Atualizações de maio 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 31 maio

    O Nissan LEAF – um exemplo de prática inovadora e sustentável será o carro oficial da C40 em São Paulo 

    O Nissan Leaf é o primeiro carro 100% elétrico que será produzido em larga escala no mundo foi escolhido para levar pessoas ao evento C40 São Paulo Summit, encontro que reúne prefeitos e representantes das maiores metrópoles do planeta para trocar experiências e debater ações de combate e adaptação às mudanças climáticas que podem ser adotadas pelos governos locais. Assuntos como Política Municipal de Mudanças Climáticas, a implantação da inspeção veicular e a criação do programa de substituição de combustíveis fósseis por renováveis na frota de ônibus municipais serão abordados durante o evento.
    O Nissan Leaf ganhou recentemente o prêmio Top Safety nos EUA. Com uma carga de apenas 8 horas, ele é capaz de atingir uma velocidade de 145 km/h e percorrer 160km. E mais: não causa emissão alguma de CO2 para o meio ambiente.

    Informações sobre o Nissan Leaf:

    http://www.twitter.com/nissan_oficial

    http://www.facebook.com/nissanbrasil

    http://www.nissan.com.br/carros/leaf

    Informações sobre a C40:

    http://www.c40saopaulosummit.com/site/conteudo/index.php

    http://www.c40cities.org/

     
  • 30 maio

    Donos da motosserra em São Paulo 

    Greenpeace recepciona evento do agronegócio com o mesmo barulhaço que eles andam fazendo pelos corredores do Congresso Nacional em Brasília

    São Paulo, 30 de maio de 2010 – Hoje, por volta das 8 horas da manhã, os representantes do agronegócio se dirigiram ao hotel Macksoud Plaza, no centro de São Paulo, para participar do ‘XXI Fórum da Associação Brasileira de Agricultura (Abag)’. Na pauta de discussão, o projeto de mudança do Código Florestal aprovado na semana passada pela Câmara Federal.

    Na chegada, foram recepcionados por ativistas do Greenpeace com uma faixa que rebatizou o evento como ‘Forum dos donos da motosserra’. A manifestação teve como “música de fundo” o ronco de uma motosserra . “A Abag nunca escondeu a saudade do tempo em que a agricultura podia se expandir simplesmente avançando sobre área de floresta”, diz Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace.

    Daí a simpatia aberta da entidade pelo projeto de mudança no código, que pelos cálculos do professor Gerd Sparovek, da Escola Superior de Agricultura da USP (Esalq/ USP), colocam sob risco direto de derrubada 22 milhões de hectares de mata nativa, uma área do tamanho do Paraná. Os números estão em reportagem da edição de domingo, 29 de maio, de O Estado de S. Paulo.

    Entre seus membros, a Abag tem empresas que apoiam essa visão de uma agricultura ultrapassada, argumentando que as mudanças no Código Florestal, que abrem a possibilidade para mais desmatamentos e anistia crimes ambientais do passado, são necessários para o desenvolvimento do país. Fazem coro com a fisiologia de políticos que dizem que, se os europeus desmataram tudo por lá, podemos fazer o mesmo aqui. Para eles, o correto é copiar o erro dos outros e jogar nosso patrimônio ambiental na lata do lixo.

    A revista Época, há duas semanas, contou que os Estados Unidos cortaram 23% de suas florestas nativas desde que colonos ingleses começaram a plantar e criar gado em seu atual território, no século XVI . O último ano em que os americanos derrubaram uma árvore em nome do avanço da agricultura foi em 1935. De lá para cá, a área agricultável do país até caiu. “E nem por isso os americanos, como nós, deixaram de virar uma potência agrícola mundial”, diz Astrini.

    Aqui, já deu-se cabo de quase 20% da floresta Amazônica – sem contar o que se foi da Mata Atlântica e do Cerrado. Mas existe um setor atrasdo na Abag que parece não achar isso suficiente. Insiste que o volume da derrubada de florestas para abrigar pastos e plantações precisa ser ampliado, como propõe o projeto de reforma do Código Florestal, que ainda precisa passar pela aprovação do Senado. É uma pena que na entidade muitos de seus associados se comportem dessa maneira.

    “Dentro do próprio setor há experiências de como a retirada da mancha do desmatamento da cadeia de um produto agrícola traz vantagens competitivas”, insiste Astrini. A moratória da soja na Amazônia negociada pelo Greenpeace em conjunto com diversas ONG´s e pactuada pelo governo e as grandes processadoras de soja que atuam no país é um exemplo disso. As empresas se comprometeram, em 2006, a não comprar soja plantada em desmatamentos feitos a partir daquele ano. O resultado foi bom para a floresta e para os negócios.

    “A expansão da safra não ficou comprometida pelo acordo e atendeu a demanda de consumidores daqui e do resto do mundo por produtos comprometidos com a proteção das matas. O Brasil não perdeu nada com isso, como mostram dados da produção de soja no Pará compilados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)”, diz Astrini. “Quem defende o texto do jeito que foi aprovado na Câmara dos Deputados, compactua com o desmatamento, não com a produção de alimentos.”

    A safra de soja do estado para 2010/ 2011, deverá ficar em 232.249 toneladas, um ganho de quase 7% em relação à safra anterior. A área plantada com o grão, no entanto, não acompanhou o crescimento. Ficou nos mesmos 90 mil hectares que tinha em 2009/2010. Preservar as florestas brasileiras faz todo o sentido do ponto de vista econômico e social. Não foi por pressão ambientalista que o verde da Amazônia, da Mata Atlântica ou do Pantanal acabou estampado na bandeira nacional.

    Nossas florestas são há cinco séculos a fonte da riqueza do nosso solo e da força dos nossos rios. Protegê-las, é proteger o futuro da nossa agricultura e o bem estar da população. Elas são a garantia que nossos filhos e seus descendentes também terão comida farta na mesa e o mesmo clima que, como disse Jorge Ben Jor, faz do Brasil um país bonito por natureza.

    Para imagens do protesto acesse: http://www.greenpeace.org.br/fotos/codigoflorestal

    Mais informações:

    Danielle Bambace (11) 8245 2267
    Laura Fuser (11) 8245 2257

     
  • 27 maio

    Papel da Construção Sustentável no Desenvolvimento das Cidades 

    O SBCS11 – 4º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável, promovido pelo CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, terá como tema central o “Papel da Construção Sustentável no Desenvolvimento das Cidades”.
    Promovido pelo CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, organização que reúne lideranças empresariais, pesquisadores, consultores e especialistas do setor, o Simpósio está estruturado em quatro painéis: Inovação e Realidade: iniciativas, experiências e o negócio no contexto da sustentabilidade; Megaempreendimentos e cidade; RIO+20 e a Construção sustentável; e Qualidade de vida no espaço urbano.O evento contará com apresentações de palestras e exposições de cases empresariais de sucesso do setor: Holcim, Odebrecht, Sabesp, Cyrela e Saint Gobain irão apresentar suas experiências inovadoras em sustentabilidade.
    Conheça os patrocinadores do SBCS11

    Weber Quartzolit http://www.weber.com.br/

    Caixa Economica Federal http://caixa.gov.br/

    Apoio empresarial

    D&D Shopping

    Informações http://www.sbcs.net.br/index.html

     
  • 25 maio

    Cidades Sustentáveis: Entrevista com o Prof. Hélio Cesar 

    Nossa conversa hoje é com o Professor Hélio Cesar Oliveira da Silva. Ele é professor e pesquisador em gestão para sustentabilidade no Centro Universitário Senac. Esclarece-nos um pouco sobre o conceito de Cidades Sustentáveis e os desafios a serem enfrentados em grande capitais como São Paulo.

    Aproveite!


     
  • 23 maio

    About World Environment Day – United Nations Environment Programme

    Então, o que você vai fazer no WED?

     
  • 23 maio

    O WED é também um dia em que as pessoas de todos os cantos do mundo se unem para garantir um mundo mais limpo e verde para si e para as gerações futur 

     
  • 23 maio

    PNUMA lança site oficial em português para o Dia Mundial do Meio Ambiente 

    Comemorado anualmente no dia 5 de junho desde 1972, o Dia Mundial do Meio Ambiente, também conhecido como WED, é o principal veículo pelo qual as Nações Unidas estimulam a conscientização ambiental no mundo todo.

    O WED 2011, em apoio ao Ano Internacional das Florestas da ONU, almeja ser a maior celebração global de todos os tempos para ação positiva pelo meio ambiente. Por isso, contamos com você para fazer isso acontecer!

    O tema deste ano – Florestas: A Natureza a seu serviço – destaca a variedade de serviços de suporte à vida fornecidos pelas florestas e convida o mundo a tomar uma atitude para proteger esses recursos e percorrer um caminho rumo a uma economia verde.
    Em 2011, a sede das celebrações globais do WED será a Índia, um país cujas florestas constituem mais de 20% da área geográfica terrestre. Visite o nosso site e conheça as medidas que a Índia está tomando para combater a degradação da terra e conservar os ecossistemas florestais críticos.
    Toda e qualquer atividade importa: você pode organizar um mutirão de limpeza no seu bairro; anunciar uma iniciativa ambiental na sua cidade, estado ou país; adotar metas ecológicas na sua empresa; usar sacolas reutilizáveis e motivar seus colegas de escola e professores a fazerem o mesmo; plantar uma árvore ou, se possível, organizar um esforço coletivo de plantio com a sua família; caminhar até o trabalho; reciclar e incentivar os amigos a reciclarem também… as possibilidades são infinitas!

    Quando a sua atividade for definida, não se esqueça de registrá-la no site do WED em nome de um dos Embaixadores da Boa Vontade do PNUMA, Gisele Bündchen ou Don Cheadle. O Embaixador que receber mais cadastros vai plantar uma floresta! Clique aqui para saber mais sobre o desafio do WED.

    No site do WED, você também pode fazer o download da logo oficial e de pôsteres, vídeos, web banners e outros materiais para promover a sua atividade.

    E não se esqueça de assistir aos vídeos do WED com os Embaixadores da Boa Vontade do PNUMA, Gisele Bündchen e Don Cheadle. Você pode fazer o download de todo o material audiovisual ou mesmo assistí-los pela nossa página no YouTube. Aproveite para divulgá-los em seu site, facebook, orkut, twitter ou blog.

    Una-se a nós para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente. Todo ano, em todo lugar, todo o mundo.

    Para maiores informações sobre o WED em português, visite:

    http://www.unep.org/portuguese/wed
    http://www.wedchallenge.org/portuguese
    http://www.twitter.com/PNUMABrasil
    http://www.youtube.com/PNUMABrasil
    http://www.pnuma.org.br

     
  • 19 maio

    Cidade Sustentável: um futuro possível? 

    Por: Vivian Blaso, Mestre em Ciências Sociais,
    Especialista em Sustentabilidade

    O alerta ambiental atual tem apontado que será necessário pensar sobre as formas de produção e consumo de bens e serviços, sobretudo os ambientais, na busca da sustentabilidade como forma de sobrevivência e manutenção da espécie humana no planeta. Dessa maneira, destacamos as cidades, pois são nelas que vive a maior parte da população do planeta e hoje compartilham um grande dilema: ser ao mesmo tempo o centro do progresso, da tecnologia, do desenvolvimento e de graves problemas sociais e ambientais. São Paulo é um exemplo disso, pois o modo de vida de seus habitantes já é suficiente para aumentar os gases do efeito estufa e consequentemente piorar a qualidade de vida de seus habitantes.
    Segundo o INPE (2010), “do ponto de vista das mudanças climáticas, independentemente do crescimento populacional, a transição urbana em si mesma já é um fator que contribuirá para o aumento das emissões de gases do efeito estufa. Isso porque os modos de vida associados à urbanização consomem inerentemente mais energia”.
    O modelo de desenvolvimento urbano de São Paulo é um exemplo de como existem lacunas que necessitam ser preenchidas, pois basta olhar para a cidade e ela nos mostra as questões relacionadas à mobilidade urbana, coleta de lixo domiciliar, enchentes, ocupações em áreas vulneráveis, entre outros problemas que fazem parte da agenda da cidade.
    O estudo do INPE (2010) – Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo, aponta que, “caso siga o padrão histórico de expansão, a mancha urbana da Região Metropolitana de São Paulo será o dobro da atual em 2030, aumentando os riscos de enchentes, inundações e deslizamentos na região, atingindo cada vez mais a população como um todo e, sobretudo, os mais pobres. Isso acontece porque essa expansão deverá se dar principalmente na periferia, em loteamentos e construções irregulares, e em áreas frágeis, como várzeas e terrenos instáveis, com grande pressão sobre os recursos naturais”.
    Os governos e prefeituras responsáveis pelo planejamento urbano da cidade e dos seus espaços públicos na maioria das vezes não conseguem absorver a expansão exponencial da cidade. Por isso, são de extrema importância as ações de intervenção no espaço urbano por organizações da Sociedade Civil, Fundações e Empresas.
    No Brasil foi criada, em 2010, a Plataforma Cidades Sustentáveis, uma parceria entre a Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, a Rede Nossa São Paulo e a Fundação Avina. Essa Plataforma tem por objetivo compartilhar, através de um banco de práticas e experiências bem-sucedidas em todo o mundo, as ações de gestores públicos, empresas e outras instituições que buscam a sustentabilidade em suas atividades.
    Entretanto, essas iniciativas são incipientes para um estado como São Paulo, que hoje possui 645 municípios, 41.252.160 habitantes. É necessário que se ampliem a quantidade de intervenções por parte da sociedade civil organizada, das empresas para que a população paulistana desfrute de um habitat mais sustentável e conseqüentemente com mais qualidade de vida. Cidade Sustentável: um futuro possível?

    Autora: Vivian Ap. Blaso Souza Soares César, Mestre em Ciências Sociais, especialista em sustentabilidade

    Acesse o relatório Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo

     
  • 18 maio

    São Paulo terá Virada Sustentável nos dias 4 e 5 de junho 


    Mais de 300 atividades culturais e educativas, ligadas aos temas da sustentabilidade, agitarão a capital paulista durante o final de semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.

    Com centenas de atrações espalhadas por mais de 60 espaços e parques da cidade, São Paulo receberá, nos dias 4 e 5 de junho, a primeira edição da Virada Sustentável, que tem o objetivo de ampliar a informação sobre sustentabilidade a partir de uma abordagem positiva para a população, usando a arte e a cultura como principais ferramentas de comunicação – e transformação.

    Logo após a abertura, que ocorre no sábado às 8h com atividades de yoga e meditação nos parques, a capital paulista será tomada por diversas atrações, como exposições, filmes, oficinas, workshops, peças e shows de música, sempre com conteúdo ligado aos temas da sustentabilidade. Meio ambiente, biodiversidade, direitos humanos, mudanças climáticas, mobilidade urbana, lixo e qualidade de vida serão alguns dos temas das atividades. Todas as atrações são gratuitas. No primeiro dia, as atividades acontecem das 8h às 24h. No domingo, as atrações iniciam novamente às 8h e terminam às 20h.

    “A Virada Sustentável teve a preocupação, desde o início, de pulverizar sua programação em diferentes locais da cidade, de forma a evitar grandes deslocamentos e, principalmente, grandes aglomerações em um único local. Outro cuidado foi o de não promover o evento apenas em locais visitados pela população das classes média e alta, o que explica a presença de diversas atividades nas regiões periféricas da cidade, como os bairros de Capão Redondo, na zona Sul, ou Belém, na zona Leste”, explica o jornalista André Palhano, organizador do evento.

    Mobilização para a Sustentabilidade

    A Virada Sustentável conta com o apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA), da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo e da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

    A Virada tem ainda o apoio institucional da Rede Nossa São Paulo e do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), além das parcerias da agência de publicidade Lew’Lara/TBWA e da Farah Service, responsáveis pela campanha de divulgação e prospecção de recursos junto aos patrocinadores, da Lead Comunicação e Sustentabilidade, para a divulgação, e Green CO2, empresa responsável pelo inventário e neutralização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de todo o evento. Os parceiros de mídia são: Globo São Paulo, Rádio Eldorado e Trip Editora.

    Braskem, Livraria Saraiva, Porto Seguro, AES Eletropaulo e Schneider Electric Brasil são algumas das empresas que escolheram atrações e ações para patrocinar, contribuindo para enriquecer a programação da Virada Sustentável.

    Para orientar as decisões da equipe de organização e evitar ações oportunistas, foi formado um Conselho Curador, constituído por nomes reconhecidos na área de sustentabilidade, com atuação em diferentes setores da sociedade. Além de analisar e aprovar a aderência das atrações, o Conselho decide as questões éticas relacionadas ao evento, como o veto à participação de empresas de álcool, armamento e tabaco.

    A programação completa poderá ser acessada no site http://www.viradasustentavel.com a partir de 23 de maio.

     
  • 17 maio

    Mobilidade Urbana – Entrevista com Wagner Colombini 

    Transitar nas grandes cidades tem se tornado um problema. Congestionamentos são constantes, o número de acidentes cresce a cada dia e o tempo de viajem de casa ao trabalho só tem aumentado. Isso sem falar nos problemas ambientais causados pelo excesso de poluição, que também causa problemas de saúde. Cresce o número de automóveis nas ruas, pois o sistema de transporte público é ineficiente. Preferem o conforto de um carro ao enfrentar ônibus e metrô lotado. Com o trânsito aumenta o número de motos o que acaba gerando um problema de saúde pública com um número maior de pessoas acidentadas, graças a uma maneira irresponsável de pilotar de alguns. Os sistemas de transporte precisam ser mais eficientes. Necessitamos de políticas públicas que assegurem qualidade de locomoção. Mas será que somente o governo é responsável pelo trânsito? Será que o cidadão também não pode contribuir para reduzir esse problema?

    Isso é o que vamos conferir na entrevista de hoje no Sustentabilidade em Vídeo com o senhor Wagner Colombi. Ele é especialista na gestão de programas e projetos, planejamento de transportes e logística e presidente da LOGIT, empresa especializada em transporte.

    Aproveite!

     
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