Atualizações de julho 2010 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 29 jul

    Seminário HiS Sustentável – Projeto da Habitação de Interesse Social Sustentável 

    INSCRIÇÕES GRATUITAS! VAGAS LIMITADAS
    Fone: 3259-6597

    19 de agosto de 2010 – 8h ás 14h

    PROGRAMAÇÃO
    8:00hs
    Credenciamento
    8:30hs Abertura:Eng. Lair Krähenbühl Secretário da Habitação do Estado de São Paulo e Presidente da CDHUArqta Rosana Ferrari – Presidente do IAB-SP Eng. Marcelo Takaoka – Presidente do CBCSMackenzie – Arqto Valter Caldana-Diretor de FAU Mackenzie
    PAINEL 1
    9:10hs Moderador:Arq.Paulo Lisboa /CBCS
    Debatedor:Arq. Silvio Santana/Mackenzie
    9:20hs Diretrizes de projeto para eficiência energética em edificações (Prof. Roberto Lamberts – UFSC/CBCS)9:40hs Diretrizes de projeto para uso racional de água em edificações (Prof. Orestes Marracine Gonçalves – Poli/ CBCS)
    10:00hs Diretrizes para a seleção de materiais e fornecedores(Prof. Vanderley John – Poli/CBCS)
    10:20hs Perguntas público
    10:50 hs Intervalo
    PAINEL 2
    11:20hs Moderador: Profa. Perola Felipete Brocaneli/ MackenzieDebatedor: arqto João Whitaker /vice presidente IAB SP
    11:30 hs Diretrizes de Inserção Urbana e o Projeto Urbanístico (Arqta Regina Célia de Almeida e Arqta Denise Ruprecht)12:00 hs Desenho Universal e Acessibilidade(Arqta Irene Rizzo – CDHU)
    12:15 hs Dimensão sócio-cultural do usuário(Economista Sandra Mendonça – CDHU e Arqta Viviane Frost – CDHU)
    12:45 hs Avaliação dos custos e a Sustentabilidade (Arqta Irene Rizzo – CDHU)
    13:00 hs – Perguntas público
    13:30 hs – Encerramento
     
  • 27 jul

    The Story of Cosmetics (2010) 

     
  • 25 jul

    Plataforma Cidades Sustentáveis 

    “A Plataforma Cidades Sustentáveis é fruto de uma parceria entre a Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, o Movimento Nossa São Paulo e a Fundação Avina com o objetivo de inspirar ações de gestores públicos, empresas e outras instituições através de um banco de práticas de experiências bem sucedidas em todo o mundo”.
    Veja a publicação sobre boas práticas no site:
    http://www.cidadessustentaveis.org.br/index.php

     
  • 22 jul

    INSCRIÇÕES ABERTAS! 

    2° Seminário – Uso Racional da Água e Habitação de Interesse Social no Estado de São Paulo

    O CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável e a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo estão promovendo o 2° Seminário sobre o Uso Racional da Água e Habitação de Interesse Social, o evento será realizado no dia 12 de agosto e é gratuito aos participantes. O objetivo é apresentar aos profissionais que trabalham com habitação de interesse social, construtoras, gerenciadoras, entidades, cadeia produtiva, gestores públicos, CEF, BNDS, universidades e concessionárias soluções na sustentabilidade da habitação de interesse social com foco no uso racional e conservação da água nos conjuntos habitacionais da SH/CDHU.

    A abertura do evento contará com a participação do Lair Krahenbul (Secretário de Habitação), Eduardo Trani (Chefe do Gabinete da Secretaria de Habitação CDHU),Marcelo Takaoka (Presidente do Conselho Brasileiro e Construção Sustentável) e João Abukater Neto ( Diretor Técnico da CDHU).

    Programação Seminário:

    Parte 1 – 9h30 ás 12h30

    Importância da Àgua no Contexto Urbano
    Orestes Marracini Gonçalves – Conselheiro CBCS / Prof. Escola Politécnica USP

    Saneamento Básico e a Sustentabilidade
    Ricardo Toledo Silvia – Secretario Adjunto de Saneamento e Energia de São Paulo

    Gestão de Água Pluvial no Meio Urbano
    Mario Thadeu Leme de Barros – Prof. Escola Politécnica USP(sistema de retenção de águas urbanas)

    Soluções Ambientais com Foco na Água
    Wolney Castilho Alves – Engenheiro IPT

    Experiência do CDHU com a Gestão de Água
    Altamir Tedeschi – Arquiteto CDHU

    Debate

    12h30 ás 14h

    Parte 2 – 14h ás 16h

    Programas de Conservação da Água
    Carla Sautchúk – Gerente de Conservação de insumos da Tesis e Conselheira da Ong Água e Cidade (uso racional de água, aproveitamento, Pura, equipamentos economizadores, resultado pura escolas municípios) Sistemas de medição individualizada em edifícios

    Sistemas de Medição Individualizada em Edifícios
    Lúcia Helena de Oliveira – Profa. Escola Politécnica

    Gestão de Água Pluvial
    Marina Ilha – Profa . FEC UNICAMP

    Manejo de Águas Pluviais: Qualidade, Quantidade, Ecossitemas Aquáticos
    Plínio Tomaz – Prof da Faculdade de tecnologia de São Paulo – FATEC

    Educação Ambiental com Foco no Uso da Água
    Wilson Passeto – Diretor da Água e Cidade

    Debate

    Encerramento

    Serviço:
    Data: 12 de agosto de 2010
    Horário: 9h30 ás 16h
    Inscrições Gratuitas no Site: http://www.habitacao.sp.gov.br
    Local: Rua Boa Vista, 170 – Auditório Mezanino ( próximo a Estação São Bento do Metrô)

    Sobre o CBCS

    O Conselho Brasileiro de Construção Sustentável foi constituído em agosto de 2007 como uma OSCIP com o objetivo de induzir o setor da construção a utilizar práticas mais sustentáveis que venham melhorar a qualidade de vida dos usuários, dos trabalhadores e do ambiente que cerca as edificações. O Conselho é resultado da articulação entre lideranças empresariais, pesquisadores, consultores, profissionais atuantes e formadores de opinião.

    O CBCS se relaciona com importantes organizações nacionais e internacionais que se dedicam ao tema, sob diferentes perspectivas, a partir da ótica ambiental, de responsabilidade social e econômica dos negócios. Além disso, os comitês temáticos que estão em funcionamento, debatem e indicam boas práticas para as áreas mais prementes da edificação, como a de Energia, Água, Materiais, Projetos, Avaliação de Sustentabilidade além de questões econômicas e financeiras.

     
  • 20 jul

    MÊS DA TERRA WALMART 

    Campanha leva produtos com diferenciais em sustentabilidade às gôndolas e prevê vendas até 50% superiores nos itens participantes.

    São Paulo, julho de 2010 – O Walmart promove até o final do mês de julho, em parceria com 20 de seus maiores fornecedores, uma campanha em prol de consumidores mais conscientes sobre seu papel na conservação do planeta.

    A Campanha do Mês da Terra conta com mais de 60 produtos desenvolvidos de maneira a minimizar seu impacto no meio ambiente, sem custar mais por isso. Os itens tem, no máximo, o mesmo preço do similar. Grande parte tem preços menores. Em um espaço diferenciado da loja para sua exposição, os produtos serão classificados em seis categorias, que representam seu diferencial sustentável, de forma a informar o consumidor, dando-lhe subsídios para a escolha mais responsável; além é claro de não prejudicar o seu bolso.

    · Os produtos concentrados utilizam embalagens menores e menos água para a sua produção, sem comprometer a qualidade do produto.
    v Exemplos: Amaciantes de roupa Comfort e Fofo e Detergente líquido para roupas Omo.

    · Em fórmula sem fosfato há opções de detergentes em pó sem esse componente em sua formulação. O fosfato é responsável pela proliferação de algas em corpos hídricos que reduzem o nível de oxigênio nas águas, prejudicando toda a vida aquática.
    v Exemplos: Detergente em pó.

    · Produtos orgânicos são aqueles que garantem a não utilização de agrotóxicos sintéticos e que utilizam práticas sustentáveis de manejo agrícola em seu processo de produção.
    v Exemplos: Toddy Orgânico, geléia Orgânica Sentir Bem, Café Solúvel e Café Torrado e Moído Sentir Bem, Chá Matte Leão e Azeite de oliva Sentir Bem.

    · Embalagem reduzida engloba diversas categorias de produtos que mantém a quantidade e qualidade original, mas reduzindo a matéria prima necessária para sua embalagem e otimizando em até 20% a eficiência em seu transporte.
    v Óleos Liza, Água sem Gás Pureza Vital, Pampers Total Confort, Neve 32 rolos e Band-Aid.

    · No mote Economia de água a rede destaca eletrodomésticos que agregam tecnologia em favor da redução de água durante o seu processo de produção e de uso. Em alguns itens, a economia de água pode chegar a 80%.
    v Lavadoras Eletrolux, Karcher de alta pressão e Lava-louça Bratemp

    · E em Matéria-prima mais sustentável encontramos produtos que utilizam matérias primas e materiais mais sustentáveis na sua composição ou embalagem, especialmente aquelas ligados ao uso de materiais reciclados pré e pós-consumo, além de novas tecnologias, como o plástico produzido de cana de açúcar.
    v Coca-Cola Plant Bottle, Melitta Eco, Café do Ponto Safra Social, Linha de Aveias Sentir Bem, Escova Eco Reach, Neve Naturali Compacto, Papel A4 Reciclato e Report Carbono Zero.

    Presente em todas as nove bandeiras do Walmart Brasil – Walmart, Todo Dia, SAM´S CLUB, Bompreço, Hiper Bompreço, BIG, Mercadorama, Nacional e Maxxi Atacado – a campanha, que teve início no ano passado ainda como uma ação pontual, ganhou volume e importância neste ano, e agora se transformou em uma campanha permanente.

    “Esse é um bom exemplo de como a indústria e o varejo podem trabalhar juntos para a educação e, quem sabe, na transformação do hábito de compra dos consumidores, na escolha por itens mais sustentáveis”, diz Marcelo Vienna – Vice Presidente Comercial do Walmart Brasil.

    Nas lojas, a comunicação para o consumidor destaca que os preços desses itens são iguais ou mais baixos que seus similares convencionais – e algumas vezes trata-se até mesmo do próprio produto líder de mercado, modificado – além de elencar seus benefícios ao meio ambiente. Os produtos do Mês da Terra também têm informação clara e direcionada ao consumidor, de quais benefícios trazem em favor do planeta.

    A expectativa é que as vendas dessa seleção de itens cresçam acima de 50%, durante a campanha. “Mais do que incrementar a venda desses produtos, nossa expectativa é elevar seu patamar e fazer com que o consumidor faça a troca e migre para uma lista de compras cada vez mais consciente”, completa Vienna.

    A partir do dia 12 de julho o e-commerce do Walmart (http://www.walmart.com.br) também estará vestido com a campanha e os produtos participantes em sua loja virtual, com destaque para a nova linha E-solidário.

    Seguindo a diretriz da empresa de inserir a Responsabilidade Social e Ambiental em seu negócio, uma parceria com a Solidarium levará aos consumidores produtos desenvolvidos por diversas comunidades brasileiras. São itens de decoração e design feitos artesanalmente em todas as regiões do país. “A sustentabilidade já faz parte da nossa estratégia de negócio e está inserida nas nossas relações comerciais, nas nossas construções e em todas as nossas iniciativas. Vender produtos mais sustentáveis e com apelo social e, com isso, contribuir para o desenvolvimento das comunidades se encaixa perfeitamente na nossa maneira de ver a sustentabilidade de maneira ampla, completamente inserida no negócio”, diz Flávio Dias, diretor de e-commerce do Walmart Brasil.

    SUSTENTABILIDADE

    O Mês da Terra está alinhado com o extenso programa de sustentabilidade do Walmart Brasil, na plataforma de produtos ecologicamente mais eficientes e clientes conscientes.

    Desde 2005, quando a sustentabilidade começou a permear todas as ações da companhia e entrou na estratégia de negócio da rede em todo o mundo, o Walmart Brasil vem desafiando seus fornecedores a adotarem práticas de responsabilidade social e a desenvolverem produtos cada vez mais sustentáveis, que agridam menos o meio ambiente.

    Em janeiro deste ano, o Walmart Brasil apresentou um projeto pioneiro: o “Sustentabilidade de Ponta a Ponta”. Fruto de parceria com grandes fornecedores, o projeto analisou em detalhes a produção de alguns itens – da matéria prima ao descarte – para fazer transformações simples que mostram grande resultado na preservação de recursos naturais.

    A idéia do projeto foi desenvolver produtos, linhas de produtos ou categorias que considerem e reduzam seus impactos socioambientais durante seu ciclo de vida e que, além disso, possa servir de modelo para o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis. O papel do Walmart foi garantir suporte técnico – representado pelo CETEA – Centro de Tecnologia de Embalagens – para todo o processo de desenvolvimento do produto, avaliando a aplicabilidade do aspecto sustentável do início ao fim da cadeia produtiva.

    O projeto “Sustentabilidade de ponta a ponta” , que teve inicio em 2008, durou 18 meses e contou com reuniões mensais que envolviam o mapeamento da cadeia produtiva do produto, identificação de oportunidades de otimização e reduções de impactos ao meio ambiente em cada ciclo de seu desenvolvimento, além de mais de 3000 horas de consultoria técnica , com reuniões entre o fornecedor, o Walmart e o CETEA. O resultado não poderia ser melhor. Ao final da proposta, 10 produtos de liderança no mercado foram criados e agora fazem parte do mix de itens oferecidos nas lojas da rede, com preço acessível e diferencial em sustentabilidade.

    Walmart Brasil – Assessoria de Imprensa
    Simone Cardoso – (11) 2103-5536 – simone.cardoso@wal-mart.com
    Cristina Cassis – (11) 2103-5103 – cristina.cassis@wal-mart.com

    Visite o nosso site: http://www.walmartbrasil.com.br
    Twitter Imprensa Walmart: http://www.twitter.com/imprensawalmart

     
  • 19 jul

    Pesquisa com 1.483 empresas mostra evolução de práticas sustentáveis nas organizações 

    Levantamento faz parte do Programa Sustentabilidade na Prática – Caminhos & Desafios, realizado pelo Santander Brasil

    Respostas mostraram avanços nos oito temas avaliados e identificaram 890 tipos de dificuldades

    Durante quase três anos, o Programa Sustentabilidade na Prática – Caminhos & Desafios, do Santander, realizou seminários e encontros com empresas de vários setores para trocar conhecimento sobre sustentabilidade. Nesse período, o total de participantes chegou a nada menos do que 1.483 organizações. Diante de um universo tão grande e diverso, o banco buscou identificar os resultados e diagnosticar os pontos críticos por meio da aplicação de questionários semestrais. As respostas mostraram que, ao longo do tempo, as empresas se tornaram mais comprometidas com o desenvolvimento sustentável, mais criteriosas em aspectos socioambientais na contratação de fornecedores, mais respeitadoras da diversidade e mais transparentes.
    “Trabalhar tão a fundo com um número tão grande de empresas foi uma oportunidade única – quase impensável no mercado – de conhecer o estágio em que se encontra a aplicação da sustentabilidade nos negócios Brasil afora. Para os participantes também foi algo de grande valor, porque eles recebiam relatórios customizados que os ajudavam a conhecer suas próprias deficiências; além disso, tinham a possibilidade de traçar paralelos com outras organizações e transportar a aplicações de soluções sustentáveis para seus próprios negócios”, diz Maria Luiza Pinto, diretora executiva de Desenvolvimento Sustentável do Santander.
    A metodologia escolhida previa a utilização do mesmo questionário nos três momentos em que a pesquisa foi realizada – durante o curso, seis meses após o curso e um ano após o curso. Nesse material, as perguntas seguiam oito grandes temas: Interesse em sustentabilidade; Gestão e Governança; Visão, Missão e Valores; Negócios e Clientes; Funcionários; Fornecedores; Meio Ambiente; e Ação Social. Os respondentes avaliavam como nota 5 o conceito “Reflete totalmente a realidade da empresa” e nota 1 “não reflete em nada a realidade da empresa.
    Computados todos os dados, o levantamento mostrou que o interesse por sustentabilidade cresceu em todos os andares da pirâmide nas organizações. Na alta gerência, saltou de 65% para 82%; na média gerência, começou em 50% e fechou em 72%; e, entre os funcionários que não são gestores, na primeira pesquisa pulou de 35% para 58%. “Este é um ponto a se comemorar, já que não basta haver comprometimento da alta-direção para que uma empresa adote práticas sustentáveis profundas; é necessário disseminar o conhecimento sobre o assunto e contar com o apoio de toda a organização, o que é uma tarefa bastante desafiadora”, continua a executiva.
    O item que teve ascensão mais rápida em todo o levantamento, contudo, foi a inserção da sustentabilidade na Visão, na Missão e nos Valores das empresas. Na primeira pesquisa, 40% declaravam já ter feito essa incorporação. Seis meses depois, eram 61%. E, finalmente, na última aplicação do questionário, salto para 68%. Velocidade parecida na implementação de medidas sustentáveis, aliás, foi verificada dentro de Gestão e Governança. A existência de fóruns para a discussão do assunto, por exemplo, cresceu 127% em um ano, saindo de 16% e indo a 39%.
    Já em Negócios e Clientes, os resultados mostraram ritmo acelerados em alguns aspectos e lento em outros. Em relação a produtos e serviços, as premissas apresentadas evidenciaram que o desenvolvimento sustentável estava no radar de um terço das organizações. Doze meses depois, o número já havia dobrado. O desempenho foi menos expressivo nas ações de engajamento de clientes. O patamar começou baixo (21%) e subiu pouco (para 33%).
    Se na comunicação com o público externo o avanço não se mostrou tão grande, com relação ao público interno o desempenho foi melhor. O item “Existem treinamentos de sustentabilidade para os funcionários” registrou 18% no início e 41% no final. Destaque também para outro aspecto voltado aos colaboradores: os programas de valorização de diversidade, que antes estavam presentes em apenas 26% das empresas, pularam para 45%.
    Como se sabe, o compromisso com a sustentabilidade, para ser completo, não pod ficar restrito a funcionários e consumidores: tem de percorrer toda a cadeia de valor. Isso inclui olhar com cuidado para os fornecedores que uma empresa contrata e desenvolver trabalho de engajamento com eles. A adoção de critérios socioambientais na escolha desses prestadores de serviço ainda não chega à metade do universo de 1.483 empresas, mas mostra crescimento contínuo. Na primeira pesquisa, 19%; na segunda, 34%; e na última, 44%.
    A pesquisa também abordou questões relativas ao meio ambiente – e mostrou que nesse campo já há algumas iniciativas relativamente consolidadas. A presença de coleta seletiva, por exemplo, começou em um patamar alto, de 60%, e fechou um pouco acima, em 69%. Os resultados no item “A empresa monitora a redução de seus impactos ambientais com metas específicas”, por sua vez, tiveram desempenho contrário: iniciaram em nível baixo (34%) e cresceram rapidamente (fechando em 51%).
    Embora vários temas tenham apresentado resultados positivos, Ação Social foi considerado pelos entrevistados o campo de maior sucesso entre os oito pesquisados. Do total, 75% das empresas já acusam investimento em projetos sociais. Curiosamente, apenas 25% divulgavam suas ações. Agora, já são 47%.
    Além de identificar em quais desafios as empresas estão se saindo melhor, a pesquisa ajudou a mostrar quais são os maiores entraves na busca pelo desenvolvimento sustentável. No balanço das pesquisas realizadas entre o segundo semestre de 2008 e o mesmo período de 2009, foram feitas 890 menções de dificuldades percebidas. Agrupadas em 28 itens, as respostas representam uma radiografia das questões que mais dificultam a incorporação da sustentabilidade no mundo corporativo. Os pontos considerados críticos foram o processo de conscientização e mudança de cultura interna, com 13% das menções, o engajamento dos colaboradores, 10%, e a falta de envolvimento da alta direção(9%).
    “Esse trabalho continuado de troca de experiências e de auto-conhecimento das empresas permite que uma ajude a outra a implantar soluções sustentáveis inovadoras. Esperamos que os resultados continuem melhorando e que mais empresas participem para poderrm replicar suas novas experiências a outras redes”, conclui Maria Luiza.

     
  • 19 jul

    GRUPO PÃO DE AÇÚCAR E NOKIA LANÇAM ALO RECICLE 

    Programa de reciclagem de celular contará com campanha de incentivo

    São Paulo, 18 de julho de 2010 – O Grupo Pão de Açúcar e a Nokia do Brasil unem seus conhecimentos e experiências na área de sustentabilidade para lançar o ‘Alo Recicle’, um programa de reciclagem de celulares, acessórios e baterias. Inicialmente, a parceria estabelece a instalação de pontos de arrecadação em 41 lojas das redes Pão de Açúcar e Extra, no estado de São Paulo, e cidades de Salvador e Fortaleza (*).

    A ideia da Nokia de criar um amplo programa de reciclagem de celulares no país surgiu após pesquisa realizada pela empresa, em 2008, com a participação de 6.500 pessoas de 13 países, incluindo o Brasil. Segundo o estudo, apenas 3% das pessoas no mundo costumam reciclar seus celulares usados. No Brasil, o número é ainda menor: apenas 2%. A maior parte dos usuários guarda os aparelhos antigos em casa, sem uso. Três em cada quatro consumidores nem mesmo cogitam a reciclagem e quase a metade dos entrevistados ainda não sabe que isso é possível.

    Estimativas da empresa apontam que se todos os cerca de 4,8 bilhões de usuários no mundo devolvessem pelo menos um aparelho em desuso, seria possível economizar 380 mil toneladas de matéria-prima e reduzir a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas. Um aparelho celular é composto por 45% de plástico; 35% de metais; 10% de vidro e cerâmica; 9% de bateria; 0,11% de materiais preciosos e 0,9% de outros materiais. A reciclagem possibilita a economia de energia, de produtos químicos e resíduos. De 65 a 80% dos materiais de um aparelho podem ser reciclados, mas até 100% podem ser recuperados, se transformados em outros produtos e na geração de energia.

    O Grupo Pão de Açúcar, por sua vez, tem protagonizado as iniciativas de reciclagem no varejo brasileiro. Desde 2001, a empresa mantém Estações de Reciclagem em suas lojas, iniciativa que já soma 197 pontos para depósito de papeis, metais, vidros e plásticos, além de óleo de cozinha usado, em 31 municípios brasileiros. A empresa também conta com Caixas Verdes, o programa de reciclagem pré-consumo para arrecadação de embalagens no caixa, no ato da compra.

    Para Hugo Bethlem, Vice Presidente Executivo do Grupo Pão de Açúcar, é fundamental que os setores se unam e possam replicar as boas práticas. “A parceria com a Nokia reforça a preocupação das duas empresas em informar ao consumidor a importância de adotar hábitos sustentáveis no dia-a-dia e criar soluções que facilitem seu engajamento”, afirma. Ele lembra que os pontos de coleta envolvem locais de uso freqüente e fácil acesso, no caso, as lojas de super e hipermercados do Grupo Pão de Açúcar.

    Luiz Xavier, Diretor de Care da Nokia do Brasil, destaca que o programa está começando com 41 pontos de coleta, mas deve ser ampliado ainda este ano, chegando a 130 lojas da Rede Pão de Açúcar. “Pretendemos em conjunto com o Grupo Pão de Açúcar criar uma grande rede e transformar o Alô Recicle em um dos maiores projetos de reciclagem de telefones celulares do país”, afirma. O executivo explica que o projeto é uma extensão local do programa We:Recicle, que a empresa mantém globalmente. Além de reciclagem, a Nokia mantém diversas políticas de preservação do meio ambiente no mundo todo, com foco em gerenciamento de energia e substâncias.

    COMO FUNCIONA O ALÔ RECICLE

    Os pontos para descarte dos aparelhos, baterias e acessórios estão instalados em locais de fácil acesso no interior das lojas. Todos os materiais coletados serão recolhidos pela Nokia do Brasil e encaminhados para um centro de triagem na cidade de São José dos Campos, interior paulista. De lá, seguirão para o exterior – as baterias encaminhadas para um parceiro da operação na Cidade do México e restante do material reciclado vai para Chicago, nos Estados Unidos.

    As matérias primas coletadas se transformam em novos produtos, tais como brinquedos, eletrônicos, produtos odontológicos e até pavimento asfáltico.

    CAMPANHA DE INCENTIVO

    Para dar inicio a ação e estimular a reciclagem de celulares, durante um mês (até 18 de agosto), acontece a campanha “Troca com Troco”. A mecânica prevê que na troca do aparelho usado por um novo, os clientes que levarem seus celulares antigos para reciclagem terão descontos de R$ 15 (qualquer marca) e R$ 30,00, no caso de um celular Nokia de valor superior a R$ 149,00. A ação é válida para as 41 lojas participantes do projeto.

    Para garantir o entendimento e o engajamento dos consumidores, as duas empresas também trabalham em uma campanha informativa sobre a importância da adoção da prática da reciclagem, seus impactos e como os consumidores podem contribuir evitando o descarte inadequado dos aparelhos e com a preservação do meio ambiente, com destaque para os lençóis freáticos, solos e rios, fortemente prejudicados pela contaminação de resíduos, como PVC e o bromo.

    Site da campanha – http://www.nokiatrocacomtroco.com.br

    GRUPO PÃO DE AÇÚCAR
    Pioneiro no setor varejista de alimentos no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar é hoje a maior empresa de varejo do País com mais de 1.080 lojas, entre super e hipermercados, além de postos de combustíveis e drogarias. A companhia mantém operações em 18 estados de todas as regiões do Brasil e Distrito Federal, totalizando mais de 1,7 milhão de m² de área de vendas e 80 mil colaboradores. Ao se unir a Casas Bahia, a empresa passará a ser o maior empregador privado do País, com mais de 140 mil funcionários. Para garantir a atuação no mercado e atender às diferentes necessidades e expectativas dos consumidores, a empresa mantém uma estrutura multiformato com os modelos: supermercados (Pão de Açúcar, Extra, CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra), lojas de bens duráveis (Ponto Frio, Extra-Eletro), lojas de conveniência (Extra Fácil) e atacarejo (Assai Atacadista). A companhia também atua no comércio eletrônico nas áreas de alimentos, através do site http://www.paodeacucar.com.br, e não alimentos, com os sites http://www.extra.com.br e http://www.pontofrio.com.br. Uma vez implementada a associação com Casas Bahia, também passará a atuar através do site http://www.casasbahia.com.br.

    SOBRE A NOKIA

    Na Nokia, estamos comprometidos em conectar pessoas. Combinamos tecnologia avançada com serviços personalizados que permitem aos nossos consumidores estar próximo do que realmente importa a eles. A cada dia, mais de 1,2 bilhão de usuários se conectam com um Nokia – desde celulares até smartphones e computadores de alta performance. A Nokia integra seus aparelhos com serviços inovadores por meio de Ovi (http://www.ovi.com), incluindo música, mapas, aplicativos, e-mail e muito mais. A NAVTEQ é líder global em mapas digitais e soluções de navegação, enquanto a Nokia Siemens Networks fornece equipamentos e serviços para redes de comunicação. Para mais informações, acesse http://www.nokia.com.br. Os produtos Nokia também podem ser adquiridos em nokia.com.br/loja.

    (*) Relação de Lojas Participantes:
    Extra: São Paulo Cidade Dutra, Anhanguera, Nova São Miguel, Santo Amaro, Penha (2), Aricanduva (2), N. Senhora da Lapa, Interlagos, Guaianazes, Anchieta, Guarapiranga, Tatuapé, Aeropoto, Guarulhos Centro, João Dias, Interlagos, Brigadeiro, São Miguel, Itaim Paulista, Freguesia do Ó, Sorocaba, Diadema, Praia Grande, S. Bernardo, Santo André, Mauá, Santos, Taboão da Serra, Raposos Tavares e Carapicuíba;
    Pão de Açúcar: Vila Clementino e Jabaquara. Mais informações: 08007732732
    Fortaleza: Montese,Fortaleza, Parangaba e Aguanambi;
    Salvador: Paralela, Rótula e Vasco da Gama. Mais informações : 0800115060

    Informações para a imprensa:

    Grupo Pão de Açúcar
    Paula Pedrão/ Caroline Colunna
    11 3886-0465/ 0926
    Siga-nos do Twitter! – http://www.twitter.com/assessoriagpa

    Nokia
    Rodrigo Padron – rodrigo.padron@lvba.com.br – 11 3039.0669Luís Joly – luis.joly@lvba.com.br – 11 3039.0677Thais Cerioni – thais.cerioni@lvba.com.br – 11 3039.0663Vitor Vieira – vitor.vieira@lvba.com.br – 11 3039.0695

    Caroline Colunna
    Tel: 11-3886-0926caroline.colunna@grupopaodeacucar.com.br

     
  • 16 jul

    Está cada vez mais difícil achar água potável 

    Opinião / Sustentabilidade
    15/07/2010

    “Para enfrentar de forma efetiva o problema da crescente crise da água será preciso vincular o seu uso à atenção ao meio ambiente.”

    Por Vinod Thomas e Ronald S. Parker*A tarefa de fornecer água de boa qualidade onde ela é necessária está se tornando cada vez mais difícil em todo o mundo. Nas últimas décadas, os países têm feito investimentos em infraestrutura para aliviar a escassez, mas até agora, na maioria dos casos, a resposta a essa questão deixou de considerar o problema suscitado pela deterioração que os recursos hídricos vêm sofrendo. Para enfrentar de forma efetiva o problema da crescente crise da água será preciso vincular o seu uso à atenção ao meio ambiente.Em muitos lugares, mesmo onde a água ainda é abundante, a destruição ambiental tornou caro demais o seu uso. Em outros que desfrutam um bom suprimento de água, ela é usada de maneira imprópria. As prioridades podem ficar de tal modo viciadas que, embora as cidades continuem desesperadas à procura de água, agricultores estão irrigando árvores frutíferas ou plantações de algodão no deserto. Ainda menos aceitável é que a água potável esteja sendo usada para manter jardins e campos de golfe, enquanto os pobres urbanos são forçados a pagar caro por ela, a qual compram em baldes.Por causa disso, cerca de 700 milhões de pessoas em mais de 40 países são afetadas pela escassez. A intromissão humana nos ambientes hídricos é também um problema crescente. Até 2030 a Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que 75% da população mundial estará vivendo em áreas costeiras, pondo em risco as terras úmidas que ajudam a limpar o ambiente aquático, além de expor centenas de milhões de pessoas aos riscos relacionados com a água associados às mudanças climáticas.O Banco Mundial é o maior financiador oficial de investimentos em água nos países em desenvolvimento. Os compromissos de empréstimo na última década somaram por volta de US$ 55 bilhões, com a China e a Índia no topo da lista de mutuários, seguidas pelo Brasil e pela Indonésia. Os projetos hídricos, cobrindo da irrigação e da hidroenergia à gestão de mananciais e vias aquáticas interiores, mostraram nos últimos anos maior sucesso do que outros setores na realização de seus objetivos.Perdura, no entanto, o desafio de atender às atuais necessidades de água e implantar, ao mesmo tempo, estratégias inovadoras para tomar em conta as futuras necessidades. As áreas de ênfase caem em cinco campos principais ao longo do eixo do desenvolvimento aquático e da gestão ambiental.Primeiro, o grupo que mais sofre a escassez de água consiste de 45 países, dos quais 35 são da África, que tem pouca. É necessário que a sustentabilidade hídrica se torne central nos seus planos de desenvolvimento, com medidas dimensionadas para atender às suas necessidades urgentes. Mesmo países ricos em água, como o Brasil ou a Tailândia, podem vir a enfrentar deficiência, ao caírem os níveis em represas e de fontes naturais.Segundo, os lençóis aquáticos subterrâneos estão cada vez mais ameaçados por exploração excessiva, fluxos ambientais inadequados e contaminação. O esgotamento mais grave de águas subterrâneas ocorre no Oriente Médio, no norte da África e no sul da Ásia. Os esforços necessários abrangem monitoramento da qualidade da água, melhoramento dos aterros sanitários e redução da infiltração de águas superficiais contaminadas nos lençóis freáticos.Terceiro, a restauração de ambientes degradados pode ter grandes impactos. Um projeto de proteção de terras úmidas costeiras no Vietnã, por exemplo, ajudou a reduzir a área de erosão costeira em nada menos que 40%.Quarto, as Nações Unidas estimam que 1,8 bilhão de pessoas ainda não terá acesso ao saneamento básico em 2015. Será preciso colocar mais ênfase não somente em soluções de baixo custo no saneamento básico, mas também em ligações domiciliares aos sistemas sanitários. Entre os países em desenvolvimento, registrou-se o maior progresso na Ásia oriental.Quinto, os investimentos em abastecimento de água precisam ser combinados com a gestão da demanda. A agricultura é a maior usuária na maioria das situações, nas quais tecnologias que melhoram a eficiência não são suficientes para melhorar o uso da água. Uma recuperação de custos maior em projetos hídricos seria útil. Estabelecer cotas e forçar o seu uso no consumo de água, um enfoque relativamente recente, merece cuidadosa avaliação.Mesmo quando são reconhecidas, tem sido difícil converter tais prioridades em ação. Quando os atores-chave se sentam à mesa para negociar a distribuição de água, o meio ambiente fica esquecido. Raramente existe apoio à recuperação de um aquífero em declínio se ainda se pode extrair água dele, à restauração de faixas úmidas protetoras ou à manutenção de um fluxo suficiente num rio, para que a fauna silvestre possa sobreviver e a intrusão salina, ser prevenida.O apoio político à reforma é muitas vezes dificultado por graves lacunas na compreensão da situação hídrica de um país. Melhores dados, monitoramento sistemático e divulgação dos achados são essenciais para a mobilização de recursos e a ação. O compartilhamento de conhecimentos apoia, assim, os desembolsos financeiros e possibilita melhores resultados no terreno.Uma maneira de abrir uma janela de oportunidade seria apoiar processos de monitoração que mandam informações relevantes aos interessados públicos e privados. O exemplo do Brasil mostra que, tornando dados de água disponíveis para o público na internet, isso ajuda a aumentar a preocupação dos interessados, o que também ajuda a mobilizar a vontade política necessária para confrontar problemas de águas arraigados.*Respectivamente, diretor-geral e consultor no grupo independente de avaliação do banco mundial (Washington D.C.). Este artigo foi publicado originalmente no jornal O Estado de São Paulo.
     
  • 13 jul

    A nova corrente verde: A biodiversidade começa a entrar em agendas corporativas 

    Empresas com “impacto líquido positivo” sobre a diversidade biológica são campeãs em um mundo de recursos naturais limitados
    Um em cada quatro presidentes de empresas vê as perdas da biodiversidade como uma questão estratégica delicada para o crescimento dos negócios: Presidentes africanos e latino-americanos são os mais preocupados com os impactos das perdas da biodiversidade nas perspectivas de crescimento de negócios.
    A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB) para o setor de negócios
    13 July, 2010 – Empresas líderes de países ricos em biodiversidade que apresentam economias em desenvolvimento estão preocupadas com as perdas de “capital natural”, como destaca o relatório lançado hoje.Mais de 50 por cento dos presidentes executivos entrevistados na América Latina e 45 por cento na África, enxergam os declínios na biodiversidade como um desafio para o crescimento das empresas. Em contraste, menos de 20 por cento de suas contrapartes na Europa Ocidental dividem essas preocupações.As descobertas, compiladas pelo estudo “A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade” (TEEB, na sigla em inglês) indicam que os chefes das empresas que não conseguem incluir o manejo sustentável da biodiversidade como parte dos seus planos de negócios podem encontrar-se cada vez mais fora de sintonia com o mercado.Outra pesquisa recente, também destacada no relatório TEEB para o setor de negócios, mostra o interesse crescente entre os consumidores – com 60 por cento dos questionados na América e na Europa e mais de 90 por cento no Brasil conscientes sobre a perda de biodiversidade.Mais de 80 por cento dos consumidores entrevistados disseram que parariam de comprar produtos de empresas que não levam em conta as considerações éticas em suas práticas de aquisição de produtos e serviços de fornecedores externos.O relatório TEEB para o setor de negócios indica que a análise de grandes empresas e seus impactos sobre o capital natural do mundo deverá se intensificar conforme o surgimento de melhores estimativas e avaliações.A TruCost consultoria, sediada no Reino Unido, em nome dos Princípios da ONU para o Investimento Responsável, está determinada a publicar um estudo sobre as atividades das 3.000 maiores empresas listadas do mundo, estimando que seus impactos negativos somam cerca de $2.2 trilhões de dólares anualmente.Pavan Sukhdev, líder do estudo TEEB e chefe da Iniciativa Economia Verde do PNUMA, disse: “Por meio do trabalho do TEEB e de outros projetos semelhantes, a importância econômica da biodiversidade e dos ecossistemas está ganhando visibilidade. É evidente que algumas empresas em determinados setores e continentes estão ouvindo e agindo sobre essa mensagem, a fim de construir um século XXI de empresas mais sustentáveis”.O relatório lançado hoje, intitulado TEEB para o setor de Negócios – que faz parte de um conjunto de relatórios a serem lançados no Ano Internacional da Biodiversidade -, convida as empresas a adotar conceitos como “Sem Perdas Líquidas” (No Net Loss), “Neutralidade ecológica” e “Impacto Líquido Positivo” sobre o meio ambiente.Achim Steiner, Sub-Secretário-Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, declarou: “Estamos entrando em uma era em que a perda de vários trilhões de dólares em recursos naturais e baseados na natureza estão começando a moldar os mercados e as preocupações dos consumidores. A maneira como as empresas respondem a esses riscos, realidades e oportunidades está, cada vez mais, definindo a sua rentabilidade, o perfil da empresa no mercado e o paradigma de desenvolvimento global das próximas décadas em um planeta de seis bilhões, a caminho de nove bilhões de pessoas até 2050”.Julia Marton-Lefevre, membro do conselho consultivo TEEB e diretora-geral da IUCN, que coordenou o relatório TEEB para o setor de negócios, estimulou as empresas participantes do I Simpósio Global de Negócios de Biodiversidade (1st Global Business for Biodiversity Symposium) – que se realizou em 13 de julho no Excel Centre, em Londres – a defender políticas novas e transformadoras como aquelas descritas no relatório.
    “Juntos, governos e empresas, tanto em economias desenvolvidas quanto em desenvolvimento, podem mostrar liderança pelo estabelecimento, em todos os setores, de redes de empresas comprometidas com a realização de um ‘impacto líquido positivo’ sobre a biodiversidade e serviços ambientais “.
    O relatório TEEB cita o caso da gigante multinacional de mineração Rio Tinto como uma empresa que se comprometeu a conseguir um impacto líquido positivo sobre a biodiversidade. Em associação com especialistas em conservação, a empresa tem desenvolvido novas formas de avaliar os valores da biodiversidade de suas terras e começou a aplicar métodos de compensação em Madagascar, na Austrália e na América do Norte.Outras empresas com compromissos similares em relação à biodiversidade incluem o Walmart (Iniciativa Acres para a América), Coca Cola (Água Neutra em 2020) e BC Hydro (Zero impacto incremental líquido ecológico).Além de minimizar e mitigar os impactos negativos, os negócios podem também gerar receita a partir da conservação da biodiversidade e de serviços de ecossistemas. A agricultura, silvicultura e pesca depende de ecossistemas saudáveis para garantir bons lucros.O setor de turismo tem um grande interesse e importante papel a desempenhar na conservação da biodiversidade. Percebendo sua dependência sobre a rica, porém frágil biodiversidade de recifes de coral, a Chumbe Island Coral Park Ltd na Tanzânia já investiu mais de $1,2 milhões dólares no estabelecimento de um parque marinho para proteger os corais ao redor da ilha de Chumbe. A empresa apoia ativamente a gestão do parque, bem como suas próprias instalações no resort.O relatório TEEB para o Setor de Negócios – que fará parte de um relatório final de síntese do TEEB a ser lançado em uma reunião da Convenção sobre Diversidade Biológica (CoP 10) em Nagoya, no Japão, em outubro de 2010 – convida as associações profissionais para desenvolver novas ferramentas de contabilidade e relatórios para o setor de negócios.A medição e a avaliação da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos no setor de negócios vem melhorando. O relatório recomenda que profissionais de contabilidade, órgãos de notificação financeira, entre outros organismos, devam catalisar esforços para desenvolver normas e escalas comuns que permitam o acesso e a divulgação empresarial de seus impactos na biodiversidade por meio de relatórios anuais.
    Segundo Joshua Bisshop, Economista Chefe da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e Coordenador do relatório TEEB para o Setor de Negócios, ”a melhor contabilidade dos impactos dos negócios na biodiversidade – tanto os positivos quanto os negativos – é fundamental para incentivar mudanças no foco dos investimentos e operações de empresas. Líderes empresariais inteligentes percebem que a integração da biodiversidade e serviços ecossistêmicos em suas cadeias de valor podem gerar uma economia de custo significativa, além da entrada de novas receitas, bem como melhoria da reputação da empresa e maior facilidade na concessão de alvará de funcionamento”.
    Em outro recente relatório do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD), líderes empresariais apresentam sua visão de futuro sustentável, o qual inclui preços que refletem todas as externalidades: custos e benefícios (WBCSD Vision 2050).
    Avanços nessa direção já podem ser identificados, como evidenciado no crescimento dos mercados voltados para a biodiversidade e serviços ecossistêmicos. Os dados de mercado compilados pelo Forest Trends e pelo Ecosystem Marketplace estimam que :
    O mercado de produtos agrícolas certificados, que em 2008 estava orçado em mais de US$ 40 bilhões, alcançará os US$ 210 bilhões em 2020.
    Os métodos de compensação de biodiversidade, tais como o banco de mitigação de áreas úmidas nos Estados Unidos, ou “bio-banking” na Austrália, devem crescer de US$ 3 bilhões (2008) para US$ 10 bilhões (2020).
    O valor de sistemas de compensação carbono/floresta, incluindo o REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) deve aumentar de US$ 21 milhões (2006) para US$ 10 bilhões (2020).
    A partir de hoje, o ramo dos negócios poderá demonstrar liderança em relação às questões de serviços dos ecossistemas e da biodiversidade (BES) por meio da:
    Identificação de seus impactos e do grau de dependência nos serviços ecossistêmicos e na biodiversidade .
    Avaliação dos riscos e oportunidades desses impactos e dependências para o setor de negócios.
    Desenvolvimento dos sistemas BES de informação, definição de metas e notificação de resultados.
    Tomada de decisões para evitar, minimizar e mitigar os riscos aos BES.
    Integração de ações BES com iniciativas mais amplas de Responsabilidade Social Corporativa.
    Envolvimento com especialistas empresariais e partes interessadas com o objetivo de aperfeiçoar os métodos de orientação e política.
    Captação de oportunidades de negócios emergentes em BES.
    O lançamento do Relatório TEEB para o Setor de Negócios aconteceu durante o I Simpósio Global de Negócios de Biodiversidade no dia 13 julho, no Excel Center – Londres.
    http://www.businessofbiodiversity.co.uk/
    Nota aos editores:
    O relatório TEEB para o Setor de Negócios está disponível em http://www.teebweb.orgOs principais autores e editores do relatório TEEB para o Setor de Negócios incluem equipes da Negócios pela Responsabilidade Social (Business for Social Responsibility – BSR), Earthmind, Iniciativa Global de Notificação (Global Reporting Initiative – GRI), PricewaterhouseCoopers (PwC), União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD).A pesquisa sobre Presidentes de empresas e suas atitudes em relação à perda de biodiversidade foi realizada pela Price Waterhouse Coopers.
    O estudo das atitudes dos consumidores em relação à biodiversidade e às empresas foi realizado pela empresa de pesquisas sobre o mercado global IPSOS.O projeto TEEB é sediado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e apoiado pela Comissão Europeia, Ministério do Meio Ambiente Federal da Alemanha, Departamento para o Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Governo do Reino Unido; Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, Ministério das Relações Internacionais da Noruega, Programa Interministerial de Biodiversidade da Holanda; e Agência de Cooperação de Desenvolvimento Internacional Sueca.
    Para maiores informações:
    Georgina Langdale, Comunicação TEEB
    Tel: +49 1707 617 138
    E-mail: Georgina.langdale@unep-teeb.org
    Brian Thomson, Campanhas e Relações com a Imprensa, IUCN
    Tel: + 41 22 999 0251
    E-mail: Brian.Thomson@iucn.org
    Nick Nuttall, Porta-Voz e Chefe de Mídia do PNUMA
    Tel: +254 733 632755
    E-mail: nick.nuttall@unep.org
    Comunicação – PNUMA
    Phone: +55 61 3038-9237
    Fax: +55 61 30389239
    comunicacao@pnuma.org
    UNEP Brazil Office
    Escritório do PNUMA no Brasil
    http://www.pnuma.org.brwww.unep.org.br
     
  • 7 jul

    Instituto C&A e GESC abrem inscrições em programa de 

    O 7º GESC – Instituto C&A terá como foco a capacitação e o fortalecimento das organizações sociais; inscrições podem ser feitas até 13 de julho

    São Paulo, julho de 2010 – Para contribuir com o fortalecimento da gestão de organizações da sociedade civil, o Instituto C&A, em parceria com o Instituto GESC, abre inscrições para a 7ª turma do GESC – Instituto C&A. O programa, voltado à capacitação de ONGs, alia aspectos conceituais e práticos e tem o objetivo de permitir que as organizações participantes adquiram e ampliem a sua competência em gestão, o que contribuirá para a melhoria da qualidade das ações desenvolvidas.

    O grande diferencial do GESC é a ação prática, ou seja, a aplicação de uma metodologia de diagnóstico que permite que cada organização elabore um plano para atender às necessidades então identificadas. Assim, ao final do curso, além do conhecimento teórico adquirido, as ONGs participantes terão elaborado um plano estratégico que permitirá o aprimoramento de suas ações. As organizações contarão, ainda, com o suporte dos voluntários do Escritório Central da C&A em Barueri (SP), que exercem importante papel como consultores dos projetos.

    O programa conta com 12 módulos temáticos. São eles: Estratégia; Conquista da Qualidade; Projetos – Preparação e Gestão; Comunicação Social; Gestão de Pessoas; Captação e Viabilização de Recursos; Marco Legal – Conjuntura e Legislação; Gestão de Recursos Financeiros; Tecnologia da Informação; Princípios de Governança; Gestão do Conhecimento; Trabalho em Rede e Políticas Públicas.

    O processo seletivo será realizado por técnicos do Instituto GESC. As inscrições devem ser feitas pelo site http://www.gesc.org.br até 13 de julho de 2010. Podem se inscrever no 7º GESC – Instituto C&A instituições privadas, sem fins lucrativos, constituídas sob a forma de associação, fundação ou cooperativa. As instituições deverão também ter sede nas cidades de São Paulo, Osasco, Barueri, Carapicuíba e cidades próximas. Cada organização deverá ser representada por um gestor atuante na área-fim da organização – ligada à causa, à sua atividade social – e também um gestor ligado à área administrativa da organização.

    O curso será realizado em Alphaville, Barueri, onde funcionam os escritórios centrais da C&A e do Instituto C&A, no período de 20 de julho a 18 de novembro de 2010. As aulas acontecerão às terças, quartas e quintas-feiras, das 18h30 às 21h30. Não haverá custo de participação para as instituições, uma vez que o programa está sendo realizado com o apoio do Instituto C&A. A contrapartida das organizações participantes será a presença, o desenvolvimento das atividades previstas na formação e as despesas de logística.

    Para mais informações, o edital pode ser acessado no http://www.ambafia.org.br/2008/gesc/edital_gesc_cea.pdf

    SERVIÇO
    7º GESC – Instituto C&A
    Inscrições: Devem ser feitas no http://www.gesc.org.br até o dia 13 de julho de 2010
    Período do curso: 20 de julho a 18 de novembro de 2010
    Horários: Aulas às terças, quartas e quintas-feiras, das 18h30 às 21h30
    Mais informações: janainak@fia.com.br ou no telefone (11) 3733-2125.

    Sobre o GESC
    O GESC – sigla para Gestão para Organizações da Sociedade Civil – é um programa de aperfeiçoamento de gestores sociais cujo objetivo é incrementar os níveis de profissionalismo, organização e eficiência nas instituições do terceiro setor. Todo o curso é ministrado por executivos e empresários voluntários da Associação dos MBAs da FIA/USP.
    Com duração de três meses, o GESC apresenta em nove módulos e em um projeto prático os conceitos e experiências empresariais que servirão como ferramenta para a administração das ONGs. O curso inclui 140 horas de atividades, 90 delas de teoria e 50 de prática. As aulas são ministradas no período noturno e aos sábados, três vezes por semana, em locais variados cedidos pelos parceiros da entidade.
    O GESC proporciona aos participantes as condições de aplicação, em suas próprias instituições, das teorias e técnicas gerenciais aprendidas. Também oferece um espaço de reflexão, debate e troca de experiëncias entre os profissionais das várias organizações sociais. O método utilizado no curso envolve o estudo de conceitos de gestão e a identificação das preocupações e necessidades gerenciais das diferentes entidades participantes. Além de uma proposta de trabalho do aluno visando o aprimoramento administrativo de sua instituição, com acompanhamento individualizado.
    Por meio do programa de Gestão para Organizações da Sociedade Civil, a Associação dos MBAs da FIA/USP é reconhecida com os títulos de Utilidade Pública Estadual e Federal.
    Sobre o Instituto C&A
    O Instituto C&A, criado em 1991, concebe, planeja, gerencia e executa a política de investimento social da empresa C&A. Sua missão é promover a educação de crianças e adolescentes das comunidades onde a C&A está presente, por meio de apoio técnico e financeiro, de alianças e do fortalecimento de organizações sociais. Atualmente, o trabalho do Instituto C&A abrange organizações sociais que atuam em 84 cidades.

    O Instituto C&A organiza suas atividades e programas em torno de três áreas: Educação, Arte e Cultura; Desenvolvimento Institucional e Comunitário; e Mobilização Social. Os programas desenvolvidos são Prazer em Ler, Educação Integral, Educação Infantil, Redes e Alianças, Desenvolvimento Institucional e Voluntariado.

    Os objetivos estratégicos que servem de base para a formulação de seus programas e ações são os seguintes: desenvolver competências organizacionais a fim de manter sua sustentabilidade; aumentar a eficiência e eficácia de seus processos de gestão; produzir conhecimento em educação e gestão institucional; desenvolver as organizações sociais e suas lideranças; contribuir para a realização das políticas públicas em educação; aumentar a eficiência e eficácia na aplicação dos recursos; assegurar oportunidades de participação social qualificada aos funcionários da C&A; e fortalecer as organizações sociais na sua relação com a escola e a família.

    Desde sua fundação, o Instituto C&A já investiu cerca de US$ 72 milhões em 1,5 mil projetos sociais em todo o Brasil, envolvendo aproximadamente 1 milhão de pessoas, especialmente crianças, adolescentes e educadores.

    Mais informações:
    Máquina da Notícia
    Rení Tognoni – reni.tognoni@maquina.inf.br – (11) 3147-7912
    Natalia Palmieri – natalia.palmieri@maquina.inf.br – (11) 3147-7421
    Larissa Saram – larissa.saram@maquina.inf.br – (11) 3147-7406

     
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