Atualizações de janeiro 2013 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 31 jan

    Chamada para envio de artigos! 

    Submissão de resumos até 10 de março    
    contato@conversasustentavel.com.br

    Os resumos deverão conter no máximo 500 palavras e incluir os itens que se seguem (1) Nome Completo, Grau Acadêmico ou Título Profissional, (2) Nome da Instituição; (3) Título do Resumo; (4) Endereço (s) e E-mail do autor e co-autores;

    Temas:
    Certificações e Avaliações
    Comunicação, Cultura e Sustentabilidade
    Construção Sustentável, Cidades Sustentáveis
    Consumo Sustentável
    Ecopolítica
    Educação e Ensino à Distância
    Empreendedorismo
    Governança Corporativa
    Inovações e Tecnologias Sustentáveis
    Práticas e Processos Organizacionais
                                                                                                            Responsabilidade Social
                                                                                            Saúde e Meio ambiente e Desenvolvimento Urbano

    Os artigos aprovados serão publicados nos Anais do CiiS 2013. Os melhores em versões atualizadas e ampliadas e indicados pelas comissões cientificas do congresso serão publicados no livro: CIÊNCIA E TECNOLOGIA COMO VETOR PARA SUSTENTABILIDADE.

     
  • 31 jan

    Florestas imbatíveis Suzano investe em energia e produtos para substituir derivados de petróleo 

    DINORAH ERENO | Edição 196 – Junho de 2012

    © LÉO RAMOS

    Fábio Carucci Figliolino (à direita) e sua equipe da área de pesquisa industrial
    A empresa Suzano, pioneira na fabricação de papel e celulose a partir do eucalipto, investe em várias frentes de pesquisa simultaneamente na busca de inovações. “Em parceria com uma universidade europeia, desenvolvemos um polímero à base de lignina para diversas aplicações no mercado”, diz o engenheiro químico Fábio Carucci Figliolino, de 52 anos, gerente executivo da área de pesquisa industrial da Suzano, que resguarda todos os detalhes da novidade. A lignina é um polímero orgânico responsável pela rigidez da parede celular das plantas. Com a Universidade de Nova Lisboa, de Portugal, e a Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, a empresa fez um transistor de papel para uso em embalagens. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é parceira em vários projetos, entre os quais o desenvolvimento de um novo filme para embalagens à base de um polímero natural que promove barreira à gordura.
    Em colaboração com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, e instituições internacionais, a Suzano está à frente do projeto Lignodeco (abreviatura de Lignocellulose Deconstruction), que tem como objetivo desenvolver tecnologias para o pré-tratamento da biomassa proveniente da madeira do eucalipto e suas potenciais aplicações, como biocombustíveis e produtos químicos de origem orgânica. O projeto foi escolhido entre 263 trabalhos apresentados por pesquisadores do mundo todo no 7º Programa Quadro (FP7 – Framework Program), principal instrumento de financiamento utilizado pela União Europeia para apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento. Com recursos de € 5 milhões, o projeto é desenvolvido desde 2010 em colaboração entre o Laboratório de Celulose e Papel da UFV, a Suzano, o Centro de Investigações Biológicas (CIB) de Madri, o Instituto de Recursos Naturais e Agrobiologia de Sevilha (Irnas), o Centro de Pesquisas Técnicas da Finlândia (VTT), a empresa dinamarquesa Novozymes, maior produtora de enzimas do mundo, e o Centro Técnico do Papel (CTP), na França. “São mais de 20 pesquisadores envolvidos no projeto, todos com mestrado ou doutorado”, diz o engenheiro florestal Augusto Fernandes Milanez, de 62 anos, consultor de projetos na área de pesquisa industrial da Suzano e coordenador do Lignodeco.
    A área de pesquisa, desenvolvimento e inovação da empresa, segunda maior produtora mundial de celulose de eucalipto com sede na cidade de São Paulo, se ramifica em duas: pesquisa industrial e florestal. São 99 pesquisadores internos com formações diversas, entre biólogos, engenheiros florestais, agrônomos, químicos, engenheiros de materiais, dos quais 50 são graduados, 8 têm mestrado e 5 têm doutorado, além dos técnicos químicos. Em 2011, a empresa produziu 1,8 milhão de toneladas de celulose e 1,3 milhão de toneladas de papel.  A receita líquida foi de R$ 4,8 bilhões, crescimento de 7,4% em relação a 2010.  “O orçamento em P&D da pesquisa industrial e florestal é de R$ 30 milhões por ano, sem contar os investimentos”, diz Carucci.
    © LÉO RAMOS

    Equipamento para testar papel na Suzano
    Entre esses investimentos está, por exemplo, a compra da empresa de biotecnologia israelense Futura Gene em 2011. “A transformação genética do eucalipto fará com que ele precise de menos terra e água para produzir celulose e um menor custo.” A empresa tem laboratórios de pesquisa em Israel, Brasil e China e está presente nos Estados Unidos. Além de ser um grande mercado consumidor de celulose, a China se insere na política da Suzano de produção de árvores específicas para clientes de vários lugares do mundo. No Brasil, a empresa de biotecnologia tem sede em Itapetininga, no interior paulista, local onde existia um centro de pesquisa florestal e melhoramento genético da Suzano. “A Futura Gene faz modificações genéticas nas nossas variedades de eucalipto”, relata Milanez. Plantas geneticamente modificadas estão sendo avaliadas em experimentos controlados.
    O investimento em biotecnologia faz parte de um plano de crescimento da empresa – arquitetado para um horizonte de 10 a 15 anos e apoiado em projetos inovadores e na atuação em novas frentes que incluem biorrefinarias e energia renovável, além de papel e celulose. Um projeto piloto de biorrefinaria de extração de lignina a partir do licor negro – resultante do processo de cozimento da madeira – está em operação em Limeira, no interior paulista, com capacidade de produção de uma tonelada por dia. Presente em cerca de 25% da madeira de eucalipto, a lignina pode ser usada tanto para geração de energia utilizada nos processos de fabricação de celulose e papel como na produção de insumos químicos em substituição aos derivados de petróleo.
    “Buscamos a sua utilização em vários produtos, para substituir desde compósitos para o asfalto até petroquímicos em geral”, relata Milanez. “Nos testes feitos, identificamos na lignina do eucalipto 18 mil substâncias químicas que também são encontradas no petróleo.” O petróleo tem cerca de 32 mil compostos químicos. Os desafios tecnológicos para a operação da biorrefinaria em escala industrial ainda estão em fase de ajustes, mas as pesquisas conduzidas mostram potencial uso dos produtos extraídos da lignina principalmente na construção civil como componente do concreto e do cimento. “Da mesma forma que a refinaria de petróleo separa as suas frações e vai agregando valor a cada uma delas, a biorrefinaria transforma a biomassa em produtos de maior valor agregado”, diz Milanez, que há 35 anos, desde que terminou o mestrado em ciências florestais na UFV, trabalha na área de papel e celulose. Começou sua carreira em outras empresas do setor e desde 1994 está na Suzano. A ideia do projeto de extração da lignina nasceu em 2007, durante uma visita feita pelo consultor a uma biorrefinaria na Suécia, quando participava de um congresso sobre o tema.
    © LÉO RAMOS

    Licor negro usado para extração de lignina
    “A planta-piloto tem tecnologia nossa, mas fornecedores nacionais nos ajudaram nesse processo”, diz Vinicius Lobosco, de 39 anos, engenheiro químico formado pela Escola Politécnica da USP e responsável pelo projeto de extração da lignina. Após terminar a graduação, Lobosco fez mestrado e doutorado no  Instituto Real de Tecnologia em Estocolmo, na Suécia. “Era contratado do Innventia,  renomado instituto de pesquisa em papel e celulose, e fazia o doutorado na universidade”, diz. Após 12 anos, decidiu voltar para o Brasil. Trabalhou em outra empresa do setor durante um ano e meio, mas se encantou com as possibilidades oferecidas pela Suzano em pesquisa, inovação e, principalmente, empreendedorismo.
    O pesquisador Sérgio Saraiva, de 33 anos e há dois na empresa, trabalha com novas aplicações da lignina e faz a interface do projeto da biorrefinaria com universidades e institutos de pesquisas nacionais e internacionais. Saraiva formou-se em química na USP, fez mestrado em química orgânica na Unicamp, onde faz atualmente também o doutorado que tem como tema um dos projetos da biorrefinaria da Suzano. O investimento para instalação da planta-piloto foi de R$ 1 milhão, obtido da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A previsão é que entre 2013 e 2014 a biorrefinaria esteja instalada, mas a escolha do local ainda está em estudos.
    A pesquisa desenvolvida durante a iniciação científica de Mariana Domingues Mendonça, de 25 anos, facilitou o seu acesso à Suzano, onde trabalha como pesquisadora há dois anos e meio. “Estudava o desenvolvimento de embalagens em papel-cartão à base de polímeros naturais”, relata Mariana, que fez engenharia química na Unicamp. No laboratório, ela analisava as propriedades de barreira à água e ganho de propriedade física para o papel. Num curso de inovação na universidade a orientadora de Mariana, Telma Teixeira Franco, conheceu Fábio Carucci, que se interessou pelo projeto, mas o foco da pesquisa mudou para um papel com barreira à gordura. Após seis meses de estágio na Suzano, na área de papel e papel-cartão, ela foi contratada.
    Na outra frente de atuação, foi criada em 2010 a empresa Suzano Energia Renovável para produzir pellets de madeira – partículas desidratadas e prensadas com alto poder calorífico –, que podem ser usados como combustível para caldeiras residenciais, industriais e usinas termelétricas. Para a produção de energia, foi feita uma seleção de clones de eucalipto que permite o plantio de maior número de árvores por hectare e com ciclo reduzido de colheita, entre dois e três anos. O ciclo do eucalipto plantado para papel e celulose é de cerca de sete anos. A produção em escala industrial, que será destinada ao mercado externo, está prevista para ter início em 2014, com capacidade de produção de 3 milhões de toneladas ao ano de pellets.
    A Suzano tem investido fortemente em inovação aberta (open innovation) e trabalhado em conjunto com diversas empresas, universidades e institutos de pesquisa. Entre os parceiros mais constantes estão Unicamp, USP São Carlos, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), UFV, além da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, o Centro Técnico do Papel, na França, o Instituto de Recursos Naturais e Agrobiologia de Sevilha, na Espanha, o Centro de Pesquisas Técnicas da Finlândia e a Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.  “Temos hoje em contrato 51 parcerias externas”, relata a engenheira florestal Elenice Pereira Maia, responsável pela prospecção de novos projetos da área de pesquisa industrial.
    Em março de 2008 a Suzano colocou em prática a sua nova estratégia de pesquisa e negócios. “Fizemos uma revisão dos nossos processos e começamos uma mudança importante, que é nos ver mais como uma empresa de base florestal”, diz Carucci, formado em engenharia química na Universidade Mogi das Cruzes (UMC), com MBA em gestão empresarial na Faculdade Getúlio Vargas (FGV), especialização em impressão gráfica na USP e em gestão estratégica da inovação tecnológica na Unicamp.  “A Suzano sempre investiu em P&D, mas percebemos que poderíamos ser ainda melhores se tivéssemos claro um processo de inovação dentro da companhia.”
    Uma consultoria foi contratada para ajudar no processo de mudança, que levou 15 meses para ser construído e implementado. “A estratégia era tão forte e a velocidade de implementação tão grande que 90% dos projetos que estavam em andamento foram suspensos”, relata Carucci, que está há 28 anos na empresa. “Recomeçamos praticamente do zero.” Entre as várias linhas de pesquisa que passaram a fazer parte do portfólio de projetos estão biotecnologia, melhorias de clones de eucalipto, redução de custos, aumento de produtividade, novas aplicações para celulose, novos produtos químicos em substituição ao petróleo a partir da madeira, nanotecnologia e biorrefinaria.
    A construção do processo começou com uma pergunta feita para a diretoria da Suzano: “Para onde a empresa quer ir nos próximos 10 a 15 anos?”. Externamente, foram feitas 51 entrevistas, com a questão: “Onde você vê o segmento de papel e celulose no futuro e quais seriam as suas apostas tecnológicas para esse setor nos próximos 10 anos?”. Entre os entrevistados estavam integrantes da cadeia de valor da empresa (fornecedores, produtores, distribuidores), centros de pesquisa no mundo inteiro, outras empresas, setores regulatórios e do governo. “Internamente queríamos saber a direção a ser tomada e externamente como chegar lá”, diz Carucci. “Foi um processo riquíssimo, porque no final tínhamos metas claras para papel, celulose, floresta e, com isso, construímos uma estratégia de crescimento acelerado para os próximos 10 a 15 anos.”
    © LÉO RAMOS

    Químico Sérgio Saraiva faz pesquisas em laboratório de P&D da empresa
    Cerca de 30% dos projetos da carteira atual são os chamados radicais – energia renovável, química a partir da madeira, biorrefinaria. Eles são a aposta da empresa para que ocorra lá na frente um substancial salto no crescimento. O restante é composto por projetos incrementais, que tratam de pequenas mudanças nos produtos e processos produtivos e serão responsáveis pelo crescimento contínuo na primeira fase.
    Cada uma das duas áreas de pesquisa – industrial e florestal – conta com um gerente executivo, um consultor para avaliação de projetos e um assistente de P&D, responsável pelo orçamento e pela prospecção de novos projetos. As equipes se dividem em áreas de pesquisa com uma visão de mercado, e não por tecnologia, como costuma ocorrer no meio empresarial. “Temos uma equipe dedicada a celulose e novos negócios, outra para papel e papel-cartão para embalagens, uma terceira que desenvolve novos insumos e uma equipe que cuida da prospecção de projetos e inovação”, diz Carucci. Não há divisão entre técnicos e pesquisadores, porque o trabalho é feito em conjunto. Eles se organizam de acordo com os projetos, por conta própria, já que não existe um chefe de laboratório.
    O processo de inovação se dá por meio de prospecção tecnológica, que identifica e seleciona as parcerias. “O mapeamento de oportunidades é feito com ferramentas específicas”, diz Elenice Maia, com mestrado e doutorado em celulose pela UFV. Uma delas, por exemplo, é a compra de serviços de prospecção que dão acesso a uma rede mundial de pesquisadores em universidades e institutos de pesquisa. A primeira vez que o serviço foi utilizado a Suzano recebeu em seis semanas 62 propostas de pesquisadores como resposta a um desafio tecnológico. Dessas foram escolhidas cinco, que resultaram em novos projetos para a empresa.
    “A competitividade do Brasil em celulose está fundamentada na nossa competência em fazer florestas de eucalipto bastante produtivas”, diz Carucci. Os plantios brasileiros de eucalipto produzem uma quantidade de biomassa maior do que no resto do mundo por uma série de razões, que envolvem desde clima, disponibilidade de terra, além da competência florestal das empresas do setor, baseada na habilidade de escolher as matrizes mais adequadas para cada região de plantio. O país produz, em média, 41 metros cúbicos de celulose (m³) por hectare. “Temos eucaliptos plantados hoje que produzem 50 mpor hectare e clones com valores de 100 m3”, relata Milanez.
     
  • 31 jan

    Pesquisadores lançam gel dental com flúor adequado às crianças 

    Por Elton Alisson
    Agência FAPESP – Os dentistas enfrentam um dilema para recomendar um gel dental com a concentração ideal de flúor para crianças entre 11 meses e 7 anos – quando o esmalte dos dentes está em formação.
    Isso porque os géis dentais convencionais possuem uma concentração de mil a 1,1 mil partes por milhão (ppm) de flúor que, se ingerido em excesso por crianças dessa faixa etária, pode causar um problema caracterizado por pequenas manchas esbranquiçadas – e até mesmo amarronzadas – nos dentes: a fluorose dentária.
    Já os géis dentais sem ou com 500 a 750 ppp de flúor em suas formulações – que justamente poderiam evitar esse problema –, não são tão eficientes contra as cáries.
    “As crianças pequenas, ao escovarem os dentes com um gel convencional, engolem uma grande quantidade do flúor presente na composição do produto, o que pode causar a fluorose dentária”, explicou o cirurgião dentista Fabiano Vieira Vilhena. “Por outro lado, elas não devem usar um gel dental com baixa concentração de flúor porque correm o risco de desenvolver cáries”, disse àAgência FAPESP.
    Na tentativa de encontrar uma solução para atacar esses dois problemas, Vilhena começou a desenvolver durante estudo de doutorado, realizado com Bolsa da FAPESP, um gel dental acidulado com a composição de flúor mais adequada para crianças e com maior proteção contra cáries.
    Após passar por testes clínicos e aprimoramentos ao longo de mais de cinco anos, o produto será lançado durante o 1º Congresso Interdisciplinar da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), que ocorre entre os dias 31 de janeiro e 3 de fevereiro, em São Paulo.
    “Encontramos a fórmula perfeita para maximizar o efeito anticárie e, ao mesmo tempo, minimizar os riscos da ingestão de flúor pelas crianças. Já temos pedidos da ordem de meio milhão de unidades do produto até fevereiro”, contou Vilhena.
    pH reduzido
    Desenvolvido em conjunto com a professora Marília Afonso Rabelo Buzalaf, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), campus de Bauru, e orientadora de Vilhena, o produto, batizado de “Novo gel dental do Escovinha sabor bubble gum”, tem 550 ppm de flúor em sua composição.
    A principal diferença dele em relação aos géis dentais com baixa concentração do composto encontrados no mercado, no entanto, está no índice de acidez (pH).
    Enquanto os géis dentais com baixa concentração de flúor convencionais têm pH neutro – em torno de 7 –, o novo produto tem pH reduzido, de 4,5. Uma diferença que, segundo Vilhena, é a responsável pelo produto conferir maior proteção contra as cáries dentárias, com menor quantidade de flúor.
    “Muitos estudos já haviam comprovado que uma formulação de 550 ppm de flúor em pH neutro tem efeito cariogênico [anticárie] limitado. Porém, até então não tinham sido realizados estudos com a mesma formulação em pH reduzido, de até 4,5, por exemplo, que é o máximo permitido para géis dentais”, explicou.
    O pH reduzido do gel dental promove uma reação química instantânea na boca na qual o esmalte do dente libera na saliva um composto fixado nele, chamado hidróxiapatita, formado por cálcio e fosfato. Com isso, o esmalte dos dentes fica mais fraco por alguns segundos.
    O flúor presente no dentifrício, contudo, sequestra rapidamente esses dois minerais da saliva e se gruda juntamente com eles no esmalte dos dentes, onde formam um novo composto, chamado hidróxiapatita fluoretada.
    “O composto, formado por cálcio, fosfato e flúor, é muito mais resistente contra o ataque ácido das bactérias causadoras de cáries”, avaliou Vilhena.
    Comprovação clínica
    Para testar e comprovar a eficácia da fórmula do produto, Vilhena realizou no período de 2006 a 2008 um estudo clínico com a participação inicial de mais de mil crianças de 4 anos ou mais em São José dos Campos, no interior de São Paulo, onde a concentração de flúor na água que abastece o município situa-se entre 0,6 a 0,8 ppm.
    Publicados em 2009 e 2010 na revista Caries Research, os resultados do estudo demonstraram que a fórmula do produto tem efeito anticárie similar a de um gel dental convencional, com concentração de 1,1 mil ppm de flúor.
    Além disso, o estudo clínico também indicou que o produto é capaz de remineralizar mais lesões com manchas brancas nos dentes – que sinalizam um processo inicial de formação de cárie – do que um gel dental convencional.
    As constatações animadoras dos testes clínicos fizeram Vilhena continuar a pesquisar o gel dental por meio da empresa Oralls, instalada atualmente no Parque Tecnológico de São José dos Campos, no interior de São Paulo.
    Em 2009, a empresa obteve apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, para realizar novos estudos clínicos de eficácia do gel dental com crianças entre 2 e 4 anos em Bauru, onde a concentração de flúor na água é equivalente a de São José dos Campos, e João Pessoa (PB), onde há menos de 0,2 ppm de flúor disponível na água.
    A pesquisa revelou que as crianças que escovaram os dentes com o novo produto por seis meses apresentaram três vezes mais flúor nos reservatórios bucais (como a bochecha e os dentes) do que as que usaram creme dental convencional durante o mesmo período. E que o flúor presente no biofilme dentário do primeiro grupo de crianças é capaz de regular o desenvolvimento bacteriano.
    “Quando um processo de cárie começa a se instalar, o flúor disponível nos reservatórios da boca é liberado para tentar conter o avanço do ataque das bactérias”, explica Vilhena. “Os testes clínicos demonstraram que o gel dental acidulado com pH reduzido foi capaz de disponibilizar mais flúor nos reservatórios bucais para regredir as cáries do que um creme dental convencional”, comparou.
    Para todas as idades
    Segundo Vilhena, o gel dental acidulado é mais indicado para crianças na faixa etária de 11 meses até 9 anos, para que obtenham os benefícios de prevenção contra cáries e fluorose. Mas também pode ser usada por pessoas de todas as idades.
    A fórmula do produto resultou no depósito de uma patente no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) para a USP, onde a pesquisa foi realizada.
    Para comercializá-lo, a Oralls celebrou um contrato de licenciamento com a Agência USP de Inovação. O produto será comercializado em supermercados e drogarias do país.

     
  • 28 jan

    Conversa Sustentável comemora 05 anos de atuação no mercado 

    Ao longo dos 05 anos de atuação, a Conversa Sustentável integra em seu portfólio de clientes grandes marcas que estão em busca das melhores práticas de sustentabilidade, para isso contamos com soluções que integram um planejamento rigoroso das ações de forma sistêmica com agilidade, consistência e relevâncias necessárias a adequação de uma linguagem comunicacional que permita as organizações a integração e aproximação com seus diferentes stakeholders.
    Nosso principais clientes: C&C Casa e Construção, Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Instituto Jatobás,Itaú Unibanco, Ornare Móveis,Petrobrás,Porto Seguro.


    Para ser breve, vamos destacar:  2º Congresso Ibero – Americano da Responsabilidade Social (Lisboa),  SHEWC – Congresso Mundial de Pesquisas Ambientais, Saúde e Segurança(São Paulo), International Conference SUSTAIN-Ability goes SUSTAIN-Active (Lisboa), II SIRSO Simposio Internacional de Responsabilidad Social de las Organizaciones e VIII CNEG Congresso Nacional de Excelência em Gestão(Rio de Janeiro).  

    Este ano, estaremos realizando nos dias 29 e 30 de agosto o CiiS -1° Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade na FATEC TATUAPÉ, um evento cientifico que traz a ciência e a tecnologia como vetores para a Sustentabilidade.

    E isso tudo sem falar no Blog Conversa Sustentável, uma plataforma de conteúdo aberta e criativa que fomenta e divulga práticas sustentáveis à sociedade, tratando dos temas e sub-temas com uma apuração séria, ética e transparente, com clareza e objetividade ao seu público, que reconhece  e opina através de comentários e sugestões de pauta.


    Conversa Sustentável, uma agência que aproxima!
    (11) 4108 40 64
     
  • 23 jan

    IX CONGRESO NACIONAL DE EXCELENCIA EN GESTIÓN – CNEG 2013 


    TEMA: SOCIEDAD, EFICIENCIA ENERGÉTICA Y SUSTENTABILIDAD ORGANIZACIONAL
    & 12th INTERNATIONAL CONFERENCE ON CORPORATE SOCIAL RESPONSIBILITY
    TEMA: RIO + 20 AFTERWARDS

    20, 21 y 22 junio 2013 – Rio de Janeiro – Brasil

    http://www.excelenciaemgestao.org


    CONVOCATORIA DE ARTÍCULOS

    Estimado(a),
    En el año 2013 el IX CONGRESO NACIONAL DE EXCELENCIA EM GESTIÓN CNEG y el
    12th INTERNATIONAL CONFERENCE ON CORPORATE SOCIAL RESPONSIBILITY serán
    realizados en colaboración en Rio de Janeiro – Brasil.
    La 12th INTERNATIONAL CONFERENCE ON CORPORATE SOCIAL RESPONSIBILITY es
    evento internacional tradicional sobre Sustentabilidad y Responsabilidad Social
    Corporativa, que em el año 2013 llega a Brasil em colaboración con el CNEG para discutir
    las diferentes temáticas de Río+20, y sus divisiones un año después de la realización de la
    Conferencia Mundial en Río de Janeiro.
    ¡Comience a preparar su artículo! A partir del 1ero. De diciembre de 2012
    usted podrá presentarlo.
    La presentación para ambos eventos se realizará a través del Sitio
    http://www.excelenciaemgestao.org Visite el Sitio, conozca las reglas, plazos, etc.
    Aquellos que vayan a presentar artículos exclusivamente para la 12th INTERNATIONAL
    CONFERENCE ON CORPORATE SOCIAL RESPONSIBILITY deben clasificar el artículo en el
    momento de presentarlo “on line” en el espacio temático 16 – 12th ICCSR.
    • El autor debe obligatoriamente clasificar su(s) artículo(s) en el espacio temático
    16 – 12th ICCSR en el momento de la presentación “on line”.

    FECHA LÍMITE DE ENVÍO DE LOS ARTÍCULOS: 11 de MARZO de 2013


    Reglas para el envío de artículos al CNEG
    No existe límite con respecto al número de artículo a ser presentados, sin embargo, serán
    aprobados un máximo de 5 artículos por autor. Cada artículo podrá tener hasta 4 (cuatro)
    autores. No hay aranceles para la presentación de artículos.
    Los artículos completos pueden presentarse en: portugués, inglés o español.
    Importante: Una vez que los artículos se aprueben, el arancel de publicación del artículo
    será de R$ 370,00. Abonar el arancel de publicación garantiza la publicación en los anales
    del evento de todos los artículos aprobados donde constará la participación de aquel que
    realizó el pago de este arancel. De este modo, la coordinación del evento sugiere que el
    artículo sea presentado por el autor que luego realizará el pago. Se garantiza el
    certificado correspondiente a todos los autores de los artículos.
    Los autores pueden clasificar sus artículos entre las 15 áreas temáticas del evento en el
    momento de la presentación.
    Reglas para envío de artículos al 12th ICCSR.
    No existe un límite en cuanto al número de artículos que pueden presentarse;
    Los artículos deben presentarse completos y obligatoriamente en idioma inglés;
    El coste de inscripción en la 12th ICCSR es de US$300,00, debiendo abonarse a través del
    Sitio del CNEG http://www.excelenciaemgestao.org luego de ser notificado de la aprobación de
    sus artículos. El pago podrá realizarse por tarjeta de crédito (PayPal).
    El autor debe obligatoriamente clasificar su(s) artículo(s) en el espacio temático 16 –
    12th ICCSR en el momento de la presentación “on line”.

    El IX CNEG y la 12th ICCSR traen novedades:
    Oportunidades de publicación en periódicos brasileños e internacionales:
    Los mejores artículos seleccionados para los Congresos serán invitados a:
    • Integrar la edición especial del periódico Social Responsability Journal ISSN
    1747-1117, con versiones revisadas.
    • Aparecer en la edición especial del periódico IJESD – International Journal of
    Environment and Sustainable Development – ISSN (Online): 1478-7466 – ISSN
    (Print): 1474-6778.
    • Enviar versiones revisadas de sus artículos al periódico S&G – Sistemas &
    Gestión (ISSN 1980-5160) http://www.uff.br/sg.
    Premios
    • Los 3 mejores trabajos de los eventos recibirán el “Premio de Excelencia en la
    Producción Científica”, recibiendo el homenaje en la apertura de los eventos en el
    Centro de Convenciones. En el 2013 el premio rendirá homenaje a profesores que
    contribuyeron y contribuyen destacadamente en la profundización del
    conocimiento y desarrollo del país.
    Los premios que se entregarán se denominan:
    • PREMIO DE EXCELENCIA EN LA PRODUCCIÓN CIENTÍFICA PROF. AYDIL PRESS, UFF
    • PREMIO DE EXCELENCIA EN LA PRODUCCIÓN CIENTÍFICA PROF. SIDNEY MELLO, UFF
    • PREMIO DE EXCELENCIA EN LA PRODUCCIÓN CIENTÍFICA PROF. JOÃO B. TURRIONI,
    UNIFEI
    Cursos breves
    Los cursos breves representan una oportunidad de aprender y actualizarse em
    diversos temas del campo de La gestión. Cada curso tiene un arancel de inscripción
    de R$ 50,00 y tienen lugar el último día del evento. La inscripción en los cursos es
    independiente de la participación en el CNEG.
    Luego de la realización del CNEG se extenderán certificados de participación para
    todos aquellos que concurran a las clases. La inscripción en los cursos breves se
    realiza on line, a través del Sitio del CNEG y también podrá realizarse durante el
    evento, dependiendo de la disponibilidad de vacantes.
    Vea abajo algunos cursos breves programados para el 2013, acceda al Sitio y vea
    detalladamente los temas de cada curso.
    • Sistemas de Gestión Ambiental
    • Mapeo de Procesos: Volviendo a las Empresas Más Competitivas
    • Estrategia para La sustentabilidad: Técnicas de Diálogo con las partes interesadas
    • Construcción Sustentable y Certificación Green Building
    • Introducción al Gerenciamiento de Riesgos
    • Mapeo y gerenciamiento de activos intangibles para agregar valor a las
    organizaciones (de la teoría a la práctica)
    • Herramientas de la Calidad y 5 S
    • Gerenciamiento de Proyectos
    • Introducción a la Eficiencia Energética: Aplicación en la Revitalización de Edificios
    Existentes
    • Certificación LEED en Brasil, con Materiales, Tecnologías y Conceptos
    • Gestión del Conocimiento: Métodos y Herramientas
    • Tecnologías de Producción usando Lego: MRP, JIT y Teoría de las Restricciones
    • Gestión por Resultados, foco en indicadores de desempeño
    • Fundamentos del Análisis de Riesgo
    • Gestión por Competencias
    Obs:
    Los cursos son brindados en idioma português sin traducción simultânea.
    Los eventos tendrán lugar los días 20, 21 y 22 de JUNIO de 2013, desarrollándose los
    días 20 y 21 en la FIRJAN y el día 22 en la Escola de Engenharia da UFF (Niterói).
    Áreas temáticas:
    • Gestión de Riesgos y Crisis Organizacional
    • Gestión por la Calidad
    • Gestión Económica y Financiera
    • Gestión Ambiental y Sustentabilidad
    • Gestión de la Salud, Seguridad Ocupacional y Ergonomia
    • Ética y Responsabilidad Social Organizacionales
    • Gestión de la Producción
    • Gestión del Producto
    • Investigación Operacional
    • Gestión Estratégica Organizacional
    • Gestión del Conocimiento Organizacional
    • Educación en Sistema de Gestión
    • Innovación y Propiedad Intelectual
    • Gestión y Servicios de Salud
    • Logística
    • Construcción Sustentable
    • Eficiencia Energética en Procesos Productivos
    Entre otros temas.
    ¡¡¡Participe!!! Ingrese a http://www.excelenciaemgestao.org y tenga acceso a todas las
    informaciones del Congreso, incluyendo contenido de ediciones anteriores para
    descargar.

    A disposición.
    Secretaría del evento:
    contatocneg@excelenciaemgestao.org
    (21) 2629-5546 / 7733-4529

     
  • 23 jan

    4th International Workshop on Advances in Cleaner Production 

     “Integrating Cleaner Production into Sustainability Strategies”
     Call for Papers
     São Paulo, Brazil, May 22-24, 2013 
    Researchers are invited to submit contributions on all topics related to teaching, research, and practice on Cleaner Production. The works should focus Cleaner Production and especially on the contribution of “Integrating Cleaner Production into Sustainability Strategies”. Authors devoted to correlated themes are also welcome.
    Dates
    – February, 18th 2013 – Final date for works submission
    – April, 15th 2013 – Notification of full papers acceptance
    – May 22nd to 24th, 2013 – The 4thInternational Workshop: Advances in Cleaner Production

     
  • 22 jan

    CiiS 2013 – 1° Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade 

     
  • 21 jan

    Projeto Estrada Sustentável ganha identidade visual 

    Projeto que propõe reunir soluções sustentáveis no eixo da Via Dutra agora tem cara própria

    O projeto Estrada Sustentável, que visa reunir soluções que permitam promover a Sustentabilidade na área de influência da Via Dutra, ganha esta semana sua identidade visual. Desenvolvida pela agência Yemni – Branding, Design & Comm, de São Paulo, SP, a identificação começa a ganhar a Via Dutra esta semana, por meio de faixas e painéis, além de decorar parte das dependências do SESI de Volta Redonda (RJ), onde acontece o I Encontro de Resíduos do projeto, na quinta (17/01).

    Lançado durante a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável que se realizou no Rio de Janeiro (RJ), em junho do ano passado, o Projeto Estrada Sustentável busca ampliar o potencial transformador da Via Dutra em favor de um apelo nacional por práticas que permitam incentivar a preservação do Meio Ambiente, o desenvolvimento de práticas sustentáveis no setor econômico-financeiro e a prática de ações de inclusão e promoção social.

    De acordo com a designer Beatriz Abud, Coordenadora do Projeto de Identidade Visual, da Yemni – Branding, Design & Comm,  a proposta do escritório foi traduzir os três pilares da Sustentabilidade (Econômico, Social e Ambiental) em uma apresentação visual que reunisse os conceitos fundamentais de cuidados com o planeta, perenização de boas práticas empresariais e compromisso com a vida.

    “A forma circular sugere o movimento da vida, em constante transformação, combinado, nesse símbolo, com a representação de folhas, em uma sugestão dos recursos renováveis, e o conceito de energia limpa, como aquela gerada pelos cataventos de produção de energia eólica”, diz Beatriz Abud. Completa o conceito a utilização de cores fortes e alegres que propõem a separação conceitual de áreas, com roxo representando o pilar econômico, o verde o ambiental e o amarelo o social”.

    Projeto colaborativo

    Segundo Gilberto Pinheiro, responsável pela área de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CCR NovaDutra, empresa fundadora do Projeto, a proposta do Estrada Sustentável é sensibilizar administradores municipais, empresários, formadores de opinião, intelectuais e militantes de ONGs para a importância da grande rede colaborativa que começa a ser construída no eixo Rio-São Paulo.

    “O projeto Estrada Sustentável é eminentemente colaborativo e depende do interesse e do envolvimento da Sociedade como um todo e das comunidades servidas pela Via Dutra”, diz Pinheiro.  “Nossa proposta é promover uma agenda de ações proativas a partir da união de esforços, tecnologias e competências em favor da vida sustentável”.

    O Projeto Estrada Sustentável tem o patrocínio da CCR NovaDutra e da Ecofrotas, apoio institucional da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Fundação Dom Cabral (FDC), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Corredor Ecológico, Instituto Eco Solidário, NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)  e Abrelpe, e gestão da consultoria Ernst & Young Terco.

    “Queremos usar a visibilidade da Via Dutra para lançar um desafio à Sociedade: queremos um futuro melhor para todos e sabemos que há empresas, instituições públicas e organizações não governamentais que já praticam essa filosofia”, afirma Pinheiro. “Vamos reunir essas boas práticas em uma grande frente de incentivo e referência à Sustentabilidade em larga escala ao longo do eixo Rio-SP”.

     
  • 18 jan

    Palestra Gratuita! Construções Sustentáveis 

     
  • 16 jan

    Ciis 2013 – Congresso Internacional de Inovação e Sustentabilidade 

    2ª Chamada para resumos estendidos  10 de março de 2013
    *Autores dos resumos aceitos serão notificados por e-mail até o dia 10 de abril de 2013


    Reserve em sua Agenda

    29 e 30 Agosto de 2013
    Local: São Paulo
    Público Alvo

    Docentes, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, Formuladores de políticas públicas e de fomento à pesquisa, Profissionais de pesquisa e desenvolvimento, Profissionais de Sustentabilidade,Fabricantes de materiais, componentes e equipamentos, Entidades profissionais, empresariais, governamentais, ONGs,Agentes financeiros,Profissionais de marketing e de mídia.Chamada para artigos científicos
    Chamada para resumos estendidos:

    Os resumos deverão conter no máximo 500 palavras e incluir os itens que se seguem (1) Nome Completo, Grau Acadêmico ou Título Profissional, (2) Nome da Instituição; (3) Título do Resumo; (4) Endereço (s) e E-mail do autor e co-autores;

    Temas: Certificações
    Comunicação, Cultura e SustentabilidadeConstrução Sustentável, Cidades SustentáveisConsumo SustentávelEcopoliticaEducação e Ensino a DistânciaEmpreendedorismoGovernança CorporativaInovações e Tecnologias SustentáveisPráticas e Processos OrganizacionaisResponsabilidade SocialSaúde e Meio ambiente e Desenvolvimento Urbano

    Informações: contato@conversasustentavel.com.br

     
c
Compor novo post
j
Próximo post/próximo comentário
k
Post anterior/comentário anterior
r
Responder
e
Editar
o
Mostrar/Ocultar Comentários
t
Ir para o Topo
l
Ir para o login
h
Mostrar / Esconder ajuda
shift + esc
Cancelar