Atualizações de fevereiro 2013 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 26 fev

    Ciência e Tecnologia como Vetor para a Sustentabilidade 

    Por: Profa. Vivian A. Blaso S. S. Cesar*
    A Revolução Industrial resolveu muitos problemas, como, por exemplo, a escassez de bens, mas criou outros, como o suprimento de energia e o acúmulo de CO2 e outros gases, que foram se acumulando na atmosfera, segurando o calor do sol e ocasionando o aquecimento do clima.
    As tecnologias da informação, as redes sociais e a internet contribuíram para a disseminação em massa do conceito de sustentabilidade, que levou a sociedade a enxergá-la como um novo valor, pois ninguém em sã consciência gostaria de comprar produtos de empresas que colocam em risco a nossa sobrevivência no planeta.
    Foi a partir dos avanços científicos da década 70 que o alerta ambiental foi levado em consideração pelas autoridades globais e que mais tarde culminou no conceito de desenvolvimento sustentável, apontado no relatório “Nosso Futuro Comum”, encomendado pela médica, mestre em saúde pública e ex-ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland. Foi nele que pela primeira vez o conceito foi trazido para o discurso público. Sem dúvida alguma cabe às ciências ajudar o homem a avançar técnica e cientificamente rumo ao desenvolvimento, entretanto foi também o avanço das ciências, através de hiperespecializações, que de certa forma afastou o homem da sua capacidade de compreensão da sua interdependência com o natural, a sociedade e o indivíduo. Nessa perspectiva, após reflexões sobre a Rio + 20, podemos elencar alguns fatores essenciais ao Brasil no papel da liderança estratégica rumo à sustentabilidade, tais como as Relações de Interdependência e as Mudanças nos Padrões de Consumo da População Mundial.

    Relações de Interdependência: é preciso ter estratégias globais adequadas às realidades locais

    As relações de interdependência política, econômica, cultural, social e comunicacional vêm fazendo com que as grandes corporações modifiquem suas estruturas para a continuidade de atendimento às “necessidades de consumo” da população, que deseja incansavelmente meios de vida que lhe proporcione saúde e bem-estar.

    O posicionamento estratégico global das grandes redes também influencia as ações localizadas em respeito aos hábitos e culturas locais dos consumidores. Recentemente o McDonald’s anunciou a implantação de duas franquias na Índia com cardápio vegetariano, além da substituição, na Inglaterra, de brinquedos por livros infantis no famoso Mc Lanche Feliz, alvo de duras críticas de Ongs e organizações que lutam pelos diretos das crianças e adolescentes. Esses movimentos são reflexos das mudanças estratégicas da rede, pois não basta agradar os clientes, é preciso manter o interesse e atraí-los com ofertas que realmente atendam às necessidades de consumo existentes, porque a competição, o preço e a concorrência serão sempre o calcanhar de Aquiles das empresas que necessitam cumprir seu papel social, que é gerar lucro e promover o desenvolvimento.

    Assim, essa sociedade interconectada protagoniza as mudanças e influencia comportamentos semelhantes em grupos como o Procon, o IDEC – Instituto de Defesa do Consumidor, o Portal Reclame Aqui e o Cadastro de Reclamações Fundamentadas, permitindo a troca de experiências e a conexão, experiências que servem como verdadeiros norteadores de como a sociedade enxerga e gostaria de ser prontamente atendida.

    Além dessas influências, podemos perceber que a incorporação do discurso da sustentabilidade junto à sociedade consumidora pós-Rio 92 tornou possível às organizações enxergarem a minimização dos seus riscos reputacionais através da associação de uma imagem positiva por ser uma empresa “amiga do meio ambiente”. Entretanto, é aí que mora o perigo, pois seriam necessários muitos acordos e transferências de tecnologias dos países desenvolvidos aos países emergentes para conseguirmos adaptar a produção industrial a ponto de conseguirmos uma economia de baixo carbono capaz de atender à demanda mundial de consumo e para que as empresas possam ser realmente chamadas de “amigas do meio ambiente”.

    Mudanças nos padrões de consumo

    As mudanças nos padrões de consumo atuais da população mundial vêm influenciando as organizações a fazer uma adaptação de matérias-primas, e novas tecnologias vêm sendo incorporadas para assegurar a continuidade dos negócios mundiais, principalmente porque os grandes CEOS já sentiram no bolso que os recursos ambientais estão cada vez mais caros, o que poderia inviabilizar qualquer manutenção de negócios como os que estão praticando atualmente.

    Hoje a sustentabilidade passou a ser incorporada como valor para a sociedade, e não estamos falando sobre mudanças nos comportamentos individuais, como deixar o carro na garagem ou fazer coleta seletiva de lixo; trata-se da maneira como as empresas mantêm as suas atividades produtivas em grande escala, como, por exemplo, trabalhando na previsibilidade de riscos inerentes à extração de matérias-primas e como gerenciam seus impactos e mantêm a resiliência. Neste sentido, valor pode ser encarado como assumir publicamente a responsabilidades pelos seus atos, prestando contas à sociedade, caso as empresas não sejam tão boazinhas como parecem. Contudo, aqui temos um grande desafio, pois, do ponto de vista tecnológico, tais mudanças rumo à produção mais limpa é difícil de ser incorporada em países emergentes, que ainda não possuem altas capacidades tecnológicas, mas necessitam avançar urgentemente rumo a uma economia sustentável e de baixo carbono. E aqui está a centralidade das discussões que pretendemos abordar durante o CiiS 2013 – 1° Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade: como incorporar a ciência e a tecnologia em ações sustentáveis que contribuam efetivamente com a produção mais limpa, rumo a uma economia de baixo carbono?

    Profa. Vivian A. Blaso S. S. Cesar* é Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais, Especialista em Marketing e Sustentabilidade, Presidente da Organização do #Ciis2013.

     
  • 21 fev

    MPF/SP promove reuniões para formar comunidade de voluntários para estudo de grandes temas públicos 

    O Ministério Público Federal (MPF) em Campinas (SP) promove a partir da próxima semana uma série de reuniões para discutir oito grandes temas que estão dentro de espectro de atuação da instituição. São eles Saúde Pública e Bem-Estar; Economia, Tecnologia e Consumo; Cidades, Moradia e Mobilidade; Hipossuficiência e Desigualdade; Meio Ambiente; Segurança Pública; Educação, Cultura e Comunicação; e Patrimônio e Poder Público. A série de reuniões temáticas está sendo promovida pelo projeto Teia Social, idealizado pelo procurador da República Aureo Marcus Makiyama Lopes.

    A Teia Social é uma comunidade de colaboração na organização do conhecimento que agrega voluntários em torno de uma proposta de busca de soluções para problemas públicos.. Tem diversas aplicações, dentre elas a construção, a gestão e o compartilhamento de conhecimentos e práticas úteis às coletividades e à sociedade, funcionando a partir do trabalho voluntário e colaborativo dos interessados, por meio da internet e em ocasiões presenciais.
    Nessa busca pelo aperfeiçoamento da interação com a sociedade, a própria comunidade da Teia Social será tema de um encontro de capacitação para o trabalho colaborativo. O encontro está marcado para o dia 8 de março às 14h. Aureo Lopes ressalta que a participação dos voluntários é uma oportunidade de participação individual na melhoria da sociedade, em parceria com o Ministério Público.

    O procurador da República explica ainda que, em termos práticos, a Teia Social tem como missão fornecer infraestrutura, valores e ambiente onde pessoas e organizações possam buscar e produzir soluções públicas de qualidade para os problemas sociais que desafiam nossa sociedade. “Assim, os problemas são vistos como os desafios a serem superados e a colaboração com as pessoas e suas diferenças como o meio legítimo para se alcançar o resultado”, diz.

    Todas as reuniões serão compostas de três partes. Na primeira é apresentada uma visão geral de como funciona o projeto. Na segunda discute-se os temas relativos ao assunto e o mapeamento dos principais problemas na temática. Na terceira se iniciam as atividades concretas em um projeto específico dentro do assunto tratado.

    As reuniões vão acontecer no auditório da Procuradoria da República em Campinas e são abertas para o público em geral. São 40 vagas, a serem preenchidas por ordem de chegada.

    Agenda das reuniões temáticas da Teia Social

    Saúde Pública e Bem-EstarAtividades concretas: Transparência das informações em saúde pública.
    Dia: 25 de fevereiro
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Economia, Tecnologia e ConsumoAtividades concretas: Ressarcimento de danos econômicos coletivos aos lesados.
    Dia: 26 de fevereiro
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Segurança PúblicaAtividades concretas (somente convidados): Diagnóstico em fraudes junto ao INSS.
    Dia: 27 de fevereiro
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Hipossuficiência e DesigualdadeAtividades concretas: Levantamento em acessibilidade física pública na região.
    Dia: 28 de fevereiro
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Meio AmbienteAtividades concretas: Funcionamento das Unidades de Conservação da região.
    Dia: 1 de março
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Segurança PúblicaAtividades concretas: Segurança pública aeroportuária em Viracopos.
    Dia: 4 de março
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Educação, Cultura e ComunicaçãoAtividades concretas: Legalidade e qualidade do conteúdo das rádios comunitárias.
    Dia: 5 de março
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Patrimônio e Poder PúblicoAtividades concretas: Levantamento da transparência nos órgãos públicos da região.
    Dia: 6 de março
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    CidadesAtividades concretas: Programa Minha Casa Minha Vida e Plano Diretor de Campinas.
    Dia: 7 de março
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.

    Comunidade da Teia Social
    Atividades concretas: Formação para a participação como voluntário.
    Dia: 8 de março
    Horário: 14 horas
    Local: Procuradoria da República em Campinas – Rua Conceição, 340, Centro, auditório.
     
  • 19 fev

    Oportunidade de trabalho! 

    Estão abertas, até o dia 27/02/2013, as inscrições de profissionais para seleção e contratação temporária no Sistema Estadual de Meio Ambiente – SISEMA (SEMAD e IEF) .

    Seg, 18 de Fevereiro de 2013 17:19
    PDFImprimirE-mail
    O candidato  deverá preencher os pré-requisitos do Edital, acessar o SisemaCurrículo  preencher os dados e escolher apenas uma vaga para a formação profissional que deseja concorrer. As inscrições somente serão efetivadas a partir da vinculação do cadastro com a vaga ofertada.
    Áreas de Formação: Direito, Biologia e Medicina Veterinária;
     
  • 15 fev

    4th International Workshop on Advances in Cleaner Production 

     “Integrating Cleaner Production into Sustainability Strategies”
    São Paulo, Brazil, May 22-24, 2013
    Call for Papers – Extended Deadline
    Dear Colleagues
    By popular demand the deadline for submission of contributions for the forthcoming 4th International Workshop/Advances in Cleaner Production has been extended till March, 18th 2013.
    Important dates
    March, 18th 2013: Final Date for papers submission
    April, 15th 2013: Notification of full papers acceptance
    May, 22nd to 24th 2013: The 4th International Workshop: Advances in Cleaner Production
     
  • 15 fev

    Ex-Chefe do IPCC diz: Preparem-se para um mundo 5°C mais quente 


    Fonte: Vitae Civilis
    O mundo perdeu a chance de manter as emissões de gases de efeito estufa abaixo do nível necessário para impedir um aumento de temperatura média superior a 2°C, de acordo com o cientista britânico que foi chefe do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC).
    O cientista, professor Robert Watson, chefiou o IPCC de 1997 a 2002, quando foi pressionado a deixar seu posto pelos Estados Unidos.
    Watson diz que há uma probabilidade de 50% de se evitar um aquecimento global superior a 3°C, comparado com o nível de temperatura no início da era industrial, mas isto significa que um aumento de 5°C também é possível, o que é mais que o aquecimento no final da última era de gelo.
    Em um simpósio sobre prevenção global de doenças não-comunicáveis por meio de desenvolvimento econômico de baixo carbono, na Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical, ele disse: “Todas as promessas do mundo, que de qualquer forma tem pouca probabilidade de se realizarem, não vão nos dar um mundo com um aquecimento de apenas 2°C. Todas as evidências, na minha opinião, sugerem que estamos no caminho de um mundo de 3°C a 5°C mais quente. Algumas pessoas estão sugerindo que a saída do problema é através da geo-engenharia, intervindo no sistema de clima para moderar o aquecimento”.
    “Estou muito, muito nervoso com isso”, ele disse. “Isto demonstra um nível de arrogância de que nós sabemos gerenciar nosso meio ambiente. Certamente precisaremos de muita pesquisa”.
    Watson concluiu: “Existem soluções justas, que têm uma boa relação custo/eficácia, para abordar as mudanças de clima, mas há também necessidade de vontade política e uma forte liderança moral. As mudanças de políticas públicas, práticas e tecnologias necessárias não estão no cenário atual”.
    Watson disse ao Climate News Network1: “Vamos ter mais pessoas no mundo e elas serão mais afluentes, portanto, a demanda para mais energia certamente aumentará”.
    “Parece que vamos obter imensas quantidades de gás de xisto. Isto pode ser uma ferramenta de transição útil: ele emite metade do carbono obtido do carvão. Mas isso não é uma solução de longo prazo, a não ser que você possa utilizar junto com Captura e Sequestro de Carbono (CCS)2. Estou otimista sobre a eficácia do CCS, mas ainda tem que ser demonstrado que ele pode funcionar, quais os custos  e penalidades consequentes”.
    “Nós sabemos que não podemos eliminar a possibilidade de um aumento de temperatura de 5°C e precisamos começar a nos preparar para esta eventualidade”.
    “Quando eu liderava o IPCC, nós estávamos todos bastante otimistas de que conseguiríamos um acordo global para limitar emissões, embora soubéssemos que seria difícil. Mas tínhamos a esperança de que as emissões não subiriam com a grande velocidade que assistimos agora”.
    Um mundo 5°C mais quente hoje significa colheitas agrícolas em queda tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento, aumento do nível do mar ameaçando muitas cidades importantes e uma escassez significativa de água.
    Maior número de espécies estariam diante da perspectiva de extinção (cada 1°C coloca cerca de 10% das espécies em risco de extinção), haveria eventos climáticos mais extremos e um risco crescente de grandes mudanças abruptas no sistema climático.
    Watson foi destituído do comando do IPCC em 2002. O seminário “New Scientist” reportou que no ano anterior, pouco depois da posse do presidente dos Estados Unidos George W. Bush, um executivo de ExxonMobil escreveu à Casa Branca pedindo: “Agora podemos substituir Watson ao pedido dos Estados Unidos?”.
    Watson agora é diretor do Tyndall Centre for Climate Change Research3, na Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e conselheiro científico chefe para o Governo Britânico, do departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais.
    Professor Andy Haines, ex-diretor da Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical, disse ao Climate News Network: “Não estamos fazendo muito progresso na área de mudanças de clima atualmente. Precisamos de mais argumentos combinando meio ambiente e saúde – cortando a queima de carvão, por exemplo, melhorando o acesso à energia limpa, andando a pé e usando bicicleta em vez de carros”.
    “Nós precisamos olhar não somente a questão populacional, mas o modelo de consumo dos países desenvolvidos. Muitos grupos de interesse nesta área não querem entrar nesta estrada. Nós podemos mudar imputando custos às externalidades como, por exemplo, os efeitos adversos da poluição do ar”.
    “Nós podemos abordar as desigualdades que são evidentes em áreas, como taxas de doenças do coração e nutrição. E precisamos influir nas metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas para que sejam incluídos indicadores de saúde e meio ambiente”.
    Andy disse no simpósio: “Os céticos de mudanças de clima receberam exposição demais. Os autores americanos Naomi Oreskes e Erik M. Conway explicam no seu livro ‘Mercadores de Dúvida’ a espantosa sobreposição na disseminação de desinformação entre alguns deles e membros do lobby4 de tabaco, que há poucos anos estavam negando qualquer relação entre tabaco e câncer”.
    Por Alex Kirby, Rede de Notícias sobre Clima
    Tradução Morrow Gaines Campbell III, Vitae Civilis
    ________________________________
    1Rede de Notícias sobre Clima
    2Carbon Capture and Sequestration, Captura e Sequestro de Carbono em português. CCS é uma técnica de capturar CO² dos processos industriais e guarda-lo em depósitos subterrâneos.
    3Centro Tyndall para Pesquisa de Mudanças Climáticas

    4Grupo de interesse ou pressão

     
  • 14 fev

    Mídia Kit CiiS 2013 – Oportunidades para empresas ligadas em inovação e sustentabilidade 

     
  • 13 fev

    CiiS 2013 – 1° Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade 

    Inscrições Abertas!
     Nos dias 29 e 30 de agosto será realizado em São Paulo o #CiiS2013, que neste ano traz como tema Ciências e Tecnologia como Vetores para a Sustentabilidade. O tema foi escolhido após as reflexões propostas pela Rio + 20, principalmente aos países emergentes, que precisam alinhar o conhecimento tecnológico às práticas econômicas. De acordo com a Professora Vivian Blaso, uma das idealizadoras do evento, “o Brasil tem um papel estratégico no desenvolvimento sustentável por abrigar recursos naturais necessários para a continuidade das atividades de produção e consumo globais. Além disso, o país conta com a iniciativa política e a capacidade de liderar a transformação da economia, e neste sentido o evento também traz como desafio instigar os agentes públicos, a academia e toda a sociedade brasileira na liderança dessas oportunidades econômicas”.
    O evento está estruturado em 04 painéis temáticos, seções paralelas para apresentação de artigos científicos em diversas áreas da sustentabilidade, oficinas temáticas, mesa de debates com especialistas e a Rodada de Inovações, na qual as pequenas e médias empresas poderão compartilhar experiências com os participantes do congresso.  
    O encontro acontecerá das 8h30 às 18h, na FATEC Tatuapé, que fica na Rua Antônio de Barros, 800 – Tatuapé – São Paulo/SP.
    As inscrições podem ser feitas pelo site http://ciis.com.br.
    Parceria: Revista Sustentabilidade – http://revistasustentabilidade.com.br
    Apoio Institucional: Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade – http://www.abraps.org.br
    Informações à Imprensa
    Conversa Sustentável
    11 4108.4064
    #CiiS2013 #RSE
     
  • 9 fev

    Projeto Satisfeito, voce participa e ajuda a alimentar crianças do mundo inteiro 

    O que é o Satisfeito

    É um movimento de combate à fome de crianças e ao desperdício de alimentos através de uma ação conjunta entre você, os restaurantes e as organizações que alimentam crianças pelo mundo.#RSE

     
  • 8 fev

    Chamada para artigos – Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade 

    #CiiS2013 #RSE #ConversaSustentavel #VivianBlaso

     
  • 7 fev

    CAIXA FIRMA ACORDO PARA FOMENTAR CIDADES SUSTENTÁVEIS 

    Parceria com o BID viabilizará iniciativas que promovam qualidade de vida, desenvolvimento econômico e proteção ao meio ambiente nos municípios brasileiros
    A Caixa Econômica Federal firmou, nesta quinta-feira (7), termo de compromisso com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para implementação da Iniciativa de Fomento às Cidades Emergentes e Sustentáveis (ICES). O acordo, assinado pelo vice-presidente de governo e habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, e pela representante do BID no Brasil, Daniela Marquis, viabilizará o apoio técnico e financeiro ao desenvolvimento sustentável de cidades brasileiras que se destaquem por seu crescimento econômico e demográfico.
    Os investimentos para implementação e execução da Iniciativa de Fomento às Cidades Emergentes e Sustentáveis serão realizados pela CAIXA, por meio do Fundo Sociombiental, e pelo BID. Na opinião do vice-presidente de governo e habitação da CAIXA, o acordo será fundamental para proporcionar um crescimento adequado às cidades em desenvolvimento: Essa parceria une as habilidades da CAIXA e do BID para, junto ao município, identificar os principais pontos em que é preciso investir e desenvolver ações que levem ao crescimento sustentável da cidade”, explica Urbano
    A participação da CAIXA na iniciativa visa dar apoio ao processo de crescimento com sustentabilidade e contribuir para a efetividade das políticas públicas da região. Por meio do projeto, o banco promoverá a assistência técnica e financeira à formulação e implementação de um plano de ação para o desenvolvimento sustentável dos municípios. Este plano de ação será elaborado com base em três dimensões principais: ambiental e de mudança climática;  urbana, que compreende o desenvolvimento urbano integral, a mobilidade, o transporte, o desenvolvimento econômico e social, a competitividade e a segurança; e a fiscal e de governabilidade. A metodologia permitirá a priorização de temas críticos e o desenvolvimento de soluções com participação dos cidadãos, do governo e de especialistas em temas de interesse de toda a população.
    A meta é que a ICES seja implementada em quatro cidades-piloto do país até o fim de 2014. A primeira cidade a ser atendida pelo projeto será João Pessoa (PB). Os requisitos para a escolha das cidades que participarão da implantação do projeto-piloto foram baseados nas seguintes premissas: crescimento econômico, população entre 200 mil e 2 milhões de habitantes e capacidade institucional do município.
    A assinatura do compromisso integra o acordo de cooperação para a execução de programas e ações que promovam o desenvolvimento socioeconômico, firmado entre a CAIXA e o BID durante a Rio+20, em junho de 2012.
    ICES:
    O programa ICES, do BID, aplica uma abordagem multidisciplinar, para lidar com desafios nas cidades emergentes da América Latina e Caribe. O programa visa integrar a sustentabilidade ambiental e fiscal, o desenvolvimento urbano e a governança, e promover, assim, o apoio a ações que proporcionem serviços básicos e garantam a proteção ao meio ambiente, bem como níveis adequados de qualidade de vida e emprego.
    O projeto piloto foi lançado em 2011, e aplicou a metodologia ICES nas cidades de Trujillo (Peru), Porto da Espanha (Trinidad e Tobago), Santa Ana (El Salvador),Montevidéu (Uruguai) e Goiânia (GO). A meta atual é de que 26 cidades da América Latina e Caribe sejam contempladas pela iniciativa até 2015.
    07/02/2013
    Assessoria de Imprensa da CAIXA
     
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