Atualizações de abril 2009 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Teclas de atalho

  • 29 abr

    Congresso Regional de Relações Públicas – Sustentabilidade 

    Caros Colegas de Profissão,
    È com muita satisfação que eu gostaria de convidá-los para participar do 3° Congresso Regional de Relações Públicas!
    ” A conquista da sustentabilidade só será possível através de um processo, urgente, profundo e contínuo de construção de conhecimento, ações e práticas ambientais e socioeconômicas mais responsáveis. Neste contexto, as organizações empresariais possuem um papel fundamental perante a sociedade na consolidação dessa visão de desenvolvimento”.
    “O adjetivo sustentável reflete uma tensão inerente à gestão empresarial da necessidade de geração de valor no presente sem comprometer a capacidade de a empresa gerar valor no futuro. Torna-se urgente repensar a forma de fazer negócios, buscando-se tecnologias mais limpas, desenvolvendo relacionamentos construtivos com todos os públicos e promovendo a redução das desigualdades sociais”.
    “As empresas precisam desenvolver a capacidade de enxergar além dos interesses de mercado, percebendo as implicações também de questões políticas, sociais e ecológicas nos seus negócios. Ao levarmos em conta o papel das empresas nesse processo, estimula-se a criação de mecanismos de maximização do potencial transformador de suas iniciativas”.
    Neste contexto, entendemos que o profissional de Relações Públicas, na qualidade de planejador e gestor dos processos estratégicos de comunicação e relacionamento das organizações com seus públicos, pode contribuir com a disseminação desses valores na cultura e na pratica das organizações, medindo, instruindo e incentivando a mudança de comportamentos rumo ao desenvolvimento sustentável.
    Objetivos: A escolha para o debate do tema sustentabilidade pauta-se na urgência e na revelância contemporânea dessa discussão. Os desafios e as oportunidades em busca de soluções e implementações de uma cultura empresarial sustentável não podem ser adiados.
    O 3° Congresso Regional de Relações Públicas visa ser um espaço representativo em torno deste debate a partir do compartilhamento de saberes e experência entre estudantes, professores, profissionais, empresários do setor, poder público e comunidade.
    Público Alvo: O evento destina-se à comunidade universitária regional, às autoridades, profissionais e empresários das áreas de Comunicação, Relações Públicas e áreas afins.
     
    • Dany - Verde Novo 01:39 em 30 de abril de 2009 Link permanente | Faça login para responder

      Fico mais otimista em ver a mobilização partindo de várias vertentes da nossa sociedade.
      Bom sinal…

    • Graciele 17:44 em 15 de maio de 2009 Link permanente | Faça login para responder

      Oi Vivian,
      Td bem?
      Parabéns pelo blog. Gostaria de receber informações sobre cursos e especializações na área de RP voltada para a sustentabilidade. Você poderia me ajudar?
      Saudações solidárias:
      Graciele Barroso

  • 29 abr

    Assistam entrevista inédita sobre sustentabilidade 

    Olá Amigos,

    Clique neste link http://www.urbansystems.com.br/urbanview/video/alltv_20090415.php?
    e assistam uma entrevista inédita concedida por Vivian Blaso no dia 15/04/09 ao programa Urban View sobre Sustentabilidade e vejam como transformar a Sustentabilidade em Oportunidades!

     
  • 29 abr

    Evento Gratuito – Mudanças Climáticas e Construção Civil 

    No dia 06 de maio, das 13h ás 19h será realizado no auditório do Sinduscon SP um evento sobre Mudanças Climáticas e a Construção Civil.

    O objetivo do evento é disseminar informações sobre o tema e incentivar as discussões no setor que hoje é responsável por 40% das emissões de CO2 no planeta.

    Serviço:

    DATA: 06 DE MAIO DE 2009
    HORÁRIO: 13H ÁS 19H
    LOCAL: AUDITÓRIO DO SINDUSCON SP

    INSCRIÇÕES GRATUITAS

    Para maiores informações acesse o site do CBCS que é uma das entidades apoiadoras do evento:http://www.cbcs.org.br/index.php?

     
  • 24 abr

    ARQUITETURA INCLUSIVA – APOIAMOS ESSA CAUSA 

    Caros Amigos,
    “Nada melhor para falar do assunto que realmente vivenciar o problema”.
    Para quem não conhece, a “Arquitetura Inclusiva é a promoção da inclusão social no ambiente construído. Para atingir seus objetivos, desenvolve projetos que colaborem para criação de espaços, que possam ser usados por todas as pessoas, independente de suas habilidades, limitações ou idade. Uma arquitetura inclusiva garante ambientes apropriados, não só para idosos ou pessoas portadoras de deficiência, mas para todos”.
    Eu pessoalmente estou vivendo um momento cuja minha mobilidade está parcial, pois sofri uma simples torsão no tornozelo e tenho encontrado muitas dificuldades para levar a “vida normal” como dizem por alguns motivos que me levaram a refletir sobre nossos comportamentos e atitudes sobre este tema que é tão relevante para nossa sociedade.
    1) Espaços Públicos – De fato a cidade de São Paulo não nos oferece muitas opções, por exemplo, nas livrarias, nas calçadas, nas universidades etc muitos destes locais não tem elevadores ou rampas de acesso que possam contribuir de fato para que portadores de alguma necessidade possa levar uma vida nornal.
    2)Comportamento Humano – Temos outro problema grave que está relacionado ao comportamento das pessoas que andam cada vez mais depressa que até se esquecem de olhar para as pessoas que estão a sua volta. Estes dias na universidade onde faço o meu mestrado á noite estava caminhando devagar, na rampa para deficientes, pois como estou usando a bota imobilizadora não dá para subir e descer escadas, quase fui atropelada pelas pessoas que com muita pressa não utilizam as escadas mas sim a única rampa de acesso para deficientes do prédio e ainda reclamam da lentidão para caminhar.
    3) Preconceito – As pessoas que estão a nossa volta não tem muita paciência em esperar o nosso caminhar lento e cauteloso e quando percebem que não estamos ao seu lado voltam correndo ou param e ficam olhando até com dúvida se essa imobilidade é realmente real.
    4) Arquitetura e Engenharia – Quando torci meu tornozelo, estava saindo do meu carro no estacionamento de uma universidade e simplesmente pela falta de regularização do pavimento meu salto se enrroscou no asfalto e daí surgiu a queda. Além da assinatura pelo governo federal do decreto 5.296/04 no final do ano passado que regulamenta as Leis n.º 10.048 – que dá prioridade de atendimento às pessoas com deficiência – e a n.º 10.098 – que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida existe também uma norma técnica NBR 9050 que deveria estar sendo seguida pelos Arquitetos e Engenheiros do nosso pais. O que me deixa mais indignada em relação a essa situação que seria hilária se não fosse trágica é que minha queda aconteceu no estacionamento de uma universidade de engenharia civil considerada uma das mais importantes do nosso país.
    Aqui deixo minha dica para quem tem interesse neste tema que merece ser mais debatido pela nossa sociedade: Participe da Jornada Inclusiva que está sendo organizada pelo Instituto Brasil Acessivel e contribua para transformação dos espaços e do comportamento das pessoas que precisam apreender a conviver com a diversidade, afinal essa atitude também ajuda na construção de uma sociedade mais sustentável.
    Para maiores informações sobre este tema acesse: http://www.brasilacessivel.org.br/
    Para informações sobre o evento acesse: http://www.arquiteturainclusiva.com.br/
    Autora: Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Relações Públicas, especialista em Sustentabilidade
     
    • Anonymous 15:50 em 24 de abril de 2009 Link permanente | Faça login para responder

      Olá! Não sou Engenheiro, mas li atentamente o seu post. Antes de mais, estimo as melhoras do seu pé. É inadmissível, que o pavimento de uma faculdade de engenharia estar irregular. Uma faculdade, onde se estuda Engenharia deveria dar o exemplo. Pela descrição, as pessoas parecem um bocado desumanas, ao andarem tão depressa e reclamarem consigo, quando na realidade está lesionada. beijos e as melhoras para si! bom fim de semana. Um anónimo de Portugal.

  • 14 abr

    Por que existe um distanciamento entre discurso e práticas de sustentabilidade nas organizações? 

    Muito tem se falado de empresas sustentáveis ou empresas que estão nos caminhos da sustentabilidade, mas na verdade o que está por traz do discurso que por muitas vezes se encontra vazio e distanciado do nosso contexto social atual? Iremos tomar como empréstimo os conceitos tratados pelas ciências sociais, mais especificamente da sociologia e da antropologia que na verdade tem como propósito compreender o homem na sociedade.

    Em primeiro lugar, se fizermos alusão ao contexto histórico da nossa evolução social, encontramos o nascimento das ciências sociais na ruptura do homem com a igreja após iluminismo. Neste momento, o homem se apoiou das ciências, do conhecimento cientifico e na compreensão do entendimento da vida. O homem pensou que se conhecesse os fenômenos poderia controlar a realidade da dinâmica social. Depois deste tempo, houve o tempo da revolução industrial, onde a proposta era uma nova relação entre capital e trabalho que mais tarde gerou as teorias positivistas de ordem e progresso que criaram as metrópoles modernas contribuindo para um adensamento populacional, problemas sociais onde temos como pano de fundo a idéia de que “ A razão humana busca o controle na natureza e da sociedade”.

    A idéia de emancipação da razão, ou seja, a racionalidade contribui assim para a formação da ciência e da técnica no sentido de dominar a natureza, o mundo e a ciência. Daí, a modernidade nos trouxe a idéia de separabilidade, neutralidade que influenciou na forma como apreendemos na escola. Somos preparados para viver o conhecimento, que nos reporta a um grande paradoxo entre dominação e liberdade. Dessa forma a sociedade se organizou para pensar o futuro sem se preocupar com o passado.

    A modernidade trouxe aos indivíduos a formação de uma sociedade estruturada através de classes que vem de encontro à própria divisão social do trabalho proposta por Marx. Essa divisão impulsionou o indivíduo a procurar por uma identidade, que neste ambiente era visível através dos símbolos, ou pela dimensão simbólica das relações a qual o grupo pertencia. Essas dimensões simbólicas são visíveis e perceptíveis aos indivíduos através de suas roupas, religião, comportamentos, estilos de vida que lhe conferem o seu status. A fragmentação das personalidades também ocorreu em função da fragmentação do trabalho e hoje temos indivíduos em conformidade com as situações em função das relações entre capital e trabalho.

    As generalizações do trabalho também têm influenciado os indivíduos a se acomodarem como diz Simmel, um indivíduo metropolitano calcado num comportamento altamente individualizado, o indivíduo blasé.

    Estes fenômenos tem impulsionado na construção de uma metrópole social cada vez mais distanciada da sociabilidade. Apoiando-nos neste contexto, podemos descobrir que essa sensação de vazio entre o discurso e a pratica da sustentabilidade nas organizações é na verdade um reflexo da nossa própria história.

    As ciências não foram tratadas de maneira transdiciplinar e também não nos incentivaram a pensar de forma sistêmica sob as esferas de influencias de nossos comportamentos e atitudes, seria muita pretensão da “sustentabilidade“ achar que após tantas evoluções das ciências (conhecimento cientifico) ela fosse capaz de alinhar o discurso com a prática nas organizações, isso por que a própria estrutura organizacional atual é departametalizada e seus processos, métodos ainda são reflexos da nossa educação, positivista, racional e de controle das situações.

    Um outro aspecto importante que deve ser levado em consideração é o fenômeno da individualização, cada vez mais estamos presos ao consumo e a competição global. Os indivíduos cada vez mais buscam uma rede de relações que lhes proporcione a satisfação das suas necessidades que provoca um distanciamento e um isolamento em função da realização pessoal, e seu crescimento individual. Entendendo dessa forma a lógica da dinâmica organizacional, podemos concluir que este distanciamento entre o discurso e a pratica é também legitimado por cada um de nós que na verdade estamos apreendendo a construir um novo olhar sob os processos organizacionais voltados para as questões da sustentabilidade como preservação ambiental, ética, desenvolvimento social dentre muitos outros temas pertinentes a este contexto, que tem nos feito refletir e repensar os processos organizacionais sob a ótica da sustentabilidade que por fim tem único objetivo: a preservação da nossa própria espécie.

    Não podemos também de forma alguma procurar justificar os nossos comportamentos blasé, em função da forma pela qual apreendemos com a ciência. Não temos aqui a pretensão de achar que somos exclusivamente o reflexo da construção social da história dos indivíduos que formam este emaranhado cultural global ao qual pertencemos, mas, sobretudo que somos atores sociais e desempenhamos multi papéis com o poder de multi influências na construção dessa sociedade. Por tanto, o que falta é uma revolução cultural no sentido da percepção da vida para uma verdadeira transformação da realidade atual, seja na vida, seja na sociedade ou nas organizações. Se existe este vazio entre discurso e prática nas organizações é porque legitimamos o comportamento blasé em conformidade com as situações conseqüentes das relações entre capital e trabalho. O poder econômico sobrepõe as outras dimensões propostas pela sustentabilidade: dimensão social e dimensão ambiental. Pensar sob essa ótica é deixar antigos comportamentos e práticas para desvendar o novo que essa reflexão nos sugere. A questão inicial que motivou a escrever este texto só poderá ser respondida se de fato estivermos preparados para desvendar o novo.

    Vivian Blaso, Relações Públicas, Mestranda em Ciências Sociais, Especialista em Gestão para Sustentabilidade, MBA em Gestão Estratégica de Marketing.

     
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