Atualizações de setembro 2010 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 30 set

    AVON E TNC BRASIL EM PARCERIA PARA RECUPERAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA BRASILEIRA 

    A adesão dos revendedores autônomos possibilitou à Avon doar um total de
    2 milhões de dólares para o replantio de árvores

    São Paulo, 30 de setembro de 2010 – A Avon Brasil e a ONG The Nature Conservancy no Brasil promoverão um encontro com 35 revendedores autônomos de todo o país que mais se destacaram na campanha global Viva o Amanhã Mais Verde, lançada em março deste ano e que em apenas 80 dias conseguiu arrecadar 1 milhão de dólares, fruto da participação dos revendedores autônomos, globalmente, para o reflorestamento da Mata Atlântica brasileira. Com esta arrecadação, aliada à doação de US$ 1 milhão realizada pela Avon, serão plantadas 2 milhões de árvores em áreas do Bioma. As ações de campo terão início em novembro de 2010 e seguirão até maio de 2011.

    O coordenador de Restauração Ecológica da TNC Brasil, Aurélio Padovezi, apresentará ao grupo como funciona esse projeto, em uma visita a Piracaia, cidade localizada a 100 quilômetros de São Paulo. O objetivo é conhecer o trabalho de restauração florestal em uma área similar de replantio, no Projeto Cachoeira, pertencente ao Sistema Cantareira. “Nesse encontro, os revendedores conhecerão na prática a transformação que ajudaram a viabilizar, e poderão voltar para suas comunidades multiplicando conhecimento sobre a importância de preservar a natureza”, afirma Padovezi.

    O vice-presidente de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa da Avon, Tod Arbogast, estará no Brasil especialmente para participar desse reconhecimento aos revendedores brasileiros. “O maior patrimônio da Avon é a vontade e disposição dessas pessoas em participar e servir à comunidade, atuando como agente de transformação social nestas causas – seja vendendo os produtos para arrecadar fundos, seja participando de uma mobilização em sua localidade, ou entregando um informativo a uma cliente”, afirma Arbogast.

    Os resultados da Campanha Viva o Amanhã Mais Verde, lançada em março pela Avon, foram surpreendentes. “Procuramos auxiliar realizando um trabalho educacional, proporcionando o máximo de informações sobre atitudes que contribuem para o planeta como reciclar, reduzir, reutilizar, tanto para os funcionários da empresa, como para os revendedores. Divulgamos o assunto nos folhetos de ofertas, nas publicações específicas para os revendedores autônomos e oferecemos como incentivo essa viagem ao local de plantio, como premiação. Mas o fato é que a adesão de pessoas de todos os lugares que nem mesmo conhecem a Mata Atlântica foi além do esperado, mostrando mais uma vez a capacidade desses homens e mulheres para trabalhar por uma sociedade melhor”, afirma o presidente da Avon Brasil, Luis Felipe Miranda.

    Para mobilizar 60 países de todo o mundo nessa causa, a companhia trabalhou em duas direções:
    • Envolvendo os funcionários com informações disponíveis em sites, blogs, além do convite para levarem esta reflexão para suas próprias casas.
    • Incentivando revendedores autônomos a refletir sobre formas de economizar, reciclar, reduzir o uso de recursos como papel, plástico e outros materiais.

    Além dessa iniciativa, a Avon tem investido fortemente no gerenciamento ambiental dos seus processos e políticas de negócios. Desde março, a companhia assumiu o “Compromisso Avon com o Papel”, delineando objetivos para redução do uso e para compra do papel de fontes certificadas.

    Sobre a TNC
    A TNC é uma organização mundial, líder na construção dos recursos naturais ecologicamente importantes para a natureza e as pessoas. Presente no Brasil desde 1988 tem a missão de conservar plantas, animais e ecossistemas que formam a diversidades de vida na terra, protegendo os recursos naturais necessários à sua sobrevivência. O programa de conservação para a Mata Atlântica e Savanas Centrais da TNC, estabelece parcerias com os diversos setores da sociedade a fim de proteger e restaurar áreas prioritárias dentro desses biomas. Para mais informações, acesse: http://www.nature.org/brasil

    CONTATOS:
    Lead Comunicação e Sustentabilidade:
    Marcela Ayabe – Tel. 11 31681412 r 29 / 11 87149786 – marcela@lead.com.br
    Luiz Soares – Tel. 11 31681412 r 18 / 11 87524637 – luiz@lead.com.br
    Mariana Salto – Tel. 11 31681412 r 14 – mariana@lead.com.br

    Sobre a Avon Brasil
    Presente no mundo há 124 anos, a Avon é a líder global em venda direta. A Avon atua em mais de 100 países e conta com 6,2 milhões de revendedores autônomos. No Brasil há 52 anos, com mais de 1,1 milhão de revendedores autônomos, eles interagem com milhões de brasileiros a cada 19 dias. A Avon Brasil possui uma fábrica na cidade de São Paulo e três Centros de Distribuição nos Estados de São Paulo, Ceará e Bahia. A empresa lançou no país em 2007 o Fundo Viva o Amanhã (www.vivaoamanha.com.br) e mantém há seis anos o Instituto Avon (www.institutoavon.org.br).

    INFORMAÇÕES À IMPRENSA
    CDN – Companhia de Notícias: http://www.cdn.com.br
    Jacqueline Pereira: jacqueline.pereira@cdn.com.br. Tel.: (11) 3643-2719
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    Avon – Relações com a Imprensa
    (11) 5546-7459

     
  • 20 set

    CBCS abre inscrições para o III Simpósio Brasileiro da Construção Sustentável 

    Sustentabilidade nos Negócios e Instrumentos de Mudança é o tema do III Simpósio Brasileiro da Construção Sustentável (SBCS10). O evento é promovido pelo CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, organização que congrega lideranças empresariais, pesquisadores, consultores e especialistas do setor. O Simpósio será realizado, em São Paulo, nos dias 8 e 9 de novembro, na Câmara Americana do Comércio (Amcham).

    Durante o Simpósio serão apresentados os principais trabalhos científicos no Brasil e na América Latina. O evento está estruturado em quatro painéis: Sustentabilidade nos Negócios; Otimização de Recursos; Sustentabilidade Habitacional Urbana; e Análise do Ciclo de Vida e Planejamento da vida útil como ferramenta de projeto. Estão previstas sessões paralelas para discussão de artigos científicos e workshops, além de cases empresariais da Camargo Correa, Holcim, Weber Quartzolit; e também da Caixa Econômica Federal.

    No dia 8 de novembro, segunda-feira, participam do painel Sustentabilidade nos Negócios o engenheiro Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Deliberativo do CBCS; Daniela de Fiori, vice-presidente de assuntos corporativos e sustentabilidade do Walmart Brasil e presidente do conselho do Instituto Walmart; e Christopher Wells, superintendente de risco socioambiental do ABN AMRO – Real. No painel Otimização de Recursos participam Charles Kibert, professor da escola de desenho, construção e planejamento da Universidade da Flórida; Martin Fischer, diretor do Centro para Sistemas de Engenharia Integrados (CIFE) da Universidade de Stanford; e Norbert Lechner, professor emérito do College of Architecture, Design and Construction da Auburn University.

    Para o painel Sustentabilidade Habitacional Urbana, no dia 9 de novembro, terça-feira, Alex Abiko, professor titular da Escola Politécnica da USP; Ivo Imparato, especialista urbano sênior para América Latina e Caribe do Banco Mundial; e Andrés Borthagary, diretor executivo do conselho de planejamento estratégico da cidade de Buenos Aires e diretor de projetos para a América Latina do IVM (Institute Ville en Mouvement) são os palestrantes convidados. Fecham a programação, no painel Análise do Ciclo de Vida e Planejamento da vida útil como ferramenta de projeto, Wayne Trusty, presidente da Athena Sustainable Materials Institute; Julien Hans, chefe da Divisão Ambiental do Centre Scientific et Technique du Batiment (CSTB); e Christer Sjöstrom, professor do Centre for Built Environment do Royal Institute of Technology, da University of Gävle, Suécia.

    Faz parte do evento a conferência internacional Sustainable Building 2010 Brazil (SB10Brazil), organizada pela Universidade de Campinas (Unicamp); Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes); e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); instituições que estão à frente das pesquisas científicas sobre o tema.

    Centenas de informações relativas à sustentabilidade na construção estão catalogadas no CBCS, organização que se tornou um dos principais indutores dessas práticas no país. Ações com esse objetivo são imprescindíveis à construção civil por ela ser responsável por considerável parcela do consumo dos recursos naturais do
    planeta e suas atividades apresentarem como característica intrínseca a geração de grandes volumes de resíduos.

    Inscrições e informações para o SBCS10:
    e-mail: eventossbcs2010@anggulo.com.br ou secretaria@cbcs.org.br
    site http://www.cbcs.org.br
    telefones: 11 3869 0791 e 3567 9233 ou email
    CBCS10 – Simpósio Brasileiro da Construção Sustentável
    Datas: 8 e 9 de novembro de 2010, segunda e terça-feira
    Horário: 7h30 às 18h
    Local: Rua da Paz, 1431 – Santo Amaro, São Paulo – SP (Amcham Business Center)

     
  • 19 set

    Stand By Me | Playing For Change | Song Around the World 

    Assista este vídeo e sinta a energia! È possível se unir pela paz e transformação quando se tem vontade de fazer acontecer. Aproveite!

     
  • 18 set

    A Dica de Leitura Política da Mudança Climática por Anthony Giddens 

    O clima de disputa geopolítica global tem se manifestado de maneira mais clara nos últimos anos, sendo a conferência de Copenhagen em 2009, a maior manifestação disto visto à decepção da incapacidade de se chegar a um acordo bilateral para o controle e redução das mudanças climáticas. Giddens, por outro lado, também fala com otimismo do fato de haver uma mobilização global no que diz respeito à redução do aquecimento global, dando os primeiros sinais de algo inédito na história, uma opinião pública internacional. Em relação ao movimento ambientalista, Giddens se posiciona contra o “radicalismo verde”, que busca a conservação absoluta das Florestas, apontando esse pensamento como um entrave para a contensão do aquecimento global, pois é preciso inovação tecnológica na busca de tecnologias sustentáveis para mitigar as causas do aquecimento global e transformar nossa economia em uma economia de baixo carbono. Por fim, Giddens, se mostra otimista, falando sobre as possibilidades de uma articulação global entre as nações para uma mudança em direção a um mundo sustentável. Anthony Giddens, um dos pensadores sociais mais importantes de nosso tempo, faz uma análise profunda, lúcida e, ao mesmo tempo, acessível sobre esse tema tão atual. Giddens trata a mudança climática sobretudo como uma questão política e defende que toda decisão deve observar o contexto econômico e geopolítico mundial.
     
  • 18 set

    Dica de Leitura “Caminho para um Mundo mais Sustentável” 

    O livro foi lançado em 2009 na Inglaterra, e em 2010 no Brasil, a maior parte de seu conteúdo foi escrita durante o desenvolvimento do Relatório em 2006. O Relatório Stern alertou sobre futuros impactos das mudanças climáticas na economia global, e ressaltou a importância das forças do mercado agirem para combater as mudanças climáticas, estabelecendo que um investimento de 1% a 2% do PIB Mundial poderia evitar uma perda de 20% num prazo de 50 anos. Porém, na época do lançamento de seu livro, Stern dizia ter subestimado as mudanças climáticas, sugerindo um aumento para 3% do PIB.

    STERN, Nicholas. “Caminho para um mundo mais Sustentável”. São Paulo: Campus, 2010
     
  • 13 set

    Parceiros do Akatu lideram ranking de transparência nos negócios 

    Notícias do Akatu / Sustentabilidade
    09/09/2010
    Bancos Itaú Unibanco e Bradesco e a CPFL Energia ocupam as três primeiras posições entre 31 entidades da Ibovespa analisadas pela Management&Excellence
    O Itaú Unibanco, parceiro pioneiro do Akatu, o Bradesco, parceiro estratégico, e a CPFL Energia, associada benemérita do instituto, ocupam o primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente, em um ranking anual que avalia a transparência das empresas que fazem parte do Ibovespa. O estudo é feito pela Management&Excellence (M&E) – escritório internacional de avaliação de sustentabilidade de empresas – com atuação no Brasil desde 2007.
    O estudo avaliou o desempenho de 31 empresas do Ibovespa em 123 critérios objetivos divididos em três áreas: Responsabilidade Social Corporativa, Governança Corporativa e Gestão Sustentável.
    Sob a ótica dos investidores, transparência significa menores riscos e maiores retornos. Assim, os investimentos são realizados com base nas informações disponíveis sobre aspectos sociais, ambientais e econômicos da empresa e do negócio.
    Itaú lidera ranking pelo 4º ano consecutivoDesde que a avaliação começou a ser feita em 2007, o Itaú Unibanco figura em primeiro lugar nas quatro edições anuais. Em 2010, mais uma vez, o banco é apontado como a empresa mais transparente do Ibovespa, com índice de 95,93% de critérios atendidos.
    Com 95,12% de critérios atendidos, o Bradesco ocupa a segunda posição do ranking, empatado com a Itaúsa, empresa do grupo Itaú que centraliza as decisões financeiras e estratégicas. A CPFL Energia se classificou na terceira posição com índice de 91,87%.
    “Esse é mais um ranking que comprova nosso foco na produção sustentável, contribuindo para gerar ainda mais valor aos nossos clientes e acionistas”, afirma Alfredo Setubal, vice-presidente e diretor de Relações com Investidores do Itaú Unibanco.
    Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, “este reconhecimento revela a crescente disposição das empresas em operarem de forma sustentável e, para isso, a transparência nos negócios é fundamental. O Akatu tem orgulho de ter como parceiras, empresas que incorporaram a sustentabilidade aos seus negócios.”
    A Braskem (parceiro mantenedor do Akatu), com índice de 82,93%, ocupa o nono lugar da lista e a Fibria (associada benemérita do Akatu) com índice de 81,30%, está na décima posição do ranking.
     
  • 5 set

    Sustentabilidade Empresarial – Guia de Práticas Economicas, Ambientais e Sociais 

    “Este livro continuaria sendo uma apostila se não fosse o patrocínio da Braskem S/A, do apoio técnico do Programa de Tecnologias Limpas e Minimização de Resíduos – Teclim/ Universidade Federal da Bahia através do projeto Prata da Casa: construindo podução limpa na Bahia; do Núcleo de Estudos Avançados do Meio Ambiente-Neama/ Centro de Recursos Ambientais-CRA e a dedicação de Mário Pino, Angela Teixeira, Rosana Cabral Zucolo, Lilian Reichert, Gabriel dos Anjos e Tássia Novaes.”
    Autor(es) : João Salvador Furtado
    As práticas sugeridas neste Guia são destinadas, essencialmente, para Empresas produtoras de bens e serviços que desejam caminhar em direção à sustentabilidade econômica, ambiental e social. Entretanto, as recomendações também servem para quaisquer outros tipos de Organizações, de direito privado ou público, aqui incluídas as agências reguladoras, instituições de ensino e pesquisa e as organizações do chamado Terceiro Setor(…) Sugere a necessidade de sólida construção de paradigmas e de conceitos e a execução de ações de curto, médio e longo prazo, bem como de opções estratégicas de implementação orientadas para incremento de práticas correntes ou para apredizagem organizacional global. Isto desloca o centro de atividade, usualmente atribuídos a unidade que cuidam de meio-ambiente, saúde e segurança, para todas as unidades administrativas e produtivas. Como resultado, propõe a eleboração de Visão e Princípios de Sustentabilidade incorporada à Missão Organizacional, devendo resultar na elaboração de Proposta de sustentabilidade, decorrente de ampla e profunda revisão do modelo de Governança, das práticas gerenciais e produtivas correntes e da construção de visão de futuro desejado.(…)
    Para adquirir o livro Sustentabilidade Empresarial, entre em contato com : suzete@teclim.ufba.brDados da conta para depósito :Fundação Escola Politécnica da Bahia – FEPCNPJ: 15.255.367/0001-23Banco BradescoC/C 5008-3Agência 2210-1
     
  • 5 set

    A cidade é símbolo de desenvolvimento, porém, seus problemas sociais e ambientais necessitam de intervenções pela Sustentabilidade. 

    Há tempos a cidade é um símbolo de progresso e desenvolvimento, no entanto, sempre marcada pela desigualdade, pela pobreza e pela poluição ambiental. As grandes cidades, ou as chamadas metrópoles compartilham este paradoxo : ser a mesmo tempo o centro do progresso, da tecnologia, do desenvolvimento e de graves problemas sociais e ambientais. A constante urbanização da sociedade é uma tendência global principalmente para os países em desenvolvimento. Por outro lado, a cidade sempre mantém relações com a sociedade e com o todo, e seu funcionamento é modificado quando há transformações também em seus elementos constituintes como poder, estado, agricultura comércio etc. Então, podemos dizer que as transformações da cidade não são os resultados passivos da globalidade social, de suas modificações, ela depende também das relações diretas entre pessoas e grupos que a compõem como (famílias, corpos organizados, profissões e corporações etc.).
    A cidade é, portanto, uma pluralidade de significações imaginárias e sociais, e sua produção e reprodução implicam em antagonismos como relações de complementaridade e concorrência, organização e auto–organização, regulação e auto-regulação que vão de encontro às necessidades de promoção de novas formas de sociabilidade propostas para as sociedades em redes.
    Uma das questões da cidade contemporânea são aspectos sobre as novas realidades urbanas após a globalização como por exemplo o fenômeno de uma urbanização sem urbanismo. A sociedade hoje, chamada sociedade do hipertexto, conectada em redes necessita urgentemente de um resgate a ética, moral para uma transformação em prol á sustentabilidade. Hoje, uma das questões principais da sustentabilidade nas metrópoles está relacionada à escassez da “água”, entretanto, a questão do saneamento já era apontada durante a revolução industrial como um dos principais desafios ao desenvolvimento das cidades e o que nós fizemos? Ocupamo-nos das margens dos rios e despejamos todo nosso esgoto sobre eles.
    São Paulo é um exemplo disso, quando foi projetada a construção de uma nova cidade ás margens do Rio Pinheiros onde através de um desenvolvimento do setor imobiliário foi realizada uma articulação para a transformação de bairros residenciais e fabris para o novo eixo econômico da cidade.
    No geral, os países desenvolvidos são todos predominantemente urbanos e o Brasil, só deixou plenamente de ser um país rural na década de 1970, com a constante migração para os grandes centros urbanos, no entanto, as cidades, não foram capazes de absorver toda essa população de migrantes, sendo que muitos acabaram sendo deixados em situação de vulnerabilidade em áreas de risco, outros se instalaram no centro dessas cidades, vivendo à margem da sociedade.

    A marginalidade urbana é também um subproduto da transformação na esfera do trabalho onde há uma polarização social e no caso de São Paulo este modelo é fractual e a presença da pobreza esta em toda cidade.

    Os governos e prefeituras responsáveis pelo planejamento urbano da cidade e dos seus espaços públicos, na maioria das vezes não conseguem absorver a expansão exponencial da cidade. Por isso, é de extrema importância as ações de intervenção no espaço urbano por organizações da Sociedade Civil, Fundações e Empresas.

    A região metropolitana de São Paulo, tem tido uma bela atuação de organizações em prol do desenvolvimento pleno da cidade, como a ONG Nossa São Paulo, o Instituto Polis, entre outras organizações sociais que têm atuado para amenizar as mazelas sociais urbanas e resolver questões sérias como violência, tráfico de drogas, acessibilidade etc.
    São Paulo, apesar de ser a cidade mais rica do país, no âmbito do urbanismo e do planejamento urbano está entre as cidades mais carentes, com a necessidade latente de uma reforma urbana ampla. Outras cidades como Curitiba, apresentam um planejamento urbano mais arrojado, principalmente devido à atuação do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, fundado em 1965, pelo então prefeito de Curitiba Ivo Arzua.

    A partir da década de 1980, com os conceitos de Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável, surgiu também o conceito de Desenvolvimento Urbano Sustentável e Planejamento Urbano para a Sustentabilidade. São ações e projetos que visam: reutilizar e regenerar áreas abandonadas e socialmente degradadas, evitar a expansão da cidade, priorizando desenvolvimento urbano dentro dos aglomerados, assegurando densidades apropriadas, assegurar a compatibilidade de usos entre edifícios e áreas urbanas, oferecendo equilíbrio entre empregos, habitação e equipamentos, dando prioridade ao adensamento residencial nos centros das cidades, assegurar conservação e renovação do patrimônio cultural urbano, e adotar critérios de desenho urbano e construção sustentáveis, com alta qualidade.

    Um bom exemplo de projeto voltado para o Desenvolvimento Urbano Sustentável é a Praça Victor Civita, em Pinheiros, São Paulo. Com o apoio do Itaú Unibanco, a área antes degradada e abandonada, foi revitalizada através de um projeto idealizado pelo Instituto Abril em parceria com órgãos das iniciativas pública e privada: Itaú, Even Construtora e Incorporadora, CETESB, Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, Levisky Arquitetos, Holcim Brasil, Carbone Construtora, CMS Engenharia, GTZ (Agência Alemã de Cooperação Técnica) e IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). O projeto transformou a praça em um “Espaço Aberto da Sustentabilidade”, que além de uma arquitetura moderna e revitalizadora, conta com uma série de medidas sustentáveis, como placas de energia solar com fins educativos; iluminação com leds, mais duráveis que lâmpadas comuns; sistema de tec garden com calhas para reaproveitamento da água da chuva; além de projeto paisagístico composto por diferentes espécies com funções orgânicas, utilizadas na produção de bicombustíveis, para efeito demonstrativo. São ações como essa que levarão a construção de cidades sustentáveis no Brasil, de extrema importância para o desenvolvimento do país, que tem projeções de se tornar uma das maiores economias do mundo num futuro não muito distante, e com a tendência a urbanização cada vez maior. Autora: Relações Públicas: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César

     
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