Atualizações de setembro 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 30 set

    Construções Sustentáveis, palestra de Vivian Blaso durante Ecobusiness 2012 

    Um empreendimento certificado “não é sustentável”, confira a palestra de Vivian Blaso durante o Ecobusiness 2012!

     
  • 24 set

    Programa em Gestão Avançada em Sustentabilidade 

    A Gestão Sustentável nas empresas é um caminho inexorável que as organizações terão que seguir nos próximos anos. Os aspectos sociais e ambientais deverão estar diretamente atrelados as variáveis econômicas, gerando competitividade e valor nas decisões empresariais. A sustentabilidade está presente nas várias decisões dentro da indústria, desde o processo de desenvolvimento e inovação até a comunicação e venda do produto para o consumidor final. O processo de análise de riscos e de decisão de investimentos financeiros, é outro item importante, tem passado pelos processos internos de eco-eficiência, desaguando na responsabilidade social e imagem corporativa.
    Programa de Gestão Avançada em Sustentabilidade apresentará uma moderna abordagem de Gestão em Sustentabilidade no âmbito mundial e suas conexões com a gestão de recursos, processos e produtos. Nesta metodologia de aprendizagem, o aluno será motivado através de exemplos de práticas e casos de estratégias de sucesso no tema sustentabilidade em suas várias facetas e aplicará o conteúdo ministrado na elaboração de um plano de Gestão de Sustentável.

    Objetivo

    Capacitar os profissionais conhecedores dos fundamentos de sustentabilidade de diferentes áreas nas empresas para construírem um Plano de Gestão Sustentável para diferentes tipos de negócios, ponderando as variáveis de sucesso do negócio aliado a Gestão Sustentável dos processos e resultados.

    Público

    O programa é dirigido a gestores de empresas e demais profissionais em especifico das áreas financeiras, marketing, comunicação, jurídica, pessoas e interessados na ampliação de seu repertório sobre o tema.
    Informações e inscrições: http://www.espm.br/Candidato/Pages/Home.aspx
     
  • 21 set

    Instituto Akatu propõe 12 princípios norteadores do consumo consciente 

     
  • 21 set

    O carrocentrismo na mira da crítica industrial

     
  • 21 set

    Programa Conjunto da ONU ‘Segurança com Cidadania’ ganha portal para acompanhamento das atividades 

    Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania, que integra seis agências das Nações Unidas no Brasil, lança hoje (21) o site http://www.segurancacomcidadania.org
    Ferramenta de promoção da segurança cidadã, o portal tem como objetivo divulgar as ações que em andamento nos três municípios brasileiros que fazem parte do Programa Conjunto: Contagem (MG), Lauro de Freitas (BA) e Vitória (ES). O lançamento acontece na mesma data em que o mundo celebra o Dia Internacional da Paz, adotado pelas Nações Unidas em resolução aprovada em setembro de 1981.
    O portal servirá de banco de informações, fotos, vídeos e documentos sobre as atividades do Programa e nas comunidades envolvidas neste processo. “O lançamento de um portal como este é fundamental para que todos possam acompanhar as atividades desenvolvidas pelas agências, parceiros e comunidades, bem como para guardarmos a memória do trabalho que o Programa Conjunto está articulando nestes três municípios”, diz Carlos Spezia, Coordenador Nacional do Programa.
    “O novo site possui áreas de destaque para os territórios que integram o projeto. É o caso, por exemplo, do Espaço Cidadão, no qual uma pessoa da região será sempre escolhida como personagem emblemática da comunidade, seja pelo seu engajamento, seja pelo seu exemplo de vida e de cidadania”, conta Erica Massimo, Oficial de Programa do PNUD, a agência-líder na implementação do projeto.
    O calendário das ações é outro destaque. “Lá, é possível ver quais eventos estão por vir e saber como participar, além de acompanhar como foram os eventos passados. É uma questão de transparência com as comunidades envolvidas e todos os atores interessados nesta temática”, acrescenta Érica.
    Para o Coordenador de Comunicação do PNUD, Daniel de Castro, a expectativa é de que, com o apoio de pontos focais de comunicação das comunidades dos três municípios, o portal possa evoluir para uma plataforma viva de participação e de exercício de cidadania. “Nesta fase inicial, o site tem uma característica de repositório de informações e de ferramenta de transparência. Mas nosso objetivo é de que as próprias comunidades usem esta plataforma para promover suas ações de segurança com cidadania e para que se vejam como os verdadeiros protagonistas desta transformação.”
    O site do Programa Conjunto Segurança com Cidadania traz ainda uma Sala de Imprensa, com material útil a todos os jornalistas que se interessam pela cobertura das temáticas de segurança e que buscam ideias, fotos e vídeos para o desenvolvimento de novas pautas e reportagens especiais.

    Dia Internacional da Paz

    Mais de meio milhão de pessoas morrem todos os anos em conflitos armados, ataques violentos e como resultado de atividades criminosas no mundo. Cerca de 1,5 bilhão de pessoas – ou mais de 20% da população mundial – vivem em países afetados pela guerra, violência e altos índices de criminalidade. O dia 21 de setembro convida todos a um momento de reflexão e ação pela paz.
    O tema das comemorações da ONU este ano é “Paz Sustentável para um Futuro Sustentável”. O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, destacou em mensagem enviada hoje que os conflitos armados atacam os muitos pilares do desenvolvimento sustentável. “Os recursos naturais devem ser usados para o benefício da sociedade, não para financiar guerras”, enfatizou Ban.
    Em 2001, a ONU também aprovou resolução que decreta o dia 21 de setembro como um momento de cessar-fogo, para incentivar a interrupção de conflitos armados e atos violentos em todo o mundo durante data. A ideia surgiu com a ‘Peace One Day’, organização não governamental da Grã-Bretanha, que luta pela criação de uma cultura de paz global.

    Programa Conjunto

    Prevenir a violência, criando ambientes mais seguros e saudáveis para meninos e meninas, entre 10 e 24 anos. Esse é objetivo do Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania: prevenindo a violência e fortalecendo a cidadania com foco em crianças, adolescentes e jovens em condições vulneráveis em comunidades brasileiras.
    As ações estão sendo realizadas em áreas geográficas específicas, escolhidas por meio de um edital público, que recebeu mais de 82 inscrições de várias regiões metropolitanas do país. São elas: Bairro Itinga, em Lauro de Freitas (BA); Região Nacional, em Contagem (MG); e Região Administrativa VII – São Pedro, em Vitória (ES).
    Financiado pelo Fundo para o Alcance dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, o Programa Segurança com Cidadania é composto por seis agências do Sistema ONU: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O Programa conta ainda com a parceria do Governo Federal, através do Ministério da Justiça. Em Vitória, a Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos da Prefeitura de Vitória é parceira do Programa.
     
  • 19 set

    Edgar Morin na Revista IHU 

    Edgar Morin e o pensamento  complexo

     
  • 19 set

    Como construir uma nova sociedade da abundância. Artigo de Serge Latouche 

    O filósofo francês Serge Latouche foi um dos convidados internacionais do Festivalfilosofia, que ocorreu entreModena, Carpi e Sassuolo entre os dias 14 a 16 de setembro e que teve como tema as Coisas (direção científica deMichelina Borsari). O programa incluía mais de 200 encontros e 50 lectio magistralis das quais participaram, dentre outros, Enzo Bianchi, Cacciari, Augé e Bauman. Publicamos aqui uma parte da lectio que Latouche proferiu no dia 16 na Piazza Grande, em Modena. É assim que o estudioso volta às suas teses mais célebres como a do “decrescimento feliz”. O texto foi publicado no jornal La Repubblica, 14-09-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto. Vivemos em uma sociedade do crescimento. Isto é, em uma sociedade dominada por uma economia que tende a se deixar absorver pelo crescimento como fim em si mesmo, objetivo primordial, senão único, da vida. Justamente por isso a sociedade do consumo é o resultado óbvio de um mundo baseado em uma tripla ausência de limites: na produção e, portanto, na extração dos recursos renováveis e não renováveis, na criação de necessidades – e, portanto, de produtos supérfluos e resíduos – e na emissão de lixo e poluição (do ar, da terra e da água). O coração antropológico da sociedade do crescimento torna-se então a dependência dos seus membros ao consumo. O fenômeno é explicado de um lado com a própria lógica do sistema e, de outro, com um instrumento privilegiado da colonização no imaginário, a publicidade. E encontra uma explicação psicológica no jogo da necessidade e do desejo. Para usar uma metáfora, tornamo-nos “toxicodependentes” do crescimento. Que tem muitas formas, já que a bulimia da compra – somos todos “turboconsumidores” – corresponde ao workaholism, a dependência do trabalho. Um mecanismo que tende a produzir infelicidade porque se baseia na criação contínua de desejo. Mas o desejo, ao contrário das necessidades, não conhece a saciedade. Pois se dirige a um objeto perdido e inencontrável, dizem os psicanalistas. Sem poder encontrar o “significado perdido”, ele se fixa sobre o poder, a riqueza, o sexo ou o amor, todas coisas cuja sede não conhece limites. (…) Até por isso é preciso imaginar um novo modelo. Econômico e existencial. Assim, a redefinição da felicidade como “abundância frugal em uma sociedade solidária” corresponde à força de ruptura do projeto do decrescimento. Ela pressupõe que se saia do círculo infernal da criação ilimitada de necessidades e produtos, e da crescente frustração que ele gera, e de modo complementar de temperar o egoísmo resultante de um individualismo de massa. Sair da sociedade de consumo é, portanto, uma necessidade, mas o projeto iconoclasta de construir uma sociedade de “abundância frugal” só pode suscitar objeções e confrontar-se com formas de resistência, independentemente dos cursos e dos percursos do decrescimento. Acima de tudo, nos perguntarão, a própria expressão “abundância frugal” não é talvez um oxímoro pior do que aquele justamente denunciado do “desenvolvimento sustentável”? Pode-se no máximo conceber e aceitar uma “prosperidade sem crescimento”, segundo a proposta do ex-conselheiro para o meio ambiente do governo trabalhista, Tim Jackson, mas uma abundância na frugalidade é realmente demais! Na verdade, enquanto permanecermos encerrados no imaginário do crescimento, só poderemos ver nisso uma insuportável provocação. De outro lado, ao contrário, se sairmos de certas lógicas, pode ficar claro que a frugalidade é uma condição preliminar com relação a toda forma de abundância. A abundância consumista pretende gerar felicidade através da satisfação dos desejos de todos, mas isso depende de rendas distribuídas de modo desigual e, portanto, sempre insuficientes para permitir que a imensa maioria cubra as despesas básicas necessárias, principalmente
    quando o patrimônio natural foi dilapidado. Indo ao oposto dessa lógica, a sociedade do decrescimento se propõe a gerar a felicidade da humanidade através da autolimitação para poder alcançar a “abundância frugal”. Como toda sociedade humana, uma sociedade do decrescimento certamente deverá organizar a produção da sua vida, isto é, utilizar de modo razoável os recursos do seu ambiente e consumi-los através dos bens materiais e dos serviços. Mas fará isso um pouco como aquelas “sociedades da abundância” descrita pelos antropólogo Marshall Salhins, que ignoram a lógica viciosa da raridade das necessidades, do cálculo econômico. Esses fundamentos imaginários da instituição da economia devem ser postos em discussão. Jean Baudrillard havia visto isso muito bem em seu tempo, quando disse que “uma das contradições do crescimento é que, ao mesmo tempo, ele produz bens e necessidades, mas não os produz no mesmo ritmo”. O resultado é o que ele chama de uma “pauperização psicológica”, um estado de insatisfação generalizada, que define, ele afirma, “a sociedade do crescimento como o contrário de uma sociedade da abundância”. A verdadeira pobreza está, de fato, na perda da autonomia e na dependência. Um provérbio dos nativos norte-americanos explica bem o conceito: “Ser dependente significa ser pobre; ser independente significa aceitar não enriquecer”. Sejamos, portanto, pobres, ou mais exatamente miseráveis, nós que somos prisioneiros de tantas próteses. A frugalidade reencontrada permite precisamente que se reconstrua uma sociedade da abundância, com base no que Ivan Illich chamava de “subsistência moderna”. Ou seja, “o modo de viver em uma economia pós-industrial, dentro da qual as pessoas são capazes de reduzir a sua dependência do mercado e chegaram a isso protegendo – através de instrumentos políticos – uma infraestrutura em que as técnicas e os instrumentos servem, em primeiro lugar, pra criar valores de uso não quantificados e não quantificáveis por parte dos fabricantes de necessidades profissionais”. O crescimento do bem-estar, portanto, é a via mestra do decrescimento, porque, sendo felizes, somos menos suscetíveis à propaganda e à compulsividade do desejo. Muitas dessas opções implicam uma mudança da nossa atitude, também com relação à natureza. Ainda me lembro da minha primeira laranja, encontrada na minha meia no Natal, no fim da guerra. Também me lembro, alguns anos mais tarde, dos pimeiros cubos de gelo que um vizinho rico que tinha uma geladeira nos trazia nas noites de verão e que nós mordíamos com prazer como se fossem guloseimas. Uma falsa abundância comercial destruiu a nossa capacidade de nos maravilharmos diante dos dons da natureza (ou da engenhosidade humana que transforma esses dons). Reencontrar essa capacidade suscetível de desenvolver uma atitude de fidelidade e de reconhecimento com relação à mãe Terra, ou mesmo uma certa nostalgia é a condição de sucesso do projeto de construção de uma sociedade do decrescimento sereno, assim como a condição necessária para evitar o destino funesto de uma obsolescência programada da humanidade.
     
  • 17 set

    4th International Workshop on Advances in Cleaner Production 

     “Integrating Cleaner Production into Sustainability Strategies”
     Call for Papers
     São Paulo, Brazil, May 22-24, 2013 
     
    The International Workshop | Advances in Cleaner Production is a multi/interdisciplinary international forum for the exchange of information and research results on technologies, concepts and policies based on Cleaner Production and conceived to assist the desired transition to a sustainable society.
    The Workshop’s theme – “Integrating Cleaner Production into Sustainability Strategies”– intends to stimulate the discussion of crucial importance, with the objectives:
    1. The exchange of academic information
    2. The presentation of recent results
    3. The discussion of common problems and their possible solutions
    4. The increase of the contact among academic knowledge and corporative experiences
    5. The discussion of the Workshop’s theme
    Researchers are invited to submit contributions on all topics related to teaching, research, and practice on Cleaner Production. The works should focus Cleaner Production and especially on the contribution of “Integrating Cleaner Production into Sustainability Strategies”. Authors devoted to correlated themes are also welcome.
    Dates
    – September, 17th 2012 – Early bird registration and submission of abstracts
    – February, 18th 2013 – Final date for works submission
    – April, 15th 2013 – Notification of full papers acceptance
    – May 22nd to 24th, 2013 – The 4thInternational Workshop: Advances in Cleaner Production
     
  • 17 set

    Conversa Sustentável, desenvolve nova metodologia de comunicação para sustentabilidade 

    Conversa Sustentável desenvolve metodologia para o destaque e posicionamento das empresas na sustentabilidade – PCS – Plano de Comunicação Sustentável.
    O PCS tem por objetivos identificar oportunidades e minimizar riscos recorrentes aos processos de reputação das marcas perante opinião pública.O público alvo são Construtoras, Incorporadoras, Sites Industriais, Comerciais e Residenciais  e qualquer empreendimento que tenha um plano de gerenciamento de áreas contaminadas.
    “A metodologia foi desenvolvida para o atendimento ao escopo das legislações ambientais que hoje fazem exigências de estabelecer uma comunicação direta e transparente com as partes interessadas”, afirma Ellen Blaso, Geógrafa Ambiental, Especializada em Gerenciamento de Áreas Contaminadas e Sócia da Empresa.   
    A Conversa Sustentável possui ampla expertise na produção de conteúdos que engajem e envolvam os diversos públicos de interesses das empresas ajudando as organizações a construírem sua reputação e posicionando as suas marcas com ética e responsabilidade sócio ambiental e para isso, a empresa utiliza ferramentas como: Endomarketing Sustentável, Treinamentos, Palestras, Workshops e Produção de Conteúdos  especializados e exclusivos para blogs, portais,  mídias sociais e intranet.
    “A produções dos conteúdos são organizadas e planejadas para dar visibilidade as ações de sustentabilidade das empresas com intuito de agregar valor para suas marcas e fortalecer sua imagem perante a opinião pública, afirma Vivian Blaso, Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais”, Especializada em Marketing e Sustentabilidade e Diretora da empresa.
    A empresa vem se destacando por sua participação em eventos científicos  internacionais sobre sustentabilidade como:  2º Congresso Ibero – Americano da Responsabilidade Social, 2012, Lisboa, SHEWC – Congresso Mundial de Pesquisas Ambientais, Saúde e Segurança, 2012, São Paulo, International Conference SUSTAIN-Ability goes SUSTAIN-Active, 2012, Lisboa,II SIRSO Simposio Internacional de Responsabilidad Social de las Organizaciones e VIII CNEG Congresso Nacional de Excelência em Gestão, 2012, Rio de Janeiro, onde são apresentados estudos e pesquisas cientificas sobre o tema.
    O embrião da empresa foi o Blog Conversa Sustentavel que por meio de atualizações diárias se transformou em uma plataforma de conteúdos aberta e criativa que fomenta e divulga práticas sustentáveis à sociedade, tratando dos temas e sub-temas com uma apuração séria,ética e transparente, para apresentá-los de modo claro e objetivo ao seu público, que hoje o reconhece plenamente e opina através de comentários e sugestões de pauta.
    Hoje a empresa possui um amplo relacionamento com veículos de comunicação especializados nos setores de economia, negócios, meio ambiente e sustentabilidade e terceiro setor além de relacionamento com ONGs e Organismos Nacionais e Internacionais que vem reconhecendo as atividades da empresa por uma comunicação ética, transparente e consistente.
    Mais informações sobre Novas Soluções da Conversa Sustentável:

    (11) 4108 4064

     
  • 17 set

    GBC Brasil lança Referencial para Casas Sustentáveis 

    O trabalho contou com a participação de 200 profissionais voluntários e foi apresentado pela organização durante a Greenbuilding Brasil Conferência & Expo
    No dia 13 de setembro o Green Building Council Brasil, organização que fomenta a indústria de construções sustentáveis no país, apresentou o Referencial GBC Brasil Casa durante a Greenbuilding Brasil Conferência Internacional & Expo Com a participação de 200 profissionais voluntários, o sistema teve coordenação do gerente técnico da organização, Marcos Casado, e da coordenara técnica, Maria Carolina Fujihara.
    A criação de um referencial específico para residências começou há pouco mais de um ano a partir da crescente demanda do mercado de construção civil e das empresas membros da instituição. “Muitos proprietários nos procuravam para saber como construir uma casa sustentável, a preocupação com os materiais a serem utilizados e o que deveria ser observado. Nós levamos esses questionamentos em consideração para desenvolver essas diretrizes.” ressaltou Maria Carolina Fujihara. 
    O trabalho é dividido em comitês técnicos temáticos e, além de suprir a demanda do setor, tem o objetivo de criar parâmetros nacionais de sustentabilidade para residências unifamiliares ou multifamiliares, de baixo, médio e grande porte, que buscam viabilidade econômica, redução do impacto ambiental e a conscientização de todos os envolvidos no setor. “A base para criação desse novo referencial foi o LEED for Homes, desenvolvido pelo U.S Green Building Council (USGBC) que é utilizado para certificar empreendimentos residenciais nos Estados Unidos. O que nós fizemos foi incorporar a essa base o melhor de todos os sistemas de certificação existentes no mercado brasileiro e mundial”, afirmou Marcos Casado.
    Critérios de avaliação
    Os empreendimentos serão avaliados segundo as categorias descritas abaixo:
    • Implantação: controle de erosão, sedimentação e poeira na obra; seleção do terreno; paisagismo; redução de ilha de calor; controle e gerenciamento de águas pluviais; controle de pragas e doenças;
    • Uso Racional da Água: medição e gerenciamento do consumo de água fria; sistemas de irrigação eficientes;
    • Energia e Atmosfera: atendimento aos pré-requisitos descritos pelo PROCEL Edifica; iluminação natural; energia renovável; otimização do desempenho energético; processos de medição e verificação.
    • Materiais e Recursos: aspectos como gerenciamento de resíduos, uso de madeira legalizada e materiais ambientalmente preferíveis, entre outros;
    • Qualidade Ambiental Interna: controle de emissão de gases de combustão, filtragem do ar exterior; acústica, etc;
    • Requisitos Sociais: legalidade e qualidade da obra; acessibilidade universal, adoção de boas práticas para operação e manutenção;
    • Inovação e Projeto: análise do Ciclo de Vida e gerenciamento da qualidade com foco na durabilidade; projeto integrado e planejamento etc.
    • Créditos Regionais: levarão em conta as especificidades de cada região do país.
    Na fase piloto serão selecionados cinco empreendimentos. A idéia é inserir nessa fase projetos de baixo, médio e alto padrão sem restrições de metragem mínima ou máxima, preferencialmente nas cinco regiões do Brasil a fim de testar a aplicação do Referencial em todas as regiões. Para participar, as residências precisam ter prazo de execução de no mínimo um ano e estar no fim da concepção do projeto ou início da obra. A partir de 2013, data prevista para finalização do referencial, o GBC Brasil também oferecerá cursos de capacitação para profissionais e pessoas interessadas em aprender como tornar uma habitação sustentável a partir das diretrizes apontadas pelo documento.
    Sobre o Green Building Council Brasil:
     
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