Atualizações de novembro 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 30 nov

    Rede Amigos da Amazônia lança livro sobre consumo responsável da madeira a partir de ações do poder público 

    Publicação assinada por pesquisadores dos centros de estudo em sustentabilidade e administração pública e governo da FGV-EAESP aponta os desafios e possíveis alternativas para o consumo sustentável de madeira amazônica

    São Paulo, 28 de novembro de 2011 – No dia 29 de novembro, a Rede Amigos da Amazônia, uma iniciativa do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (GVceapg) com apoio do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), lança a publicação “Poder Público e Consumo de Madeira: desafios e alternativas para a gestão responsável da madeira amazônica”. O livro, que aponta experiências e caminhos para o consumo sustentável da madeira de origem amazônica, destaca o importante papel do poder público como regulador e comprador responsável de madeira nativa da Amazônia.

    O evento de lançamento, gratuito e aberto ao público, acontece das 8h às 12h30, no Salão Nobre da Fundação Getulio Vargas (Rua Itapeva, 432, 4º andar) e será marcado por uma palestra magna ministrada por Samyra Crespo, da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente. O lançamento terá também palestras e debates com especialistas da área governamental para discutir alternativas para uma gestão pública mais responsável.

    Entre os convidados estão Peter Spink, professor do Departamento de Gestão Pública da FGV-EAESP, que discutirá as perspectivas da inovação na gestão pública, além do vereador Beto Moesch, ex-secretário do Meio Ambiente de Porto Alegre (RS), Mauro Haddad, gerente do Programa Verde-Azul da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Thais Horta, coordenadora da Agenda Ambiental na Administração Pública do Município de São Paulo (A3P) e Jussara de Lima Carvalho, secretária de Meio Ambiente de Sorocaba (SP).

    A publicação, assinada por pesquisadores dos dois centros de estudos da FGV-EAESP, traz experiências práticas em estudos de caso realizados com governos da cidade de Sorocaba (SP), Porto Alegre (RS), do Município de São Paulo e do Governo do Estado de São Paulo, todos membros da Rede Amigos da Amazônia. Cada caso estudado traz depoimentos de técnicos e gestores públicos, bem como exemplos de modelos de legislação, editais de compras e contratações públicas que envolvem madeira de origem amazônica.

    Os estudos de caso apontam as diferentes abordagens e desafios enfrentados pelos gestores de cada governo para criar parâmetros e procedimentos nos mecanismos de compras, contratação, vistoria e fiscalização na gestão pública da madeira amazônica. “A obra tem o objetivo de municiar gestores públicos com ideias sobre como gerir de forma responsável os processos que envolvem a madeira amazônica, com destaque para as compras e contratações públicas, a fim de contribuir para a conservação da floresta”, destaca Malu Villela, uma das autoras do livro e coordenadora da Rede Amigos da Amazônia.

    Além dos casos apresentados, o livro traz exemplos também de outros governos e movimentos internacionais, além de doze orientações práticas que visam motivar a reflexão sobre as principais questões que permeiam os procedimentos e a regulamentação da madeira nativa pelo setor público e apresentar ferramentas para que outros governos adotem a gestão responsável da madeira amazônica. São eles: adesão a uma rede; criação de um grupo de trabalho; formulação de uma legislação para compras sustentáveis; adoção de ferramentas para aumentar a eficiência das compras responsáveis; integração entre os setores; cadastramento de fornecedores; capacitações de servidores públicos e fornecedores; execução de uma obra piloto; eficiência nos processos de vistoria e fiscalização; criação de incentivos econômicos; elaboração de estratégias de comunicação e realização e participação em campanhas para disseminação e conscientização para o consumo sustentável.

    “Poder Público e Consumo de Madeira” é uma publicação idealizada pela Rede Amigos da Amazônia com financiamento do GVPesquisa e da Comissão Europeia.

    Serviço:
    Lançamento “Poder Público e Consumo de Madeira: desafios e alternativas para a gestão responsável da madeira amazônica”
    Data: 29 de novembro de 2011 (terça-feira), das 8h00 às 12h30.
    Local: Salão Nobre da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP)
    Rua Itapeva, 432, 4º andar (acesso também pela Avenida 9 de Julho, 2029)
    Entrada franca e distribuição gratuita do livro

    Sobre a Rede Amigos da Amazônia
    A missão da Rede Amigos da Amazônia é ser um espaço de cooperação e construção de sinergias entre governos, empresas e sociedade civil, promovendo o aprendizado por meio do intercâmbio de experiências sobre ações e políticas de sustentabilidade na produção e no consumo de produtos florestais amazônicos.

    Sobre a FGV-EAESP
    Criada em 1954, a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) foi a primeira escola de administração fundada na América Latina e mantém uma longa tradição na formação de líderes na área empresarial, governamental e acadêmica. Conhecida como um dos centros acadêmicos de maior prestígio nas áreas de Negócios e Administração Pública, a Escola se caracteriza pelo constante desenvolvimento de pesquisas e estudos pioneiros e pela vanguarda do conhecimento aplicado, divulgados em publicações e projetos realizados em seus diversos Centros de Pesquisas. Nos últimos anos, vários programas de seu portfólio de cursos foram listados em diversos rankings nacionais e internacionais. A FGV-EAESP se destaca como a Melhor Escola de Negócios no Brasil, com nota máxima na avaliação do MEC e como a 1ª instituição da América Latina e uma das poucas no mundo a obter a tríplice acreditação internacional de qualidade de ensino, que inclui o reconhecimento das seguintes agências especializadas: AACSB, EFMD e AMBA.

     
  • 29 nov

    Dilma, só falta você 

    Por Greenpeace,
    Enquanto o novo Código Florestal aguarda votação no Senado, movimentos sociais e ambientais dizem não a projeto de lei ruralista com 1,5 milhão de assinaturas

    Brasília, 29 de novembro de 2011 – Depois de dois anos, a batalha no Congresso em torno da desfiguração do Código Florestal chega a sua reta final. Em vias de ser votado no Senado, sob intensa pressão dos ruralistas, apenas a presidente Dilma pode agora evitar que as florestas brasileiras sejam entregues de bandeja aos interesses ruralistas.

    Hoje, o Comitê Brasil pelas Florestas (do qual o Greenpeace faz parte) levou para o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), 1,5 milhão de assinaturas de brasileiros que discordam do projeto em discussão. Eles querem um texto que promova a preservação ambiental brasileira, e não que permita mais desmatamento e anistie criminosos.

    Uma marcha reuniu representantes do comitê e da sociedade, e foi do Congresso ao Palácio do Planalto. Na Praça dos Três Poderes, onde os manifestantes se concentraram, um balão do Greenpeace pedia “Senado, desliga essa motosserra”.

    Enquanto isso, treze embaixadas brasileiras na Europa e na América recebiam representantes do Greenpeace, que pediam aos embaixadores que cuidassem das florestas brasileiras. Em Durban, onde acontece a 17ª Conferência do Clima, ativistas vestidos de árvore também lembravam o impacto negativo desse texto. Afinal, o Brasil se comprometeu internacionalmente em preservar a Amazônia, pelo bem da biodiversidade, pelo equilíbrio climático do planeta e do nosso próprio futuro.

    Está na hora de cumprir
    O compromisso de redução do desmatamento não é o único que Dilma parece ter esquecido em sua cadeira de presidente. Quando candidata, o código já sofria ataque ruralista na Câmara. Ela disse que discordava “da conivência com o desmatamento e da leniência e flexibilidade com os desmatadores”.

    Pois são exatamente estes os dois principais pontos que estão no projeto de lei a ser votado. Nem por isso a presidente agiu: mostrou-se ausente e omissa durante o trâmite legislativo, deixando que a proposta ruralista seguisse em frente. Mesmo agora o silêncio sobre o tema reina no Palácio do Planalto. Gilberto Carvalho se comprometeu a levar o assunto para Dilma.
    Afinal, nesta altura do campeonato, a ela só resta vetar o texto que chegará em breve a suas mãos, ou lidar com a quebra da promessa feita a seus eleitores.

    “O texto aprovado é muito ruim porque abre brechas para o avanço do desmatamento sobre as florestas. As exigências feitas pelo agronegócio foram todas acordadas e acatadas no relatório”, diz Marcio Astrini, da Campanha Amazônia do Greenpeace. “A presidente Dilma deve se lembrar das promessas que fez a seus eleitores, e não permitir mais desmatamento. Ainda há tempo.”

    O potencial de estrago é imenso: só a esperança de anistia gerada pela discussão no Congresso já causou prejuízos. O acumulado dos dados do Deter para período 2010/2011 mostrou um aumento de 15% nos alertas de desmatamento.

    O país possui área aberta suficiente para duplicar a sua produção de alimentos sem derrubar mais. “O desmatamento zero é possível. Produzir sem desmatar pode ser um grande diferencial competitivo. Dilma precisa investir nesse futuro, e não na reprodução dos erros do passado”, afirma Astrini.

    Fotos podem ser obtidas em:
    http://www.greenpeace.org.br/fotos/codigoflorestal/

    Mais informações:
    Nathália Clark: (61) 9642-7153
    Cristina Amorim: (61) 8124-0012

     
  • 29 nov

    Evento – “Ocupar o Mundo”: A crise do capital e as perspectivas do socialismo 

    Debate sobre a crise do capital e as perspectivas do socialismo

    Em setembro de 2011, um pequeno acampamento de protesto no centro financeiro de Manhattan, nos Estados Unidos, explodiu em um levante mundial despertado por uma insatisfação generalizada em decorrência da alta taxa de desemprego, da precarização dos serviços sociais, e da reação exagerada e violenta da polícia. Desde então, milhares de pessoas se juntaram ao movimento que ocupou as ruas das mais importantes metrópoles do mundo, se alastrando por pequenas e médias cidades em ações locais.

    Ocupações em Nova York, Madri, Londres, Tóquio, Praga, São Paulo, ao lado de alguns dos maiores expoentes do pensamento radical, como Slavoj Zizek, Mike Davis, David Harvey e Tariq Ali, debatem as metas, demandas e estratégias de resistência. Para refletir sobre os movimentos internacionais e locais, em especial o Ocupa Sampa e a mobilização dos estudantes e funcionários da Universidade de São Paulo, a Boitempo Editorial organiza um debate, no dia 1º de dezembro, no mezanino do Teatro Tuca, em São Paulo, que reunirá Francisco de Oliveira, Paul Singer, Mariana Fix, Ruy Braga e Beatriz Abramides em torno do tema “Ocupar o mundo: A crise do capital e as perspectivas do socialismo”.

    Na ocasião, a editora também lançará a Revista Margem Esquerda, que chega à edição 17 com textos de István Mészáros, Michael A. Lebowitz, Fredric Jameson, John Bellamy Foster, Paul M. Sweezy, entre outros; e o livro O enigma do capital, do geógrafo David Harvey, que explica a dinâmica do fluxo de capital no mundo, revela seus desdobramentos e aponta alternativas para superá-lo. “O Partido de Wall Street teve seu tempo e falhou miseravelmente. Como construir uma alternativa a partir de sua ruína é tanto uma oportunidade imperdível quanto uma obrigação que nenhum de nós pode ou deveria jamais procurar evitar”, resume o autor.
    Venha entender melhor as reivindicações por mudanças estruturais em um sistema que beneficia apenas 1% da população mundial!
    Somos os 99% Estamos todos juntos Comuns dentro da diversidade

    Leia textos sobre o movimento no Blog da Boitempo:

    Serviço

    Ocupar o mundo: a crise do capital e as perspectivas do socialismoDebate seguido de lançamento do livro O enigma do capital, de David Harvey, e da Revista Margem Esquerda número 17.

    O evento é gratuito e sem incrições.

    Em função do adiamento da XIII Festa do Livro da USP – 2011 e a fim de atender às expectativas de seus clientes, autores e amigos, a Boitempo Editorial venderá livros com descontos de 45% a 50% durante o debate.

    01/12 quinta-feira 19h30 São Paulo (SP)Mezanino do Teatro Tuca (PUC-SP)

    Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes.
    Mais informações:

    55 11 3875 7285 / 55 11 8777 621
     
  • 28 nov

    Reinaldo Bulgarelli apresenta sua visão sobre sustentabilidade 

    Em mais um vídeo para a campanha “O que é sustentabilidade?”, do Instituto Jatobás, o educador e consultor Reinaldo Bugarelli fala sobre sustentabilidade. Apresentando o conceito sob a ótica dos temas de seu estudo e atuação: diversidade e pessoas.

     
  • 28 nov

    Sustentabilidade 

    MAIS UMA PARA REFLETIR……………. ATALIR

    SUSTENTABILIDADE

    QUANDO PARTIR, NÃO TENHAS SAUDADES DO CORPO INERTE!
    TOME O CAMINHO DA VERDADEIRA VIDA.
    AMEI, AMO E AMAREI ESTE CORPO QUE MOVIMENTA, ALCANÇA,
    VOA EM BUSCA DOS SENTIDOS EM TODAS AS DIREÇÕES!
    NOS TROVÕES, NOS TÚNEIS ESCUROS, NOS CLARÕES,
    EM TODOS OS QUICAÇAS DOS CAMINHOS:
    SEMPRE ROMPENDO, COM ÍMPETO EXITO DE GLORIA E EMOÇÃO!
    NÃO QUEIMEM, POIS SERIA UM DESPERDÍCIO E UMA PROFANAÇÃO.
    RESPEITEM A SUSTENTABILIDADE,
    PROPICIANDO UM REFRIGÉRIO DO PÓ A SUA ESSÊNCIA!
    NÃO AQUEÇA O PLANETA!
    QUANDO PARTIR, NÃO TENHAS SAUDADES DESTE CORPO INERTE!
    “VÁ VIVER A VERDADEIRA VIDA!..”

    Atalir Avila de Souza, Pai de Vivian Blaso Souza Soares César autora do Blog Conversa Sustentável-Belo Horizonte, 27/11/2011 às 16:40 rs.
    Coçando as costas

     
  • 23 nov

    A importância da comunicação para a sustentabilidade no setor da construção civil 

    Integrar os interesses das partes envolvidas através da comunicação e promover a Responsabilidade Social da Construção Civil são as bases do Projeto Irradiar que será um dos temas presentes no ciclo de palestras “Construções Sustentáveis – Práticas e Ações” na FAAP.
    Novembro 2011. No dia 14 de Dezembro acontecerá na FAAP (Fundação Armando Alvarez Penteado) o ciclo de palestras Construções Sustentáveis – Práticas e Ações. Entre os temas tratados estão as oportunidades no mercado atual e as tendências para o setor, as simulações e as novas tecnologias e a Comunicação e Responsabilidade Social na Construção Civil.
    O Projeto Irradiar, uma ferramenta criada pela agência Conversa Sustentável que busca engajar as partes interessadas e estabelecer políticas de comunicação alinhada aos interesses dos diversos públicos, será apresentado por sua idealizadora, a Mestre em Ciências Sociais e Relações Públicas, Vivian Blaso. O projeto tem como missão avaliar as ameaças e oportunidades que poderão colocar em risco a viabilização, a execução e a operação de empreendimentos, levando em consideração os impactos socioambientais recorrentes aos seus processos. A partir de um diagnóstico, os profissionais qualificados mapeiam os fluxos informacionais e implantar canais sistematizados de comunicação com as partes envolvidas. O passo seguinte é conduzir os processos de comunicação com os fornecedores, funcionários, comunidade local, vizinhança, mídia, acionistas, sociedade civil, dentre outros.

    “Todo empreendimento causa impactos em diversas instâncias. Um destes impactos é o social. As comunidades que vivem no entorno acabam sofrendo transformações em seus modos de vida com a implantação de novos empreendimentos. Muitas vezes os impactos são negativos para aquela sociedade. Seja pelos problemas de mobilidade causados pelo volume de pessoas que cresce na região ou pelo aumento da demanda por estruturas que promovam a qualidade de vida das pessoas como lazer, saneamento básico, atendimentos de saúde. O interesse econômico que move o setor da construção civil é diferente dos diversos interesses das pessoas que vivem e vão viver nas regiões construídas. Desta forma, é preciso minimizar ao máximo os impactos nocivos. É necessário alinhar os interesses de ambas as partes para que todos saiam ganhando. Aqui surge o importante papel da comunicação na construção civil. O diálogo com as partes interessadas tem o desafio de minimizar os impactos socioambientais gerados pelos empreendimentos valorizando o relacionamento com a vizinhança, gerenciando conflitos para incentivar a prática de projetos que contribuam com a melhoria da qualidade de vida das comunidades impactadas. Criando-se canais de diálogo as construtoras tomam ciência das reais necessidades locais. Elas passam a ter consciência dos impactos que causam. São responsáveis pelas mudanças que causarão no local. E é através da comunicação que os papeis e as ações vão sendo definidas. Com uma comunicação feita de forma profissional o conhecimento e o diálogo deixam de ser feitos de forma intuitiva. São feitos com eficiência e eficácia. A tendência é que todos ganhem”. Afirma Vivian Blaso.
    A metodologia do Irradiar está sustentado pelos conceitos de Comunicação Integrada que é composta pelo mix Comunicação Institucional, Comunicação Interna e Comunicação Mercadológica. Neste sistema é necessário fazer um mapeamento dos públicos de interesse da organização e seus meios onde circulam a informação. Em seguida, ações que visam estabelecer o diálogo entre as partes interessadas são planejados, executados e avaliados constantemente.

    Os interessados em participar das palestras podem fazer a inscrição pelo telefone (11) 3662 7449. A palestra é gratuita e as vagas são limitadas!

    Local: FAAP São Paulo – Sede – R. Alagoas, 903 – Prédio 3 – Auditório 2 – Higienópolis/SP
    Data: 14 de dezembro de 2011 (quarta-feira)
    Horário: às 19h00

    Entre os profissionais que ministrarão as palestras está a Mestre Erika de Figueiredo, arquiteta pela Universidade Mackenzie e professora da FAAP, a Dra. Sasquia Obata, coordenadora do curso de Construção Sustentável da FAAP, engenheira civil e consultora do setor, e a Mestre em Ciências Sociais, Relações Públicas e professora da FAAP, Vivian Blaso.

     
  • 18 nov

    Convite: Construções Sustentáveis Práticas e Ações 

    Dia 14 de dezembro

    Horário: 19horas

    Inscrições Gratuitas e Vagas limitadas!Telefone: 11 3662 7449

    Local:R. Alagoas, 903 -Prédio 03 – Auditório 2, Higienópolis, São Paulo

    Palestrantes:
    Sasquia Hizuru Obata, Engenheira Civil e Doutora em Arquitetura e Urbanismo ,coordenadora do curso de Pós Graduação em Construções Sustentáveis da FAAP.
    Vivian Blaso, Relações Públicas,Doutoranda e Mestre em Ciências Sociais pela PUC SP, , sócio diretora da Agência de Relações Públicas Conversa Sustentável, e professora convidada do curso de Pós Graduação em Construções Sustentáveis da FAAP.

    Erika de Figueiredo, Arquiteta e Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie e professora do curso de Pós Graduação em Construções Sustentáveis da FAAP.
     
  • 17 nov

    Às vésperas da Rio+20, países aceleram planos para a transição para uma Economia Verde 

    O PNUMA lançou em Pequim, o relatório final Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza
    Pequim, 16 de novembro de 2011 – Países de todos os cantos do mundo estão desenvolvendo estratégias de Economia Verde e atividades para estimular o crescimento econômico e a geração de empregos, a proteção ambiental e a igualdade social.
    O novo relatório da ONU demonstra que governos e empresas estão tomando medidas para acelerar uma mudança global para um futuro verde de baixo carbono, com eficiência de recursos e inclusão social.Em comunicado divulgado hoje, no marco do lançamento do relatório Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza, do PNUMA, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, declarou que “O estudo do PNUMA sobre Economia Verde desafia o mito de que economia e meio ambiente não se relacionam. Com políticas públicas inteligentes, os governos podem fazer crescer suas economias, gerar emprego decente e acelerar o progresso social de forma a manter a pegada ecológica da humanidade dentro da capacidade do planeta”.
    O relatório, que é resultado de um esforço global de pesquisa de três anos envolvendo centenas de especialistas, foi submetido a uma consulta pública de três meses antes de ser divulgado em sua versão final.
    O estudo confirma que um investimento de dois por cento do PIB global em 10 setores-chave da economia é o necessário para iniciar uma mudança da atual economia marrom, poluente e ineficiente, para uma economia verde.
    Como resultado, um número crescente de países está investindo em iniciativas para acelerar essa transição:
    A China, por exemplo, é o país que mais investe em energia renovável. Outros países, como Barbados, Camboja, Indonésia, República da Coreia e África do Sul, já têm planos nacionais de Economia Verde que refletem as recomendações do Relatório. Além disso, países como a Armênia, Azerbaijão, Egito, Quênia, Jordânia, Malásia, México, Nepal, Senegal e Ucrânia estão se concentrando no esverdeamento de setores prioritários, como da agricultura, energias renováveis, turismo e tecnologias limpas.
    No âmbito dos negócios, o PNUMA estabeleceu parcerias com 285 dos principais investidores do mundo — representando US$ 20 trilhões de ativos —, que pediram aos governos que mobilizem a ação sobre a mudança climática, incluindo investimentos em indústrias emergentes como as energias renováveis ​​e edificações verdes. Apelos semelhantes foram realizados pela Câmara de Comércio Internacional, que representa centenas de milhares de empresas em mais de 130 países.
    “A Convenção da ONU sobre Mudança do Clima em Durban, que acontecerá na próxima semana, e a Rio+20, são grandes oportunidades para acelerar e ampliar a Economia Verde. Ações de Cooperação abrangem desde a Iniciativa de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) até as compras verdes para mudar os esforços nacionais no campo da sustentabilidade. Ademais, um novo indicador de riqueza vai além do PIB e internaliza os custos da poluição e degradação ao trazer o verdadeiro valor da natureza, com base em cálculos que nos levam a um caminho de sucesso e economicamente sustentável”, disse Achim Steiner, Diretor-Executivo do PNUMA.
    Mesmo sabendo que as questões de financiamento e negócios ainda serão abordadas mais profundamente, o relatório mostra que investir o equivalente a dois por cento do PIB mundial em agricultura, energia, construção, água, florestas, pesca, indústria, resíduos, turismo e transporte não só deslocam a economia global para uma trajetória de crescimento mais sustentável, mas também mantêm ou aumentam o crescimento ao longo do tempo em comparação com o cenário habitual de negócios.
    O relatório traz recomendações de políticas em cada um dos 10 setores-chave, bem como sobre o financiamento e as condições de habilitação.
    Geração de Empregos
    O Relatório Economia Verde sugere que “empregos novos e decente” serão catalisados ao longo do tempo nesses setores-chave.
    No Brasil, a OIT recentemente ajudou a apoiar a construção de 500 mil novas casas com sistemas de aquecimento solar, resultando em 30 mil novos empregos.
    Notas aos Editores:
    A Síntese para os Tomadores de Decisão do Relatório Economia Verde foi lançado em fevereiro deste ano e está disponível em português no site do PNUMA Brasil:
    http://www.pnuma.org.br/publicacoes_detalhar.php?id_publi=92

    O Relatório final Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza já pode ser acessado, em inglês, no site da Iniciativa Economia Verde: http://www.unep.org/greeneconomy

    A Economia Verde no Contexto do Desenvolvimento Sustentável e da Erradicação da Pobreza será um dos dois temas discutidos na Rio+20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável que se realizará no Rio de Janeiro em junho de 2012 — 20 anos após a Cúpula da Terra (ou Rio-92).

    Clique aqui para ler o press release completo (em inglês)

    Para maiores informações, contatar:

    Nick Nuttall,
    Chefe da Divisão de Comunicação e Informação Pública e Porta Voz do PNUMA
    Tel. +41 795 965 737 ou +254 733 632 755
    E-mail nick.nuttall@unep.org

    Jiang Nanqing (Sra.)
    Escritório do PNUMA na China
    Tel. +86-10-85320922
    Cel: +86-13501051650
    E-mail: nanqing.jiang@unep.org

    Chen Hao (Sra.)
    Escritório do PNUMA na China
    Tel: +86-10-85320921
    Cel: +86-15810425490
    E-mail: hao.bath@gmail.com

    _______________________

    Amanda Talamonte
    Assessora de Comunicação
    PNUMA Brasil
    Tel: (+55) 61 3038 9237
    comunicacao@pnuma.org

     
  • 16 nov

    Entrevista com Prof.Dr. João Salvador Furtado do Instituto Jatobás 

    Por Gui Brammer

    Nesta entrevista, o Professor Dr. João Furtado, do Instituto Jatobás, nos traz uma visão sistêmica de sustentabilidade e como governo, terceiro setor e setor privado podem adotar metodologias que os tornaram mais sustentáveis.
    Também nos conta sobre a campanha “O que é sustentabilidade” que tem como principais pilares:
    garantir e equilibrar as condições ambientais, econômicas e sociais necessárias para que tudo possa evoluir para melhor, por tempo indeterminado, respeitando, assim, o direito das gerações futuras de alcançarem sua própria sustentabilidade.
    dispor de meios para que as pessoas – individualmente ou em coletividade – possam viver com equidade, qualidade e justiça, sem esgotar ou danificar, irremediavelmente, os bens naturais;
    criar condições para o funcionamento e a qualidade dos relacionamentos ;
    conceber os meios e instrumentos para que os sistemas – naturais ou inventadas pelos humanos – possam desempenhar suas atividades e criar valor para todas as partes interessadas, com ou sem o propósito de lucro.
     
  • 16 nov

    Lançamento do livro: Voluntariado, a possibilidade da esperança” 

    Departamento de Voluntários do Hospital Einstein, modelo internacional do 3o setor e responsável, entre muitas conquistas, pela melhor qualidade de vida e saúde da favela de Paraisópolis, que hoje apresenta índices de mortalidade infantil menor que a média brasileira, equiparando-se a países de 1o Mundo.

    No próximo dia 24, a Presidente do Voluntários Einstein, Telma Sobolh, lançará o livro “Voluntariado, a possibilidade da esperança”, com prefácio de Fernando Henrique Cardoso e que objetiva principalmente servir de contribuição a pessoas e entidades dedicadas ao assunto – sabe-se que a bibliografia existente é muito escassa dentroe fora do Brasil.

    Telma Sobolh está à frente do Voluntários há 25 anos e sob a sua gestão podem ser citados os seguintes resultados:

    O Voluntários Einstein é modelo para países como EUA, Inglaterra e Argentina – recentemente, Telma recebeu alunos de Harvard e do Ministro da Saúde da Inglaterra para conhecerem os projetos in-loco;
    Telma Sobolh foi responsável pela realização do 1o Censo de Paraisópolis – a sua preocupação com a qualidade de vida da comunidade incentivou que a política publica olhasse Paraisópolis de outra forma;
    Há pouco mais de 10 anos, foi criado o Complexo Telma Sobolh em Paraisópolis com 4,5 mil m2 e que atende 17 mil moradores por ano (crianças, adultos e adolescentes) – a favela tem em torno de 80 mil habitantes;
    O Depto Voluntários Einstein é o 1o da América Latina a receber ISO 9001 e atua em áreas como banco de sangue, radioterapia, unidade de terapia intensiva e semi-intensiva, capacitação, doação de cestas básicas, programas educativos, entre outros;
    De 1998 até hoje, foram feitos mais de 3 milhões de atendimentos no Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis (PECP) que fica dentro do Complexo.

    Lançamento do livro acontece dia 24/11 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional em São Paulo.

    Informações: (11) 3062 6850
     
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