Atualizações de dezembro 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 28 dez

    Mineirão é exemplo de sustentabilidade 

    As obras de modernização do Mineirão cumprem o cronograma técnico de reconstrução e cada vez mais amplia a agenda pioneira no país de sustentabilidade não somente ambiental, mas também social e cultural. A responsabilidade com o meio ambiente cada vez mais está se tornando parte da rotina, o que instiga o desafio de buscar práticas eficientes e duradouras para o desenvolvimento sustentável. Nesse sentido a reforma do Mineirão é um exemplo porque desde o início o projeto de modernização previu ações de inclusão social e a preservação da fachada do estádio – um bem cultural para Minas.
    “Os ingleses estão dando um show de sustentabilidade para as Olimpíadas de Londres, mas em 2002 optaram por demolir o estádio de Wembley, um dos templos sagrados do futebol, em vez de reformá-lo. E isso mostra que não é fácil conjugar o antigo e o moderno”, lembra Sergio Barroso, secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo.
    A responsabilidade cultural norteia esse desafio de modernizar um patrimônio com 46 anos de história. Além de ter a fachada tombada, o Mineirão está situado numa região prestigiada pelo verde e seus exemplares arquitetônicos modernistas. Esse diálogo entre estádio e entorno reforça ainda mais esse comprometimento.
    Atualmente 1.500 operários trabalham na obra. Entre eles há desde detentos a analfabetos de 50 anos de idade em processo de alfabetização, passando pelo time feminino de operárias. Todos são devidamente capacitados. Um dos melhores exemplos dessa inclusão é o curso de alfabetização oferecido aos empregados dentro do estádio. Muitos não sabiam escrever seus nomes. Hoje, comemoram abertura de contas em banco e parcelamento de compras no comércio, por exemplo. João Pereira da Costa trabalha como carpinteiro na obra, tem 50 anos, e exerce o ofício desde 1987. Frequentou uma escola pública durante apenas uma semana na vida, quando tinha 7 anos. Não sabe ler e escreve apenas o próprio nome, mecanismo que aprendeu aos 21. “Para mim, esse curso está sendo muito importante. Minhas filhas estão me elogiando muito. Os dias da semana eu já identifico, sei de cor”, revela. Os detentos também têm motivo para comemorar. Um deles foi eleito o operário do mês de outubro.
    Para o secretário da Secopa, Sergio Barroso, a reforma de um estádio é uma obra social. “Dar ao operário uma possibilidade de se educar ou ao detento a chance de ter uma vida digna é uma contribuição que não tem preço. Além do fator humano, existe o compromisso ambiental, que vem sendo cumprido à risca não apenas para a obtenção de certificação, mas principalmente porque é uma forma de reservar um bom futuro aos que virão”, defende Barroso.
    Mineirão verde. Uma das ações de sustentabilidade ambiental adotadas da reforma do Mineirão é o sistema para lavagem dos pneus dos veículos, essencial para redução da sujeira nas vias públicas e diminuição da poeira. A água usada para lavagem das rodas é reutilizada. Ao ser captada por calhas e destinada para um sistema de tratamento, a água é tratada e bombeada para uma caixa d’água, e assim volta a abastecer o sistema de lavagem. Uma prática simples que gera limpeza e economia de aproximadamente 80 mil litros de água por dia e de cerca de R$500 mil até o final da obra. A obra também reaproveita cerca de 90% dos resíduos (concreto, terra e metal).
    Quando a reforma terminar, em 21 de dezembro de 2012, o novo Mineirão terá sistema para reaproveitamento da água de chuva em um reservatório de aproximadamente 6.000.000 de litros, quantidade suficiente para descarga de sanitários, irrigação do gramado e jardins e limpeza das áreas externas em caso de estiagem de três meses.
    A energia terá ainda fonte limpa. Células fotovoltaicas vão captar energia solar para geração de energia elétrica, com potência de 1,6 megawatt, o suficiente para atender a 1100 residências de médio porte. “São medidas ambientais que podem tornar o estádio em referência nacional em sustentabilidade. Além de já obedecer critérios rigorosos de economia e reaproveitamento de recursos, a obra vai deixar um legado de expertise na redução de impactos ambientais”, diz Vinícius Lott, gerente do Projeto Copa Sustentável da Secopa.
    O Mineirão tem contratado o serviço de consultoria Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), habilitado a acompanhar obras que priorizam práticas sustentáveis junto ao conselho do Green Building Council Institute (GBCI), organização com sede nos Estados Unidos que confere a certificação.
    O estádio pretende conquistar o certificado “Nova Construção e Renovação Principal” (New Construction and Major Renovation), conferido a projetos de reconstrução. A avaliação da obra está baseada em critérios como localização sustentável, eficiência no uso da água, energia e atmosfera, materiais e recursos e, por último, qualidade do ambiente interno.
    Desde o início das obras no Mineirão, em 2010, existe o controle dos processos e registro rigoroso dos documentos exigidos para a certificação, tendo o acompanhamento das práticas no local por um profissional habilitado com o credenciamento “LEED AP”, requisito obrigatório para a certificação.
    “A Minas Arena tem muito orgulho e também consciência da responsabilidade de estar a frente desse empreendimento, que alia o antigo ao moderno de maneira sustentável. Estamos inaugurando um novo modelo de gestão no mercado brasileiro”, conclui Ricardo Barra, diretor-presidente da Minas Arena, concessionária do Mineirão.
    Sugestão de legenda: Obra na parte externa com destaque para a laje da esplanada mostra integração do estádio ao complexo arquitetônico da Lagoa da Pampulha
    Crédito: Sylvio Coutinho/Divulgação

    Assessoria de Comunicação
    Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa)
    (31) 3916-0477
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  • 26 dez

    Usinas do grupo Bunge obtêm certificação Bonsucro® 

    Selo de reconhecimento mundial abre as portas para a exportação de açúcar e etanol certificados à União Européia

    São Paulo, 26 de dezembro de 2011. Duas usinas do Grupo Bunge acabam de ser certificadas segundo os padrões de produção Bonsucro, uma organização internacional com sede em Londres, que estabelece princípios e critérios socioambientais para aplicação nas regiões de cultivo da cana em todo o mundo. Essa conquista abre a oportunidade de exportação, a partir de 2012, principalmente para o mercado europeu, onde são aceitos apenas biocombustíveis certificados. As usinas certificadas poderão oferecer ao mercado, juntas, anualmente, mais de 200 milhões de litros de etanol e 65 mil toneladas de açúcar. A certificação é aplicável à produção obtida diretamente dos canaviais conduzidos pelas próprias usinas da Bunge, pois a produção por parte de fornecedores não foi o foco da auditoria nesse primeiro momento.

    “Os padrões da Bonsucro envolvem a cana e todos os seus derivados. Unidos ao seleto grupo líder de usinas no mundo que estão em conformidade com as melhores práticas de sustentabilidade, de acordo com o regime de certificação, somos encorajados a continuar investindo em todas as nossas operações para entregar ao mercado global produtos com cada vez mais qualidade”, afirma Ricardo Santos, vice-presidente de Açúcar e Bioenergia da Bunge Brasil.

    Para fazer parte do ainda restrito grupo de empresas certificadas, as usinas passaram por rigorosas avaliações realizadas com o acompanhamento de 69 indicadores. Os critérios Bonsucro exigem que as empresas-membro certificadas estejam de acordo com os seguintes princípios: cumprimento da lei do local onde a empresa/usina está instalada; respeito aos direitos humanos e trabalhistas; gestão sobre insumos, produção e processamento de modo a aumentar a sustentabilidade; gestão ativa da biodiversidade e serviços do ecossistema; melhoria contínua das áreas-chave do negócio.

    Neste contexto a Bunge, empresa controladora das usinas, foi submetida à avaliação corporativa e consulta pública para que a associação à Bonsucro fosse efetivamente aprovada. “A certificação não apenas permite acesso a mercados restritos, mas também valida a atual gestão das usinas certificadas”, destaca Adalgiso Telles, diretor de Assuntos Corporativos da Bunge Brasil.

    Adicionalmente, para a certificação, há exigência do cumprimento de requisitos técnicos e administrativos também pelos fornecedores primários das usinas. Isso garante o rastreamento de toda a cadeia relacionada à produção sustentável de cana-de-açúcar e seus derivados, incluindo o plantio da cana, seu transporte até a usina e toda a operação utilizada para o processamento da planta.

    No Brasil, a Braskem é a principal compradora de etanol certificado, utilizado para a produção do ETBE, o aditivo aplicado à gasolina nos países da Europa e no Japão. Atualmente, cerca de 80% do ETBE produzido por eles é exportado para os países da comunidade europeia. Além da Braskem, outros clientes da Bunge, como a Coca-Cola e a Kraft Foods, também exportam seus produtos para países que já valorizam a utilização de açúcar certificado.

    Bunge tem gestão e práticas premiadas

    Nos locais em que atua ou onde passa a atuar, a Bunge defende que não basta apenas adquirir e administrar um novo negócio; é vital buscar sempre as melhores práticas, implementando e disseminando métodos de gestão que conduzam ao desenvolvimento sustentável.

    O trabalho que a Bunge vem desenvolvendo no setor de Açúcar e Bioenergia é um exemplo da gestão alinhada à sustentabilidade, com bons resultados. Desde que começou a atuar nesse segmento, a companhia vem realizando um amplo e profundo processo de estudos e mudanças, adequando às práticas socioambientais e políticas de relacionamento com os públicos da usina, ao padrão global da Bunge. Isso inclui workshops com especialistas da academia, ONGs, mercado e consultores de órgãos públicos. Recentemente, esse trabalho da Bunge foi reconhecido como modelo pelo Guia Exame de Sustentabilidade, classificando a empresa como uma das 20 companhias mais alinhadas à sustentabilidade no Brasil.

    Sobre a Bunge: Presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a produção e a comercialização de fertilizantes, compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas), a produção de açúcar e bioenergia e serviços portuários. Hoje, conta com mais de 20 mil colaboradores, atuando em distribuídos em aproximadamente cerca de 150 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Serrana, Manah, Salada, Soya, Cyclus, Delícia, Primor e Bunge Pró estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.

    Informações e imagens para a imprensa:In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação

    Atendimento:Bruno Ribeirobruno.ribeiro@inpresspni.com.br(11) 3323 1531

    Cíntia Beduticintia.beduti@inpresspni.com.br(11) 3323 1519

    Coordenação:Fátima Santosfátima.santos@inpresspni.com.br(11) 3323 1627

     
  • 26 dez

    GOL inova na divulgação de Sustentabilidade 

    A GOL lançou seu Relatório Anual de Sustentabilidade 2010 com base na diretriz internacional GRI (Global Reporting Initiative), nível B+. A empresa é a primeira companhia aérea brasileira a divulgar o documento dentro dessas premissas. A GOL contou com a assessoria da BRIC Comunicação Corporativa Integrada e foi auditada pela Auditoria Deloitte Touche Tohmatsu. No relatório, é possível encontrar todas as iniciativas da companhia referentes ao seu desempenho econômico, proteção ambiental, relações sociais, entre outros assuntos. O arquivo está disponível para acesso no site de Relações com Investidores da GOL, em http://www.mzweb.com.br/gol2009/web/arquivos/GOL_RA10_20111213_PT.pdf

     
  • 20 dez

    A ABRAPS lança seu balanço anual de atividade de 2011 

    A ABRAPS é a Associação Brasileira dos profissionais de sustentabilidade. Já está em seu blog o balanço das atividades do ano de 2011. O balanço apresenta os principais eventos nos quais a Associação esteve presente. Entre eles EIMA 8 – Encontro Ibero-Americano sobre Desenvolvimento Sustentável, O Seminário de Responsabilidade Social em Belo Horizonte, no HSM Expomanagement 2011, IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental. A ABRAPS também promoveu evento com o intuito de integrar os profissionais de sustentabilidade e discutir temas pertinentes.

    A Associação também conseguiu formar alianças e parcerias estratégicas como o Fórum Green Tech, a Plataforma Sinergia e a Ideia Sustentável. Sem deixarmos de mencionar que o registro que formaliza as atividades da ABRAPS foi completamente regularizado neste mês de dezembro.

    Quem quiser saber um pouco mais acesse o blog da ABRAPS. Lá o balanço está na integra, além de conter outras informações relevantes aos profissionais de sustentabilidade.
     
  • 19 dez

    Especialistas da Coppe fazem balanço da COP-17 

    O Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) promove reunião na Coppe/UFRJ, na próxima segunda-feira, dia 19, às 14h, para avaliar os resultados e desdobramentos da 17ª Conferência das Partes da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima (COP-17), realizada em Durban, na África do Sul. O evento contará com a participação de membros do Fórum, de especialistas, do diretor da Coppe e secretário executivo do FBMC, Luiz Pinguelli Rosa, e de um representante do Itamaraty. O objetivo é fazer um balanço da participação do Brasil na COP-17 e dos principais pontos discutidos ao longo dos 13 dias da conferência.

    A reunião será promovida em parceria com o Grupo de Trabalho Mudança Climática, Pobreza e Desigualdades do FBMC e o Coep – Rede Nacional de Mobilização Social. O evento será realizado, das 14h às 17h, no auditório do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais – IVIG/Coppe, no prédio anexo ao Centro de Tecnologia da UFRJ, na Avenida Pedro Calmon, s/nº, Cidade Universitária – Ilha do Fundão.

    Durante o encontro serão apresentadas iniciativas de algumas entidades e instituições integrantes do FBMC para a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), que será realizada em junho de 2012. Serão abordados, também, os resultados da pesquisa “Mudanças Climáticas, Desigualdades Sociais e Populações Vulneráveis no Brasil: Construindo Capacidades”, desenvolvida pelo Grupo de Trabalho de Mudança Climática, Pobreza e Desigualdades, coordenado pelo Coep. O trabalho estudou o impacto das mudanças climáticas junto às comunidades pobres – consideradas as mais vulneráveis aos efeitos do aquecimento global.

    Lançamento de livros

    No evento também serão lançados dois livros relacionados a dois subgrupos dessa pesquisa, editados com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq): “Mudanças Climáticas, Vulnerabilidades e Adaptação”, de Renato Maluf e Teresa da Silva Rosa, e “Mudanças Climáticas, Pobreza e Desigualdade”, de Anna Peliano.

    O primeiro livro, “Mudanças Climáticas, Vulnerabilidades e Adaptação”, traz os resultados do subprojeto “Populações Vulneráveis”, coordenado pelos professores Renato Maluf, do Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional (Ceresan), e Teresa da Silva Rosa, do Centro Universitário Vila Velha. O trabalho teve como foco os impactos regionais e as vulnerabilidades de populações de baixa renda em três biomas (Amazônia, Caatinga e Cerrado) e duas regiões metropolitanas (ambas em área de Mata Atlântica), que enfrentaram episódios relevantes de eventos climáticos, constituindo cinco estudos de caso.
    O outro livro, “Mudanças Climáticas, Pobreza e Desigualdade”, reúne os resultados do subprojeto “Empresas”, coordenado pela socióloga Anna Peliano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que investigou se as empresas têm contemplado em seus investimentos sociais o impacto das mudanças climáticas sobre as populações vulneráveis. Esse estudo revelou que elas estão bem desenvolvidas em relação às ações de mitigação, mas, no que se refere à comunidade, poucas ações foram concebidas associando mudanças climáticas e pobreza, revelando a necessidade de que o tema adaptação se torne objeto de capacitações que possibilitem às empresas desenvolver projetos que contemplem os aspectos sociais e amb ientais das mudanças climáticas.

    Os dois livros integram a Coleção Cidadania em Rede e estão disponíveis para download no endereço: (http://www.coepbrasil.org.br/portal/publico/apresentarCadernos.aspx).
    A 17ª rodada da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima em Durban, na África do Sul, terminou no dia 11 e dividiu a opinião dos especialistas. Pelo lado diplomático, comemora-se o comprometimento para a elaboração de um plano de metas vinculantes a partir de 2020; a prorrogação do Protocolo de Kioto, estendido até o ano de 2017; e a criação de um fundo verde de US$ 100 milhões. Pelo lado ambiental, especialistas argumentam que não houve, de fato, um avanço nas medidas em combate ao aquecimento global e que o início das ações foi postergado para a próxima década.

     
  • 15 dez

    Pós Graduação em Construções Sustentáveis da FAAP está com as inscrições abertas! 

    As vagas para a segunda turma do curso de Pós Graduação em Construções Sustentáveis da FAAP já estão abertas e as aulas terão início em fevereiro de 2012.

    O curso é voltado para os profissionais que desejam integrar de forma sistêmica aspectos da sustentabilidade na construção. A partir de uma visão abrangente sobre sustentabilidade o curso tem a intenção de preparar os profissionais de acordo com um novo ambiente em transformação que procuram ampliar conhecimentos e práticas nas novas tecnologias sustentáveis, certificações, licenciamentos ambientais. A partir de uma abordagem vernacular e das vertentes das grandes obras, os alunos terão aulas em laboratórios, visitas técnicas a empreendimentos sustentáveis e a ampla troca de experiências com profissionais altamente especializados do setor da construção civil.

    O curso fornecerá ampla base de conhecimentos para os processos e a Gestão para Sustentabilidade das construções, pois o momento do mercado e suas exigências para os profissionais que atuam na construção civil é de um especialista pleno e não somente gestores com abordagens superficiais ou mesmos generalistas de adaptações de enfoques estratégicos comuns e adaptados de modo forçado às construções.

    O profissional que fizer este curso terá acesso as melhores referências e melhores práticas de gestão da sustentabilidade no setor construtivo e o panorama de como a sustentabilidade das construções se consolidou nos diversos países como condição mínima de padrão construtivo. Por isso, otimize seu tempo e investimentos e venha se especializar em Construções sustentáveis da Faap.

    Informações: pos.secretaria@faap.br, ou mesmo, pelo telefone 3662-7449

    Acesse o folder explicativo do curso: http://migre.me/7adUz

    Confira o video entrevista com a Dra. Sasquia Hizuru Obata, Coordenadora do Curso de Pós Graduação em Construções Sustentáveis da FAAP: http://migre.me/7ae2o
     
  • 15 dez

    Prefeitura apoia APAS na campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco em São Paulo 

    A adesão das três grandes redes – Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart – fará com que 1,7 bilhão de sacolas descartáveis deixem de ser distribuídas a partir de 25 de janeiro de 2012

    São Paulo, 15 de dezembro de 2011 – Com o apoio da Prefeitura de São Paulo à campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, formalizado nesta quinta-feira, 15/12, a Associação Paulista dos Supermercados (APAS) contabiliza o sucesso das ações de sustentabilidade em 2011. O evento realizado em São Paulo reuniu o presidente da APAS, João Galassi, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Bruno Covas, o secretário do Verde e Meio Ambiente da capital paulista, Eduardo Jorge, o prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad, o coordenador-geral da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo, Oded Grajew, prefeitos de vários municípios que já aderiram à campanha, diretores da APAS e presidentes das principais redes supermercadistas do País: Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart.

    A partir do dia 25 de janeiro de 2012 os consumidores não encontrarão mais as sacolas descartáveis nos supermercados. A data foi firmada por meio de um Termo de Cooperação assinado com o Governo do Estado de São Paulo em maio de 2011. Até agora, mais de cem municípios do Estado de São Paulo já aderiram à Campanha.

    Somente as três grandes redes supermercadistas deixarão de distribuir 1,7 bilhão de sacolas descartáveis em suas 600 lojas no Estado de São Paulo. Como alternativa, os supermercados irão oferecer, a preço de custo, sacolas biodegradáveis compostáveis, feitas de amido de milho, e sacolas reutilizáveis, além de incentivar outras formas de transporte.

    “O setor supermercadista levantou a bandeira da conscientização e reflete uma demanda da sociedade, cada vez mais atenta às questões ambientais”, afirma Galassi. Os supermercados respondem pelo abastecimento de 85% da população brasileira e constituem um palco privilegiado para fomentar o debate em torno do consumo consciente e da preservação ambiental. Só no Estado de São Paulo, 37 milhões de consumidores abastecem seus lares nos supermercados.

    Resultados da Campanha – A cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, foi a primeira a implantar a campanha de conscientização Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, em 31 de agosto de 2010. A ação conjunta da APAS e Prefeitura, com o apoio do Procon, Sindivarejista e CDL, estimulou os consumidores a deixar de lado as sacolas descartáveis e priorizar as sacolas reutilizáveis e outros meios para transportar as compras.

    Resultados da pesquisa realizada em Jundiaí após um ano do projeto-piloto:
    77% dos habitantes aprovam a medida
    73% não desejam a volta do modelo antigo
    83% querem a mesma ação em outros segmentos do comércio
    93% desejam que a campanha seja estendida a todo o Estado de São Paulo
    83% foi a redução do consumo de sacolas descartáveis

    Principais alternativas adotadas pela população para transportar suas compras*:
    89% sacolas reutilizáveis
    45% caixas de papelão
    30% sacolas biodegradáveis compostáveis
    16% carrinho de feira
    13% caixa de plástico
    Fonte: Ibope Inteligência/APAS
    * Questão de múltipla escolha

    Guia da Loja Verde – Em complemento à campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, a APAS lançou em novembro o Guia da Loja Verde. A publicação oferece aos supermercadistas exemplos de práticas sustentáveis nas lojas, contribuindo para o aproveitamento de recursos, coleta seletiva de lixo, escolha de materiais mais ecológicos redução de custos com água e energia elétrica, retorno financeiro, valorização da marca, criação de novos relacionamentos comerciais, conscientização e preservação ambiental. O Guia está disponível no portal APAS para download gratuito.

    Sobre a APAS – A Associação Paulista de Supermercados representa o setor supermercadista no Estado de São Paulo e busca integrar toda a cadeia de abastecimento. A entidade conta com 1.200 associados, que somam 2.600 lojas.

    Visite o site http://www.portalapas.org.br
    Blog: http://www.vamostiraroplanetadosufoco.org.br
    Siga no Twitter http://www.twitter.com/infoapas

    Assessoria de Imprensa APAS
    Approach – 11 3846–5787
    Neide Martingo – neide.martingo@approach.com.br – ramal 24
    Cintia Beck – cintia.beck@approach.com.br – ramal 22 ou 11 7893-3422

     
  • 14 dez

    Conferência sobre Clima da ONU termina com promissor acordo em direção à segurança alimentar e agricultura sustentável e mais humana 

    O verdadeiro trabalho começa

    DURBAN, África do Sul (12 Dez 2011)—O Protocolo de Quioto sobreviveu à conferência de mudanças climáticas da Organização das Nações Unidas (COP 17/CMP 7), em Durban, que terminou também abrindo portas para significativos avanços em direção a um melhor cenário de segurança alimentar e sistemas agrícolas com mais equidade, bem-estar animal e sustentabilidade.

    A Humane Society International (HSI) trabalhou em conjunto com seus parceiros da Ecosystems Climate Alliance (ECA) chamando atenção para as causas referentes ao desmatamento e à degradação de florestas. A agricultura animal é uma das principais causas de desmatamento; na Amazônia, mais de 70% da área desmatada é usada para pastos ou para produção de ração para animais de consumo. A conferência terminou com uma decisão que pede aos governos e outros interessados que submetam sugestões de como lidar com as causas de desmatamento. O objetivo é incorporá-las ao mecanismo de Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação (REDD+).

     
  • 10 dez

    Inscrições de ONGs prorrogadas para o Programa Itaú Ecomudança 

    Nesta edição serão investidos R$ 437 mil em projetos ligados aos temas Eficiência Energética, Energias Renováveis, Florestas e Manejo de Resíduos

    O prazo de inscrições para o Programa Itaú Ecomudança foi prorrogado até 15 de dezembro. Esta é a chance de você ajudar aquela ONG que você tanto admira e dar visibilidade a projetos importantes na área de Eficiência Energética, Energias Renováveis, Florestas e Manejo de Resíduos. Se você dirige, trabalha ou conhece alguma ONG deste segmento, inscreva gratuitamente o seu projeto neste site: http://bit.ly/vVmByV

    A análise dos projetos inscritos será realizada em quatro etapas e a seleção final é realizada por um Conselho formado por especialistas do mercado e da área de sustentabilidade, dirigentes de renomadas instituições e do Itaú Unibanco.

    O Programa Itaú Ecomudança fomenta projetos de organizações sem fins lucrativos com foco na redução de emissões de gases de efeito estufa. Desde 2007, o Itaú oferece a seus clientes a possibilidade de aplicar seus recursos financeiros nos Fundos Itaú Ecomudança(fundos DI e RF), que revertem 30% da sua taxa de administração a projetos de redução de emissões de CO2.

    Em 2011/2012, o investimento para projetos selecionados por meio do edital envolverá o total de até R$ 437 mil nos temas de Eficiência Energética, Energias Renováveis, Florestas e Manejo de Resíduos.

    Desde 2007 já foram investidos mais de R$ 1,7 milhões em 10 projetos e uma parceira institucional.

    No site você pode ver a descrição detalhada dos temas.

    A edição passada (2010/2011) do Programa Ecomudança selecionou cinco projetos:

    Projeto Saúde & Alegria (PA) em ação para recuperação de sistema de energia solar; Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (PE), que destinou os recursos para instalação de 80 fogões à lenha eco-eficientes; Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (AM) e Iniciativa Verde (SP), para implantação de sistemas agroflorestais e Conselho Indígena Cinta Larga (RO), para construção de um viveiro de mudas.

     
  • 9 dez

    Fabio Feldmann lança seu primeiro livro solo Sustentabilidade Planetária, onde eu entro nisso? 

    Editora Terra Virgem convida para lançamento
    de livro e palestra de Fabio Feldmann

    No próximo dia 13 de dezembro o ambientalista e consultor Fabio Feldmann lança seu primeiro livro solo Sustentabilidade planetária, onde eu entro nisso? que trata dos grandes desafios do século XXI na perspectiva da sustentabilidade.
    Na oportunidade o autor abrirá com palestra sobre o tema e a entrada é gratuita. Após o evento o autor autografa o livro editado pela Terra Virgem Editora.
    O livro é apresentado pelo Ministério da Cultura com patrocínio do Banco Safra, Razzo e Bioenergias e apoio da Indústria Gráfica Brasileira, Vivi Kanô – Branding Olfativo, IFF e Arcade Marketing Latin America.
    Palestra e lançamento do livro – Sustentabilidade planetária, onde eu entro nisso?
    Data: 13 de dezembro (terça feira)
    Livraria da Vila Lorena
    Alameda Lorena, 1731 – Jd. Paulista Telefone: (11) 3062-1063
    19h00 – Palestra com Fabio Feldmann
    19h30 – Lançamento
    Informações para a imprensa
    A4 Comunicação (11) 3897-4122
    Neila Carvalho – neilacarvalho@a4com.com.br
    Niobe Cunha – niobecunha@a4com.com.br
    Karina Betencourt – karinabetencourt@a4com.com.br

     
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