Atualizações de março 2010 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 30 mar

    Oito Mitos Sobre Sustentabilidade Corporativa 

    Pesquisa com dezenas de empresas mostra a relutância em levar a cabo iniciativas de sustentabilidade ambiental. Conheça os oito maiores mitos que rondam o tema.
    Uma pesquisa com dezenas de empresas da Fortune 1000 mostra a relutância em levar a cabo iniciativas de sustentabilidade ambiental, por causa de equívocos sobre os seus custos ou benefícios. Mas algumas empresas adotaram a sustentabilidade de maneira eficiente e estão lucrando com isso.
    A fim de ajudar a levar cada companhia no caminho para a sustentabilidade, abaixo estão alguns dos mitos mais comuns ditos por empresas. A despeito do quão surpreendente possam soar algumas dessas ideias – como o mito de que não há retorno financeiro para os esforços de sustentabilidade – elas persistem em grandes e pequenas empresas e em qualquer indústria.
    1. É um custo e não podemos bancar agora
    A sustentabilidade deve ser considerada não apenas porque é a coisa certa a fazer, mas também porque faz sentido para os negócios. Se uma iniciativa não pode ser justificada a partir de um marketing estratégico, financeiro, operacional, ou recrutamento de empregados / perspectiva de retenção, não faça isso. Mas descobriu-se que em quase todos os cantos de uma organização há uma razão fundamental de negócios para ser mais sustentável.
    Como Richard Goode, diretor de sustentabilidade da Alcatel-Lucent, disse recentemente: “Nos bons tempos, a sustentabilidade pode ser um diferencial competitivo, em tempos de vacas magras, é uma estratégia defensiva e em tempos realmente difíceis, ele pode determinar sua sobrevivência”. A CEO da Xerox, Ann Mulcahey, compartilha dessa opinião dizendo que ser “um bom cidadão corporativo” salvou a empresa da falência. Consulte o Mito 3 para ver como as companhias têm feito investimentos em sua sustentabilidade.
    2. Precisamos de muito pessoal
    Um dos mitos é que os esforços relacionados com a sustentabilidade exigem uma grande equipe centralizada de condução e apoio. Na verdade, o oposto é verdadeiro. Na maioria das empresas líderes pesquisadas, a equipe de sustentabilidade oscila entre um e quatro funcionários, mesmo em grandes companhias como a AT&T.
    O papel desses grupos é trabalhar com as diversas funções em toda a organização e com os altos executivos, para desenvolver uma estratégia, formulação de objetivos, coordenação de atividades e relatório sobre o progresso. Muitos dos líderes de sustentabilidade entrevistados afirmam que, no mundo ideal, essa equipe não seria nem necessária, pois a sustentabilidade seria integrada a todos os aspectos das operações da empresa e produtos. Mas, enquanto os negócios buscam esse estado ideal, uma equipe pequena e centralizada continuará a ser necessária.
    3. Não há dinheiro na sustentabilidade
    A sustentabilidade oferece oportunidades inovadoras para empresas de linha superior e inferior. Novas empresas e marcas criadas são inteiramente focalizadas no verde, como a Seventh Generation, GreenWorks, da Clorox, e a Renew mobile phones, da Motorola.

    Estas marcas não apenas apresentam milhões em receitas, como também reforçam a imagem de marca de suas empresas-mãe. A P&G até mesmo afirmou que deve gerar US$ 50 bilhões (sim, com um B), no acumulado de vendas de “produtos de inovação sustentável” em um período de cinco anos, que termina em 2012.
    Além disso, muitas empresas descobriram que podem revender os produtos usados e os materiais que antes eram considerados resíduos. Quando a Verizon focou na criação de operações mais sustentáveis, gerou US$ 27 milhões, classificando e vendendo materiais recicláveis a partir do seu fluxo de resíduos, ao mesmo tempo, poupando mais de um milhão de dólares em custos de remoção dos resíduos.
    Abaixo estão outros exemplos:
    • Johnson & Johnson realizou 80 projetos de sustentabilidade desde 2005 e atingiu US$ 187 milhões em poupança, com um ROI de cerca de 19%, e subindo.
    • CocaCola afirma que gerou 20% de lucro sobre seus investimentos em iniciativas de economia de energia.
    • Diversey, líder global de B2B, fornecedora de limpeza comercial e soluções de higiene, afirma que, para cada US$ 1 investido em 2008, eles esperam recuperar US$ 2 dólares em 5 anos.
    4. É só para as grandes empresas
    A partir da experiência no trabalho com sustentabilidade, em grandes e pequenas empresas, é possível dizer sem hesitação que o tamanho da empresa faz pouca diferença. Empresas líderes de sustentabilidade estudadas são tão pequenas quanto a Numi Organic Tea (com receitas próximas de US$ 15 milhões), e tão grandes como a Hewlett-Packard (com receita de US$ 110 bilhões). Entre outras coisas, as pequenas empresas têm a vantagem de sua competitividade depender muitas vezes de serem enxutas, talentosas, e ágeis, o que a sustentabilidade potencializa.
    Ahmed Rahim, CEO da Numi Organic Tea diz que todas as facetas das operações da empresa, as opções em seus produtos, e todos os seus funcionários têm em mente a sustentabilidade em suas decisões de trabalho e vida pessoal. A Numi se orgulha de usar materiais 100% biodegradáveis ou recicláveis em suas embalagens, e ganhou o prêmio WRAP (Waste Reduction Award Program) em quatro dos últimos cinco anos, no estado da Califórnia. Na verdade, ela foi reconhecida como uma das cinco maiores empresas do estado para as iniciativas em redução de resíduos. A sustentabilidade é integrada em cada decisão tomada na Numi.
    Bonnie Nixon, Diretor de Sustentabilidade Ambiental da HP, diz que o tamanho de sua empresa tem pouco a ver com ela ser líder na sustentabilidade. Já nos seus primeiros dias, os fundadores da Hewlett Packard estavam na vanguarda, fazendo e pensando de forma sustentável, e a idéia ficou com a organização durante várias décadas.
    As empresas maiores têm uma vantagem quando se trata de influenciar sua cadeia de abastecimento (Walmart e P&G são exemplos), e ao influenciar a política em nível governamental, mas as empresas menores podem ser tão eficazes, se não mais, em quase todo o resto.
    5. É principalmente para empresas B2C
    Surpreende ouvir de equipes de gestão que, por serem de uma empresa B2B, ser sustentável não importa muito, uma vez que seus clientes não são “consumidores”. Primeiro, há oportunidades para impactar diretamente sobre os custos, conforme discutido acima. Danny Wong, diretor de sustentabilidade na Avery Dennison (predominantemente uma empresa B2B), afirma que a poupança de energia por si só justifica os investimentos em sustentabilidade, que foram “uma agradável surpresa”.
    Mas, além disso, quem toma decisões de compra em companhias? Ouve-se de um número crescente de grandes empresas B2B que seus clientes e potenciais clientes estão perguntando sobre seus esforços de sustentabilidade de RFPs. Uma empresa de software B2B vai tão longe a ponto de explicitamente colocar em seus critérios de aquisição que será dada preferência a organizações sustentáveis.
    Uma grande fabricante de telecomunicações afirma que, em 2007, havia 50 RFPs (de cerca de 400), solicitando informações sobre as iniciativas de sustentabilidade da empresa. Em 2008 esse número era de 125 e, em 2009, está em vias de ser de mais de 200! Muitos clientes preocupam-se de quem compram, sejam eles consumidores ou corporações multi-bilhonárias.
    6. Se fizermos afirmações sobre a sustentabilidade, seremos acusados de greenwashing
    Enquanto existem algumas empresas que podem ser acusadas justamente de greenwashing, para muitas outras o medo de ser manchada desta maneira é muito exagerado.
    Estas empresas estão se empenhando para melhorar o seu impacto de carbono, sem muito alarde. As empresas que estabelecem metas significativas, e as alcançam, têm todo o direito de contar seus sucessos.
    Mas a transparência torna-se um elemento importante neste processo, não só por suas realizações, mas também para as falhas. Não há nada melhor para a construção da credibilidade de seu sucesso como admitir suas falhas. E como o item seguinte ilustra, em parceria com as ONGs podem ajudar a construir a credibilidade sobre algumas das reivindicações.
    7. ONGs são nossos adversários
    Muitas empresas pensam em ONGs como adversárias, e ficam muito felizes se não forem abordadas por elas. Contudo, esta é uma oportunidade perdida para beneficiar da sua experiência em abastecimento, tratamento de água e uma série de outras questões. Organizações como a WWF e a Conservation International servem como parceiros para promover os esforços de muitas empresas líderes de sustentabilidade.
    Bonnie Nixon disse que a HP percebeu há muitos anos que tratá-las como adversários foi contraproducente e, agora, faz parcerias com diversas ONGs.
    Suzanne Apple, Vice Presidente e diretora de gestão da WWF, diz que acolhe com satisfação a oportunidade de trabalhar com as empresas de forma “ganha-ganha”, citando a Coca-Cola como um exemplo no qual a WWF ajuda a empresa a satisfazer as suas necessidades hídricas enquanto conserva a água doce mundialmente.
    8. Não precisamos nos preocupar com a cadeia de abastecimento, porque não produzimos bens
    Algumas empresas afirmam que, porque eles não produzem bens, não compram muito, e, portanto, não têm uma pegada de carbono significativa. Ou que seus produtos não consomem muita energia, assim o seu impacto ambiental é mínimo.
    O Walmart é um excelente exemplo de uma empresa que não faz as coisas, ainda está desenvolvendo um índice para suas dezenas de milhares de fornecedores que medirá o impacto de carbono a partir de coisas que vendem para a empresa.
    De acordo com Matt Kistler, Vice Presidente Sênior de Sustentabilidade no Walmart, 88% da área ambiental da empresa é voltada para sua cadeia de fornecimento, e apenas 12% está sob seu controle direto. Portanto, se a empresa vai atingir o seu objetivo de neutralidade de carbono, necessitará enfrentar a maioria das suas reduções em sua cadeia de abastecimento.
    Observando uma grande empresa de softwares, descobriu-se que ele gasta bilhões de dólares em seus fornecedores, em tudo, desde computadores ao material de escritório para utilitários. Esta companhia pretende ser um líder em sustentabilidade, no entanto, tem ignorado a cadeia de abastecimento, porque acha que não é significativo para os seus objetivos de sustentabilidade. Com seu poder de compra, eles têm uma tremenda oportunidade para influenciar a cadeia de abastecimento e reduzir o seu impacto (indireto) do ambiente.
    Estes são apenas alguns dos muitos mitos vistos no trabalho com grandes e pequenas empresas. Tal como acontece com estes oito, há uma abundância de evidências para dissipar os mitos para fora lá, mas a lição final é simples: as empresas que optam por fechar os olhos para os benefícios de se tornar mais sustentáveis estão se colocando numa posição de desvantagem competitiva imediata e possivelmente definir como objetivos para a regulação no longo prazo.
    Por Agenda Sustentável
    HSM Online

     
  • 30 mar

    Sua Frase na Sacola: concurso em prol do uso de sacolas retornáveis 

    Carrefour dá viagem para a frase mais criativa para ajudar a redução do consumo de sacolas plásticas

    “Saco é um Saco” é uma campanha de consumo consciente do Ministério do Meio Ambiente, apoiada pela rede de hipermercados Carrefour. A campanha chama a atenção sobre o impacto ambiental dos sacos plásticos, que podem durar até 400 anos na natureza, e incentiva o uso consciente e a substituição por sacolas retornáveis – sacolas resistentes, que podem ser utilizadas muitas vezes.
    Para envolver e conscientizar seus clientes, o Carrefour lança o concurso “Sua Frase na Sacola”. O consumidor deve criar uma frase sobre os benefícios da utilização das sacolas retornáveis e sobre os pilares da campanha “Saco é um Saco” quanto às sacolas plásticas –recuse, reduza e reutilize:
    Recuse – diga “não, obrigado” e leve suas compras em sacolas retornáveis ou caixas de papelão.
    Reduza – se for realmente necessário, aproveite bem o espaço da sacolas e utilize o mínimo possível.
    Reutilize – o hábito brasileiro de usar sacolas para acondicionar lixo, por exemplo, é benéfico e adequado.
    Como prêmio, a frase mais criativa ganha uma viagem para um dos seguintes destinos: Amazônia, Fernando de Noronha e Pantanal. As outras 4 mais criativas ganham vales-compra Carrefour. Além disso, essas frases serão estampadas nas sacolas retornáveis vendidas nas lojas Carrefour.

     
  • 25 mar

    Responsabilidade Social, Sustentabilidade e Planejamento Urbano 

    O professor Fernando Nunes da Universidade de Lisboa relatou em sua apresentação durante o curso Questões da Cidade Contemporâneas sobre as novas realidades urbanas como conseqüência de uma urbanização sem urbanismo. “Depois da globalização, as pessoas no mundo inteiro adquiram hábitos semelhantes, entretanto, em países emergentes como o Brasil, as transformações são tão abruptas que não há tempo suficiente para absorvermos tais mudanças”. A sociedade hoje, chamada sociedade do hipertexto, conectada em redes necessita urgentemente de um resgate a ética, moral para uma transformação em prol á sustentabilidade. Por exemplo, hoje uma das questões principais da sustentabilidade nas metrópoles está relacionada à escassez da “água”. As questões como o saneamento já era apontado durante a revolução industrial como um dos principais desafios ao desenvolvimento e o que fizemos? Ocupamos-nos das margens dos rios e despejamos todo nosso esgoto sobre eles. Hoje já possuímos tecnologia e conhecimentos necessários para resolvermos questões relacionadas ao uso racional da água, entretanto, falta vontade política para fazer acontecer. As três grandes riquezas do mundo estão concentradas no Petróleo, Automóveis e no Desenvolvimento Mercado Imobiliário. Daí, com foco no setor imobiliário, podemos perceber que não há sintonia entre planejamento urbano e desenvolvimento das metrópoles porque as cidades não são pensadas como sistemas abertos e sistêmicos, há uma emergente necessidade de se romper com o pensamento dualista que separa homem, natureza, cultura e portanto, uma religação como dizia Morim entre indivíduo, espécie e sociedade onde todos são parte do mesmo sistema que está interconectado e é interdependente com o universo. Portanto, falar de responsabilidade social ou sustentabilidade nas cidades contemporâneas são antes de tudo falar em planejamento urbano e desenvolvimento com foco nos aspectos econômico, social, ambiental e cultural propostas pelo conceito de sustentabilidade. Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Relações Públicas, especialista em Sustentabilidade.
     
  • 24 mar

    A água por trás das coisas 

    Nesta segunda-feira, 22/03, Dia Mundial da Água, a AmBev levou ao mercado o “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor”, uma ampla campanha de mobilização para o uso consciente deste recurso natural. Ao longo dos próximos dias serão realizadas atividades culturais gratuitas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Uma delas é a exposição “A Casa Líquida”. Em cada cômodo, o público poderá conhecer quanta água é necessária para desenvolver produtos do cotidiano. O objetivo é mostrar para as pessoas que tudo precisa de água para ser produzido e, assim, incentivar as pessoas a adotarem ações de economia. A exposição fica aberta até o dia 2 de abril.

    O artista plástico Guto Lacaz também desenvolveu uma instalação chamada “A terceira margem do rio”, que ocupa uma área total de 65m2. Criada originalmente para ilustrar a canção de Caetano Veloso e Milton Nascimento, a obra une com um espelho duas canoas de caiçara iguais, uma pintada de amarelo e a outra bicolor (azul de um lado e vermelho do outro). A escultura fica até o dia 31/03 sob a marquise do Ibirapuera

    • Você pode conferir as fotos das duas exposições aqui.
    • Aproveite também para conhecer o aplicativo #menosumlitro.
    • Causa no Twibbon.

    Serviço:
    “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor”
    Instalação: “Casa Líquida”
    Local: Marquise do Parque do Ibirapuera
    Endereço: Parque do Ibirapuera, portão 3
    Quando: até 02/04
    Quanto: Grátis

     
  • 19 mar

    “Movimento CYAN” mobiliza sociedade pelo uso consciente e sustentável da água 

    Em parceria com as ONGs WWF e WFP, AmBev promoverá palestras com especialistas nacionais e internacionais, filmes, instalação do artista Guto Lacaz e ações interativas como a Casa Líquida para educação ambiental.

    Em 2010, a AmBev vai investir R$ 44 milhões em todos seus programas na área de sustentabilidade

    Na próxima segunda-feira, 22/03, Dia Mundial da Água, a AmBev apresenta o “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor” (#movimentocyan), uma ampla campanha de mobilização para o uso consciente deste recurso natural. Durante 14 dias, serão realizadas atividades culturais gratuitas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Entre elas, uma série de documentários sobre o tema Água, escultura de Guto Lacaz, e a Casa Líquida. Haverá ainda um ciclo de debates com especialistas em recursos hídricos do Brasil e de outros países.

    Um dos objetivos do Movimento CYAN é popularizar o conceito de “pegada hídrica” – indicador criado pela ONG holandesa Water Footprint Network (WFN) que calcula o consumo de água direto (real) e indireto (virtual) de um indivíduo ou comunidade, tomando por base o volume de água limpa que é utilizado na cadeia de produção de tudo o que é consumido em termos de bens e serviços. É a mensuração do impacto dos hábitos de cada cidadão sobre a quantidade de água disponível no planeta. Para se ter uma ideia do que isso significa, dados da WFN indicam que, para a produção de uma calça jeans, a pegada hídrica é de 10.000 litros – o equivalente à capacidade de um caminhão-pipa. Assim, ao comprar uma calça jeans, uma pessoa acrescenta 10 mil litros de água virtual à sua pegada hídrica.

    Outra iniciativa do Movimento CYAN é um aplicativo na internet para que as pessoas possam sugerir ideias de como economizar água. O “Menos 1 Litro” (#menosumlitro), que poderá ser acessado a partir do dia 23/03 pelo site http://www.movimentocyan.com.br, permitirá que o público compartilhe pequenas ações do cotidiano para preservar a água. Todas estas ações acontecem em alinhamento com a atuação socioambiental da AmBev. A companhia ultrapassou em 2009 o seu próprio recorde de economia no uso de água. O volume que deixou de ser consumido pela empresa no último ano foi de 2,4 bilhões de litros – suficiente para abastecer durante um mês uma população de 450 mil pessoas, o equivalente à cidade de Uberlândia/MG. Em 2010, a AmBev vai investir R$ 44 milhões em todos seus programas na área de sustentabilidade. A companhia vai desenvolver em suas fábricas ao menos duas outras iniciativas para a preservação da água. Uma é a parceria com a USP de São Carlos/SP e com a ONG holandesa Water Footprint Network. A empresa vai calcular o consumo de água em toda a sua cadeia produtiva – do plantio da cevada até o ponto de venda.

    Haverá também o lançamento do programa “Água para a Vida – Conservação e Gestão de Água Doce”, em conjunto com a WWF. A companhia vai adotar bacias hidrográficas que servem às suas fábricas para desenvolver estudos sobre melhor aproveitamento da água pelas indústrias e pela comunidade local, além de contribuir com recursos financeiros para a sua preservação. A iniciativa terá uma primeira etapa na Bacia do Corumbá-Paranoá, que abastece a Filial Gama, em Brasília/DF. Posteriormente, o projeto poderá ser ampliado para outras bacias hidrográficas pelo país.

    Você pode obter mais informações e conteúdos variados nos canais digitais da AmBev:

    No Twitter: http://twitter.com/ambevbrasil

    No Slideshare: – http://www.slideshare.net/ambevbrasil

    No Flickr: http://www.flickr.com/photos/ambev/

    Informações Complementares

    Dia Mundial da Água

    O lançamento do Movimento CYAN acontece no Dia Mundial da Água (22/03, segunda-feira), no Porão das Artes (Fundação Bienal de São Paulo), a partir das 19h30. Os destaques serão os debates com o economista Ladislau Dowbor e a ambientalista Marcia Brewster, além de palestras de especialistas como o jornalista Steven Solomon. O evento terá ainda exposição de fotos, exibição de filmes e um painel envolvendo o professor Renato Tagnin e Denise Hamú, CEO do WWF-Brasil. (ver programação abaixo).

    Na Marquise do Parque do Ibirapuera, o “Movimento CYAN” traz ainda duas atrações gratuitas: a Casa Líquida, e a escultura “A terceira margem do rio”, do artista plástico Guto Lacaz. A Casa Líquida é uma instalação interativa que vai trazer para a rotina de uma família o conceito de pegada hídrica, permitindo identificar o quanto se gasta de água para produzir cada item de uma casa. Todas as atrações culturais ficarão expostas na Marquise do Parque do Ibirapuera durante 15 dias. (ver programação abaixo)

    Serviço

    “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor”

    Data: 22 de março de 2010, segunda-feira

    Horário: das 19h30 às 23h

    Local: Porão das Artes (Fundação Bienal de São Paulo)

    Endereço: Parque do Ibirapuera, portão 3

    Quanto: Grátis

    MOVIMENTO CYAN

    ROTEIRO DO EVENTO DE ABERTURA

    19H30
    Recepção

    20H00
    Abertura plenária

    20H05
    Abertura equipe AmBev : Apresentação Movimento CYAN

    20H15
    Daniel Munduruku: A relação do povo indígena com a água

    20H35
    Mesa redonda: Ladislau Dowbor + Marcia Brewster + Denise Hamu (WWF)

    Mediação: Patricia Palumbo

    Tema: Políticas públicas e o consumo consciente da água

    22H05
    Apresentação Batuntã

    22H25
    Perguntas e Respostas: Renato Tagnin e Samuel Barreto

    Condução: Patricia Palumbo

    Tema: Gestão de Bacias Hidrográficas

    22H55
    Vanete Almeida: O cotidiano com acesso restrito à água potável no sertão

    23H05
    Steven Solomon (vídeo): “O que pode alterar o cenário do futuro da água no planeta”

    23H15
    Fechamento AmBev

    23H20
    Apresentação Fernanda Takai

    Serviço

    “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor”

    Filmes: “Rivers and tides” e “Water”

    Local: MAM – Museu de Arte Moderna

    Endereço: Parque do Ibirapuera, portão 3

    Quanto: Grátis

    Quando:

    • dia 22, das 14h às 20h

    • dia 23/24, das 10h às 20h

    • dia 27, das 14h às 20h

    • dia 28, das 10h às 20h

    Serviço

    “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor”

    Instalação: “A Terceira Margem do Rio”, de Guto Lacaz

    Local: Marquise do Parque do Ibirapuera

    Endereço: Parque do Ibirapuera, portão 3

    Quando: de 22 a 31/03

    Quanto: Grátis

    Serviço

    “Movimento CYAN – Quem vê a água enxerga seu valor”

    Instalação: “Casa Líquida”

    Local: Marquise do Parque do Ibirapuera

    Endereço: Parque do Ibirapuera, portão 3

    Quando: de 22 a 02/04

    Quanto: Grátis

    Currículos – Palestrantes Ciclo de debates

    Daniel Munduruku é formado em Filosofia e licenciado em História e Psicologia pela USP. Índio da nação tupu munduruku, cresceu na aldeia construída nos arredores de Belém/PA e é autor de vários livros sobre a cultura indígena. Vive em São Paulo, onde faz pós-graduação na USP sobre o povo munduruku. Reconhecido internacionalmente pela temática de seus livros, foi professor das redes pública e particular de ensino de São Paulo durante 10 anos.

    Eduardo Mario Mendiondo é representante científico no Brasil da Water Footprint Network. Engenheiro de Recursos Hídricos, formado pela Universidad Nacional del Litoral, em Santa Fé, Argentina. Possui mestrado e doutorado em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e pós-doutorado no Center for Environmental Systems Research, Universidade de Kassel, Alemanha. Coordenador do curso de Engenharia Ambiental da USP-São Carlos, atua em ecohidrologia urbana, gestão de riscos, planejamento estratégico e modelos de gestão de demanda hídrica.

    Ladislau Dowbor é professor titular de pós-graduação da PUC-SP nas áreas de economia e administração. Formado em Economia Política pela Universidade de Lausanne, na Suíça, e doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, na Polônia, é consultor de diversas agências da ONU, de governos e municípios e do Senac. É conselheiro da Fundação Abrinq e do Instituto Pólis. Sua área principal de atuação é o ensino e organização de sistemas de planejamento. Foi coordenador técnico do Ministério de Planejamento da Guiné-Bissau (1977-81) e consultor do Secretário Geral da ONU na área de Assuntos Políticos Especiais (1980-81). Dirigiu projetos de organização de sistemas de gestão econômica, como assessor técnico principal de projetos da ONU, em particular na Guiné Equatorial e na Nicarágua. Entre 1989 e 1992, foi secretário de Negócios Extraordinários da Prefeitura de São Paulo. É autor e co-autor de cerca de 40 livros.

    Marcia Brewster é ambientalista e consultora sênior da Nautilus International Development Consulting, empresa especializada em revitalizar frentes marítimas urbanas. Até 2006, era oficial sênior da Divisão de Desenvolvimento Sustentável do Departamento da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais. Trabalha nas áreas de recursos hídricos e desenvolvimento sustentável por mais de 30 anos, no DESA e na Comissão Econômica das Nações Unidas e Social para a Ásia e Pacífico, com sede em Bangkok. Respondeu pela cobertura da agenda de recursos hídricos na World Summit on Sustainable Development realizada em Joanesburgo em 2002 e na Commission for Sustainable Development em 2004 e 2005, que teve o saneamento básico como temas principal. Coordenou ainda todas as atividades da ONU para o Ano Internacional da Água Doce, 2003 e Água Internacional “Década para a Vida”, 2005 a 2015. É mestre em Economia do Desenvolvimento pela Universidade de Georgetown.

    Renato Tagnin é arquiteto, especialista em Planejamento Urbano e Metropolitano pela Universidade de Roma. Mestre em Engenharia de Construção Civil pela Escola Politécnica da USP. Professor do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental do Senac e do Programa de Educação continuada em Engenharia da Poli-USP. Tem experiência na área de planejamento urbano e ambiental, atuando principalmente nas áreas de recursos hídricos, gestão e saneamento ambiental e políticas públicas.

    Samuel Barreto é coordenador do Programa Água para a Vida, Conservação e Gestão da Água Doce do WWF-Brasil, parte da WWF (World Wildlife Fund). Biólogo formado pela UNESP-Botucatu, participou da elaboração do Plano Nacional de Recursos Hídricos – o primeiro da América Latina, aprovado em 2006 –, já foi membro do Conselho Diretor do Instituto Brasil de Educação Ambiental e coordenador do Núcleo Pró-Tietê e de Recursos Hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica. Atua em políticas públicas, concepção e coordenação de projetos em conservação e gestão dos recursos hídricos, monitoramento, educação e comunicação ambiental envolvendo comunidades, instituições de governos e da iniciativa privada.

    Steven Solomon é jornalista e já foi colunista de alguns dos mais importantes veículos de comunicação do mundo: The New York Times, BusinessWeek, The Economist, Forbes e Esquire. É autor dos livros “Água: a luta épica para a riqueza, poder e civilização” e “O jogo da confiança”.

    Vanete Almeida é coordenadora da Rede Latino-Americana e do Caribe das Mulheres Trabalhadoras Rurais e integra o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM). Ela coordena movimentos de trabalhadores rurais há 30 anos, 20 deles à frente do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais no Sertão Central de Pernambuco. Sua atuação fez surgir na região 800 grupos de trabalhadoras, que hoje participam de assembleias e são dirigentes de sindicatos. O trabalho pioneiro de Vanete com as agricultoras do sertão se expandiu para o Nordeste e América Latina.

    EDUARDO VASQUES mídias sociais TV1 RP +55 11 3677-0311 +55 11 9623-2749 http://www.grupotv1.com.br http://twitter.com/evasques

     
  • 18 mar

    P+L 2010 debate “Economia verde” 

    A Conferência que acontece em 12 de maio, no Memorial da América Latina, tem por objetivo compartilhar, adquirir conhecimento e propor soluções práticas que podem ser implantadas na capital paulista.Está cada vez mais evidente a preocupação mundial com as questões relacionadas às mudanças climáticas. Assim como a Conferência Internacional de Copenhague, que aconteceu no último mês de dezembro, outras iniciativas para discutir o assunto estão sendo desenvolvidas regionalmente. Exemplo é a Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, organizada pela Câmara Municipal de São Paulo, que chega este ano à sua 9ª edição.O evento, que é gratuito, reúne especialistas, empresários, representantes do poder público e da iniciativa privada, ONGs, estudantes, professores, jornalistas e cidadãos interessados em debater sobre temas específicos, que fazem parte das grandes preocupações da metrópole. É uma oportunidade única para interagir com um público interessado em conhecer tendências, novas tecnologias, produtos e serviços alinhados aos parâmetros da sustentabilidade. Cases que mostram resultados práticos aplicados ao mundo dos negócios são apresentados por empresas e entidades, em painéis e na área de exposição.

    Organizada pelo vereador Gilberto Natalini, a Conferência é inspirada no conceito de “produção limpa” defendido pela ONU, que tem por objetivo incentivar estratégias de desenvolvimento baseadas na sustentabilidade. Isso é fazer mais e melhor com menos impacto ambiental. O evento é uma iniciativa pioneira para promover a conscientização e mostrar mais uma vez o potencial de São Paulo para discutir e implantar políticas inovadoras.Já foram discutidos temas como etanol, gestão ambiental e impacto das mudanças climáticas na saúde e esse ano será debatido “Economia verde frente às mudanças climáticas”. Na programação serão apresentadas alternativas para geração de renda com sustentabilidade, como novas tecnologias e oportunidades de “empregos verdes” no mercado de trabalho.

    A Conferência está estruturada com uma palestra magna, Relação entre economia e meio ambiente. O primeiro painel dará um panorama sobre a Contribuição das empresas e do setor econômico na redução das emissões de GEE e com iniciativas para gerar emprego em locais de trabalho verde, o segundo irá tratar da Avaliação do Potencial de Empregos Verdes e o terceiro mostrará iniciativas da Cidade de São Paulo – do global ao local. Ao final da Conferência é apresentada uma Carta de Compromisso, com propostas de ações relacionadas ao tema, que contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos paulistanos.
    “Essa Conferência, se propõe a apresentar as oportunidades de geração de empregos na transição para uma economia de baixo carbono, estabelecendo uma ligação entre crise econômica, novas tecnologias e oportunidades do mercado de trabalho dentro dos parâmetros da sustentabilidade e sua correlação com as mudanças climáticas. Procuramos atingir todo tipo de público – população, leigos, especialistas, profissionais liberais, imprensa, educadores, estudantes, políticos e empresários e para isso contamos com diversos parceiros e apoiadores que se comprometem a divulgar o evento, por entenderem a sua importância para a cidade de São Paulo”, comenta Gilberto Natalini, autor dessa iniciativa.

    Este ano, o evento acontece mais uma vez no Memorial da América Latina, no dia 12 de maio e todos os cidadãos estão convidados a participar. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelos sites: http://www.natalini.com.br http://www.anggulo.com.br
    SERVIÇO
    9ª Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas Data – 12 de maio de 2010Local – Memorial da América Latina
    Horário – 8h00 às 17h00

    Informações à imprensa
    Jornalista José Cássio
    jcassio@hotmail.comFone 11 3396-4405Inscrições: http://www.natalini.com.br

     
  • 18 mar

    Sua Frase na Sacola: concurso em prol do uso de sacolas retornáveis 

    Carrefour dá viagem para a frase mais criativa para ajudar a redução do consumo de sacolas plásticas
    “Saco é um Saco” é uma campanha de consumo consciente do Ministério do Meio Ambiente, apoiada pela rede de hipermercados Carrefour. A campanha chama a atenção sobre o impacto ambiental dos sacos plásticos, que podem durar até 400 anos na natureza, e incentiva o uso consciente e a substituição por sacolas retornáveis – sacolas resistentes, que podem ser utilizadas muitas vezes.
    Para envolver e conscientizar seus clientes, o Carrefour lança o concurso “Sua Frase na Sacola”. O consumidor deve criar uma frase sobre os benefícios da utilização das sacolas retornáveis e sobre os pilares da campanha “Saco é um Saco” quanto às sacolas plásticas –recuse, reduza e reutilize:
    Recuse – diga “não, obrigado” e leve suas compras em sacolas retornáveis ou caixas de papelão.
    Reduza – se for realmente necessário, aproveite bem o espaço da sacolas e utilize o mínimo possível.
    Reutilize – o hábito brasileiro de usar sacolas para acondicionar lixo, por exemplo, é benéfico e adequado.
    Como prêmio, a frase mais criativa ganha uma viagem para um dos seguintes destinos: Amazônia, Fernando de Noronha e Pantanal. As outras 4 mais criativas ganham vales-compra Carrefour. Além disso, essas frases serão estampadas nas sacolas retornáveis vendidas nas lojas Carrefour.

    SERVIÇO
    Concurso Cultural “Sua Frase na Sacola”
    Quando: de 15/03 a 15/05/2010
    Hotsite: http://www.sacoeumsaco.com.br/suafrasenasacola/
    Twitter: http://twitter.com/frasenasacola
    Facebook: http://www.facebook.com/people/Sua-Frase-Na-Sacola/100000856218561
    Mais informações sobre a campanha: http://www.sacoeumsaco.com.br/

     
  • 17 mar

    LEI DOS RESÍDUOS SÓLIDOS PASSA NA CÂMARA E EMPRESÁRIOS COMEMORAM 

    O projeto de lei que cria o marco regulatório sobre os resíduos sólidos no País foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília, e agora segue para o Senado. Empresários comemoraram e destacaram a importância do projeto. “Foi um momento histórico. O esforço do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais – e do SOS Mata Atlântica terá um reflexo gigantesco de inclusão social. Ganha a sociedade, o meio ambiente e o Brasil”, afirma o presidente da Tetra Pak, Paulo Nigro. “Era a vontade de 43% do PIB privado de nosso País”, completa ele. A votação foi acompanhada por Roberto Klabin, presidente do LIDE Sustentabilidade e da Klabin S.A.
     
  • 17 mar

    III Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável será realizado nos dias 

    O III Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável terá como tema “SUSTENTABILIDADE NOS NEGÓCIOS E INSTRUMENTOS DE MUDANÇAS”, com o objetivo de conscientizar sobre os benefícios de integrar aos negócios aspectos de sustentabilidade e levar ao setor instrumentos e práticas capazes de proporcionar mudanças nos métodos e processos das organizações visando melhorar a performance de produto, financeira e mercadológica.

    O III Simpósio Brasileiro da Construção Sustentável contará com a realização de Workshops Técnicos que proporcionarão aos participantes um conhecimento mais profundo sobre temas que estão nas pautas de discussões do setor para as melhores práticas nos negócios.

    O III Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável é promovido pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável e este ano sendo elaborado em conjunto com o SB10 Brasil, evento que já está em sua décima edição e que reúne diversas universidades brasileiras como Universidade São Paulo – USP, Universidade Campinas – Unicamp, Universidade Federal do Espírito Santo – UFES e Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC.

    Além dos workshops, o SB10 Brasil e o SBCS10 se propõem a discutir e apresentar as melhores práticas da construção sustentável no Brasil e América Latina por meio de estudos de casos, e trabalhos científicos sobre os seguintes temas: O projeto de construção e design avançada; A habitação econômica social e assentamentos; A renovação sustentável e manutenção; Modelos urbanos e infra-estrutura sustentável; Política e legislação para sustentabilidade em empreendimentos; A entrega do projeto integrado de gestão e modelos de contratação atualizada; Metodologias e ferramentas para a avaliação da sustentabilidade; Gestão de facilites; Modelos de negócios sustentáveis para a construção e Educação e formação para Construção Sustentável.

    Serviço:

    Data: 08 e 09 de novembro de 2010
    Horário: 7h30 ás 18h
    Local: Rua da Paz, 1431 – Santo Amaro, São Paulo – SP, Amcham Business Center

    Mais informações sobre o evento:
    e-mail:secretaria@cbcs.org.br
    http://www.cbcs.org.br/

    Mais informações: http://www.cbcs.org.br

     
  • 15 mar

    MANAUS SEDIA FÓRUM DE SUSTENTABILIDADE INTERNACIONAL 

    O Fórum Internacional de Sustentabilidade realizado pela SEMINARS e promovido pelo LIDE, com apoio do Governo do Amazonas, nos dias 26 e 27 de março 2010, no Hotel Tropical, em Manaus (AM), discutirá Sustentabilidade Econômica, Ambiental e Social para a Amazônia. O evento contará com as palestras do líder mundial e prêmio Nobel da Paz, AL GORE, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, do cineasta JAMES CAMERON, diretor de blockbusters como “Avatar” e “Titanic” e com a participação do cientista e ecólogo norte-americano, pioneiro na pesquisa da Amazônia, Thomas Lovejoy. O anfitrião do Fórum será o governador do Amazonas, EDUARDO BRAGA.

    A abertura do Fórum Internacional de Sustentabilidade será realizada em 26 de março pelo governador do Amazonas, EDUARDO BRAGA, seguido pela exposição de Thomas Lovejoy, que falará sobre “A importância da Amazônia no contexto das mudanças climáticas globais”. Na sequência, AL GORE explanará a propósito da “A importância da conservação da Amazônia para deter o aquecimento global e as mudanças climáticas”.

    As discussões do segundo dia de evento serão abertas por EDUARDO BRAGA, governador do Amazonas, que apresentará o tema “Conservação e sustentabilidade na prática: a experiência do Amazonas”. JAMES CAMERON será o último palestrante do Fórum e abordará o assunto “Como e porque sensibilizar a sociedade para a importância e urgência da conservação da Amazônia: a experiência pessoal de um cineasta”.

    O Fórum de Sustentabilidade deve reunir aproximadamente 300 dos principais empresários, executivos e lideranças políticas do Brasil. Os dois dias de seminário terão como objetivo difundir a prática e mecanismos bem-sucedidos de desenvolvimento sustentável na Amazônia, assim como demonstrar o valor econômico e ambiental da floresta em pé e suas implicações para a região e o mundo. Os organizadores do encontro desejam criar um compromisso político e empresarial com o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

    Participarão CEO’s das maiores empresas do País, tendo como base os empresários que integram o LIDE- Grupo de Líderes Empresariais, lideranças de ONG´s ambientais e personalidades engajadas no movimento de sustentabilidade.

    Após o evento, James Cameron estenderá sua estada em Manaus para conferir os projetos de sustentabilidade e preservação da Floresta Amazônica, conhecendo de perto a diversidade da floresta amazônica e as comunidades locais.

    A Seminars montou um plano de gestão sustentável para o evento, que inclui a priorização de consumo de produtos e alimentos da região, o emprego de materiais de baixo impacto, e a gestão de resíduos sólidos com o reaproveitamento dos insumos usados na produção através de parcerias com cooperativas locais. O Fórum Internacional de Sustentabilidade realizará também o inventário e neutralização de emissões de gases do efeito estufa através da aquisição de créditos de carbono provenientes do projeto Juma, da Fundação Amazonas Sustentável.

    No encerramento do Fórum, as luzes – internas e externas – do Teatro Amazonas serão desligadas em uma ação mundial da WWF, organização não-governamental voltada para a conservação da natureza. A iniciativa – intitulada Hora do Planeta – acontecerá às 20h30.

    As empresas patrocinadoras dos Seminários são: BRADESCO, COCA-COLA, DAFRA, HONDA, KASINSKI, NESTLÉ, PHILIPS, POSITIVO INFORMÁTICA, SAMSUNG, SEMP TOSHIBA, SUZUKI, VIDEOLAR, WALMART, WHIRLPOOL e YAMAHA.

    SOBRE SEMINARS – A SEMINARS é uma empresa resultado da associação do Grupo Doria Associados, comandado por João Doria Jr., e a Maior Entretenimento, que faz parte do Grupo ABC. Tem como objetivo desenvolver o mercado de palestras, seminários e workshops nas áreas de negócios, política, economia e tecnologia. A SEMINARS organiza eventos – proprietários ou sob demanda – sempre com personalidades relevantes, nacionais e internacionais, que sejam autoridades em suas áreas de atuação. O primeiro realizado pela SEMINARS, em novembro de 2009, contou com o ex-secretário geral da ONU e prêmio Nobel da Paz, Kofi Annan.

    Grandes cabeças, com talento reconhecido e mentes inovadoras, são os principais indutores dos debates. Essa é a importância dos eventos que a SEMINARS começa a desenvolver. As palestras vão reunir pessoas que disseminam conhecimento, fortalecem o pensamento e alimentam a troca de experiências vencedoras. As soluções estimuladas pelos debates da SEMINARS estarão sempre alinhadas com os mais elevados princípios éticos de governança corporativa e pautadas por políticas de sustentabilidade e responsabilidade social.

    Mais informações para a imprensa:
    CDN – Comunicação Corporativa: http://www.cdn.com.br
    Sueli Gomes – sueli@cdn.com.br- (11) 3643.2752
    Carolina Lazareth – carolina.lazareth@cdn.com.br (11) 3643.2790
    Isabel Lopes – ilopes@cdn.com.br – (11) 3643.2802

     
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