Atualizações de julho 2009 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 28 jul

    Mercado de trabalho perpetua desigualdade racial 

    Por Gilberto Costa, da Agência Brasil Sessenta por cento dos trabalhadores negros têm rendimento de até dois salários mínimos. Os negros são a maioria nos setores de atividade econômica com maior jornada de trabalho (como emprego doméstico, 60,8%); com uso mais intensivo da força física de trabalho (construção civil, 59,5%) e historicamente menos protegidos pelo sistema previdenciário (setor agrícola, 60,4%). Os negros formam a maioria dos trabalhadores sem carteira assinada (55,3%).Por outro lado, os negros são minoria no conjunto dos trabalhadores com melhor remuneração e melhor condição de trabalho. Dos empregados com carteira de trabalho assinada, apenas 43,2% são negros. Dentro da administração pública (onde há estabilidade de emprego, entre outras vantagens), os negros também são minoria (41,3%). Menos de um quarto dos empregadores (empresários) são negros.Os dados foram apresentados pelo economista Ademir Figueiredo, coordenador de estudos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), durante painel que debateu o mercado de trabalho, promovido durante a 2ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial que ocorre em Brasília, com a participação de 1.500 pessoas segundo os organizadores.“O mercado de trabalho é um dos temas mais caros. A população que mais trabalhou é a que foi mais excluída”, sintetizou o sociólogo João Carlos Nogueira, consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O sociólogo ligou a situação do mercado de trabalho com a qualificação e formação profissional, segundo ele, há um “círculo vicioso”: “a ausência de maior número de meninos e meninas negras no ensino fundamental diminui o ingresso no ensino técnico”, apontou.Segundo dados do Dieese, 24,6% dos negros com mais de 15 anos não têm instrução alguma; 42,8% têm o ensino fundamental incompleto. No topo da pirâmide, com ensino superior completo apenas 2,3% dos negros, enquanto entre os não negros o percentual é de 8,8%.O diretor de cooperação e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mário Lisboa Theodoro apontou que o mercado de trabalho e a questão racial “são o grande problema do país”. O diretor rememorou que no século passado o Brasil foi o país que mais cresceu no mundo, no entanto, manteve a estrutura social anterior à modernização da economia. “Que capacidade é essa da nossa sociedade de crescer tanto, mas gerar tanta pobreza?”, indagou.Na avaliação de Mário Theodoro, os negros foram mantidos excluídos antes e depois da escravidão. “O negro saiu da escravidão para o desemprego”, disse lembrando que após a abolição da escravatura, em 1888, houve substituição da mão de obra negra pela força de trabalho imigrante; e que antes disso a Lei de Terras (1850) manteve as terras com os senhores que ganharam a propriedade quando o país era colônia de Portugal. Os negros quando libertos não tiveram acesso à terra e ficaram sem trabalho, explicou.Para o diretor do Ipea, os efeitos da escravidão e da abolição são sentidos até hoje em situações cotidianas como a informalidade dos vínculos de emprego que aflige mais aos negros. “Se a história do Brasil fosse uma semana, poderíamos dizer que a escravidão durou de segunda a sexta, cinco sétimos da nossa história”. Para ele, é fundamental tratar a condição do negro no mercado de trabalho. “Enquanto não se discutir a questão racial e o racismo, nós vamos ter um país desigual”.O economista Ademir Figueiredo, do Dieese, concordou com Mário Theodoro e sublinhou que “o racismo naturaliza a desigualdade”, se referindo ao comportamento social e às políticas urbanas.
    (Envolverde/Agência Brasil)
     
  • 27 jul

    PREMIAÇÃO NESTLÉ 

    A fim de estimular programas sociais voltados para questões como água, nutrição e desenvolvimento rural, a Nestlé S.A. lança mundialmente o Prêmio Criação de Valor Compartilhado Nestlé, que reconhecerá ações inovadoras para aperfeiçoar o acesso e o gerenciamento de água; que proporcionem melhorias às comunidades rurais ou que levem melhorias na nutrição das populações que sofrem de deficiências nutricionais. Os projetos podem ser inscritos até o dia 31 de outubro por meio do site http://www.nestle.com/csv/csvatnestle/csvprize (em inglês). No site também estão disponíveis o regulamento completo e respostas às perguntas mais frequentes. O projeto selecionado receberá uma bolsa de até CHF 500 000, concedida à medida que as ações propostas no planejamento forem sendo executadas junto à comunidade.

    Relações com a Imprensa – Nestlé Brasil
    Anahi Guedes (11) 5508-9395 – anahi.guedes@br.nestle.com
    Claudia Galli (11) 5508-9396 – claudia.galli@br.nestle.com
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  • 26 jul

    O que eu tenho com a Ètica? 

    Caros Amigos,
    Já há algum tempo, tenho a intenção de escrever sobre a “Ética” um assunto tão relevante e complexo sobretudo, em nosso contexto atual. Falar sobre a Ètica exige reflexão, religação como diz Morin, entre indivíduo, espécie e sociedade. E para que essa religação ocorra é necessário o auto conhecimento, a reflexão.
    “A palavra Ética é originada do grego ethos, que significa modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores), que significa costumes, derivou-se a palavra moral.[1]. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo – sociedade”. “Define-se Moral como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social”.
    Alguns dos questionamentos propostos por Morin, estão relacionados a essa dificuldade do homem de religação, pois o nosso pensamento não é sistêmico,mas departamentalizado, dessa forma estamos incapacitados de ver o todo e sendo assim incapacitados de religa-se ao todo.Essas incapacidades nos levam a irresponsabilidades e a falta de solidariedade o que caracteriza os seres humanos como mais individualistas do que altuístras.
    Agindo sob a ótica do “EU”, do “agora” o que caracteriza essa sociedade cada vez mais liquida proposta por Bauman, talvez seja a Ética do certo sob apenas sob um único ponto de vista.
    Neste estágio, podemos dizer que o os valores sempre são valores sob um único olhar,ou seja, sem essa capacidade de religar indivíduo, espécie e sociedade como é possível pensar para agir sob os princípios de Liberdade – Igualdade – Fraternidade de maneira que um princípio não seja mais importante que os demais?
    “Todo conhecimento (e consciência) que não pode conceber a individualidade e a subjetividade, nem incluir o observador na sua observação, não tem forças para pensar todos os problemas, sobretudo os problemas Éticos. Pode ser eficaz para a dominação dos objetos materiais, o controle das energias e a manipulação dos seres vivos. Mas se tornou míope para captar as realidades humanas, convertendo-se numa ameaça para o futuro humano.”
    Sob este pano de fundo, podemos perceber que Morin já nos aponta a necessidade do homem se religar, reconectar com a sociedade, meio natural e com nós mesmos para compreendermos que essas atitudes individualistas não nos levarão a atitudes Èticas capazes de pensar sistemicamente o quanto tais atitudes poderão impactar na solidariedade de uma sociedade. Podemos começar por exemplo reconectando indivíduo, espécie e sociedade sendo adeptos a campanha proposta pelo governo federal “SACO É UM SACO” onde cada um de nós podemos através de uma postura Ética optar pelo uso de sacolas retornáveis ao invés das sacolas plásticas.
    Os sacos e sacolas plásticas são produzidos a partir do petróleo ou gás natural, que são extraídos de fontes não renováveis que no seu processo de extração emitem gases causadores do efeito estufa, além disso, o tempo médio de decomposição dos sacos plásticos são de 100 anos. È muito comum também encontrarmos peixes, e tartarugas marinhas se alimentando de plásticos ao confundi-los com alimentos, outro problema é quanto ao seu uso, muitas pessoas usam os sacos para descartar o lixo o que muitas vezes é desnecessário em função de alguns deste lixos serem recicláveis aumentando o seu tempo de vida útil e evitando que se retire da natureza recursos que não são renováveis.
    O difícil não é pensar individuo, espécie e sociedade, mas sim as atitudes éticas que este pensamento de Morin nos propõem a pensar o passado vivendo o presente e olhando o futuro que nossas ações impõem sobre a vida do outro e logo sobre a sociedade.
    Deixo essa pergunta para a semana: O que eu tenho com a Ética?
    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Relações Públicas especialista em Sustentabilidade
     
  • 24 jul

    MENSAGEM RECEBIDA DE UMA AMIGA ESPECIAL 

    Caros Amigos,
    Recebi este texto sobre generosidade enviado pela querida amiga Telma Oliveira e gostaria de compartilhar neste espaço.
    Boa Leitura!
    Uma vez, Madre Teresa de Calcutá contou este episódio aos que a ouviam:- Em Calcutá, todos os dias as Missionárias da Caridade preparavam comida para mais de nove mil pessoas. Numa certa tarde, um jovem casal de hindus recém-casados aproximou-se para lhes entregar uma elevada soma de dinheiro, que tinham reunido para ajudar os mais pobres.- Decidimos – disseram eles – renunciar aos vestidos e à boda no dia do nosso casamento. Trazemos-lhes aqui o dinheiro que teríamos gasto.- Porque fizeram isso? – perguntou-lhes uma das irmãs.- Nós amamo-nos tanto que queríamos dar algo aos demais, para começar a nossa vida em comum com um sacrifício.É grande saber dar, mas é muito mais generoso o que sabe dar-se.
    Generosidade é a virtude em que a pessoa ou o animal tem quando acrescenta algo ao próximo. Generosidade se aplica também quando a pessoa que dá algo a alguém tem o o suficiente para dividir ou não. Não se limita apenas em bens materiais. Generosos são tanto as pessoas que se sentem bem em dividir um tesouro com mais pessoas porque isso as fará bem, tanto quanto aquela pessoa que dividirá um tempo agradável para outros sem a necessidade de receber algo em troca.
    Compaixão (do latim compassione) pode ser descrito como uma compreensão do estado emocional de outrem; não deve ser confundida com empatia. A compaixão freqüentemente combina-se a um desejo de aliviar ou minorar o sofrimento de outra pessoa, bem como demonstrar especial gentileza com aqueles que sofrem. A compaixão pode levar alguém a sentir empatia por outra pessoa. A compaixão é freqüentemente caracterizada através de ações, na qual uma pessoa agindo com espírito de compaixão busca ajudar aqueles pelos quais se compadece.
    A compaixão diferencia-se de outras formas de comportamento prestativo humano no sentido de que seu foco primário é o alívio da dor e sofrimento alheios. Atos de caridade que busquem principalmente conceder benefícios em vez de aliviar a dor e o sofrimento existentes, são mais corretamente classificados como atos de altruísmo, embora, neste sentido, a compaixão possa ser vista como um subconjunto do altruísmo, sendo definida como o tipo de comportamento que busca beneficiar os outros minorando o sofrimento deles.
    Dos 5770 milhões de pessoas que habitam no mundo, 4620 milhões vivem no Terceiro Mundo. Vinte e cinco por cento da população total vive na miséria. Um bilhão de pessoas são analfabetas; oitocentas mil sofrem desnutrição crónica; um bilhão não tem água potável; e onze milhões de crianças morrem anualmente por fome e doença.
    Telma Oliveira
     
  • 24 jul
    Parque Estadual do Itacolomi e do Ibitipoca
    Exemplos de unidade de conservação são fortes destinos turísticos Há cerca de 700 parques estaduais espalhados pelo Brasil. Essas unidades, criadas com o objetivo de diminuir os efeitos da destruição dos ecossistemas, tem como objetivo manter a diversidade biológica da região, protegendo espécies, preservando e restaurando. Além disso, também estimulam o desenvolvimento econômico, por meio do turismo, e incentivam atividades de pesquisa científica. Em Minas Gerais, os Parques Estaduais do Itacolomi e o Ibitipoca são exemplos da relação positiva entre cidadãos, iniciativa privada e pública com o meio ambiente.
    Criado em 1967, o Parque Estadual do Itacolomi esta localizado nos municípios de Mariana e Ouro Preto. Com uma área de 7.543 hectares de mata em que predomina quaresmeiras e candeias ao longo dos rios. Já nas partes mais elevadas podem ser encontrados alguns campos de altitude com afloramentos rochosos. A região abriga diversas nascentes e espécies de animais raros, ameaçados de extinção, que vivem na unidade. Entre eles o lobo guará, a ave-pavó, a onça parda e o andorinhão de coleira. Os visitantes também podem encontrar espécies de macacos, pacas e aves. É no parque que se encontra um registro histórico da ocupação da região: a Casa Bandeirista, construída entre 1706 e 1708, para a vigilância, cobrança de impostos e defesa ao acesso de minas de ouro. Em seu interior acontece a exposição permantente “Viajantes Naturalistas”, na qual foram reunidos artefatos, ferramentas e objetos de estrangeiros que vieram para o Brasil no século XVIII em busca de informações sobre história natural e entender os hábitos e o modo de vida da população local. Outro destaque é o vídeo projetado com imagens feitas por desenhistas, pintores, coletadores e servos onde estão registradas informações que hoje são de grande valia para a botânica, a zoologia, a ecologia, a antropologia e a história. Com uma média de 600 visitantes por mês, o Itacolomi pertence ao Circuito Turístico do Ouro e conta com centro de visitantes, auditório para 80 pessoas, camping com espaço para 30 barracas, restaurantes, lavanderias, banheiros com chuveiros quentes, churrasqueiras, heliporto, estacionamento, 5 alojamentos para pesquisadores com capacidade para 40 pessoas e exposição sobre a biodiversidade e a história da região. Outra unidade de conservação que cumpre seu papel na região é o Parque Estadual do Ibitipoca. Criado em 1973 e localizado na Zona da Mata, nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca, com uma área de 1.488 hectares, ele é o parque estadual mais visitado de Minas Gerais. O local conta com uma fauna rica em espécies ameaçadas de extinção, como a onça parda, o lobo guará e o guigó. Mas são encontrados também sagüis, coatis e até uma espécie de perereca, intitulada “Hyla de Ibitipoca”, que foi catalogada pela primeira vez na região. Já na flora, o traço mais marcante são as “barbas-de-velho”, um líquen verde-água, preso aos galhos das árvores, que marca a paisagem do local. Ainda se encontram diversas espécies de orquídeas, bromélias, samambaias e campos rupestres. Entre 2007 e 2008, o parque recebeu R$570 mil de investimentos do Promata para a pavimentação de trechos da estrada interna. Com cerca de 60 mil visitantes por ano, a unidade está inserida no Circuito Turístico da Serra do Ibitipoca. Em sua infraestrutura, o Parque Estadual do Ibitipoca conta com casa de hóspedes, camping com capacidade para 15 barracas, alojamentos e casa para pesquisadores com espaço para 20 pessoas, restaurante, centro de visitantes com exposição interativa e abre diariamente das 07:00h até as 17:00 para visitantes e até as 17:30 para campistas.
    Crédito das fotos: Evandro Rodney.
     
  • 20 jul

    ATOS ORIGIN FORNECERÁ O PRIMEIRO SISTEMA DE CREDENCIAMENTO ONLINE PARA OS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO 2010 

    O sistema dará suporte ao comitê organizador que tem, entre seus objetivos, a promoção da sustentabilidade durante o evento em Vancouver, Canadá

    São Paulo, 14 de julho de 2009 – A Atos Origin, parceira mundial de Tecnologia da Informação (TI) dos Jogos Olímpicos, está implantando o primeiro sistema de credenciamento online para os Jogos Olímpicos de Inverno 2010 a ser realizado em Vancouver, Canadá. É a primeira vez que o sistema é lançado na versão online cuja finalidade será identificar os participantes no evento e gerenciar os processos de registro dos credenciados. Além disso, o sistema possibilitará o acesso de atletas, funcionários, voluntários, imprensa, autoridades e patrocinadores na Vila Olímpica, bem como fará o gerenciamento desses registros para identificar e autorizar o acesso aos prédios, instalações e aos sistemas disponíveis a esta população. O credenciamento online também prevê a verificação de segurança e imigração dos participantes, uma vez que o crachá gerado para cada participante também cumprirá a função de visto de entrada nas áreas destinadas ao evento.

    O projeto é realizado pela Atos Origin em cooperação com a Federação Internacional de Esportes, Comitê Organizador de Vancouver (VANOC), agências de imigração e diversos órgãos reguladores como o departamento de defesa nacional e de imigração do Canadá, polícia Federal do Canadá, departamento de polícia de Vancouver e outros.

    A estimativa dos organizadores é de que sejam realizados 90 mil pedidos de acesso até 1º de outubro de 2009, prazo final para o credenciamento.

    Segundo Magnus Alvarsson, CIO da Atos Origin para os Jogos Olímpicos, nas edições anteriores do evento, as credenciais eram impressas e enviadas para o mundo inteiro. A partir de 2010, o sistema de credenciamento online contribuirá para que o comitê organizador ofereça Jogos Olímpicos mais sustentáveis. A estimativa de redução do uso de papel nas Olimpíadas de Inverno de Vancouver é de, aproximadamente, 75% quando comparado ao total de papel utilizado nas Olimpíadas de Inverno de Torino. Em 2006, foram utilizadas 54.200 folhas de papel para produzir as credenciais dos participantes do evento. Para 2010 está prevista a utilização de 13.900 folhas.

    “O projeto de TI para os jogos de inverno no Canadá demandou 100 mil horas de trabalho para testar o sistema de credenciamento e todo o projeto de TI da Atos Origin para o evento, o objetivo foi garantir a execução sem falhas” informa Alvarsson. “Além disso, outra iniciativa sustentável a ser introduzida neste evento será a hospedagem do Portal de Voluntários no site dos Jogos Olímpicos de Vancouver”, destaca Magnus.

    Para Ward Chapin, CIO do VANOC, “a Atos Origin continua a demonstrar iniciativa e inovação ao criar soluções personalizadas para atender às nossas necessidades de sistemas e infraestrutura de TI”. “Através de iniciativas importantes como esta, a Atos Origin também contribui com o nosso objetivo de tornar os jogos olímpicos de inverno o mais ambientalmente responsável possível”, finaliza Chapin.

    O contrato da Atos Origin com o Comitê Olímpico Internacional (IOC) é o maior contrato de TI relacionado a esportes. O acordo contempla: Salt Lake 2002, Atenas 2004, Turim 2006, Pequim 2008, Vancouver 2010, Londres 2012, Sóchi 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. A empresa é a responsável pela Tecnologia da Informação dos Jogos Olímpicos no que diz respeito à consultoria, integração de sistemas, gerenciamento de operações, segurança da informação e desenvolvimento de aplicativos de software.

    Sobre a Atos Origin
    A Atos Origin é uma empresa internacional de serviços de tecnologia de informação. Seus negócios envolvem transformar a visão de clientes em resultados através da aplicação de operações gerenciadas e integração de sistemas e consultoria. A empresa tem receita anual de 5.5 bilhões e emprega 50.000 pessoas em 40 países. A Atos Origin é o Parceiro de Tecnologia da Informação Global para os Jogos Olímpicos e possui uma base de clientes de empresas internacionais de primeira linha em vários setores. A Atos Origin é listada no Mercado Eurolist de Paris e comercializa sob os nomes Atos Origin, Atos Worldline e Atos Consulting. Para mais informações, consulte http://www.atosorigin.com.

    Para informações:
    In Press Porter Novelli
    Assessoria de Comunicação

    Cristina Camarena- cristina.camarena@inpresspni.com.br
    Tel.:(11) 3323-1606
    Célia Nogueira – celia.nogueira@inpresspni.com.br
    Tel.: (11) 3323-1601
    http://www.inpresspni.com.br

     
    • KINHA 21:49 em 23 de julho de 2009 Link permanente | Faça login para responder

      Olá!
      Estou aqui para fazer-lhe uma proposta, que eu considero interessante.Também sou TOP 100 e estou concorrendo na categoria “VARIEDADES” e estou na campanha “UM VOTO POR UM VOTO”.O legal disso tudo é essa interação,eu conheço seu blog e vc, o meu.Já votei no seu e sei que também que receberei seu voto.
      Estou te seguindo e se quiseres me seguir, ficarei honrada.Venha apanhar o selo comemorativo do blog, com assinatura de um artista plástico.Sua presença é muito importante para nós.
      Obrigada

      http://amigadamoda.blogspot.com

  • 20 jul

    Inscrições para o Concurso Banco Real Universidade Solidária 

    São Paulo, 20 de julho – O Grupo Santander Brasil está com as inscrições abertas para a 12ª edição do Concurso Banco Real Universidade Solidária. Até 28 de agosto, instituições de ensino superior podem enviar projetos sociais que tenham o objetivo de fortalecer o desenvolvimento e contribuir para a geração de renda de comunidades carentes em todo o País.
    Os dez projetos selecionados receberão R$ 40 mil por ano, com a possibilidade de renovação por mais um ano. Cada projeto receberá ainda a consultoria do Universidade Solidária (UniSol) e da equipe técnica do Grupo Santander Brasil no seu acompanhamento e implementação.
    Em 13 anos de existência, o concurso já mobilizou 94 universidades, 1.340 estudantes, 178 professores e beneficiou direta e indiretamente mais de 4 mil pessoas em todo Brasil, a partir da interação entre o conhecimento acadêmico e o popular.
    O regulamento completo da 12ª edição do Concurso Banco Real Universidade Solidária está disponível no site http://www.unisol.org.br. O apoio à educação superior é um dos principais focos das ações de sustentabilidade do Grupo Santander Brasil.

    Sobre o Grupo Santander Brasil
    O Grupo Santander Brasil tem ativos totais de R$ 269,6 bilhões, R$ 208,1 bilhões de captações totais, que incluem recursos de terceiros administrados – R$ 122,7 bilhões em depósitos e R$ 85,4 bilhões em fundos de investimentos –, mais de 8 milhões de correntistas ativos e uma rede de 3.551 pontos de venda, entre agências e postos de atendimento.

    Grupo Santander no mundo
    O Santander (SAN.MC, STD.N), com sede em Madri, tem como atividade fundamental o banco de varejo, o qual complementa com desenvolvimentos globais em bancos de atacado, cartões, gestão de ativos e seguros. Em 30 de setembro de 2008, o Santander tinha € 1,07 trilhão em ativos geridos de mais de 65 milhões de clientes, atendidos por meio de 11.685 pontos de venda, o maior número de agências dentre os bancos internacionais. Fundado em 1857, o Santander é o mais importante grupo financeiro da Espanha e da América Latina, contando com importante presença na Europa Ocidental e no Reino Unido por meio de sua filial Abbey. Nos primeiros nove meses de 2008, o Santander obteve um lucro líquido atribuído de € 6,9 bilhões, um aumento de 16% em comparação ao mesmo período 2007, sem incluir os extraordinários. Para mais informações, visite: http://www.santander.com.
    Na América Latina, excluindo o Banco Real, o Santander é responsável pela gestão de um volume de negócios superior a US$ 200 bilhões (incluindo créditos, depósitos, fundos e patrimônios administrados), por meio de 4.638 agências. Nos primeiros nove meses de 2008, o Santander obteve na América Latina um lucro líquido atribuído de € 2,167 bilhões, excluindo o Brasil.

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    Grupo Santander Brasil
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  • 19 jul

    MULHERES! ENTENDAM MAIS SOBRE EQUIDADE DE GENÊRO 

    Entende-se por equidade de gênero a igualdades de tratamentos entre homens e mulheres no mercado de trabalho incluindo mesmas condições de trabalho e salariais.

    Atualmente as desvantagens das mulheres em relação aos homens no mercado de trabalho tem sido um dos temas que envolvem a responsabilidade social nas empresas principalmente porque as mulheres são provedores de uma família e hoje assumem um papel econômico muito significativo no contexto social global.

    O indicador proposto pelo Instituto Ethos tem a intenção de ajudar as empresas a propor políticas para preservar as famílias e serem agentes de transformação social da realidade da qual hoje as mulheres ainda são tratadas de formas desiguais nas empresas.

    Mais de 20 anos se passaram após a criação do Instituto Ethos de Responsabilidade Social, e as questões de gênero ainda são um dos paradigmas da nossa sociedade atual que necessita de discussão e transformação social. Ainda é recorrente nos dias de hoje nas empresas as diferenças entre homens e mulheres as diferenças salariais entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo e função além das dificuldades de trabalho para mulheres jovens que pretendem iniciar um novo lar e ter uma nova família.

    No Brasil, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres – SPM, criada através da Medida Provisória 103, pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para desenvolver ações conjuntas com todos os Ministérios e Secretarias Especiais estabelece políticas públicas que contribuem para a melhoria da vida de todas as brasileiras e que reafirmam o compromisso do Governo Federal com as mulheres do país.

    Uma das ações da secretaria é o programa de pró equidade de gêneros que está na sua 3ª edição e tem por finalidade o desenvolvimento de concepções e procedimentos na gestão de pessoas e na cultura organizacional para alcançar a equidade de gênero no mundo do trabalho.

    Realizado anualmente pela OIT – Organização Internacional do Trabalho, UNIFEM – Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher, Secretaria Especial de Políticas para Mulher e Governo Federal a adesão é voluntária, e são dirigidas às empresas públicas ou privadas com ou sem fins lucrativos desde que inscritas no cadastro de pessoas jurídicas. As empresas assinam um termo de adesão onde é levantado um perfil sobre as questões de gênero e após este processo e avaliação pelo comitê do programa a empresa participante recebe o selo concedido pelo Programa Pró Equidade de Gênero.
    Mais informações:
    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Relações Públicas, especialista em Sustentabilidade
     
  • 7 jul

    Poder Público, o principal indutor da sustentabilidade 

    Hamilton de França Leite Júnior. Diretor da Casoi Desenvolvimento Imobiliário, diretor de Sustentabilidade do Secovi-SP e professor de Sustentabilidade no Mercado Imobiliário na FAAP-SP. hl@hamiltonleite.com.br
    O último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU aponta para um provável aumento da temperatura global entre 2ºC e 4,5ºC, comparados às temperaturas médias do período pré-industrial.
    Desastrosamente, é sobre a linha do cenário mais pessimista (A1FI) – que considera um modelo econômico de rápido crescimento e intenso consumo de energia fóssil -, onde as mais recentes medições de emissões de gases de efeito estufa (GEE) estão se fixando e quanto maiores forem estas, maiores serão as temperaturas globais e o número de ocorrências de fenômenos climáticos severos com graves consequências, principalmente para as populações mais pobres.
    Fontes: IPCC; Energy Information Administration e Carbon Dioxide Information Analysis Center, USA
    Diante deste panorama, teríamos que reduzir as emissões de GEE pela metade até 2050, e caso esta marca não seja alcançada, precisaríamos mantê-las próximo de zero para não atingirmos condições climáticas insustentáveis para a vida do Homem na Terra!
    Lamentavelmente, a maior parte dos cidadãos deste planeta, ainda não se apercebeu que estamos diante do inicio de uma era de alterações sócio-ambientais tão severas, que podem levar à humanidade à auto-extinção.
    O poder público deve ser protagonista de destaque nesta questão. É ele quem deve construir as vias para o deslocamento da população e do setor privado pelos caminhos da sustentabilidade, e ainda dele próprio, para começar, com governança pública transparente e ética em todos seus níveis hierárquicos.
    Há um amplo espectro de medidas possíveis de serem tomadas, porém exige-se muita vontade e convicção para fazê-las, pois a luta para desconstruir sofismas firmemente enraizados em nossas mentes é feroz, principalmente, quando nem o proponente mais dedicado tem todas as informações nas mãos (esta ainda é uma matéria nova e pouco estudada dentro dos diversos segmentos da sociedade), para serem usadas como armas nesta batalha.
    Um belo exemplo de quebra de padrão insustentável, foi a ação tomada pela prefeitura de Nova York. O que normalmente aconteceria, seria não se interessarem pela preservação dos mananciais que abastecem a população, até porque estão localizados em outros municípios, e tratarem o líquido poluído, para poder ser consumido. Porém, o poder executivo daquele município elaborou e implantou um programa de proteção dos reservatórios que servem os moradores daquela cidade, que estão a distâncias de até 200 Km. O custo evitado em construção de Estações de Tratamento de Água (ETAs) foi de US$ 8 bilhões, mais US$ 3 milhões por ano com sua operação. Em contrapartida, investiu cerca de US$630 milhões na compra das áreas envoltórias dos rios e reservatórios, em desenvolvimento econômico e prevenção de poluição junto às comunidades e proprietários de terras do entorno. Houve preservação ambiental, as comunidades onde estão os mananciais foram beneficiadas, os moradores da cidade consomem água pura e o poder público economizou bilhões de dólares. Dá para ser melhor? Certamente seus idealizadores empenharam-se muito para concretizar este projeto, inclusive lutando contra interesses econômicos de empresas que seriam beneficiadas pelos contratos gerados com a construção e manutenção das ETAs.
    Existem importantes ferramentas disponíveis que ainda não são orientadas para a sustentabilidade. O Plano Diretor e as Leis de Uso e Ocupação dos Solos na maioria das cidades normalmente avançam pelo sentido contrário ou no máximo, este tema é tratado como um dentre outros tantos a serem apreciados pela Lei. Outra ferramenta que poderia ser empregada mais amplamente, seriam incentivos fiscais em diversas áreas, como na revitalização de regiões industriais degradadas e dos Centros antigos das cidades ou ainda na preservação de edificações declaradas como patrimônio histórico. Os proprietários de imóveis tombados normalmente os vêem como grandes fardos, já que precisam arcar com suas conservações, bastante onerosas e burocráticas e como conseqüência, perdem valor comercial e em muitos casos são abandonados e depredados. São os cidadãos que devem assumir o encargo de preservar bens, que tem interesse público?
    Esta aliás, é uma palavra que soa como música de qualidade para o setor privado: incentivo. A partir do momento em que o servidor público bem intencionado, vislumbrar que a aplicação deste mecanismo é a maneira mais eficiente para direcionar a iniciativa privada pelos caminhos da sustentabilidade, ele assumirá seu papel condigno, de principal agente indutor de ações sustentáveis pelos segmentos produtivos do país.

     
  • 7 jul

    Sustentabilidade e Econegócios é Tema do Encontro Conversa Sustentável na Casa Cor São Paulo 

    Encontro Gratuito
    No dia 08 de julho venha conhecer como foi feito o primeiro home center verde de construção sustentável do Brasil.
    08 de julho – Tema: Sustentabilidade e Econegócios
    Palestrante: Lauro Carvalho (C&C Casa e Construção)
    Horário: 19h ás 20h
    Local: Auditório Casa Hotel, Av. Lineu de Paula Machado, 1075. Jockey Club São Paulo

     
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