Atualizações de julho 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 30 jul

    Jandaia sustentável 

    Reconhecida como uma das maiores fabricantes de sucos do Brasil, a Sucos Jandaia é também uma empresa marcada pela preocupação com a sustentabilidade, além de suas fronteiras
    Tradicional empresa nordestina, da cidade de Pacajus, no Ceará, a Jandaia, fundada em 1941, é marcada pela tradição e pelo pioneirismo. Foi ela quem lançou o primeiro suco de caju integral do Brasil e, dentre outras iniciativas pioneiras, foi ela quem lançou o primeiro e único suco de fruta com Ômega 3 DHA.
    A companhia também é consagrada por uma série de atividades de proteção ao meio ambiente que extrapolam suas fronteiras. Conheça algumas dessas atividades.
    Tratamento de água
    A Jandaia mantém a ETA – Estação de Tratamento de Água – trata-se de um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para torná-la potável. A água que a Jandaia trata é captada no açude de Pacajus, localizado na bacia metropolitana do Ceará, o estado é dividido em 11 bacias hidrográficas onde cada bacia existe um complexo de açudes responsáveis pelo abastecimento de sua região. “Nossa água e captada através de uma adutora de 6 km de extensão ate chegar ao reservatório de água bruta onde é pré-clorada com cloro liquefeito, para eliminar os microrganismos em seguida passa pelas etapas tradicionais de tratamento de água coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção assim se adequando aos parâmetros exigidos pelas legislações vigentes, em média são tratados 400m³ de água diariamente onde é distribuída para toda unidade sendo monitorada em cada etapa do processo para garantir total qualidade a nossos clientes internos como: caldeira, torres de resfriamento, xaroparia e, dentre outros, o refeitório”, explica o diretor da empresa, Eduardo Figueiredo.
    O processo de distribuição da água é totalmente monitorado, permitindo que a Jandaia analise e adeque a vazão de cada cliente com sua necessidade para assim racionalize o consumo e no final atenda os indicadores internos de eco eficiência. “Conseguimos isto através da conscientização constante da nossa equipe e também pelos multiplicadores (lideres de qualidade e produção e membros do nosso ECO TIME)”, enfatiza Eduardo.
    Cada etapa do processo é tratada como cliente uma da outra, assim a companhia consegue alcançar os resultados esperados para assegurar total qualidade do produto.
    Ecoeficiência
    O desempenho ambiental da Sucos Jandaia é monitorado através de indicadores de eco eficiência, que em suma é o uso mais eficiente de materiais e energia, a fim de reduzir os custos econômicos e os impactos ambientais. “A ecoeficiência é alcançada mediante o fornecimento de bens e serviços a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduz progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do ciclo de vida, a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada da Terra (conceito elaborado pelo World Business Council for Sustainable Development – WBCSD, em 1992)”, define Figueiredo.
    Este conceito sugere uma significativa ligação entre eficiência dos recursos (que leva à produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Pode-se dizer que ecoeficiência é saber combinar desempenho econômico e ambiental, reduzindo impactos ambientais, usando mais racionalmente matérias- primas e energia, reduzindo os riscos de acidentes e melhorando a relação da organização com as partes. A sua implementação se da desde a certificação ISO 22000.
    “Para a Jandaia não basta produzir, dentro dos mais rigorosos padrões de segurança alimentar exigidos pela norma NBR ISO 22000. Com a utilização racional de recursos como a água e energia, e a menor geração de resíduos e efluentes em toda a unidade, garantimos um menor impacto no meio ambiente além de participar de projetos sociais em qualificação profissional de jovens, assim colocamos em evidencia nosso compromisso com a busca da excelência em nossas operações e responsabilidade sócio ambiental corporativa”, explica o diretor da empresa.
    Gerenciamento do lixo
    Há coleta seletiva do lixo em todos os setores da empresa e cada setor possui um membro do ECO Time, com a missão de ajudar no monitoramento da geração dos resíduos e com treinamentos de conscientização para atingir os objetivos, sintetizados nos “três Rs”.
    Os três Rs representam a ‘Hierarquia dos Resíduos’, que lista as melhores maneiras de gerenciar o lixo – do mais ao menos desejável. Este é o tema central da política Européia de gestão de resíduos.
    • Reduzir: diminuir a quantidade de lixo residual que produzimos é essencial. Os consumidores devem adoptar hábitos de adquirir produtos que sejam reutilizáveis, como exemplo: guardanapos de pano, sacos de pano para fazer suas compras diárias, embalagens reutilizáveis para armazenar alimentos ao invés dos descartáveis.
    • Reutilizar: utilizar várias vezes a mesma embalagem, com um pouco de imaginação e criatividade podemos aproveitar sobras de materiais para outras funcionalidades, exemplo: garrafas de plástico/vidro para armazenamento de líquidos e recipientes diversos para organizar  os materiais de escritório.
    • Reciclar: transformar o resíduo antes inútil em matérias-primas ou novos produtos, é um benefício tanto para o aspecto ambiental como energético.
    “A Jandaia qualifica sua equipe não só para praticas internas mais também para praticas que poderão ser aplicadas no dia a dia de seu funcionário adotando postura ecologicamente correta. E todo resíduo gerado e destinado a empresas credenciadas em órgãos ambientais fiscalizadores”, salienta Eduardo.
    Bacia Hidrográfica do Ceará
    Levando em conta o princípio de que a água faz parte do meio ambiente e que sua conservação e bom uso são fundamentais para garantir a vida em nosso planeta, a Jandaia integra o Comitê da Bacia Hidrográfica do Ceará. Esse comitê atua para que a água seja gerenciada de forma integrada, descentralizada e participativa. Para direcionar este conjunto de procedimentos da gestão, a norma básica é a Política de Recursos Hídricos, assim os principais papeis aplicados junto com todos os demais membros. Segundo a Política Estadual dos Recursos Hídricos, Lei 14.844/2010: são:
    Art.46. Compete aos Comitês de Bacias Hidrográficas:
    I – promover o debate de questões relacionadas a recursos
    hídricos e articular a atuação com entidades interessadas;
    II – propor a elaboração e aprovar o Plano de Recursos
    Hídricos da Bacia Hidrográfica;
    III – arbitrar, em primeira instância administrativa, os
    conflitos relacionados aos recursos hídricos;
    IV – fornecer subsídios para a elaboração do relatório anual
    sobre a situação dos recursos hídricos da bacia hidrográfica;
    V – acompanhar a implementação do plano de recursos
    hídricos da bacia hidrográfica e sugerir as providências necessárias ao cumprimento de suas metas;
    VI – propor ao Conselho de Recursos Hídricos do Ceará –
    CONERH, critérios e mecanismos a serem utilizados na cobrança
    pelo uso de recursos hídricos, e sugerir os valores a serem cobrados;
    VII – estabelecer os critérios para o rateio de custo das
    obras de uso múltiplo, de interesse comum ou coletivo;
    VIII – propor ao CONERH programas e projetos a serem
    executados com recursos oriundos do FUNERH;
    IX – constituir comissões específicas e câmaras técnicas
    definindo, no ato de criação, sua composição, atribuições e duração;
    X – acompanhar a aplicação dos recursos advindos da
    cobrança pelo uso dos recursos hídricos;
    XI – aprovar a proposta de enquadramento de corpos d’água
    em classes de uso preponderante das Bacias Hidrográficas.
    §1o Aplicam-se aos Comitês de Sub-Bacias Hidrográficas
    todas as regras pertinentes aos Comitês de Bacias Hidrográficas
    constantes desta Lei.
    §2o As decisões dos Comitês de Bacias Hidrográficas caberão
    recursos ao Conselho de Recursos Hídricos do Ceará – CONERH
    Sucos Jandaia
    Empresa nordestina, da cidade de Pacajus, no Ceará. Fundada em 1941 é a mais tradicional empresa de sucos do Brasil, foi pioneira ao apresentar o primeiro suco de caju integral no país e uma das líderes nacionais na produção de sucos tropicais.
    Produz 65 mil toneladas por ano, entre sucos concentrados e prontos para beber. Esse total é assim dividido: Caju 32%, Maracujá 16%, Laranja 10%, Uva 9%, Pêssego 8%, Goiaba 8%, Manga 7%, Acerola 4%, Abacaxi 3% e Polly Frutti 3%. 
    Qualidade Certificada
    Além do ISO 22000, a empresa está em vias de obter o ISO 9001 que certifica e qualifica a gestão e a administração da empresa como um todo. Atualmente a Jandaia exporta seus sucos para onze países, entre eles Estados Unidos, Portugal, Angola, Espanha, entre outros.
    Ações de Responsabilidade Social
    Apóia projetos sociais, culturais e esportivos. É fundadora e apoiadora do IEP – Instituto de Educação Portal, uma associação civil sem fins lucrativos. O IEP tem como missão principal a qualificação profissional, de jovens e adultos de Pacajus e região. http://www.portaliep.com.br
    Sucos Jandaia – http://www.sucosjandaia.com
    SAC 0800 275 5444
    @sucosjandaia
     
  • 28 jul

    Programa Benchmarking Brasil 

    Ranking dos Rankings 
    Em 2012 o Programa Benchmarking Brasil completa 10 edições, e apresentará o Ranking da Década Benchmarking que reconhecerá os Legítimos da Sustentabilidade. São empresas, gestores e personalidades detentoras das melhores práticas de sustentabilidade em suas organizações e vidas, e o mais importante, de forma contínua e melhorada.
    “A sustentabilidade é feita de, e a partir das boas práticas. Por isto, a constância e inovação é o critério que define um Legítimo da Sustentabilidade. No caso das Organizações, serão aquelas que por mais vezes e com melhores classificações foram selecionadas para integrar o Ranking Benchmarking, que é o selo que certifica os detentores das melhores práticas a cada ano, desde 2003”, informa Marilena Lino de Almeida Lavorato, idealizadora e organizadora do Programa Benchmarking Brasil.
    “O Ranking da Década vem mostrar que a sustentabilidade é dinâmica e contínua, e sua legitimidade está na inovação e melhoria contínua das boas práticas adotadas. São 139 empresas que já participaram do Benchmarking Brasil ao longo das 10 edições e que concorrem naturalmente ao Ranking da Década”, conclui Marilena. Para conhecê-las, visite o site benchmarkingbrasil.com.br
    Ranking Benchmarking no MASP
    O Ranking da Década será conhecido no dia 02 de Agosto de 2012 no auditório grande do MASP – Museu de São Paulo Assis Chateaubrind, tendo como cenário, o lançamento do Espaço  “Cultura de Sustentabilidade”, com obras inspiradas no movimento modernista assinadas pelo artista plástica Thiago Costackz e a linha do tempo do Programa Benchmarking Brasil.  “Arte que Revoluciona, Práticas que Transformam é o nome desta mostra que resgata o espirito transformador unico aos movimentos modernista e ambientalista, e que será o cenário que receberá os Legítimos da Sustentabilidade de 2012 e das Década Benchmarking.  
    Sobre o Programa Benchmarking Brasil: 
    Em 9 edições já realizadas, o Programa Benchmarking Brasil se consolidou como um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do país. Para conhecer mais sobre a iniciativa que construiu e detém o maior banco de práticas de sustentabilidade de livre acesso do país. Mais informações no site http://www.benchmarkingbrasil.com.br  
    Mais Informações: (11) 3257-9660/ 3729-9005
     
  • 27 jul

    Sustentabilidade: O despertar da consciência já passou… 

    Por Vivian Blaso, Relações Públicas (UNP), Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais (PUC-SP), diretora da agência de Relações Públicas Conversa Sustentável, MBA em Gestão Estratégica de Marketing (UFMG), Especialista em Sustentabilidade (FDC) e Professora na Fundação Álvares Penteado (FAAP)

    Uma pesquisa recentemente publicada pelo Sebrae sobre a percepção da sustentabilidade por parte dos empresários de pequenas e médias empresas no Brasil revela que o despertar da consciência para a sustentabilidade por parte desses empresários já passou .

    87% dos empresários que responderam à pesquisa dizem ter conhecimento médio sobre o tema e 46% enxergam nos aspectos ambientais oportunidades de ganhos. Entretanto, vale salientar que essa percepção está mais voltada para reduções nos consumos de água e energia e para a coleta seletiva de lixo.
    Outro aspecto relevante apontado na pesquisa foi que os empresários acreditam que podem atrair mais clientes se as suas empresas passarem uma boa imagem em termos de práticas sustentáveis relacionadas ao meio ambiente.
    O que preocupa é que a sustentabilidade não está inserida na gestão das empresas e ainda não é vista como oportunidade de negócios por esses empresários. Daí a importância de demonstrar através de ações práticas que é possível inserir a sustentabilidade na gestão das empresas, agregando valor à marca, desenvolvendo e incorporando novas tecnologias e principalmente alinhando as estratégias de negócios à visão dos colaboradores, que hoje se tornam cada vez mais estratégicos aos negócios, principalmente porque vivemos em uma economia de serviços cujo principal desafio é encantar seus consumidores oferecendo qualidade na entrega e o atendimento das expectativas e desejos. Por isso, não importa o tamanho de sua empresa, inserir a sustentabilidade é uma questão de mudança de hábito e desejo de inovar.
    Mas lembre-se: o despertar já passou, e sustentabilidade não é fazer a coleta seletiva de lixo, a reciclagem de materiais ou economizar água e energia. Sustentabilidade vai além disso e transforma discurso e práticas em ações efetivas e transversais que possam valorizar o próximo e fazer a diferença hoje, pois o futuro ainda não existe, mas existe o presente, e isso é uma dádiva.
     
    • BIOTERA - Inteligência Sustentável nos Negócios 18:02 em 27 de julho de 2012 Link permanente | Faça login para responder

      Entendo que o “despertar” ainda não aconteceu. Na verdade, eles estão sofrendo uma ‘enxurrada’ de dados, e não informação, do que é sustentabilidade. Me chama atenção também que nada é comentado pelo SEBRAE sobre o pilar das PESSOAS, que esta inserido na formação do triple botton line da Sustentabilidade. Acredito que deveria ter uma visão mais qualitativa nesta pesquisa. Mas prefiro enxergar que o “copo esta meio cheio” e acredito na mudança das pessoas e na incorporação definitiva da SUSTENTABILIDADE na Gestão dos Negócios e de nossas vidas.

      Abraços

    • Vivian Blaso 14:37 em 2 de agosto de 2012 Link permanente | Faça login para responder

      O grande gargalo hoje na percepção da sustentabilidade por parte das pessoas, empresários, empreendedores está na visão simplista que sustentabilidade possa ser resumida em reciclagem de materiais, coleta seletiva de lixo e redução de gastos nas contas de consumos de água e energia. Nós profissionais de sustentabilidade temos uma ótima oportunidade: ajudarmos a sociedade na construção de uma visão sistêmica e transversal e acho que o SEBRAE a partir dessa pesquisa também vai ajudar os empreendedores a enxergar que a sustentabilidade gera oportunidades de negócios. Se isso acontecer estaremos rumo ao equilíbrio econômico, social e ambiental.

  • 24 jul

    No ano da Rio+20 e do lançamento dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros, mercado segurador mostra iniciativas do setor para proteger o planeta 

    A 2ª edição do Prêmio de Inovação em Seguros Antonio Carlos de Almeida Braga 2012, criado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) foi lançada no Rio de Janeiro em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi especialmente escolhida porque, este ano, o foco da premiação será a Sustentabilidade.
    O ano de 2012, marcado pela realização da Rio+20, também é o ano da Sustentabilidade para o mercado segurador, levando em conta a relação direta da atividade seguradora com o desenvolvimento sustentável, uma vez que atua na prevenção e no gerenciamento de riscos.
    Não é por acaso que desde 2009, a CNseg é signatária do Protocolo do Seguro Verde, convênio firmado junto ao Ministério do Meio Ambiente que trata da participação do setor na defesa de atitudes que levem em conta a proteção do planeta. Essa atenção voltada para a questão da sustentabilidade é uma realidade para o setor de seguros. Algumas seguradoras já utilizam nas suas tomadas de decisão os princípios do Protocolo.
    Em junho o Brasil foi sede do 48.º Seminário Anual da IIS (International Insurance Society), que reuniu profissionais e executivos do setor de seguros, representantes de órgãos reguladores e especialistas de instituições de ensino de todo o mundo, para debater sobre sustentabilidade e inovação em mercados emergentes.  Na oportunidade foram lançados os Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros, uma iniciativa de seguradores internacionais membros do UNEP FI (United Nations Environment Programme Financial Initiative, órgão ligado a ONU).
    A 2ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros vai premiar as iniciativas do setor voltadas para a sustentabilidade, onde serão observadas questões ambientais, sociais e de governança (ASG) que sejam relevantes para o negócio de seguros.
    Inovação – O Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros foi lançado em 2011 pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), visando reconhecer o trabalho dos securitários e corretores, que contribuem para a inovação no mercado. Os responsáveis pelos cases vencedores (1º, 2º e 3º lugares) receberão troféus e prêmios em dinheiro nos valores de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil.
    O objetivo da premiação é estimular o desenvolvimento do setor e o aprimoramento das relações com o consumidor a partir da adoção de ideias inovadoras referentes a produtos e comunicação, além de apoiar as iniciativas que vão delinear o perfil do mercado segurador no futuro.
    As inscrições podem ser feitas até 5 de agosto pelo endereço eletrônico premioseguro2012.com.br.
    Para conhecer a fan page acesse  http://www.facebook.com/InovacaoemSeguros
     
  • 23 jul

    Fundação Grupo Boticário – Institucional 


    Salto Morato é a primeira Reserva Natural da Fundação, mantida desde 1994. Ela é reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural, uma unidade de conservação particular de caráter perpétuo. O principal papel que ela exerce é a proteção à natureza, mas também contribui para a economia local, já que incentiva atividades de ecoturismo, reduz o impacto de mudanças climáticas, serve como espaço de lazer e de estudos para pesquisadores. Inclusive, duas novas espécies de peixes já foram encontradas na Reserva.

     
  • 17 jul

    A OIT no Brasil: Trabalho decente para uma vida digna 

    Organização Internacional do Trabalho (OIT), lançou em 2012 a Publicação sobre trabalho decente. Dentre os principais assuntos estão a questão dos empregos verdes que segundo a OIT podem ser definidos como postos de trabalho decente que contribuem para reduzir emissões de carbono ou para melhorar/preservar a qualidade  ambiental. A OIT possui um Programa Empregos Verdes cujo objetivo é promover uma transição socialmente justa para uma economia mais sustentável.

    As oportunidades para um novo mercado estão relacionadas a proteção da biodiversidade, e a utilização de energias renováveis  que possam contribuir com uma nova economia pautada em baixas emissões de carbono e que substitua a queima de combustíveis fósseis. 

    Segundo a OIT, até 60 milhões de postos de trabalho pelo mundo poderão ser criados se governos incentivarem novas tecnologias ambientais e garantirem apoio a setores relacionados com a economia verde.

    A publicação sobre trabalho decente para uma vida digna está disponível no site: http://www.oit.org.br/node/809
     
  • 13 jul

    Faça parte da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade 

    Informações: http://abraps.blogspot.com.br/
    Inscrições: http://www.furfle.com.br/furfleform/formulario/index/idFormulario/384

     
  • 12 jul

    Como Implantar a ISO 26000 – A ISO da Responsabilidade Social 

                                                     “ISO 26000 a Norma Internacional da Responsabilidade Social pode ser implantada por qualquer tipo de empresa, basta vontade” confira agora a entrevista com   Francisco Luiz Biazini Filho –  Doutorando em Responsabilidade Social na Energia Nuclear no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – USP.  Especialista (MBA) em Segurança da Informação. Graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade Ibirapuera (2005) e (1990). Diretor tesoureiro da Associação Interação Rede Social. Vice presidente de tecnologia – Programa Nacional Cidade Digital. Fundador e Conselheiro do GAO: Grupo de Articulação das ONGs brasileiras na ISO 26000. Sócio da Sistema Ciclo, proprietária do portal DRResiduo.com.br e rederesiduo.com.br. e Diretor presidente da transforma Cooperativa de trabalhadores em Reciclagem e Tecnologia da informação.Atua nas áreas de Construção de consenso e mediação de conflitos como mediador, consultor e professor. Desenvolve atividades voluntárias em responsabilidade social e ambiental, associativismo e cooperativismo. Ministra treinamentos e palestras de Responsabilidade Social e  ISO 26000.
    Mais informações sobre a ISO26000: http://www.inmetro.gov.br/qualidade/responsabilidade_social/iso26000.asp

     
  • 10 jul

    MOSTRA PUC-RIO ESTÁ DE VOLTA COM A TEMÁTICA DA SUSTENTABILIDADE 

    Em sua 15ª edição, maior Feira de recursos humanos do país reúne cerca de 70 empresas, ganha mais espaço e conta com colaboração efetiva da comunidade acadêmica, atraindo público de diversas cidades do Estado do Rio e diversificando atividades no campus da Gávea
    Considerada a maior Feira de recursos humanos do país e uma das maiores da América Latina, a Mostra PUC-Rio está de volta e acontece entre 07 e 10 de agosto, quando chega a sua 15ª edição, com temática totalmente dedicada à sustentabilidade. Para dar ainda mais conforto aos expositores, bem como acolher as milhares de pessoas que procuram a Universidade nos dias de sua realização — público este que cresce a cada edição —, o evento ganha mais espaço, deixando o pilotis para ocupar os jardins e as áreas de estacionamento, integrando a Mostra ao meio ambiente.
            Em linha com essa proposta verde, a Mostra PUC-Rio contemplará ambientes como o Espaço da Sustentabilidade, onde produtos e projetos desenvolvidos pela Universidade serão expostos ao público. Além disso, uma série de ações sustentáveis estão previstas para o período do evento: projeto Tinguá, de compensação de carbono; criação e montagem de cenografia dentro das diretrizes da Agenda Ambiental, incluindo os estandes da Universidade e das empresas participantes; estação de bicicletas gerando energia a ser utilizada para carregar celulares, notebooks e outros aparelhos eletrônicos; e gestão de resíduos. Ainda neste espaço, um telão calculará a quantidade de CO2 que o visitante emite, aproximadamente, em seu dia a dia.
    E não para por aí. Apresentando índices de sustentabilidade satisfatórios — a partir da mensuração a ser feita pela Organização da Mostra por meio do Manual do Expositor, em que 14 itens estão previstos —, um certificado será entregue a empresa. “Todas as empresas estão sendo incentivadas a implementar sistemas online para realizar a inscrição de seus programas de estágios e solicitação de serviços. O objetivo é contribuir para a redução do consumo de papel”, conta o professor André Lacombe, coordenador da Mostra e da Central de Estágios da PUC-Rio.
    A proposta para a Feira deste ano também é tornar a comunidade acadêmica mais atuante. Para isso, a PUC-Rio lançou um concurso de pesquisas desenvolvidas por alunos entre os anos de 2010 e 2012 com foco em sustentabilidade. A partir deste concurso, uma banca de professores da Universidade irá selecionar os três melhores nas categorias: monografia (graduação), dissertação (mestrado), tese (doutorado) e trabalho de conclusão de curso (especialização). Os trabalhos vencedores serão premiados e expostos durante a Mostra. Além disso, projetos e tecnologias desenvolvidas por alunos também serão apresentadas.
    Em prol do evento, a Universidade está utilizando também seus próprios departamentos. Um exemplo é a Escola Modelo de Arquitetura e Design, que está diretamente envolvida em toda estrutura do local, em parceria com a empresa de arquitetura e eventos Hyrnastha, e também na criação da logo do evento. Parte da tradição da Feira, o público poderá contar ainda com atendimento médico e jurídico, realizados por meio da equipe de professores e alunos da Escola Médica de Pós-Graduação da PUC-Rio e também do Núcleo de Prática Jurídica. Neste caso, os serviços estarão disponíveis gratuitamente a todos os interessados em estandes localizados no pilotis.
    “A ideia é integrar a comunidade e o público externo ainda mais, transformando a Mostra em um grande espaço para troca de conhecimento e informação acadêmica/científica, promovendo ainda as práticas desenvolvidas na PUC-Rio em relação à sustentabilidade, desenvolvendo a conscientização ambiental, colaborando para a mudança de hábitos na Universidade e no mundo corporativo”, resume Lacombe. Outros espaços trarão dinamismo ao evento: a Praça de Livros concentrará os lançamentos, relançamentos  e a venda de obras publicadas por professores e alunos da PUC-Rio; o Espaço Inovações será dedicado às novas tecnologias — especialmente nas áreas de construção civil e arquitetura, já que o curso de Arquitetura e Urbanismo comemora 10 anos este ano —; o Espaço Nutrição reunirá opções para uma alimentação saudável; e o Espaço Eventos terá música ambiente, com apresentações de bandas, e acolherá eventuais lançamentos de produtos.
    Desde o seu primeiro ano, em 1997, a Feira já inseriu milhares de pessoas em centenas de empresas nacionais e internacionais. As notícias sobre o evento podem ser acompanhadas pelo site ccesp.puc-rio.br/mostrapuc, Twitter (@mostrapuc) e Facebook (/mostrapuc).
    Sobre a PUC-Rio
    A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos que prima pela produção e transmissão do saber, baseando-se no respeito aos valores humanos e na ética cristã, visando acima de tudo o benefício da sociedade. Eleita a melhor Universidade privada do país, segundo avaliação do MEC/Inep, a PUC-Rio reúne atualmente 20 mil alunos em 24 cursos de graduação, programas de pós-graduação (lato e strictu sensu) e atividades de pesquisa e extensão.  O campus, construído em uma área de 104 mil metros quadrados, permite a integração entre cursos e possibilita o desenvolvimento de projetos multidisciplinares. A PUC-Rio busca a excelência na pesquisa, no ensino e na extensão para a formação de profissionais competentes, habilitados ao pleno desempenho de suas funções.
     
  • 4 jul

    Projetos de infraestrutura pioneiros alimentam as ‘Cidades do Futuro’ 

    KPMG divulga relatório sobre 100 projetos de infraestrutura global inovadores que tornam as cidades habitáveis e sustentáveis; Brasil comparece com 10 iniciativas em destaque
              O desenvolvimento da infraestrutura urbana sustentável é um dos maiores desafios do século 21. Com mais da metade da população global já espremida nas cidades, que, em conjunto, representam menos de 2% da cobertura do planeta1, a pressão que atualmente é colocada na infraestrutura urbana não tem precedentes. Essa demanda mundial por infraestrutura deve exigir o investimento de dezenas de trilhões de dólares nas próximas quatro décadas para criar e manter áreas urbanas sustentáveis e altamente habitáveis, que mantenham em equilíbrio as necessidades da população, economia e meio ambiente.   
             Para ilustrar as iniciativas de sucesso nesse segmento, a prática de Global Infrastructure da KPMG está lançando a segunda edição de sua publicação Infrastructure 100: World Cities Edition – um relatório de alto nível apresentando 100 dos projetos de infraestrutura urbana mais inovadores e inspiradores de todo o mundo. Lançado na “Cúpula das Cidades do Mundo“ em Cingapura, que acontece neste dia 3 de julho, a edição oferece insights sobre os projetos de infraestrutura que fazem das grandes cidades – com foco específico nas inovações que as tornam ‘Cidades do Futuro’ – locais onde as pessoas desejam morar e fazer negócios. 
    ”A infraestrutura urbana existente precisa urgentemente ser revitalizada, e as demandas por novas infraestruturas aumentaram vertiginosamente para atender as necessidades básicas das populações em crescimento. As cidades do mundo já são residências de mais da metade da população mundial, e esse número deverá pular para mais de 3 bilhões até 2050″, afirmou Nick Chism, líder mundial do Global Infrastructure da KPMG.  “O relatório World Cities Edition analisa especificamente os desafios enfrentados pelas cidades em todo o mundo e apresenta 100 projetos inovadores que vão inspirar os leitores a conceber, financiar e desenvolver projetos de infraestrutura que fazem uma diferença positiva nas cidades em que vivemos”.
    O Brasil surge na publicação com 10 das 100 iniciativas selecionadas (número que representa metade dos 20 projetos citados da América Latina). Uma delas, o projeto de consumo eficiente de energia Cidade Inteligente Búzios (RJ), foi listado entre os 10 mais relevantes pela publicação. Além da iniciativa implantada naquela cidade fluminense, estão entre os projetos brasileiros: a modernização do Hospital do Subúrbio por meio de PPP, na Bahia; o Projeto Integrado de Gestão de Água e Saúde, na Bahia; o Centro de Operações Rio da IBM, no Rio de Janeiro; o corredor de transporte coletivo Transolímpica  por meio de concessão, no Rio de Janeiro; o Porto Maravilha, que promove a revitalização da região portuária carioca  por meio de PPP; o Parque Olímpico do Rio  por meio de PPP, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro; a primeira PPP do país para a construção e operação de Escolas em Belo Horizonte; a  PPP da Linha 4 do Metrô de São Paulo; e o Embraport, maior terminal privado multiuso do Brasil, no porto de Santos, em São Paulo.
    “Nosso país tem grandes necessidades e desafios infraestruturais a serem atendidos. Até por este motivo, todas as formas de mobilização para diminuir nossos problemas vêm sendo empregadas, inclusive a o uso intensivo da criatividade, da inovação e de novas tecnologias. Além disso, receberemos nos próximos anos os dois maiores eventos esportivos do globo, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o que exige esforços concentrados na viabilização das estruturas necessárias a apoiar suas atividades,” explica Maurício Endo, líder da área de  Governo e Infraestrutura da KPMG para a América Latina.
    Desde o gerenciamento do crescimento explosivo da população urbana, até a renovação de uma infraestrutura que está envelhecendo, ou o gerenciamento eficaz de uma população e base de contribuintes em declínio, cada região possui grandes desafios infraestruturais que devem ser enfrentados para assegurar a saúde econômica da região.
     “As cidades estão desempenhando um papel cada vez mais importante na economia de seus países. No entanto, as condições econômicas globais atuais e as medidas de austeridade adotadas recentemente resultaram em uma necessidade de identificar soluções de infraestrutura inovadoras para realizar os investimentos necessários”, afirma James Stewart, Chairman do Global Infrastructure da KPMG. “Os projetos de infraestrutura estratégicos das cidades estão oferecendo renovação econômica ao conectar comunidades e aumentar a oferta de empregos, enquanto promovem impactos e crescimento de longo prazo tangíveis“.
    Infrastructure 100: World Cities Edition
     Os projetos apresentados no relatório Infrastructure 100 são compostos por aproximadamente 20 iniciativas selecionadas por especialistas setoriais de cinco regiões do mundo: Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio e África.  Os projetos foram então classificados em 10 categorias, incluindo: mobilidade urbana; conectividade global; regeneração urbana; educação; saúde; água; cidades novas e ampliadas; reciclagem e gerenciamento de resíduos; infraestrutura de energia urbana; e infraestrutura de comunicações.
    Cinco painéis de juízes regionais avaliaram centenas de projetos submetidos com base nos seguintes critérios: viabilidade, impacto social, complexidade técnica e/ou financeira, inovação e impacto na sociedade. Dos 100 projetos identificados pelos painéis de juízes regionais, 10 foram selecionados por um painel de juízes global como sendo os mais notáveis em cada categoria de projeto.  Os projetos de destaque de 2012 incluem:

    1.            Mobilidade urbana: Acesso pelo lado leste (East Side), Cidade de Nova York, Estados Unidos da América

    2.            Conectividade global: Corredor industrial Delhi-Mumbai, Delhi para Mumbai, Índia

    3.            Recuperação urbana: Desenvolvimento regional de Oresund, Dinamarca e Suécia

    4.            Educação: Universidade Princess Nora Bint AbdulRahman para Mulheres, Riad, Arábia Saudita

    5.            Saúde: Royal London Hospital, Londres, Reino Unido

    6.            Água: Planta de Dessalinização Tuas II, Tuas, Cingapura

    7.            Cidades novas e ampliadas: Cidade Ecológica de Tianjin, Tianjin, China

    8.            Reciclagem e gerenciamento de resíduos: Sistema de Esgoto em Túneis Profundos, de Kranji para Changi, Cingapura

    9.            Infraestrutura de energia urbana: Cidade Inteligente, Búzios, Brasil

    10.          Infraestrutura de comunicações: Projeto de Cabo dos BRICS, África do Sul e Ilhas Maurício

    Veja on-line a lista completa dos 100 projetos: http://www.kpmg.com/infrastructure 

    Sobre a Prática de Global Infrastructure da KPMG

                Os profissionais da prática deGlobal Infrastructure da KPMG estão presentes em 146 países (Brasil incluso) assessorando governos, incorporadoras e investidores durante todo o ciclo de vida dos projetos de infraestrutura – desde a estratégia, passando pela contratação, financiamento e entrega, até a reversão.  Ao combinar insights globais valiosos e experiência local prática, os profissionais de infraestrutura da KPMG trabalham para fornecer sistematicamente assessoria integrada e resultados efetivos para ajudar os clientes a ser bem-sucedidos. Para mais informações, visite http://www.kpmg.com/infrastructure (informações em inglês).

    Sobre a KPMG

                A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory presente em 152 países, com 145.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.

                No Brasil, a empresa tem aproximadamente 4 mil profissionais distribuídos em 21 cidades de 12 Estados e Distrito Federal.

    Site: kpmg.com/BR

    Atendimento à imprensa

    Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação (RV&A)

     
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