09 de maio de 2013.
    Informações para a imprensa:
    2PRÓ Comunicação – alana@2pro.com.br  
    Myrian Vallone – myrian.vallone@2pro.com.br    
    Roseanne Café – roseanne.cafe@2pro.com.br  
    Marcela Lage – marcela.lage@2pro.com.br
    Tels. (11) 3030.9461 / 9404 / 9464 / 9435 / 9460
    Maio/2013
     
  • 8 maio

    PROJETO INTERNACIONAL EM MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR PARA UM CONSUMO SUSTENTÁVEL É LANÇADO DURANTE O EVENTO SUSTAINABLE BRANDS RIO 

    Rio de Janeiro, 8 de maio de 2013
    Será lançado oficialmente hoje, dia 8 de maio, dentro da programação do evento internacional Sustainable Brands Rio, o projeto internacional EMERGING ECONOMIES CONSUMERS BEHAVIOR CHANGE. O projeto tem no evento a realização de um workshop aberto aos presentes, assim como o lançamento de um White Paper, base para a discussão do tema.
    O projeto é uma realização da Eight Sustainability Platform, em parceria com Futerra Sustainability Communications, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Instituto Akatu e Sustainable Brands. Ele constitui-se como uma iniciativa de construção de conhecimento e ferramentas que possam ser empregadas pelas empresas para influência no comportamento do consumidor para um consumo e estilos de vida sustentáveis, em mercados emergentes como Brasil, África do Sul, Índia e China. O escopo 1, em 2013, começa pelo mercado brasileiro.
    O projeto, que é patrocinado pelo Banco Itaú e apoiado pelas empresas Dow, Nestlé, Unilever, Invepar e Pepsico, tem como objetivo trabalhar os desafios e oportunidades para as empresas Business to Consumers (B2C) em termos de proposição de valor, acesso a mercados e novos perfis de consumo, sustainable branding e relacionamento com os consumidores.
    O projeto busca a construção de ferramentas que respondam como a inovação e instrumentos de influência no comportamento podem ser adaptadas para uma nova realidade do consumidor brasileiro e como as marcas, produtos, serviços e modelos de negócio podem ser trabalhadas para responder a esses desafios e oportunidades. Ele trará soluções para empresas B2C trabalharem no engajamento de seus consumidores em mudanças de hábitos de consumo e estilos de vida sustentáveis.
    Antes do lançamento público, o projeto foi apresentado para um grupo seleto de 50 convidados, em um workshop restrito a convidados, em São Paulo, no último dia 24 de abri, na sede da Dow Brasil. Nessa ocasião estiveram reunidos em grupos de trabalho representante de marketing, comunicação, sustentabilidade e marcas das empresas e organizações parceiras, patrocinador e apoiadores e de outras como Telefônica, O Boticário, BR Foods, AES Eletropaulo, Duratex, WWF, Business for Social Responsability (BSR), Purpose, entre outros.
    Segundo Pablo Barros, Idealizador do projeto e Fundador da Eight Sustainability Platform “A influência no comportamento dos indivíduos é, de tantas respostas a serem perseguidas no rumo atual de nossa sociedade, uma das poucas que são suficientemente fortes para enfrentar o tamanho dos desafios apresentados. Optamos por começar esse trabalho através da construção de ferramentas a serem utilizadas por empresas B2C pela força das marcas, escala e penetração que tais empresas possuem e pelo retorno positivo que as empresas e marcas podem ter através do engajamento de seus consumidores.”
    Segundo Solitaire Townsend, Co-fundadora da Futerra “A criação de estilos de vida sustentáveis é a melhor oportunidade de negócios do século 21. O Brasil deve estar no coração desse novo mercado. É possível dividir experiências de marcas globais e também descobrir comportamentos sustentáveis únicos para o Brasil.”
    De acordo com Marina Grossi, presidente executiva do CEBDS “O Brasil só será mais sustentável em 2050 se mudanças significativas forem feitas até 2020. Isso é o que atesta o Visão Brasil 2050, estudo prospectivo do CEBDS lançado na Rio+20 e que propõe uma nova agenda de negócios para o país. Dos nove pilares do Visão, o primeiro trata de Valores e Comportamento. Neste pilar, grandes transformações podem ser realizadas pelo setor empresarial por meio de ações de comunicação que influenciem e engajem as pessoas para a mudança de hábitos de consumo. Assim, a forma como cada um de nós pensa, consome, produz e descarta, fonte de informação do Behaviour Change, é tema importantíssimo de estudo e capaz de auxiliar a alavancar as mudanças necessárias para atingir os objetivos do Visão Brasil 2050, onde todos os brasileiros vivem bem e dentro dos limites do planeta e a cultura do consumismo é substituída pelos princípios do desenvolvimento sustentável e pelos fatores de sucesso e satisfação pessoal.”
    Segundo KoAnn Skrzyniarz, CEO do Sustainable Brands “As marcas tem um papel crítico no alinhamento entre os negócios e a sociedade. Desde 2004, o Sustainable Brands tem apoiado marcas globais na liderança em direção a um futuro sustentável. Entender como encorajar escolhas de consumo mais sustentáveis é  crucial nesse percurso. Somos gratos em participar desse projeto e esperamos que ele traga contribuições e insights importantes nesse tema a serem compartilhados com o resto do mundo.”
    Mais informações sobre o projeto e acesso ao White paper em http://www.eightsustainability.com/#!mudanas-de-comportamento/cc4o
    Contato – assessoria de imprensa
    Finestra Comunicação
    Thais Helena M. Hannuch
    +55 11 99761-3213
    Jô Ribeiro
    + 55 11 97625-2858
     
  • 8 maio

    O consumo que nos faz feliz: uma reflexão sobre Ética e complexidade 

    Por Vivian Blaso, Presidente do #CiiS*
    A Kibon, por exemplo, por meio do Facebook, apresenta a sua “Receita para felicidade” ou pede para os internautas compartilhar a Felicidade, acredita os consumidores mais felizes são queles que compartilham mais porque consomem mais de seus produtos. Ao seu lado, numa releitura do valor calórico dos refrigerantes, a felicidade da Coca Cola está embutida numa lata ou garrafa, como mostra a campanha “Abra a Felicidade”, que traz a promessa do consumo da felicidade por meio do consumo do refrigerante.
    Nestes dois casos – poderiam ser outras marcas e outros produtos quaisquer, mas escolhi estas por estarem no auge das visibilidade de suas campanhas publicitárias – não estamos falando exatamente de alimentos ligados à saúde e à boa alimentação, como indicaram os consumidores brasileiros na pesquisa Akatu, que trariam felicidade
    Pelo contrário, a leitura das campanhas publicitárias nos mostra que o que interessa é consumir tais produtos para sermos felizes. E aqui é que está o grande paradoxo da sociedade contemporânea que deseja a saúde o bem estar, mas que é incentivada a comprar produtos que não são benéficos a saúde e qualidade de vida, principalmente na atual epidemia de obesidade pela qual o mundo passa.
    AS ORIGENS DO CONSUMISMO
    Foi a partir da década de 90 que o consumismo passou a ser o alvo dos documentos elaborados pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das raízes da crise ambiental em que vivemos.
    Zigumum Bauman define o “consumismo” como um tipo de arranjo social resultante da reciclagem de vontades, desejos e anseios humanos rotineiros, que impulsiona e coordena a estratificação social, definindo grupos e políticas de vida individuais, e assim, o consumismo é a principal força propulsora e operativa da sociedade, um atributo. Dessa maneira, o autor já apontava a sociedade consumidora como a aquela que desvaloriza a durabilidade, igualando “velho” a “defasado”, impróprio para continuar sendo utilizado e destinado à lata de lixo.
    Ao discutir o bem estar, a pesquisa do AKATU, aponta uma questão em jogo na sociedade de consumidores seria: como desacoplar a relação de consumo a felicidade uma vez que a felicidade vem sendo trazida como tema do discurso publicitário?
    É este o discurso que vem sendo alvo dos documentos da ONU sob o chapéu “Rumo a Sociedade de Bem Estar”. A aposta estaria sendo colocada na sustentabilidade como promessa da melhoria da qualidade de vida das pessoas no planeta.
    Mas quando se introduz a sustentabilidade, surge uma contradição entre o que é necessário e o que se coloca em prática, tanto do ponto de vista das empresas como do ponto de vista do consumo.
    No fundo sabemos que tais produtos, como o refrigerante ou sorvete, além de não resolverem a questão da felicidade, são altamente processados e, no geral, não são considerados benéficos à saúde. A própria natureza dos produtos já estaria em completo descompasso com a proposta de felicidade se os consumíssemos na frequência e velocidade que necessitaríamos para mantermo-nos felizes.
    CLASSE C
    Para complicar ainda mais o debate, um outro ponto relevante a ser colocado em discussão a partir da pesquisa do AKATU seria a preferência da Classe C ao optar pelo caminho do consumo – de todos os tipos de produtos e serviços – em detrimento ao caminho sustentável, pois há uma crescente massificação do consumo no Brasil.
    Isso traz consequências imediatas ao comprometimento das melhorias das condições de vida das pessoas nas cidades uma vez que o resultado direto do consumo é o aumento na produção de resíduos; na intensidade do consumo energético e, consequentemente, uma significativa majoração nas emissões dos gases causadores do efeito estufa. Isso tudo, sem contar nos impactos diretos à saúde das pessoas ao consumirem mais alimentos processados como, no caso, sorvetes ou refrigerantes, em excesso.
    O filósofo francês Serge Latouche, aponta que será preciso combater o “desenvolvimento sustentável”, ele acredita no “futuro sustentável da vida” e para isso será necessário reavaliar, reconceituar, reestruturar, realocar, redistribuir, reduzir, reutilizar e reciclar.
    Para ele, a via mestra para tal feito seria a felicidade e consequentemente o decrescimento, porque, se somos felizes, seremos menos suscetíveis à propaganda e à compulsividade do desejo. Essas opções implicam uma mudança de atitudes com relação à natureza, buscando a condição necessária para evitar um destino de obsolescência programada da humanidade.
    Portanto, devemos nos perguntar: Se estamos condicionados em uma sociedade de consumo, como reinventar processos, inovar arriscando os métodos tradicionais de produção, para nos aventurarmos em novos métodos que sugerem produções mais limpas?
    É aí que surge a inovação: será que para ser feliz precisamos cultuar a cultura do “ter”, justamente a cultura que nos coloca no centro de tudo?

    No fundo, estas indagações trazem reflexões sobre os valores, a ética, a responsabilidade social, ambiental e comportamental. É um resgate da moral. Entretanto, será necessário se permitir sair da fôrma, para inovar e criar novos mecanismos de sobrevivência, sem necessariamente precisar do “ter” para ser feliz.
    E, ao falar em Ética, exige-se uma reflexão, ou religação, como diz Edgar Morin, entre o indivíduo, a espécie e a sociedade. E, para que essa religação ocorra, é necessário o autoconhecimento.
    A dominação dos objetos materiais, o controle das energias e a manipulação dos seres vivos foram importantes para o avanço da humanidade, mas se tornou míope para captar as realidades humanas, convertendo-se numa ameaça para o futuro humano. Por isso, se faz necessário “Hominescer”, como aponta Michel Serres, que aposta na inventividade do homem para poder construir uma nova humanidade capaz de religar cultura, ciência e filosofia.
    Na perspectiva da complexidade apontada por Serres e Morin, podemos considerar a dificuldade de encontrar mecanismos capazes de unir o que está separado, separar o que está junto, uma vez que esse processo também vem ocorrendo nas escaladas de produção e consumo, que são tratados de maneira separadas, e, para religá-las, será necessário reconectar o individuo, a espécie e a sociedade, não separando a ciência da técnica, e nem a natureza da cultura. Será necessário, sobretudo reestabelecer a Ética. E isto se faz por meio de diálogo entre todos sem fazer caças as bruxas já que o processo e mudança requer a complexidade em si.
    *Profa. Vivian A. Blaso S. S. Cesar* é Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais, Especialista em Marketing e Sustentabilidade, Presidente da Organização do #Ciis2013. Ela estará no painel Comunicação, Cultura e Tecnologias que ocorrerá no segundo dia do Congresso (30/8). Veja a programa completa aqui.

    http://www.ciis.com.br/imprensa/o-consumo-que-nos-faz-feliz-uma-reflexao-sobre-etica-e-complexidade/

     
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