Atualizações de junho 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 29 jun

    ‘Mutirão do Lixo Eletrônico’ C&C pretende recolher mais de 2 toneladas em SP 

    A partir de 1º de Julho, a C&C Casa e Construção inicia a II edição do Mutirão de Lixo Eletrônico, na loja Nova Tietê, em São Paulo. Em parceria com a Conversa Sustentável, o objetivo da campanha é ultrapassar 2 toneladas do material e promover a conscientização da população sobre o destino correto dos equipamentos. Na unidade (localizada na Marginal Tietê, 7207) haverá um ponto de coleta para a reciclagem de seus componentes. As entregas para coleta podem ser feitas sem custo algum de segunda a sábado, entre 8h e 23h, e no domingo das 9h às 20h. A empresa Recicla Metais também emitirá certificados de destinação adequada dos equipamentos.
    Produtos eletrônicos coletados: computadores (monitores, CPUs e periféricos), notebooks, modens, hubs, telefones celulares, carregadores, impressoras, scaners, telefones fixos, aparelhos de fax, de som, de DVDs, vídeos-cassete, câmeras de vídeo e fotográfica, cabos, estabilizadores, nobreaks, roteadores, home theaters, projetores, calculadoras e agendas eletrônicas, entre outros. Pilhas e baterias de eletrônicos já são coletadas nessa loja.
    “Buscamos com a iniciativa gerar uma oportunidade prática para que as pessoas possam viabilizar suas atitudes sustentáveis, dando a elas um local para o descarte. Pois se procurarmos sempre tem algum eletrônico encostado em casa ou no escritório.”, afirma Mauro Florio, diretor de Marketing da rede. A primeira edição da campanha arrecadou mais de 1800 quilos. A edição 2011 conta com apoio da empresas Philips e Daneva .
    Ecoeficiente – A loja Nova Tietê, da C&C, é o primeiro home-center de materiais de construção no Brasil a seguir as diretrizes de construção sustentável desde sua concepção. Todo o mobiliário foi fabricado com madeira certificada, evitando uso de matéria-prima vinda de cortes ilegais. A C&C investiu ainda em recursos limpos e renováveis. Uma torre eólica e um sistema de captação de energia solar produzem parte da energia elétrica utilizada no local. Além disso, todas as árvores nativas do terreno foram preservadas e para auxiliar na passagem de luz natural o telhado da nova loja tem 9 % de transparência. Há ainda estações de reciclagem, nas quais os visitantes podem descartar lixo, incluindo pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes. Um sistema de captação armazena a água da chuva para irrigação do jardim e na lavagem do estacionamento da loja.
    Sobre a C&C Casa e Construção: Empresa 100% nacional, conta atualmente com 40 unidades distribuídas pelos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo, são 32 lojas na capital, Grande São Paulo, interior e baixada santista. No Rio de Janeiro, são oito lojas: seis na capital do Estado, uma em Niterói e outra em Duque de Caxias.
    Informações à imprensa
    Conversa Sustentável
    Vivian Blaso
    11 4108 4064 / 11 9616 5360
    Douglas Lotto
    11 2501 4064 / 11 9135 3600
     
  • 27 jun

    Ricardo Voltolini fala sobre a resolução do CONAR a respeito de propaganda verde 

    No Sustentabilidade em Vídeo de hoje nós conversamos com o Ricardo Voltolini, diretor da Ideia Sustentável e um dos primeiros consultores em sustentabilidade no Brasil. Jornalista com mais de 20 anos de experiência, tendo atuado em diversos meios de comunicação como a Folha de S. Paulo.

    Nesta entrevista ele aborda a resolução do CONAR a respeito das propagandas sobre sustentabilidade. Essa resolução é uma iniciativa que visa combater a propaganda enganosa com viés de sustentabilidade. A partir dessa regulamentação as empresas deverão comprovar que suas ações estão de acordo, do ponto de vista de normas para a sustentabilidade, com sua comunicação.

    Aproveite!

     
  • 27 jun

    É GreenWash, mas um dia amadurece – Uma comédia de erros 

    Mostrar alguns temas presentes nas discussões sobre sustentabilidade de uma maneira divertida. Esse foi o resultado da união entre a Cia. Kómus de comédia e da Conversa Sustentável – Agência especializada em comunicação para sustentabilidade. De uma forma diferente a peça tratou de temas como a relação das empresas com as comunidades, mobilidade urbana, poluição, responsabilidade com os resíduos produzidos e muito mais. A produção contou com o apoio da Livraria Cultura do Shopping Bourbon.

    Reapresentações já estão sendo agendadas. Em breve divulgaremos os locais e datas aqui pelo blog.

    Convidamos para assistir um pequeno resumo da apresentação.

    Aproveite!

     
  • 27 jun

    Mais de 30% dos negócios globais ainda precisam implementar planos de sustentabilidade 

    Uma pesquisa realizada pela KPMG “Corporate Sustainability: a progress report” apontou que mais de 30% das empresas ainda não têm uma estratégia de crescimento com projetos sustentáveis. A pesquisa foi realizada com 378 executivos da alta administração que representam diversos setores dos EUA, Canadá, e das regiões Ásia Pacífico, Europa, Oriente Médio, África e América Latina – mostrou que apenas 60% das companhias pesquisadas afirmaram ter uma estratégia em funcionamento para sustentabilidade corporativa, percentual ligeiramente acima do que os 50% apresentados em um estudo semelhante em 2008.

    A pesquisa também revelou três principais motivos para o lento progresso em sustentabilidade:

    · 1. Falta de um conjunto de métrica e ferramentas em comum – e sistemas de informação – para a mensuração e análise do impacto dos programas de sustentabilidade.

    · 2. Falta de financiamento disponível colocando a sustentabilidade no mesmo nível de programas operacionais que tem um maior retorno sobre investimento (ROI) de curto prazo.

    3. Falta de marco regulatório internacional claro e rigoroso dentro do qual as empresas possam planejar com segurança.

    Acesse o site: http://www.kpmg.com

     
  • 17 jun

    Itaú Unibanco é eleito banco mais sustentável do mundo 

    São Paulo, 17 de junho de 2011 – O Itaú Unibanco foi eleito ontem, em Londres, o Banco Mais Sustentável do Mundo no prêmio “2011 FT/IFC Sustainable Finance Awards”, concedido pelo jornal britânico Financial Times e pelo IFC (International Finance Corporation), braço financeiro do Banco Mundial. O banco também foi reconhecido como Mais Sustentável das Américas, concorrendo com instituições da Argentina e do México. Em 2009 e 2010 o Itaú Unibanco já havia recebido o prêmio na categoria Banco Mais Sustentável da América Latina e de Mercados Emergentes.

    “Em um mundo em plena transformação, temos muito orgulho de receber esse reconhecimento, que na verdade reforça o nosso foco em performance sustentável. O Itaú Unibanco procura combinar consistente desempenho financeiro com atitudes que privilegiam a ética, a transparência no relacionamento com clientes, colaboradores, acionistas e comunidade. Nós estamos comprometidos com princípios sólidos de atrelar o tema aos negócios da organização. Essa caminhada esta baseada em liderança responsável e na satisfação dos nossos clientes por meio da educação financeira e da oferta de produtos adequados a necessidade e fase de vida de cada um ”, afirma Zeca Rudge, Vice presidente da área de Relações Institucionais do Itaú Unibanco.

    Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, recebeu o prêmio em Londres, concorrendo com os bancos The Co-operative Financial Service (Reino Unido), YES Bank (Índia), Access Bank (Nigéria) e Bank Sarasin (Suíça). O Itaú Unibanco ainda foi finalista na categoria Financiamento de Necessidades Básicas, com o case de crédito universitário.

    “Estamos muito satisfeitos com o resultado da premiação deste ano, que é uma prova do crescente compromisso das instituições financeiras a tornar a sustentabilidade uma parte central de seus negócios. A qualidade dos trabalhos deste ano foi muito alta e os jurados tiveram decisões difíceis a tomar”, afirmou Martin Dickson, editor do Financial Times.

    O FT/IFC Sustainable Finance Awards é um dos reconhecimentos mundiais mais relevantes na área da sustentabilidade e há cinco anos elege as instituições financeiras focadas no desenvolvimento sustentável. A edição de 2011 obteve um recorde de 187 inscrições de 161 instituições em 61 países.

    “Nos últimos anos, o Itaú Unibanco sempre apresentou bom desempenho no prêmio e o processo de fusão não interrompeu essa trajetória. No momento em que as finanças sustentáveis no Brasil enfrentam temas delicados na área da infraestrutura, como a construção de grandes barragens, ficamos muito orgulhosos em conceder o prêmio de banco mais sustentável do mundo a uma instituição íntegra em sua visão e em suas operações”, parabeniza Rachel Kyte, vice presidente do IFC.

    Comunicação Corporativa – Itaú Unibanco (11) 5019-8880/ 8881 imprensa@itau-unibanco.com.br

     
  • 17 jun

    A Natura e seu projeto de Carbono Neutro – Entrevista com Keyvan Macedo 

    O programa Natura Carbono Neutro foi criado em 2007 para promover a redução contínua e significativa das emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE) de seus processos. O programa é dividido em três partes: Inventário, onde todas as medições das emissões e registros são realizadas, a Redução, onde são estabelecidas as ações e os processos para que em toda cadeia sejam reduzidas as emissões, e apoio a projetos de compensação para neutralização das emissões que não foram possíveis de serem evitadas.

    O Edital de apoio a projetos de neutralização está aberto e vai até 5 de agosto. Podem participar do processo pessoas físicas como empresas, ONG, demais entidades de terceiro setor e entidades do setor público.

    Saiba um pouco mais sobre a Natura e o programa Natura Carbono Neutro na entrevista com Keyvan Macedo, gerente de sustentabilidade.

    Aproveite!

     
  • 15 jun

    CBCS em Parceria com UNEP PNUMA apresenta resultados do projeto SUSHI Brasil 

    Fonte: CBCS
    Com inscrições gratuitas, o evento traz mesa de abertura com moderação de Fábio Feldmann e palestras com pesquisadores do CBCS, Jean Benevides – Caixa Econômica Federal, Eduardo Trani – Ministério das Cidades e Tatiana de Feraudy – UNEP PNUMA.

    No próximo dia 21, terça-feira, o CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, em parceria com UNEP PNUMA, irá realizar na Cidade Universitária – USP, em São Paulo, um evento para apresentação dos resultados de implantação do projeto SUSHI – Sustainable Social Housing Initiative no Brasil. Desenvolvido pela United Nations Environment Programme (UNEP/PNUMA), com apoio da Uniao Européia, o projeto busca fomentar o estudo de boas práticas em construção sustentável no mundo, com enfoque em habitações de interesse social (HIS) em dois países em desenvolvimento: Tailândia e Brasil.
    A estratégia do projeto SUSHI consiste em estabelecer uma nova abordagem junto aos stakeholders e mostrar oportunidades dos novos modelos e ações possíveis em Habitações de Interesse Social – HIS. “Para implantação do projeto no Brasil, o caráter multidisciplinar do CBCSgarante uma visão global sobre o tema, somada ao poder de ação da Organização junto aos órgãos federais para viabilização de políticas públicas”, explica Cristina Montenegro, representante do PNUMA
    – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil.
    O objetivo é informar sobre métodos disponíveis para incorporar critérios ambientais e de sustentabilidade em habitações de interesse social e, assim, proporcionar ganhos para toda a cadeia envolvida. Torna-se possível, por exemplo, gerar novas oportunidades de negócios e empregos “verdes” para o setor da construção civil; diminuir os gastos governamentais com saúde, o que gera mais produtividade dos trabalhadores e melhores condições de ensino para educação infantil; reduzir a poluição ambiental, um ganho imensurável para a sociedade; criar novas oportunidades de financiamentos, melhores garantias e com isso evitar obsolescência prematura da habitação, além de estimular a qualidade de vida para os futuros moradores.
    O SUSHI contempla, ainda, a conceituação da habitação de interesse social e sua interação com o meio urbano, estabelecendo metodologias e diretrizes para o correto dimensionamento dos projetos arquitetônicos e suas especificações técnicas. Assim busca estabelecer critérios para a construção de um lar eficiente no uso de energia e no consumo d’água, durável, confortável, saudável, fácil de manter, econômico nos gastos cotidianos e adequado a cultura local.
    Liderada pelo CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, a equipe brasileira do projeto SUSHI criou uma rede de parceiros para difusão desses conceitos mais adequados às necessidades e bem-estar das famílias em projetos de habitações de interesse social. Além da parceria com UNEP/PNUMA, o CBCS reuniu instituições com profissionais renomados e especialistas em HIS, eficiência energética, conforto térmico e uso racional da água, como Caixa Econômica Federal, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo e Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo SH-CDH, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, FEC-Unicamp, Universidade Federal de Santa Catarina, Fábio Feldmann Consultores e Labeee – Laboratório de eficiência energética em edifícios da Universidade Federal de Santa Catarina.
    Dia 21 de junho, 3ªfeira, das 09h00 às 12h40
    Inscrições gratuitas e vagas limitadas http://200.144.28.210/cdhupalestras/

    Local: Auditório Francisco Romeu Landi (cidade Universitária – Próximo a Poli)

    Mais informações à imprensa:
    Clarissa Turra
    Pitanga Comunicação
    assessoria de imprensa e comunicação
    11) 3569-4734 cturra@pitangacom.com.br
    clarissaturra@hotmail.com
    *Skype: clarissa.turra

     
  • 14 jun

    O 4º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável confirma a presença de especialistas 

    Evento abre inscrições e será realizado nos dias 4 e 5 de agosto, sob o tema
    “Papel da Construção Sustentável no Desenvolvimento das Cidades”

    Promovido pelo CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, organização que reúne lideranças empresariais, pesquisadores, consultores e especialistas do setor, o SBCS11 – 4º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável terá como tema o “Papel da Construção Sustentável no Desenvolvimento das Cidades”, ampliando o debate da sustentabilidade em três diferentes escalas: o espaço urbano, os edifícios e a inter-relação entre as unidades na edificação de um espaço urbano qualificado.
    A partir do resultado e experiência das três últimas edições, a realização do SBCS11 tem por objetivo discutir formas de avançar na sustentabilidade e qualidade aos espaços urbanos. E trazer para debate a estrutura física das cidades que determina a qualidade de vida dos habitantes que pode ser expressa por meio do microclima, do consumo energético, da gestão de água e de resíduos, na capacidade de adaptação aos eventos climáticos, na garantia da saúde pública e segurança dos habitantes.
    Para tratar do tema Inovação e Realidade: iniciativas, experiências e o negócio no contexto da sustentabilidade já estão confirmadas, para o primeiro dia, 4 de agosto, as presenças de alguns especialistas do setor da construção sustentável, como o professor da Escola Politécnica da USP e coordenador do Comitê Técnico de Materiais do CBCS, Vanderley M. John, que vai abordar como novas aplicações e inovações em materiais já existentes podem contribuir para soluções na construção civil; e do pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Sergio Ângulo, que vai discutir sobre as dificuldades das empresas da construção civil e fabricantes de materiais no atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos.
    Encerrando as atividades do dia, o evento contará com exposições de concursos e palestras empresariais que analisará o ciclo de vida dos produtos, com a apresentação de cases de sucesso. O setor cimentício, estará representado pela Holchim Brasil; no de argamassas, pela Saint Gobain Weber Quartzolit, por Paul Houang; no siderúrgico, por Lucila Caselato, gerente de Meio Ambiente do IABr – Instituto do Aço Brasil; e no setor de insumo de água, por Paulo Massato Yoshimoto, diretor Metropolitano da Sabesp. Outros assuntos também serão abordados, como a sustentabilidade na construção de agências bancárias, com Leonardo Batalha Ornellas, e sobre a experiência do Selo Casa Azul, com Mara Luísa Alvim Motta, ambos da Caixa Econômica Federal. Para discutir sobre a gestão de resíduos em canteiros de obras, foi convidado Alexandre Britez, gerente de Qualidade e Desenvolvimento Tecnológico da Cyrela.
    Já no dia 5 de agosto, abre o Painel 1, Integração entre projetos de grande escala e o espaço urbano, o professor da Universidade de Tóquio, Japão, Cheng-Li Cheng, que vai tratar sobre a Gestão de água em regiões metropolitanas, o impacto da inserção de projetos de grande escalas e a visibilidade de sistemas de água não potável.
    Para discutir sobre Qualidade de vida no espaço urbano, o Painel 2 terá a participação do professor da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Saldiva, que vai explicar sobre o impacto das metrópoles na saúde e a qualidade de vida da população; do professor de Engenharia Ambiental EESC – USP, Tadeu Fabrício Malheiros que vai apresentar os indicadores que relacionam o meio ambiente e a saúde pública no ambiente metropolitano; e da professora na LSE- London School of Economics and Political Science) e Núcleo de Estudos da Violência da USP, Nancy das Graças Cardia, que abordará a gestão da segurança nas metrópoles e como o desenho urbano contribui para a garantia de segurança.
    Já no Painel 3, que abordará a RIO+20 e a Construção sustentável, estão confirmadas as participações de André Corrêa do Lago, diretor do departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais, que tratará das mudanças climáticas – o papel do setor de construção civil e as iniciativas e ações brasileiras para adaptação urbana às mudanças climáticas no setor; e de Sérgio Besserman Vianna, presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, que falará sobre as mudanças climáticas e o viés econômico em construção civil, na sociedade e o impacto econômico das mudanças climáticas: desafios, riscos e custos envolvidos para o setor.

    Inscrições e informações para o
    SBCS11 – 4º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável:

    e-mail: faleconosco@sbcs.net.br
    telefones: 11-4191.0665; 11-3869.0791 ou 11-6339.1925
    site SBCS11: http://www.sbcs.net.br
    site CBCS: http://www.cbcs.org.br

    SBCS11 – 4º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável
    Datas: dias 4 e 5 de agosto, quinta e sexta-feira
    Horário: das 14h às 18h30 (dia 4 de agosto) das 8h às 18h (dia 5 de agosto)
    Local: WTC – Avenida das Nações Unidas, 12551. São Paulo.

    INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
    ALZIRA HISGAIL
    ANNA KARINA SPEDANIERI
    (55.11) 3675.0809 (55.11) 9292.9126
    http://www.ateliedetextos.com.br atelie@ateliedetextos.com.br

     
  • 10 jun

    C40 – Evento em São Paulo discute a adoção de medidas urbanas sustentáveis 

    Durante a C40 São Paulo Summit, realizada na capital paulista de 31 de maio a 3 de junho, a qualidade de vida das pessoas que habitam as cidades foi um dos eixos centrais das discussões dos prefeitos. Hoje, falar de qualidade de vida é falar sobre a mobilização de pessoas e condições de infraestrutura que estão ancoradas às iniciativas políticas, a fim de se adaptar as cidades para que sejam mais resilientes e sustentáveis ao longo dos próximos 20 anos.

    Nesse contexto, as discussões sobre o clima têm transformado a forma de planejar e operar as cidades, pois as pessoas são impactadas pelas condições do local onde habitam e sua qualidade de vida é afetada quando a infraestrutura da cidade já não oferece mais as condições necessárias de segurança, saúde, lazer. Por isso, mobilizar a sociedade em torno dessas questões é trazer para a prática a consciência e a cidadania, que contribuirão para as mudanças necessárias no ambiente em que vivemos.

    Assistam ao programa Cidades e Soluções da Globo News e fique por dentro


    Click aqui e assista o programa
     
  • 9 jun

    Novas normas do CONAR a respeito da publicidade que contenha apelos de sustentabilidade 

    Fonte: Conar

    O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje, em sua sede, em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade.

    O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.

    O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.

    Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.

    As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos. Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:

    “É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.

    As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.

    Confira a íntegra das novas normas:

    Artigo 36 do Código
    A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:

    1. a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;
    2. a poluição do meio ambiente urbano;
    3. a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;
    4. a poluição visual dos campos e das cidades;
    5. a poluição sonora;
    6. o desperdício de recursos naturais.

    Parágrafo único
    Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:

    1. veracidade – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;
    2. exatidão – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;
    3. pertinência – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;
    4. relevância – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.

    Anexo U – Apelos de sustentabilidade

    É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.

    O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.

    REGRA GERAL

    (1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.

    (2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.

    (3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.

    Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:

    1. CONCRETUDE
    As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.

    A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação doanúncio.

    2. VERACIDADE
    As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.

    3. EXATIDÃO E CLAREZA
    As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.

    4. COMPROVAÇÃO E FONTES
    Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.

    5. PERTINÊNCIA
    É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.

    6. RELEVÂNCIA
    Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente – em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.

    7. ABSOLUTO
    Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.

    8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS
    A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.

    O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.

    As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.

     
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